Sugestões para o Plano de Emergência do Areeiro

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Os subscritores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que reforce a preparação do território na área da Protecção Civil e, em particular, desenvolvendo e divulgando o Plano de Emergência Local (idêntico aos que existem em freguesias vizinhas) agilizando a resposta a catástrofes e que incorpore um forte componente de voluntariado e educação cívica e colocando os membros da comunidade local como os primeiros agentes de socorro.
Sugerimos que:
1. Este colectivo de voluntários seja dividido em grupos especializados de Operações, Logística e Comunicações e incorporar moradores e trabalhadores no Areeiro enquadrando-os consoante as suas competências e características pessoais.
2. Estes grupos poderão ser responsáveis pela distribuição de alimentos e apoio logístico de primeira necessidade, prestação de informações de emergência à comunidade e promoverão a segurança de pessoas e bens, sempre sob a coordenação de um responsável indicado pela autarquia.
3. O grupo de Logística pode ser também responsável pela reunião de apoios e transporte dos mesmos até locais onde ocorram situações de emergência (p.ex. incêndios florestais)
4. Que se reforce (muito) a amplitude deste plano (a existir) e, sobretudo, a sua divulgação.
Os subscritores apelam a que esta proposta seja acolhida, completa ou adaptada, com a maior brevidade possível”

Subscrevem:
70 moradores
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1835014773477988

Alerta de Segurança: Bairro dos Actores

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“Rapaz com bom aspecto, alto, cabelo loiro/branco espetado de bloco e algo mais na mão observava prédios e campainhas dos mesmos (o meu e o do lado). Não era de nenhum serviço nem estava a fazer contagens. Quando regresso pouco tempo depois uma campainha do meu prédio estava marcada com uma X. Fiquei alerta!
Cerca de 2 horas mais tarde duas mulheres de etnia cigana tocam em todas as campainhas do prédio. Alguém abre pensando ser o senhor do correio. Como estava em alerta surpreendo-as nas escadas. Pergunto o que querem! Ficam atrapalhadas. Perguntam por alguém que não mora ali para disfarçar. Acabam por sair à pressa no carro estacionado mesmo à porta do prédio. O carro tinha um homem ao volante que nunca saiu. Chamada a policia referem que tivemos muita sorte. Estavam com este modus operandi a preparar assalto com toda a certeza. Não esperavam ser surpreendidas.
Nunca abram a porta do prédio sem saberem quem é e muita atenção a marcas nas campainhas. Não é mito. É mesmo uma forma de comunicarem que casas podem ou não ser assaltadas”
(enviado por morador)

Resposta à Junta sobre a responsabilidade da manutenção do espaço verde do separador central da Praça Francisco Sá Carneiro [Resolvido]

Resposta a um comunicado que apareceu nas “redes sociais” da Junta de Freguesia do Areeiro (sem nomear este colectivo de cidadãos e moradores) sobre o estado de degradação do espaço verde do separador central da Praça Francisco Sá Carneiro:

Independentemente dos formalismos burocráticos é seguro afirmar:
1. Que o separador central da Praça Francisco Sá Carneiro foi alvo de uma obra de qualificação da CML
2. Que não sendo uma via estruturante a responsabilidade pela sua manutenção compete à Junta de Freguesia
3. Que cabe à Junta de Freguesia estar em contacto permanente com a CML por forma a garantir que a comunicação entre ambas corre fluída e eficientemente
4. Que os moradores não se podem nem devem substituir à Junta na diligência e apuramento de responsabilidades quanto à manutenção deste (e de outros) espaços verdes da freguesia
5. Que os moradores esperam que a Junta seja pro-activa na manutenção dos espaços verdes da freguesia e, em especial, daquele que deu nome e logótipo à Freguesia do Areeiro.
6. Que a situação se resolva rapidamente.

Sem mais,
Rui Martins (fundador do colectivo Vizinhos do Areeiro)

Actualização de 24.10.2017:
Hoje a Junta de Freguesia limpou os matos e cortou a relva do separador central

Proposta de uma Estátua para a Praça Pasteur [Respondido]

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“A cidade de Lisboa possui na sua toponímia a “Praça Pasteur”, inserida na Freguesia do Areeiro, com acesso pela Avenida de Paris. O reconhecimento da personalidade de Louis Pasteur, por parte do Município, remonta à década de 30 do século passado, inserida na expansão urbanística da cidade, projectada pelo Arquitecto João Faria da Costa e construída em 1948. Desenvolvida em profundidade com cerca de 60m por 100m. Na sua plataforma central possui diversos canteiros ajardinados, num dos topos uma “meia lua”, caracterizada por um empedrado irregular. Apetrechada com 6 bancos e iluminação convidativa à estada, de moradores e transeuntes, a qualquer hora do dia.
Não obstante o seu dinamismo social e urbano, a toponímia não acompanha o carácter institucional e cultural na dignificação da identidade do homenageado. Neste sentido, solicitamos às diversas entidades, com interesse na obra do cientista Louis Pasteur, o apoio para a edificação de uma estátua (ou outra peça de reconhecimento cultural) na “meia-lua” a confrontar a profundidade de estadia.
Em consciência que o processo poderá ser moroso, estamos receptivos a receber algo que se enquadre na dimensão da Praça e que permita a personificação da Praça.”

A enviar a: 
Institut Pasteur
Ambassade de France au Portugal
Câmara Municipal de Lisboa
Junta de Freguesia do Areeiro

Uma iniciativa da Comissão de Moradores da Praça Pasteur subscrita pelos
Vizinhos do Areeiro:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1832960243683441/

Actualização

“Já que na Praça Afrânio Peixoto e na João do Rio existem elementos escultóricos que dão dimensão às praças. Temos uma praça muito idêntica que é a Praça Pasteur, que apesar de ter o nome “Pasteur” não tem qualquer elemento escultórico apesar de ter uma zona denominada por “Meia Lua” que é bastante propícia a que se introduzisse aqui um elemento escultórico. Eu sugeria e em conversa com um conjunto de vizinhos que se pedisse algures em França onde tivessem uma estátua que fizessem uns moldes em gesso”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“Podemos avaliar a possibilidade de instalar algum elemento escultórico na praça. Normalmente estas obras de arte pública são colocadas no âmbito de petições da população ou de alguma efeméride. Se quiser dirigir um mail podemos avaliar essa possibilidade” 1:33:52

Vereadora Catarina Vaz Pinto

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

Azulejos em falta ou mal colocados no Centro Intergeracional do Areeiro (pergunta à Junta de Freguesia)

Azulejos de começos do século XX no Centro Intergeracional do Areeiro:
Alguns pormenores de menor cuidado (ou de intervenção interrompida) no tratamento deste raro (na freguesia) bom exemplo da aplicação de azulejos a edifícios.
Está prevista alguma intervenção correctiva?
(enviada à Junta de Freguesia do Areeiro a 12.10.2017)

Apelo à intervenção da CML, PSP e Polícia Municipal no Jardim da CGD (Rua do Arco do Cego) – Oh Pereira e Bomba Galp [Actualização]

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Multiplicam-se os fenómenos de baixo civismo na Rua do Arco do Cego, perto do Jardim da CGD: Todas as noites e, especialmente ao fim-de-semana, centenas de clientes da “Casa de Pasto” Oh Pereira” e da Bomba da Galp deixam copos de plástico, garrafas de cerveja e latas de alumínio às centenas nos espaços verdes em frente (já na Freguesia do Areeiro). Assim sendo e porque a situação se arrasta há meses sem qualquer sinal de melhoria apesar de repetidos contactos com a CML, Polícia Municipal e proprietários os Subscritores desta mensagem à CML pedem a esta que:
1. Instale no Jardim da CGD duas das novas papeleiras de 120 L no lugar das de menor capacidade
2. Que os proprietários da Bomba da Galp e do Oh Pereira sejam convidados pela CML a participarem, de manhã e ao abrirem as portas na remoção do lixo proveniente da sua actividade no jardim em frente
3. Que a CML avalie a instalação, neste jardim, de protecções aos muros, como aquelas que foram instaladas no Jardim do Arco do Cego
4. Que a CML reveja a capacidade para venda de álcool da Bomba da Galp
5. Que a Polícia Municipal reforce a sua actividade de fiscalização neste local [alterado]
6. Que a PSP e Polícia Municipal estejam atentas às situações de excesso de ruído e de manobras anómalas (especialmente com motas e motociclos) nas ruas perto deste local) [novo]
Que a autarquia avalie uma alteração (em último recurso) dos horários de fecho da Oh Pereira (24:00) e do sector de retalho da Bomba da Galp (23:45)

Subscrevem:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1832238590422273/

Actualização de 13.10.2017
Primeira resposta da CGD:
Quanto à sujidade no Jardim da CGD (onde estão os 12 Cavaleiros): “A Caixa Geral de Depósitos e a Culturgest neste caso somos também lesados. Já notificámos o nosso Gabinete de Segurança para avaliar a situação.”

Actualização de 05.01.2017
Quanto à possibilidade da instalação de contentores especializados de recolha de plástico responde a CML:
“As pessoas usavam as tampas das papeleiras como mesas e quando retiramos as tampas, passaram a mandar os copos para o chão na mesma, ficando as papeleiras vazias ou com outro tipo de resíduos”

Actualização de 16.01.2018

Enviada à CML:
“Rua do Arco do Cego, frente ao jardim dos cavaleiros na sede da CGD: todas as noites de sextas, sábado e domingo, centenas de jovens estão aqui com copos de cerveja comprados no Oh Pereira e garrafas compradas na bomba da Galp fazendo barulho, acrobacias de moto, consumindo álcool no jardim, deixando centenas de copos e garrafas no chão e no jardim e urinando no monumento (o cheiro a urina podre é aqui constante).”

Resposta da CML:
“Com referência ao assunto no ponto 10, cumpre informar que para o estabelecimento comercial denominado “Oh Pereira”, sita na Rua do Arco do Cego, n.º 59, corre termos nesta divisão um processo de restrição definitiva de horário de funcionamento.
O processo encontra-se na fase de elaboração de relatório final e respetiva proposta de decisão,  encontrando-se a ser ponderada a seguinte restrição de horário de funcionamento: De domingo a quinta-feira – encerramento às 23:00h;  Sextas-feiras, Sábados e vésperas de feriados às 24:00h.
Prevê-se a elaboração do relatório final ainda durante a 1ª quinzena de janeiro.”

Actualização 07.03.2018

“Fizemos também um Abaixo Assinado contra a situação decorrente da actividade da casa de pasto Oh Pereira, até mais sobre a Bomba da Galp. Tinha a ver com o consumo de álcool na via pública e que é um problema que não é só do Areeiro mas de toda a cidade. É algo que provoca ruído nocturno, dejectos, resíduos urbanos, copos de plástico. A CML não tem poderes para intervir a 100% nesta área mas algo tem que ser feito. As queixas sobre o que passa ali são numerosas e é algo chocante ver que aquele estabelecimento se orientou para a rua: tudo o que eles têm é para a rua, para os clientes que consomem na rua. Neste momento há uma colonização privada do espaço público”

Vizinho do Areeiro Rui Martins

“Em relação ao Oh Pereira: nós estivemos atentos, reduzimos o horário. A única coisa que temos eventualmente a possibilidade de fazer é a limitação da venda para fora (…) não podemos limitar o consumo do alcool na via pública e há ali uma mistura de factores (…) podemos ir mais além. Há um conjunto de medidas de restrição que podemos agravar foi um pouco o que aconteceu no Arco do Cego (…) devemos defender a limitação e eliminação dos copos descartáveis. É uma matéria que nós, CML, devemos avançar para o Legislador. Só aí teríamos um enorme contributo para aquilo que é a sujidade criada por este tipo de estabelecimentos” 1:00:50

Vice-Presidente Duarte Cordeiro
Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização 20.03.2018
"Agendada: 20 de Março de 2018
Debatida e votada:
Resultado da Votação:
Passou a Deliberação:
Publicação em BM:
Esta Recomendação tem origem no Relatório da 8ª Comissão Permanente sobre a Petição 18/2017 - Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD)

Recomendação

O Relatório aprovado pela 8ª Comissão Permanente sobre a Petição 18/2017 - Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da Caixa Geral de Depósitos) apurou as seguintes conclusões:

São manifestos os problemas de insalubridade, ruído e conflitualidade na apropriação do espaço público, causados pela enorme presença de pessoas a consumir álcool na zona em questão, Rua do Arco do Cego, “Jardim dos Cavaleiros” e Anfiteatro adjacente;
Estes problemas parecem ter-se agravado na sequência das obras realizadas no espaço público na Rua do Arco do Cego que aumentaram a zona pedonal adjacente aos estabelecimentos em causa e das medidas implementadas de limitação de horário relativamente aos estabelecimentos adjacentes ao Jardim do Arco do Cego, onde o problema era semelhante;
O Programa de Governo da Cidade 2017-2021, estabelece como objectivos tornar a cidade de Lisboa cada vez mais atractiva para viver, melhorando a qualidade de vida e o ambiente urbano, pelo que deverão ser encontradas soluções que permitam mitigar os focos de conflitualidade, assegurando a compatibilização do direito ao descanso dos residentes e a qualidade do ambiente urbano, com as actividades económicas e de lazer.
Assim, a 8ª Comissão propõe ao plenário da Assembleia Municipal que aprove recomendar à Câmara que:

1 – Analise a possibilidade de introduzir limitações horárias aos estabelecimentos em causa, compatibilizando as necessárias actividades económicas com o direito ao descanso dos residentes em área residencial, tendo em conta medidas semelhantes já implementadas em estabelecimentos próximos;

2 – Interceda junto da CGD de forma a garantir a limpeza adequada, regular e suficiente do espaço privado de utilização pública, anfiteatro e jardim, por forma a manter o mesmo em condições de ser fruído pela população em geral e com reconhecimento pela sua importância histórica;

3 – Em conjunto com a CGD, estude e implemente medidas de mitigação da insalubridade registada ao nível das escadas de ligação entre o anfiteatro e o estacionamento superior, decorrentes da acumulação de urina e outros dejectos, medidas que poderão passar por melhorar a iluminação pública do local ou pela implementação de medidas físicas de encerramento das escadas no período nocturno;

4 – Através da Polícia Municipal e no âmbito das suas competências, promova a adequada fiscalização e controle de horário dos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas na área em questão;

6 – Interceda junto da PSP para que de uma forma regular e visível promova o reforço das acções de fiscalização e vigilância no âmbito das suas competências na manutenção da ordem pública, actuando também no que se refere ao consumo de álcool por menores;

7 – Procure sensibilizar os proprietários dos estabelecimentos em causa para que tomem medidas, no âmbito da sua actividade, para diminuírem os respectivos impactos negativos referidos nesta petição.

8 - Informe periodicamente esta Assembleia sobre a evolução da implementação das soluções encontradas de modo a realizar um conveniente acompanhamento.

A 8ª Comissão propõe ainda ao plenário da Assembleia que promova diligências junto das Juntas de Freguesia das Avenidas Novas e do Areeiro, no respeito pela sua autonomia, no sentido de ser providenciado um especial cuidado ao nível da higiene urbana dos espaços em questão, Rua do Arco do Cego e zonas adjacentes, bem como na manutenção dos diversos equipamentos de mobiliário urbano, existentes no espaço público.

Lisboa, 15 de março de 2018

O Presidente da 8ª Comissão

António Proa

O Deputado Municipal Relator

João Valente Pires"

http://www.am-lisboa.pt/302000/1/009300,000424/index.htm


Atualização de 10.04.2014:
Representante da Petição 18/2017 – Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD)
Encarrega-me a Srª Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Arqª Helena Roseta de informar V. Exas. que a apreciação da Recomendação 015/03 (8ª CP), resultante do Parecer da 8.ª Comissão Permanente sobre a petição 18/2017 – Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD), está agendada para a sessão de  3ª feira, dia 20 de Março, que se iniciará pelas 15h e terá lugar no Fórum Lisboa, na Av. de Roma 14P.
Junto enviamos o relatório da Comissão Permanente e Recomendação que será apresentada e debatida na referida sessão.
 Anexo1_OficioCGD Anexo1_OficioGALP Anexo1_OficioPSP Anexo1_Oh Pereira Folha de Rosto relatório da 8ª CP relativo à petição 18-2017 Anexo1_Oficio CML”

Actualização de 24.04.2018:
Ofício OF/499/AML/18 – Petição nº 18/2017

 

 

Actualização de 20.05.2018
Novidade: Copos com depósito no Oh Pereira.
Acabo de confirmar com a CML e esta iniciativa é da SuperBock (substituição de copos de plástico descartável por copo reutilizáveis com caução).
É de adesão voluntária e o Oh Pereira aderiu:
Muito Bem, CML (que é parceira) e Oh Pereira!
(a autarquia – e eu… – continua a defender a proibição do uso deste plástico descartável)
A seguir, portanto e… a louvar
(isto não quer dizer, infelizmente, que o lixo tenha desaparecido do Jardim dos Cavaleiros)

 

Apelo de intervenção da Junta de Freguesia junto da direcção da EB Luís de Camões quanto ao estado da Bandeira Nacional [Resolvida]

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Vídeo
Este é o estado (deplorável) do símbolo nacional na EB Luís de Camões.
A responsabilidade por esta situação não é da Junta de Freguesia do Areeiro mas dada as suas competências pedimos à autarquia que interceda junto da direcção desta escola por forma a que esta situação seja rapidamente resolvida.

Actualização de 10.10.2017
A bandeira foi removida (sem resposta formal de nenhuma instituição, nem escola nem Junta.

Actualização de 18.10.2017
A bandeira foi substituída e está hoje a meia haste (alusão aos incêndios florestais de Outubro de 2017)

Pedido de criação de mais lugares de estacionamento para bicicletas

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Tendo em conta que a 27 de Abril, o Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro declarou em Assembleia de Freguesia e respondendo a um pedido de um freguês de mais lugares de estacionamento para bicicletas que “se for entendido que é de todo importante ter em determinado local, façam o pedido através de email à Junta”
http://www.jf-areeiro.pt/…/files/Ata%2020_27abril2017-vf.pdf
Este é o resultado da votação que esteve aberta durante três dias.

Ver:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1830863567226442/

Bairro da GNR: A maior concentração de devolutos (do Estado!) da Freguesia do Areeiro – Pedido de Intervenção ao Governo e CML [Em Resolução]

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Enviada a 05.10.2017:

“O dito “Bairro da GNR” (com vários prédios da década de 1940 entre a Barão de Sabrosa e a Afonso Costa) apresenta a maior concentração de habitações e prédios devolutos de toda a freguesia do Areeiro. De facto, existe aqui, até uma rua inteira, a Domingos Reis Quita com 6 prédios, de vários andares, totalmente devolutos.
Todo este Bairro pertence, segundo foi possível apurar, ao Ministério da Administração Interna (MAI) e alberga antigos militantes desta força de segurança e seus familiares directos.
Resulta chocante que numa freguesia muito pressionada pelo aumento brutal dos preços da habitação o Estado central vote ao abandono tantas possíveis habitações, deixe degradar os edifícios para além do admissível e não promova a recuperação e reabitação das fracções devolutas.
Os Subscritores apelam assim ao MAI no sentido de recuperar estas habitações recolocando-as, a preços acessíveis, no mercado da habitação ou que, eventualmente e por protocolo a transformem num Bairro Municipal, or forma a assim contribuir para a contenção dos preços que, nesta freguesia, subiram mais de 20% no último ano”

Subscrevem:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1829934697319329/

Actualização de 18.12.2017
Resposta da Secretaria de Estado da Habitação:
A exposição foi encaminhada para averiguar a inclusão destes edifícios no Fundo Nacional de Recuperação do Edificado.

Enviada a 21.01.2018:
“Algum desenvolvimento quanto a esta questão?
Segundo confirmámos hoje mesmo com diversos moradores, a GNR está a enviar cartas actualizando as rendas (até 2020) em aumentos muito superiores à inflação (há relatos de aumentos de mais de 30%)
De salientar que, desde a década de 1970, que não se fazem aqui qualquer tipo de obras e que este bairro é – de longe – a maior concentração de devolutos da freguesia do Areeiro.”

Actualização

“o Bairro da GNR, no Areeiro, representa a maior concentração de devolutos da freguesia. Como está o processo de recuperação deste espaço? Pensamos que qualquer opção deverá passar pela recuperação e construção para a classe média”
Vizinho do Areeiro Jorge Oliveira
“O Bairro da GNR é pertença dos Serviços Sociais da GNR pelo que não é um bairro municipal (…) como está na sala o Coronel Pedroso, presidente dos Serviços Sociais da GNR que, melhor que ninguém, poderá explicar o que se pretende fazer neste bairro” 40:38

Vereador Manuel Salgado

“Gostaria de agradecer ao munícipe Jorge Oliveira a pergunta apresentada, afinal a razão imediata para a nossa presença neste fórum. Aproveito para dizer que os serviços sociais da Guarda são uma pessoa colectiva de direito público dotada de autonomia financeira com uma gestão completamente independente da Guarda sob tutela directa do Ministério da Administração Interna que nomeia o vice-presidente, neste caso, eu, por proposta do general comandante da Guarda que também é o presidente dos Serviços Sociais por inerência de funções. Os nossos beneficiários são militares e civis da Guarda obrigados ao pagamento da respectiva quota de 0,5% das suas remunerações. Uma vez na reforma o pagamento desta quota passa a ser voluntário. Somos cerca de 46 mil contribuintes num total de 120 mil beneficiários. O orçamento dos serviços sociais da Guarda não beneficia de qualquer tipo de receita do orçamento do Estado. Vivemos exclusivamente das quotas e contrapartidas pagas pelos serviços prestados aos nossos beneficiários. Este Bairro, propriedade dos serviços sociais da Guarda é composto por 217 fracções sendo 137 habitadas em regime de renda apoiada. Duas destinadas a alojamento temporário de emergência (…) 64 devolutas e 14 em obras de reabilitação. Temos um projecto de reabilitação para todo o bairro. Cujos prédios se repartem pela Azinhaga Fonte do Louro, Rua Barão de Sabrosa, Rua Domingos Reis Quita e Rua Veríssimo Sarmento. Uma das fases prioritárias é a reabilitação exterior incluindo as coberturas. Em paralelo estamos a proceder à recuperação interior das já referidas 14 fracções (…) um programa novo designado “arrendamento com projecto de reabilitação” em que os arrendatários, nossos beneficiários, ficam responsáveis pela reabilitação da sua fracção (…) e se necessário e possível com financiamento dos Serviços Sociais a quem depois se vai deduzindo a amortização do empréstimo no valor da renda. Esperamos, assim, impulsionar de forma decisiva a reabilitação total do Bairro.  O arranque do programa está previsto para  abril/maio deste ano e não apenas neste mas também noutros bairros da cidade e em todo o país (…) sendo nos dada autorizado gastar em 2018 o excedente orçamental de 2017, na ordem dos 4 milhões de euros teremos capacidade para realizar a reabilitação exterior do bairro e recuperar um conjunto de fracções destinadas a residências de estudantes algumas até para Erasmus com filhos de outras forças policiais de outros países da Europa, habitação social tradicional e alojamento partilhado, numa perspectiva de diversificação etária (…) a idade média dos habitantes é superior a 78 anos (…) também pretendemos reabilitar um edifício de 2 pisos com 500 m2 na Azinhaga Fonte do Louro conferindo condições para acolher multiplas funções de apoio: restauração, centro de dia, lavandaria, serviço de saúde, etc. Não afastamos a possibilidade deste novo equipamento poder servir, não apenas os beneficiários dos serviços sociais, mas também outros cidadãos do Bairro. Continuamos a contar com o apoio dos Vizinhos e da Câmara Municipal de Lisboa” 46:12

Coronel Pedroso, presidente dos Serviços Sociais da GNR

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018
https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

Pedido de Disponibilização do Protocolo entre IGFSS, EMEL e JFA sobre o Logradouro da Praça Pasteur [Resolvido]

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Esclarecimento da CML quanto aos (reiterados) problemas com iluminação no logradouro da Praça Pasteur:
“uma vez que se trata de um espaço privado, do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, arrendado à EMEL, não tendo, por isso, iluminação ligada à rede pública”.
Apesar disso, os serviços da autarquia têm – sempre que há problemas – feito “os devidos contactos com a EMEL para que seja providenciada a reparação necessária”
(já pedimos o protocolo entre estas entidades e a Junta de Freguesia do Areeiro mas nunca o chegámos a receber)
(apesar de ser um protocolo entre três entidades públicas: EMEL, IGFSS e Junta: todas entidades que se regem pelos princípios de transparência na contratação pública)

Actualização de 19.10.2017
Eis o (até agora) “misterioso” protocolo celebrado entre a Junta de Freguesia do Areeiro, o IGFSS e a EMEL

que os Vizinhos do Areeiro tinham pedido ao Executivo da Junta:
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/10/05/pedido-de-disponibilizacao-do-protocolo-entre-igfss-emel-e-jfa-sobre-o-logradouro-da-praca-pasteur/
Sobre o Logradouro da Praça Pasteur.
(foi publicado a 17 de Outubro (depois do nosso pedido por mail)