Pedido de reavaliação de cedência de 10 lugares de estacionamento na Av Marconi ao Ministério do Trabalho

Os subscritores apelam ao Ministério do Trabalho e à CML que reavaliem a cedência de 10 lugares de estacionamento na Av Marconi aos funcionários do dito ministério que se irão, assim, somar aos 2 já aqui existentes ou que, pelo menos, consagrem a um limite horário toda ou parte desta reserva de estacionamento.
Recordamos que nos últimos meses foram perdidas várias dezenas de lugares de estacionamento em locais para ecoilhas enterradas, estacionamentos para motas e bicicletas e ciclovias sem as correspondentes criações de lugares de estacionamento de compensação agravando uma situação que já era bastante difícil para os moradores de uma das freguesias com o rácio de dístico-estacionamento mais baixos de Lisboa.
Recentemente (julho de 2018) tivemos a polémica da cedência de um número de lugares semelhantes à cantora Madonna por cerca de 720 euros. Ignoramos qual será o pagamento feito pelo Ministério à CML, mas a ser semelhante questionamos porque é que este Ministério não estaciona os seus veículos no Parque Empark a alguns metros de distância que está muito longe da ocupação total da sua capacidade.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Pedro Pinto
Luis Seguro
Teresa Aroso
Anabela Nunes
Pedro Gaurim Fernandes
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Costa
Rui M. Sousa
Luisa Castro Correia
Cristina Azambuja
Fernando Anjos
Maria De Lurdes Canto
Manuela Melo
Clara Ribeiro
Ilda Cruz
Stela Correia
Francisco Pedroso
Luisa Galvão
Marco Neves
Lidia Monteiro
Ana Teresa Santos
Teresa Capela
Margarida Granjo Dos Reis
Pedro Stichini Vilela
Pedro Dias
Madalena Matambo Natividade
Amália Parente
Maria Concepcion
Tuti Andrade Rocha
Jorge Garcia
Andreia Cunha Dias
Elisabete Carvalho
Leonor Braz Teixeira
Margarida Suárez
Belicha Geraldes
Leonor Santa Bárbara
Maria Da Conceiçao Batista
Margarida Egea
Gonçalo Pousão
Teresa Sarmento
Antonio Sequeira
Sofia Silva
Emanuel Genovevo Costa
Ines Pintado Maury

Estacionamentos Cobertos para Bicicletas

Os subscritores apelam à Junta de Freguesia a instalação de parques de estacionamento cobertos para bicicletas particulares, à semelhança das que existem em outras partes de Lisboa. As mudanças na cidade de Lisboa como a construção de ciclovias têm motivado ao uso deste meio de transporte, mas é necessário complementar com este tipo de infraestrutura , no sentido de promover o uso da bicicleta a quem não tem local onde a guardar. Apesar da boa iniciativa ao fazer uma parceria com a empark para estacionar no parque do Jardim Fernando Pessa, é necessária a existência de estacionamento mais distribuído pela freguesia (acessível a todos) e em maior quantidade para que a bicicleta se torne plenamente viável como o meio de transporte que pode ser.
Apelamos igualmente a que o acordo para lugares para bicicletas nos parques da Empark e EMEL seja estendido aos restantes parques da freguesia (não só no parque do Fernando Pessa) e que seja aberto a todos os moradores e não apenas aos que estão actualmente recenseados.
fotografia:

https://www.facebook.com/Vizinhos.do.Areeiro/photos/gm.2158917497754379/2098207226974287/?type=3&permPage=1&ifg=1

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Luis Seguro
Patrícia Matos Palma
Ana Costa
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Coelho
Zélia Pereira
Gisela Stricker
Carla Caló
Herculano Rebordao
Ana Sampedro
José João Leiria-Ralha
Manuela Melo
Clara Ribeiro
Maria Mar
Ilda Cruz
Stela Correia
Henrique Ferro
Nuno Cruz Garcia
Lezíria Couchinho
Maria Adelaide Nogueira
Marco Neves
Hugo Freire
Ana Teresa Santos
Miguel Pires
Joana Isabel
Teresa Clode
António Santos
Rosa Rebelo
Jose Cruz
Margarida Agostinho
Pedro Nóbrega da Costa
Jose Alves
Nuno Domingos
Paula Cardoso
Rui Dias
António Puppe
Maria Concepcion
Gonçalo Peres
Tuti Andrade Rocha
Rita Luis
Leonor Braz Teixeira
Ana Cristina Martins
Maria Helena Ferro
Gonçalo Pousão
Filipe Chapman Garrido
Carlos Tito Mendes
David Vale
Joao Bernardino
Nuno Carvalho
Ruy Redin
Ana Ribeiro
Ines Pintado Maury

Actualização de 07.05.2019
GAP/ 4108 /2019
Exmos. Senhores,
Em referência ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, de acusar e agradecer a sugestão de V. Exa que nos mereceu a melhor atenção e informar que quanto aos outros parques, dado não terem acesso (porta de homem) não é possível a recolha após o fecho do parque ao público, nem zona para o efeito.
Grata pela atenção.
Com os melhores cumprimentos,
Carla Marques
Gabinete de Apoio à Presidencia”

Adenda:
Este sistema já funcionou no Oceanário de Lisboa. No entanto, após obras de ampliação, eles optaram por não o voltar a colocar à disposição dos utilizadores de bicicletas. Também pode ser encontrada a mesma estrutura de parqueamento na freguesia de Moscavide, na Rua João Pinto Ribeiro, junto à estação de metro. Ambas são fabricadas e fornecidas pela Biciway.

Actualização de 10 de maio de 2019:

“GAP/ 4156 /2019

Exmo. Senhor,

Quanto à sugestão da infraestrutura para guardar bicicletas particulares iremos analisar a sua implementação.

Em relação aos outros parques de estacionamento Emel e Empark que mencionam, não é possível parceria à semelhança do parque do Jardim Fernando Pessa, visto estes não terem uma porta lateral (porta de homem), que facilitaria a entrada e saída das bicicletas após o fecho do estacionamento.

Sem outro assunto apresentamos os nossos melhores cumprimentos,”

Petição “Por mais segurança nas passadeiras”


“Os peticionários apelam à Assembleia Municipal de Lisboa que interceda junto da CML no sentido de melhorar a segurança geral dos atravessamentos pedonais na freguesia do Areeiro especificamente através da:

1. colocação de semáforos na Av Manuel da Maia: local de atropelamentos e onde a circulação automóvel se faz, geralmente, a alta velocidade.

2. colocação de semáforos na Av João XXI (no alinhamento da farmácia): onde existem diversos registos de atropelamentos e outros incidentes naquele atravessamento. A Av. João XXI apresenta duas faixas em cada sentido, amplas e niveladas, que se revelam ‘convidativas’ ao desrespeito pelo limite máximo de velocidade considerado para as áreas urbanas, abaixo dos 50 km/h. Perante aquela passadeira, muitos peões conscientes detêm a sua marcha e pacientemente aguardam por uma travessia segura, outros, pelas suas características (impaciência, idade, …) ou circunstâncias (como a utilização de telemóveis) colocam inadvertidamente as suas vidas em risco, ao não acautelarem as condições ideais para a travessia.

Para ilustrar a gravidade destas situações apresentamos alguns dados esclarecedores: 80% dos atropelamentos acontecem dentro das localidades, sendo 20% dos quais em passagens assinaladas;

no período 2010/2016 ocorreram
29 atropelamentos na Av. João XXI,
39 na Av de Roma e
160 (!!!) na Av. Almirante Reis (o registo mais negro de todo o país!).

No intuito de melhorar a segurança de todos, decidimos solicitar-lhe o apoio para apresentar uma Petição à Assembleia Municipal de Lisboa, para que sejam consideradas as recomendações do Observatório ACP, nomeadamente, e nestes casos específicos, a instalação de radares associados a semáforos.

Uma vez que mais artérias da Freguesia poderão apresentar situações semelhantes às descritas, deve enviá-las para geral@vizinhosdoareeiro.org para que possam ser acrescentados, posteriormente, à petição.

De forma correlacionada recordamos as propostas dos Vizinhos para que:

1.
“Os subscritores propõem que a CML avalie a passagem do Bairro dos Actores a uma “Zona 30” dado que se trata de um bairro fortemente residencial, grande e sem avenidas a atravessá-lo.
Paralelamente, apelamos à autarquia que – independentemente da avaliação acima citada – aumente o número de passadeiras elevadas (como a que já existe na Abade Faria) assim como o reforço da sinalização vertical de sentido de trânsito e espelhos em alguns cruzamentos deste Bairro de pior visibilidade.”

2.
“As velocidades dos automóveis nas vias estruturantes do Areeiro (João XXI, Roma, Almirante Gago Coutinho e Afonso Costa) ultrapassam, frequentemente, os 50 Km/h.
Esta falta de respeito para com os limites de velocidade leva a um aumento da poluição sonora e ambiental e a um risco de sinistralidade que pode ser combatida por várias vias:
a) aumento da fiscalização por parte da Polícia Municipal (agora com competências neste sector)
b) instalação de radares fixos de controlo de velocidade
c) instalação de lombas nas rectas de maior extensão, junto a passadeiras de peões”

3.
“Tendo em conta que o ponto 1.6.4.2 do Anexo ao Decreto-Lei nº 163/2006 prescreve que, em todos os semáforos, o sinal verde para peões deve estar aberto o tempo suficiente para permitir o atravessamento a uma velocidade de 0,4 metros por segundo e que várias vias da freguesia do Areeiro não respeitam esta regra os moradores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que identifique junto da Câmara Municipal de Lisboa todos os semáforos que estão ilegais e que proceda por forma a garantir uma resposta eficaz e em tempo útil por parte desta autarquia.

(numa faixa de rodagem com 10 metros de largura a luz verde para peões tem que estar aberta pelo menos durante 25 segundos. Ora, em muitos locais de atravessamento (e sem contar com as ilhas nos separadores centrais!) no Areeiro o peão tem apenas 15 segundos, ou seja 10 segundos que podem fazer a diferença entre a vida e a morte!” “

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=segurancapedonal

Resposta da CML


Na sequência do seu e-mail de 1/05/2019, que mereceu a nossa melhor atenção, apesar da demora na resposta que lamentamos cumpre-nos informar o seguinte:

  1. No âmbito da intervenção realizada na Avenida Manuel da Maia, a passagem em questão já foi requalificada;

  1. A Direção Municipal de Mobilidade considerou que não se justifica a colocação de semáforos na Avenida João XXI, tendo substituído a sinalização vertical, conforme informação do nosso e-mail de 10/04/2019;

  1. Quanto aos restantes pontos, informamos que a Direção Municipal de Mobilidade está a desenvolver o Plano Municipal de Segurança Rodoviária que pretende avaliar as diferentes problemáticas e soluções ligada à segurança rodoviária no concelho de Lisboa, por forma a promover práticas que promovam a sua efetiva melhoria.”