Pedido para que o Pároco faça um Apelo aos frequentadores da Igreja São João de Deus

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Tendo em conta que em dias de missa matinal na Igreja de São João de Deus, se regista ocupação selvagem de passeios em torno da igreja e nas ruas adjacentes do Bairro do Arco do Cego enquanto, simultaneamente, o Parque subterrâneo se encontra quase vazio os subscritores vêem apelar ao pároco desta igreja que informe os seus utentes da fraca civilidade que esta sua atitude demonstra.

Obrigado

Subscrevem:
Rui Martins
Irene Vieira
José Vieira Mesquita
Ana Paula Araujo
Clara Ribeiro
Joao Miranda
Vitor Martins
João Banazol
Jorge Santos Silva
Maria Bárbara
Maria João Morgado
Maria Concepcion
Luís Pereira Dos Reis
Jorge Oliveira
Anabela Nunes
Ana Bravo
Teresa Sarmento
Teresa Raposo
Elsa Felizardo
Luis Seguro
Luz Cano Pinto Santos
Joana Barros Costa
Rui Pedro Barbosa
Pedro Pinto
Leonilde Ferreira Viegas
John Burney
Lezíria Couchinho
Margarida Soares
Vitor Lopes
Renato Calado Rosa
Sandra Jacob
Ilda Cruz
Guilherme Claro
Nuno Matela
Pedro Nóbrega da Costa
Rogério Martins
André Diogo
Pedro Ferreira Dos Santos
João Ribafeita
Jose Miguel Rocha

 

Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017 [Actualizada]

Sobre a recente intervenção da CML no Bairro do Arco do Cego há que deixar, pelo menos, quatro agradecimentos à CML e à JFA:
Foi removida uma parte da “floresta de pilaretes” (nomeadamente junto ao Filipa):
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/10/26/floresta-de-pilaretes-no-bairro-do-arco-do-cego/
Foram criadas as zonas de tomada e largadas de passageiros junto à escola que não existiam inicialmente
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/03/28/participacao-colectiva-dos-vizinhos-do-areeiro-a-consulta-publica-da-implementacao-das-zonas-de-estacionamento-e-paragem-de-duracao-limitada-na-freguesia-do-areeiro/
Feita uma reversão (parcial) dos sentidos de trânsito da Xavier Cordeiro após pedidos de vários moradores:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/01/25/peticao-rua-xavier-cordeiro-pedido-de-reuniao-aos-deputados-da-assembleia-municipal-de-lisboa/
e a falta de passadeiras e os pilaretes em curvas impossíveis foram, parcialmente, resolvidos:
Referi a existência da petição (ainda aberta a assinaturas mas já entregue na Assembleia Municipal) e que será também, em breve, enviada à Assembleia da República: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=FilipaParaTODOS e onde se diz que a “área geográfica diminuta que serve o Agrupamento dá origem a situações que, não sendo ilegais, contornam a lei, como a utilização de encarregados de educação falsos” e onde se propõe a “revisão do mapa que distribui os alunos pela escolas de Lisboa”. Tendo as escolas situadas mesmo no coração do Bairro mais de 2000 alunos e o conjunto dos ministérios e instituições públicas que rodeiam empregam milhares de funcionários (só a CGD já teve 4 mil). Esta situação, juntamente com uma área de cobertura desenhada a esquadro por forma a permitir matrículas por estes funcionários e a existência de muitas “moradas falsas” (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=MoradasFalsas) dá origem a uma concentração anormal de circulação automóvel e ao estacionamento de veículos junto às escolas. A regularização desta situação pode ocorrer através do redesenho da área que serve a escola alargando-a a mais moradores e reduzindo assim as possibilidade de os trabalhadores dos ministérios ali inscreverem as suas crianças (que recolhem e deixam de carro, todos os dias, transitando depois para fora do Bairro). Na Sessão não estavam representantes da CML que pudessem participar no processo de redesenho das zonas (estavam presentes apenas técnicos), mas a informação foi deixada à mesa.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
A 17 de Abril de 2016 os Vizinhos do Areeiro pediram à CML a realização de uma sessão de esclarecimento sobre as obras no Bairro do Arco do Cego com a presença do RSB e da Polícia Municipal.
Saudamos e louvamos a Junta de Freguesia por ter reforçado este pedido.
Agradecemos à CML por ter acedido a este pedido.
Não louvamos o terem feito esta sessão apenas no termo desta intervenção e não no seu começo.
Não louvamos a falta de divulgação da sessão (toda a divulgação que existiu foi feita pelo colectivo Vizinhos do Areeiro)
E, sobretudo, espantou-nos a ausência de qualquer eleito ou membro (vereador) do executivo da Câmara Municipal de Lisboa.
A data escolhida para a Sessão de Esclarecimento sobre as Obras do Bairro do Arco do Cego (19 junho) não foi a melhor: a data (começo das férias escolares) levou à ausência de vários moradores (que enviaram as suas questões aos Vizinhos do Areeiro), a antecipação de apenas uma semana dificultou a divulgação e nem a CML nem a Junta estiverem no seu melhor quanto à divulgação já que não distribuíram folhetos nem afixaram os ditos nos mupis da freguesia.
Uma moradora mencionou a existência no Bairro de inúmeros cabos de comunicações entre edifícios como se podem (infelizmente) observar em muitos países do 3º mundo. Questionada a mesa, várias vezes, sobre essa questão, foi tomada nota da observação para posterior tratamento por parte da CML.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Questionei os representantes da CML sobre as novas pinturas a vermelho no betuminoso da Rua Brito Aranha e se estariam no Código da Estrada. A resposta por parte dos representantes da autarquia (técnicos) foi de que seriam indicações de reforço às barras de estacionamento proibido (barras amarelas contínuas) e que seriam um “projecto piloto” desenvolvido a partir de experiências no estrangeiro indicando aos eventuais prevaricadores que estariam a estacionar os seus carros em zonas que impedem o acesso aos veículos dos bombeiros.
(existem, contudo, zonas com essas barras fora das curvas onde a explicação não se aplica)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Questionei os técnicos da autarquia sobre os vários sinais verticais sem nº no Bairro. A resposta foi de que sim, de que isso estaria a ser tratado e que, em breve, todos os sinais teriam as marcações que os legalizam (e que permitem multas com base nas suas indicações)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Questionei os técnicos da CML presentes na Sessão sobre os estacionamentos demasiados estreitos e insuficientes em quantidade em metade do Bairro e se haveria planos para os corrigir. A resposta foi de que não, que os espaços para estacionamento estão condicionados às dimensões reduzidas das ruas do Bairro e que, em alguns lugares esse espaço foi até alargado. O espaço parece agora mais reduzido, segundo os técnicos da autarquia, por uma questão de percepção criada pelas marcações exactas no solo do lugar de estacionamento que, antes de 2015, não existiam.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Questionei os representantes (técnicos) da CML sobre a recente redistribuição de floreiras que, inclusivamente, foi uma surpresa para alguns dos moradores que vivem nas ruas onde foram redistribuídas. A resposta foi que isso teria que ver com as marcações a vermelho (para os bombeiros) e com ajustamentos dos ângulos de curva. Quanto à replantação e rega foi prometida para em breve.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Uma moradora sugeriu a limitação (exclusividade) de acesso ao Bairro a moradores. Os representantes (técnicos) da CML consideraram que essa opção não se podia colocar tendo havido outros moradores que exprimiram posições no mesmo sentido.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Vários moradores agradeceram aos representantes da CML e da Junta a organização desta sessão e pediram que fosse aberta uma Consulta Pública sobre esta intervenção no Bairro.
(os técnicos presentes – CML – informaram não estarem em condições de garantirem tal continuidade)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Moradora: “o Bairro não está melhor (…) não se pode estar diariamente a introduzir mais mudanças o que cria grande confusão às pessoas”
(referindo-se às várias alterações de sentido que ocorreram: muito por sugestão de segurança e dos RSB outras (Xavier Cordeiro) por pedido dos moradores)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Moradora: “O agrupamento de escolas do Filipa de Lencastre tem 2100 alunos. 90% destes são externos, não moram no Bairro. Só isso pode explicar que o Bairro esteja intransitável não se conseguindo circular, aqui, às horas de ponta. Esta situação agravou-se com as Obras e pode também ter a ver com o afluxo de alunos que vieram do ensino privado. Muitos pais estacionam no Bairro, durante uma hora, enquanto esperam pelos filhos. A Zona 20 não funciona: ninguém a respeita”
(infelizmente não estava presente com competências – da CML – dessa área, mas a informação foi entregue aos técnicos presentes)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Moradora: “Quando as proibições são excessivas (bandas de cor amarela e vermelha, separadores verdes e múltipla sinalética) as pessoas não as respeitam”
Morador: “esta sinalética introduz um excesso de informação no Bairro que gera a confusão”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Moradora: “A vida das pessoas foi tornada num inferno com a vossa intervenção”
A isto contestaram os técnicos da CML que o Bairro está bastante melhor que antes, em 2015, nomeadamente no betuminoso e nos passeios.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “Antes desta intervenção existiam 396 sinais verticais. Hoje existem 183”
(Respondendo à minha observação de que haveria um excesso de sinalética vertical no Bairro)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
As floreiras deverão ficar (mas o assunto não está fechado) e foram todas colocadas ou a pedido dos moradores para garantirem melhor a iluminação das suas casas ou curvas mais amplas a veículos pesados (Arquitecto da CML)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Afirma o Arquitecto da CML presente na sessão: “vários moradores pediram lombas mas estas têm desvantagens como o aumento do ruído. Passado um mês, as pessoas pedem para as tirar por causa do seu barulho ensurdecedor. Lombas demasiado altas dão lugar a queixas em tribunal por danos nos veículos. No nosso entendimento as lombas não são adequadas para resolver o problema da velocidade de circulação no Bairro (para 20)”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “As bandas vermelhas são apenas um reforço para que não haja aqui estacionamento. Esses locais já têm bandas amarelas que impedem o estacionamento nestes locais. São, assim, meramente informativos e seguindo um modelo já testado com sucesso no estrangeiro”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “em vários locais no Bairro a largura do passeio pedonal foi aumentada” (…) “O baixo desnível dos passeios advém da implementação da Zona de Coexistência (a primeira em Portugal e uma das primeiras do mundo). A Lei permite – neste caso – espelhos com até 2 cm”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “Foram instalados novos 48 sumidoiros em todo o Bairro. Todos os tubos de queda dos pluviais foram desviados para os tubos de esgotos”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “No Bairro existiam em 2015 763 estacionamentos. Agora existem 693 sem incluir as floreiras”
(um morador contestou alegando que – comparando os projectos – a redução teria sido de 30%)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “Está em estudo a implementação de uma Zona Vermelha no Bairro e o pagamento do estacionamento até às 23:00 ou 24:00. Existem cerca de 300 moradores o que dá uma taxa de estacionamento acima da média da cidade de Lisboa o que significa que existe um grande afluxo de carros de não moradores ao bairro. No total, desde 2015, perderam-se 9.3% de lugares de estacionamento”
(um morador contestou alegando que – comparando os projectos – a redução teria sido de 30%)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “Vai haver em breve uma intervenção na Avenida do México com vista a aumentar, aqui, a quantidade de lugares de estacionamento”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “Os lugares de estacionamento que existiam no Bairro a menos de cinco metros das passadeiras foram suprimidos”
(alguns moradores contestaram invocando que ainda existiram alguns)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Arquitecto da CML: “Está prevista para breve a entrada no Bairro de carros de recolha de resíduos sólidos de menores dimensões como já acontece hoje em dia nos Bairros Históricos de Lisboa”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Morador: “Quanto já custo a intervenção da CML no Bairro do Arco do Cego e quanto vão custar, ainda, as intervenções que falta executar?”
Os técnicos da CML informaram não estarem em condições de poderem responder.
(um morador referiu que o valor afixado à entrada do Bairro era de 420 mil euros)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
Morador: “Estas obras vieram deixar entrar mais carros de forasteiros ao Bairro” (…) “Quem teve a ideia de fazer desaparecer os lancis cometeu um verdadeiro crime”
O arquitecto da CML respondeu que a redução dos lancis aveio da implementação do conceito de Zona de Coexistência e que o aumento de veículos não foi previsto mas que resulta da presença da Escola no interior do Bairro
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “A Rua Caetano Alberto tem agora mais trânsito e existem mais carros a entrar na escola. Nos cruzamentos temos agora lugares de estacionamento mesmo em cima do dito, o que dificulta a visibilidade e obriga a entrar no cruzamento para confirmar se há carros a passar”
(não registei resposta, mas dois outros moradores referiram a necessidade de repor o sinal de stop vertical que existia na Brás Pacheco e à saída do Parque da Empark (que foi referido estar de noite praticamente vazio o que vai de encontro a um pedido antigos dos Vizinhos quando ao abaixamento dos preços destes parques)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “Nunca vemos polícias no Bairro. Estes são necessários, especialmente na hora de ponta das entradas e saídas das escolas”
(a Polícia Municipal estava presente e registou este pedido)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “em dias de chuva como as ruas são planas a água acumula-se cria lagos e tapetes de água”
Segundo o arquitecto da CML isso (ruas planas) fazem parte do projecto do bairro pedonal e foram reforçados os sumidoiros precisamente para obstar a esse efeito. A CML, contudo, vai avaliar a situação.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “Não ouviram nem responderam aos e-mails. Há problemas com os lugares de estacionamento e com sinais de passadeiras mal colocados. Removeram 13 bancos nos jardins. A CML criou um problema na zona quando interviu na Visconde Valmor (deviam ter feito a via no passeio largo) porque isto levou a uma grande diminuição da fluidez do trânsito. Por outro lado, no Bairro, há uma grande falta de papeleiras. Por fim, em todo o Bairro há setas de direcção no solo pintadas e raspadas”
Resposta do Arquitecto da CML: “As setas de direcção no chão não faziam parte do projecto. Tendo sido, certamente, um erro de projecto. Em breve, serão marcados sinais de “20” no solo. As alterações de sentidos de direcção resultaram de reclamações de moradores (como a dos Vizinhos do Areeiro quanto à Xavier Cordeiro que foi, apenas, parcialmente atendida). É normal a CML reagir quando a obra se encontra em processo de monitorização. O modelo das barras vermelhas funcionou noutros países tendo sido testado em Portugal, em Piloto, neste Bairro. Os Bancos em falta não estão esquecidos e vão voltar (40 novos bancos) assim como 88 novas papeleiras sendo duas das quais de grande capacidade (120 litros) junto à escola. Por fim, as floreiras com flores mortas serão tratadas e a plantas substituídas e a manutenção cuidada. A situação das ruas do Arco do Cego e da Visconde Valbom está em revisão (informou a directora municipal de mobilidade). A diretora informou que sabem que há aqui um problema que foi confirmado na última semana de aulas e apenas o seu cessar veio fazer diminuir. O objetivo é resolver estes problemas antes do começo das aulas. O policiamento, por sua vez, também será reforçado logo que a sinalização estabilizar”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “Faltam indicações para onde se pode virar e de proibição de acesso a ruas pelos carros que acabam de deixar as crianças nas escolas. Faltam, também, espelhos nas curvas. Foram abatidas seis árvores: peço que sejam substituídas e floreiras mais pequenas”
Resposta do técnico da CML: “As novas árvores (substituindo as abatidas) serão plantadas em Outubro e Novembro – como deve ser – e a sinalética está em estudo podendo haver ajustamentos (nomeadamente na Gomes Leal).
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Moradora: “Que incongruências houve entre o projecto e a sua execução? Quem responde por elas e pelos pilaretes derrubados junto à Marconi que terão que ser substituídos?”
Resposta do técnico da CML: “O acesso via Marconi está em revisão (via Praça de Londres). Estas eventuais alterações visam facilitar o acesso e dissuadir a entrada de veículos pelo parque de estacionamento Empark. Quanto aos pilaretes. O conceito era de os aplica apenas junto às escolas mas acabou sendo alargado (não faziam parte do projecto)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Moradora junto ao Agrupamento de Escolas: “Vim morar para o Bairro porque ficaria perto de uma escola por ser uma zona calma para viver e junto a um jardim. Tudo isso acabou. Tenho xixi e cocós de cães mesmo em cima das minhas janelas e os donos de cães, quando lhes pergunto porque trazem, todos, para aqui os seus animais, respondem que o fazem porque o pequeno jardim frente à minha casa já é o mais degradado. Mesmo ao lado vejo passarem carros pela Xavier Cordeiro em alta velocidade (alguns em contra-mão): todos vão na direcção da escola”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “faltam os prometidos – e em projecto – lugares para motociclos”
Resposta do arquitecto que representava a CML: “Já foram criados todos os lugares para motociclos, mas, eventualmente podem aumentar se virmos necessidade”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “faltam traçados separando vias contrárias na Rua Brito Aranha assim como um sinal de Stop à saída do Parque da Empark para a Brás Pacheco”
Resposta do arquitecto da CML: “Vamos ver a situação do sinal de Stop e a possibilidade de marcação na Brito Aranha”
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “Na Bacelar e Silva faltam sistemas de redução de velocidade. Esta intervenção devia resolver problemas não criá-los (alguns moradores referiram que lhes bastaria uma substituição do betuminoso).
Em resposta a directora municipal da mobilidade admitiu que esta sessão existiu por falta de esclarecimento sobre as obras e que esta sessão visava suprir precisamente essa lacuna)
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “Houve várias reduções de lugares de estacionamento. Quem pediu as floreiras nas vivendas? Aproveito para aplaudir a chegada da Zona Vermelha ao Bairro” (alguns moradores discordaram)
Resposta do arquitecto da CML: “A inversão de alguns sentidos de rua ocorreu devido à localização dos quartéis de bombeiros que vão acorrer ao Bairro em caso de necessidade.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “na Avenida Magalhães Lima existem várias secções de calçada (artística e dos anos 1930) que estão em más condições apesar de já terem sido feitos já vários pedidos à CML (sendo artística a competência não é da Junta). A técnica responsável presente na sessão anotou o Pedido e vai dar continuidade ao mesmo.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Morador: “existe um excesso de pilaretes nas esquinas da Avenida Magalhães Lima que ocupam vários possíveis lugares de estacionamento”.
O técnico (arquitecto) da CML respondeu que essas instalações foram das primeiras e prendiam-se com o facto de ser uma zona muito frequentada por menores a caminho da escola.
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)
Moradora: “depois das obras os estacionamentos junto ao Filipa ficaram dramáticos havendo aqui uma grande falta de lugares”.
A resposta dos técnicos da CML foi reiterar a redução de menos de 10% dos lugares de estacionamento disponíveis no Bairro
(Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19.06.2017)
(Pedida pelos Vizinhos do Areeiro a 17 de Abril de 2016)

Actualização de 14.04.2018

Recolha hoje, no Bº do Arco do Cego de cabos de comunicações sem uso:
Em Junho de 2017, na Sessão de Esclarecimento com a CML (realizada a pedido dos Vizinhos do Areeiro – Página) a questão dos “cabos selvagens” no Bº do Arco do Cego foi colocada:
antes disso, na reunião descentralizada Alvalade-Areeiro de 2016 também já tínhamos levado esta questão ao vereador Manuel Salgado (que nos prometeu, por parte da CML; uma acção mais decidida)

Comentários dos “Vizinhos do Areeiro” à Resposta do Provedor de Justiça sobre o Agrupamento Filipa de Lencastre

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Os “Vizinhos do Areeiro” questionaram o Provedor de Justiça quanto à utilização de “moradas falsas” e da “utilização alargada da delegação de responsabilidades parentais” como forma de obtenção da matrícula no Agrupamento Filipa de Lencastre por parte de pais e crianças sem residência na freguesia e que, assim, ocupam lugares que, de outra forma seriam preenchidos por moradores.

Em resposta o Provedor enviou-nos o Ofício S-PdJ/2017/11695 IL/604/2017:

  1. O Provedor começa por dizer que é “sensível, e em especial nos últimos anos, a utilização alargada da delegação de responsabilidades parentais, enquanto encarregado de educação, como forma plausível de aproveitamento do critério assente na residência de quem exerça estas funções”: Desta forma reconhece a existência do problema ao contrário da direcção do Agrupamento que  a nega, e até acrescenta que “de há muito vem o Provedor de Justiça alertando o Ministério da Educação para a necessidade de um entendimento finalisticamente relevante do critério de residência, apenas o aplicando quando a criança efectivamente resida com o encarregado de educação”
  2. Questionámos igualmente o Provedor de Justiça quanto à recusa, aparente, da direcção da escola responder às questões sobre quantidades e contagens estatísticas que poderiam aferir a grandeza do fenómeno relativo às “moradas falsas” e que a Câmara Municipal tinha respondido da seguinte forma: “Quanto às restantes questões colocadas, informamos que, dada a natureza dos dados solicitados, a Câmara Municipal de Lisboa não está habilitada a responder, pela simples razão de não ter acesso a este tipo de dados, pois trata-se de informação confidencial, relativa à vida de alunos e famílias, cujo acesso é reservado e constitui matéria da exclusiva responsabilidade da direção do agrupamento de escolas. Informamos ainda, que numa deliberação recente (2016), a Comissão Nacional de Proteção de Dados veio condenar, veementemente a partilha/acesso generalizado a dados pessoais dos alunos e atribui às escolas um papel determinante na proteção ativa dos alunos e respeito pelos seus direitos fundamentais”. Ora, sobre a dita”confidencialidade” o Provedor nada diz, deixando assim clara a inexistência de “dados pessoais” nas contagens agregadas que este colectivo de cidadãos requereu ao Agrupamento de Escolas e não dando, assim, razão à interpretação da autarquia.
  3. Quanto ao prazo de resposta de 10 dias (Código do Procedimento Administrativo) o Provedor entende que “as questões colocadas exigirão um trabalho de averiguação e concretização, o que não é de execução vinculada”. O que compreendemos, mas não deixando de fora deste sentimento de compreensão,  o caso é que não temos comprovativo de recepção do nosso pedido  do Agrupamento  que daria início ao processo administrativo. É nosso entendimento (e de acordo com vários especialistas consultados) que a recepção de um pedido de informações dá início ao procedimento administrativo e que, consequentemente, é um acto que deveria levar a uma informação ao cidadão dessa mudança de estado.

Questões dos Vizinhos do Areeiro (Maio de 2017 e ainda sem – qualquer – resposta por parte do Agrupamento)
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/05/17/questoes-sobre-agrupamento-filipa-de-lencastre/

Petição “O FILIPA É DE TODOS: Os nossos filhos também têm direito a estudar no Filipa de Lencastre”
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=FilipaParaTODOS

Posteriormente e, na falta de resposta por parte do Agrupamento e de uma (simples) confirmação de recepção do nosso pedido, os Vizinhos do Areeiro deslocaram-se à Secretaria do Agrupamento e quiseram entregar em mão as nossas questões. A secretaria recusou aceitar. Questionámos o Provedor sobre esta recusa, tendo este respondido no  S-PdJ/2017/12333 IL/604/2017 que perante esta recusa poderíamos usar o “livro de reclamações obrigatoriamente existente no local de atendimento ao público ou apresentada queixa à Direcção do Agrupamento, por qualquer outra via, designadamente postal”. É uma resposta que nos concede razão (não refere a validade da recusa da recepção do requerimento, logo, assume-a como válida) e que nos recorda de formas alternativas, o que agradecemos e iremos cumprir.

 

Joana Taborda Amores
Ana Paula Araújo
Rui Martins

Estacionamentos e Parquímetros do Logradouro da Praça Pasteur [Parcialmente Resolvido]

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Ex. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,

A Comissão de Residentes da Praça Pasteur solicita, a V.ª Ex.ª, que interceda junto dos responsáveis da EMEL para os demover da instalação de parquímetros, para estacionamento indiferenciado, no Logradouro da Praça Pasteur.

O Logradouro é, há muito, reclamado para o uso exclusivo dos Residentes.

Desde o início foi-nos comunicado, pelos presentes em obra, que a intenção da EMEL seria executar um parqueamento, exclusivo, para Residentes portadores de dístico (zona 22). Perante tal desígnio, concordámos que esta seria uma solução menos gravosa. Porém, após tomarmos conhecimento das reais intenções – a instalação de parquímetros para acesso indiferenciado – estamos contra(!), e a ponderar ações que demonstrem a forma vil como fomos tratados.

Há cerca de um mês, foram encetados os trabalhos no Logradouro, que serve para estacionamento e fruição de espaço, com canteiros ajardinados e árvores de grande porte. Sobre a Obra -, da existência, da duração, da extensão ou do projecto – não fomos consultados, informados ou ouvidos, não obstante sermos os principais interessados.

A negociação, a celebração e a execução do Protocolo, que permitiu a intervenção da EMEL no Logradouro, foi realizado em absoluto secretismo, envolto em irregularidades e políticas que atentam contra os princípios básicos da qualidade de vida humana. Refira-se que solicitámos a divulgação do Protocolo à Junta de Freguesia do Areeiro, porém não lográmos qualquer informação, apenas silêncio.

Como cidadãos preocupados com o bem-estar, acreditamos que as entidades públicas envolvidas – ISS, IP, JFA e EMEL – e cuja finalidade é o serviço público se pautam pelos princípios consagrados, nomeadamente, no n.1 do artigo 4.º dos Estatutos da EMEL:

Artigo 4.º
(Regime de atividade)
1. A EMEL exerce a sua atividade de acordo com os princípios da universalidade e continuidade dos serviços prestados, da não discriminação, da transparência e da eficiência económica, tendo em vista a satisfação das necessidades de transporte e mobilidade dos cidadãos, a proteção dos utentes e a coesão económica e social local.

No decurso da Obra, fomos surpreendidos com medidas ilegais, irregulares e atentatórias à segurança, tais como, por exemplo, o abate de árvores e conversão de 300 m2 de espaços verdes em estacionamentos, a que nos manifestámos contrários, um traçado que não tem em conta a segurança da circulação e acessos dos edifícios à rua e, ainda, a criação de lugares de estacionamento sem a distância (1,5 metros) legal aos edifícios.

Impõe-se concluir que os promotores do Protocolo não estão de boa fé, uma vez que, com objectivos puramente economicistas, não consideram ponderar os interesses dos Residentes, e optaram pela instalação de parquímetros no Logradouro (território que teve por base a edificabilidade dos edifícios, agora estatizado como qualquer espaço público indiferenciado privado).

Tínhamos um problema efectivo: a invasão diária por centenas de automóveis que impediam e limitavam o estacionamento dos Residentes, no Logradouro. O que tenderá a persistir.

Não é esta a forma correcta, leal e preocupada de tratar estes contribuintes e eleitores, do Município a que preside.

Lembramos, V.ª Ex.ª, que, por outros anuiu:

1.° Em face da dificuldade de estacionamento, em diversas freguesias, foram sinalizados áreas exclusivas para Residentes. Não seria de prosseguir essa política no Logradouro da Praça Pasteur?;

2.° A EMEL assumiu, na Freguesia, várias intervenções em logradouros exclusivos a Residentes. É legítimo questionar por que somos discriminados: seremos diferentes?;

3.° A política em defesa dos munícipes, tão veiculada pela actual gestão autárquica, não faz, aqui, jus à intervenção em curso. Comercializam o estacionamento exclusivo dos Residentes e permitem o seu uso por todos;

4.° Estamos indignados com este desfecho, e, pior, com os resultados, que servem apenas, de forma mercantilista, para cobrar a invasão do Logradouro por outros.

Solicitamos a V.ª Ex.ª, por tudo o que referimos, a atenção imediata e a intervenção veemente junto da EMEL para que abandone a intenção de colocar parquímetros no Logradouro da Praça Pasteur, cumprindo, assim, as finalidades das instituições públicas: servir o interesse público, neste caso, dos Residentes
Subscrevem os moradores da Praça Pasteur e os Vizinhos do Areeiro:

Rui Martins
Paula Borges
Vitor Martins
Rui Coimbra
Cristina Azambuja
Mira de Lacerda
Maria J. Ferrão
Filipa Ramalho Rickens
Carla Sofia Duarte
Luisa Castro Correia
Luisa Pico Costa
Pedro Pinto
Susana Gomes
Anabela Nunes
Fernando Eduardo Sá
Ana Bravo
Jorge Azevedo Correia
Maria Cortez Caetano
Rosário Puga
Elvina Maria Reis Rosa
Diogo Martins de Carvalho
Joao Rodrigues
Teresa Sarmento
Luis Seguro
Cristina Leitao
José Filipe Toga Soares
Clara Ribeiro
Nathalie Chatelain Antunes-Ferreira
Fatima Aparicio
Cláudia Casquilho
José Manuel
Thaisa Boleta
Patrícia Matos Palma
Carla Caló
Teresa Raposo
Leonilde Ferreira Viegas
Jorge Oliveira
Raquel Leite
Lita Fernandes
Maria João Morgado
Pedro Gomez
Maria Concepcion
Luis Gomes
Isabel Tomas Rodrigo
Nuno Dinis Cortiços
Rui Pedro Barbosa
Ana Costa
Jorge Martins
Rafael Rodrigues
Isabel Simas
Rosa Branca Graça
Manuela Paixão
Fernando Mora de Oliveira
Isabel Athayde E Mello
Sara Martins Correia
Suzete Reis
Carolina Torres
Ines Pintado Maury
Ana Sofia Leocádio
Maria Nicolau de Almeida
Estevao Vidasinha
Nuno Matela
Isabel Cluny
Maria Teresa Rodrigues
José Pedro S. Carvalho
Fernando De Sousa Ferreira
Teresa Castro Correia
Rogério Martins
João Ribafeita
Rita Dias Costa
Nuno Dinis Cortiços
Patrícia Matos Palma
Carla Sofia Duarte
Sara Silva
Sónia Marina
Marco Vilas-Boas
Ines Rodrigues
Sandra Correia
Francisco Afonso Ferro
Sissi Cunha Trindade
António Trigo Mesquita
Ana Rita Sousa
Goncalo Jorge
Sandra Carvalho
Rita Pessoa
Alexandre Coelho
Sandra Amorim
Susana Cerqueira
Juliana Oliveira
Carla Capitão Roma
Maria Céu
Jordana Sales
Jorge Santinho
António Luís Cravo Roxo
Sílvia Borges
Maggie Menezes Leitão
Ana Cabral
Jose Marques Fernandes
Carla Saiago Pereira
Vera Peixoto
Patrícia Alves
Carla Pinto
Rita Coimbra
Paulo J P Loureiro
Francisco Rodrigues
Clarisse Castanheiro
Vasco Costa Santos
Margarida Ventura
Mariana Ventura
Rute Santos
Helena Mota
Ana Madalena Quintino Mauritano
Ana Paula Ferreira
Ana Duarte Redinha
Susy Bastos
Rita Costa
Anabela Simões
Isabel Cesar
Luisa Vaz de Carvalho
Pedro Quartin
Rosa Rato
Beatriz Bentinho
Carlota Joaquina
Jacqueline Nogueira
Carla Gouveia-Caridade
Paula Cris Marques
Luis Feitor
Pedro Galvão
Jorge Gariso
Maria Clara Gonçalves
Ana Miguens
Susana Moreira
Gabriela Paim
Sílvia Martins
Marta Raio
João Sereno
Joao Henriques
Susana Oliveira
Ana Alpalhão
Pedro Nunes
Iola Sofia Pita Correia
Duarte Santos
Érica Yeranosyan Parracho
Filipe Estrada
Paula Alexandra Varandas
Dinis Ermida
Helena Margarida Martins Pedro
Joao Especial
Maria Da Luz Matos
João Sousa
Laura Catarina Duarte
Sofia Tavares
Natercia Dutra
Liliana Oliveira
Katia Graf
Margarida Cunha
Sandra Colaço
Elsa Anastacio
Paulo Gouveia
Cristina Pacheco Amador
José António Pires
Carla Cardoso
Debora Oliveira
Gabriela Candeias de Matos
Sara Gonçalves
Ana Leite Pereira
Francisco Ventura
Débora Carmo
Neuza Campos
Carolina Martins
Carla Caravela
Mafalda Antas de Campos
Isabel Athayde E Mello
Luisa Pico Costa
Teresa Rodrigues
Maria Teresa Rodrigues
Luis Miguel Ferreira
António Daniel Batista
Eduardo Santos Baptista
Catarina Batista
Paulo Sousa
Filipa Reis
Ana Bravo
Sara Baptista
Rui Madeiras
André Serrano
Thaisa Boleta
Afonso Rodrigues
Pedro Boleta
Maria Nicolau de Almeida
Rita Dias Costa
Luis Gomes
Rui Anunciação
Ana Margarida Lopes Vieira
Valentim Batista
Rodrigo Godinho
Ricardo Sousa
Eugénia Torres
Ana Miguens
Ana Cruz
Gabriel de Magalhães
Nuno Alfaro
Célia Duarte Galvão
Alexandra Marina Mendes
Ana Queiroz
Graciano Venâncio Morais
João M Burnay
Isabel Rego de Oliveira
Afonso Rodrigues
Pedro Miguel Piteira
Paula Couto
Rita Barata
Alexandra Ai Quintas
Pedro Ventura
Carina Oliveira
Alexandra Dias
Sónia Batista
Cláudia Gonçalves
Silvia Silva

Sofia Paraiso

Comissão de Moradores da Praça Pasteur e Movimento de Cidadãos Vizinhos do Areeiro

Resposta da EMEL de 21.09.2017:
“Em resposta à exposição que V. Exa. nos enviou e lamentando desde já o sucedido, vimos informar que a EMEL teve em atenção as solicitações do Movimento de Cidadãos Vizinhos do Areeiro, tendo corrigido o projecto evitando o estacionamento junto dos edifícios”

Questões enviadas por e-mail à Câmara Municipal de Lisboa e à Junta de Freguesia do Areeiro para a Sessão de Esclarecimento sobre as Obras no Bairro do Arco do Cego de 19 de Junho de 2017

Rui Martins:
Alguns pontos e notas prévios:
a)
A 17 de Abril de 2016 pedimos esta Sessão com a presença:
” Os subscritores gostariam, igualmente, que estivessem também presentes nessa Sessão Pública, a direcção do Agrupamento de Escolas, a associação de pais, assim como representantes do RSB, da Protecção Civil, da PSP e Polícia Municipal”
b)
A data escolhida não é a melhor (vários moradores responderam indicando que estava fora)
A antecedência entre a marcação e a reunião foi de apenas 1 semana (deveria ter sido 2)
A divulgação deixou muito a desejar: distribuição de flyers e nem os mupis da Junta (a 16 junho) tinham esta nota
c) Agradecimentos à CML e JFA:
zonas de tomada e largadas de passageiros junto à escola:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/03/28/participacao-colectiva-dos-vizinhos-do-areeiro-a-consulta-publica-da-implementacao-das-zonas-de-estacionamento-e-paragem-de-duracao-limitada-na-freguesia-do-areeiro/
(Obrigado!)
remoção de parte desta absurda “floresta de pilaretes”:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/10/26/floresta-de-pilaretes-no-bairro-do-arco-do-cego/
(Obrigado!)
reversão (parcial) dos sentidos de trânsito da Xavier Cordeiro:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/01/25/peticao-rua-xavier-cordeiro-pedido-de-reuniao-aos-deputados-da-assembleia-municipal-de-lisboa/
(Obrigado!)
e a falta de passadeiras e os pilaretes em curvas impossíveis:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/09/28/questoes-quanto-ao-estacionamento-e-circulacao-pedonal-e-de-veiculos-no-bairro-do-arco-do-cego/
(Obrigado!)
d)
Alojamento Local: há existe neste Bairro. Legal e Ilegal
63 só na airbnb a 19.06.2017
58 na Imovirtual (Areeiro)
(há dois meses era 71 vs 40)
Rui Martins:
1
Petição aberta e para entregar à AR:
“A área geográfica diminuta que serve o Agrupamento dá origem a situações que, não sendo ilegais, contornam a lei, como a utilização de encarregados de educação falsos. Pretende-se uma escola pública acessível e próxima das moradas efectivas dos alunos e encarregados de educação de facto.
As crianças que vivem na freguesia do Areeiro também têm direito a frequentar a escola que é mais próxima da sua residência, não sendo empurradas para áreas limítrofes.
Os peticionários propõem:
1) a revisão do mapa que distribui os alunos pela escolas de Lisboa;”
(é muito importante rever este mapa por forma a retirar trânsito automóvel do Bairro)
2
Brito Aranha: Que pinturas novas (bandas vermelhas) são estas? Estão no CE?
3
Existem vários sinais verticais sem nº no Bairro. Serão marcados?
Os estacionamentos são demasiados estreitos e insuficientes em quantidade em metade do Bairro.
Há planos para corrigir?
4
Porque redistribuíram as floreiras? Quando as replantam? Porque NUNCA as regaram?
5
Há planos para enterrar os cabos de comunicações entre os prédios do Bairro?
Margarida Soares:
6
Rua Gomes Leal (p.ex. mas há mais…) Moradora diz que “CML diz que é responsabilidade da Junta. Junta diz que é responsabilidade da CML”
Mas todos os dias há carros circulando em direcção contrária.
Estão previstas soluções além das (previstas) marcações no betuminoso? As setas continuam a lançar a confusão devido ao reflexo do Sol…
Pedro Vilela:
7
Com a proliferação circulação de bicicletas e automóveis nos dois sentidos de algumas ruas do bairro, ex a brito aranha pergunto, a ciclovia em sentido contrario na Visconde Valmor se a CML contratou algum seguro de responsabilidade civil para os utentes destas vias partilhadas , já que é a CML que está a criar e incentivar a sua utilização não respeitando as condições de segurança dos seus utilizadores , bem como não está a cumprir o código da estrada.
8
Sinalização excessiva e inadequada:
todos sabemos que o bairro é um bairro 20 com esta nova organização. Para quem sai do bairro a CML colocou um sinal de fim de parque ( penso ) de grande dimensões que tapa o sinal imediatamente a seguir que dista cerca de 1 mt do anterior.
O 2 sinal tem a indicação de fim de zona 20 , com a indicação de perigo de bicicletas. enfim uma aberração de sinalética, afinal é um bairro 20 onde quem sai perde os seus direitos , desta forma o que teriam somente de colocar seria um sinal de stop eventualmente com o fim de zona 20. o sinal de P não está lá a fazer nada. muito menos o da bicicleta, afinal colocaram as faixas verdes ,mas quer dizer que não tem de se preocupar quem sai com os carros, com as motos …. ficam as imagens. isto é repetese ao longo do bairro. que quer sinalizar o bairro não o faça no gabinete , venha ao terreno
Mariana Fernandes:
9
Qual a entidade que promoveu esta obra e qual o motivo para a mesma?
10
Quem elaborou o projecto?
11
Quantas vezes foram ao bairro para conhecer as suas ruas, e os sentidos das mesmas. Para saber de onde chegam e partem os carros que ali têm que aceder?
12
Qual a necessidade de alterar o anterior sentido das ruas?
13
Este plano foi aos Bombeiros?
(depois já sabemos que foi)
14
Qual a razão para esta obra ter levado mais de dois anos e até hoje não estar definitivamente implementada a sinalética?
15
Estamos a falar de um Bairro, onde está inserido um serviço público, ao qual acedem diariamente, milhares de pessoas. Estamos a falar de um estabelecimento de ensino que abriga crianças desde o Jardim de Infância até ao 12º Ano. Se tivermos uma média de 25 crianças por turma, e uma média de 5 turmas por ano (estimando por baixo) estamos a falar, de 1300 crianças. Se considerarmos que talvez 80% venham de fora do bairro, e se mesmo assim, apenas metade cheguem a escola de carro, seriam cerca de 500?!?!?!?! Se isto acontece, o acesso tem que ser fácil e rápido. Como era. Antes desta obra. Esta obra, criou estacionamento condicionado, curvas impossíveis de executar, por qualquer carro convencional, e criou o caos na orientação de quem lá entra. (O que têm a comentar? Que soluções estão previstas?)
16
Do ponto de vista da segurança, eu preferia ter um passeio curto, do que a probabilidade de um pneu me passar por cima do pé. Porque cada vez que há uma esquina, o automóvel sobe, ou antes não sobe, porque o passeio está ao nível da estrada.
(estes lancis vão permanecer assim?)
17
Todas as intervenções que estão a executar nomeadamente na Visconde Valmor, Defensores de Chaves, Avenida da República, etc.… estão a provocar um congestionamento geral neste Bairro, provocando filas intermináveis dentro do mesmo, de manhã e a tarde, nas horas de entrada e saída. Ou seja, pergunto, qual a articulação desta Junta com a da sua fronteira – Avenidas Novas. Como justificam o facto do Departamento de Trafego da CML, não ter obrigatoriamente, uma palavra a dizer sobre isto. Porque sei que não tem, e que não foi informado disto sequer
(Confirmam?)
18
A consequência disto neste momento é que, ruas, como a Brito Aranha, e as que lhe dão acesso, por onde nunca passava ninguém, neste momento, são utilizadas como escapatória. Este é o reflexo, da não existência de nenhum estudo prévio sobre o funcionamento do Bairro, antes desta ideia peregrina. Basta ir aos locais, frequentá-los a pé. Atravessá-los de automóvel. Falar com as pessoas. Com a Igreja, com a direcção da Escola…… Nada disto foi feito.
(Como ficarão os sentidos na Brito Aranha?)
(Estas entidades foram envolvidas?)
19
Porque é que não fui informada do que iria acontecer? Porque é que não recebi na minha caixa do correio essa informação? Transformar os Bairros de Lisboa em guetos, dificultando a circulação nos mesmos, está mais do que provado, que para além de agravar o trânsito no resto da cidade, transforma os mesmos em locais perigosos, pouco frequentados. Não há vantagem em criarem-se locais de estadia quando os mesmos não são utilizados, por não serem local de passagem, por não serem próximos de comércio ou locais de lazer. Temos neste momento, um Bairro, com mais transito do que tinha, com mais barulho do que tinha e com mais poluição do que tinha. Tudo porque a circulação não é fluída.
(Porque é que a comunicação foi tão deficiente?)
Fernando Seabra:
20
(Existe um excesso de) colocação de pilaretes e floreiras,
(vão corrigir? Quando?)
(há alternativas, desde bancos, a floreiras longitudinais e novas árvores)
21
(É preciso melhorar o) estacionamento e circulação de veículos automóveis no Bairro do Arco do Cego, na Filipa de Vilhena, na Visconde Valmor (um caos) e na Defensores de Chaves, está entre as principais prioridades a discutir e a tornar efectivo após essa Sessão de Esclarecimento.
(vão corrigir? Quando?)
Actualização de 7.3.2018
 

 

3:22:45 “Zona 20, Bairro do Arco do Cego: após tantos anos de degradação sofreu recentemente obras visíveis e dispendiosas: a população contesta-as dizendo que era apenas necessário repavimentar as vias, todas esburacas e mais nada. Não foi assim. Reinventou-se um bairro com características próprias consolidadas há mais de 90 anos (…)  instalou-se aqui um agrupamento escolar com crianças vindas de longe, muitas com moradas falsas. Diminuiram-se transportes públicos e aumentou a circulação particular exterior ao Bairro” (…) “aqui no Bairro criou-se uma Zona 20 mas a circulação continua a favorecer o automóvel e a velocidade  de 30, 40 ou 50 sem nenhuma medida restritiva” (…) “todas as esquinas em que bombeiros têm que passar foram assinaladas com a palavra “bombeiros” só que os automobilitas – gente finória – deram-lhs logo a volta e passaram a conduzir à bombeiro pondo em perigo a segurança dos peões. Sugeria que para atenuar um pouco estas zonas de esquina perigosas para além da palavra “bombeiros” seja também pintadas de vermelho (…) “as lombas redutoras de velocidade foram eliminadas. Numa obra posterior, por falta de coordenação entre elas, a segunda anulou a primeira. Nesta lomba (Magalhães Lima) foi retirada a lomba e o sinal 20 e é agora uma porta aberta para acelerar. (…) foram colocados muitos pilaretes e bem, mas muitos foram abaixo e isto quer dizer alguma coisa porque é um barómetro da situação”  (…) “o Areeiro não tem estruturas desportivas adequadas à terceira idade” 3:28:22 “a terceira idade também é lisboeta e precisa de um ginásio” (…) “com a reforma fomos deslocados para o Centro Intergeracional do Areeiro ” 3:29:30

Vizinhos do Areeiro Ladislau Ferreira

“Sobre o Bairro do Arco do Cego quero dizer o seguinte: defendi muito a intervenção que foi feita e a intervenção que foi feita que já não tinha há muitas décadas uma intervenção tão profunda como aquela que aconteceu. Sabemmos que não foi um processo linear e que houve várias melhorias e decisões que foi preciso tomar. Na reunião descentralizada de há dois anos atrás o magno problema é que o projecto não englobava o escoamento de águas e que havia o risco de as águas voltarem para as habitações (…) não tenho dúvidas de que a intervenção qualificou muito o bairro. Aliás, há pouco, uma intervenção referia o que se está a passar com os valores da habitação aqui [Rui Martins quando citei a vivenda de 80 m2 por 1.3 milhões de euros]  e que corre dos investimentos que aqui foram feitos. Deu-se  um grande avanço em problemas que eram muito mais profundos (…) deveríamos aguardar um pouco e ver que passos daremos a seguir para resolver problemas que também damos como reais (…) há problemas mais difíceis e que resultam da falta de civismo: não podemos ter um polícia atrás de cada condutor” 3:33:14 (…) “podemos reforçar o stock de pilaretes do presidente da Junta e fornecer-lhe os novos pilaretes que estamos a instalarcom betão e viga de ferro dentro que são bastantes mais amigáveis dos automobilitas agressivos” (…) “queremos um bairro que seja usado como atravessamento da população exterior ao Bairro” (…) “mas temos ao mesmo tempo que assegurar questões como a da passagem de veículos de determinada dimensão”

Fernando Medina, Presidente da CML

“o Bairro está melhor. Há muito menos acidentes. Na esquina do meu bairro via-os constantemente.” (…) “a marca dos bombeiros é um projecto muito interessante feito pela Protecção Civil da CML para dar a percepção às pessoas para dar ideia às pessoas da necessidade de passagem dos bombeiros e das ambulâncias até financiado pela União Europeia” (…) “tem que ser melhor explicado”

Vereador José Sá Fernandes

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Lançado mais um grupo de Vizinhos: “Vizinhos das Avenidas Novas”

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A erupção das redes sociais criou condições para que muitos cidadãos “saíssem do sofá” e despertassem para uma cidadania mais activa e participada. A grande desilusão sobre as formas de participação política unicamente partidárias e o grande descrédito em que se deixaram cair os partidos políticos levaram a que estes cidadãos desiludidos com “a política” mas escutando este apelo a uma cidadania mais participada e participativa escutassem o apelo para novas formas de participação política e de cidadania local. Este impulso abriu espaço ao desenvolvimento de novas formas de organização cidadã, mais flexíveis que os modelos piramidais e burocráticos das “associações de moradores” (sem as excluir) e de maior capacidade e simplicidade de intervenção.
O fenómeno observa-se um pouco por todo o lado e, em particular, em Lisboa. E é um produto duplo da simplificação no acesso dos cidadãos às autarquias através da Internet (mails, formulários online, aplicações web ou mobile), à presença activa da maioria dos políticos eleitos nas redes sociais potenciaram está alteração e ao cruzamento – positivo – de várias inovações recentes (petições online, referendos locais, orçamentos participativo, portal Base da contratação pública, aplicações como o “Na Minha Rua” da CML, reuniões descentralizada da CML, etc). Hoje, no lugar de fregueses passivos e estáticos que eram levados (alguns) de excursão em excursão ou de romaria em romaria temos cidadãos activos, conscientes e participativos que escrutinam os planos e orçamentos das juntas de freguesia, que lêem e opinam de forma informada e construtiva sobre os contratos públicos que as suas autarquias assinam com o dinheiro dos seus impostos. Cada anomalia é rapidamente reportada à autarquia responsável (Câmara ou Junta) e, dotadas (quase todas) deste novo nível de proximidade e retorno as juntas são “forçadas” a agilizarem os seus serviços a um multiplicaram a escala da sua intervenção local. Mais Participação implica um progresso a nível da qualidade da democracia local e, em última instância, da forma como são administrados os dinheiros públicos e a qualidade do exercício democrático do Poder Local. É certo que esta “revolução silenciosa” não chegou ainda a todos e que, por exemplo, os infoexcluídos, continuam longe destes processos e que muitos autarcas e políticos locais continuam a funcionar como se funcionava nas autarquias no século XIX, mas a prazo, se continuar esta tendência, teremos uma cidade melhor uma democracia local mais dinâmica e participada.
Esta é a revolução silenciosa, discreta mas notória que decorre hoje em Lisboa e que começou há alguns anos com vários movimentos de cidadania local e posteriormente, numa lógica de maior proximidade e amplitude temática para os grupos de “vizinhos” que assistimos hoje ao desabrochar em Lisboa: a partir do “Vizinhos do Areeiro” (lançado em Junho de 2016) e adoptando o mesmo modelo de funcionamento surgiram, por ordem, o coletivo “Vizinhos da Penha de França” e o “Vizinhos de Alvalade”, e, mais recentemente (Junho de 2017), o novel “Vizinhos das Avenidas Novas”.
Vizinhos do Areeiro:
Vizinhos da Penha de França
Vizinhos de Alvalade:
Vizinhos das Avenidas Novas:

Esclarecimentos sobre o “Parque Canino” do Jardim Fernando Pessa

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Hoje, estivemos na Reunião Aberta ao Público do Executivo da Junta de Freguesia do Areeiro e a Vizinha do Areeiro Anabela Nunes teve ocasião de questionar o executivo sobre o Parque Canino (“Dogpark”) obtendo os seguintes esclarecimentos (que agradecemos):
1. O projecto do Dogpark surgiu através do acumular de reclamações quanto a dejectos caninos e a conflitos entre cães e crianças que frequentavam o Jardim
2. A Junta consultou um especialista na fase de concepção do projecto (veterinário, juiz canino e criador). Nesta fase foram visitados vários dogparks de Lisboa, nomeadamente o da Praça João Bosco (junto ao cemitério dos Prazeres) que tem apenas 1/3 do espaço do Dogpark do Fernando Pessa.
3. A Junta ponderou o espaço à direita (maior e junto às mesas metálicas) mas acabou escolhendo este devido ao maior afastamento do quiosque onde se servem alimentos
4. Equipamentos Lúdicos: haverá um túnel (já presente), um sobe-e-desce e um slalom
5. Já está instalada uma zona sanitária com gravilha
6. Serão instalados dois portões com antecâmara para impedir fugas de animais já no recinto
7. A vedação tem, nestas instalações, normalmente uma altura de 1,10 m (o da João Bosco tem 1,60 m) daí o cerco por arbustos, mais altos e que taparão a vista desta cerca metálica (para ficar mais alta e ser mais estético)
8. A Junta estima que a instalação possa operar com 10 a 12 cães
9. Será colocado no interior do recinto um banco para os tutores (a experiência poderá, mais ditar, a sua transferência para o exterior)
10. A Junta vai colocar no Dogpark um dispensor de sacos, um regulamento de utilização (com referência de proibição à frequência de animais com cio) e um bebedouro automático (também para pessoas)
11. À entrada do dogpark estarão afixadas as regras de utilização do parque
11. A obra não foi a concurso público mas foram consultados vários fornecedores tendo ganho a mais barata de 10 mil euros.
Inquérito feito e enviado à Junta de Freguesia do Areeiro a 15 de Junho de 2017:
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