Recuperação e relocalização das “Três Graças” na Praça de Londres

Os Subscritores requerem à CML que proceda à reparação da estátua das “Três Graças” (faltam as mãos sendo que estas já haviam desaparecido uma vez) e a sua transferência para o jardim central da Praça de Londres, na ponta oposta à estátua de Guerra Junqueiro no mesmo local onde estava a magnólia que morreu há uns anos.
Ficaria virada para a Av de Roma e permitiria enriquecer, sem grande custo nem projecto uma parte nobre na freguesia que está desfeada pelo grande painel luminoso da ATL.
De recordar que no Jardim onde está actualmente esta estátua já existe o conjunto escultórico do antigo cinema Monumental.

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“Lisboa quer criar 16 ciclovias até setembro” [JN]

Lisboa quer criar 16 ciclovias até setembro
Moradores dizem que número de bicicletas é “residual” e inseguro em avenidas centrais

A Câmara de Lisboa quer criar 16 ciclovias em avenidas estruturantes da cidade até setembro. A Almirante Reis foi a primeira avenida da capital a receber uma ciclovia e seguem-se outras, como a 24 de Julho, a da Liberdade e da Índia, de Roma e de Berna, Marechal Gomes da Costa, Lusíada, José Malhoa, das Descobertas e de Ceuta. O alargamento da rede ciclável tem gerado polémica, principalmente junto de quem acredita que o número de bicicletas a circular “ainda é residual” e não justifica alterações em avenidas centrais.

CICLOVIAS “POP-UP”
A maior parte das ciclovias serão “pop-up”, ou seja, instantâneas e de menor custo e construídas segundo o mesmo método: suprimindo-se uma de duas faixas de rodagem automóvel existentes e substituindo-a, através de linhas brancas
pintadas no chão e pilaretes de plástico, por uma via destinada a bicicletas.

Rui Martins, da associação de moradores Vizinhos do Areeiro, andou durante um mês a contar carros, bicicletas e outros veículos a “horas diferentes do dia” para avaliar o impacto da nova ciclovia na Avenida de Roma.

O morador concluiu que a redução de vias de trânsito terá “um forte impacto no fluxo de trânsito, criando uma situação de acumulação com repercussões para os moradores”. “Contei 2665 veículos (carros particulares, táxis, autocarros, camionetas, entre outros), 120 bicicletas, 246 motorizadas e motocicletas e 18 trotinetes. O tráfego automóvel ainda representa a esmagadora maioria de veículos naquela que é uma das principais vias estruturantes da cidade e um eixo fundamental para o acesso a outros pontos de Lisboa e ao seu exterior”, explica.

Segundo Rui Martins, a percentagem de bicicletas registada “foi surpreendentemente baixa tendo em conta que ali mesmo, junto à Assembleia Municipal de
Lisboa, está uma estação da rede municipal de bicicletas partilhadas Gira e que, não muito longe, na Praça de Londres e Avenida de Paris, existem outras duas”. Para o representante da associação Vizinhos do Areeiro “ainda é inseguro circular de bicicleta na Avenida de Roma, tal é a intensidade da circulação automóvel e a atitude agressiva de alguns condutores”. Considera, porém, que uma ciclovia “bem instalada e devidamente ponderada poderá fazer migrar para a bicicleta alguns destes utilizadores de automóveis”.

SOFIA CRISTINO