Nota de Imprensa: “GECO”

Segundo a Lei nº 61/2013, os grafitos selvagens ou “tags” ou seja “todos os desenhos de pinturas ou inscrições, designadamente de palavras, frases, símbolos ou códigos” que conspurcam, aos milhares paredes de edifícios ou, até, monumentos, sinais de trânsito, montras de vidro e transportes públicos constituem contra-ordenação e, porém, têm tido por parte das autarquias portuguesas uma atitude meramente reactiva, promovendo a sua limpeza/remoção, e assumindo os custos públicos da mesma (apenas em Lisboa 4,7 milhões de euros em 3 anos valor a que há que ainda somar as despesas de proprietários privados). A PSP, diz-se, terá feito cerca de uma centena de contra-ordenações de resultado incerto. Os tribunais (crime de dano) terão feito menos de uma dezena de condenações por ano e, mesmo assim, muito ligeiras, traduzindo-se por “puxões de orelhas” (pena de admoestação do tribunal de Penafiel em fevereiro). Recentemente, o Supremo Tribunal de Justiça fixou jurisprudência no sentido de que a “Lei n.º 61/2013, de 23 de Agosto, não descriminalizou qualquer das condutas típicas do crime de dano, nomeadamente a de desfiguração” (Acórdão nº 4/2018, de 26.9.2018)”. Porém, o contexto global é de impunidade: contra estes milhares de grafitos. Recentemente e apenas no Areeiro identificámos 292 edifícios com este tipo de lixo gráfico num total de aproximadamente 1200 “tags” produzidos por, aparentemente, cerca de 500 indivíduos diferentes, agrupados por “tropas” ou agindo de forma isolada.

É preciso acabar com este sentimento de impunidade, com a ligeireza destas “admoestações” e com a escala do problema e com o que esta significa para o erário público (mais de 1,5 milhões de euros anuais apenas em Lisboa e na Câmara Municipal!) e começar a agir, de forma sistemática e consequente contra estes indivíduos que infestam a nossa cidade de lixo gráfico e que provocam este desperdício de fundos públicos e provados.

É preciso que a CML comece a utilizar, de forma permanente e diária, os seus meios, designadamente os dos serviços de limpeza e da Polícia Municipal para começar a construir uma base de dados destes grafitos por forma a poder alargar cada contra-ordenação ou condenação por crime de dano a todos os “tags” assinados pelo mesmo indivíduo e que inclua um custo estimado de cada limpeza.

É preciso que a autarquia garanta uma “resposta em 24 horas” nas zonas consideradas prioritárias (monumentos e perto de escolas), o que desincentivará novos grafitos ilegais e remover todos os grafitos ilegais inventariados num prazo nunca superior a 10 dias úteis.

Com o objectivo de darmos um contributo para a intensificação do combate a esta forma de lixo gráfico (“tags” ou grafitos selvagens) a Associação que agrega os vários colectivos de vizinhos de Lisboa apresentou em Outubro de 2018 uma denúncia contra um dos taggers mais activos e mediáticos de Lisboa (https://ocorvo.pt/sou-um-bomber-quero-espalhar-o-meu-nome-diz-geco-o-homem-que-reveste-lisboa-de-tags-e-graffitis/) que dá pelo nome de “GECO” e requereu a sua constituição como assistente: o processo está, tanto quanto é possível saber, na divisão de investigação da PSP.

Este “tagger” foi escolhido – entre centenas de outros activos em Lisboa – em virtude de, em apenas uma ano e meio, ter “coberto a cidade de tags e autocolantes” e de ter “o objectivo de estar em tantos lugares que seja impossível não se lembrarem do meu nome”. Ao contrário do que proclama o tagger italiano a associação não acredita que “as pessoas não se importam realmente com o graffiti” e muito menos que em Portugal “os polícias são mais permissivos” nem que “em Lisboa tenho uma abordagem ao graffiti mais natural porque sinto menor proibição” (citações do artigo de O Corvo).

Assim sendo, a Associação (com núcleos em várias freguesias de Lisboa como Areeiro, Avenidas Novas, Arroios e Alcântara) e em cumprimento dos seus estatutos onde se determina que a associação “tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida” assume assim como sua esta causa e comunica assim a sua intenção de agir contra este fenómeno, começando pelo designado indivíduo GECO e tendo já em plano outras iniciativas a propósito do combate contra  fenómeno do lixo gráfico ou “tag” em Lisboa.

Intervenção de Rui Martins na Tertúlia “Como podem cooperar a sociedade civil e a administração pública?”

Intervenção de Rui Martins na Tertúlia “Como podem cooperar a sociedade civil e a administração pública?” do

Da https://www.facebook.com/lisboaparticipa (CML)

1

Os Cidadãos sentem uma Perda de controlo sobre as suas vidas: Por exemplo o caso da intervenção da Troika, dos acordos na OMC, do Martim Moniz, das consultas públicas ineficazes ou de algumas alterações de trânsito com retirada de estacionamento em Lisboa).

2

O “custo” da participação é alto e a sua eficácia nula ou incerta.

3

Portugal é das sociedades europeias onde os cidadãos menos participam e onde a sociedade civil é mais frágil

4

Os partidos estão vazios: a mobilização é incrivelmente difícil e um evento com mais de 30 militantes é raro. Mas não há preocupação ou sentido de urgência nem de que se vivem os “últimos dias” desta forma de participação e isto é PÉSSIMO para a Democracia

5

Escândalos como o do Familygate afastam as pessoas da participação: “são todos iguais” mas os partidos, conforme disse acima, não têm outra forma de funcionamento que não seja a endogamia pelo seu fechamento aos cidadãos e é aqui que reside, precisamente, o Problema não no Nepotismo!

6

Algumas organizações da sociedade civil são infiltradas, controladas ou assassinadas por dentro naquilo a que chamo de desvio para a radicalização que repele os moderados que são, claramente, a maioria da população. Isto leva ao afastamento e às dificuldades de mobilização: Ver a manifestação pelo direito à habitação e a morte dos movimentos pela tomada ou controlo de partidos (que em Espanha se tornaram em partidos agora, quase, de Governo)

7

Os processos de Governação Local são complexos e opacos, especialmente os financeiros e a nível das Juntas com orçamentos de 300 páginas aprovadas sem discussão depois da meia-noite e assembleias de freguesia que se realizam de 3 em 3 meses onde os fregueses têm 3 minutos de intervenção onde a resposta aos cidadãos não está garantida ou onde, sendo prometida por email, por vezes nunca é enviada. Democratizar é Simplificar e viver em Transparência Radical (especialmente a financeira)

8

Quanto maior o nível de participação menor o feedback e isto está na raiz da erosão da Democracia: ver Comissão Europeia, Petições ao PE e à Assembleia da República com petições em salas vazias e respostas não dadas pelos deputados ou Grupos Parlamentares

9

O Primeiro Nível de Participação (contacto simples) nem sempre funciona nem sequer ao nível primário da “resposta automática”. Alguns Eleitos apenas falam com os eleitores de 4 em 4 anos. Alguns apenas falam em “sala”: saindo para a rua deixam de nos conhecer

10

A Cidadania não tem que estar contra a Representação e aqui há culpas de ambos os lados: menos agressividade, menos pré-julgamentos ou demonização dos eleitos. Políticos somos todos nós!

11

Melhor Articulação é Melhor Audição: Há vereadores inacessíveis que nunca respondem a um contacto e há outros que respondem a todos. Não é uma questão de maldade. É uma questão de prática e hábito sobretudo ao nível mais baixo da representação: o da freguesia onde todos os eleitos locais vêm a Cidadania Activa como uma Competição, uma Concorrência ou, pior, uma aspiração à conquista dos seus lugares vendo “agendas ocultas” em todo o lado

Cinco Propostas concretas:

1) Painéis Aleatórios de Cidadãos para combater a distorção na participação criada pelos grupos de pressão

2) OP mais extenso: votação postal por RSF para diluir o peso dos grupos de pressão

3) OP mais profundo: mais orçamento e mais micro-projectos

4) OP com votos por grau (voto preferencial) e com voto negativo por forma a dar mais eficácia à Participação

5) Criar um Provedor do Munícipe: que encaminhe e garanta a resposta a todos os pedidos de contactos ou de informação e com alcance, também, nas Freguesias e que possa, processar judicialmente os eleitos em caso de falta de resposta

A tertúlia teve a participação de:

Rita Cruz – Jardim do Caracol da Penha

Rui Martins – Vizinhos do Areeiro / Fórum dos Cidadãos

Miguel Brito – Dep. do Desenvolvimento Local (CML)

Sandra Godinho – Dep. da Relação com o Munícipe e Participação (CML)

Participação dos Vizinhos do Areeiro na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa – 03/04/2019

“a violência a que se obrigam os moradores a subirem e a descerem 61 degraus na estação do Areeiro (…) aliás, a insólita decisão de não tinstalar escadas rolantes e elevadores (…) foi-nos dito que as acessibilidades seriam entretanto construídas (…) a estação continua fechada e transformada em depósito de lixo ao ar livro (…) muitos utentes do metro das Olaias queixam-se que falha constantemente a sua manutenção”
Moradora Aurora Correia

 

“As obras do metro são competência do Metro mas a CML acompanha, em proximidade estas obras” (…) o Metro da Olaias – falei esta semana com o Sr. Presidente do Metro – havia um problema de infiltrações que provocava a paragem das escadas rolantes. As obras do Metro do Areeiro estão paradas à tempo demais. O Metro está a relançar os procedimentos que as obras vão ter início este ano. (…) esperamos que seja, realmente, desta vez. Tentamos facilitar ao Metro que os processos sejam ágeis do lado da CML. Estamos a acompanhar a situação com o Metropolitano”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

“A iniciativa de edificar 221 casas levadas a cabo por um conjunto de pessoas generosas e empreendedoras que se assocoaram na extinta cooperativa de habitação Portugal Novo corresponderam à necessidade de se altera a situação degradante da habitação em Portugal” (…) “a sua extinção em 1987” (…) “houve esforços dos cooperantes logo que a situação da cooperativa se tornou instável” (…) “esquecimento cumplice das autoridades camarárias (…) “o silêncio que se abate sobre o bairro” (…) “a sua resolução não depende apenas dos recursos financeiros. É um problema bem mais complexo nomeadamente quanto ao direito de posse dos respectivos fogos (…) Que acções prevê a CML desenvolver no curto e médio prazo em ligação com os mecanismos do Estado e com a JFA particularmente no que respeita ao estado degradado do Bairro. Segunda questão: tem a CML conhecimento das moções aprovadas na Assembleia de Freguesia do Areeiro nas quais se propuseram um conjunto de intervenções no sentido de melhorar, no imediato, a qualidade de vida dos moradores em áreas como espaços verdes, salubridade, arruamentos, mobiliário urbano, equipamentos de lazer, segurança de pessoas e bens?”

Rui Oliveira

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

“Antes do mais queria agradecer

Queria agradecer por esta oportunidade de contactar com os meus eleitos (Junta e na Câmara)
Queria agradecer pelo Serviço que prestam à cidade: e estendo este agradecimento também aos Vogais da Junta e ao seu Presidente

Queria agradecer a todos os funcionários da autarquia que encaminham e resolvem as situações que diariamente lhes remeto. Falo, entre outros, da equipa de fiscalização de trânsito da PM e da UITC e designadamente das pessoas que, aqui, mais contacto: Ana Paula Cadete e Margarida Martins: Obrigado.”

Rui Martins

 

“queria deixar aqui, a nota de que temos, hoje no Areeiro, 301 ofertas de Alojamento Local, contra 83 de arrendamento e que o número de casas por arrendar e vender duplicou em apenas 3 meses e que temos mais casas em AL e alojamento para estudantes no Areeiro do que para arrendar e vender (500 vs 400)”

Rui Martins

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Quanto à questão dos alojamentos locais: já fizemos uma campanha bilingue portanto já não há justificações de desconhecimento (…) informámos em duas línguas. Vamos fazer novamente esta campanha para que a situação não se agrave e não só nesta freguesia”

Vereador Carlos Castro

 

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

“Reitero aqui o pedido de criação de métricas online e em tempo real do índice de satisfação dos moradores sobre o sistema de recolha de resíduos ”
Rui Martins

 

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

“Cabos de comunicação nas fachadas dos prédios: qual é o ponto de situação?
Há 4 anos levei, pela primeira vez, este tema a uma Descentralizada.
O ano passado voltei à carga.

Sei que – como as varandas fechadas e as antenas de TV abandonadas – é um problema de solução complexa (muitos agentes, muitos cabos, muitos prédios) mas os cabos estão à vista de todos… Os prédios onde o problema se resolveu (com calhas), também (Manuel da Maia, Cervantes, Campo Pequeno, Arco do Cego, etc)

Os operadores de comunicações têm que ser responsabilizados.”
Rui Martins

 

“desde 2016 quando a CML aprovou o regulamento de infraestruturas em espaço público que não são autorizadas as instalações de qualquer infraestrutura de comunicações electrónicas nas fachadas ou a colocação de postes para esse efeito. Há um conjunto de trabalhos que estão a ser feitos neste momento pela CML não só ao nível do reforço das infraestruturas de subsolo mas também nas fachadas dos bairros municipais onde estamos a retirar as cablagens que estão nessas fachadas e a colocá-las onde deviam estar que é no subsolo. Foram muitos anos a colocar estas infraestruturas nas fachadas e nas paredes e demorará também, certamente, algum tempo a tirá-los. O que é importante dizer é que não serão colocados novos cabos nas fachadas e há um trabalho sistemático da CML para que eles sejam retirados.”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Municipalização do Bairro Portugal Novo: É também um tema recorrente

Confesso: não conhecia o Bairro nem os seus problemas até ser desafiado por moradores a lançar uma petição que apela à sua municipalização em Novembro de 2017.

Sei que a Câmara está a trabalhar: há alguma evolução que possam partilhar?
Os moradores dizem-me que, desde março de 2018 (data em que a insegurança no Bairro se agravou) “tudo está igual”
que existem consumos e tráficos ilicitos no Bairro,

que o ruído até madrugada é constante,
que se fazem assados nos corredores, que se vedam passagens e que começam a multiplicar-se os relatos de fissuras que aparecem dentros dos prédios (desde a década de setenta que não se fizeram, aqui, obras de manutenção mas , pelo contrário, houve muitas obras clandestinas, algumas interferindo com a estrutura dos prédios)”
Rui Martins

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

“Começam a ser vistos polícias municipais que arrumam e recolhem Trotinetes mal estacionadas.

Eu próprio o faço todos os dias.

A imagem que fica na cidade, os obstáculos que criam à circulação pedonal, arriscam-se a destruir a possibilidade aberta por uma boa ideia.

É preciso trabalhar com os operadores na questão do estacionamento, designadamente na criação de spots virtuais (com bloqueio e registo de local em fim da viagem); multar casos exagerados e comunicar abertamente as quantidades dessas multas

É preciso convidar os operadores a passarem a remunerar também os seus parceiros (Juicers) para arrumarem trotinetes (além de as carregarem)”

Rui Martins

 

“Sobre se os Juicers, os “funcionários” das empresas podem ou devem reposicionar as trotinetas: temos reuniões quinzenais com estas empresas. E isto faz parte do esforço que estas empresas dizem que estão a fazer. Há três dimensões: a da sensibilização das pessoas (campanha “Lisboa na Boa”: que será reforçada), há a dimensão da fiscalização, da Polícia Municipal que remove sistematicamente trotinetes. Recebi o relatório de que ainda nesta semana foram removidas 50 num dia. Há uma revisão das regras em que nas zonas mais sensíveis (e estamos a aumentar essas zonas sensíveis: p.ex. Jardim da Estrela) não se pode parar (Bairro Alto e Castelo) e depois há o esforço junto das empresas e elas declaram que já o estão a fazer e esse esforço vai ser mais visível. Há necessidade de aumentar o número de lugares de estacionamento para este tipo de veículos e se necessário estamos a pensar aumentar as regras de estacionamento para que parem apenas nos lugares assinalados”

Vereador Miguel Gaspar

 

“Reitero aqui o pedido para análise da lista que entregámos de “falsas garagens” (com perda de cerca de 30 lugares de estacionamento) no Areeiro: estamos a perder lugares para estacionamentos para motas, ciclovias e ecoilhas e esta seria uma forma de mitigar essas perdas.

E recordo que continua a haver parques de estacionamento com pisos vazios no Areeiro…”

Rui Martins

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“Recebemos a vossa lista com as cerca de 30 garagens. Destes 30 houve pelo menos 21 situações que nos parecem que devem ser verificadas pelos serviços. Ou seja, são “artigos 50″ que não foram devidamente fiscalizados pela CML e neste momento estamos em contacto com os proprietários para regularizar a situação ou retirar e devolver à cidade os lugares de estacionamento”

Vereador Miguel Gaspar

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

 

“O modelo de recolha na freguesia do Areeiro é o porta a porta. Mas não temos na Higiene Urbana uma visão estanque nem um modelo intocável (…) como sinalizou há aqui duas áreas em que temos que afinar com os comerciantes, nomeadamente na zona da Guerra Junqueiro e da Av de Roma.”

22:17

Vereador Carlos Castro

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

38:59: “A Associação de Radioamadores de Lisboa é a única associação de radioamadores de Lisboa, com sede na freguesia do Areeiro e tem apoiado algumas juntas de freguesia de Lisboa ao nível das comunicações de emergência. Durante 5 anos tivemos com a CML o projecto “Radio Lx Jovem” que pretendia ser um meio de os jovens em idade escolar terem duas novas vias: a radiodifusão e o radioamadorismo (…) assim como a criação de clubes de radio e de protecção civil nas escolas de Lisboa (…) durante 2017 a ARLx concorreu ao Programa Bairro com Vida com vista a termos um espaço condigno com vista a instalar a sede da nossa associação que neste momento sem a sede numa arrecadação onde guardamos os nossos haveres.”

António Viegas

 

48:26: “A protecção civil municipal reconhece e continuará a valorizar o vosso trabalho e os planos locais de emergência (…) 16 já estão encaminhados e só nos faltam mais 8 freguesias (…) há pedidos da vossa parte de começarmos a estar preparados para casos de calamidade” (…) “vocês são uma das mais valias em termos locais (…) iremos marcar uma reunião mais técnica e especializada para continuarmos a aprofundar essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

39:02: “Desde a nossa fundação tivemos as boas graças da Junta de Freguesia  do Areeiro que até setembro passado nos cedeu um espaço, mais exactamente, a Casa da Juventude e Cultura. Espaço que sendo o COI da freguesia que melhorámos e criámos condições para todas as sextas-feiras termos um espaço de encontro e onde uma vez por mês faziámos um workshop dedicado ao tema protecção civil, radioamadorismo e apresentação da associação e o seu trabalho. Ao fim de 4 anos fomos informados que o espaço ia para obras o que nos deixou – literalmente – na rua” (…) “aquando da leitura do regulamento deparámo-nos com a realidade de nos estamos a candidatar em pé de igualdade com as IPSSs (…) ficámos em 2º para o espaço que nos interessava no Bairro das Olaias numa situação de cota elevada e central na cidade de Lisboa (…) o regulamento está dirigido para apoiar IPSSs ou associações de carácter social nunca uma associação ou clube (…) se não tivermos um espaço onde possamos colocar as antenas não poderemos continuar a desenvolver o trabalho que há 5 anos estamos a desenvolver na cidade de Lisboa”

António Viegas

 

46:47: “não partilho da sua conclusão (…) de que não há programa aberto que possa prestar ao serviço que a associação faz apoio e designadamente espaço. É verdade que aquele programa em concreto do Bairro com Vida não tem nenhuma versão aberta mas existem outras. Declaro todo o interesse do pelouro que gere os espaços nos edificios municipais. Tentei contactá-los hoje de manhã no sentido de perceber melhor o espaço de que precisa e terei ainda esta noite esta conversa consigo. No âmbito do programa Bipzip houve associações semelhantes que tiveram o seu espaço e fazem hoje o seu trabalho na cidade e fazem trabalhos comparáveis ao vosso.”

Vereador Rui Franco

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

42:20: “Temos um papel no Plano de Protecção Civil, no suporte e apoio às comunicações redundantes numa situação de catástrofe. As associações e clubes da cidade de Lisboa estão a passar por um tempo difícil. Aqueles que tinham a sua existência em casas alugadas estão com a corda na garganta (…) um problema devido ao turismo e à lei do arrendamento (…) a ARlx tem no seu quadro elementos que estão ligados ao Plano Local de Emergência (…) apoiamos 5 freguesias de Lisboa, 3 com protocolo, 2 sem protocolo, criando condições e apoiando tecnicamente os seus sistemas locais de comunicações. (…) temos meios, temos o conhecimento e temos a noção de que a cidade de Lisboa precisa de nós. Temos cursos de radioamadorismo mas precisamos de espaços para organizar esses cursos e as “sextas-feiras técnicas”

António Viegas

 

48:26: “A protecção civil municipal reconhece e continuará a valorizar o vosso trabalho e os planos locais de emergência (…) 16 já estão encaminhados e só nos faltam mais 8 freguesias (…) há pedidos da vossa parte de começarmos a estar preparados para casos de calamidade” (…) “vocês são uma das mais valias em termos locais (…) iremos marcar uma reunião mais técnica e especializada para continuarmos a aprofundar essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

50:29: “Oferta do pré-escolar na freguesia do Areeiro continua aparentemente no mesmo ponto em que o deixámos o ano passado. A Luís de Camões continua a ter as crianças do pré-escolar em espaço temporário. Tivemos a alegre notícia o ano passado de que havia um espaço novo para uma nova creche que seria o espaço do Arquivo Municipal mas aparentemente continuamos sem evolução. (…) as Repúblicas Universitárias: existe algum plano para a implementação das mesmas na freguesia”

Patricia Matos Palma

 

52:11: “Há duas salas de apoio no Filipa de Lencastre. Está prevista a construção de um jardim de infância no edifício hoje ocupado pelo Arquivo Municipal. Este equipamento terá capacidade para absorver não só aqueles que hoje estão mas mais crianças nesta área. Em relação às Repúblicas, visitámos uma aqui bem perto, demos todo o nosso apoio e está com problemas gravíssimos relativamente ao arrendamento e tem uma ordem de despejo. Tem toda a nossa solidariedade (…) é hoje extremamente dificil o arrendamento (…) da parte da CML tem havido disponibilidade a esta forma de constituição de Repúblicas como forma de também estimular a auto-organização dos estudantes. O que há é hoje a intenção, aliás partilhada com a Universidade de Lisboa no sentido de construir residências universitárias de grande qualidade”

Vereador Manuel Grilo

 

54:27: “Foi anunciado a 19 de março de 2019 a expansão ao Areeiro da rede ciclável à freguesia do Areeiro (…) acrescentando ciclovias ou zonas partilhadas às suas mais importantes artérias. Exemplos disso são a Av de Madrid, A Afonso Costa e a Praça de Londres. O troço da Av de Paris encontra-se agora concluído assim como o da Rua Edison. Por outro lado, a rede de bicicletas GIRA já se encontra presente na freguesia do Areeiro há mais de um ano tendo no seu espaço geográfico cinco estações em funcionamento (…) foi anunciado que a freguesia teria 8 estações em funcionamento. Durante o dia, as referidas estações estão, ou com um número muito reduzido ou sem bicicletas elétricas assim como um nº significativo de docas avariadas (…)”

João Manso Pinheiro

 

“(pergunto:) a 55:55: “A Av de Paris será a única via que terá uma via ciclável? Alguma intervenção na freguesia do Areeiro implicará a redução do nº de lugares de estacionamento? Para quando estão previstas as próximas intervenções? Serão criadas ciclovias ou vias partilhadas? Conhecendo a situação complicada que a EMEL enfrente com a Órbita, pergunto: quando se concretizará a instalação das 3 estações da GIRA que a primeira fase do programa previa para a freguesia do Areeiro e onde se prevê instalá-las? A estação GIRA da Pç de Londres que se encontra num espaço bastante descontextualizado atendendo à sua proximidade da casa mortuária (tendo em conta a moção aprovada na Assembleia de Freguesia do Areeiro) foi considerada esta alteração? A Estação GIRA da Av de Paris continua desligada continuando a ocupar 2 espaços de estacionamento. Quando será posta em funcionamento e se está prevista uma alteração de espaço atendendo a que agora a saída se faz para a estrada? Se está prevista a expansão da rede GIRA para a zona da freguesia do Alto do Pina sendo que as que existem apenas servem as da zona da antiga São João de Deus”

João Manso Pinheiro

 

57:46: “A expansão da rede ciclável nestas duas freguesias, Alvalade e Areeiro, está a continuar. Introduzimos a ciclovia na Av de Paris não por causa da ciclovia mas como uma intervenção de acalmia de tráfego com o objetivo de diminuir o ruido e o atravessamento de um bairro criando maiores condições de fruição do Bairro. Está lançado o concurso que vai permitir fazer a Manuel da Maia, Pç de Londres (com melhoria dos passeios introduzindo pavimento confortável) e Av de Paris. Até 2021 a rede ciclável do Areeiro vai ser expandida 6,2 Km e 19 Km na freguesia de Alvalade. Em que um pouco de tudo, contra mais bici, 30 mais bici, 30 mais bici com contrasentido e outras dedicadas. Relativamente à remoção de estacionamento (…) tipicamente evitamos fazê-lo (…) em alguns arruamentos temos que mudar o estacionamento e foi discutido aqui o ano passado na Guerra Junqueiro, mas normalmente essa não é a primeira prioridade: tentamos encaixar a ciclovia naquilo que já existe. Quanto ao sistema GIRA (…) a CML /EMEL teve um problema com o fornecedor que tem vindo a falhar na sua capacidade de concluir o sistema e é isso que tem atrasado a solução de situações como a Av de Paris em que lá está instalada uma estação mas não colocámos lá bicicicletas porque consideramos não as ter em nº suficiente para não desiquilibrar o sistema. A solução definitiva está encontrada este mês em que a EMEL lançará o concurso para o sistema estar a funcionar com 3 mil bicicletas, hoje, para ter uma ideia, o sistema varia entre as 500 e as 700 (mais perto das 500) (…) isso vai permitir chegar a todas as freguesias de Lisboa e concluir o sistema onde ele já existe (…) estamos a definir os locais com os presidentes de Junta onde serão os locais das novas estações e implentá-lo”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:04:29: “venho da freguesia do Areeiro (…) temos problemas com caldeiras que são subdimensionadas com árvores de grande porte em que as raízes se espalharam e criarem verdadeiras rasteiras em especial para os mais frágeis, crianças e idosos. Não é incomum conhecer alguém que caiu e, pouco depois, morreu: tive uma vizinha do sexto piso que caiu numa dessas ratoeiras e morreu em casa sozinha porque não tinha ninguém que dela cuidasse (…) o meu filho e o meu enteado ambos já caíram, um deles caiu e partiu um dente de leite e sangrou bastante da boca (…) muito disto acontece não só pelas raízes das árvores mas também porque a zona tem grandes problemas de escoamento das águas que são lançadas actualmente para a calçada (estilicídio) numa clara ilegalidade (…) as calçadas são sobrehidratadas e têm tendência a abater (…) recentemente na João XXI criando ratoeiras onde cabe uma criança (…) as calçadas não têm que ser mal amadas pelos saltos altos (…) em Benfica tem-se levantado a calçada e colocado areão e a calçada fica novamente plana. Não sei o que se passa (bem) na freguesia de Benfica que não se consegue passar na do Areeiro”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:11:07 “temos vindo a identificar várias situações dessas e com calçadas na zona centro de Lisboa. Já procedemos a 57 intervenções ao nível da calçada e irão continuar este trabalho (…) há vários problemas de má implantação ou de drenagem que a Junta de Freguesia juntamente com a UIT Centro estão a abordar”

Vereador José Sá Fernandes

 

1:07:57: “há uma série de monumentos na freguesia que parecem mal amados (…) o monumento da Afonso Costa que foi oferecido pela Secil e que está completamente ao abandono, grafitado, desfigurado. Precisamos de alguém que dê uma chamada telefonica à Secil e a alerte para a situação e lhes pergunte se não querem recuperar este monumento. Temos também o topo da Fonte Luminosa que da parte de baixo está muito interessante mas do lado de cima é melhor não chegarem lá porque é uma desgraça: os pavimentos estão levantados, pisos desnivelados”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:12:12: “A Fonte Luminosa é um projecto prioritário que foi alvo agora de uma delegação de competências para ser recuperado. O lago está neste momento em recuperação. Falta reestabelecer a parte eléctrica e fazer os testes (…) já foi enchimento do lago e testes nas ligações da energia mas ainda vai demorar algum tempo” (…) “Em relação ao monumento da Afonso Costa vou ver isto com a minha colega Catarina Vaz Pinto (…) é também uma quesão de limpeza (…) vou ver também com o vereador Carlos Castro não me parece que seja algo de complicado de vermos o que vamos fazer”

Vereador José Sá Fernandes

 

1:09:07: “continuamos com muitos tags e grafitos nas paredes da freguesia e gostaríamos de saber em que ponto está esse malfadado concurso que parece parou no Tribunal de Contas. Chamo a atenção que este tipo de poluição cria insegurança nos mais idosos que quando vêm o espaço publico grafitado e com trotinetes caídas por todo o lado cria um sentimento de insegurança”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:09:52 “estamos com necessidade de recuperar esta situação e de facto tivemos as questões jurídicas que referiu e bem mas a partir de 16 de outubro começámos com as intervenções que neste momento estão a decorrer na Alameda Afonso Henriques (…) a paragem permitiu o alastramento e estamos neste momento a recuperar o tempo perdido. Esperamos a médio prazo ter a situação devidamente sanado”

Vereador Carlos Castro

 

1:14:22 “na Rua de Entrecampos, do lado do Campo Pequeno (Areeiro): estacionamento ao fim-de-semana, fora do período de funcionamento da EMEL uma situação que está a piorar grandemente nos últimos anos com o aumento de actividades lúdicas e nocturnas (…) e porque tem aumentado o número de restaurantes no local (…) os moradores demoram uma a duas horas a poder estacionar (…) isto causa muito estacionamento em segunda via (…) e ilegalidades porque as pessoas entram em contra-mão para poderem estacionar”

Carolina Bruno

 

1:16:27: “toda a zona do Campo Pequeno e a Culturgest, nos dias dos eventos (que apanha o Bairro do Arco do Cego) são locais de queixas recorrentes. O Campo Pequeno tem um parque de estacionamento de grandes dimensões que raramente fica cheio. Neste momento tem 800 lugares livres. Mas as pessoas entre pararem na rua ou em segunda fila ou num pagarem num parque preferem não pagar. É uma questão, infelizmente, cultural. Podemos reforçar a fiscalização do Código da Estrada, em geral, mas provavelmente vou falar também com o presidente de Junta e pergunto se não se justificará o alargamento do horário de funcionamento da EMEL nesta rua e também para o fim-de-semana” (…) “o ano passado essa melhoria de fiscalização à noite foi referida nesta reunião e temos vindo a melhorar nesse aspecto”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:15:33 “o ruído de noite, as pessoas saiem dos restaurantes e dos bares e ficam até 3 horas a fazer barulho, a andarem de trotinete, a falarem muito alto e a gritarem. Este problema também se tem agravado muito ultimamente (…) já abri algumas participações e telefono à PSP para irem ao local”

Carolina Bruno

 

1:18:33: “já começámos a ter sinalização de algumas destas situações à sexta e ao sábado e as equipas de fiscalização em articulação com a PSP e a Polícia Municipal vão colocar esta área no seu radar”

Vereador Carlos Castro

 

“programa de delegação de competência com as Juntas de Freguesia num valor total de 50 milhões de euros (…) programa Escola 100% Segura (…) reconstrução dos passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis, a reparação de caldeiras de árvore dentro do equilibrio que é preciso manter com a manutenção do arvoredo (…) investimento em sobrelevação de passadeiras e na colocação de novos pisos pitonados de sinalização e eliminação de desníveis das passadeiras com os passeios, aqueles pequenos milímetros que fazem toda a diferença para quem tem dificuldades de mobilidade” (…) cada Junta de Freguesia terá uma verba, com significado, com um valor de 50 milhões de euros que é distribuído em função da população. Caberá às Juntas a escolha das ruas e dos passeios, de quais são as prioridades” (…) “poderá haver reforços destas verbas caso a execução seja muito boa” (…) “as Juntas terão um instrumento que não tinham até hoje” (…) “entendemos passar para as Juntas porque estão muito mais próximas do problema e dos municipes possam determinar qual o melhor sentido da prioridade” (…) “não será por não termos recursos financeiros que não teremos execução. Dependerá da capacidade de execução que cada freguesia tiver” (…) “primeiras intervenções ainda este ano”

Fernando Medina

 

1:37:17: “O Pavilhão desportivo municipal do Casal Vistoso é um equipamento com óptimas condições. Durante a semana permite que muita miudagem e população em geral possam usufruir da piscina do pavilhão multiusos e de outros equipamentos desportivos. Realizam-se competições regulares (…) e as Olissipiadas da cidade (…) situa-se no centro de uma urbanização cercada de edifícios de grande altura onde o acesso se faz por uma rua estreita e sem saída. Em dias de eventos, os autocarros e veículos ligeiros que levam os atletas, visitantes e os dos próprios moradores tentama aceder e circular nesta rua provocando um autêntico caos. Os carros ficam bloqueados, os autocarros sem espaço de manobra. O ruído entra pelas habitações. Os moradores não conseguem aceder à entrada das suas garagens. Apesar dos dois estacionamentos públicos junto ao pavilhão (da EMEL) de alguma forma o estacionamento é feito frequentemente na via pública prejudicando o estacionamento de quem vive nesta rua. Gostaria de sensibilizar os senhores vereadores para a resolução deste problema” (1:39:03) (…) “em caso de acidente muito dificilmente uma ambulância ou um carro de bombeiros conseguirá entrar neste arruamento. É necessário que, em todos os eventos, exista fiscalização que condicione a entrada de veículos no arruamento e os oriente para os dois parques de estacionamento. Não existe fiscalização e os automóveis preferem estacionar na via pública do que utilizarem os dois parques de estacionamento” (…) sugiro que se complete a Rua João da Silva, em torno do pavilhão, de forma a torná-la numa rua de sentido único e aberta nas duas extremidades, facilitando assim a vida aos moradores e utentes porque a rua de que estamos a falar é estreita e sem saída”

Jorge Oliveira

 

1:42:28: “relativamente à questão do estacionamento foi pedido o reforço da fiscalização da envolvente do Pavilhão para minimizar um pouco esse impacto. A sua sugestão de completar a rua merece ser avaliada e peço aos serviços da direcção municipal de mobilidade que olhem para essa possibilidade e a avaliem e peço também para avaliar a necessidade de os autocarros chegarem hoje onde chegam e poderão ficar um pouco mais atrás, na entrada do Bairro peço também à direção municipal de mobilidade que avalie essa possibilidade”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:40:39: “passeio do lado nascente do Campo Pequeno tem menos de 1 m de largura e havendo zonas em que os candeeiros fixos na calçada mal deixam passar uma pessoa quanto mais um carro de bebé. A estrada em frente deste passeio tem umas incriveis 4 faixas de rodagem com pouca utilização e mais uma faixa de estacionamento: cinco faixas de automóvel (…) este lado do Campo Pequeno merece uma reestruturação na largura do passeio e na largura da faixa de rodagem por forma a torná-lo mais amigo do morador e do peão e do comerciante. Estas questões (Pavilhão Casal Vistoso) foram alvo de recomendações aprovadas em Assembleia Municipal (…) entendo que a função executiva cabe ao Sr. Presidente e aos Srs. Vereadores. Entendo também que a AML é um órgão democraticamente eleito e que através das suas recomendações, algumas mais pertinentes que outras (é certo) expressa preocupações reais para com a cidade. Enquanto municipe gostaria que essas recomendações fossem alvo de análise e resposta por parte da CML porque não acho aceitável que estes dois casos em concreto fossem encarados como novidade pelos serviços que entraram em contacto comigo para a preparação desta reunião”

Jorge Oliveira

 

1:43:36: “relativamente à questão do Campo Pequeno vou encaminhar para os serviços da Câmara que tomam conta dessas situações quanto ao alargamento dos passeios e de todo o perfil (…) e com mais uma passadeira na Sacadura Cabral. Toda aquela zona merece ser requalificada na parte dos passeios e que se crie mais árvores e um pavimento confortável em que se consiga caminhar com mais facilidade. Tem havido intervenções nas calçadas da freguesia, uma das áreas da Junta outras da área da UIT: 57 intervenções muito recentemente”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

1:52:42 “não distingo o que é uma mota em cima do passeio, o que é uma trotinete em cima do passeio, o que é que é um carro em cima do passeio. Nenhum deles lá deve estar. É uma falta de educação e de civismo usar os passeios para este fim. Para isso temos que ter educação para as pessoas. Para isso temos as campanhas Lisboa na Boa, uma ação de fiscalização da Polícia Municipal e da EMEL que removem os veículos de cima dos passeios. As trotinetas são mais um novo meio de transporte que existem na cidade de Lisboa e que na sua parte positiva servem muita gente (…) temos que criar espaços para que possam ser estacionadas em segurança (…) docas para trotinetes (sugestão, também, dos Vizinhos do Areeiro na forma de “docas virtuais” (GPS)) onde as pessoas, voluntariamente, já deviam estar a estacionar. Nos mais de 3 mil lugares que temos para este tipo de veículos (e bicicletas) na cidade de Lisboa” (…) “às vezes nem é quem usou, é alguém que passa e mete no passeio. Isto não tem justificação.” (…) “quanto a criarmos um sistema em que não seja possível desligar uma trotinete numa doca. Essas conversas estão a ser tidas com os operadores de trotinetes na cidade de Lisboa mas hoje essa tecnologianão existe e portanto há um diálogo e esforço de desenvolvimento”

Vereador Miguel Gaspar

“Moradores e Junta do Areeiro pedem reforço da segurança nas passadeiras mais perigosas da freguesia” [O Corvo]

 

“Moradores e Junta do Areeiro pedem reforço da segurança nas passadeiras mais perigosas da freguesia

Samuel Alemão

19 Abril, 2019

O atravessamento pedonal de algumas das principais artérias daquela zona da cidade é considerado pouco seguro. Seja nas avenidas de Roma, João XXI ou Almirante Reis, a sensação de perigo é elevada, muito por culpa das velocidades atingidas pelos automóveis, mas também falta de cuidado dos peões. As estatísticas dos atropelamentos provam-no. Mas é a Avenida Manuel da Maia que suscita preocupações maiores. Tanto que a colocação de semáforos numa passadeira existente a meio daquele arruamento encabeça a lista de reivindicações de uma petição agora lançada pelo movimento Vizinhos do Areeiro. O presidente da Junta de Freguesia do Areeiro confessa também estar apreensivo, tanto que já pediu à Câmara de Lisboa (CML) que desnivele a passadeira, para obrigar ao abrandamentos dos carros. O autarca diz que a CML lhe garantiu que avançará com a obra em breve, quando ali se fizer uma ciclovia.

Um autêntico sufoco. Atravessar a passadeira instalada no troço da Avenida Manuel da Maia situado entre a Praça de Londres e o topo da Alameda Dom Afonso Henriques não é actividade que se realize de ânimo leve. A sensação de perigo está sempre presente para quem ousa fazê-lo, tal a velocidade a que se deslocam ali os automóveis, sobretudo no sentido ascendente, em direcção ao Instituto Superior Técnico (IST). Por isso, há quem ache que a melhor solução para garantir um módico de tranquilidade na circulação pedonal entre ambos os lados do arruamento passa pela colocação de semáforos naquele local. Essa é, aliás, a primeira da reivindicações de uma petição por mais segurança nas passadeiras da freguesia do Areeiro, lançada nos últimos dias, pelo agrupamento cívico Vizinhos do Areeiro. Mas a solução até poderá passar pelo alteamento dessa passagem, quando avançarem as obras de construção da ciclovia, previstas para breve, explica o presidente da junta a O Corvo.
“Aquele atravessamento é uma dor de cabeça, é perigosíssimo, recebemos imensas queixas das pessoas. Já há muito tempo que pedimos à Câmara de Lisboa uma solução para aquilo”, afirma Fernando Braancamp (PSD), presidente da Junta de Freguesia do Areeiro. E, no entender do autarca, a melhor forma de resolver de forma eficaz o problema passa pela sobrelevação da perigosa passadeira, obrigando os automóveis a abrandarem. Solução que a junta já terá indicado ao vereador da Mobilidade, Miguel Gaspar (PS), ser da sua preferência – algo que também tem defendido para as passadeiras da Avenida João XXI. “Eles disseram-nos que não valia a pena estar a fazer a obra já, quando dentro em breve, em Maio ou Junho, deverão arrancar os trabalhos de construção da ciclovia da Manuel da Maia. Comprometeram-se que com isso. Se chegar a essa altura, e não tiverem feito o que prometeram, vou ter de voltar a falar-lhes disto”, promete Braancamp, que se diz preparado para, em último caso, ser a própria junta a realizar a obra de elevação da passadeira. O perigo de um “acidente grave” é grande, considera.
Um diagnóstico coincidente com o que é feito por Rui Martins, responsável pelo movimento Vizinhos do Areeiro. Ao ponto de a situação da Avenida Manuel da Maia encabeçar a lista de prioridades da petição dirigida à Assembleia Municipal de Lisboa (AML) para que inste a Câmara de Lisboa a tomar medidas. Pede-se, por isso, a colocação de semáforos naquela artéria, identificada como local de atropelamentos e onde a circulação automóvel se faz, geralmente, a alta velocidade”. Solução, aliás, reivindicada também para a Avenida João XXI, especificamente para a passadeira identificada como estando no alinhamento da farmácia, “onde existem diversos registos de atropelamentos e outros incidentes naquele atravessamento”. No texto da recolha de assinaturas, explica-se que esta avenida, por ser larga e bem nivelada, se revela convidativa ao desrespeito dos automobilistas pelo limite máximo de velocidade de circulação. Situação a que se associará a falta de cautela de muitos peões no momento de atravessar.

Citando estatísticas oficiais referentes ao período compreendido entre 2010 e 2016, a petição do Vizinhos do Areeiro refere a ocorrência de 39 atropelamentos na Avenida de Roma e 29 na Avenida João XXI. Dados que ficam ainda mais ensombrados pelo impressionante número de 160 acidentes deste género, nesses seis anos, na Avenida Almirante Reis – embora Rui Martins saliente a O Corvo que, “muito possivelmente, a grande maioria desses atropelamentos terá ocorrido na parte pertencente à freguesia de Arroios”, que é onde a avenida tem a maior extensão. Estes alertas, salienta o dirigente do movimento cívico, juntam-se a outros já lançados pelo colectivo para que se garantam melhores condições de segurança pedonal. “Nos últimos tempos, em Lisboa, tem-se falado muito de mobilidade, apostando-se numa sobrevalorização das bicicletas e trotinetas. Mas, com isto, não se tem falado daquilo que é o mais importante, que é as pessoas andarem a pé”, diz.”

https://ocorvo.pt/moradores-e-junta-do-areeiro-pedem-reforco-da-seguranca-nas-passadeiras-mais-perigosas-da-freguesia/?unapproved=17924&moderation-hash=6b563902e54fad6de5e4ab26facec8b2#comment-17924

Sugestões dos Vizinhos do Areeiro para o programa de reconstrução de passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis e de reparação de caldeiras de árvore e sobre-elevação de passadeiras [em resolução]

A 3 de Abril, a CML anunciou a criação de um programa de reconstrução de passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis e de reparação de caldeiras de árvore e sobre-elevação de passadeiras.
Nesse âmbito cada Junta de Freguesia terá uma verba. Sugerimos assim que, tendo em conta critérios como a frequência de uso e a má condição geral, a Av Sacadura Cabral e a Padre Manuel da Nóbrega sejam incluídas como prioritárias e que se considerem igualmente os arruamentos adicionados por esta consulta aos moradores da freguesia pelos Vizinhos do Areeiro.

Clarificação:
Este “programa” consiste na celebração dos contratos de delegação de competências (CDCs) para as Juntas de Freguesia (como a do Areeiro) e incluem vários programas, entre eles a escola 100% segura e o bairro 100% seguro, significando na prática obras de melhoria nos passeios, passadeiras, entre outras obras do mesmo tipo. É através destes CDCs que a CML vai transferir para cada uma das 24 Juntas uma verba, para que esta autarquia tenha maior capacidade de executar obras, sempre com o apoio e aval dos serviços da Câmara.

Descentralizada de 2019

1:04:29: “venho da freguesia do Areeiro (…) temos problemas com caldeiras que são subdimensionadas com árvores de grande porte em que as raízes se espalharam e criarem verdadeiras rasteiras em especial para os mais frágeis, crianças e idosos. Não é incomum conhecer alguém que caiu e, pouco depois, morreu: tive uma vizinha do sexto piso que caiu numa dessas ratoeiras e morreu em casa sozinha porque não tinha ninguém que dela cuidasse (…) o meu filho e o meu enteado ambos já caíram, um deles caiu e partiu um dente de leite e sangrou bastante da boca (…) muito disto acontece não só pelas raízes das árvores mas também porque a zona tem grandes problemas de escoamento das águas que são lançadas actualmente para a calçada (estilicídio) numa clara ilegalidade (…) as calçadas são sobrehidratadas e têm tendência a abater (…) recentemente na João XXI criando ratoeiras onde cabe uma criança (…) as calçadas não têm que ser mal amadas pelos saltos altos (…) em Benfica tem-se levantado a calçada e colocado areão e a calçada fica novamente plana. Não sei o que se passa (bem) na freguesia de Benfica que não se consegue passar na do Areeiro”

Nuno Dinis Cortiços

1:11:07 “temos vindo a identificar várias situações dessas e com calçadas na zona centro de Lisboa. Já procedemos a 57 intervenções ao nível da calçada e irão continuar este trabalho (…) há vários problemas de má implantação ou de drenagem que a Junta de Freguesia juntamente com a UIT Centro estão a abordar”

Vereador José Sá Fernandes

Actualização de 03.08.2019:
“Após a consulta promovida pelos Vizinhos do Areeiro e publicada em:
http://vizinhosdoareeiro.org/sugestoes-dos-vizinhos-do-areeiro-para-o-programa-de-reconstrucao-de-passeios-substituicao-de-calcada-por-pavimentos-confortaveis-e-de-reparacao-de-caldeiras-de-arvore-e-sobre-elevacao-de-passadeiras/
A CML e após o compromisso assumido no decurso da intervenção deste colectivo na última reunião descentralizada da autarquia:

http://vizinhosdoareeiro.org/participacao-dos-vizinhos-do-areeiro-na-reuniao-publica-descentralizada-da-camara-municipal-de-lisboa-03-04-2019/

Fomos informados que se iriam iniciar os trabalhos de reabilitação do passeio da Av Padre Manuel da Nóbrega com a aplicação de calçada mista de forma a conferir maior segurança pedonal.

O início dos trabalhos deve ocorrer na próxima semana e com a duração estimada de duas semanas.

Outras actividades correlacionadas (como a correcção de caldeiras e intervenções em árvores) estão na fase preparatória.”

“Retirada de cabos das fachadas dos edifícios de Lisboa poderá ser tarefa para demorar muitos anos” [O Corvo]

“O executivo camarário foi confrontado com o mesmo assunto, durante a última reunião descentralizada da vereação, ocorrida na semana passada (3 de Abril), por parte do rosto mais visível do movimento cívico Vizinhos do Areeiro. “Certamente, se há um problema, também há uma solução. O que é que a Câmara de Lisboa está a pensar fazer em relação a esta questão?”, perguntou Rui Martins, lembrando que o assunto tem sido recorrentemente por si trazido às reuniões descentralizadas, “mas, basicamente, está quase tudo na mesma”. A tal inquietação, o vereador da Mobilidade, Miguel Gaspar (PS), respondendo em substituição de Manuel Salgado (PS), Urbanismo, assegurou que a autarquia tem agido nesta matéria, sobretudo desde a aprovação do Regulamento de Infraestruturas no Espaço Público. “Há um conjunto de trabalhos que estão a ser feitos neste momento pela CML, não só a nível do reforço das infraestruturas de subsolo, mas também em relação às fachadas dos bairros municipais, onde estamos a retirar as cablagens e a colocá-las onde devem estar, que é no subsolo”.

Nessa intervenção, Miguel Gaspar admitiu a dificuldade de actuação da câmara em relação a uma realidade com uma dimensão tão vasta. “Foram muitos anos a colocar estas infratestruturas nas paredes, nas suas fachadas. Demorará, certamente, algum tempo a retirá-las”, reconheceu. Uma admissão que, no fundo, replicou aquela que Manuel Salgado fizera, há cerca de um ano, numa outra reunião descentralizada de vereação. “Infelizmente, são muitas as operadoras. E, além destas empresas, são ainda muitas as que subcontratam a empreiteiros a colocação de cabos, os quais o fazem aos fins-de-semana e fora de horas. Portanto, é particularmente difícil controlar esta situação”, dizia o autarca, em Março de 2018, quando confrontado com a questão por um munícipe. Ainda assim, prometia na altura que a câmara manteria firme o seu propósito de ajudar a acabar com o fenómeno dos fios pendurados nas paredes dos imóveis da cidade. Para isso, contribuiria a instalação de tubagens no subsolo, em todas as intervenções de reabilitação do espaço público, permitindo assim às operadoras para aí migrarem os cabos existentes nas fachadas.”

O Corvo

Proposta para “Cohousing senior” e para uma “República Sem Abrigo” [Respondida]

Os Subscritores da presente mensagem sugerem à Junta de Freguesia do Areeiro que, em parceria com a CML:
1. Avalie a criação de um projecto de “Cohousing senior”. Note-se que, hoje em dia, 8% da população da Dinamarca vive em cohousing. No Reino Unido existem atualmente 21 cohousing estabelecidos, na Suécia 47 e 127 apenas na cidade de Berlim. Em Espanha, o primeiro projecto de habitação colaborativa surgiu em 2007. Hoje em dia, existem à volta de 40 projetos em desenvolvimento. Recordamos que a freguesia do Areeiro é uma das freguesias de Lisboa com mais população senior (para saber mais: http://www.hacora.org)
2. Que neste projecto de CoHousing incorpore uma “República de Sem Abrigo” (como a que existe em Arroios desde 2016) e que em parceria com associações especializadas crie aqui um espaço de integração para cidadãos Sem Abrigo em que os utentes terão de fazer face às despesas fixas inerentes (água, luz, telefone, TV e limpeza), ficando a renda a cargo da Junta e a alimentação a cargo das entidades parceiras assim como todo o trabalho de acompanhamento do projecto.

Subscrevem:

Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Luis Seguro
Teresa Aroso
Elvina Maria Reis Rosa
Elsa Felizardo
Carmosinda Veloso
Leonilde Ferreira Viegas
Mariana Tavares
Ana Benavente
Francisco Tellechea
Fátima Mayor
Zélia Pereira
Carla Caló
Belicha Geraldes
Fernando Anjos
Ana Costa
Manuela Melo
Raquel Leite
Maria Helena Palhano
Ellie Zephyra
Mariana Bettencourt
Clara Ribeiro
Margarida Seguro
Herculano Rebordao
Ilda Cruz
Alexandra Pjn
Celestina Costa
Stela Correia
Jaime Amores
Cristina Milagre
Maria Luísa Lanita
Isabel O. Sousa
Lezíria Couchinho
Lurdes Farrusco
Ana Ivo Gonçalves
Isabel Tomas Rodrigo
Margarida Botelho
Teresa Capela
Sónia Barbosa
Ana Oliveira
Margarida Agostinho
Jose Alves
Cristina Mota Capitão
Julieta Martins
Maria J. Ferrão
Sandra Jacob
Azevedo Ana Cristina
Rita Luis
Margarida Suárez
Maria José Tropa
Alexandre Silva
João Silva
Margarida Caldeira da Silva
Antonieta Soares Ribeiro
Paulo Rainho
Vanessa Correia Marques
Vítor Junqueira
Carlos Tito Mendes
Barbara Falcao Fernandes
Leonor Relógio
Cristina Matos
Miguel Braz
Filipa Mariana Pereira

 

Resposta da JFA de 8 de Abril de 2019:

“GAP/ 3892 /2019
Exmos. Senhores,
Em referência ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, de acusar a receção do email de V. Exa. que nos mereceu a melhor atenção e informar que não dispomos da instalação para o efeito. Agradecemos a sugestão.
Com os melhores cumprimentos”