Reunião dos Vizinhos do Areeiro com a Secretária de Estado da Habitação

Os Vizinhos do Areeiro estiveram em 16 de janeiro em reunião com a Secretária de Estado da Habitação tendo a reunião como agenda a situação actual do Bairro Portugal Novo. Foi abordada a situação actual que decorra da petição https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PortugalNovo (entregue e debatida na Assembleia Municipal de Lisboa) e reforçada a intenção de resolver, em breve, uma situação que se arrastas desde a década de 1970. A Secretária de Estado deixou a nota da intenção de resolver o problema durante o mandato do actual Governo. 

No final ficou uma nota optimista quanto à resolução desta situação.
Aguardamos desenvolvimentos.

Pedido para um Referendo para um novo brasão para o Areeiro (e lançamento de concurso de ideias)

Decorre actualmente a selecção de um novo brasão para o Areeiro por parte da Comissão de Heráldica da Assembleia de Freguesia (AF).
Os subscritores apelam à AF para que leve a referendo aos moradores 3 propostas deste novo brasão:
Em 2017 a Freguesia da Misericórdia levou a referendo 3 propostas para um novo brasão porque “queremos que esta seja uma escolha muito participada pela população. Porque isto trata-se de algo que vai ficar por muitos anos. Nós iremos embora e o brasão permanecerá como símbolo da freguesia durante muito tempo”.
Sugerimos ainda o lançamento de um concurso de ideias para o brasão, coordenado pela AF (que tem o pelouro da iniciativa)

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Anabela Nunes
Luis Seguro
Pedro Pinto
Elvina Maria Reis Rosa
Fátima Mayor
Leonilde Ferreira Viegas
Carlos Matias
Bruno Beja Fonseca
Rosarinho Quina
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Belicha Geraldes
Mariana Bettencourt
Clara Ribeiro
Maria Saraiva
Manuela Melo
Maria Mar
Ilda Cruz
7 amigos em comum
Stela Correia
Cristina Milagre
João Santos
Lezíria Couchinho
Mário Baptista
Cristina Casaleiro
Maria Luisa Ferreira
Isabel Tomás
Margarida Suárez
Jorge Almeida
Manuela Bastos
Emanuel Genovevo Costa
Nuno Saraiva Rego
Ines Pintado Maury

Actualização de 23 de Janeiro:
“Na minha qualidade de coordenador da comissão, agradeço o vosso input, que será tido em conta.
Melhores cumprimentos,
Luis Moreira” (Eleito e Membro independente da Assembleia de Freguesia do Areeiro que coordena a comissão que nesta assembleia conduz este processo)

 

LANÇADO MAIS UM GRUPO DE VIZINHOS: “VIZINHOS DE ALCÂNTARA”

Foi lançado mais um grupo de Vizinhos em Lisboa!
A partir do “Vizinhos do Areeiro” (lançado em Junho de 2016) e adoptando o mesmo modelo de funcionamento surgiram, por ordem, o colectivo “Vizinhos da Penha de França” e o “Vizinhos de Alvalade”, e, mais recentemente (Junho de 2017),  “Vizinhos das Avenidas Novas” e em Outubro de 2017, os “Vizinhos de Arroios”.

É a estes grupos de cidadãos junta-se agora, em Janeiro de 2019, o

Vizinhos de Alcântara:
https://www.facebook.com/groups/VizinhosDeAlcantara/


Vizinhos de Arroios:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.De.Arroios/

Vizinhos do Areeiro:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/

Vizinhos da Penha de França:

Vizinhos de Alvalade:

Vizinhos das Avenidas Novas:
Qualquer outro grupo que exista em Lisboa com a mesma designação “Vizinhos de…” é uma apropriação não autorizada do conceito e não nos responsabilizamos pelos conteúdos que aqui apareçam ou pela apropriação dos mesmos por forças políticas ou por interesses terceiros.
Regras para Posts e Comentários sob as quais se regem estes grupos:
1. Propaganda política ou partidária será apagada sem aviso
2. Publicidade comercial será apagada sem aviso
3. Todos os Posts que não tenham relação directa com a freguesia serão removidos
4. Comentários que contenham insultos, que não respeitem os mais básicos critérios de urbanidade e respeito pelo ponto de vista alheio assim como ataques pessoais ou de carácter a outros membros do grupo serão removidos, os seus autores banidos e, em casos extremos, denunciados ao facebook.
5. Quem participar do grupo apenas para o criticar será banido sem aviso
6. Não serão aceites perfis anónimos
Todos estes grupos são movimentos informais, inorgânicos e não-partidários (nem autárquico independente) de Vizinhos.

 

Os “Vizinhos do Areeiro” no Jornal i: “Homeopatia.A aposta da junta de Campolide que pode ser um “perigo para a saúde pública””

Recorrer a uma terapia não convencional, sim ou não? A questão é controversa, já há largos anos que é discutida e está longe de ficar resolvida.

Longe de qualquer certeza, a Junta de Freguesia de Campolide, em Lisboa, decidiu nos últimos meses alargar a sua oferta de serviços médicos, apostando, inclusivamente, em consultas de homeopatia – uma terapêutica não convencional.

O investimento, ainda por cima utilizando dinheiros públicos, não é, por isso, pacífico entre os especialistas. 

Contactado pelo i, Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, considerou que esta iniciativa “é lamentável e representa um mau serviço aos cidadãos”. Esta terapêutica poderá “condicionar no correto diagnóstico”, contribuindo “para agravar uma doença existente”, alertou.

O bastonário explicou ainda que este tipo de terapêuticas levanta algumas dúvidas pelo facto de não existir “qualquer evidência científica” que a valide. “Reiteramos que a homeopatia não tem evidência científica que sustente os tratamentos efetuados e pode representar um perigo para a saúde pública dos cidadãos, ao contribuir para atrasar diagnósticos e tratamentos”, frisou.

Sobre possibilidade de este tipo de terapêuticas poder vir a fazer parte do futuro da medicina, Miguel Guimarães afastou a hipótese: “Os estudos que existem até ao momento são desfavoráveis a qualquer evidência científica por parte da homeopatia. A proliferação de situações deste género vai continuar a merecer a atenção e intervenção da Ordem dos Médicos, mas não podemos deixar de realçar que é preciso também de uma ação clara por parte do Ministério da Saúde”. 

Por fim, o bastonário voltou a frisar que este tipo de terapêuticas “não servem para tratar nenhuma doença” e que, caso existam “sintomas que causem alguma preocupação, o doente deve procurar um médico que utilize como prática a medicina”. 

Os pacientes, diz, devem também “ter a noção” de que ao iniciarem este tipo de terapêuticas podem levar a “um atraso inaceitável e irreversível no diagnóstico de uma doença que pode ser mais ou menos grave”.

“Não podemos recomendar qualquer ‘terapêutica’ sem evidência científica”, afirmou.

O i tentou contactar a junta de Campolide para perceber o porquê de ter sido criada esta consulta, mas até ao fecho desta edição não obteve resposta. 

O tema da terapia não convencional começou a ser debatido em 2003. Foi esse, aliás, o ano em que o governo começou a ponderar a hipótese de se atribuir o acesso à profissão de terapeutas não convencionais – como por exemplo os acupuntores ou os homeopatas. Contudo, o tema só ganhou força dez anos depois. Em 2013, o governo de Passos Coelho aprovou um diploma que pretendia regular “o acesso às profissões no âmbito das terapêuticas não convencionais, e o seu exercício, no setor público ou privado, sem fins lucrativos”.

Este diploma permitiu que em Portugal passasse a ser possível os profissionais dedicarem-se ao exercício de sete terapias não convencionais: acupuntura, fitoterapia, homeopatia, medicina tradicional chinesa, naturopatia, osteopatia, quiropráxia. No ano passado, o tema voltou à ordem de trabalhos do executivo, com a publicação de uma portaria em Diário da República que veio regular as licenças em medicina tradicional chinesa.

Aquando dessa publicação, a Ordem dos Médicos já tinha vincado a sua posição. Em comunicado, na altura, a ordem afirmava que não apoiava as medidas adotadas pelo executivo. 

“Foi publicada em 9 de fevereiro a Portaria 45/2018 que regula os requisitos gerais que devem ser satisfeitos pelo ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Medicina Tradicional Chinesa (MTC) que venham a ser criados. No âmbito das suas atribuições, compete à Ordem dos Médicos contribuir para a defesa da saúde dos cidadãos e dos direitos dos doentes, pelo que não podemos deixar de salientar que o referido ciclo de estudos não habilitará à prática de Medicina, que é exclusiva dos Médicos”, pode ler-se no comunicado.

“A Ordem dos Médicos continuará a defender a saúde pública, a medicina e os doentes de práticas sem validade científica comprovada, do exercício ilegal da Medicina e da publicidade enganosa”, afirmou na altura.

Esta não é a primeira decisão polémica adotada por juntas da capital. No final do ano passado, o site de notícias locais “O Corvo” noticiou que o presidente da Junta de Freguesia do Areeiro foi alvo de duras críticas por parte do grupo Vizinhos do Areeiro e da oposição por ter decidido incluir um curso de astrologia na universidade sénior da freguesia.

https://ionline.sapo.pt/642481

Recuperação do piso dos dois espaços verdes frente ao Filipa de Lencastre (Bairro do Arco do Cego) [não respondido mas orçamentado]


Os subscritores pedem à Junta de Freguesia do Areeiro que, nos dois pequenos espaços verdes frente ao Filipa de Lencastre reponha o piso original (antes das obras de 2015) e que se encontra agora em terra batida, gerando poeira em dias de calor e lamaçal em dias de chuva.
Todos os outros espaços verdes do Bairro foram requalificados (p.ex. os junto à Costa Godolfim) mas estes dois viram o piso removido estando agora nas condições que as chuvas de inverno testemunham.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Luis Seguro
Elvina Maria Reis Rosa
Pedro Pinto
Cristina Azambuja
Carlos Matias
Fátima Apolinario Monteiro
Luisa Castro Correia
Francisco Lopes da Fonseca
Gabriel Osório de Barros
Mariana Bettencourt
Carla Caló
Clara Ribeiro
Jacinto Manuel Apostolo
Manuela Melo
José Augusto Ricardo
Ilda Cruz
Márcia Pereira Esteves
Stela Correia
Sara Anjos
Alzira Fonseca
Rosario Falcao
António Carlos Teixeira Duarte
Pedro Gaurim Fernandes
Maria Manuela Nobre
Flavia Cunha Lima
Joana Ribeiro
Patricia Serra Alegra
Margarida Suárez
António Gonçalves da Silva
Vanessa Soares Figueira
Fernanda Bueno
Joana Ribeiro
Manuela Bastos
Ana Aires Pereira
Fernando De Sousa Ferreira
Ana Sofia Mendes
Catarina Serrão
Carolina Costa
João Carlos Santos

Actualização de 07.05.2020
No Orçamento da Junta para 2020: finalmente a requalificação dos espaços verdes frente ao Filipa: Algo que tínhamos pedido em http://vizinhosdoareeiro.org/recuperacao-do-piso-dos-dois-espacos-verdes-frente-ao-filipa-de-lencastre-bairro-do-arco-do-cego/ e sobre o qual não houve resposta. Mas apareceu a intervenção apareceu inscrita no Orçamento.
https://www.jf-areeiro.pt/files/files/Or%C3%A7amento%20e%20Plano%20Atividades%202020.pdf

Lime e CML: Questões sobre segurança, acidentes, avarias, pagamentos a Juicers e e-scooters mal estacionadas (proposta) [Respondido]

“Uma reportagem (audio) de 28.12.2018 do Washington Post (“The story behind a global e-scooter recall”: https://www.stitcher.com/podcast/the-washington-post/post-reports/e/57900565) levanta algumas questões sobre as e-scooters que agora se encontram, às centenas, por Lisboa. Sem dúvida que estes veículos podem representar uma grande mudança no paradigma de mobilidade em Lisboa sendo uma forma de mobilidade urbana muito rápida, flexível e económica, contudo, o artigo chama a atenção para questões de segurança que gostaríamos de saber se também se colocam em Lisboa:

1. algumas empresas, como a Skip (São Francisco) alteraram esta semana os termos de uso da aplicação por forma a protegerem-se contra acções por danos. A Lime vai fazer uma alteração semelhante em Lisboa?

2. a reportagem do Post contactou vários hospitais nos EUA (Miami, San Diego, Nashville, San Francisco, DC, Austin) e encontrou uma grande quantidade de ferimentos graves de utentes destes equipamentos. Segundo os médicos contactados os ferimentos eram muito mais graves do que os registados aquando da aparição das primeiras redes de bicicletas partilhadas e comparáveis a acidentes de motocicletas quando os capacetes não eram obrigatórios e aos acidentes de automóvel quando não existiam as medidas de segurança actuais (cintos de segurança, airbags, etc). Que informações tem a Lime sobre o que se está a passar em Lisboa?

3. onde e como estão a ser reparadas as avarias reportadas pelos Juicers?

4. a reportagem menciona que – em Outubro – muitas baterias de iões de lítio das e-scooters da Lime não eram devidamente instaladas e incendiavam-se facilmente: esta informação, não terá sido divulgada (confirmam?) aos “juicers” (que são quem recolhe, carrega e repara as e-scooters). Em consequência a empresa terá organizado um recall massivo e responsabilizado o fabricante das baterias pelos problemas e não nas práticas de manutenção. Mais recentemente, houve outro recall por causa de um modelo que tendia a partir-se em depois tendo havido um recall massivo em Paris (onde este modelo era muito comum). Confirmam que estes recalls á foram feitos em Lisboa e/ou que estes modelos são apenas recarregados pela Lime? (onde?)

5. o preço mínimo por carregamento das e-scooters (e que é aplicado na grande maioria das vezes) por carregamento desceu para apenas 3 euros por unidade: a Lime entende que este valor é adequado para compensar os custos logísticos e em eletricidade por parte dos Juicers? Os carregamentos continuam a ser feitos ao mesmo ritmo de anteriormente e como explica a empresa o desfasamento de valores comparado com outras cidades europeias? (sendo que o preço de utilização é idêntico)?

6. A Lime já considerou fazer pagamentos aos Juicers que coloquem e-scooters mal estacionadas nos lugares designados para as ditas?

Note-se que apesar destas questões as e-scooters preenchem um nicho importante da mobilidade urbana e podem mudar, de facto, a forma como os cidadãos se poderão deslocar dentro de Lisboa e, por isso mesmo, é importante garantir a segurança destes veículos e que os operadores têm procedimentos de segurança adequados.”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Isabel Tomas Rodrigo
Elsa Felizardo
João J Martins
Ana Sampedro
Francisco Lopes da Fonseca
Essi Silva Ribeiros
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Rui Martinho
Maria Mar
Ilda Cruz
Stela Correia
Amelia Sousa Nunes
João Lourenço
Gabriela Lago
Paulo Barbosa
Antonio Sequeira
Liliana Azevedo
Ines Pintado Maury

Primeira resposta de 10 de Janeiro de 2019
“agradecemos o contacto. Vamos ler as questões que nos enviam e responder assim que possível.
Qualquer questão, disponham.”

 

Descentralizada de 2019:

“Começam a ser vistos polícias municipais que arrumam e recolhem Trotinetes mal estacionadas.

Eu próprio o faço todos os dias.

A imagem que fica na cidade, os obstáculos que criam à circulação pedonal, arriscam-se a destruir a possibilidade aberta por uma boa ideia.

É preciso trabalhar com os operadores na questão do estacionamento, designadamente na criação de spots virtuais (com bloqueio e registo de local em fim da viagem); multar casos exagerados e comunicar abertamente as quantidades dessas multas

É preciso convidar os operadores a passarem a remunerar também os seus parceiros (Juicers) para arrumarem trotinetes (além de as carregarem)”

Rui Martins

“Sobre se os Juicers, os “funcionários” das empresas podem ou devem reposicionar as trotinetas: temos reuniões quinzenais com estas empresas. E isto faz parte do esforço que estas empresas dizem que estão a fazer. Há três dimensões: a da sensibilização das pessoas (campanha “Lisboa na Boa”: que será reforçada), há a dimensão da fiscalização, da Polícia Municipal que remove sistematicamente trotinetes. Recebi o relatório de que ainda nesta semana foram removidas 50 num dia. Há uma revisão das regras em que nas zonas mais sensíveis (e estamos a aumentar essas zonas sensíveis: p.ex. Jardim da Estrela) não se pode parar (Bairro Alto e Castelo) e depois há o esforço junto das empresas e elas declaram que já o estão a fazer e esse esforço vai ser mais visível. Há necessidade de aumentar o número de lugares de estacionamento para este tipo de veículos e se necessário estamos a pensar aumentar as regras de estacionamento para que parem apenas nos lugares assinalados”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

Reportagem na TF1 sobre os problemas da Habitação em Lisboa [TF1]

Com vídeo:

“L’année 2017, plus de 17 000 Français se sont installés au Portugal. Pour cause, dans le pays, les lois fiscales sont très favorables aux investisseurs étrangers. Ce qui n’est pas sans conséquence, car les prix de l’immobilier ont bondi de 20% en un an. Et près de 2 000 familles ont été expulsées de leur logement à Lisbonne. Un appartement sur deux est aujourd’hui vendu à des étrangers. Alors, la capitale appartient-elle toujours aux Portugais ?

Ce sujet a été diffusé dans le journal télévisé de 20H du 24/10/2018 présenté par Gilles Bouleau sur TF1. Vous retrouverez au programme du JT de 20H du 24 octobre 2018 des reportages sur l’actualité politique économique, internationale et culturelle, des analyses et rebonds sur les principaux thèmes du jour, des sujets en régions ainsi que des enquêtes sur les sujets qui concernent le quotidien des Français.”

https://www.lci.fr/international/patrimoine-lisbonne-a-vendre-2102498.html?fbclid=IwAR1pm9dXThY_BkowG6E6J1-PxYrWP5v5QFWl48eGVw3gNn1YMSy-H_lf6Fw