Propostas à CML para o Parque Urbano do Vale da Montanha: Cuidadores, Cobertura Verde e Rede de Parcerias

Enviada a 18 de Maio de 2020:

Propostas à Direcção de Espaços Verdes da CML: Cuidadores, Cobertura Verde e Rede de Parcerias

Gostaríamos de solicitar o apoio da Direção de Espaços Verdes (DEV) da CML para as seguintes áreas de atuação:

  • apoio na dinamização de um grupo de moradores do Areeiro que se interesse por cuidar dos Espaços Verdes da Freguesia nomeadamente das diversas árvores recém-plantadas no novo Parque Urbano do Vale da Montanha,
  • agilização do processo de replantação de árvores em caldeiras que se encontram desocupadas nas nossas ruas, existindo para tal um meio próprio para contacto de forma a evitar a demora que se tem verificado
  • definição conjunta (com a DEV) de manuais de “boas práticas” para cuidar dos Espaços Verdes e que poderá ser utilizado pelos moradores, mas também pelos funcionários da CML e das Juntas de Freguesia e pelas empresas contratadas pela CML
  • alguns exemplos de boas práticas poderão ser a utilização de “cobertura verde” (“mulching”) junto às árvores recém-plantadas, a rega de algumas árvores e o ser seletivo em relação ao corte das ervas do parque (por exemplo, procurar deixar ficar as plantas com bastantes flores)
  • vigilância de alguns aspectos de tutoragem a precisar de manutenção e pedindo a respectiva intervenção;
  • poder-se-á também pedir o apoio de algumas Universidades e empresas de consultadoria (em agricultura biológica, permacultura, etc) para dar algum apoio na elaboração dos manuais de “boas práticas” e, também, para realizar alguns ensaios científicos, por forma a compreender melhor quais as práticas mais eficazes (ou seja, que produzem melhores resultados).

Proposta elaborada a partir de sugestão de um residente do Areeiro e frequentador regular do Parque do Vale da Montanha

Subscrevem este pedido de reunião:
Rui Martins
Ilda Cruz
Stela Correia
Nico Lion
Aruna Nathoo
Maria Helena Rino Moraes
Cristina Azambuja
Zélia Pereira
Marilia Pedro
Duarte Silva Manuel
Amélia Maria Ribeiro
Sandra Henriques
Isabel Gameiro
Teresa Correia
Carmen Padrão
Maria Saraiva
Adelina Bibe
Jorge Oliveira
Maria Saramago
David Greer
Manuela Melo
Ana Costa
Madalena Matambo Natividade
Pedro André
Isabel Petronilho Almeida
Teresa Raposo
Lina Nathoo
Jorge Zúniga Almeida Santo
Gonçalo Peres
Sofia Carvalho Coelho
Elvina Maria Reis Rosa
Carla Camara
Anabela Nunes
Patricia Saldanha da Gama
Teresa De Almeida Pires
Sousa Ilda
Margarida Boto
Teresa Sarmento
João Firmino

Vamos ajudar a Livraria Barata !

Livraria Barata está em dificuldades e precisa da nossa ajuda:

Não deixe morrer uma Lojas com História Lisboa.

Pelas nossas memórias na luta contra a censura e o Antigo Regime e pela dinamização cultural no Areeiro:

1. Compre jornais, revistas, livros e artigos de papelaria na Barata

2. Antecipe as suas prendas de Natal e compre um “cheque surpresa” (oferta)

Obrigado!

A histórica “Livraria Barata” de Lisboa

Doação de Livros a Sem Abrigo no Pavilhão do Casal Vistoso

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Alguns dos muitos livros e revistas em russo doados pela Embaixada aos Sem Abrigo de língua russa no Pavilhão do Casal Vistoso.

Paralelamente recolhemos e entregámos também muitas outras dezenas de livros e revistas em português doados por moradores e houve ainda outros que entregaram essas doações directamente no Pavilhão.

Obrigado a todos e, em particular, à Embaixada da Rússia em Portugal!

“Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa” [Notícias ao Minuto]

Um aumento da atividade criminosa tem vindo a ser registado na freguesia do Areeiro, em Lisboa, durante o período de pandemia da covid-19, verificando-se vandalismo e assaltos a carros e a lojas, através da quebra de vidros.

Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa

© Getty Images

18:09 – 07/05/20 POR LUSA

De acordo com o presidente da Associação Vizinhos de Lisboa, Rui Martins, o pico de criminalidade naquela freguesia é o mais alto desde 2017.

O que está a acontecer aqui é o mesmo tipo de crime repetido várias vezes: vidros partidos. Partem vidros de carros para terem acesso ao interior e, outras vezes, partem os vidros apenas por vandalismo gratuito“, realçou o também fundador do núcleo Vizinhos do Areeiro, que pertence à Associação Vizinhos de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, Rui Martins disse que todos os dias há lojas com vidros partidos e roubos. Acontecem sobretudo de madrugada, quando a freguesia “se torna numa selva”.

Há furtos de lojas, desde caixas roubadas até produtos com exposição, como tabaco. Noutros casos, parece haver apenas o intuito de destruir – como vidros partidos – e não furto aparente“, referiu o dirigente.

“De dia paz, à noite guerra. Não há memória de uma coisa tão intensa aqui”, acrescentou, adiantando que também “há casos de pedintes agressivos”, tendo sido já chamada a polícia para os conter.

A associação acredita que o bairro Portugal Novo é um foco de insegurança na freguesia, já que em torno dele “há uma presença de tráfico de droga que é evidente para toda a gente”.

Consciente da situação encontra-se o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Braamcamp (PSD), que tem feito “todos os esforços” para resolvê-la.

Eu tinha advertido para o facto de terem trazido os sem-abrigo para ali e que confiná-los naquele espaço [Pavilhão do Casal Vistoso] iria trazer-nos problemas. Garantiram que não, porque iriam ficar sob vigilância da Polícia Municipal e da PSP, mas nada disso aconteceu“, referiu.

Para Fernando Braamcamp, a concentração dos sem-abrigo no Pavilhão do Casal Vistoso — onde foi instalado um centro de acolhido provisório devido à pandemia de covid-19 – também fez aumentar o consumo de droga e a violência.

“Houve um surto de assaltos a carros, inclusive a pessoas, e um consumo de droga à descarada. Em qualquer sítio se drogam, sem pudor nenhum. E há alguns atos violentos contra os cidadãos”, realçou.

Em resposta enviada à agência Lusa, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP informou que “tem conhecimento das situações relatadas”, mas referiu que “são desconhecidas as causas para o aumento das ocorrências”.

“O aumento da circulação da população sem-abrigo na freguesia do Areeiro tem levado à existência de algumas queixas relacionadas com situações de ameaças para obtenção de dinheiro”, indicou, defendendo, contudo, que não existe “necessariamente uma relação direta entre estes dois fatores”.

De acordo com o Cometlis, o aumento da criminalidade pode estar “a servir como meio de financiamento ao consumo de produtos estupefacientes e bebidas alcoólicas, dependências amplamente conectadas com a população sem-abrigo”.

O comando acrescentou que foram adotadas medidas preventivas, tendo sido direcionado policiamento, através da esquadra responsável pela área da freguesia do Areeiro (a das Olaias) e de outras “valências mais específicas da Polícia de Segurança Pública”.

“O policiamento levado a cabo, o qual tem por objetivo ser o mais integral possível, absorve um conjunto de diversas valências da Polícia de Segurança Pública, para as quais concorrem todos os recursos humanos e logísticos necessários e considerados adequados”, concluiu.

Em abril, o vereador dos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, Manuel Grilo (BE), propôs que as pessoas em situação de sem-abrigo acolhidas em centros de emergência, devido à pandemia da covid-19, continuem a ter respostas e não regressem à rua.

O propôs também um reforço das respostas nas áreas do consumo de álcool e drogas e da saúde mental, e a manutenção dos projetos de animação e intervenção nestes espaços de acolhimento e nos que possam vir a ser criados.

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1473994/assaltos-e-vandalismo-aumentam-na-freguesia-do-areeiro-em-lisboa

“Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa” [Sapo 24]

“Um aumento da atividade criminosa tem vindo a ser registado na freguesia do Areeiro, em Lisboa, durante o período de pandemia da covid-19, verificando-se vandalismo e assaltos a carros e a lojas, através da quebra de vidros.

Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa
24

De acordo com o presidente da Associação Vizinhos de Lisboa, Rui Martins, o pico de criminalidade naquela freguesia é o mais alto desde 2017.

“O que está a acontecer aqui é o mesmo tipo de crime repetido várias vezes: vidros partidos. Partem vidros de carros para terem acesso ao interior e, outras vezes, partem os vidros apenas por vandalismo gratuito”, realçou o também fundador do núcleo Vizinhos do Areeiro, que pertence à Associação Vizinhos de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, Rui Martins disse que todos os dias há lojas com vidros partidos e roubos. Acontecem sobretudo de madrugada, quando a freguesia “se torna numa selva”.

“Há furtos de lojas, desde caixas roubadas até produtos com exposição, como tabaco. Noutros casos, parece haver apenas o intuito de destruir – como vidros partidos – e não furto aparente”, referiu o dirigente.

“De dia paz, à noite guerra. Não há memória de uma coisa tão intensa aqui”, acrescentou, adiantando que também “há casos de pedintes agressivos”, tendo sido já chamada a polícia para os conter.

A associação acredita que o bairro Portugal Novo é um foco de insegurança na freguesia, já que em torno dele “há uma presença de tráfico de droga que é evidente para toda a gente”.

Consciente da situação encontra-se o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Braamcamp (PSD), que tem feito “todos os esforços” para resolvê-la.

“Eu tinha advertido para o facto de terem trazido os sem-abrigo para ali e que confiná-los naquele espaço [Pavilhão do Casal Vistoso] iria trazer-nos problemas. Garantiram que não, porque iriam ficar sob vigilância da Polícia Municipal e da PSP, mas nada disso aconteceu”, referiu.

Para Fernando Braamcamp, a concentração dos sem-abrigo no Pavilhão do Casal Vistoso – onde foi instalado um centro de acolhido provisório devido à pandemia de covid-19 – também fez aumentar o consumo de droga e a violência.

“Houve um surto de assaltos a carros, inclusive a pessoas, e um consumo de droga à descarada. Em qualquer sítio se drogam, sem pudor nenhum. E há alguns atos violentos contra os cidadãos”, realçou.

Em resposta enviada à agência Lusa, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP informou que “tem conhecimento das situações relatadas”, mas referiu que “são desconhecidas as causas para o aumento das ocorrências”.

“O aumento da circulação da população sem-abrigo na freguesia do Areeiro tem levado à existência de algumas queixas relacionadas com situações de ameaças para obtenção de dinheiro”, indicou, defendendo, contudo, que não existe “necessariamente uma relação direta entre estes dois fatores”.

De acordo com o Cometlis, o aumento da criminalidade pode estar “a servir como meio de financiamento ao consumo de produtos estupefacientes e bebidas alcoólicas, dependências amplamente conectadas com a população sem-abrigo”.

O comando acrescentou que foram adotadas medidas preventivas, tendo sido direcionado policiamento, através da esquadra responsável pela área da freguesia do Areeiro (a das Olaias) e de outras “valências mais específicas da Polícia de Segurança Pública”.

“O policiamento levado a cabo, o qual tem por objetivo ser o mais integral possível, absorve um conjunto de diversas valências da Polícia de Segurança Pública, para as quais concorrem todos os recursos humanos e logísticos necessários e considerados adequados”, concluiu.

Em abril, o vereador dos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, Manuel Grilo (BE), propôs que as pessoas em situação de sem-abrigo acolhidas em centros de emergência, devido à pandemia da covid-19, continuem a ter respostas e não regressem à rua.

O propôs também um reforço das respostas nas áreas do consumo de álcool e drogas e da saúde mental, e a manutenção dos projetos de animação e intervenção nestes espaços de acolhimento e nos que possam vir a ser criados.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/assaltos-e-vandalismo-aumentam-na-freguesia-do-areeiro-em-lisboa

Propostas em defesa da Saúde Pública e Segurança no Areeiro (Lisboa)

Os vizinhos têm registado um aumento de cidadãos, aparentemente sem-abrigo, a mendigar ou a consumir droga – condições não cumulativas ou associadas -, conforme documentado pelas publicações e comentários no grupo “Vizinhos do Areeiro”, com maior incidência nas Olaias e as proximidades do Pavilhão do Casal Vistoso. No seguimento das iniciativas anteriores, os subscritores solicitam ao:

– Comando da PSP de Lisboa;

– Presidente da CML; e

– Presidente da JFA.

Atenção para os seguintes pontos:

PSP

1. Aumentar o patrulhamento de proximidade.

JFA:

1. Reforçar a Higiene Urbana em meios e frequência das limpezas nas áreas circundantes ao Pavilhão; e,

2. Contratar um Serviço de Guarda Noturno, com base nos excedentes orçamentais, até que haja efetivo reforço dos meios de policiamento conforme recomendação votada em Assembleia de Freguesia.

CML:

1. Destacar um posto móvel de consumos assistidos, atenuando o consumo livre (conforme registado no grupo);

2. Avaliar a vedação dos locais de consumo frequente, ex. Parque do Vale da Montanha (sob os viadutos do metropolitano), Av. Carlos Pinhão e escadas junto aos Serviços Sociais da Av. Afonso Costa;

3. Destacar elementos da Polícia Municipal (PM) para as Olaias e, sobretudo, imediações do Jardim Tristão da Silva;

4. Gerir o corpo da PM adstrito ao “policiamento turístico”, redirecionando-o para áreas residenciais com aumento de crime e/ou vandalismo;

5. Apostar numa rede de infraestrutura para o acolhimento de cidadãos sem-abrigo;

6. Instituir uma rede com locais e profissionais especializados para apoio aos cidadãos toxicodependentes e/ou com distúrbios mentais, junto das áreas de maior incidência.

Subscrevem:

Rui Martins
Elsa Pinto
Wheelie Miyagi
Eduardo Sousa
Felipe Ferreira
Maria Epifanio
Sofia Rodrigues
Manuela Manon
Ilda Cruz
Alexandra Pjn
Ricardo de Almeida
Maria Jerónimo Costa Zita
Stela Correia
Patricia Alves
Fernando Anjos
Cristina Azambuja
Mendes Garcia
Zélia Pereira
Maria Helena Veiga
Maria Luísa Lanita
Beca Guedes Da Silva
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Helena Amaral
Ana Martins da Cruz
Duarte Silva Manuel
Teresa Aroso
Naide Azevedo
Luis Filipe Ferreira
Maria Jesus Pereira Gambino
Ana Paula Pimenta
Maria Cortez Caetano
Teresa LC
Isabel Tomas Rodrigo
Teresa Correia
Virginio António Briote
Carmen Padrão
Catarina Caetano
Jorge Oliveira
Maria Palma
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Ana Freitas
Susana Xana
Jacinto Manuel Apostolo
João Pedro Araújo
Eugenia Maria Sobreiro
Madalena Morais Martins
Joao Figueiredo
Maria Helena Palhano
Maria Fernanda
Lourdes Walk
Anabela Nunes
Cláudia Casquilho
Patrícia Matos Palma
Nuno Dinis Cortiços
Ana Cardoso Santos
Elvina Maria Reis Rosa
Teresa Raposo
Nuno Miguel Cabeçadas
Fátima Mayor
Elisabete Carvalho
Francisco Tellechea
Maria João Morgado
Inês Santos
Manuela Melo
Carla Caló
Fatima Aparicio
Isabel Casquilho
Ana Sampedro
António Madeira Santos
Ana Margarida Carvalho
Paulo Silva
Marta Gaspar
Ricardo Lima
Madalena Matambo Natividade
Cristina Mota Capitão
Rafael Pereira
José Maia de Loureiro
Isabel Martins
Sara Gonçalves Caria
Maria Luisa Ferreira
Fátima Cònim
Jorge Zúniga Almeida Santo
Maria Concepcion
Zelinda Marouço
Teresa Peixoto
Rúben Pereira
Maria Lemos E Sousa
Ana Amaro Fernandes
Rita Luis
Alexandra Costa
Carla Camara
Marta Cabral Morgado
Tita Almeida
Sofia Vale
Margarida Fernandes
Isabel Castelo Branco
Belicha Geraldes
Palmira Reis Rocha
Raquel Soares
Mário Jorge Ramos
Lina Fernandes
Joana Maria
Paula Morais
Susana Carmona
Fatima Lammar
Gonçalo Pousão
Maria Gabriel
Mónica Pimentel Santos
Pedro Paulouro
Joana Alves de Sousa
João Firmino
Vanessa Correia Marques
Teresa Basto
Carolina Cardoso
Rosário Belmar da Costa
Isabel Costa Cabral
Maria João Duarte
Ana Martins


Propostas sobre a vaga de criminalidade e vandalismo no Areeiro (Março/Abril de 2020)

Tendo em conta que vivemos hoje um pico de criminalidade inédito desde que, em Novembro de 2017, os Vizinhos do Areeiro começaram a registar a criminalidade nesta freguesia, e que na actual circunstância de Estado de Emergência as ruas estão mais desertas do que nunca, e ainda que o fecho dos estabelecimentos comerciais os tornou mais vulneráveis e diminuiu também a circulação pedonal, os subscritores:

1
pedem – à semelhança do que fizemos em http://vizinhosdoareeiro.org/intervencao-da-cml-na-alameda-aumento-de-vigilancia-e-de-meios-para-a-psp-lisboa/ – que sejam reforçados os meios da PSP e que, desta forma, se contribua para reduzir o sentimento de insegurança que atualmente se vive na freguesia.

2
Os subscritores pedem igualmente ao Executivo da Junta de Freguesia do Areeiro que execute o compromisso eleitoral de dotar a freguesia de guarda nocturno (financiado pela autarquia) que complete ou antecipe este reforço de meios da PSP.

3
Aguardamos ainda a resposta da PSP à oferta, por parte da Junta de Freguesia, de um carro eléctrico para patrulhar a área da freguesia do Areeiro.

Subscrevem:
Rui Martins
Bruno Caetano
Joao Silva
Joana Melo
Flávio Tavares
Elsa Pinto
Lailai Sales
Dulce Pinto Barriga
José Carlos Jorge
Margarida Sampaio
Zulmira Varela
Maria Odete Morais
Ana Fontes
Antonio Paulo
Pedro Barbosa de Barros
Beatriz Pacheco
Maria Bárbara
Ilda Cruz
Joao Girbal Girbal
Luís Caria
Elsa Venâncio G Gomes
Alexandra Pjn
Angelina Costa Pinto
Ana Ferreira
Cristina Valadas
Floriberto Lima
Eduardo Júlio
Luis Reis
Stela Correia
São Peixoto
Maria Helena Rino Moraes
Rosa Maria Troufa Real
Rui Ferreira Lopes
Rui Bras
Mafalda Veiga Alves
Ana Castro
Vice Nabais
Nitucha Jacques
Pedro Alves
Francisco Pedroso
Dina Gomes
Duarte Simões
Carlos Pinheiro
Claudina Diego
Fernando Anjos
Maria Teresa Inglês Agostinho
Luís Correia
Anibal Santos
Cristina Azambuja
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Anabela Nunes
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Patrícia Matos Palma
Madalena Matambo Natividade
Ana Costa
Teresa Raposo
Teresa Aroso
Eduardo Pessoa Santos
Zélia Pereira
Pedro Pinto
Maria Yañez
Filipa Ramalho Rickens
Manuel Jesus
Tito Ferreira de Carvalho
Maria Helena Palhano
Bruno Beja Fonseca
Paula Veiga
Manuela Bastos
Sofia Carvalho Coelho
Pedro Gaurim Fernandes
Teresa Sarmento
Ana Figueiras
Inês Santos
Maria Cortez Caetano
Francisco Tellechea
Carlos Mat
Maria De Lurdes Canto
Luis Cavaleiro Madeira
Jacinto Manuel Apostolo
Ana Filipa Gonçalves
Ruy Redin
Maria João Morgado
Manel Barroca
Maria Lourdes Alves Gouveia
Lidia Monteiro
Dulce Amaral
Francisco Lopes da Fonseca
Margarida Reis
Teresa LC
Elisabete Carvalho
Leonor Santa Bárbara
Gonçalo Pousão
Susana Carmona
Olinda Gonçalves
Mendes Garcia
Madalena Saias
Victor M Almeida
Maria Luísa Lanita
Filomena Valente
Ana Nóbrega
Carlos Gaspar
Manuela Carvalho
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Gabriela Candeias de Matos
Clara Ribeiro
Martins Vieira
Inês Cotrim
Lena Batista
Duarte Silva Manuel
Grata Sombreireiro MC
Dina Santos
Margarida Seguro
Ana Veiga
Ana E Filipe Torres
Maria Adelaide Nogueira
Naide Azevedo
Elisabete Ferreira
Silvana Salvi
Alexandra Cardoso
Luis Filipe Ferreira
Anabela Marçal
Pedro Moreira
Carlos Barreira Dias
Bruno Godinho
Lôpo Afonso Albuquerque
Nazare Miranda
Joaquim Barata
Mariana Costa
Fernando Magalhaes
Carlos Castelo Branco
Teresa Correia
Paulo Puga
João F. Cacais
Virginio António Briote
Ana Martins Rodrigues
Tony Morais
Maria Ferreira Pires
Ricardo Silva
Rita Apolinário
Paula Trindade
Catarina Caetano
Patrícia Alves Caetano
Maria Saramago
Teresa Capela
Luisa Cunha
Filipa Ramos
Ana Judite Peres
Rita Ribeiro
Cláudia Almeida
Fernando Lemos
Maria Helena Morais
Ricardo Quintão
Andreia Trindade
Ana Dammann
Marta Ferreira
António Carlos Teixeira Duarte
Isabel Moraes
Olinda Vieira
João Pedro Araújo
Eugenia Maria Sobreiro
Marina Vicente Cruz
Joao Figueiredo
Maria De Lurdes Machado
Anabela Matos
Maria João Coragem
António Madeira Santos
Jorge Fernandes
Paulo Silva
Valter Martins
João Miguel Gaspar
Diogo Mimoso
Sonia Adonis
Cristina Mota Capitão
Rafael Pereira
Lúcia Caetano
Vânia Sousa
Eduardo Outeiro
Cristina Neves
Nivea de Sá
Cristina Casaleiro
Isabel Martins
Ana Sampedro
Maria Luisa Ferreira
André Gomes Pereira
Catarina Borralho
Teresa Alves
Sandra Jacob
Nocas F. Costa
Ana Maria Borlido
Paulo CaféMarques
Azevedo Ana Cristina
Cristina Salvador
Daniela Aires
Maria Concepcion
Isabel Tomás
Teresa Peixoto
Francine Côrte-Real
Elena Verdasca
Ana Castilho
Maria Lemos E Sousa
Ana Fonseca Marques
Ana Macedo Azeredo
Sofia Correia
Margarida Nunes
R Alex Jesus
Francisco Martins
Carla Camara
Bruno Pardal Correia
Pedro Martins
Sérgio Manuel Cónim
Dora Nobre
Ana Marta Carreira
Tita Almeida
Carmen Domingues
Margarida Ferreira
Joana Carmo
Margarida Fernandes
Isabel Castelo Branco
Antónia Peças
Leonor Braz Teixeira
Patricia Saldanha da Gama
Belicha Geraldes
Carla Caló
Pedro Alexandre Carvalho
Fernanda Maria Gouveia
Elsa Santos
Carolina Lemos E Sousa
Paulo Baptista
Fernanda Cunha
Mariana Bettencourt
Sousa Ilda
Fernanda Ferreira
Manuel Barata Simões
Fatima Aparicio
Zé Pedro Leitão
Isabel Real
Maria Vitória Lopes
Patricia Roby Gonçalves
Maria Otilia Casquilho
Pedro Silva
Paula Emanuele Caram Poslednik
Augusto Falcão Souto
Andreia Graça
Joao Luis Canais
Pedro Gomez
Carmo Fonseca Ribeiro
João Rito
Fatima Lammar
Marta Soares
Joana Cunha
Sofia Pereira
Filipa Cabral Sacadura
Eva Falcão
Luisa Castro Correia
Rita Mathias
Fernando Nabais
Maria Graça
Rui Alexandre Silva J
Rui Pedro da Ponte
Rita Saias
Celia Botelho
Porfírio Sampaio
Rita Dias Costa
João Firmino
Cristian Sava
Vanessa Correia Marques
Luis Franco
Joao Oliveira Santos
Silvia Guedes Soares
Maria João Picoto Rodrigues
Luis Manso
Joao Rodrigues
Joana Costa
Maria Santos Pereira
Antonio Sequeira
Isabela Correia e Brito
Pedro Costa Pinto
Joana Barradas
Cuca Carvalho
Bernardo Vidal
Beatriz Maia
Ines Nascimento
Joey Guerreiro
Ricardo Santos Nogueira
Luis Miguel Gonçalves
Nathalie Dos Santos Antunes
Cristina Leal
Pedro Lagareiro
Ines Cunha Jorge
Parimal Ratilal
Emanuel Genovevo Costa
Gisela Goncalves
Lucia De Abreu
Anette Paulette
Jota Assis
Sergio Pêgo
Helder Miranda
Maggie Jacinto
Rita Torroaes Valente
Sofia Pinheiro
Raquel Vieira
Miguel Santos
João Martins
Jaime Amores
Luís Andrade

“Lixo espalhado nas ruas de Lisboa incomoda moradores” [JN]

O lixo começou a acumular-se nas ruas da capital desde que a Câmara Municipal de Lisboa (CML), há uma semana, reduziu os horários de recolha de resíduos indiferenciados e suspendeu temporariamente a recolha seletiva porta-a-porta devido à pandemia Covid-19.

“Os caixotes estão cheios e as pessoas acabam por pôr os sacos fora dos contentores. Temos visto luvas e lixo espalhado pelo chão”, denuncia Alexandra Nunes, moradora em Marvila.

Há uma semana, a Câmara de Lisboa passou a recolher o lixo três vezes por semana para “garantir a proteção da saúde pública e dos trabalhadores” e controlar a expansão do Covid-19, avança no site da CML. A decisão tem sido, porém, muito contestada pelos moradores e classificada de “irresponsável e perigosa”. “Enquanto outros municípios reforçaram as equipas de limpeza, a Câmara de Lisboa dá um passo atrás. Como é que uma cidade Capital Verde tem estas ações anti-ecológicas e anti-higiénicas?”, critica Alexandra Nunes.

“Metem tudo no mesmo”

As críticas e denúncias multiplicam-se nas redes sociais e provêm de quase todas as freguesias da capital. A aglomeração de sacos de lixo dispersos pela via pública e a suspensão da recolha seletiva são as principais críticas. José Pereira, morador no Lumiar, queixa-se de as embalagens não serem recolhidas há duas semanas. “Reciclagem é para fazer ou esquecer?”, questiona indignado.

Alexandra Nunes alerta para o mesmo problema. “Agora, as pessoas metem todo o tipo de resíduos no mesmo contentor, já a abarrotar com o lixo comum. Suspeito que esteja a ser tudo encaminhado para aterro, porque, depois de misturado, o cartão fica contaminado, e já não se pode reciclar”, repara.

Isabell Culen, moradora em São Domingos de Benfica, confirma-o. “Vi os contentores do papel e dos orgânicos serem despejados no mesmo camião. Agora vai tudo misturado, isto é um retrocesso. Eu ainda separo, mas muitos vão deixar de separar o lixo”, lamenta.

Recolha seletiva mantém-se nas eco-ilhas

A recolha seletiva ainda é feita em ecopontos de superfície subterrâneos, onde o volume de lixo também tem aumentado consideravelmente. Esta semana, na eco-ilha em frente à Assembleia Municipal de Lisboa, por exemplo, acumularam-se muitos sacos.

“Tenho recebido várias queixas relacionadas com as recolhas nas eco-ilhas não estarem a ser realizadas e estar, por isso, a acumular-se algum lixo, principalmente agora que não há recolha seletiva porta-a-porta”, diz Rodolfo Franco, dinamizador do movimento cívico Vizinhos do Areeiro.

Medidas continuam “enquanto pandemia durar”

A Câmara de Lisboa, em resposta escrita ao JN, diz que não haverá reciclagem porta-a-porta “enquanto durar a pandemia”. “Atravessamos a maior crise de saúde pública em 100 anos e a prioridade da CML é proteger a saúde pública dos lisboetas e dos trabalhadores da higiene urbana”, frisa. A CML não clarificou, porém, se tem ou não enviado os resíduos orgânicos e seletivos para aterro. “O material nos ecopontos continua a ser reciclado”, disse apenas.

https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/lisboa/lixo-espalhado-nas-ruas-de-lisboa-incomoda-moradores-11997728.html?fbclid=IwAR3jVB5C2RJQSYICzNPuYFDpZn0i4Jvpnnl4M0ToHAoly0X0cqHJIC90u4Q

Guia Vizinhos do Areeiro de Solidariedade COVID-19

Guia Vizinhos do Areeiro de Solidariedade COVID-19

Como pode ajudar a nossa comunidade local

Cultura:

a) Adquira um cartão permanente de acesso aos seus teatros, cinemas, museus ou outros espaços idênticos para garantir o seu apoio a longo prazo.

b) Apoie os artesãos locais comprando os seus trabalhos como ofertas para ocasiões especiais ou para o próximo Natal

c) Acompanhe os seus artistas favoritos nas redes sociais: assista às suas performances e interaja com eles por forma a que saibam que os apoia.

d) Procure eventos e visitas virtuais nos museus da cidade. Participe e partilhe esses eventos e visitas. P.ex.

https://museus.ulisboa.pt/pt-pt/visita-virtual

e) Criar um banco de ideias para actividades, jogos, etc, para entreter os mais novos e mais velhos. Organize grupos de voluntários para ler livros aos invisuais que não têm actividades que conseguem fazer.

Cidadãos Seniores e Cidadãos com Incapacidades

a) Entregue alimentos: ajude os cidadãos seniores na freguesia nas suas compras de produtos alimentares de primeira necessidade: comece pelo seu prédio afixando a sua disponibilidade e estenda essa oferta aos prédios vizinhos.

b) Contacte os centros de dia da freguesia (p.ex. o da SCML na Henrique Galvão) e ofereça a sua disponibilidade, por email ou carta, para ajudar no que for preciso: quer em presença quer através de algum donativo particular (bens, serviço ou alimentos). Se possível integre essa participação com amigos e vizinhos.

c) Se tem vizinhos ou amigos seniores telefone-lhes ou contacte-os perguntando como estão e se pode ajudar em alguma coisa (mantendo a distância e os cuidados que as presentes circunstâncias exigem). Ofereça-se para colocar os resíduos no contentor, para ir buscar o correio ou algo que seja preciso e que lhes evite terem que sair de casa.

Sem Abrigo

a) Faça donativos em alimentos ou em espécie: pode entregar donativos no Pavilhão do Casal Vistoso (a qualquer hora: funciona em 24H/24H mas idealmente durante o período da manhã e antes das 12:00). Para donativos pode doar à Vitae (info@assoc-vitae.org) Crescer (http://crescer.org/apoie-nos/) ou Comunidade Vida e Paz (https://www.cvidaepaz.pt/ajudar/)

b) Como comunidade muito vulnerável que é a comunidade Sem Abrigo enfrenta e enfrentará grandes desafios quando esta crise passar. Considere ser voluntário numa destas organizações mesmo depois desta crise.

Medicina

a) Dê sangue: dirija-se, por exemplo, ao Hospital Santa Maria ou consulte a lista em http://dador.pt/onde-dar/lista-de-recolhas e ajude. Nesta época de crise sanitária os stocks de sangue estão em risco.

b) Doe produtos médicos aos hospitais e centros de saúde da nossa área: Hospital Santa Maria e São José: máscaras, luvas e viseiras são sempre necessárias.
c) Se tem uma máquina de costura pode fabricar e doar máscaras em tecido. Não são seguras para cuidar de pacientes com COVID-19 mas podem ser úteis se não existirem outros tipos de máscara e fornecem alguma protecção.
d) Partilhe o seu apoio a todos os profissionais de saúde que estão na linha da frente desta crise.Use as redes sociais daqueles que conhece ou afixe essa nota no seu prédio (se é vizinho de algum)

Saúde Mental:

a) Em caso de violência doméstica: em caso de emergência (agressão física, por exemplo), deve contactar imediatamente o 112. Pode também deslocar-se à esquadra da PSP das Olaias (Rua Américo Durão: nas Olaias). Em caso de agressão, a opção de se deslocar a um hospital (S. José ou Santa Maria) ou centro de saúde (Alameda ou Afonso Costa) para observação médica.

b) Prevenção do suicídio: Contacte uma das linhas listadas em http://www.adcl.org.pt/observatorio/servicos.php?titulo=Linhas 

Refugiados e Ajuda Internacional:

a) Seja membro da kiva.org para apoiar países lusófonos: https://www.kiva.org/team/mil/loans e ajude jovens empreendedores ou cidadãos que precisam de fazer pequenas obras ou melhorias nas suas casas.
b) Ajude a Médicos do Mundo como voluntário https://www.medicosdomundo.pt/recrutamento/ser-voluntario ou a AMI (https://ami.org.pt/) sendo que esta última tem um Centro Porta Amiga nas Olaias

c) Ajude a UNICEF https://www.unicef.pt/donativos/

d) Ajude o “World Food Programme” (https://www.wfp.org/donate-now) que alimenta, em todo o mundo mais de 11.6 milhões de crianças sem apoio alimentar escolar.

Animais:

a) Algumas associação que ajudam animais e, designadamente, Tico & Teco e Refúgio Animal Angels estão a precisar de ajuda e estão impedidas de realizar campanhas de recolha de alimentos para animais. Contacte https://www.facebook.com/TicoeTecoALPCAA/ (tico_teco@sapo.pt) ou   Refúgio Animal Angels (https://www.facebook.com/refugioanimalangels/)

Restauração:

a) Faça encomendas com entrega ou use serviços de takeaway em restaurantes e cafés na nossa freguesia. Encontra uma lista extensa em https://www.facebook.com/notes/vizinhos-do-areeiro/com%C3%A9rcio-no-areeiro-com-entregas-ao-domic%C3%ADlio/2401687910144002/. Esta é a melhor forma de apoiar os restaurantes e negócios locais da freguesia

b) Sugerir que os cafés da freguesia criem uma caderneta: Sugerir a cafés que aceitem agora 20 euros e ficar com cafés pagos para o resto do mês. Ou em alternativa pagar esse montante e doar a tal “caderneta” à PSP ou aos nossos profissionais de saúde para usarem. 

Serviços:

a) Alguns serviços, como limpezas domésticas podem ser pagos antecipadamente e executados mais tarde. Se sabe que vai precisar dos mesmos,mais cedo ou mais tarde, faça isso para ajudar quem pode precisar dessa ajuda extra num período em que há menos trabalho do que o normal.
b) Envie uma gorjeta para o seu cabelereiro ou para quem lhe arranja as unhas: pode ser um contributo importante numa época em que negócio se reduziu a zero mas onde as despesas regulares (renda, água, luz, salários, etc) se mantêm

c) Compre livros e jornais: no Areeiro a Cult (Praça Francisco Sá Carneiro) e a Barata (Av de Roma) mantêm-se abertas e vendendo livros, revistas e jornais.
d) Dê uma gorjeta a quem faz entregas na sua casa: são eles que mantêm muitos negócios a funcionar e agora, com muitas empresas fechadas, são eles que garantem os alimentos em muitas casas.
e) Reserve e pague antecipadamente o seu próximo serviço de cabeleireiro ou barbeiro.

f) Compre Cartões Presente: Muitos negócios locais suportam este tipo de cartões oferta. A Bertrand (Av de Roma), p.ex. tem os https://www.bertrand.pt/livro/caixa-presente-bertrand-tu-es-tao-livro/21249233 

g) Adquirir prendas antecipadamente poderá ser uma forma de ajudar o comércio local. (Aniversários, Natal até, um livro ou uma garrafa de vinho, não envelhece)

h) Oferecer-se para adquirir para alguém mais necessitada o passe de transportes ou até o passe anual das Gira