Pedido de nova passadeira junto a uma das saídas laterais da CGD [Respondido]

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“Recentemente, e a pedido de moradora do Bairro do Arco do Cego abordámos a CML no sentido de apurar se seria possível instalar uma nova passadeira junto a uma das saídas laterais da CGD.
A resposta dos técnicos da autarquia foi de que “a proposta de localização de uma passadeira na Rua Brito Aranha, no enfiamento da Rua Ladislau Piçarra e de um dos acessos pedonais ao edifício sede da Caixa Geral de Depósitos (…) iria criar problemas de mobilidade e acessibilidade universal uma vez que se estaria a promover o atravessamento para uma zona ‘sem’ saída para utentes com dificuldades de mobilidade, nomeadamente pessoas em cadeira de rodas (a única saída é através de uma escadaria com 12 degraus e espelho de aproximadamente 15cm);
Tal intervenção obrigaria ainda a intervenção física uma vez que a passadeira teria de ser recuada de modo a não ficar no enfiamento do acesso viário à Rua Ladislau Piçarra, o que obrigaria à supressão de pelos menos 2 lugares de estacionamento;
De observação feita no local verifica-se que apesar de existir algum volume de tráfego pedonal nesta zona, este é de facto mais intenso a poente, no acesso ao parque de estacionamento, no acesso à Rua Reis Gomes e no acesso à Rua do Arco do Cego;
Assim, entende-se que a proposta apresentada não deve ser considerada.
No entanto, ir-se-á aferir com a Junta de Freguesia do Areeiro a possibilidade de implantação de uma passadeira no enfiamento da Rua Reis Gomes. Entende-se que esta será a zona mais adequada uma vez que é onde se identifica um maior volume de tráfego pedonal de atravessamento e que permite assegurar a mobilidade e acessibilidade universal (livre circulação de todos os peões independentemente das suas dificuldades e limitações físicas)
Câmara Municipal de Lisboa”

Sendo que os moradores que requereram esta intervenção concordam com os argumentos apresentados e a alternativa apresentada.

“Zé Pedro homenageado por unanimidade na Assembleia Municipal de Lisboa com minuto de palmas” [Revista de Imprensa]

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“Existe também a proposta de dar o nome de Zé Pedro a uma parte do jardim da Praça de Londres, no Areeiro, zona da cidade onde vivia”
Sendo que a notícia da Lusa se refere à proposta dos Vizinhos do Areeiro (com ideia do Nuno Cortiços):
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/…/proposta-a-cml-j…/

Intervenção na Assembleia Municipal de Lisboa no Debate sobre “Segurança e Vida Nocturna”

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Breve intervenção, hoje, na Assembleia Municipal de Lisboa, referindo alguns dos temas que aqui, nos Vizinhos do Areeiro mais têm surgido:
 
1. O Areeiro não é o foco, felizmente, da insegurança em Lisboa mas tem problemas:
1a. Um aumento recente de assaltos a casas (desde Outubro) e de furtos a bicicletas e a peças de bicicletas
1b. Vandalismo gratuito ligado ao consumo de álcool na via pública
1c. É preciso qualificar zonas como a parte superior da Fonte Luminosa e responder a este novo fenómeno do consumo de álcool em jardins e praças públicas (note-se que, apesar disso, existe um factor positivo na dinamização e ocupação desses locais que não pode ser desprezado)
 
2. A percepção de insegurança é também provocada
2a. pela presença de comunidades nómadas (romenas): um problema de solução difícil mas que merece melhor foco das autoridades
2b. Pelo aumento do número de tags: Neste respeito é importante limpar em menos de 24H mecanismo que tem dado bons resultados nos EUA
 
3. Meios PSP
3a. Multiplicam-se as notícias de faltas de meios humanos e materiais (viaturas). Há também relatos de os agentes demorarem mais de uma hora a chegarem às ocorrências e alguma confusão quanto à área que abrangem as duas esquadras que servem esta freguesia.
3b. Reiterámos o pedido que, em subscrição pública, já fizemos para o reforço do policiamento a pé da Polícia Municipal por forma a colmatar essa eventual falta de meios da PSP e a criar assim (são competências diferentes) um novo sentido de segurança na população.

Proposta à CML: Jardim Zé Pedro [Respondida]

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Os subscritores apelam à CML (Comissão de Toponímia) e à Junta de Freguesia do Areeiro que atribuam ao espaço verde onde se encontram as estátuas do antigo cine-teatro Monumental a designação de “Jardim Zé Pedro” em homenagem a Zé Pedro, guitarrista e fundador da banda Xutos & Pontapés e uma das figuras mais queridas do panorama musical em Portugal, que faleceu, aos 61 anos, em Novembro na sua casa na freguesia do Areeiro.

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Elvina Maria Reis Rosa
Cláudia Casquilho
Anabela Nunes
Filipe Guedes Ramos
Paulo Ferrero
Nuno Dinis Cortiços
Vitor Manuel Teixeira
Filipa Ramalho Rickens
Luis Seguro
Maria Cortez Caetano
Mira de Lacerda
Maria João Morgado
Vitor Martins
Zé Pedro Leitão
Alexandra Reis
Ana Figueiras
Pedro Pinto
Carla Sofia Duarte
Isabel Tomas Rodrigo
Patrícia Matos Palma
Mariana Bettencourt
Mariana Tavares
Maria Da Graça Augusto
Victor Serra
Emilio Santos Pinto
Ana Costa
Zélia Brito
Patricia Alves
Leonilde Ferreira Viegas
Leonardo Rosa
Ilda Cruz
Lourdes Paz
Carla Pires
Carlos Conceicao
Celestina Costa
Abel Seixas
Cátia Ferreira
Helena Juliao
Jaime Amores
Julia Aguiar
Francisco Pereira
Teresa Lopes
Constança Pasadas
Maria Júlia
Amelia Sousa Nunes
Dulce Amaral
Ana Abreu
Cristina Milagre
Carla Coimbra
Zélia Pereira
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Lezíria Couchinho
Teresa Fernandes
Cristina Brás
Jacinto Vieira
Conceição Melo
Margarida Seguro
Susana Oliveira
Alexandra Marina Mendes
Maria Joao Gouveia
Pedro Bordalo
Rosário Costa
Beatriz Granja
Cristina Marín
Manuel Jesus
António José Domingues Ramos
Fatima Lalanda
Pedro Farinha
Paula Regina Santos
Graça Margarido Mick Greer
Fernando Borges
João Ribafeita
Teresa Amorim
Teresa Gomes
Maria Cereja
Teresa Ferreira
José Vieira Mesquita
Vera Peixoto
Margarida Amores Trindade
Claudia Cardoso
Helena Junqueiro Leitão
Miguel Mendes Zegre
Carla Valério Luís
Catarina Macedo
Alexandra Maia Mendonça
Joana Duarte
Maria Esmeralda Gaudêncio
Cristina Maria Martins
Maggie Menezes Leitão
Sampedro Ana Paula
Maria Luisa Ferreira
Maria Conceição Silva
Sílvia Martins
Maria Concepcion
Sandra Rocha
Lucilia Guimaraes
Ana Vicente
Daniela Correia
Eduardo Pessoa Santos
Maria Lemos E Sousa
Luisa Almeida
Nilde Pinto
Pedro Correia
Suzete Reis
Maria João Serra
Elsa Santos Alípio
Ana Paula Bárcia
Laura Villaverde
Álvaro Tição
Susana Vicente
João A. R. Sovelas
Elisabete Carvalho
José Pedro S. Carvalho
Maria Lurdes Oliveira
Elisabete M. Giga Marianito
Sara Santos
Inês Pina Cabral
Luís Caixinhas
Sara Reis
Ana Vila
Isabel Castelo Branco
Isabel Vide
Nuno Santos
Paula Amoroso
Ângela Pirralho
Antonio Mendes
Inês Carriço
Olga Lomba Correia Guedes
Lucia Carvalho
Julio Malaquias
Paulo Silva
Eduarda Figanier de Castro
Manuela Paixão
Filomena Figueiredo
Isabel Passos Sousa
Manuela Viegas
Fatima Aparicio
Gonçalo Mateus Silva Santos
Luis Santos
Luis Chastre
Isabel Primoroso
Vera Silva Silva
Maria José Esteves
Carriça Ferreira
Ana Sofia Rosa
Maria Jose Diegues
Tiago Moura Gonçalves
Eva Falcão
Daniela Pereira
Joaquim Claro
Francisco Lopes da Fonseca
Rita Dias Costa
João Firmino
Ricardo Ferreira
Vasco Belo Agostinho
Ana Estrela
Francisca Villas
Marta Borges
Mary Millicent
Catarina Rebelo
Marta Fonseca
Manuela Cabeçadas
Ana Bacalhau
Fábio V Costa
Ana Guerreiro
Ana Flor
Mariana Salgueiro
Fátima Sá
Rita Morais

https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1853547668291365/

A que se devem somar todos os subscritores da Comissão de Moradores da Praça Pasteur

Resposta da CML de 07.12.2017
“A proposta de homenagem toponímica a Zé Pedro, subscrita pelos Vizinhos do Areeiro, email infra, foi rececionada nestes serviços e deu origem à abertura do respetivo processo de atribuição de topónimo. Este será levado, em tempo, à apreciação da Comissão Municipal de Toponímia, órgão consultivo da edilidade para esta área de intervenção, cujos Princípios Orientadores estão regulamentados na Postura Municipal de Toponímia e Numeração de Polícia.”

Sendo estes regulados pela “Postura Municipal de Toponímia e Numeração Policial” onde se lê que a apreciação “deve ter em conta” a “b) A atribuição do topónimo apenas deve ocorrer decorridos 5 (cinco) anos sobre a morte da personalidade”. Sabendo que o “ter em conta” não é uma condição “sine qua non” o que significa que o limite de cinco anos se trata apenas de um factor de ponderação e que, sobretudo, existe nesta postura o ponto “2 – Em casos excecionais, devidamente fundamentados, pode ser adotada uma solução distinta do disposto nas alíneas a) e b) do número anterior” estamos convictos que o processo se encontra bem encaminhado para um desfecho rápido e que se materialize neste jardim, frequentado pelo Zé Pedro e a algumas dezenas de metros da sua casa, a memória à sua obra e ao seu trabalho em prol da música portuguesa, a designação “Jardim Zé Pedro”.

Actualização de 8.3.2018:

Actualização

“Pedimos uma homenagem para um Jardim Zé Pedro no espaço que fica à direita da Igreja São João de Deus. Um espaço que não tem nome especial e que tem estátuas alusivas à música e que poderia ser interessante para (…) esse espaço poderia ser usado para um concerto de Rock ou algo associado às actividades que existem durante o Verão”

Vizinho do Areeiro Rodolfo Franco

“O Zé Pedro morava na Av de Paris e passeava e falava com as pessoas neste jardim”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“Em relação à atribuição de um topónimo Zé Pedro a um jardim aqui na freguesia. Temos recebido várias propostas de várias freguesias e estamos a analisar os vários pedidos”

Vereadora Catarina Vaz Pinto

“Aquelas estátuas eram as estátuas que estavam no Cinema Monumental e vieram aqui parar com a demolição do Monumental”

Vereador Sá Fernandes

“Há uma razão histórica para os Olivais mas estamos a analisar as várias propostas que temos”
Fernando Medina

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização de 19.09.2019:
Agradecemos a  proposta, subscrita pelos “Vizinhos do Areeiro”, de homenagem de memória a Zé Pedro da banda Xutos e Pontapés, atribuindo o seu nome a um arruamento da cidade de Lisboa.

No entanto, vimos com este informar V. Exª. que a atribuição de topónimos na cidade só se verifica passados cinco anos da data do falecimento, sendo um dos princípios orientadores da Comissão Municipal de Toponímia, entidade consultiva da edilidade para a área.

Nesse seguimento, a Postura Municipal sobre Toponímia e Numeração de Polícia estipula no seu artigo 5º/Princípios Orientadores, ponto 1:
“A apreciação das propostas de atribuição de topónimos por parte da Comissão Municipal de Toponímia deve ter em conta os seguintes princípios orientadores:
a) Não alteração dos topónimos existentes;
b) A atribuição de topónimo apenas deve ocorrer decorridos 5 (cinco) anos sobre a morte da personalidade;(…)”

 Resposta de 16.02.2020
“De acordo com o artigo 5º da Postura Municipal sobre Toponímia e atribuição de Números de Polícia, a atribuição de topónimos só deve ser atribuída após 5 anos da morte da personalidade, admitindo-se situações muito excecionais. A questão está já sinalizada junto da Comissão de Toponímia.”

Participação colectiva dos Vizinhos do Areeiro na “Operação de loteamento na Sacadura Cabral e Projecto em consulta pública” [Respondido]

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“Espaços Verdes:

1. Realçamos o desafogamento do jardim público abrindo mais as duas entradas

2. Poderia ser eventualmente pertinente ter em consideração que num terreno com estas dimensões o aparente fecho ou reclusão das zonas verdes desta forma, ainda que tenham acessos previstos, acarreta problemas de segurança e só se ganharia se houvesse uma maior exposição destas zonas ao domínio público de forma a gerar maior conforto na população

3. A questão fundamental é a abertura essencial do quarteirão à cidade para o usufruto do jardim pela população e não apenas umas passagens. Quanto ao hotel é também fundamental a bolsa de acesso para não cortar a via

4. O espaço verde deve ser publico e com vários acessos amplos. A arquitectura deve ser integrante com o património existente não criando clivagens

Estacionamento:

1. A zona de tomada e largada de passageiros do hotel parece exígua para um autocarro e automóveis em simultâneo. Há que acautelar que os autocarros não bloqueiem o trânsito tal como acontece nos outros hotéis da cidade e, muito especialmente, frente ao Hotel Roma (Av de Roma)

2. Devem ser salvaguardados os lugares de estacionamento previstos e em caso algum deverá ser licenciado posteriormente qualquer tipo de comércio que acarrete um volume de tráfego superior ao número de lugares que não estejam inicialmente contemplados

3. Avaliar a possibilidade do estacionamento em espinha como uma solução de aumento de lugares disponíveis.

4. Havendo um acréscimo significativo de população naquela zona roga-se ás entidades responsáveis uma fiscalização de estacionamento mais responsável e activa, com critérios que sirvam a comunidade

5. Na Sacadura Cabral já não há estacionamento suficiente para os moradores, assim vai-se construir algo que irá saturar mais uma zona já demasiado saturada de estacionamento. O Parque pago previsto não chegará, certamente, para compensar este aumento de uso. Ter em conta que hoje já temos um parque que comporta cerca de 400 carros diariamente, que irá desaparecer com o prejuízo de quem habita na zona.

Espaços de Gestão Municipal:

1. É saudar a inserção de um espaço de gestão municipal com uma cresce para 30 crianças, ATL e um centro de dia e lar para 70 utentes.

Trânsito:

1. Problemas de tráfego potencialmente ocorrentes em virtude da zona de serventia ao Hotel, verificando-se que não há existência de impasse que assegure o normal escoamento do tráfego quando ali pare um pesado de passageiros

2. Qual vai ser o impacto no escoamento do trânsito que se faz pela Sacadura Cabral, que a partir das 17:30, fica praticamente intransitável? A ter em conta: especialmente durante o período da construção

3. Se já actualmente a Rua David Sousa não tem capacidade de escoamento para tantos automóveis estas construções só poderão agravar, ainda mais, a situação. A abertura para a rua de Entrecampos devia ser de carácter permanente e não só em certas ocasiões. Temos 2 entradas para 1 saída de tráfego

Integração com a malha urbana da zona:

1. A criação de “mega quarteirão” apresentará dificuldades a nível de ligação com o existente, não só pela escala como pela arquitectura em si. Pede-se um especial cuidado ao(s) projectista(s) no sentido de garantir o estudo destes problemas da melhor maneira de forma a garantir um resultado que dignifique a malha onde se integra. Como está quebra-se o equilíbrio urbanístico nomeadamente na métrica dos quarteirões

2. Do lado interior da Sacadura Cabral, do lado do passeio norte a média de pisos é 4-5 até ao Cockpit Bar sendo que do passeio sul os prédios são todos da mesma altura 5 pisos. Mas estas novas construções terão 6, 7 e 8 andares: isso vai criar desarmonia no espaço urbano. O 7º piso, comparando com o conjunto dos prédios envolventes, parece excessivo

3. Se a Praceta só tiver acesso pela João Villaret será pouco prático, pouco seguro e rouba o espaço verde aos moradores do bairro, encerrando-o. Torna-o um jardim quase privado. Também não esquecer que o terreno tem um rio por baixo, nasce água e tudo.

4. Redesenhar o espaço em “H” por forma a reduzir a escala do quarteirão tornando-o mais “caminhável” e abrindo as zonas verdes, tornando-as públicas. A opção oferece também múltiplos acessos aos edifícios não centralizando tudo nas mesmas ruas. A compensação das áreas poderá ser conseguida mediante o aumento das cérceas dos blocos centrais

5. Seria interessante avaliar um projecto com uma praça tipo as que existem aqui na freguesia e que funcionam tão bem como a Afrânio Peixoto, Pasteur e João do Rio

6. Não se percebe o porquê dos gavetos terminarem em esquinas, ângulos rectos, e não assotados como as pré-existências.

7. Há dúvidas de que a “regra dos 45°”, altura das cérceas, esteja a ser violada. Existem volumetrias ou perfis transversais?

8. A creche não deveria possuir um jardim infantil para recreio das crianças?

9. A enclausura construtiva origina “ilhas de calor”: por falta de ventilação transversal, tem impacto na eficiência energético e na concentração de partículas leves, nocivas para a saúde.

10. Os quarteirões deveriam ser interrompidos na direção dos ventos dominantes; Norte em Lisboa. Se os túneis tem esse efeito, atenção à aceleração do vento, poderão tornar o jardim pouco aprazível.

Logradouro:

1. Consternação pela existência de um logradouro que aparenta grande susceptibilidade de ocorrência de situações que causem insegurança, dado o seu carácter escondido e acessos diminutos. Se o logradouro vai ser público devia ter uma entrada mais desafogada.

Comércio:

1. Os espaços comerciais a criar e as suas características devem contemplar as necessidades daquela zona, onde o pequeno comercio tradicional ainda (!) subsiste, de forma vigorosa, e não merece concorrência desleal por parte de mega superfícies de consumo. Tudo isto para tentar a salvaguarda das pequenas lojas de bairro existentes

Habitação:

1. É preferível que no sector habitacional existam várias tipologias, e ainda uma maior marcação nas esquinas, nomeadamente via torre com mais dois pisos (ver exemplos da Sidónio Pais/Antonio Augusto de Aguiar/Areeiro)

2. Propomos cotas para misturar as classes sociais, com contrapartida e a troco de mais m2, propomos torreões e mais altura nas esquinas para inclusive de forma psicológica, marcar a divisão, diversificar as tipologias, manter os arruamentos idênticos ao local.

3. Esperemos que seja realizado é cerzida a malha urbana com resolução de estacionamento comunitário no miolo do quarteirão. Pequenas pracetas de proximidade. Diversidade de lotes, com cotas para realojamento social e de inclusão no r/c

4. Os moradores dos prédios da Rua David Sousa vão ter visibilidade para os interiores dos quartos do hotel dado que a distância entre ambos parece ser demasiado pequena.”

Ruído:

1. As barreiras existentes não parecem suficientes sobretudo porque as medições são feitas ao nível do solo, e a linha está em forma de anfiteatro sendo ruído projectado para os pisos superiores. Assim em vez dos 80 dba legais registam-se frequentemente 96-104 dba (para quem não sabe um aumento de 3 dba significa o dobro do ruído, ou seja 8 x mais neste caso)

Obrigado ao Jorge Oliveira: sem o seu olhar atento não teria sido possível participar nesta consulta pública !
(E a todos os deram para aqui contributos:

Jorge Oliveira

Rui Martins

Pedro Stichini Vilela

Júlia Barros

Marina Pancadas

Nuno Dinis Cortiços

Leonardo Rosa

Gonçalo C. da Silva

Rodrigo Brito

Ana Paula Sampedro

Graça Margarido Mick Greer

Pedro Hebil

Resposta da CML:

“Na sequencia do pedido de informações relacionado com o desenvolvimento e localização do “Relatório de Ponderação” da consulta pública do processo 2142/OB/2002, venho por este meio informar de que e de acordo com a N/ investigação, trata-se de da proposta N.º 3/2018 (cujo assunto: Aprovar o deferimento da alteração ao loteamento promovido pela IMOVALOR FIIF, a realizar nos terrenos sitos na Avenida Sacadura Cabral, Freguesia do Areeiro. Mais info em http://www.cm-lisboa.pt/municipio/camara-municipal/reunioes-da-camara/todas-as-propostas?eID=dam_frontend_push&docID=56795

O relatório pode ser consultado  via sistema GESTURBE (ao qual não temos acesso) através da consulta da  inf. n.º 56631/INF/DLU/ GESTURBE/ 2017 (folhas. 854-859)”

Depoimentos de Moradores sobre a conversão em hotel do 64 da Alameda Afonso Henriques

Alameda Dom Afonso Henriques, 64 - Está prevista para aqui a expulsão de moradores e a conversão (com demolição total do interior) num novo hotel (11)

Para saber mais clique AQUI

Primeiro depoimento:
“Como representante neste processo e filho da inquilina do 3 Esq. do prédio sito na Alameda Dom Afonso Henriques 64 em Lisboa, alvo de aprovação pela CML, em 4 de Julho deste ano, por despacho do Vereador, de pedido de informação prévia (Proc. 117/EDI/2017) relativo à demolição do edifício acima descrito, com manutenção da fachada principal e do hall de entrada ocorre-me escrever umas breves linhas para que para além das pedras, se conheçam as pessoas que nele habitam, como é o caso da Sr.ª minha mãe cuja historia passa por procurar uma vida com melhores oportunidades em África para onde parte sozinha agarrada apenas ao seu recentemente obtido curso de enfermagem, ter de regressar passados mais de vinte anos sem nada, a não ser a família que lá constituiu e chegar a Lisboa com dois filhos ainda menores. Segue-se-lhe o trauma de tudo deixar, e o pouco que trouxe resumir-se a um caixote depositado debaixo daquela ponte onde tantos outros com a mesma sorte procuravam naquele dia os seus parcos haveres, (tinha dez anos e lembro-me desse cenário dantesco junto ao edifício do IARNE), o montar nova casa para dar inicio de novo a uma vida digna, o enviuvar e, eis que aos 92 anos, quando pela natureza da vida mais se não pede do que a deixar estar no canto das suas memórias, se arrisca a perder este seu esperado último refugio, o poder vir a ficar longe dos locais que ainda com uma relativa autonomia continua a frequentar tais como tomar o seu café no local onde continuam as amigas a encontrar-se, o seu supermercado onde todos os dias vai comprar qualquer coisa nem que seja para sair de casa, o seu cabeleireiro. Perder tudo isto nesta idade é desumano.”
Jorge Silva

Segundo depoimento:
“Nasci e cresci no nº 64 da Alameda D. Afonso Henriques em Lisboa onde actualmente resido e de onde corro o risco de ter de sair em virtude de existir um projeto de demolição do prédio para a construção de um hotel. Tenho 67 anos e voltei a residir aqui há cerca de 20 para me ocupar do meu pai idoso e doente. Entretanto vivi em França alguns anos e regressei depois a Lisboa tendo aqui prosseguido a minha carreira de professora universitária no ISCTE-IUL. Quando o meu pai, arrendatário do andar , faleceu herdei o arrendamento pelo facto de, por motivos de uma deficiência contraída ao nascer, me ter sido atribuído pela Direção-Geral de Saúde um grau de incapacidade de 80%. Este prédio não conhece obras mínimas de manutenção desde há mais de 30 anos tanto enquanto foi propriedade de um hospital público, o Hospital Rovisco Pais , na Tocha, Coimbra, como desde que foi adquirido há poucos anos pelo atual proprietário que o comprou em hasta pública. Os inquilinos têm, por isso, sido duplamente penalizados. Pela ausência de manutenção por parte dos senhorios que os inquilinos se têm visto obrigados a tentar substituir e , agora, pela ameaça de demolição do prédio. Não me parece justo”.”
Fátima Sá e Melo Ferreira

Pedido de Correcção de Passadeira na Av Gago Coutinho (junto à Pç Francisco Sá Carneiro (38.7426690, -9.1329230)


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Enviada à CML:
“Quanto a esta situação (reportada por moradores):
Poderiam corrigir  face ao exposto no Plano de Acessibilidade da Cidade de Lisboa, vol 2, pág. 172?
A guia orienta os invisuais para fora da passadeira do outro lado do atravessamento.
Obrigado”