Como são (e se são) fiscalizadas as faltas de recolha de “dejectos caninos” por cidadãos?

Os subscritores questionam a CML sobre as métricas de contraordenações (e respectiva distribuição geográfica e temporal, por freguesia) aplicadas a casos de “dejectos caninos” e, destas, quantas foram efectivamente cobradas.
Questionamos igualmente se o esforço financeiro das autarquias (CML e Juntas) para garantir esta limpeza (p.ex. Motocães) está avaliado e se tem havido um esforço especial de fiscalização por parte da Polícia Municipal num fenómeno que, em Lisboa, parece em crescendo.

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Paulo Ferrero
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Luis Seguro
Rogério Martins
Elsa Felizardo
José João Leiria-Ralha
Patrícia Matos Palma
Flávio Gonçalves
Isabel Tomas Rodrigo
Sofia Pinheiro
Leonilde Ferreira Viegas
Pedro Pinto
Maria Estima
Emilio Santos Pinto
Francisco Lopes da Fonseca
Elsa Felizardo
Ilda Cruz
Cristina Milagre
Zélia Pereira
Rosarinho Quina
Renato Calado Rosa
Margarida Seguro
Helena Esteves
Irene Vieira
Maria Martins da Silva
João Miguel Gaspar
Amália Parente
Maria Luisa Ferreira
Carlos Lopes
Maria João Carmo
Ana Vila
Inês Marques
Sofia Serrano
Luisa Teresa
Herculano Rebordao
Mafalda Toscano Rico
Antonio Sequeira
Tiago Machado
Bruno Beja Fonseca
Sofia Mira de Almeida
Inês Ribeiro Sequeira
Ines Pintado Maury

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