Recuperação da Quinta das Ameias (Areeiro) e sua transformação num jardim público (Proposta à CML) [Resolvido]

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Tendo em conta a riqueza histórica do espaço, o seu abandono desde meados da década de 1970 e a sua transformação e espaço de abarracamento ilegal, casa de banho pública e depósito de lixos, propomos que:
1. Todo o espaço da Quinta das Ameias (Avenida Afonso Costa) seja adquirido pelo município (ou recuperado e devolvido à cidade dado o seu estado de abandono):
2. As ruínas dos edifícios devem ser reconstruídas tornando o espaço num ninho de associações locais, pequenas empresas (startups), com espaços de restauração e comercio
3. O espaço anexo à quinta e propriedade da CML deve ser integrado nesta solução urbanística
4. Deve acontecer uma plantação massiva de novas árvores, mas aquelas que já lá existem (algumas quase centenárias) devem ser preservadas.
5. Deve ser construído um passeio em espiral, a partir da Avenida Afonso Costa e até ao topo do monte, rodeado de bancos, árvores e com um curso de água corrente reciclada alimentado por painéis solares.

Subscrevem
Rui Martins
Cátia Mendes
José Manuel Costa
Pedro Silva
Ana Monteiro
Luisa Pico Costa
Jorge Oliveira
Francisco Alexandre Ferreira
Paulo Santos Costa
Ana Teresa Mota
Mira de Lacerda
Ângela Pirralho
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Cortez Caetano
Isabel Tomas Rodrigo
Anibal Santos
Miguel Peixoto
Maria João Morgado
Maria Georgina Carreira Reis
Carlos Costa Ramalho
Maria Martins da Silva
Mariana Bettencourt
Nuno Domingos
Luis Seguro
João J Martins
Victor Ribeiro
Lucia Carvalho
Laura Villaverde
Qju Nunes
Mariana Tavares
Rosa Branca Graça
Dulce Marques Ferreira
Suzete Reis
Antonieta Sousa
Ana Rodrigues
Manuela Paixão
Margarida Amores Trindade
Sílvia Baptista
João Maria Camilo Alves
Filipa Leitão de Aguiar
Carlos Sequeira
Mariana Horta Salgueiro
Mena Lopes
Clarinda Sousa
Cristina Milagre
Fátima Mayor
Alexandra Barreto
Pedro Morgado
Anabela Lança
Joana Duarte
José Pedro S. Carvalho
Luisa Galvão
Susana Fernandes
Filipa Macedo
Helena Passaporte
Isabel Castelo Branco
António Silva
Isabel Primoroso
Fernando Mora de Oliveira
Maria J. Ferrão
Rogério Martins
Lita Fernandes
Jorge Basto

Actualização de Dezembro 2017:
O espaço terá sido vendido a um promotor imobiliário logo a proposta fica desactualizada.
(a confirmar)

Grafitti Artístico ou Jardim Vertical nas Escadinhas da Escola EB Luís de Camões

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Tendo em conta que as escadinhas que ligam a Escola EB Luis de Camões à Avenida de Madrid são alvo constante de taggers e grafiteiros (com as subsequentes limpezas pagas por todos nós) os subscritores vêm pedir à Câmara Municipal de Lisboa (Galeria de Arte Urbana | GAU) que patrocine neste local a instalação de arte urbana de qualidade com referências educativas ou ao bairro que possam ser apreciadas e respeitadas pelos frequentadores do local e que sirva de dissuasão a taggers.
Poderia tratar-se de um projecto realizado e executado, após concurso, pelos alunos da própria escola e devia implicar, também, um reforço da iluminação pública e, eventualmente, seguir um modelo de um Jardim Vertical com o mesmo grau de eficiência na resolução deste problema

Exemplo de Jardim Vertical:
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Subscrevem:
Rui Martins
Maria João Morgado
Mira de Lacerda
Dreia Bonito
Luis Seguro
Filipa Vilela Matos
Anabela Nunes
Mónica Janelas
Qju Nunes
Cecília Gonçalves Bastos
Maria Graça
Maria Martins da Silva
Antonieta Moëllon
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Saraiva
Mariana Bettencourt
José João Leiria-Ralha
Elvina Maria Reis Rosa
Virginia Pato
Jp Martins
Manuela Melo
Gabriel Osório de Barros
Filipe Guedes Ramos
Elisabete Carvalho
Catarina Syder Fontinha
Jorge Oliveira
Leonilde Ferreira Viegas
Jorge Martins
Teresa Raposo
Laura Villaverde
João J Martins
Teresa Sarmento
Rui Manuel Burguete
John Burney
Susana Maria
Helena Passaporte
Rita Dias Costa
Pedro Hebil

Alterações ao Arrendamento Urbano: relatório da deputada Helena Roseta com referência à participação dos Vizinhos do Areeiro

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Alterações ao Arrendamento Urbano:
relatório da deputada Helena Roseta com referência à participação dos Vizinhos do Areeiro:

http://www.helenaroseta.pt/participacao/leisemconstrucao/000136,000034/index.htm?t=debate-sobre-as-alteracoes-ao-nrau—relatorio-de-participacao

“Portugal em Directo” (Antena 1): Segmento de reportagem sobre o Abate dos Freixos no Areeiro

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Audio em
https://www.facebook.com/RuiMartinsLx/videos/10155451009779050/

Programa “Portugal em Directo” (Antena 1 19.04.2017 14:00):
Sobre os Vizinhos do Areeiro e o abate dos Freixos da Guerra Junqueiro e Praça de Londres

com referências ao Movimento de Comerciantes Av. Guerra Junqueiro, Praça de Londres & Av. de Roma, ao Fórum Cidadania Lx e à Plataforma em Defesa das Árvores (entidades que participaram nesta petição)
e uma referência à petição (que decorre):
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=regulamentoarvoredo

 

Caminho pedonal e recuperação dos bancos no “Jardim das Estátuas do Monumental” na Praça de Londres

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Os Subscritores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que reponha o tampo a estes bancos (removidos pela CML em 2009) e que criei um percurso pedonal entre estes (ver vídeo).
Trata-se de uma obra relativamente barata e rápida de executar e que melhoraria a qualidade do espaço público neste zona recentemente dinamizada pela inauguração de um quiosque e pela renovação do Parque Infantil.

Subscrevem:
Rui Martins
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Sara Caetano Lopes Viegas
Lavínia Maria Uva
Luís Pereira Dos Reis
Cristina Azambuja
Victor Ribeiro
Marta Campos
Carla Sofia Duarte
Maria Martins da Silva
Teresa Raposo
Manuela Melo
Luis Seguro
Maria João Morgado
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Susana Beirão
Elvina Maria Reis Rosa
Maria Julieta Mendes Martins
Filipa Ramalho Rickens
Jorge Santos Silva
Maria Georgina Carreira Reis
Paulo Santos Costa
Irene Vieira
Gabriel Osório de Barros
Isabel Lacerda Machado
Mariana Tavares
Nuno Dinis Cortiços
Belicha Geraldes
Maria Cereja
Pedro Gomez
Amélia Marcos
Inês Gomes Beirão
John Burney
Margarida Nunes
Maria Godinho
Mariana Horta Salgueiro
Cris Milagre
Filipa Macedo
Inês Atanásio Carvalho
Maria Manuela Novais Santos
Nelson Guimarães
Nuno Maldonado Tuna
Lucilia Guimaraes
Teresa Silva
Teresa Castro Correia
Isabel Primoroso
José Manuel Costa
Actualização de 07.11.2017:
A Junta de Freguesia em resposta ao comentário
“quando resolvem a questão dos blocos dos antigos bancos que a CML removeu (mal) em 2009?”
Respondeu que
“a Junta de Freguesia do Areeiro já solicitou à Câmara Municipal de Lisboa o envio de imagens deste espaço antes da intervenção com o objetivo de solucionar a questão dos blocos”

Resposta dos Vizinhos do Areeiro:
De facto, quando questionado sobre esta proposta o Presidente da Junta, respondeu em Assembleia de Freguesia, que não se recordava destes bancos.
No blog http://aselhadomar.blogspot.pt/2012/03/salvar-o-que-restou-do-monumental.html podem ver-se parte destes bancos
Por outro lado, no Google Street View, em Maio de 2009 (que ainda está acessível e que podem consultar vós próprios em https://www.google.pt/maps) podem ver-se também estes bancos, como comprovam as fotos:

 

Espero que isto tenha esclarecido esta dúvida.”

Pedido de “Sessão de Esclarecimento” sobre obras no Bairro do Arco do Cego [Resolvido]

 

“Os moradores da freguesia do Areeiro gostariam de requerer à Câmara Municipal de Lisboa (vereação e projectistas) e à Junta de Freguesia do Areeiro a realização de uma Sessão pública de esclarecimento sobre o andamento e natureza das obras que se têm desenrolado no Bairro do Arco do Cego nos últimos meses.
Os subscritores gostariam, igualmente, que estivessem também presentes nessa Sessão Pública, a direcção do Agrupamento de Escolas, a associação de pais, assim como representantes do RSB, da Protecção Civil, da PSP e Polícia Municipal”

Subscrevem
Rui Martins
Pedro Tito de Morais
Luisa Pico Costa
Elisabete Carvalho
Isabel Tomas Rodrigo
Patrícia Tavares Rocha
Cristina Azambuja
Mira de Lacerda
Susana Tavares de Pina
Miguel Peixoto
Catarina Gomes Teixeira
Manuela Correia
Leonilde Ferreira Viegas
Belicha Geraldes
Susana Beirão
Luis Seguro
Fernanda Cunha
José-António Rodrigues
Sofia Pinheiro
Laura Villaverde
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Alda Salcedas
Maria helena Caveiro
Inês Gomes Beirão
Rita Dias Costa
Ruy Redin
John Burney
Margarida Soares

“Corte de árvores na Praça de Londres e na Guerra Junqueiro adiado por seis meses ” [O Corvo]

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“A reunião entre o vereador da Estrutura Verde, José Sá Fernandes, e os activistas que vinham contestando o planeado corte de freixos na Praça de Londres e na Avenida Guerra Junqueiro, realizada na manhã desta terça-feira (11 de abril), resultou na suspensão do processo. De acordo com elementos que estiveram presentes no encontro, ficou assente que o abate das 16 árvores não avançará, por agora, mas poderá acontecer dentro de seis meses. Isto se a avaliação que for realizada nessa altura assim o indicar. “O processo foi adiado, suspenso, e será agora sujeito a uma reavaliação, com a certeza de que ocorrerá um acompanhamento semestral”, diz a O Corvo Rui Martins, dirigente do Movimento Vizinhos do Areeiro, que havia lançado uma petição contestado o corte, juntamente com a Associação de Comerciantes “Bairro em Movimento”, o Fórum Cidadania Lx e a Plataforma em Defesa das Árvores.

Agora, o activista, que reconhece a “existência de problemas em algumas árvores”, tem esperança na inversão da decisão de proceder ao corte, senão de todas elas, pelo menos de algumas. É que, nota, “nem todas as árvores estão em mau estado”, logo não se justificará a sua eliminação. Em outubro, será feita uma avaliação final, para se saber que medidas tomar. “Com isto, ganha-se tempo e, depois, veremos o que dizem os relatórios mais actuais, pois os últimos conhecidos são já de 2014”, afirma Rui Martins, fazendo notar, porém, que “diversos procedimentos legais” não terão sido cumpridos neste caso. Na reunião, ficou a saber-se que, além da Praça de Londres e da Avenida Guerra Junqueiro, “também a Avenida de Paris tem previstos cortes de árvores”. Um outro activista, presente na reunião com Sá Fernandes, salientou a O Corvo a inexistência de “fundamentação técnica precisa, para além de se dizer que as árvores estão doentes”. E fez notar que, com o adiamento, “atira-se a questão para depois das eleições autárquicas”.

O Corvo tentou confirmar a decisão da suspensão da operação com o assessor de comunicação do vereador, mas ainda não o conseguiu até ao momento.”

Texto: Samuel AlemãoScreen Shot 04-14-17 at 01.21 PM

Pedido de remarcação de estacionamento na Rua de Entrecampos [Resolvido]

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Enviada à Junta de Freguesia do Areeiro:

“Os moradores gostariam de requerer à Junta de Freguesia do Areeiro que efectue as suas melhores diligências por forma a requerer à CML que seja feita a remarcação do lugar permitindo o estacionamento na Rua de Entrecampos, junto à linha do comboio (como acontecia até há 2 anos atrás) e impedindo assim que condutores pouco civilizados estacionem no passeio.

Esta marcação no betuminoso impede o estacionamento no local e leva a que alguns entrem pelo passeio e estacionem ao longo da Rua de Entrecampos, junto aos números 16 e 18. A situação é particularmente aguda às sextas, sábados e domingos (todo o dia e noite), sobretudo quando há espectáculos na Praça de Touros. Já foram feitas várias queixas no portal “Na Minha Rua” mas nunca houve nem retorno nem solução. Daí este apelo dos moradores às melhores diligências da Junta de Freguesia neste sentido.

Recordamos que foi a intervenção da Junta de Freguesia que em Julho de 2016 nos casos idênticos na Av Marconi no Logradouro do Fernando Pessa permitiu a devolução de 8 lugares aos moradores após pedido dos “Vizinhos do Areeiro””

Subscrevem:
Rui Martins
Antonieta Moëllon
Ana Bravo
Pedro Caetano
Elisabete Carvalho
Luisa Pico Costa
José-António Rodrigues
Carlos Augusto
Maria João Morgado
Manuela Melo
Susana Tavares de Pina
Luz Cano
Luis Seguro
Pedro Pinto
Cris Milagre
Pedro Correia

“Cidadãos pedem dísticos da EMEL com validade de três anos para residentes” [O Corvo]

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“O Movimento Cívico Vizinhos do Areeiro, colectivo de moradores e profissionais daquela freguesia, formado em 2016, continua à espera de uma resposta à petição apresentada à Assembleia Municipal de Lisboa (AML), para que esta promova uma alteração ao regulamento sobre os dísticos de estacionamento para residentes. O colectivo pede o apoio da AML, para que esta sirva de intermediário e faça uso dos “seus melhores esforços”, levando a empresa municipal EMEL a emitir dísticos de estacionamento com validade até três anos, em oposição aos de apenas um ano, actualmente em vigor, pelo Regulamento Geral de Estacionamento e Paragem na Via Pública, de abril de 2014.

A 2 de março deste ano, o Vizinhos do Areeiro enviou uma petição nesse sentido à AML, apoiada por mais de 250 assinaturas – o mínimo legal para que a assembleia tenha de incluir esses pedidos na ordem de trabalhos da reunião seguinte. A 13 do mesmo mês, a presidente da AML, Helena Roseta, enviava uma carta a Rui Martins, presidente do colectivo, confirmando que a sua petição iria ser remitida à 8ª Comissão Permanente – Comissão de Mobilidade e Segurança, “para apreciação e elaboração de relatório”. Ainda assim, Roseta informava que, por se tratar de uma petição subscrita por mais de 250 cidadãos, a apreciação do devido relatório seria inscrita na ordem de trabalhos de uma sessão ordinária do órgão principal a que preside.

O limite de um ano dos dísticos de estacionamento emitidos pela EMEL para residentes está estabelecido no artigo 42º do mencionado Regulamento Geral, onde se lê que os mesmos “são válidos pelo período máximo de um ano, após a sua atribuição”. Recorde-se que a incumbência para alargar o prazo de validade dos dísticos não recai sobre a EMEL, mas sim directamente sobre o município.

Segundo Rui Martins, “o regulamento não tem a forma de lei, sendo, na prática, um conjunto de recomendações ou boas práticas”, o que poderia agilizar o processo. Contudo, admite, “seria mais eficaz e duradouro modificar o regulamento, que carece, aliás, de outras alterações, que decorrem, por exemplo, da multiplicação (para o dobro) das zonas de estacionamento dentro das freguesias”

Além da petição para alargar o prazo de validade dos dísticos de estacionamento, o movimento Vizinhos do Areeiro também solicitou à AML a deliberação sobre outras questões relacionadas com mobilidade e residência. A petição enviada à Assembleia também pedia uma redução do custo de emissão do cartão de residente (cujo actual preço é de 12€), além da possibilidade de poder solicitar “dísticos de residentes provisórios (superiores a trinta dias e inferiores a 12 meses)” e de poder transferir o dístico, sem quaisquer custos, de forma temporária ou definitiva, a outro veículo.

Isto implicaria uma maior flexibilidade para os residentes que não necessitem de estacionamento durante todo o ano, mas apenas em determinados períodos. Mas também para aqueles cujo veículo tenha de permanecer durante algum tempo na oficina e precisem de usar um outro veículo de aluguer, ou um emprestado pela própria oficina.

Por fim, os últimos pontos do relatório de pedidos enviado à AML expõem o desconforto que o próprio trabalho dos funcionários da EMEL causa aos moradores. Segundo o Vizinhos do Areeiro, os trabalhadores da EMEL deveriam ter de pagar as taxas de estacionamento, mesmo estando de serviço, uma vez que no artigo 8º do Regulamento Geral não está explícita a isenção do pagamento desta taxa por parte da empresa municipal.

Na verdade, o artigo 12º do regulamento isenta a EMEL do pagamento, quando diz: “Estão isentos de pagamento da tarifa de estacionamento: a) Os veículos em missão urgente de socorro ou de polícia, quando em serviço; b) Os veículos ao serviço da EMEL, devidamente identificados”. No entanto, Rui Martins, do movimento Vizinhos do Areeiro, considera que “a EMEL não está acima da lei (…), e não faz sentido que não cumpra as mesmas regras do resto dos cidadãos. Por exemplo, é inadmissível que os veículos da EMEL bloqueiem uma via de trânsito”.

Martins refere-se aos incómodos que os veículos da EMEL causam no trânsito quando, em serviço, estacionam em segunda fila para bloquear carros mal estacionados. “Vê-se muitas vezes, na (Avenida) Almirante Reis e na Avenida de Roma, carrinhas da EMEL a bloquearem carros parados em segunda fila, bloqueando uma das duas vias dessas avenidas quando, alguns metros mais adiante, havia um lugar de estacionamento que poderiam usar”.

Além do movimento Vizinhos de Areeiro, membros de colectivos de outras freguesias apoiaram a iniciativa, tendo assinado a petição a título pessoal. É o caso dos colectivos Vizinhos de Alvalade e Vizinhos da Penha de França, que não puderam apoiar a iniciativa em comum (já que ambos os grupos de vizinhos foram criados posteriormente ao envio da petição à AML), mas cujos membros já expressaram o apoio à iniciativa do Areeiro – e que, quase seguramente, continuarão a fazê-lo com outros colectivos no futuro, segundo confirma Rui Martins.

O Corvo questionou a EMEL, na semana passada, sobre a possibilidade de alargamento do prazo de validade dos dísticos de residentes, mas não obteve resposta.

Texto: Daniel Toledo”

Monumento a Afonso Costa: há planos para renovar? [Actualização]

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“O monumento a um dos vultos mais importantes da 1ª República continua neste estado de semi-abandono apesar de se enquadrar num dos espaços verdes mais bem cuidados da freguesia.

Há planos para renovar o monumento e ligar a instalação de água?”

(Questão colocada por morador e enviada à Junta de Freguesia)
Actualização de 27.04.2017:
A 12 abril 2017 questionámos a Junta de Freguesia do Areeiro sobre o monumento (em degradação) a Afonso Costa na Avenida de mesmo nome?
A 27 de Abril a autarquia respondeu da seguinte forma: “Foi solicitado a CML um pedido de delegação de competências para a recuperação deste monumento. Aguardamos que este pedido baixe à AML para aprovação”