Pedido de revisão ao funcionamento dos semáforos da Avenida do Aeroporto, Avenida Afonso Costa, Avenida Almirante de Reis e Avenida João XXI [Em Resolução]

17499436_10155373633744050_3871535732458572256_n

Após a conclusão das obras da Rotunda do Areeiro, alterando a configuração da mesma, o trânsito em todas as ruas confluentes piorou drasticamente, com engarrafamentos constantes devido à permanência dos semáforos da Rotunda, que bloqueiam todos os cruzamentos, por não permitirem tempo suficiente de circulação dos veículos que avançam nos semáforos anteriores.
Assim sendo pedimos que sejam suprimidos estes semáforos em causa (3 na Rotunda) e se proceda à reorganização do funcionamento dos semáforos da Avenida do Aeroporto, Avenida Afonso Costa, Avenida Almirante de Reis e Avenida João XXI, de modo a que o trânsito de cada uma circule a Rotunda, à vez e intercalados.

Sugerimos também a reprogramação dos semáforos do Campo Pequeno: Com as obras no Saldanha, o tampão existente no Saldanha passou para o Campo Pequeno.

(enviada à CML)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Teresa Raposo
Jorge Santos Silva
Inês Sá Nogueira Cabral
Pedro Silva
Nuno Dinis Cortiços
Luisa Pico Costa
Gabriel Osório de Barros
Pedro Gomez
Leonilde Ferreira Viegas
Rui Martins
Ana Mónica
Filipe Ruivo
Isabel Casquilho
Zé Pedro Leitão
Olinda Vieira
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Cereja
Pedro Stichini Vilela
Maria Georgina Carreira Reis
Luis Seguro
Susana Beirão
Marta Campos
Carla Sofia Duarte
Jorge Pedroso
Sílvia Baptista
Né Parada Ramos
Magda Cardoso de Matos
Teresa Alves
Rodrigo Vilhena da Cunha
José Pedro S. Carvalho
Maria Helena Sacadura Simoes
Carlos Sequeira
Maria Godinho
Sérgio Mendonça
Antonieta Sousa
Isabel Lacerda Machado
Andreia Enes Godinho
Isabel Primoroso
Manuela Paixão
Inês Gomes Beirão
Pedro Mendes Pinto
Teresa Silva
Luis Gomes
Pedro Correia
Elvina Maria Reis Rosa
Ines Viegas
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Joana Duarte
Rogério Martins
Ana Santana Mendes
Ana Fernandes
Ana M Paes Vasconcellos
Maria Susana Beirão

 

Actualização de 03.05.2017:
À questão dos Vizinhos do Areeiro sobre “Agravamento das condições de trânsito em algumas freguesias do Areeiro”
O Vereador Manuel Salgado esclareceu em 3 de Maio de 2017 que:
“Importa esclarecer que os tempos de semaforização nos eixos referidos na vossa exposição foram ajustados de acordo com o projeto de requalificação do eixo central, cuja obra se encontra a decorrer na zona de Entrecampos. Após a conclusão da intervenção e o correspondente período de monitorização, poderão ser realizados eventuais reajustamentos dos tempos de semaforização atuais.”

Já somos três grupos de “Vizinhos” em Lisboa: Areeiro, Alvalade e Penha de França !

A partir do modelo de cidadania local, não-partidária e sem assumir a forma de “movimento autárquico de cidadãos” são já três os grupos de cidadãos que num modelo de Democracia Participativa de proximidade e informal estão (muito) activos em Lisboa.
Em breve, mais se seguirão…
Todos seguem o modelo das “subscrições públicas” na sua vertente propositiva às autarquias (Juntas de Freguesia e Câmara Municipal de Lisboa) e, na sua vertente reactiva, utilizando os meios disponíveis em cada autarquia (Assembleias de Freguesia, Assembleias Municipais, Petições, contactos com o Executivo, contactos com vereadores, gabinetes e departamentos da CML, Polícia Municipal, Sapadores Bombeiros, Na Minha Rua, EMEL, etc)

Vizinhos do Areeiro:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/

Vizinhos de Alvalade:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.de.Alvalade/

Vizinhos da Penha de França:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.da.Penha.de.Franca/

16712025_10155239517829050_8236103060437560276_n17103490_10155298140859050_6565600668324428206_n17155919_10155318963509050_834408722158814514_n

Participação colectiva dos Vizinhos do Areeiro à Consulta Pública da “Implementação das Zonas de Estacionamento e Paragem de Duração Limitada na Freguesia do Areeiro” [Parcialmente Resolvido]

Screen Shot 03-28-17 at 02.11 PM

Implementação das Zonas de Estacionamento e Paragem de Duração Limitada na Freguesia do Areeiro em Consulta Pública:
Participação colectiva dos Vizinhos do Areeiro:

“No Geral:
A1. O mecanismo das Consultas Públicas carece de maior explicação no que concerne à sua eficácia, à forma como são incorporadas as sugestões dos cidadãos (se são e quais são) e, sobretudo, quanto à natureza e processo no site http://www.cm-lisboa.pt/participar/lisboa-em-debate
A2. a EMEL deve produzir e publicar – actualizando numa base diária – as infrações de estacionamento num mapa (sem identificar os veículos autuados) e fazer esse mapa evoluir ao longo do tempo mantendo um registo histórico que permita observar e reagir a alterações súbitas e pontuais
A3. os dados já reunidos através da aplicação towit.io devem ser considerados como uma fonte para a actuação da EMEL
A4. Deveria existir uma descrição, em texto, breve e clara, de todas as alterações introduzidas – em relação à situação actual – por forma a induzir maior transparência das mesmas junto dos cidadãos.
A5. Qual é o fundamento técnico para a necessidade de subdividir o estacionamento na freguesia em 8 (!) zonas? (actualmente são 5)
A6. Tendo em conta que o Dístico de Residente só pode ser emitido para duas zonas e que estamos em presença de uma proposta para a multiplicação das mesmas, entendemos que esse número (2) deve ser aumentado na mesma proporção por forma a repor a mesma situação (passando, por exemplo, de uma zona contígua para duas zonas, por dístico de residente). A atualização dos dísticos não devem implicar custos extra e acrescidos para os moradores, a não ser no valor da 2° zona adjacente atribuída.
A7. Qual foi a participação da Junta de Freguesia no desenho destas zonas de estacionamento?
A8. Como será processada a transferência de zonas (1 ou 2) onde estão hoje os dísticos para as novas zonas (8)? Se as duas zonas deixarem de ser adjacentes isso vai levar a prejuízo por parte dos moradores, logo a regra da confinância deve terminar. Cada detentor de dístico vai receber uma carta da EMEL onde escolhe a sua confinante? (deverá ser assim, porque algumas irão mudar, a prevalecer a divisão em 8 zonas)

Na Especialidade:
B1. Observamos um número excessivo de zonas: 8. Em particular discordamos da divisão entre 04 G, H E: o Bairro dos Actores (04H) sendo esta última uma das zonas com maior saturação de estacionamento e esta divisão não vai contribuir para a resolução deste problema dos moradores (sendo indiferente ao pico do mesmo: estacionamento nocturno por não moradores)
B2. As zonas são demasiado pequenas para as necessidades de estacionamento dos moradores: recorde-se que a maioria do edificado é da década de 1940 e 1950 sem garagem e que existem aqui algumas das vias comerciais de estacionamento mais saturadas de Lisboa (Guerra Junqueiro, Praça de Londres, João XXI e Avenida de Roma). Observamos, contudo, que a redução das deslocações intrabairro em automóvel de algumas centenas de metros ou poucos quilómetros pode ter uma consequente redução do trânsito e que esta redução pode levar a uma melhor percepção do número de lugares que faltam para residentes em cada uma das zonas (já que os dísticos serão a única forma de saber quantos carros há) — o que aumentará a pressão para criar alternativas e aferir da sua necessidade.
B3. A zona da Praça de Londres junto à Igreja São João de Deus é uma zona de grande carência de estacionamento: deveria ser uma Zona Vermelha. E deveria ser estabelecido um protocolo com a Empark no sentido de reduzir o custo do estacionamento a frequentadores do completo (igreja e casas mortuárias)
B4. Existem vários lugares de estacionamento mal desenhados em toda a freguesia do Areeiro com a consequente perda de lugares de estacionamento viárias (p.ex. em torno do Jardim Fernando Pessa e perto da Praça Afrânio Peixoto). Esta “implementação” não parece resolver este problema.
B5. Em Arroios há exemplos de zonas que não correspondem exactamente ao perímetro da freguesia. No caso das zonas propostas para o Bairro do Arco do Cego (04F) e dos Actores (04H) estas zonas poderiam incorporar ruas nas freguesias adjacentes.
B6. Sugerimos que sejam consideradas Zonas de Acesso Automóvel Condicionado alguns logradouros do Areeiro (Pç Pasteur, Paris, Luís de Camões, nomeadamente) por forma a funcionarem como zonas de estacionamento reservado a moradores da freguesia.
B7. Uma das desvantagens desta alteração reside no pesadelo logístico da alteração de zonas de *todos* os residentes que já têm dístico e cuja emissão se tinha tornado semiautomática com o envio de referência multibanco para casa — é a oportunidade ideal, porém, para aumentar a duração dos dísticos para três anos, conforme proposto anteriormente na petição http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=EMELvalidadedistico que baixou em meados de março à 8ª Comissão da AML (“Comissão Permanente de Mobilidade e Segurança”).
B8. Transformação das zonas verdes em amarelas e das amarelas em zona vermelha
B9. Alteração da TARIFA AMARELA para VERMELHA em todo o Bairro Arco do Cego, uma vez que se trata de um Bairro residencial com poucos ou mesmos nenhum serviço. Caso contrário continuará a ser uma zona de estacionamento escapatória às zonas vermelhas que estão nos seus limites (estacionamento junto à igreja, casas mortuárias).
B10. Implementação de zonas de tomada e largada de crianças nas zonas envolventes à Escola Filipa de Lencastre

Subscrevem:
Rui Martins
Rui Santos
Inês Sá Nogueira Cabral
Susana Beirão
Luisa Pico Costa
Cláudia Casquilho
Margarida Soares
Magda Cardoso de Matos
Elsa Santos Alípio
Isabel Athayde E Mello
Conceição Gomes da Silva
Duarte Amado
Maria Julieta Mendes Martins
Isabel Casquilho
Leonilde Ferreira Viegas
Catarina Rodrigues
Teresa Raposo
Maria Teresa Inglês Agostinho
Mónica Janelas
Cátia Mendes
Anabela Nunes
Cristina Milagre
Fernando Mora de Oliveira
António Franco
Susana Sousa

Actualização de 27.04.2017
A 28 março 2017 questionámos a Junta de Freguesia sobre a duplicação das zonas EMEL no Areeiro e se esta iria prejudicar os moradores:
Resposta do Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro: “Na minha opinião não irá prejudicar os residentes dado que ficam com outra zona adjacente, e esta subdivisão irá terminar com os estacionamentos de moradores que não vivem naquela zona restrita. Fizemos saber junto da EMEL que esta entidade deveria reforçar as zonas exclusivas para moradores”
Em Assembleia de Freguesia de 27.04.2017 reiterámos que se há duplicação na mesma área e a menos que a freguesia duplique de tamanho leva a uma redução efectiva para metade do espaço de estacionamento, logo de lugares possíveis e que uma zona alternativa já havia (não é, portanto, nenhuma novidade, tendo os Vizinhos sugerido duas zonas para compensar esta redução).
O Presidente Fernando Braancamp respondeu que a resposta da Junta a redução de estacionamentos seria o reforço das zonas exclusivas a moradores (nos logradouros) e que esta redução iria no sentido de favorecer o interesse dos moradores, procurando garantir que os moradores consigam estacionar o mais perto possível das suas casas. O logradouro do Fernando Pessa vai, por exemplo, entrar neste tipo de zona reservada.

Actualização de 03.05.2017

À questão dos Vizinhos do Areeiro sobre “Participação coletiva dos Vizinhos do Areeiro à Consulta Pública da “Implementação das Zonas de Estacionamento e Paragem de Duração Limitada na Freguesia do Areeiro””
O Vereador Manuel Salgado esclareceu em 3 de Maio de 2017 que:
“Tratando-se de uma participação apresentada no âmbito da discussão pública relativa à implementação das Zonas de Estacionamento e Paragem de Duração Limitada na Freguesia do Areeiro, a mesma merecerá resposta em sede de decisão daquele procedimento, por parte da Câmara Municipal de Lisboa.
Sem prejuízo da resposta que seja dada, no âmbito da referida discussão pública, às várias questões concretas suscitadas, informa-se que a implementação de zonas de tomada e largada de passageiros, junto às escolas do Bairro do Arco do Cego, está assegurada, respondendo, assim, ao solicitado pelo Movimento Cívico dos Vizinhos do Areeiro. “

Propostas enviadas à Deputada Helena Roseta sobre a Nova Lei do Arrendamento Urbano

Screen Shot 03-25-17 at 01.02 PM

A deputada Helena Roseta, colocou online um pedido de contributos à Alteração do novo regime do arrendamento urbano (NRAU) que está, agora, em debate no Parlamento. A deputada integra a Comissão de Habitação e coordena o Grupo de Trabalho – Habitação, Reabilitação Urbana e Políticas de Cidades.

Proposta de resposta ao desafio de Helena Roseta:

As seis principais questões em aberto na especialidade são as seguintes:

P: Deve ou não prorrogar-se o prazo de transição para o NRAU dos contratos antigos, habitacionais ou não habitacionais (artigos 35º, 36º, 51º e 54º do NRAU), que terminará a partir de dezembro de 2017?
R: Deve prorrogar-se o prazo de transição para o NRAU dos contratos antigos, habitacionais ou não habitacionais sendo que nestes devem existir cláusulas que façam diferenciação positiva em lojas que se mantenham na mesma actividade e no mesmo local há mais de 50 anos

P: Deve ou não reduzir-se o limite máximo de actualização das rendas antigas durante o prazo de transição (artigo 35º do NRAU), passando de 6,7% ao ano do VPT (Valor Patrimonial Tributário) para 4%?
R: O limite máximo de actualização das rendas antigas durante o prazo de transição deve ser reduzido

P: Deve ou não extinguir-se o balcão nacional de arrendamento criado em 2012 (artigos 15.ºA a 15.ºS do NRAU)?
R: Não se deve extinguir o balcão nacional de arrendamento como forma de agilização de despejo de inquilinos em situação de incumprimento

P: Deve ou não alterar-se a legislação do subsidio de renda (DL 156/2015, de 10 de agosto), prevendo uma compensação para os senhorios, em condições idênticas às previstas para os inquilinos, caso se prorrogue o prazo de transição dos contratos antigos para o NRAU?
R: Deve ser alterada a legislação do subsidio de renda, prevendo uma compensação para os senhorios, em condições em tudo semelhantes às já previstas para os inquilinos

P: Deve ou não ser alterado o regime de obras em prédios arrendados (DL 157/2006, na redacção actual), dando maiores garantias de estabilidade habitacional aos inquilinos?
R: Deve ser alterado o regime de obras em prédios arrendados, dando maiores garantias de estabilidade habitacional aos inquilinos

P: Deve ou não ser alterado o Código Civil em matéria de resolução de contratos e de denúncia justificada no sentido de uma maior protecção do arrendatário (artigos 1083.º, 1084.º, 1094.º e 1103.º do Código Civil)?
R: Deve ser alterado o Código Civil em matéria de resolução de contratos e de maior protecção do arrendatário.

Cinco outras sugestões:
1) Urgente: Que sejam reduzidas as taxas de IRS aplicadas aos senhorios em arrendamentos de longa duração (28% do rendimento)
2) Que se estabeleçam quotas para que os proprietários não coloquem todas as casas que têm no mercado para turistas
3) Após despejo de uma família que seja criado um período de carência em que é obrigatório arrendar para habitação permanente (nunca inferior a um ano)
4) Acabar com a confusão – para efeitos de PDM – entre Alojamento Local e Habitação que limita as autarquias na regulação do Alojamento Local
5) Os proprietários de Alojamentos Locais devem pagar um adicional para os condomínios onde se inserem as suas propriedades

Subscrevem:
Rui Martins
Ana Paula Araújo
Cátia Mendes
Inês Sá Nogueira Cabral
Mira de Lacerda
Victor Serra
João Ferreira
Isabel Tomás Rodrigo
João Miranda
Luís Pereira dos Reis
Maria Anabela Melo Egídio
Rodrigo Querido Miguel Lena

Horário de atendimento da Junta de Freguesia (sugestão) [Actualização]

Screen Shot 03-22-17 at 12.49 PM

Tendo que o horário de atendimento da Junta de Freguesia é das 10:00 às 18:00 e que muitos fregueses saem dos seus postos de trabalho depois das 18:00 os subscritores desta mensagem requerem à Junta de Freguesia do Areeiro que disponibilize, pelo menos, um posto de atendimento aberto ao sábado até às 14:00.
Por forma a não aumentar os custos da freguesia propomos que o Executivo estude formas de compensação ao pessoal que passem, p.ex, pela troca de um dia inteiro de folga durante a semana por esta prestação na manhã de sábado.

Subscrevem:
Rui Martins
Mira de Lacerda
Sandra Estima
José Vieira Mesquita
Isabel Tomas Rodrigo
Irene Vieira
Maria Palma
Antonio Coelho
Nuno Domingos
Ana Teresa Mota
Teresa Raposo
Carla Camara
Gabriel Osório de Barros
Mariana Tavares
Cristina Leitao
Isabel Casquilho
Andreia Graça
Filipa Ramalho Rickens
Lucia Carvalho
Elisabete Carvalho
Anabela Nunes
Teresa Maria Braga Abecasis
Cátia Mendes
Sofia Pinheiro
Manuela Melo
Cláudia Casquilho
Luis Seguro
Leonilde Ferreira Viegas
Ana Monteiro
Celestina Costa
Luz Cano
Jorge Santos Silva
José Oliveira E Sá
Nuno Alemãn Serrano Ramalho
Rodrigo Querido Miguel Lena
João Henrique Santos
Rosa Branca Graça
Ana M Paes Vasconcellos
Resposta da JFA de 31.03.2017:
“Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que está a ser analisada a sugestão.”
Actualização de 27.04.2017
A 22 de Março de 2017 pedimos uma alteração do horário (abertura ao sábado de manhã) de atendimento da Junta.
Resposta da autarquia:” Informamos que vai ser feita uma fase experimental a partir do mês de maio. Abrirá às 9 horas da manhã para atendimentos publico. Após esta fase iremos analisar outra hipótese”

AML: “Recomendação 10/133 (PEV) – Pela melhoria da mobilidade na Rua Xavier Cordeiro” [Aprovada]

Screen Shot 03-18-17 at 08.22 PM

“Recomendação 10/133 (PEV) – Pela melhoria da mobilidade na Rua Xavier Cordeiro
21-02-2017

Agendada: 133ª reunião, 21 de Fevereiro de 2017
Debatida e votada: 21 de Fevereiro de 2017
Resultado da Votação: Aprovada por Maioria com a seguinte votação: Favor: PS/ PCP/ BE/ CDS-PP/ PEV/ MPT/ PAN/ PNPN – Contra: PSD – Abstenção: 6 IND
Passou a Deliberação: 55/AML/2017
Publicação em BM: 1º Suplemento ao BM nº 1204

Recomendação
Pela melhoria da mobilidade na Rua Xavier Cordeiro
O projecto inicial do Bairro Social do Arco do Cego data de 1919, tendo sido encomendado pelo Ministério do Trabalho, ainda na I República, e iniciando-se a fase do projecto pela mão de arquitectos como Adães Bermudes, Frederico Caetano de Carvalho e Edmundo Tavares. Estando no início vocacionado para bairro operário, a partir de 1927 a sua construção passa para a gestão da Câmara Municipal, tendo sido transformado num bairro habitacional para a pequena burguesia de serviços e principalmente para funcionários camarários.
Este Bairro, delimitado da restante malha urbana pelas Ruas do Arco do Cego e D. Filipa de Vilhena a Oeste, Rua Xavier Cordeiro a Sul, Rua Brás Pacheco a Este e Rua Brito Aranha a Norte, cuja edificação ficaria concluída no ano de 1935, constituí uma arquitectura civil eclética, assumindo grande importância pela diversidade das propostas arquitectónicas e pelas várias tipologias de habitação que possui e que ainda hoje se mantêm, com uma edificação contínua de blocos quadrangulares de 2 e 3 pisos, assim como bandas geminadas de habitações unifamiliares de 2 pisos.
No âmbito do projecto ‘Pavimentar Lisboa 2015-2020’, entre Agosto de 2015 e Outubro de 2016, foram efectuadas obras de repavimentação das faixas de rodagem e passeios e de melhoria da acessibilidade pedonal através do nivelamento de passagens para peões, no Bairro Arco do Cego.
Estas obras de requalificação do Bairro do Arco do Cego vieram, e bem, implementar uma ‘zona partilhada’ entre peões e automóveis com limite de 20 km/h, de acordo com o espírito de uma zona residencial que este bairro representa.
No entanto, o Grupo Municipal do PEV pôde verificar no local, juntamente com os residentes, que, após a intervenção, não apenas a Rua Xavier Cordeiro ficou excluída da aplicação desta filosofia, tendo ficado com uma circulação substancialmente mais rápida, como algumas das sinalizações verticais e horizontais em outras vias do Bairro se apresentam contraditórias entre si.
Antes das obras realizadas o troço inicial desta via era de sentido único, o que permitia limitar bastante o número de automóveis que ali circulavam. Depois das obras, a Rua Xavier Cordeiro passou a ser a única do bairro que possui dois sentidos em toda a sua extensão, constituindo assim uma ‘via rápida’ de atravessamento alternativo às Avenidas do México e António José de Almeida, principalmente nas horas de ponta, pois não possui semáforos e nela não confluem outras vias de tráfego intenso.
Esta alteração tem causado bastante incómodo e preocupação aos residentes, quer ao nível de ruído e da poluição que gera, além de todo o perigo que representa, pois nenhum dos veículos que ali circula cumpre com o limite de 20 km/h, chegando muitos a atingir velocidades próximas dos 50 km/h, situação que é claramente incompatível com uma zona residencial e de estabelecimentos de ensino.
Considerando que a Rua Xavier Cordeiro constitui, à semelhança das restantes ruas que caracterizam o Bairro do Arco do Cego, uma zona residencial, possuindo vários equipamentos escolares na sua envolvente, nomeadamente a EB1 São João de Deus, um Jardim de Infância, um Colégio ou a Escola Secundária Dona Filipa de Lencastre, para onde diariamente se deslocam milhares de alunos, entre outros equipamentos.
Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”, recomendar à Câmara Municipal de Lisboa que:
1 – Pondere reordenar os acessos e limitar os sentidos da Rua Xavier Cordeiro, à semelhança do que já existe nas restantes vias do bairro, permitindo assim, e uma vez que se trata de uma rua que possui maior largura, utilizar o espaço disponível para alargamento dos passeios, aumentando a segurança da mobilidade pedonal.
2 – Em complemento, sejam introduzidas medidas eficazes de acalmia de tráfego, como bandas sonoras ou outras, que permitam aos condutores aperceber-se da necessidade de limitar a velocidade de circulação no local, designadamente, na zona envolvente das escolas.
3 – Sejam revistas e melhoradas as sinalizações vertical e horizontal com o limite de velocidade e a natureza da zona, nas vias de entrada do bairro, indicando tratar-se de uma zona partilhada.
Mais delibera ainda:
– Enviar a presente deliberação à Associação ‘Vizinhos do Areeiro’.
Assembleia Municipal de Lisboa, 21 de Fevereiro de 2017
O Grupo Municipal de “Os Verdes”

Cláudia Madeira J. L. Sobreda Antunes”

 

Correcção (já pedida à AML): Os “Vizinhos do Areeiro” são um movimento informal não uma associação formal.

Agravamento das condições de fluidez do trânsito em algumas avenidas que servem a freguesia do Areeiro (Enviado à CML)

17191033_10155312316534050_180017384794750614_n
(fotografia de Jorge Oliveira)

Desde há algumas semanas que os moradores da freguesia do Areeiro registam um sensivel agravamento das condições de fluidez do trânsito em algumas avenidas que servem a freguesia:
– Avenida Álvaro Pais: percursos de 500 metros estão a demorar mais de 40 minutos (até ao cruzamento da Avenida António Serpa com a Avenida da República)
– As temporizações dos semáforos no final da António Serpa e do Campo Pequeno parecem ter sido alteradas (para pior)
– A fluidez do trânsito piorou no cruzamento da António Serpa com a Avenida da República
– A circulação nas faixas laterais da Avenida da República piorou consideravelmente
– O túnel da João XXI no sentido Olaias-Campo Pequeno está agora obstruído das 15:00 às 18:00 devido à falta de escoamento no cruzamento da Avenida da República
– A Avenida dos EUA no sentido Avenida Aeroporto-Entrecampos está constantemente congestionada (desde a Avenida do Aeroporto) às 19:30 quando o normal seria estar assim no sentido oposto (mais um eco das alterações na Avenida da República)

Subscrevem:
Rui Martins
Fatima Lammar
Fernanda Cunha
Teresa Maria Braga Abecasis
Luisa Pico Costa
Miguel Peixoto
Clara Ribeiro
Cláudia Casquilho
Mira de Lacerda
Inês Santos
Cristina Azambuja
Dreia Bonito
Isabel Casquilho
Mariana Tavares
Alexandra Pádua-Gonçalves
Elsa Venâncio G Gomes
Filipe Ruivo
Ana Mónica
Maria João Morgado
Hugo Fiuza
Gabriel Osório de Barros
José Vieira Mesquita
Teresa Raposo
Filipa Ramalho Rickens
Carla Sofia Duarte
Filipe Palha
Celestina Costa
Maria Cortez Caetano
Elsa Felizardo
Maria Georgina Carreira Reis
Isabel Tomas Rodrigo
Bea Maia
Dina Correia
Pedro Pinto
Jorge Oliveira
Maria Nicolau de Almeida
Marta Campos
Isabel Athayde E Mello
Maria Godinho
Cris Milagre
Isabel Primoroso
John Burney
Filipa Macedo
Fátima Mayor
Elsa Santos Alípio
Sandra Henriques
Elvina Maria Reis Rosa
Nelson Guimarães
Nuno Filipe Coelho
Pedro Correia

 

Oferta de trabalho voluntário e sugestão para Logradouro da Luís de Camões [Indeferida e Reaberta] e Contra-proposta

Screen Shot 03-10-17 at 12.41 PM

Os subscritores propõem à Junta de Freguesia do Areeiro que permita que um grupo de voluntários da freguesia possa reflorestar o Logradouro da Escola Básica Luis de Camões ou que instale aqui a horta comunitária que antes propusemos para o Logradouro do Fernando Pessa.
Neste espaço verde poderia funcionar uma “food florest” com um pomar intercalando com alguns jogos e “desafios” na Natureza dedicados às crianças da escola perto.

Subscrevem:
Rui Martins
Belicha Geraldes
Clara Ribeiro
Isabel Simões
João J Martins
Jacinto Manuel Apostolo
Luis Seguro
Teresa Raposo
Anabela Nunes
Filipa Ramalho Rickens
Maria Georgina Carreira Reis
Cátia Mendes
Raquel Leite
Catarina Rebelo
Bea Maia
Luz Cano
Isabel Tomas Rodrigo
Pedro Pinto
Pedro Silva
Teresa Sarmento
José João Leiria-Ralha
Laura Villaverde
Filipe Palha
Clara Melo
John Burney
Elvina Maria Reis Rosa
Antonio Marta
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Maria Anabela Melo Egídio
João Amores Trindade
Alexandre Montenegro

Actualização de 21 de Março de 2017:
Resposta da Junta de Freguesia:
“Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que essa zona não possui agua pelo que não parece viável esse tipo de actividades”

Contra-proposta de 27 de Março de 2017:
Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que essa zona não possui agua pelo que não parece viável esse tipo de actividades”
Agradecendo a resposta, os moradores que a subscrevem estão disponíveis para colaborar reiterando a sua oferta:
1) o local poderia começar por ser uma “zona piloto” de âmbito limitado e fácil acessibilidade dentro do logradouro
2) os voluntários assumem a responsabilidade de regar – eles próprios – estas plantas (através do estabelecimento de uma escala de rotação)
3) através da escolha de espécies com baixos níveis de necessidade de água
2) tendo em conta que existe rede pública de abastecimento neste local sugerimos à autarquia que instale no local um ponto de acesso ou bica pública (p.ex. no pequeno espaço de lazer, com bancos que existe neste logradouro) sendo que a opção não inviabliza as anteriores.”

 

Actualização de 27.07.2017:

A 10 de Março de 2017 fizemos uma oferta de plantação de árvores no Logradouro da Luis de Camões.
Resposta da autarquia: “Informamos que nos foi solicitado era autorização para plantar arvores e não o fornecimento das mesmas”. Em Assembleia de Freguesia reiterei a oferta de trabalho e aceitei a oferta de árvores para plantarmos (com a devida autorização da JFA). Esta árvore entrará no projecto #AdopteUmaÁrvore no #Areeiro

Propostas à Junta de Freguesia para aumento da Segurança no Jardim Fernando Pessa [Actualização]

screen-shot-03-06-17-at-01-00-pm

Nas últimas semanas têm-se multiplicado os casos de vandalismo, ruído e perturbação à ordem pública no Jardim Fernando Pessa: copos de cerveja, embalagens de plástico, garrafas de vidro no chão e relvado, destruição do tapete verde, derrube de candeeiros de iluminação (!), jogos muito depois da hora de fecho do parque, consumo de haxixe em público, ruído, álcool e embriaguez pública, assim como tags e destruição, pelo fogo, de papeleiras e vandalismos sobre estátuas (roubo de peças do conjunto estatuário do escultor Melicio).
Assim sendo, os subscritores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro para que:
1) Apele a que o agente da Polícia Municipal adstrito à segurança do Forum Lisboa passe a fazer, também, rondas no Fernando Pessa (no qual se situa o Forum)
2) Se instale sistemas de câmaras de vigilância nos locais onde estes incidentes são mais comuns
3) Pressione a PSP no sentido em que esta passe a fazer policiamento a pé, neste jardim (que está longe da visão dos carros patrulha), durante a noite

Subscrevem:
Rui Martins
Elisabete Carvalho
Marta Fonseca
Maria João Morgado
Mira de Lacerda
Mónica Janelas
Isabel Tomas Rodrigo
Jorge Pedroso
Clara Ribeiro
Joao Miranda
Luisa Pico Costa
Cátia Mendes
Cristina Leal
Jacinto Manuel Apostolo
Carlos Costa Ramalho
Fernanda Maria Gouveia
Teresa Raposo
Filipa Ramalho Rickens
Vasco Ribeiro
Jorge Oliveira
Erika Bayan
Maria Cortez Caetano
Luis Seguro
Maria Palma
Teresa Sarmento
Manuela Melo
António Costa
Olinda Vieira
Maria Georgina Carreira Reis
Maria Almeida
Joao Ferreira Gomes da Silva
Cláudia Piconarte
Inês Santos
Inês Sá Nogueira Cabral
Sara Caetano Lopes Viegas
Margarida Moita Dos Santos
Isabel Primoroso
John Burney
João Silva
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Susana Santos
Anibal Santos
Elvina Maria Reis Rosa
Rodrigo Querido Miguel Lena

 

Actualização de 27.04.2017

A 6 de Março de 2017 pedimos um aumento de segurança e mais papeleiras (ou papeleiras maiores) junto à Assembleia Municipal de Lisboa (Jardim Fernando Pessa): lixo, copos e garrafas e espaços verdes degradados são aqui uma constante
Resposta da Junta: “Informamos que já foi solicitado aos serviços de higiene urbana o reforço do despejo da papeleiras, as situações ocorrem porque muitas das vezes são colocadas nas mesmas objetos de alguma dimensão e que enchem de imediato as mesmas.”
Em Assembleia de Freguesia reiterámos o pedido por mais (ou maiores) papeleiras respondendo a Junta que está a reforçar a sua limpeza inclusivamente na manhã de sábado por forma a garantir uma maior capacidade das papeleiras para o fim-de-semana.