Quantos trabalhadores em regime precário laboram na Junta de Freguesia do Areeiro? [respondida]

“Os Subscritores deste pedido à Junta de Freguesia do Areeiro gostariam de saber quantos trabalhadores em regime precário (avenças ou outro tipo de precariedade) estão actualmente ao serviço da autarquia, se existem planos para reduzir e internalizar estes recursos e quais são as motivações para a permanência deste tipo de relações laborais nesta autarquia local.”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Elsa Felizardo
Luis Seguro
Vitor Martins
Rodolfo Franco
Teresa Raposo
Raquel Leite
Mariana Bettencourt
Pedro Pinto
Cristina Azambuja
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Patricia Alves
Ana Miguel
Leonilde Ferreira Viegas
João Manso Pinheiro
Maria Saraiva
Fernando Pires
Maria Lourdes Alves Gouveia
Ana Paula Sampedro
Paulo Silva
Cristina Milagre
Zélia Pereira
Ana Martins da Cruz
Irene Coelho
Margarida Reis
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Susana Martins
Maria Lurdes Oliveira
Daniel Portugal
João Silva
Rui Martinho
Nadili de León

Actualização de 12.03.2018

30 de janeiro
“Quantos Trabalhadores Em Regime Precário Laboram Na Junta De Freguesia Do Areeiro?
Os Subscritores deste pedido à Junta de Freguesia do Areeiro gostariam de saber quantos trabalhadores em regime precário (avenças ou outro tipo de precariedade) estão actualmente ao serviço da autarquia, se existem planos para reduzir e internalizar estes recursos e quais são as motivações para a permanência deste tipo de relações laborais nesta autarquia local.”

  • «A Junta de Freguesia de Areeiro, tem a perspetiva de reconhecer e regularizar as situações identificadas como vínculos precários, à luz da Lei 112/2017, de 29 de dezembro, que estabelece quais as situações abrangidas pela regularização extraordinária de vínculos precários,.
  • De momento, o processo para a esta integração está em curso, devendo os respetivos procedimentos concursais de regularização iniciar-se assim que toda a informação necessária seja recolhida. Todas as informações relativamente aos mesmos serão disponibilizadas assim que tal esteja concluído.
  • Os planos de integração supracitados têm como intuito a regularização da totalidade das situações identificadas como vínculos precários pela legislação referida.» – Núcleo de Recursos Humanos

 

Sobre o fecho da 10ª Esquadra da PSP e consequente Abaixo-Assinado [Portugal em Directo (Antena 1)]

Os Vizinhos de Arroios e os Vizinhos do Areeiro estão no “Portugal em Directo” (Antena 1)
(sobre a ameaça de encerramento da 10ª Esquadra da PSP e o abaixo-assinado:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=NaoFechemEsquadraPSP)

para ouvir clicar AQUI

“Pode uma assembleia deliberativa ser uma boa ideia para melhor administrar Lisboa?” [O Corvo]

Há quem ache que as opiniões dos cidadãos da capital portuguesa poderiam ser aproveitadas de forma mais inteligente. E ajudarem no processo de decisão política da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Defendem, por isso, a criação de assembleias deliberativas na cidade, onde se sentariam pessoas escolhidas aleatoriamente, para se pronunciarem sobre determinadas questões. Sempre com a ajuda de mediadores e de peritos. Uma ideia avançada pelo colectivo cívico Vizinhos do Areeiro, para quem esta seria uma forma de garantir maior transparência na administração da capital. Evitar-se-ia assim, alegam, “a formação de lóbis e de grupos de interesses coligados”. Males de que padecerão os tradicionais órgãos democráticos e até outros instrumentos “alternativos”, como os orçamentos participativos, apontam os defensores do processo. Seria uma forma de aperfeiçoar o sistema democrático, alegam.

Texto: Samuel Alemão

Imagine que recebe, através de carta, de email ou de sms, um convite da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para ser pré-seleccionado para participar numa reunião onde estarão outros concidadãos da capital portuguesa, num número que pode ir dos 25 aos 150, e ali discutir algumas ideias e projectos a executar na cidade. Depois de demonstrar o seu interesse, e tendo sido um dos escolhidos com base numa triagem feita através de critérios de representatividade sócio-económica, vê-se sentado numa sala, lado a lado com pessoas com as quais, muito possivelmente, tem poucas ou nenhumas afinidades. Encetado o debate, sobre um tema ou conjunto de temas, liderado por um ou vários mediadores, ou “facilitadores”, e ouvindo peritos convidados, tentar-se-ia chegar a uma proposta comum, a votar pelo colectivo. A mesma seria enviada à câmara, para que a executasse. Funciona assim uma “assembleia deliberativa” e há quem a queira ver em prática em Lisboa.

“A prática da democracia deliberativa é o resultado um impulso que muitas pessoas sentem de participar mais nas decisões sobre a sua comunidade. Trata-se de uma variante da democracia participativa, conhecida, por exemplo, pelos orçamentos participativos, mas com a grande vantagem de corrigir os seus defeitos, ao não permitir a formação de lóbis e de grupos de interesses coligados”, explica Rui Martins, a face mais visível do muito activo movimento cívico Vizinhos do Areeiro, que lançou, nos primeiros dias deste ano, o repto à CML para a implementação da ideia. Lisboa seria, assim, a primeira capital europeia a fazer uso desta “ferramenta de assistência à decisão política”, permitindo uma melhor auscultação dos desejos da população. Além disso, alega o activista, a opção representaria um aperfeiçoamento na gestão da coisa pública, ao “permitir que não haja uma ligação entre quem apresenta uma proposta e quem a vai votar”.

Um cenário que, advoga Rui Martins, não está de todo garantido com o mais conhecido, e cada vez mais popular em Portugal, sistema de participação através de orçamentos participativos (OP) – sejam eles concelhios, de freguesia ou até de âmbito nacional. Em muitos casos, explica, verifica-se um “problema” relacionado com a existência de “colégios de voto” informais, em que determinados grupos ou entidades apresentam uma proposta num OP e, depois de a mesma ser validada e colocada a sufrágio popular, desenvolvem uma muita bem organizada e agressiva campanha de comunicação, visando recolher o maior número de votos. Uma perversão, afinal, do conceito de participação cívica, considera o activista cívico. Estará ele a pensar, por exemplo, no caso da freguesia de Carnide, que tem ganho sucessivamente as últimas edições do OP Lisboa, fruto de tal estratégia?, questiona O Corvo. “Sim”, responde.

O facto de os participantes nas assembleias deliberativas serem escolhidos de forma aleatória, a partir de uma base de dados dos cidadãos registados na cidade, garantirá um certo grau de distanciamento e isenção. É essa a presunção do colectivo Vizinhos do Areeiro, autor da proposta para a capital portuguesa. Além disso, cada pessoa só poderia ser convocada para uma determinada assembleia deliberativa, extinguindo-se a sua participação a partir do momento em que se produzisse a deliberação.

Estas são, aliás, características que têm muito em comum com o que sucede no sistema de grandes júris dos tribunais norte-americanos, onde os cidadãos são chamados a pronunciarem-se sobre casos judiciais concretos – ajudando os juízes na tomada de uma decisão. No fundo, trata-se de obter decisões que se aproximem o mais possível do sentimento da comunidade. Rui Martins defende que, através de um processo de selecção cuidado, será sempre possível “ter uma amostra suficientemente grande”. No caso, o número ideal, como base em experiências análogas, seria a de assembleias constituídas por 25 pessoas, se bem que se admita que tal número possa crescer, até a um máximo absoluto de 150.

Se aos olhos de alguns tal proposta poderá parecer algo estranha, bizarra até, bastará pôr os olhos em algumas das experiências que se vão fazendo lá fora para colocar as coisas em perspectiva. Os Vizinhos do Areeiro até dão uma ajuda, apontando para o que está a ser feito na República da Irlanda, a nível nacional. Naquele país, a assembleia deliberativa funciona como câmara consultiva do parlamento nacional e é constituída por uma centena de elementos, 99 deles escolhidos aleatoriamente entre os cidadãos – de forma a serem “largamente representativos do eleitorado irlandês” -, a que se lhes junta um mediador indicado por aquele órgão. O objectivo é pronunciarem-se sobre os principais assuntos relacionados com o futuro daquela nação, sendo que para cada um deles se forma uma assembleia deliberativa. A discussão resulta em relatório ou recomendações, a serem discutidas nas duas câmaras do parlamento (câmara de representantes e senado).

Mas existem outros exemplos, até mais aproximados do que agora se sugere aplicar na capital portuguesa. É o caso da cidade canadiana de Toronto, que possui um painel consultivo de cidadãos escolhidos aleatoriamente – num processo baptizado como “lotaria cívica” . No primeiro mandato, iniciado em 2015 e terminado a 18 de novembro passado, o Toronto Planning Review Panel era constituído por 28 membros. Mas, no novo mandato, a iniciar em breve, haverá mais quatro, aumentando o painel para 32, a fim de aumentar a representatividade do mesmo. “Este é um bom exemplo do que poderíamos vir a ter em Lisboa. Se assim fosse, poderíamos vir a ser a primeira capital europeia a ter uma assembleia deliberativa e a ser um bom exemplo, uma vez que este método promete aprofundar os processos democráticos”, diz a O Corvo Manuel Arriaga, autor do livro “Reinventar a Democracia – Cinco Ideias Para Um Futuro Diferente” e fundador do Fórum dos Cidadãos.

Arriaga considera, à imagem do colectivo Vizinhos do Areeiro, a aplicação este tipo de solução na capital portuguesa “traz a promessa de ter um painel de cidadãos espelhando de forma mais fiável a diversidade da população lisboeta, porque o sorteio assegura que não são as vozes do costume”. O professor na Stern School of Business da New York University (NYU) não tem dúvidas de que “as formas tradicionais de consulta pública trazem consigo um conjunto de enviesamentos, porque há cidadãos que se fazem representar mais activamente que os demais, seja porque têm mais tempo e recursos ou até opiniões mais vincadas”.

Uma realidade verificável, alega, pela forma como algumas dessas pessoas se mobilizam de forma bem mais clara do que as restantes, sempre que lhes é dada tal oportunidade. O docente e investigador vê, por isso, nas assembleias deliberativas uma excelente forma de aperfeiçoamento da democracia, sobretudo ao nível das câmaras municipais, “que são mais abertas à participação dos cidadãos”. “Estes processos geram ideias e propostas muito diferentes, porque são muito mais estruturados e pensados e também por se afirmarem como algo mais próximo do cidadão comum”, avalia Manuel Arriaga.”

http://ocorvo.pt/pode-uma-assembleia-deliberativa-ser-uma-boa-ideia-para-melhor-administrar-lisboa/

Faltam salas de atendimento a vítimas de violência domésticas nas esquadras que servem o Areeiro (Lisboa) [Respondido]

Segundo notícias recentes todas as esquadras da PSP terão atendimento a vítimas de violência doméstica em 2018 mas sabemos que as situações de emergência das vítimas de violência doméstica e de Pessoas Sem Abrigo não são atendidas na Esquadra da PSP das Olaias num gabinete especialmente preparado para esse efeito, mas ao balcão, ao alcance visual e auditivo de outros utentes e isto apesar de já existirem “salas de atendimento a vítimas em cerca de 63% das esquadras” (TSF) que “incluem uma equipa especializada para responder a estes casos e asseguram privacidade a quem denuncia”. Contudo, nem uma nem a outra situação estão implementadas na Esquadra das Olaias (que serve toda a freguesia do Areeiro).
Quando prevê o Ministério da Administração Interna que estas lacunas sejam resolvidas?
(a fotografia ilustra o Gabinete de Apoio e Informação à Vítima (GAIV) da PSP/Porto na esquadra do Bom Pastor)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Madalena Matambo Natividade
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Bernardo Lopes
Mira de Lacerda
Ana Mónica
Teresa Raposo
Jorge Martins
Isabel Tomas Rodrigo
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Miguel
Dulce Amaral
Maria Helena Simões
Alexandra Maia Mendonça
Belicha Geraldes
Maria Saraiva
Marta Fonseca
Mafalda Toscano Rico
Ana Paula Sampedro
Ilda Cruz
Jonhy Ferreira
Anabela Gouveia
Zélia Pereira
Eduardo Santos Ferreira
Ana Martins da Cruz
Margarida Seguro
Cristina Pinto
Dina Correia
Paulo Silva
Ana Teresa Freitas
Eduarda Gois
Joana Duarte
Maria Luisa Ferreira
Bruno Martins
Maria João Serra
Maria Lurdes Oliveira
Sílvia Ramos
Carla Caló
Maria Juncal
Rui Martinho
Fatima Lammar
Antonieta Soares Ribeiro
Rui Pedro da Ponte
Filipe Ruivo
Antonio Sequeira
Ruy Redin

 

Resposta do Ministério da Administração Interna de 22.01.2018

Entrevista de 17.01.2018 da Antena 1 aos “Vizinhos do Areeiro” e aos “Vizinhos de Arroios”

Seguintes temas dos Vizinhos do Areeiro e dos Vizinhos de Arroios abordados na entrevista:
1. O encerramento da 10ª Esquadra da PSP de Arroios (que serve, também, segundo o site da Junta, Areeiro)
2. O abate de 12 árvores por causa da construção do parque de estacionamento da Rua Margarida de Abreu
3. A existência de uma comunidade nómada, com vários problemas de saúde pública, entre a Quinta das Ameias e a Rua Margarida de Abreu
4. A proposta para a criação de uma Assembleia Deliberativa pela CML
5. A preservação das Ameias e das ruínas da capela da Quinta das Ameias
6. Os problemas (graves e crescentes) de insegurança no Areeiro
Estejam atentos às emissões da Antena 1…

Sugestões de melhoria à requalificação do Largo do Casal Vistoso [Respondido]

A requalificação do Largo do Casal Vistoso foi efectuada pela Junta de Freguesia através de do protocolo de transferência de competências pela Câmara n°396/2016 mas existem, pelo menos, três pontos que parecem merecer, ainda, revisão e eventual correcção:
1. O atravessamento da passadeira não é feito, geralmente, pelo local determinado. Ou se colocam barreiras de impedimento de peões ou se muda o local da passadeira.
2. O separador central do estacionamento devia ser calcetado dado que os automóveis praticamente cobrem o espaço ajardinado além de ser zona de atravessamento de peões que saem dos veículos e é de dificílima manutenção.
3. Os tutores das árvores não cumprem o regulamento do arvoredo de Lisboa.
4. Reavaliar o plano de arvoredo: O largo é muito escuro e foram plantadas 7 (sete!) jacarandás – que são árvores que tem grande crescimento em altura e largura – na parte mais interior e escura do largo. Estas árvores vão causar problemas no futuro. O plano devia ser revisto e entre aquelas 7 (sete) no interior do lago deviam manter-se apenas duas ou três e transplantar as restantes”
(segundo sugestão de moradores)

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Madalena Matambo Natividade
Elvina Maria Reis Rosa
Gustavo Ambrósio
Nuno Miguel Cabeçadas
Maria Cortez Caetano
Elsa Felizardo
Luis Seguro
Mira de Lacerda
Francisco Lopes da Fonseca
Dulce Amaral
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Saraiva
Beatriz Maia
Maria Lourdes Alves Gouveia
Fátima Mayor
Margarida Braz Pinto Coimbra
Paula Saragoça
Ana Paula Sampedro
2 amigos em comum
Ilda Cruz
Zélia Pereira
Ana Martins da Cruz
Luis Pina Amaro
Pedro Correia
Susana Castanheira
Clara Melo
Pedro Barata
Ruy Redin

 

Actualização de 18 de Janeiro de 2018:
“GAP/ 158 /2018
Exmos. Senhores
Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que reencaminhamos a proposta ao arquiteto autor do projeto para apreciar.”

Actualização de 12 de Março de 2018
17 de janeiro
“Sugestões De Melhoria À Requalificação Do Largo Do Casal Vistoso
A requalificação do Largo do Casal Vistoso foi efectuada pela Junta de Freguesia através de do protocolo de transferência de competências pela Câmara n°396/2016 mas existem, pelo menos, três pontos que parecem merecer, ainda, revisão e eventual correcção:

1. O atravessamento da passadeira não é feito, geralmente, pelo local determinado. Ou se colocam barreiras de impedimento de peões ou se muda o local da passadeira.
2. O separador central do estacionamento devia ser calcetado dado que os automóveis praticamente cobrem o espaço ajardinado além de ser zona de atravessamento de peões que saem dos veículos e é de dificílima manutenção.
«O separador Central do Largo do Casal Vistoso foi um erro de projeto, tal como me indicou. A Junta de Freguesia do Areeiro irá realizar o calcetamento deste separador assim que a EMEL inicie a exploração do local.» – Departamento de Espaços Verdes”

  1. Os tutores das árvores não cumprem o regulamento do arvoredo de Lisboa.

«Os tutores das árvores existentes no Largo do casal Vistoso , realmente não se encontram de acordo com o regulamento do arvoredo de Lisboa, que indica:

A tutoragem deverá ser feita com 3 ou 4 varas de madeira com tratamento antifúngico, com altura de 2,5 m e diâmetro de 6 a 8 cm. As varas devem ser enterradas 1 m no solo, ficando 1,5 m desde o colo da árvore ao ponto de amarração e devem estar ligadas entre si com traves de 40 a 60 cm de comprimento ou com outra estrutura, nomeadamente metálica que permita o travamento das varas entre si, sem danificar a árvore. A amarração da árvore às varas de madeira far-se-á em três pontos (um para cada vara), com cinta elástica de 8 a 10 cm de largura. As cintas são presas com agrafos.

As árvores em questão só possuem 1 tutor, com diâmetro inferior ao pedido e as cintas também não são as apropriadas para o efeito e têm dimensões inferiores. Podemos retificar esta situação.» – Departamento de Espaços Verdes

  1. Reavaliar o plano de arvoredo: O largo é muito escuro e foram plantadas 7 (sete!) jacarandás – que são árvores que tem grande crescimento em altura e largura – na parte mais interior e escura do largo. Estas árvores vão causar problemas no futuro. O plano devia ser revisto e entre aquelas 7 (sete) no interior do lago deviam manter-se apenas duas ou três e transplantar as restantes”

«Os jacarandás são árvores de crescimento rápido, muito utilizadas na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. Adaptam-se a uma ampla variedade de locais e  são resistente à poluição urbana e à maioria das enfermidades. A opção deste tipo de árvore para o local é adequada, no entanto foram plantadas em demasia. Em pelo menos 2 talhões existem 2 árvores muito próximas. Penso que podíamos transplantar 3 árvores, diminuindo assim problemas no futuro.» – Departamento de Espaços Verdes”

Abate de árvores na Rua Margarida Abreu: Questão e Sugestão à CML [Actualização]

Embora não exista registo de intervenção no Arvoredo na CML:
http://www.cm-lisboa.pt/…/intervencoes-no-arvoredo-na-cidad…
cerca de 12 árvores (saudáveis na sua maioria) estão marcadas para “abate” na Rua Margarida Abreu.
A motivação parece ser o arranque das obras de construção de um parque de estacionamento no local.
Os subscritores questionam a CML se o projecto não pode ser alterado por forma a preservar estas árvores (construindo por exemplo um jardim) e a data para a qual está prevista esta intervenção.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Nuno Miguel Cabeçadas
Elsa Felizardo
Zélia Brito
Mariana Bettencourt
Emilio Santos Pinto
Cristina Azambuja
Dulce Amaral
Maria Estima
Beatriz Maia
Suzete Reis
Sampedro Ana Paula
Susana Soares
Jaime Amores
Anabela Gouveia
Luisa Galvão
Maria Julieta Mendes Martins
Zélia Pereira
Lurdes Farrusco
Helena Ferreira
Luis Pina Amaro
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Susana Martins
Susana Fernandes
Daniel Portugal
Rui Martinho
João Leonardo
Rita Dias Costa
Rita Luzia
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1872581499721315/

Actualização de 08.03.2018

“Abate de árvores na Rua Margarida Abreu: o futuro parque de estacionamento nesta rua pode perfeitamente incorporar as 3 figueiras maltratadas testemunhas do tempo das quintas bem como do pequeno bosque existente ao fundo desta zona com uma pequena zona de descanso com estas árvores e alguns bancos” 30:02 Vizinho do Areeiro Jorge Oliveira 28:53
 
“Em relação às árvores na Rua Margarida Abreu 35:42 vou tentar que as figueiras ainda fiquem no sítio. Em relação às outras elas estão num estado fitosanitário péssimo e portanto têm mesmo que ser abatidas e substituídas por seis árvores. Não sei vão ter mesas: o projecto é um projecto da EMEL (…) em relação a uma que estaria num dos cantos encaminharei isso para a EMEL” 36:39
Vereador José Sá Fernandes
Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

 

Quinta das Ameias: Pedido de preservação de muro, ameias e restos de capela [Respondido]


Os subscritores requerem aos serviços competentes da CML que quando quando analisarem a urbanização da “Quinta das Ameias” (fronteira à Av Afonso Costa) recentemente vendida a particular pelo BCP tenham presente a necessidade de preservação das ameias e respectivo muro, assim como o que resta da capela (com torre sineira) que pode ser visto a partir da Av Gago Coutinho.
Trata-se de um “lote com uma área total de 4.384 m2, na zona do Areeiro” (…) “localizado no início da avenida Afonso Costa, junto à praça do Areeiro, e que confronta ainda com a rua Sarmento de Beires e a Quinta Casal Vistoso, o lote permite uma área de construção máxima na ordem dos 40.000 m2 e uma cércea que poderá contemplar um máximo de 18 a 20 pisos.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Paulo Ferrero
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Luisa Castro Correia
Gabriel Osório de Barros
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Anibal Santos
Zélia Pereira
Ana Paula Araújo
Lezíria Couchinho
Ana Martins da Cruz
Irene Coelho
Rui Santos
Cristina Aleixo
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Godinho
Antonio Sequeira
Helena Espvall
Filipe Madureira

Actualização de 26.02.2018

Abaixo-assinado NÃO FECHEM a ESQUADRA DA PSP ! (10ª de Lisboa Arroios-Areeiro) [respondido]

Para:
Assembleia da República, Ministério da Administração Interna, PSP Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia do Areeiro e Junta de Freguesia de Arroios

Os abaixo-assinados tendo em conta…
…o encerramento sazonal (em épocas de reforço de policiamento na Baixa), a existência de apenas 10 agentes, a crónica falta de veículos automóveis e a existência de planos para o encerramento definitivo da 10ª Esquadra da PSP de Arroios
…que Arroios e Areeiro reúnem mais de 50 mil habitantes e que existem pouco menos de 60 agentes da PSP para garantirem a sua segurança e, parece, 1 a 2 veículos funcionais
…que “no passado, saíram 834 agentes e entraram apenas 453” (Revista Sábado) dos quais muitos em Lisboa e, nomeadamente, para a reforma e Polícia Municipal
…que esta Esquadra integra o plano de fecho de esquadras da PSP em Lisboa e Porto, elaborado pelos governos anteriores que o actual Governo tem agora em plano executar.

Os abaixo-assinados requerem que:
1. Que não se encerre a 10ª Esquadra da PSP de Arroios (que serve Arroios e Areeiro)
2. Que se reforcem os meios humanos e materiais da PSP nas esquadras que servem Arroios e Areeiro por forma a reforçar o policiamento de proximidade nas freguesias de Arroios e Areeiro e a dar uma resposta eficiente ao aumento recente dos níveis de criminalidade nestas freguesias

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http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=NaoFechemEsquadraPSP

Ficheiro PDF para imprimir e assinar (enviar para geral@vizinhosdoareeiro.org)
Abaixo-assinado de moradores NÃO FECHEM A ESQUADRA DA PSP

Actualização

“Entregámos no Parlamento uma petição com cerca de mil assinaturas que recolhemos presencialmente em 3 semanas 50:48. Um protesto contra os planos aparentemente em curso que também, parece, serve Areeiro. Há uma sensação de falta de policiamento na freguesia. As pessoas não vêm polícia na rua, dizem-me que não é assim, mas a sensação existe. Há relatos diários de assaltos ou furtos (…) seria interessante saber qual é o registo de criminalidade reportada na esquadra das Olaias que nos serve. Há também notícias de que não há meios automóveis, que não existem carros nas esquadras que nos servem. Parece que há agora um plano para colocar um carro eléctrico na freguesia do Areeiro, mas se for a Junta a financiar isso é um duplo pagamento. Nós já pagamos os carros da polícia nos nossos impostos, vamos pagar também via o orçamento da Junta? Apelamos assim que a esquadra de Arroios continue a existir e que se reforce o policiamento de proximidade na freguesia do Areeiro.”

Vizinho do Areeiro Rui Martins
“Relativamente à Esquadra de Arroios não temos informação da PSP relativamente a nenhum processo de encerramento (…) temos vindo a trabalhar com a PSP no processo de reorganização do dispositivo (…) mas das várias questões que foram abordadas com a direção nacional da polícia não estava este encerramento pelo que não tenho nenhuma informação adicional que lhe possa dar mas posso tentar actualizar essa informação.”

Fernando Medina

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Rua Capitão Henrique Galvão – Zona de casas da CML (grande parte devolutas) [Resolvido]

Enviada à CML:
“Rua Capitão Henrique Galvão – Zona de casas da CML (grande parte devolutas): Tendo a CML, recentemente, retomado uma delas por falta de ocupação, pagamento de rendas e por residência dos beneficiários fora de Lisboa.
Há planos para recuperar e colocar no mercado as restantes?”

Resposta de 10.01.2018:
Foi aberto o processo ENT/34/GVPM/18

Resposta de 12.01.2018:
“ENT/34/GVPM/18 – Casas da CML
Em resposta ao pedido de informação de V. Ex.ª , encarrega-me a Senhora Vereadora da Habitação Desenvolvimento Local – Paula Marques, de informar que solicitamos aos serviços informação detalhada sobre os fogos em concreto, nomeadamente quanto à propriedade dos mesmos. Assim que na posse da mesma informaremos em conformidade com o solicitado”

Resposta de 07.03.2018
Em resposta à mensagem de correio electrónico infra, encarrega-me a Senhora Vereadora da Habitação e Desenvolvimento Local – Paula Marques, de informar que o Município de Lisboa apenas dispõe de 6 fracções no Bairro Presidente Carmona. Dessa fracções, apenas uma se encontra vaga, encontrando-se a decorrer o processo de empreitada com vista à sua reabilitação.”