Resposta de Cátia Mendes (1ª Subscritora da “Petição Rua Xavier Cordeiro”) à intervenção do Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro na Assembleia Municipal de Fevereiro de 2017

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Sobre as intervenções sobre a recomendação 10/133 do PEV na reunião da AM de Fevereiro: https://youtu.be/jYhcuOQEhL4?t=6713; Indico os tempos no vídeo em que ocorrem.

1:09:30 – intervenção do PEV (deputada Cláudia Madeira) a apresentar a recomendação
1:33:30 – intervenção do CDS-PP (deputada Maria Luísa Aldim) a reforçar a questão da Xavier Cordeiro ser agora uma escapatória à Av. do México
1:51:45 – intervenção do PSD (deputado Fernando Brancaamp), presidente da Junta de freguesia do Areeiro, a discordar da recomendação.
2:43:40 – votação da recomendação pelos deputados da AM com o seguinte resultado:
Favor: PS/ PCP/ BE/ CDS-PP/ PEV/ PAN/ PNPN/ 6 independentes
Contra: PSD
Abstenção: MPT

Transcrição (parcial) da intervenção do presidente da Junta, feita pelo Rui Martins:

“não era verdade e era um lapso, com certeza, de memória da vossa parte que a Rua Xavier Cordeiro antes tivesse só apenas um sentido. A Rua Xavier Cordeiro antigamente tinha dois sentidos só que numa área parcial, ou seja, não era na totalidade da via, mas tinha dois sentidos. E o espírito do autor do projecto, e o vereador Manuel Salgado poderá corrigir, era que o Bairro do Arco do Cego tivesse na sua zona periférica duas vias que pudessem ser atravessadas completamente nos dois sentidos para evitar a entrada e saída do Bairro. E por essas vias, as pessoas entravam pelo local certo para se deslocar para o interior do Bairro, e penso que foi conseguido. (…) Eventualmente, se a Rua Xavier Cordeiro só tivesse um sentido tínhamos que andar a circular o Bairro num sentido oposto, andando por dentro do Bairro. Assim [como está]parece-me correcto. Não é preciso andar a largar passeios pois um dos lados da via é as traseiras da Avenida do México que só tem as entradas de garagem para edifícios de habitação. E quanto às lombas, isso era uma hipótese que poderia ser sempre colocada, mas de qualquer forma não é correcto porque como sabem as lombas provocam ruído e ao provocar ruído teríamos depois os moradores a reclamar do ruído que as lombas produzem. Posto isto, penso que era de rever o conteúdo desta Recomendação que não recomendo a ninguém”

Os meus comentários/reflexões quanto à intervenção do presidente da Junta:

– A questão dos sentidos de trânsito que a rua tinha ou não tinha antes é irrelevante. O relevante é a situação actual, que foi causada pela intervenção, e como a resolver;

– Quanto ao objectivo de a reordenação da circulação na Xavier Cordeiro “evitar a entrada e saída do Bairro”, o resultado foi precisamente o contrário, pelo que a recomendação faz todo o sentido.

– Quanto à questão de um dos lados da rua servir só de acesso de garagens, é parcialmente correcto. Existem nesse lado da rua dois edifícios de habitação, apenas se encontram actualmente desocupados. O lado da rua onde existem habitações ocupadas beneficiaria do alargamento desse passeio. E a rua será com certeza usada pelos outros habitantes do bairro do Arco do Cego.

– Quanto à questão das lombas: a recomendação não menciona lombas, mas sim medidas de acalmia de tráfego. Mesmo que se opte por lombas, se os carros passarem por cima das lombas a 20 km/h, farão com certeza menos ruído do que actualmente a circularem a 40-50 km/h.”

Cátia Mendes

Proposta à CML para uma maior divulgação do serviço de recolha de resíduos verdes (de jardim) [Resolvida]

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Os subscritores sugerem que a Câmara Municipal de Lisboa divulgue mais activamente o serviço de recolha de resíduos verdes (de jardim), por marcação para eventual e futura compostagem e uso nos jardins mantidos pela autarquia e pelas juntas de freguesia da cidade e, em particular, no Areeiro.
Actualmente, e por falta de divulgação, muitos destes resíduos são desperdiçados nos contentores de lixo indiferenciado sendo que a autarquia poderia alterar o folheto em que divulga o já existente nº 808 20 32 32 da “Recolha a Pedido” acrescentando este serviço (que só fala de “lixo volumoso”) aumentando assim a quantidade de resíduos reciclados pela cidade e criando poupanças no funcionamento corrente dos jardins da cidade.
Recordamos ainda que Portugal está obrigado por uma Directiva Europeia a reciclar até 2020 50% de todos os seus resíduos urbanos, mas que 2015, essa percentagem não ía além dos 28%.

Subscrevem:
Rui Martins
Teresa Raposo
Mira de Lacerda
Maria Palma
Pedro Vazão de Almeida
Luisa Pico Costa
Maria Saraiva
Pedro Pinto
Pedro Silva
Elisabete Carvalho
Miguel Peixoto
Luis Seguro
Madalena Matambo Natividade
José João Leiria-Ralha
Duarte Amado
Maria Nunes
Filipa Ramalho Rickens
Clara Ribeiro
Maria Lourdes Alves Gouveia
Cátia Mendes
Alice Torres
Isabel Athayde E Mello
Cris Milagre
Elvina Maria Reis Rosa
John Burney
Luis Manuel Mesquita Dias
Pilates Pascal

23 de Novembro de 2017:
Menos um pendente com a CML:
Em declarações à agência Lusa, o vereador responsável pela Higiene Urbana disse que a Câmara Municipal vai “distribuir quatro mil compostores para compostagem doméstica, uma vez que o lixo orgânico é a maior fatia do lixo produzido pelas famílias”.
“Se recuperarmos esse lixo, nomeadamente para fazer adubos, conseguimos ganhos imediatos, pois é menos lixo que temos de pagar para tratar ou queimar”, apontou.
Duarte Cordeiro explicou que “estão identificadas todas as moradias com jardim” no concelho e que, para além do compostor, será dada formação aos munícipes.
O objetivo do município é que estes equipamentos possam ser distribuídos “no início de 2018”, dado que a Câmara se encontra em processo de “adquirir os compostores e lançar o concurso para a formação”.”
http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/lisboa-vai-distribuir-quatro-mil-compostores-a-municipes-com-jardim-em-2018

Atualização de Março de 2018:
Lisboa a Compostar é um programa destinado a munícipes que possuam quintal, logradouro ou jardim, inclui a oferta de um compostor a quem manifeste interesse em transformar os seus resíduos domésticos em fertilizante, formação em compostagem e apoio continuado dos serviços camarários. Arranca já em maio.

Inscreva-se já para receber o seu compostor ou esclareça as suas dúvidas, a Câmara Municipal de Lisboa tem quatro mil equipamentos para oferecer e pretende levar a cabo 160 ações de formação. 

O seu lixo é valioso para o seu jardim, Lisboa agradece e o ambiente precisa.

Lisboa a Compostar é um projeto de incentivo à compostagem doméstica promovido pela Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a Valorsul, no âmbito do Plano Municipal de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa e do Projeto Europeu FORCE –Cities Cooperating For Circular Economy, HORIZON 2020.”
http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/temos-um-compostor-para-si

 

“cada vez há mais gente com vontade de por as mãos na terra e as cidades têm esse grande potencial (…) estas soluções que estão a aparecer agora ainda de forma embrionária (…) o alargamento dos parque hortícolas. Existem centenas de pessoas que estão em lista de espera para novas hortas faço um apelo para que a CML planei mais hortas do que aquelas que estão a ser planeadas e que haja um projecto ao nível das freguesias e CML de recolha de lixo orgânico porque neste momento temos o lixo indiferenciado com toneladas de nutrientes de compostoque poderiam fertiziliar a terra” (…) “em Vila Nova de Famalicão existe já uma iniciativa cidadão de recolha porta a porta deste tipo de lixo” (…) “plantação nos jardins de espécies mais comestíveis” (…) “educação ambiental porque todas estas transformações não se fazem por decreto. Qual é a disponbilidade da Junta e da CML de implenmenar educação ambiental e que envolvam várias idades. Sendo interessante que as escolas e as creches pudessem ter alguma da producao alimenta feita também na própria escola” (…) “Curitiba tem ovelhas municipais que fazem a  manutenção dos seus espaços verdes”

Vizinho do Areeiro Gustavo Briz

“O programa das hortas tem sido um sucesso: há mais procura que oferta. Aqui perto há no Vale da Montanha mais um parque hortícula. Este sábado foram entregues uma série de talhóes em Carnide” (…) “um dos próximos parque no Vale da Montanha ja perto de Marvila (…) “os pomares têm a ver com saúde publica (…) comida que pensamos que é comestível e que não é boa para a saúde” (…) “é muito dificil fazer isso (ovelhas) e tinhamos um projecto que apresentámos à União Europeia (Quinta Pedagógica) mas que foi recusado porque não era inovador”

Vereador José Sá Fernandes

“temos previsto em 2019 introduzir na cidade de Lisboa o processo de recolha porta-a-porta em 6700 fogos que já identificámos” (…) “em zonas que têm espaço em termos de contentorização e depois ir alargando” (…) “no âmbito de um programa comunitário vamos distribuir 4 mil compostores em áreas de moradias ou condomínios que tenham áreas capazes de receber esse tipo de equipamento e reduzir dessa forma a quantidade de lixos” (…) vamos ter uma reunião com as Juntas sobre a implementação deste projecto – com formação – e criar um projecto de compostagem comunitária , com um piloto nos Olivais, mas mas se o presidente da freguesia do Areeiro quiser podemos alargar ao Areeiro este projecto.”

Vice-Presidente Duarte Cordeiro

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Protesto sobre as intervenções no arvoredo realizadas no Logradouro Autoparque Madrid e na Rua Brás Pacheco [Fechado]

As intervenções no arvoredo realizadas no Logradouro Autoparque Madrid e na Rua Brás Pacheco em Fevereiro não padeceram da radicalidade de outras podas (Av de Paris e Guerra Junqueiro, ou, mais recentemente, INE) mas exibem vários excessos e erros que estas experiências passadas deveriam ter evitado…

Em particular registamos nas fotos em anexo o corte de troncos saudáveis com um diâmetro superior a 10 cm assim como a execução de “rolagens” uma prática em que se faz a amputação total de Ramos saudáveis e que deveria ter sido já completamente abandonada em Lisboa estando inclusivamente listada como “proibida” no artigo 10º do “Regulamento Municipal do Arvoredo” ponto g): “Efectuar rolagem de árvore, em quaisquer circunstâncias”.

Assim sendo os subscritores apresentam este protesto à Junta de Freguesia do Areeiro e à Câmara Municipal de Lisboa (entidades referenciadas nos cartazes que anunciavam a intervenção).

Subscrevem:
Rui Martins
Isabel Gameiro
Vitor Manuel Teixeira
Raquel Leite
Rosa Casimiro
Maria Cortez Caetano
Jorge Pedroso
Paula Amoroso
Luis Seguro
Pedro Vazão de Almeida
Duarte Amado
Ana Monteiro
Maria Lourdes Alves Gouveia
Filipa Ramalho Rickens
Tânia Rodrigues
Vasco Ribeiro
José Vieira Mesquita
Jorge Oliveira
Cátia Mendes
Mira de Lacerda
Cris Milagre
Maria Helena Caveiro
Isabel Primoroso
Luisa Galvão
Fernando Albuquerque
Manuela Viegas

Reclamação feita a 11.04.2017:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/04/11/notas-da-reuniao-dos-vizinhos-do-areeiro-com-o-vereador-sa-fernandes-espacos-verdes/

Protesto EMEL: multas sem marcação do estacionamento [Actualização]

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Vários moradores fizeram chegar ao colectivo “Vizinhos do Areeiro” a informação de que representantes da EMEL estariam a multar veículos estacionados em espinha na placa central da Avenida Óscar Monteiro Torres. Estes funcionários multaram veiculos em “local especialmente destinado para o efeito” com a base de que estes estariam estacionados “sem respeitar a forma indicada”. Contudo, não existem no local marcações de estacionamento no solo !
Assim sendo e porque tais multas não têm suporte nas condições de estacionamento que existem no local os subscritores requerem à Empresa Municipal e à vereação que a tutela que se abstenham de emitir novas multas e anulem todas aquelas recentemente aplicadas nesse local isto, pelo menos, enquanto não existem marcações no solo que clarifiquem a disposição correcta dos lugares de estacionamento. Sublinhamos que a responsabilidade pela manutenção destes locais é da EMEL (que apresenta na sua declaração de missão a expressão:”planeamento, gestão, exploração e manutenção do estacionamento público em Lisboa” e que esta falha por omissão não deve ser transformada numa fonte de rendimento da empresa municipal.”

Subscrevem:
Rui Martins
André Figueiredo
Clara Ribeiro
Alexandra Maia Mendonça
Filipa Vilela Matos
Cátia Mendes
Mira de Lacerda
José-António Rodrigues
Madalena Matambo Natividade
Anabela Nunes
Luis Seguro
Jacinto Manuel Apostolo
Duarte Amado
Maria João Morgado
Margarida Braz Pinto Coimbra
Marta Soares
Manuela Melo
Pedro Gomez
Teresa Raposo
Pedro Vazão de Almeida
Maria Lourdes Alves Gouveia
Rui M. Sousa
Teresa Sarmento
Isabel Tomas Rodrigo
Jaime Andrada-Vanderwilde Quitério
José João Leiria-Ralha
Cláudia Casquilho
Pedro Pinto
Susana Beirão
Miguel Peixoto
Patricia Santos
Isabel Athayde E Mello
John Burney
Ruy Redin
Manuel Horta
Isabel Primoroso
Fernando Mora de Oliveira
Ricardo Neves-Neves
Pedro Correia
Maria Inês

Actualização de 27.04.2017:
A 20 de Fevereiro de 2017 relatámos à Junta de Freguesia a existência de multas EMEL em locais sem marcação no solo na Avenida Óscar Monteiro Torres. Pedimos que a JFA pressionasse a EMEL a pintar e a parar de multar enquanto não pintasse as marcações
Resposta da Junta de Freguesia: “Informamos que desde esteja estacionada em zona de estacionamento a EMEL com ou sem pintura não multa”
Em Assembleia de Freguesia replicámos que “não confirmamos de forma alguma essa resposta da EMEL” e que temos vários testemunhos de multas EMEL nessa situação. Sugerimos reforço do pedido de pintura. O Presidente da Junta sugeriu para a cada caso deste tipo de multas se faça uma reclamação formal na EMEL”

Iniciativa “Papel (Quase) Zero”

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Os subscritores deste pedido à Junta de Freguesia do Areeiro propõe que esta adopte uma iniciativa “Papel (Quase) Zero” estabelecendo uma meta para a utilização total de papel reciclado e uma data para uma desmaterialização quase completa de todos os processos administrativos. Desta forma a Junta seguiria as melhores práticas ambientais pela via da reciclagem pela via paralela da redução de consumos e seria um exemplo nacional no campo da protecção e defesa do Ambiente.
Os subscritores propõem uma meta de redução de pelo menos 20% do valor gasto por ano à semelhança do que foi aprovado recentemente para a Administração Pública sendo que estes níveis de redução só podem ser alcançados através da desmaterialização de processos internos e externos, incluindo a comunicação com outras entidades públicas, com os cidadãos e as empresas.
Por forma não prejudir a qualidade ou eficiência do serviço prestado aos cidadãos info-excluídos sugerimos que sejam estabelecidas parcerias com associações que se desloquem a casa desses cidadãos para acompanharem os mesmos na sua ligação com os serviços da autarquia e que existem sempre, nos balcões das instalações da JFA computadores públicos com funcionários qualificados que possam assistir os cidadãos que careçam desse apoio.
Todos estes processos devem, também contemplar sempre uma forma de recurso em papel para os cidadãos que, manifestamente, não tenham condições para usar os sistemas virtualizados.

Subscrevem
Rui Martins
Fernando Seabra
Anabela Nunes
Mira de Lacerda
Vitor Manuel Teixeira
Teresa Raposo
Vasco Ribeiro
Cátia Mendes
Luis Seguro
Jorge Oliveira
Clara Melo
John Burney

 

Bancos no Areeiro: Reparar e Não Substituir! (Pedido à Junta de Freguesia) [Resolvido]

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Tendo em conta que a Junta de Freguesia do Areeiro tem agendada para a Primavera (?) a “substituição/requalificação” de muitos bancos já sinalizados na freguesia como estando danificados (p.ex. na Avenida João XXI e Roma) os subscritores desta mensagem apelam à autarquia que se preservem os bancos já existentes e que não se proceda à sua substituição massiva por um novo modelo.
Por princípio a opção de reparação deve prevalecer sempre sobre a substituição por novo mobiliário urbano por forma a que não se repitam os erros que levaram à destruição dos candeeiros de marmorite da Cavan (década de 1940/50) e sua substituição candeeiros de ferro que hoje exibem diversos graus de corrosão na Avenida de Roma.
Substituir implicaria criar uma cacofonia de modelos já que actualmente existe uma coerência deste tipo de mobiliário urbano entre a Avenida de Roma, Praça de Londres, Guerra Junqueiro, Marconi, Manuel da Maia, João XXI (p.ex.)

Subscrevem:
Rui Martins
Fernando Seabra
Mira de Lacerda
José Vieira Mesquita
Jorge Pedroso
Maria Palma
Vasco Ribeiro
Teresa Sarmento
Elisabete Carvalho
Teresa Raposo
Filipa Ramalho Rickens
Manuela Melo
Nitucha Jacques
Rosa Branca Graça
Ana Paula Cadete
Cris Milagre
Bárbara Fachada
John Burney
Rodrigo Querido Miguel Lena

Actualização de 14.02.2017:
Numa ocorrência recentemente encerrada pela Junta podemos ler: “O banco sinalizado já se encontra no nosso mapa de execução para requalificação. Todos os bancos serão alvo de requalificação até ao final do primeiro semestre de 2017, só em caso de impossibilidade de serem requalificados serão substituídos por modelo semelhante”
Depreende-se assim que o pedido dos subscritores desta mensagem foi atendido. Obrigado.

Proposta de distribuição de milho esterilizante por cidadãos e pela CML no Areeiro [Actualizada]

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Os subscritores sugerem à Câmara Municipal de Lisboa que realize na freguesia do Areeiro algumas acções de distribuição de milho esterilizante à população de pombos existente neste perímetro tendo em conta que não são conhecidas intervenções deste tipo e que a população desta espécie de aves tem registado um incremento sensível nos últimos anos.
Os moradores disponilizam-se também para participarem nestas acções, se tal for entendido como útil.

(Enviada à CML)

Subscrevem:
Rui Martins
Rui Daniel
Mira de Lacerda
Maria Teresa Inglês Agostinho
Cátia Mendes
Teresa Raposo
Ana Monteiro
Margarida Braz Pinto Coimbra
Isabel Tomas Rodrigo
Alex Rg
Fernanda Cunha
Elisabete Carvalho
Rui M. Sousa
João P Martins
Maria João Morgado
Dina Correia
Isabel Casquilho
Filipa Ramalho Rickens
Jorge Oliveira
Anabela Nunes
João J Martins
Susana Monteiro
Rodrigo Querido Miguel Lena
Dulce Marques Ferreira
Ana Paula Leitão
John Burney
Sofia Gaspar
Antonieta Sousa
Blackie Alanis
Isabel Primoroso
Marta Campos
Nuno Domingos
Lucilia Guimaraes
Sofia Alves
Rahyara De Sousa
Ana Fidalgo Miguel
Teresa Silva
Ana Maria Mendes
Ligia Silva
Maria Luz Cano Pinto dos Santos

Actualização:
Resposta (lacónica…) da CML: “Encarrega-me o Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Duarte Cordeiro, de acusar recepção da missiva de V. Exa, assim como do seu encaminhamento para a Direcção Municipal de Higiene Urbana deste município”

Actualização de Dezembro 2017:
Segundo a CML fez recentemente distribuição deste tipo de milho na freguesia.

[O Corvo] “Grupo de cidadãos pede à Câmara de Lisboa para acabar com as marquises”

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(Fotografia de André Figueiredo: cuja sugestão, aliás, deu origem a esta subscrição pública dos “Vizinhos do Areeiro”)

“O problema é antigo e atinge uma dimensão difícil de quantificar. Em Lisboa, como no resto do país, existe um número não contabilizado de apartamentos cujas varadas foram, à margem dos regulamentos urbanísticos, convertidas em marquises. O impacto estético de tal solução, adoptada por muitas famílias durante décadas, está à altura da sua generalização.

O grupo cívico Vizinhos do Areeiro vem agora propor à Câmara Municipal de Lisboa (CML) a escolha da freguesia como território para a aplicação de um projecto-piloto visando alterar este cenário. O mesmo, a ser aceite, passaria pela aplicação de um plano de sensibilização dos senhorios, mas também de financiamento da desmontagem das estruturas ilegais.

 

A proposta do colectivo de residentes passa por estabelecer uma ponte de diálogo com os donos das casas, encontrando uma alternativa à punição legal por violação do projecto de arquitectura original – que, de qualquer forma, não é aplicada tanto pela Câmara de Lisboa, como pelas outras edilidades.

O primeiro passo, de acordo com a proposta, seria o “levantamento de todas as marquises e varandas fechadas que colidam com o projecto autorizado”. Fase a que se seguiria o contacto com os proprietários das marquises, alertando-os para a questão, ao mesmo tempo que se lhes indicam alternativas para os seus problemas de isolamento térmico e sonoro. O terceiro passo seria “criar, com os proprietários, um plano de remoção de marquises”.

É a partir desse ponto que, advoga o movimento, a autarquia da capital poderia ter um papel determinante. O mesmo seria assumido, defendem, não pela aplicação de uma política punitiva – com a aplicação das coimas previstas -, mas “através da criação de mecanismos de remoção voluntária de marquises para os residentes que comprovem não terem condições económicas para financiarem essa remoção”.

Nesses casos, a CML poderia “disponibilizar, a custos de aquisição, soluções de isolamento térmico e sonoro de janelas” adquiridas em grande quantidades (com economia de escala) pela câmara e revendidas, a preço de custo, a estes munícipes. O que, em simultâneo, permitiria “realizar, sem custos, a desmontagem destas instalações”.

Por último, o grupo Vizinhos do Areeiro defende ainda que, “em casos extremos, de manifesta insuficiência económica”, a Câmara Municipal de Lisboa deveria “financiar na íntegra essa remoção e a instalação de um isolamento térmico e sonoro nas janelas que ficam expostas com a remoção dessa marquise”.

“A situação actual é de caos, de Norte a Sul do país, fazendo com que muitas áreas das nossas cidades, Lisboa incluída, se assemelhem a cidades do terceiro mundo”, diz ao Corvo Rui Martins, um dos fundadores do movimento Vizinhos do Areeiro, lamentando que um número muito grande de fachadas de prédios “esteja estragado, resultado da inércia de fiscalização por parte das autarquias, durante décadas”.

Algo que o membro deste colectivo atribui a uma “falta de vontade política, tal como acontece com a persistência dos cabos nas fachadas dos edifícios”, outro problema perene nas cidades portuguesas, com particular incidência em Lisboa. “Se no caso dos cabos, as câmaras não querem enfrentar os operadores de comunicações, no caso das marquises, têm medo da impopularidade de uma acção de fiscalização e punição”, diz.

Confrontado por O Corvo com o facto de, mais do que as questões térmicas e acústicas, ter sido a falta de espaço no seu apartamento a levar a esmagadora maioria das famílias a cobrirem as suas varandas, Rui Martins admite o facto. “É verdade, é um problema real. Mas um T1 não se transforma num T2, porque se fechou a varanda. Continua a ser um T1, mas com uma marquise”, afirma.”

Texto: Samuel Alemão

http://ocorvo.pt/2017/02/10/grupo-de-cidadaos-pede-a-camara-de-lisboa-para-acabar-com-as-marquises/

Pedido (à Junta de Freguesia do Areeiro) de negociação de descontos nas avenças Empark no Areeiro [Resolvido]

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Segundo notícias recentes, a Junta de freguesia de Santo António conseguiu que os seus residentes passassem a poder usar os parques Empark entre as 18 e as 9 horas, aos dias úteis, e durante 24 horas, aos fins de semana, por uma quantia mensal entre os 22,95 ( semestrais e anuais) e os 24,30 euros (trimestrais). Esta redução resultou de um protocolo entre a Junta e a Empark e tem como objectivo dar uma resposta ao problema do estacionamento nesta freguesia.

Tendo em conta que os parques Empark que servem o Areeiro cobram por uma avença nocturna um valor consideravelmente mais alto sugerimos que a Junta de Freguesia do Areeiro encete um processo negocial semelhante que possa contribuir para a resolução do grave problema de estacionamento na nossa freguesia onde se estima haver – pelo menos – de 4 dísticos por cada lugar de estacionamento:

Propostas correlacionadas já feitas nos Vizinhos do Areeiro:
1. Pedido de recuperação de estacionamentos no Bairro do Arco do Cego
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/…/pedido-de-recupe…/
2. Proposta à CML de revisão dos contratos com a Empark
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/…/proposta-a-cml-d…/
3. Libertação de estacionamentos junto a sede da CGD
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/…/libertacao-de-es…/

Subscrevem:
Rui Martins
Carmosinda Veloso
Luz Cano
Luis Seguro
Maria Cortez Caetano
Mira de Lacerda
Julio Malaquias
Filipa Ramalho Rickens
António Luís Lopes
Teresa Raposo
José Bação Leal
Pedro Gomez
Nitucha Jacques
Erika Bayan
Carlos Costa Ramalho
Cristina Leitao
Jacinto Manuel Apostolo
Patricia Araújo
Cátia Mendes
Vasco Ribeiro
Madalena Matambo Natividade
Manuela Melo
Jorge Oliveira
Maria Teresa Inglês Agostinho
Isabel Tomas Rodrigo
Rosa Branca Graça
Rui Carvalho
Rodrigo Querido Miguel Lena
Margarida Soares
Teresa Silva
Pedro André
Gonçalo Francisco
Isabel Primoroso
Pedro Costa Pinto
Clara Melo
Pedro Reis
Rogério Martins
Elsa Santos Alípio
Marta Campos

 

Actualização de 27.04.2017:

Em começos deste anos questionámos a Junta de Freguesia sobre um negociação de preços especiais com os parques da Empark.
A Junta respondeu que “Informamos que já existem preços reduzidos para residentes dos parques de estacionamento da Empark e da EMEL, nomeadamente parque Alves Redol, Praça de Londres, Fernando Pessa”

Praça Pasteur: sebe cortada pela Junta de Freguesia do Areeiro [Resolvido]

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(fotografia de Filipe Ramos)

Após alguma insistência da nossa parte e as boas diligências por parte dos serviços da autarquia eis que a sebe que resguardava os bancos da vista exterior e que permitia situações de consumo desregrado de álcool, gerando ruído, lixo e insegurança foi resolvida com a reposição da sebe na sua condição original.