Resposta ao artigo do Vereador Carlos Moura no Jornal de Lisboa sobre a Moeda Local de Campolide

14368770_10154701642549050_7465920959076539779_nA/C Director do Jornal de Lisboa
Exmo. Sr. Francisco Morais Barros
“Ao ler o artigo do vereador Carlos Moura (PCP) e na qualidade de propulsor da proposta para a criação de uma Moeda Local para o Areeiro (através do Movimento de Cidadãos “Vizinhos do Areeiro”) gostaria de responder ao vereador em algumas breves palavras.
Nada a contradizer na primeira metade do artigo (onde se exalta o direito ao trabalho e a remunerações dignas). Na segunda metade, contudo, o vereador abate-se sobre o inovador projecto de Campolide de troca de resíduos recicláveis por “vales” (moeda local) a “descontar” no comércio local. E é aqui que entramos no campo da polémica:
1. Quando o vereador Carlos Moura escreve que a moeda local consiste num “programa de troca de lixo por vales a descontar no comércio tradicional” comete o erro de confundir a “moeda local” com “vales”: não são vales. São unidades de troca que só podem ser usadas na freguesia de Campolide e a “troca” não é um escambo de lixo por vales realizado no comércio local. Esta troca (a injecção de moeda local) ocorre apenas em locais operados pela Junta de Freguesia e não nos estabelecimentos comerciais.
2. Nesta ofensiva contra a moeda de Campolide o vereador não valoriza o facto de este programa visar o desenvolvimento do comércio tradicional local, protegendo-o contra a voracidade das grandes superfícies (que pagam impostos no estrangeiro) e que concentram em poucas mãos a riqueza. Uma Moeda Local visa manter a riqueza dentro da comunidade e não exportá-la para uns quantos (poucos) privilegiados ou para umas quantas (raras) multinacionais. O vereador não valoriza o facto desta moeda de Campolide estar já a circular no bairro (com sucesso e acolhimento popular) em transacções correntes de produtos e serviços sem servir, apenas, como forma de troca de “lixo por vales” como escreve.
3. O vereador Carlos Moura valoriza muito a vertente de poupança em recursos humanos que a Junta pode obter através do sucesso desta moeda (se os cidadãos forem entregar o seu lixo reciclável e os serviços autárquicos não tiverem que o recolher haverá poupanças em recursos humanos e técnicos). Mas a recolha de resíduos urbanos em Lisboa não é eficiente, como todos concordarão (Carlos Moura inclusivé) algo que se deve a muitas causas sendo entre estas, a maior, a falta de civismo de muitos cidadãos. Ora há duas vias para combater este problema ou doença cívica: ou usamos a via bruta do “pau” (Policia Municipal e Coimas) ou a via suave da “cenoura”, através de estímulos a comportamentos cívicos e de respeito para a comunidade. Este programa é uma resposta, eficaz, na segunda via, ao problema da sensibilização dos cidadãos para estas matérias e nesse sentido é inovar e merece o apoio de todos os que sentem que, em Lisboa, algo vai mal com o lixo urbano…
4. Por fim, quanto à objecção (adequada) de que esta iniciativa da Junta pode criar uma nova categoria profissional de “catadores de lixo”: a Moeda Local de Campolide determina um máximo de 10 moedas, por dia, em cada operação de troca de resíduos recicláveis por moeda. Por outro lado, impede-se também, que alguém tenha mais do que 20 moedas locais de cada vez por forma de evitar o aforramento e de assim limitar a esse valor as compras nas lojas tradicionais aderentes.
Em suma: as Moedas Locais (como a que propusemos à Junta de Freguesia do Areeiro) podem servir como ferramentas de dinamização e protecção das economias locais contra o império das grandes superfícies ou das redes de supermercados: permitem defender o emprego local, as microempresas, reduzem as deslocações para fora da comunidade, reforçam os laços entre os cidadãos e podem – como no modelo de Campolide – promover e estimular comportamentos cívicos como a reciclagem de resíduos urbanos. São, assim, algo a defender e o exemplo de Campolide deve ser seguido por outras freguesias lisboetas e até, eventualmente, pela própria Câmara Municipal de Lisboa.”

Rui Martins

Dog Park e Sugestão de Protocolo [Actualizações]

screen-shot-12-30-16-at-08-00-pm
(fotografia de https://www.facebook.com/caes.jardimfernandopessa)

Os subscritores desta mensagem requerem à Junta de Freguesia do Areeiro que, no mesmo local onde, em 2017, vai construir o “Dog Park” previsto nas suas “Opções do Plano e Orçamento 2016”, instale uma cerca por forma que as dezenas de cães que frequentam este espaço possam passear livremente nesta zona e condicione o acesso dos animais às restantes zonas deste espaço verde.
Sugerimos ainda que a autarquia local estabeleça um protocolo com um treinador que, neste local, por 1 ou 2 dias por semana possa dar informação aos animais registados na Junta (e apenas a estes), até como forma de incentivar a este registo.

Subscrevem:
Rui Martins
Maria Julieta Mendes Martins
Cláudia Casquilho
Susana Isabel Woodward Martins
Maria Nunes
Filipe Ruivo
Cátia Mendes
Catarina Rebelo
Vasco Ribeiro
Maria João Morgado
Carlos Augusto
Joao Paulo Trindade
Anabela Nunes
Jacinto Manuel Apostolo
Jorge Oliveira
Ines Domingos
Qju Nunes
Margarida Soares
Miguel Peixoto
Isabel Primoroso
Ana Paula Fonseca
Fatima Aparicio
Ana Monteiro
Carla Silva
Dantas Marques Bruno
Sofia Benasulin
Maria Berto
Elsa Santos
João A. R. Sovelas
Ana Lúcia Parente
Susana Beirão
André Carvalho
Lucilia Guimaraes
John Burney

Actualização de 6 de janeiro de 2017:
Acusamos a receção do mail de V. Exas., sobre o assunto em epígrafe, o qual nos mereceu a melhor atenção.
Neste contexto, encarrega-me o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Areeiro de transmitir a V. Exas., que no primeiro trimestre do corrente ano, iremos construir o equipamento referenciado”

Actualização de 27 de Abril de 2017:
“A 30 dezembro 2016 questionámos a Junta de Freguesia do Areeiro sobre o projecto para a construção de um “dogpark” no Jardim Fernando Pessa que estava orçamentado para 2016: nomeadamente se iria avançar em meados de 2017, como planeado?

Resposta da Junta: “Informamos que já foi terminado o concurso, a obra irá ser iniciada no principio do próximo mês (Abril)”

Breve Balanço (Julho-Dezembro 2016) da actividade dos “Vizinhos do Areeiro”

vizinhosareeiro
32 ocorrências abertas na aplicação “Na Minha Rua” da Câmara Municipal de Lisboa
Mais de 100 pedidos de intervenção directos à Junta de Freguesia do Areeiro
2 presenças em Assembleias de Freguesia
1 presença na Reunião Descentralizada da CML (Alvalade-Areeiro)
1 intervenção na Assembleia Municipal de Lisboa
Perto de 1000 vizinhos no grupo facebook “Vizinhos do Areeiro”
Propostas à JFA: 13
Perguntas à JFA: 2
Propostas à Assembleia de Freguesia do Areeiro: 2
Levantamentos e estudos sobre a Freguesia do Areeiro: 3
Perguntas à CML: 13
Propostas à CML: 12
Reclamações à CML: 8
Propostas à AML: 1
Pedidos de fiscalização à Polícia Municipal e a RSB: 2
Perguntas à Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural: 1
Pedidos e Reclamações à EMEL: 3
Propostas à Carris/Metro: 1
Perguntas ao INE: 1
Perguntas à IP (ex-Refer): 1
Pedidos à EDP: 1
Projectos “de campo”: 2 (Jardim Cidadão e “Book stop”)

Sugestão de campanha de divulgação do “Recolha a Pedido” de resíduos “volumosos” em locais específicos onde ocorrem situações recorrentes de “sacos de lixo” em candeeiros, portas e caldeiras de árvores

screen-shot-12-26-16-at-12-39-pm
Os subscritores desta mensagem requerem à Junta de Freguesia do Areeiro que afixe cartazes que divulgem os serviços (gratuitos) de “Recolha a Pedido” de resíduos “volumosos” nomedamente junto aos Ecopontos onde este tipo de resíduos se tende a acumular, nas árvores em cujas caldeiras e nos semáforos, portas de edifícios e, colunas de iluminação e semáforos onde a deposição destes lixos é recorrente.
(se necessário podemos fornecer uma lista destes locais)

Subscrevem:
Rui Martins
Luz Cano
Vasco Ribeiro
Elisabete Carvalho
Maria Nunes
Jp Martins
Maria Julieta Mendes Martins
Maria Cortez Caetano
Cláudia Casquilho
Manuela Melo
Filipe Ruivo
Cátia Mendes
Belicha Geraldes
Luis Seguro
Mira de Lacerda
Maria Susana Beirão
Rita Luzia
João Banazol
Alexandra Pádua-Gonçalves
Ana Rodrigues
Sara Buisel
Isabel Athayde E Mello
Rosario Barata
José-António Rodrigues
John Burney
Catarina Coelho
Carolina MC Saldanha
Sofia Benasulin
Isaias Santos
José Vitorino
Maria Anabela Melo Egídio
Teresa Silva
Joao Paulo Trindade
Bárbara d’Azevedo

Proposta de alteração no cruzamento entre a Praça de Londres e a Avenida de Paris

screen-shot-12-23-16-at-06-07-pm

No cruzamento na Praça de Londres com a Avenida de Paris existe uma estrutura com balizadores (pilaretes plásticos) que é difícil de manter e que é, frequentemente, substituída devido a danos provocados por veículos.
Os subscritores desta mensagem gostariam de propor à CML a remoção desta estrutura – esteticamente desagradável, financeiramente dispendiosa e que retira o espaço demarcado à cidade – e a sua substituição por calçada portuguesa, incluindo um banco e uma pequena área verde.
Sugerimos igualmente a deslocação da passadeira para a placa central da praça (jardim) por forma a reduzir o risco de atropelamento.

Enviada à CML

Subscrevem:
Rui Martins
Anabela Nunes
José João Leiria-Ralha
Raquel Leite
Elisabete Carvalho
Cláudia Casquilho
Maria João Morgado
Teresa Raposo
Olga Lomba Correia Guedes
Carlos Augusto
Fernando Borges
Paula Amoroso
Rui Pedro Barbosa
Jorge Azevedo Correia
Ines Domingos
Patrícia Tavares Rocha
Maria Nunes
Luis Seguro
Maria Cortez Caetano
Virginia Pato
Luisa Pico Costa
Cátia Mendes
Jorge Oliveira
Pedro Tito de Morais
Vasco Ribeiro
Filipe Guedes Ramos
Qju Nunes
Manuela Melo
Tomaz Alves Oliveira
Carlos Gaspar
Maria DM
Fatima Lammar
Ana Fernandes
Antonio Coelho
Joana Duarte
José Filipe Toga Soares
Susana Beirão
Pedro Costa Pinto
Isaias Santos
Isabel Athayde E Mello
John Burney
Rui Santos
Filipa Fernandes Figueiredo
Isabel Primoroso
Joao Paulo Trindade
André Figueiredo

Sugestão à CML para Sistema de Recolha de Resíduos Urbanos

 

O sistema de recolha de resíduos urbanos “Recolha Seletiva Porta a Porta” embora funcione na maioria dos casos não responde às necessidades dos moradores com dificuldades de locomoção e, consequentemente, acaba sendo a origem do fenómeno “saco de lixo em candeeiro e nas caldeiras de árvores” que se começa a generalizar em alguns arruamentos lisboetas e, em particular, na Avenida de Roma e na Avenida João XXI, com impacto para a Saúde Pública, ineficiência nos sistemas de recolha de resíduos das Juntas e da CML e uma degradação da qualidade da vivência e usufruto do espaço público.

Apelamos assim a que a CML determine um sistema alternativo de recolha capaz de integrar estes cidadãos no “Recolha Seletiva Porta a Porta”, quer através da instalação de contentores com separação de lixo mas de reduzidas dimensões na residência dos cidadãos que façam prova das suas dificuldades de locomoção, quer através do estabelecimento de parcerias com entidades externas (ONGs, Associações, Empresas e Condomínios) que cumpram este propósito através de formas alternativas.”

Subscrevem:
Rui Martins
Clara Ribeiro
Ana Mónica
José Vieira Mesquita
Jorge Oliveira
Manuela Melo
Maria Georgina Carreira Reis
Ines Domingos
Teresa Raposo
Luis Seguro
Vasco Ribeiro
Ana Monteiro
Fernanda Maria Gouveia
José B. Leal
Filipa Ramalho Rickens
Luz Cano Pinto Santos
Isabel Duarte Ferreira

Estacionamento nas ruas adjacentes ao Pavilhão do Casal Vistoso [Respondida]

screen-shot-12-12-16-at-01-53-pm

O estacionamento nas ruas que rodeiam o Pavilhão é caótico, desregulado e cada vez mais difícil para os moradores. Apelamos, assim, à CML para que:
1. Instale rapidamente parquímetros EMEL
2. Promova o aumento dos lugares/recortes de estacionamento na zona
3. Pavimentação urgente da saída da rua do Pavilhão com imposição dum sentido único
4. Celebração de acordos com o Complexo Desportivo para utilização de Parque de estacionamento e/ou garagens por parte dos utentes e atendentes dos eventos
5. Usar parte das áreas descampadas por trás do edifício do pavilhão e transformá-las num parque de estacionamento.

Que, enquanto, as propostas acima não são atendidas que se permita – provisoriamente – o estacionamento no Parque EMEL do Pavilhão, aos residentes, pelo menos enquanto as propostas 1 e 2 não são atendidas.

Subscrevem:
Rui Martins
Anabela Nunes
Vasco Ribeiro
José João Leiria-Ralha
Luis Seguro
Mira de Lacerda
Ana Mónica
Madalena Matambo Natividade
Elisabete Carvalho
Manuela Melo
Ivo Gama
Ana Paula Araujo
José Vieira Mesquita
Ines Domingos
Filipa Ramalho Rickens
Teresa Raposo
Maria João Morgado
Cátia Mendes
Jorge Oliveira
Qju Nunes
Nuno Almeida Horta
Clara Ribeiro
Claudia Arriegas
Susana Beirão
John Burney

Actualização
A zona do Casal Vistoso será (como pedimos) concessionada em breve à EMEL com reperfilamento do estacionamento e com integração no Programa “Uma Praça em cada Bairro” da CML (com execução pela Junta) sendo aqui incluído o Largo do Casal Vistoso, a Sarmento Beires e a Arantes de Oliveira (entre outras). A obra deverá estar concluída durante o primeiro semestre de 2017)

Resposta da EMEL de 10.10.2017
Em resposta ao vosso email sobre “Pedido de Esclarecimento do Pavilhão do Casal Vistoso e Bairro Portugal Novo” endereçado ao Gabinete do Vereador Manuel Salgado, cumpre-me em nome da EMEL informar que:

  1. A zona envolvente do Pavilhão do Casal Vistoso será, caso a proposta da EMEL seja aprovada pela Junta de Freguesia e pela CML, a zona 04D.
  2. A proposta já passou a fase de consulta pública, estando o projeto pendente da aprovação da Junta de Freguesia do Areeiro e do executivo da Câmara Municipal de Lisboa.
  3. Visto tratar-se de uma zona nova, os residentes serão avisados em tempo oportuno dos prazos para pedido de dístico, havendo ainda um período de fiscalização pedagógica, entre 15 e 30 dias, que servirá para adaptação às novas práticas.
  4. Os moradores que tenham já dístico emitido para zonas adjacentes e queiram alterar a segunda zona do dístico para a nova zona 04D poderão fazê-lo num Ponto de Atendimento EMEL, desde que levem consigo o dístico antigo. Haverá lugar ao pagamento de emolumentos.
  5. O parque de estacionamento EMEL do Casal Vistoso tem já condições preferenciais para residentes (assinatura 24 horas por 50€ mês)
  6. O parque de estacionamento da Rua Américo Durão não está previsto ser aberto ao público.”

Poda Radical de Plátanos no Logradouro do INE [Actualização]

 

“Os Plátanos do INE, na Av António José de Almeida foram vítimas de uma poda radical com troncos completamente decepados, abrindo grandes feridas nas árvores as quais abrem portas a fungos e parasitas e representam riscos para a sua viabilidade futura.
Esta poda radical e executada com uma competência técnica muito duvidosa ameaça a viabilidade destas árvores cuja plantação data da fundação do Instituto em 1935 e vem assim colocar em risco a propriedade particular (veículos automóveis) e os peões que sob eles circulam, quer no recinto do INE, quer na Avenida Manuel da Maia.
Os subscritores apresentam, assim, o seu mais veemente protesto à Administração do INE (a cuja guarda foi deixado este património que não lhe pertence mas que é de todos nós) e à empresa que terá realizado estes “trabalhos”
(enviada como “Reclamação” (nºR-278998658) ao INE (que se compromete a dar resposta em 5 dias úteis no seu site)

Subscrevem:
Rui Martins
Ana Paula Araujo
Ana Teresa Mota
Raquel Leite
Luz Cano
Maria Saraiva
Iolanda Machado
Luis Seguro
Vitor Manuel Teixeira
Beleza Barreiros
José Vieira Mesquita
Pedro Gomez
Manuela Melo
Maria Cortez Caetano
Ana Mónica
Jorge Oliveira
Teresa Raposo
Madalena Matambo Natividade
Cátia Mendes
Paulo Ferrero
Pedro Silva
Maria João Morgado
Qju Nunes
Rosa Casimiro
Emanuel Sousa
Hugo Fiuza
José João Leiria-Ralha
Anabela Nunes
Rosa Branca Graça
John Burney
Anthony Despalins
Alice Torres
Elisabete Henriques
Isabel Figueira
Suzete Reis
Isabel Primoroso
Jose Antonio Nobrega
Belicha Geraldes
Helena Juliao
Teresa Silva
Filipa Ramalho Rickens
Jacinto Manuel Apostolo
Rita Dias Costa
Susana Beirão
João Silva
Carlos Fernandes Carlos
Maria Georgina Carreira Reis

Actualização (resposta do INE):

screen-shot-12-26-16-at-12-46-pm

Proposta à CML de revisão dos contratos com a Empark

14_nac_abertura_parque_estacionamento_alves_redol_net

Tendo em conta que a taxa de ocupação dos parques de estacionamento de Lisboa que estão concessionados à Empark é – segundo diversos relatos indirectos já que a empresa se recusa a divulgar estes números – inferior a 50% e que isto resulta dos preços excessivos e que tal desperdício leva a um incumprimento fundamental do contrato de concessão assinado pela Câmara Municipal de Lisboa (devido à ineficiência do serviço prestado) o Movimento de Cidadãos Vizinhos do Areeiro convida a autarquia lisboeta a determinar mecanismos que reduzam os preços e aumentem as taxas de ocupação destes parques e, em particular, os que serve a freguesia do Areeiro (Alameda, Praça de Londres e Avenida de Roma).

Parques Empark que servem a Freguesia do Areeiro:
Campo Pequeno
1ºs 15 minutos 0.40 euros
1ª hora 1.3 euros
máx. dia 7 euros
lugares 391

Avenida de Roma
1ºs 15 minutos 0.40 euros
1ª hora 1.6 euros
máx. dia 9.9 euros
lugares 336

Praça de Londres
1ºs 15 minutos 0.50 euros
1ª hora 1.7 euros
máx. dia 9 euros
lugares 195

Alameda
1ºs 15 minutos 0.45 euros
1ª hora 1.8 euros
máx. dia 8 euros
lugares 498

Avença Nocturna
27 euros
mas só das 18:00 às 09:00

Subscrevem:

Rui Martins

Ana Paula Araujo

Maria Saraiva

Ana Flor

Margarida Braz Pinto Coimbra

Miguel Felner Paula

Vasco Ribeiro

Pedro Silva

Maria João Morgado

Luz Cano

José João Leiria-Ralha

Jorge Oliveira

Maria Cortez Caetano

Maria Julieta Mendes Martins

Cátia Mendes

Elisabete Carvalho

Ines Domingos

Luis Seguro

Qju Nunes

Andreia Graça

José Vieira Mesquita

Anabela Nunes

Teresa Raposo

Margarida Soares

Suzete Reis

Belicha Geraldes

Joao Paulo Trindade

Gabriel Henrique de Carvalho

Mafalda Costa Macedo

Marta Campos

Celestina Costa

Patricia Curto de Sousa

Luis Pinheiro

Susana Beirão

Diogo Martins de Carvalho

Pedro Dias

Maria DM

John Burney

Isabel Athayde E Mello

Maria Georgina Carreira Reis

Carlos Fernandes Carlos

Fernanda Maria Gouveia

Filipa Ramalho Rickens