Proposta de voto de pesar à família de Pedro Rolo Duarte apresentada aos eleitos da Assembleia de Freguesia do Areeiro [Resolvida]


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Este conhecido jornalista e residente no Areeiro “destacou-se na área da cultura e na edição de revistas, foi fundador do semanário Independente, onde editou a revista Vida 3. Foi diretor-adjunto do jornal cultural Se7e e fundou a revista K, da qual viria a ser editor-geral. Dali, transitou para a Visão, onde desempenhou o mesmo cargo. De seguida, fundou e dirigiu a revista DNA, suplemento do Diário de Notícias, que foi um dos seus projetos com maior longevidade na imprensa, entre 1996 a 2006. Também foi sub-diretor do Diário de Notícias entre 2004 e 2005″
mensagem apelam à Assembleia de Freguesia do Areeiro que aprove um Voto de Pesar à perda deste nosso ilustre concidadão.

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Paulo Ferrero
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Anabela Nunes
Madalena Matambo Natividade
Elsa Felizardo
Nuno Miguel Cabeçadas
Maria Cortez Caetano
Luis Seguro
Mariana Bettencourt
Leonilde Ferreira Viegas
Ana Figueiras
Emilio Santos Pinto
Erika Bayan
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Helena Palhano
Dulce Amaral
Elisabete Carvalho
Fatima Aparicio
Suzete Reis
Helena Juliao
Pedro Reis
Amilcar Castro
Maria Estima
Lurdes Mendes
Zélia Pereira
Margarida Tavares
Maria Nascimento Barros Ferreira
José Domingos
Paulo Fonseca
Cristina Pinto
Manuela Manon
Rogério Martins
Renata Chaleira
Alexandra Maia Mendonça
Joana Duarte
Maria Luisa Ferreira
Maria Conceição Silva
Amélia Marcos
Ana Paula Bárcia
João A. R. Sovelas
Fernando De Sousa Ferreira
Teresa Silva
Francisco Lopes da Fonseca
Rita Dias Costa
Ricardo Ferreira
Luiza Cadaval de Sousa
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1852796151699850/

Actualização:
Este voto de pesar foi votado em Assembleia de Freguesia

Os Vizinhos do Areeiro estiveram na reunião entre o “Morar em Lisboa” (que integramos) e o Bloco de Esquerda sobre Alojamento Local de 29.11.2017

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“O movimento cívico “Morar em Lisboa” e o BE saíram hoje satisfeitos do Parlamento, depois de uma reunião que serviu para ouvir as propostas do partido à alteração do decreto-lei relativo ao Alojamento Local (AL).

Em declarações à agência Lusa, o deputado bloquista Pedro Soares mostrou-se satisfeito com a reunião e disponível para debater este projeto de lei, com mais associações não só de Lisboa, mas também do país inteiro, frisando que “esta questão essencial” não é problema do BE, mas sim da “habitação e capacidade de acesso à habitação por parte dos cidadãos”.

Por seu lado, os representantes da plataforma cívica, Leonor Duarte da Academia Cidadã, António Machado, da Associação de Inquilinos Lisbonenses, e Jorge Moreira, do Movimento Vizinhos do Areeiro, saíram do encontro com alguma positividade, revelando que sentem que o partido está do seu lado.

O deputado clarificou que a estratégia bloquista assenta “em dois pilares”, sendo que o primeiro passa pela “clarificação do conceito de AL”, com vista a “impedir” que este “seja aproveitado pela indústria hoteleira”, e o segundo passa por adjudicar as regras do AL às autarquias.

“Este fenómeno do Alojamento Local extravasou completamente aquele que era o seu conceito inicial, de partilha de habitação, vindo da economia de partilha, e passou a ser uma indústria que está a ser promovida pela própria industria hoteleira e entidades imobiliárias que estão a aproveitar esta flexibilidade e facilidade que há no AL para levarem a cabo empreendimentos turísticos, fugindo completamente ao conceito de AL”, afirmou.

O presidente da Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação do BE disse ainda que “é necessário intervir nesta questão”, numa base de “regulamentação e regulação”, devido aos benefícios de “impostos”, “menos exigências de segurança, higiene e serviços prestados”, que estão “protegidos debaixo do chapéu do AL”.

Relativamente ao segundo ponto fulcral da proposta do BE, que passa por “trazer as autarquias para a regulação do AL”, nomeadamente, que estas “possam aprovar regulamentos municipais que definam zonamentos, que estabeleçam quotas para o AL, em função da capacidade de oferta de habitação de cada uma dessas áreas”.

“Isto para impedir que haja processos de gentrificação desses territórios, ou seja de expulsão dos seus habitantes que, por terem rendimentos menores, são expulsos pela pressão exercida pelo turismo e nós estamos a sofrer isso nas nossas cidades em Portugal”, acrescentou.

Na perspetiva do movimento “Morar em Lisboa”, este encontro serviu para “defender os interesses dos habitantes da cidade”, visto que as “preocupações” de ambas as partes “coincidem”, tendo em conta que “são os residentes, que têm que receber os turistas, não são os turistas que têm que aturar os residentes ou suportar os residentes”.

“Fundamentalmente, [a proposta do BE] pareceu-nos bem, estamos de acordo. O que fizemos foi contribuir com alguns aspetos mais precisos e da nossa experiência, aproveitando também para dar informações sobre como está a funcionar a perda de rendimento no AL, nomeadamente em termos de mercado. A nossa sensibilidade é de que as habitações que estão a sair do AL, estão a ir para a especulação e não para o arrendamento”, denunciou Leonor Ribeiro.”

https://www.dn.pt/lusa/interior/morar-em-lisboa-e-be-satisfeitos-depois-de-reuniao-sobre-alojamento-local-8953645.html

Alameda Dom Afonso Henriques, 64: Protesto

Alameda Dom Afonso Henriques, 64 - Está prevista para aqui a expulsão de moradores e a conversão (com demolição total do interior) num novo hotel (11)

“Enquanto cidadãos e residentes exprimimos o nosso protesto contra a demolição do edifício Alameda Dom Afonso Henriques, 64, com manutenção de fachada e vestíbulo.
Este edifício, projectado em 1943, e construído ainda na década de 1940 está inscrito, na sua totalidade (interiores inclusive), no Inventário Municipal do Património (anexo ao PDM lote 03.35) e apesar do mau estado de conservação de algumas partes do seu interior (por abandono dos proprietários) não apresenta nenhuma justificação técnica que exija esta demolição e a consequente expulsão dos seus últimos inquilinos.
O prédio (em estilo “Português Suave”) integra-se harmoniosamente num conjunto arquitectónico de época e tem uma grande qualidade de construção sendo da autoria de Lucínio Guia da Cruz. A sua reabilitação é, tendo em conta o abandono a que foi votado por vários proprietários (entre eles o Estado), é premente, mas a sua integração harmoniosa no conjunto arquitectónico da Alameda deve ser preservada assim como os seus interiores com acabamentos de grande qualidade (chão em madeiras exóticas e nichos de entrada de apartamento de primorosa qualidade).
Tendo em conta a existência de edifícios de menor qualidade que poderiam ser demolidos para este fim e de planos para a construção de dezenas de hóteis e hostels em Lisboa, a oferta alargada de Alojamento Local e o aumento brutal dos preços do imobiliário em Lisboa a recuperação deste edifício para a habitação (uso que tem actualmente) é, ademais, absolutamente racional e lógica.”

Subscrevem:

Rui Martins
Jorge Oliveira
Elvina Maria Reis Rosa
Filipe Guedes Ramos
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Elsa Felizardo
Nuno Miguel Cabeçadas
Maria João Morgado
Cátia Mendes
Filipa Ramalho Rickens
Rodrigo Brito
Luis Seguro
Mariana Bettencourt
Zé Pedro Leitão
Teresa Raposo
Patrícia Matos Palma
Isabel Tomas Rodrigo
Ana Figueiras
Emilio Santos Pinto
Ivo Gama
Maria Teresa Inglês Agostinho
Cecília Gonçalves Bastos
Cláudia Rocha
Jacinto Manuel Apostolo
Dulce Amaral
Maria Cereja
Cristina Azambuja
Beatriz Maia
Luis Manuel Mesquita Dias
José Vieira Mesquita
Maria Lourdes Alves Gouveia
Luís Pereira Dos Reis
Mary Millicent
Diogo Martins de Carvalho
Mafalda Toscano Rico
Fernando Borges
Ilda Cruz
João Chambers
Abel Seixas
Dina Lopes
Maria Estima
Sousa Pirata
Cristina Milagre
Maria Julieta Mendes Martins
Rosa Branca Graça
Sandra Henriques
João Almeida Silva
Lezíria Couchinho
Lau C. Pereira
Alexandra Cordeiro
Maria Ana Neves
Beatriz Granja
Ana Paula Pimenta
Virginia Ribeiro Ferreira
Conceição Rebelo
Carolina Guerreiro
João Ribafeita
Dina Correia
Sónia Barbosa
Ana Saraiva
Cesaltina Ramos
Rogério Martins
Josina Almeida
Nuno Domingos
João Da Costa Tavares
Alexandra Maia Mendonça
Joana Duarte
Ana Paula Sampedro
Maria Luisa Ferreira
Luis Barata
Ana Vicente
Pedro Correia
Elsa Santos Alípio
Ana Paula Bárcia
Álvaro Tição
Maria Anabela Melo Egídio
Maria Lurdes Oliveira
José F. Marques
Sandra Leite
Ana Estorninho
Clara Melo
Paula Cabeçadas
Luisa Martins de Carvalho
Francisco João Velez Roxo
Gonçalo Correia
Joana Martins
Angelica Guarda
Helena Sá Leonardo
Julio Malaquias
Rita Martinez
Nuno Vasco Franco
Sofia Pimentel
Ana Paula Magalhaes
Nuno Ramalhete
Pedro Sanchez
Carla Rodrigues
Sara Curado Queiroz Ribeiro
João Baptista
Filipe Aparício
Fernando De Sousa Ferreira
Rui Martinho
João Paulo Feliciano
Francisco Lopes da Fonseca
Pedro Paulouro
João Firmino
Pedro Pinheiro Vaz
Luiza Cadaval de Sousa
Mau Madureira
Leonor Duarte
Sílvia Baptista
Renata Fiúza Belo
Bruno Beja Fonseca
Sofia Mira de Almeida
Marta Borges
Ana Gama Marques
Luisa Cativo
Gonçalo Magalhães Carvalho
Isabel Costa Cabral
Fátima Sá
Paulo Maia De Loureiro
Maria Inês Courela
Ines Pintado Maury
Em:

Desperdício de água nas regas automáticas da Junta de Freguesia do Areeiro [actualizado]

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Video: https://www.facebook.com/RuiMartinsLx/videos/10156134635644050/

Em 11 de Novembro pedimos à Junta de Freguesia do Areeiro a revisão dos sistemas de rega automática (e reparação dos aspersores avariados) no Jardim da Praça de Londres cujos aspersores estavam (e estão) desperdiçando água sobre o passeio.
Nos dias seguintes recebemos indicações de moradores de que o mesmo estava a suceder na Afonso Costa, Guerra Junqueiro, Praça Francisco Sá Carneiro, Gago Coutinho e Fernando Pessa (pelo menos).
Reiteramos o pedido para que a frequência destas regas seja revista, os aspersores reparados e reposicionados por forma a adaptar os consumos de água ao período de seca extrema que o país atravessa.
Requeremos resposta no âmbito do Art 61 do CPA

Subscrevem:

Rui Martins
Jorge Oliveira
Filipe Guedes Ramos
Anabela Nunes
Maria Cortez Caetano
Rui M. Sousa
Luis Seguro
Mariana Bettencourt
Teresa Raposo
Leonilde Ferreira Viegas
Isabel Tomas Rodrigo
Pedro Pinto
Catarina Rebelo
Maria João Gracio
Ana Costa
Jacinto Manuel Apostolo
Dulce Amaral
Belicha Geraldes
Catarina Syder Fontinha
Patrícia Tavares Rocha
Helena Martins
Maria Helena Simões
Nuno Maldonado Tuna
Thaisa Boleta
Suzete Reis
Luís Pereira Dos Reis
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Ana Salazar
Maria Adelaide Nuncio
Maria Louro
Jaime Amores
Rosa Branca Graça
Ana Sofia Matias
Teresa Clara Durão
Bernardo Kahn
João Ribafeita
Sofia Proença
Lúcia Caetano
Rita Brito Pires
Sampedro Ana Paula
Clara Melo
Margarida Suárez
Fernando De Sousa Ferreira
Francisco Lopes da Fonseca
Bruno Beja Fonseca
Rita Amores
Filipa Magalhães Carvalho

 

Actualização de 7.3.2018

“Tínhamos até há poucos dias 77% do território nacional em Seca Extrema. Que medidas estão pensadas para reconverter os espaços verdes que existem no município. A freguesia do Areeiro tem vastas áreas relvadas que são muito bonitas mas  no entanto consomem recursos hídricos de forma irracional para os dias de hoje e para as condições que conhecemos. Existe alguma campanha aos municipes para  um consumo mais racional da ágia nomeadamente dos banhos porque as pessoas não têm noção das quantidades que as pessoas consomem” (…) “não gostava que Lisboa passasse um dia pela situação da Cidade do Cabo”

Vizinha do Areeiro Patrícia Matos Palma

“No jardim que está junto ao novo Centro de Saúde (por construir nos Serviços Sociais da CML na Afonso Costa) todas as instalações em termos de novos espaços e estamos a falar de cerca de 240 hectares (…) tem sido feito com sistemas de rega eficiente, com espécies autóctones e pouca rega” (…) “e é bom que falemos de escassez de água quando chove porque devemos estar sempre atentos à escassez da água quer quando chive demais” (…) e estamos atentos às duas realidades” (…) 2:24:29 “hoje gastamos menos água no município do que gastávamos há uns anos atrás porque tomámos medidas de rega eficiente” (…) “podemos fazer mais e estamos num processo com as juntas de freguesia para reduzir o consumo de água. Há alguns relvados que é preciso ter na cidade (…) mas como sistemas de rega mais eficiente. Estamos a avaliar com todas as freguesias para conjuntamente com a EPAL introduzirmos sistemas de rega inteligentes (…) sensores de humidade para regarem apenas quando é preciso” (…) “temos uma empresa de distribuição de água que é a terceira  melhor do mundo em perdas de água. Regamos a maior parte dos espaços com água potável (…) temos cidades como Oslo que perdem 20 a 40% e nós não temos esse desperdício” (…) “por outro lado devemos reter a água e esta chuva que cai hoje nós no vale da montanha fizemos bacias de retensão para que ela se infiltre e melhor os aquíferos da cidade” (…) “estamos a realizar um estudo muito grande para podermos reutilizar a água vinda das ETARs que já fazemos em pequena escola nalgumas freguesias para lavagens de rua” (…) “para termos uma rede de distribuição de água reciclada na cidade e isso vai permitir não só a lavagem de ruas mas também a rega” (…) “mas é muito complexo. A legislação é de dificil apreensão, mesmo a europeia, porque temos que ter cautelas com a saúde” (…) “mas estamos a montar a rede de água reutilizada” (…) ” é inadmissível, do meu ponto de vista, que hoje as construções novas que os autoclismos não sejam abastecidos pelos banhos. 20% da água que gastamos nas nossas casas são dos autoclismos”

Vereador Sá Fernandes

“na nova construção de habitação de iniciativa pública que estamos a fazer os autoclismos já são abastecidos por aquilo que é agua desperdiçada nos lavatórios (…) por exemplo na nova construção no Bairro da Boavista, no Bairro Padre Cruz e no Bairro da Cruz Vermelha este modelo se repetirá. Bem como o aproveitamento das águas pluviais para reservatório de água para se poder, p.ex, utilizar na rega dos espaços verdes associados a cada fogo” 2:29:32

Vereadora Paula Marques

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

Abaixo-assinado de moradores sobre “Jardim dos Cavaleiros” (Anfiteatro Exterior da sede da CGD) [Em Resolução]

A entregar a:

Assembleia Municipal de Lisboa
Polícia Municipal de Lisboa
Oh Pereira e Bomba da Galp
IST e Filipa de Lencastre (Conselhos Directivos)
Administração da CGD

Os abaixo-assinados pedem:

  1. aos estabelecimentos “Oh Pereira” e “Bomba da Galp” da Rua do Arco do Cego que:
    1. mantenham no seu exterior, durante o horário de funcionamento, contentores que ao fecho, recolhem novamente, devendo zelar pela limpeza exterior também durante o período normal de laboração
    2. colaborem na recolha de copos de plástico (Oh Pereira) e de garrafas de cerveja (Galp) no Jardim em frente
    3. coloquem junto ao balcão e à saída/entrada apelos a comportamentos cívicos por parte dos seus clientes
    4. que, por cada 10 copos de plástico devolvidos ao balcão, com um cartão de cliente (ou similar) emitam um carimbo que, ao fim de dez carimbos, valha por uma cerveja gratuita
  2. à Câmara Municipal / Assembleia Municipal que avalie a proibição da venda de álcool para o exterior a partir de determinada hora nestes dois estabelecimentos (à semelhança do que se fez junto ao Jardim do Arco do Cego) e que avalie a instalação, neste local, de videovigilância. Assim como que reavalie o espaço frente ao Oh Pereira por forma a não convidar à concentração de pessoas em consumo de álcool neste local (instalando, eventualmente, um espaço verde)
  3. à Polícia Municipal e à PSP que realize rondas frequentes nesta zona por forma a dissuadir e impedir as concentrações/corridas e exibições de acrobacias de moto que se realizam aqui regularmente.
  4. à Administração da CGD que limpe, frequentemente, a urina putrefacta que se acumula nas escadarias do Anfiteatro, que realize com a sua segurança rondas neste local que impeçam estes comportamentos e atitudes e eventualmente avaliando outras medidas mais estruturais de impedimento de acesso a determinadas zonas do Jardim e/ou anfiteatro e escadas
  5. à Junta de Freguesia do Areeiro que coloque apelos ao respeito pelo ambiente e pela comunidade na zona que circunda o “Jardim dos Cavaleiros” e que proceda à limpeza regular na zona do jardim e no Bairro do Arco do Cego da acumulação de urina e outros dejectos humanos.

 

Nome Completo BI ou CC Assinatura

 Uma petição dos Vizinhos das Avenidas Novas e dos Vizinhos do Areeiro
 vizinhos.das.avenidas.novas@gmail.com https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.das.Avenidas.Novas/
 vizinhos.do.areeiro@movv.org https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/
Resposta da CGD de 22.12.2017:
“No seguimento do seu contacto, sobre o tema em assunto, ao qual dedicámos a nossa melhor atenção, somos a prestar os esclarecimentos que se seguem.
Começamos por apresentar as nossas desculpas pela demora verificada; a situação reportada impôs a consulta de outras áreas da Caixa, no sentido de ser clarificado o exposto.
É nosso propósito que o espaço em causa mantenha o princípio da sua génese, tal como inscrição ali colocada, em 1995: “Este jardim com auditório de ar livre, construído em terreno propriedade da Caixa Geral de Depósitos e inicialmente destinado a uma ala do seu Edifício – Sede, é colocado ao serviço da cidade para aqui se abrir mais um espaço de cultura e lazer”.
Damos nota de que, não obstante as circunstâncias de que nos dá nota, a Caixa está atenta à situação e a zelar pela manutenção daquele espaço, intervindo nas instalações eletromecânicas, na limpeza e na manutenção do jardim.
Lamentando o sucedido quando ali deslocou, informamos que a Caixa continuará a desencadear as iniciativas que lhe cabem e estejam ao seu alcance, com vista a assegurar a qualificação do espaço em apreço.
Apresentamos os nossos melhores cumprimentos,
Direção de Organização e Qualidade
 Ana Águas
(Diretora Adjunta)

Actualização de 28.12.2017
1. A CGD está a limpar com maior frequência o jardim
2. o Oh Pereira vai fechar às 23:00
3. o abaixo-assinado baixou a uma comissão da Assembleia Municipal de Lisboa:
http://www.am-lisboa.pt/401500/1/008489,000383/index.htm

Nota:
Esta foi uma iniciativa conjunta dos
https://www.facebook.com/groups/vizinhos.das.avenidas.novas/
e dos
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/

Varandas e Beirais em Risco de Queda no Areeiro [Resolvido]

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Consulte em
https://www.facebook.com/notes/vizinhos-do-areeiro/varandas-e-beirais-em-risco-de-queda-no-areeiro/1842895026023296/
Enviada à CML, Polícia Municipal, Assembleia Municipal de Lisboa e Junta de Freguesia do Areeiro a 24.11.2017

Actualização de 11.12.2017:
Em processamento pelo Serviço Municipal de Protecção Civil e pelo Regimento de Sapadores Bombeiros
Nota: Todos estes prédios são, ao que parece, de propriedade privada (com excepção dos sitos no Bairro da GNR)

Sugestões sobre Obras na Avenida Padre Manuel da Nóbrega [Parcialmente Respondido]

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Enviada à CML:
“Após recolhermos informações de vários moradores eis os pendentes que reúnem maior consenso das Obras na Av Padre Manuel da Nóbrega:
1. Lomba levantada com reforço e marcadores luminosos na passadeira da escola
2. Estacionamentos de grandes camionetas nos lugares de passagem (devia ser apenas local de paragem): Já reportado à CML em 2016. Estes estacionamentos ocorrem, muitas vezes quando existe a faixa adjacente e à direita da faixa BUS, que lhes está destinada, vazia.
3. Reforço de iluminação (candeeiros) junto à passadeira que serve a escola Luís de Camões
4. Reposição da Praça de Táxis no lugar original por forma a facilitar o acesso aos utentes com dificuldades de mobilidade”
Já pedido:
1. Arranjo superior junto à Praça: Já agendada para dezembro via Metropolitano
2. Base de cimento do quiosque que estava junto da Pastelaria Cinderela: Já agendada para dezembro via Metropolitano
3. Limpeza dos cais do Metro: Já pedida à Junta (e ao Metro, via CML)
4. A passadeira de entrada na Manuel da Nóbrega também precisa de ser pintada: Já agendada para dezembro via Metropolitano
Resposta da CML de 15.11.2017
“O 1 e 2 estão já em análise na DMMT, a quem dou CC.
Assim que definida a solução de 1, a UITC poderá executar.
A 4 só deverá ser revista após conclusão obras do metro.
A 3, encaminho, pelo presente, à Sra Chefe Divisão de Iluminação pública, Arqta Paula Mâncio, solicitando a devida análise, pedindo ao Eng Rui Simão o competente apoio e acompanhamento.”

Sabia que… no Regulamento Municipal do Arvoredo

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#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido atar objectos em árvores que danifiquem os tecidos vegetais?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido fazer despejos em canteiros ou caldeira que prejudiquem as árvores?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido efectuar rolagem (cortar rente um ramo) de uma árvore em qualquer circunstância?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido substituir exemplares removidos por espécie diferente excepto se enquadrado num plano de substituição de arvoredo?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido alterar a caldeira de uma árvore ou eliminá-la (pavimentando) excepto se tal for enquadrado num plano de intervenção aprovado pela CML?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo as intervenções nas árvores nos domínios privados dependem da prévia autorização do presidente da CML ou da Junta para:

atar ou pendurar objectos e obras que interferem com o sistema radicular?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo durante a realização de obras deve ser colocada uma cercadura na zona de segurança da árvore, fixa e com dois metros de altura?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo, a aproximação, em escavações a árvores, deve ser feita manualmente ou com o auxílio de jacto de água com pressão adequada?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo, quando em obra, as raízes expostas das árvores devem ser cobertas por um geotêxtil regado em permanência por sistema de aspersão?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo na zona de proteção do sistema radicular das árvores não é permitido o derrame de pó de pedra ou cal nem a concentração de água provenientes de obras?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo os limites externos das caldeiras das árvores devem estar sobreelevados em relação ao pavimento por forma a garantir a sua correcta percepção como obstáculo por invisuais?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a área das caldeiras das árvores deve estar protegida por grades, grelhas ou outros elementos que garantam a penetração de água mas protegendo-o e que tenham um sistema anti-roubo?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo os avisos de intervenção em arvoredo devem ser afixados incluindo os motivos, a entidade que efectuará o abate e sempre com a antecedência de dez dias?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo, a comunicação das intervenções no arvoredo deve ser afixada nos locais de aviso da freguesia, nos sites da CML e da Junta de Freguesia?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a afixação de avisos nas árvores deve ser feita com fita adesiva por forma a não causar danos no arvoredo? Em nenhum caso é permitido o uso de pregos ou outro material com perfurações da casca ou no lenho da árvore.

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo as juntas podem proceder ao abate urgente de árvores que representem um risco para pessoas e bens mas apenas depois de uma avaliação devidamente certificada?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a fiscalização das disposições do regulamento compete à Polícia Municipal e aos serviços técnicos da CML e das Juntas?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a negligência no cuidado e tratamento das árvores são puníveis por coimas?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a entidade gestora do arvoredo deve elaborar um plano de plantações anuais sendo que os trabalhos de plantação devem ser executados em janeiro e fevereiro para a generalidade das espécies e em abril e maio para os jacarandas e tipuanas?

Regulamento Municipal do Arvoredo