Propostas à CML para o Parque Urbano do Vale da Montanha: Cuidadores, Cobertura Verde e Rede de Parcerias

Enviada a 18 de Maio de 2020:

Propostas à Direcção de Espaços Verdes da CML: Cuidadores, Cobertura Verde e Rede de Parcerias

Gostaríamos de solicitar o apoio da Direção de Espaços Verdes (DEV) da CML para as seguintes áreas de atuação:

  • apoio na dinamização de um grupo de moradores do Areeiro que se interesse por cuidar dos Espaços Verdes da Freguesia nomeadamente das diversas árvores recém-plantadas no novo Parque Urbano do Vale da Montanha,
  • agilização do processo de replantação de árvores em caldeiras que se encontram desocupadas nas nossas ruas, existindo para tal um meio próprio para contacto de forma a evitar a demora que se tem verificado
  • definição conjunta (com a DEV) de manuais de “boas práticas” para cuidar dos Espaços Verdes e que poderá ser utilizado pelos moradores, mas também pelos funcionários da CML e das Juntas de Freguesia e pelas empresas contratadas pela CML
  • alguns exemplos de boas práticas poderão ser a utilização de “cobertura verde” (“mulching”) junto às árvores recém-plantadas, a rega de algumas árvores e o ser seletivo em relação ao corte das ervas do parque (por exemplo, procurar deixar ficar as plantas com bastantes flores)
  • vigilância de alguns aspectos de tutoragem a precisar de manutenção e pedindo a respectiva intervenção;
  • poder-se-á também pedir o apoio de algumas Universidades e empresas de consultadoria (em agricultura biológica, permacultura, etc) para dar algum apoio na elaboração dos manuais de “boas práticas” e, também, para realizar alguns ensaios científicos, por forma a compreender melhor quais as práticas mais eficazes (ou seja, que produzem melhores resultados).

Proposta elaborada a partir de sugestão de um residente do Areeiro e frequentador regular do Parque do Vale da Montanha

Subscrevem este pedido de reunião:
Rui Martins
Ilda Cruz
Stela Correia
Nico Lion
Aruna Nathoo
Maria Helena Rino Moraes
Cristina Azambuja
Zélia Pereira
Marilia Pedro
Duarte Silva Manuel
Amélia Maria Ribeiro
Sandra Henriques
Isabel Gameiro
Teresa Correia
Carmen Padrão
Maria Saraiva
Adelina Bibe
Jorge Oliveira
Maria Saramago
David Greer
Manuela Melo
Ana Costa
Madalena Matambo Natividade
Pedro André
Isabel Petronilho Almeida
Teresa Raposo
Lina Nathoo
Jorge Zúniga Almeida Santo
Gonçalo Peres
Sofia Carvalho Coelho
Elvina Maria Reis Rosa
Carla Camara
Anabela Nunes
Patricia Saldanha da Gama
Teresa De Almeida Pires
Sousa Ilda
Margarida Boto
Teresa Sarmento
João Firmino

Abate de árvores no IST: questões

Quanto ao abate de dezenas de árvores com mais de 50 anos no recinto do IST:
1. Podem divulgar os relatórios fitosanitários que suportam estas dezenas de abates de árvores com mais de 50 anos?
2. Quando planeiam replantar estas árvores?
3. Estão previstos mais abates?
4. Em linha com a iniciativa de Lisboa Capital Verde 2020 o IST tem algum projecto de renovação e ampliação dos seus espaços verdes?

Resposta do IST (3 de Março de 2020)

Exmos Srs.,

desde já agradecemos o vosso contacto e a preocupação.

Conforme as questões apresentadas, junto enviamos as resposta
solicitadas.

  1. Podem divulgar os relatórios fitosanitários que suportam estas
dezenas de abates de árvores com mais de 50 anos?

  Os relatórios fitosanitários, que suportam os abates, poderão ser
consultados no IST,  Núcleo de Serviços Gerais (NSG) no seguinte horário
(10h00 – 12h00).

  2. Quando planeiam replantar estas árvores?

  Haverá lugar a replantações logo que financeiramente nos seja
exequível.

  3. Estão previstos mais abates?

  Não.

4. Em linha com a iniciativa de Lisboa Capital Verde 2020 o IST tem
algum projecto de renovação e ampliação dos seus espaços verdes?

  Presentemente não.

Ao dispor.

________________________

Árvore “Zé Pedro” no Jardim da Praça de Londres (Proposta à Junta de Freguesia do Areeiro)


Árvore “Zé Pedro” no Jardim da Praça de Londres
(muito frequentado pelo músico dos Xutos e Pontapés):

Em 25 de Abril de 2015, os Xutos e Pontapés plantaram no Jardim Botânico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro a “Árvore da Liberdade”, apadrinhada pela banda de rock portuguesa. Seguindo este exemplo os Vizinhos do Areeiro e enquanto a proposta https://vizinhosdoareeiro.org/proposta-a-cml-jardim-ze-pedro/ percorre o processo administrativo decorrente os Vizinhos propõem à CML que, em nova caldeira, plante uma árvore com uma placa

“Por quem não esqueci” e um QR Code que remete para uma página com a História dos Xutos e para a Biografia de Zé Pedro.

(sugestão a enviar à Junta de Freguesia do Areeiro)

Fotografia: 

Xutos e Pontapés – Plantação da “Árvore da Liberdade” na UTAD

Subscrevem:
120 moradores:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2379260049053455/

Sugestão de parceria entre os Serviços Sociais da GNR e a Junta de Freguesia do Areeiro sobre a recuperação dos espaços verdes entre edifícios no Bairro da GN

No contexto do “Lisboa Verde 2020” os Vizinhos do Areeiro propõem que o espaço verde do logradouro do Bairro da GNR que actualmente é usado para estaleiro das obras e que está com vegetação alta, totalmente abandonado e com bancos originais da década de 1940 (a preservar!) seja recuperado:

  1. para tal fazemos um apelo aos Serviços Sociais da GNR para que renovem e mantenham este espaço verde.
  2. na falta de resposta ou de disponibilidade sugerimos a criação de um protocolo entre os Serviços Sociais da GNR (que gerem este espaço) e a Junta de Freguesia do Areeiro ou a Câmara Municipal de Lisboa e devolvido à fruição de todos os cidadãos.

Subscrevem:
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Ilda Cruz
Patrícia Matos Palma
Elvina Maria Reis Rosa
Cristina Azambuja
Rogério Martins
Maria Teresa Rodrigues
Ana Paula Cadete
Elsa Felizardo
Stela Correia
Zélia Pereira
Sofia Carvalho Coelho
Teresa Raposo
Emilio Santos Pinto
Anabela Nunes
Ana Costa
Teresa Aroso
Jacinto Manuel Apostolo
Margarida Botelho
Pedro Gomez
Luiza Cadaval de Sousa
Fernando Anjos
Ana Sampedro
Fatima Lammar
Carla Caló
Belicha Geraldes
Rui Martins
Guida Costa
Maria Mar
Mili Beja
Lita Fernandes
Lilia Morais
Celestina Costa
Eduardo Júlio
Rui Ferreira Lopes
Carlos Alberto Vieira
Paula Mendes
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Nitucha Jacques
Margarida Rei
Anibal Santos
Lezíria Couchinho
Helena Amaral
Maria Adelaide Nogueira
Naide Azevedo
Alexandra Cardoso
Maria Jesus Pereira Gambino
Margarida Reis
Soledade Veronica
Teresa LC
Sara Piloto
Isabel Tomas Rodrigo
Lidia Monteiro
Gonçalo Melo
Filomena Videira
Acarmona Carmona
Aline Schiltz
Maria Margarida Silva
Maria Manuela Nobre
Eugenia Maria Sobreiro
Luísa Mendonça
Maria De Lurdes Machado
Manuela Melo
Maria Godinho
Pedro André
Tiago Neves
Ulisses Santos
Jorge Filipe Silva
Cristina Casaleiro
Maria Luisa Ferreira
Joana Santos Patrocinio
Maria Lemos
Cristina Salvador
João Manuel Alves
Isabel Bastos
Zelinda Marouço
Ana Azevedo
Isabel Gualdrapa
Sónia Maia
Maria Ofélia Rodrigues
Maria Anabela Melo Egídio
Maria Duarte Silva
Sofia Correia
Patrícia Lopes
Leonilde Ferreira Viegas
Filipa Ramalho Rickens
Maria Yañez
Fátima Paiva
Marta Moreira
Beatriz Afonso
Rui Pedro Henriques
Manuela Bastos
Didi Ramos
Rita Lopes de Mendonça
Ana Filipa Gonçalves
Antonieta Soares Ribeiro
Rui Pedro da Ponte
João Firmino
Fabio Alexandre Ferreira
Antonio Sequeira
Nathalie Dos Santos Antunes
Emanuel Genovevo Costa
Vítor Frade
Regina de Morais
Pedro de Sebastião
Gabriela Oliveira Lopes

Propostas para a CML sobre respostas às “Ondas de Calor”

Porque as “ondas de calor” constituem perigo para a vida, subscreva.
Resultado directo das alterações climáticas e consideradas na carta de “Lisboa Verde 2020”, iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, solicita-se apoio para as medidas abaixo descritas com vista à instituição de um “sistemas de sombras”.
Em 2003, apenas dois fenómenos contribuíram com mais de 34.802 mortes prematuras, França (14.802) e Itália (+20.000).
À consideração da CML e Ministério do Ambiente:

  1. Instalação de reservatórios subterrâneos de águas pluviais: para lavagem urbana, rega, repuxos e aspersores. Sistemas que contribuem para a atenuação das temperaturas elevadas em espaço público através da humidificação do ar – recurso há muito presente em cidades do sul da Europa – Sevilha (Expo), Valeta, Atenas, e até no Campo Pequeno, “jogo de água”, entretanto abandonado por razão desconhecida.
  2. Introdução de espécies de árvores resilientes aos períodos de seca, incentivar o plantio através de convite à participação dos mais próximos usufrutuários, na garantia da defesa das daquelas e suas caldeiras, onde tantas vezes servem para depositar lixo, nomeadamente, nas artérias de maior actividade comercial. Estabelecer a continuidade arbórea/“corredores verdes”.
  3. Promover pérgolas com trepadeiras de baixo consumo de água e folha caduca, localizadas em arruamentos e jardins (ex. Avenidas, Jardim F. Pessa, Irmã Lúcia, laterais da Alameda): articulados com ilhas de bancos para estadia e descanso, estrategicamente, colocados à sombra nas horas de maior calor durante o verão.
  4. Instalação de estruturas com recurso a perfilados de alumínio ou outros materiais de baixa degradação e manutenção com lâminas posicionadas para deflectir a radiação solar por forma permitir sombras e reduzir o efeito provocado pelas “ilhas de calor”.
  5. Termómetros de rua em candeeiros com partilha das leituras para instituírem um sistema de alerta do calor em espaço urbano, em tempo real; aos quais se poderiam adicionar medidores da qualidade do ar (humidade, partículas leves, etc).
  6. Gestão de arvoredo em regime de cuidados partilhados, por residentes (regime de voluntariado ou contrato social): de momento, em curso na Xavier Cordeiro, Nunes Claro e Vítor Hugo. Os moradores das ruas são contactados porta-a-porta pela divisão de espaços verdes da CML e subscrevem um “contrato” em que assumem a manutenção de uma caldeira de árvore perto de sua residência, onde poderão plantar espécies de pequeno porte e dimensão, com formação e apoio da CML. Avaliar a possibilidade de apoio/patrocínio de entidades privadas, tipo, “Hortos do Campo Grande” ou outros fora do ramo, em troca de publicidade, “esta sombra tem o patrocínio da X”.
  7. Substituição dos limitadores e pilaretes por floreiras com espécies de baixo consumo de água, p.ex. tradicionais chorões, importantes para a atenuação térmica local, promovida sob o efeito evotranspiração (transporte de água das raízes para a folhagem), p.ex. Bº do Arco do Cego, onde a “floresta” de pilaretes deu lugar a floreiras, também na Almirante Reis ou Manuel da Maia.
  8. Transformar todas as zonas expectantes (p.ex. na Sarmento de Beires) em “plantação de transição” com plantio de baixo consumo (lúdico ou agrícola) com a possibilidade de transferências para outros locais em iguais condições, p.ex. floreiras “Arco do Cego”.
  9. Promoção de coberturas verdes para retenção das águas pluviais (humidificação do ar), oxigenação, atenuação térmica e ruído, absorção da radiação solar, redução do consumo energético, contribuição para a diversidade de vistas, tão características de Lisboa e valorização da propriedade, p.ex., em equipamentos inicialmente em edifícios camarários (começando p.ex. no Pavilhão do Casal Vistoso) ou como “muros verdes” favorecidos pelo declives da cidade. Considerar a aplicação da medida a edifícios existentes com recurso a fórmula de cálculo para avaliação dos custos/benefícios, casa a caso.
  10. Planear o plantio arbóreo para reduzir o efeito de massa térmica/libertação de calor em períodos nocturno, bermas das grandes vias, p.ex., Av. Gago Coutinho. Considerar um sistema de intensidade variável, através de sensor de movimento, para ajustar a iluminação de rua.
  11. Estudar a introdução de vegetação sobre as coberturas de pequenos equipamentos, p.ex., paragens de autocarro, introduzido pela Holanda, com espécies ajustada à pluviosidade.
    Algumas destas propostas tem por base a “Cool Neighborhoods, New York”,
    https://www1.nyc.gov/assets/orr/pdf/Cool_Neighborhoods_NYC_Report_FINAL.pdf

Subscrevem:

Nuno Dinis Cortiços
Paula Borges
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Manuel Jesus
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Maria Teresa Rodrigues
Stela Correia
Madalena Matambo Natividade
Zélia Pereira
Anabela Nunes
Ana Costa
Luisa Teresa
Maria Teresa Inglês Agostinho
Irene Coelho
Teresa Aroso
Duarte Amado
Alexandra Rg
José João Leiria-Ralha
Anabela Gouveia
Márcia Salgueiro
Fatima Lammar
Ana Judite Peres
Belicha Geraldes
Rui Martins
Manuel Amaral
Catarina Syder Fontinha
Maria Jerónimo Costa Zita
Maria Silva
Alberta Lopes
Francisco Pedroso
Anibal Santos
Maria Luísa Lanita
Lezíria Couchinho
Helena Amaral
Maria Adelaide Nogueira
Maria Joao Gouveia
Virginio António Briote
Maria Helena Sacadura Simoes
Maria Manuela Nobre
António Pires Sargento
Maria Cristina Lacerda
Eduardo Duarte Coelho
Pedro André
Rafael Pereira
Sandra Simas
Joana Santos Patrocinio
Jorge Zúniga Almeida Santo
Gonçalo Peres
Ana Azevedo
Rita Luis
Maria Duarte Silva
Sofia Correia
Leonilde Ferreira Viegas
Patricia Saldanha da Gama
Maria Yañez
Fátima Silva
Maria Da Conceição Abreu
Anita Patrício
Cristina Manuela Silva
Teresa Maria Braga Abecasis
Maria Da Conceiçao Batista
Margarida Caldeira da Silva
Ana Filipa Gonçalves
João Firmino
Antonio Sequeira
Selita Maria
Cristina Leal
Eva Monteiro
Paula Veiga
Rui Coimbra
Filipe Brandão
Sofia Pinheiro

Sugestões dos Vizinhos do Areeiro para o programa de reconstrução de passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis e de reparação de caldeiras de árvore e sobre-elevação de passadeiras [em resolução]

A 3 de Abril, a CML anunciou a criação de um programa de reconstrução de passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis e de reparação de caldeiras de árvore e sobre-elevação de passadeiras.
Nesse âmbito cada Junta de Freguesia terá uma verba. Sugerimos assim que, tendo em conta critérios como a frequência de uso e a má condição geral, a Av Sacadura Cabral e a Padre Manuel da Nóbrega sejam incluídas como prioritárias e que se considerem igualmente os arruamentos adicionados por esta consulta aos moradores da freguesia pelos Vizinhos do Areeiro.

Clarificação:
Este “programa” consiste na celebração dos contratos de delegação de competências (CDCs) para as Juntas de Freguesia (como a do Areeiro) e incluem vários programas, entre eles a escola 100% segura e o bairro 100% seguro, significando na prática obras de melhoria nos passeios, passadeiras, entre outras obras do mesmo tipo. É através destes CDCs que a CML vai transferir para cada uma das 24 Juntas uma verba, para que esta autarquia tenha maior capacidade de executar obras, sempre com o apoio e aval dos serviços da Câmara.

Descentralizada de 2019

1:04:29: “venho da freguesia do Areeiro (…) temos problemas com caldeiras que são subdimensionadas com árvores de grande porte em que as raízes se espalharam e criarem verdadeiras rasteiras em especial para os mais frágeis, crianças e idosos. Não é incomum conhecer alguém que caiu e, pouco depois, morreu: tive uma vizinha do sexto piso que caiu numa dessas ratoeiras e morreu em casa sozinha porque não tinha ninguém que dela cuidasse (…) o meu filho e o meu enteado ambos já caíram, um deles caiu e partiu um dente de leite e sangrou bastante da boca (…) muito disto acontece não só pelas raízes das árvores mas também porque a zona tem grandes problemas de escoamento das águas que são lançadas actualmente para a calçada (estilicídio) numa clara ilegalidade (…) as calçadas são sobrehidratadas e têm tendência a abater (…) recentemente na João XXI criando ratoeiras onde cabe uma criança (…) as calçadas não têm que ser mal amadas pelos saltos altos (…) em Benfica tem-se levantado a calçada e colocado areão e a calçada fica novamente plana. Não sei o que se passa (bem) na freguesia de Benfica que não se consegue passar na do Areeiro”

Nuno Dinis Cortiços

1:11:07 “temos vindo a identificar várias situações dessas e com calçadas na zona centro de Lisboa. Já procedemos a 57 intervenções ao nível da calçada e irão continuar este trabalho (…) há vários problemas de má implantação ou de drenagem que a Junta de Freguesia juntamente com a UIT Centro estão a abordar”

Vereador José Sá Fernandes

Actualização de 03.08.2019:
“Após a consulta promovida pelos Vizinhos do Areeiro e publicada em:
http://vizinhosdoareeiro.org/sugestoes-dos-vizinhos-do-areeiro-para-o-programa-de-reconstrucao-de-passeios-substituicao-de-calcada-por-pavimentos-confortaveis-e-de-reparacao-de-caldeiras-de-arvore-e-sobre-elevacao-de-passadeiras/
A CML e após o compromisso assumido no decurso da intervenção deste colectivo na última reunião descentralizada da autarquia:

http://vizinhosdoareeiro.org/participacao-dos-vizinhos-do-areeiro-na-reuniao-publica-descentralizada-da-camara-municipal-de-lisboa-03-04-2019/

Fomos informados que se iriam iniciar os trabalhos de reabilitação do passeio da Av Padre Manuel da Nóbrega com a aplicação de calçada mista de forma a conferir maior segurança pedonal.

O início dos trabalhos deve ocorrer na próxima semana e com a duração estimada de duas semanas.

Outras actividades correlacionadas (como a correcção de caldeiras e intervenções em árvores) estão na fase preparatória.”

Aumento de árvores e equipamentos de lazer no novo Parque Infantil do Parque do Vale da Montanha

Os subscritores propõem à CML que no novo parque infantil junto ao quiosque no Parque do Vale da Montanha aumente a quantidade de equipamentos de lazer e que coloque mais árvores, – ou outra forma de criar sombra – por forma a criar sombra em dias de maior calor e que substitua rapidamente aquelas plantações que não vingaram.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Anabela Nunes
Madalena Matambo Natividade
Luis Seguro
Elvina Maria Reis Rosa
Isabel Tomas Rodrigo
Ana Mónica
Pedro Correia
Sofia Carvalho Coelho
Antonio Viegas
Rogério Martins
Inês Santos
Leonilde Ferreira Viegas
Ana Sampedro
Luisa Castro Correia
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Fátima Mayor
Isabel Gameiro
Belicha Geraldes
Fernando Anjos
Helena Espvall
Mariana Bettencourt
Maria Jose Diegues
Clara Ribeiro
Herculano Rebordao
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Mar
Madalena Ferreira
Ilda Cruz
Stela Correia
Jaime Amores
Cristina Milagre
Isabel O. Sousa
Ana Chaves
Maria Adelaide Nogueira
Maria Claro Ribeiro
Mora Santini Mora Santini
Tita Pereira
Margarida Granjo Dos Reis
Teresa Carvalho
Rosa Lucas
Manuela Melo
Joana Monteiro
Sandra Simas
Susana Martins
Ana Maria Borlido
Susana Mendes de Almeida
Cristina Lobo Antunes
Jorge Almeida
RJ Pimenta
Sofia Benasulin
Victor Moraes
Margarida Caldeira da Silva
Paulo Barbosa
Paulo Braga
Mafalda Toscano Rico
Susana Menezes
Nathalie Chatelain Antunes-Ferreira
Rita Simoes
Leonor Castelo Branco
Miguel Pombal
Diogo Magalhães Santos
Frederico Batista

“Moradores contestam construção de muro com azulejos em jardim junto à Assembleia Municipal de Lisboa” [O Corvo]

Num canteiro relvado do Jardim Fernando Pessa, na freguesia do Areeiro, começou a ser construído um muro de azulejos. Moradores e trabalhadores na zona acham o mural “totalmente desnecessário”. Poderá afectar a fruição do espaço público, dizem, considerando ainda que havia outras opções para colocar o monumento. O mural é alusivo à Carta de Lisboa, um documento que define os deveres e os direitos dos cidadãos da capital, e os moradores queixam-se de um dos princípios da carta – o dever da câmara em divulgar os seus planos – não ter sido cumprido. A obra custou 30 mil euros à Câmara de Lisboa, valor considerado excessivo por alguns. Há quem note ainda que o vandalismo tem aumentado naquela parte da cidade, temendo que a construção seja afectada. A Junta de Freguesia do Areeiro sugeriu outro local para a edificação do muro, mas a Câmara de Lisboa terá preferido um sítio “com maior visibilidade”.

Quando Miguel Correia, 26 anos, chegou ao quiosque do jardim Fernando Pessa, no final de Outubro, para trabalhar, ficou incrédulo. “Cheguei aqui, de manhã, e a esplanada estava ocupada por um estaleiro de obras. Ninguém nos disse o que ia acontecer, foi uma surpresa”, conta o funcionário daquele espaço. Quase uma semana depois, Miguel Correia soube, através do engenheiro civil responsável pela empreitada, o plano para uma parte do espaço verde, situado nas traseiras da Assembleia Municipal de Lisboa (AML). A obra, da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa (CML), consiste na construção de um mural azulejar comemorativo da primeira Carta de Lisboa, um documento que define os deveres e os direitos dos cidadãos da capital. A localização do muro, no meio de um canteiro relvado, e os valores da empreitada –  custará 30 mil euros à CML – estão a gerar polémica junto dos moradores e de quem trabalha naquela parte da cidade.

“Não se justifica, é um valor excessivo e o dinheiro seria melhor empregue noutras zonas da cidade. É uma obra completamente desnecessária, construída num sítio escondido da cidade, que poucos conhecem”, critica o empregado do quiosque, que lida com as queixas dos habitantes da freguesia todos os dias.  “Os moradores estão muito insatisfeitos, os que vivem nos prédios mesmo atrás do futuro muro estão preocupados com a obstrução da visão. Ainda não vi ninguém contente”, conta ainda. António Rodrigues, 28 anos, também a trabalhar ali, tece críticas mais duras. “Construíram aqui porque é ao lado da Assembleia Municipal de Lisboa, mas não é um sítio de passagem, a maioria dos habitantes de Lisboa não vai ver. A maioria nem sabia o que era a Carta de Lisboa”, diz.

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Há quem ache que o local é pouco frequentado, não justificando por isso o investimento

O sítio escolhido para a edificação do mural, junto ao parque canino, também não está a agradar os moradores e trabalhadores na zona, que temem perder espaço de fruição pública. “Ao fim-de-semana, o jardim está sempre cheio de famílias e crianças e, à noite, há muitos cães. O muro vai retirar espaço, podia não estar no meio do jardim”, critica Guilherme Santos, 22 anos, a tomar café na zona. Elísio Mendes, 52 anos, frequenta aquele espaço público com regularidade, há vários anos, e também está descontente. “O muro não fica nada bem ali, vai estragar o jardim. Um muro simboliza sempre separação, não queremos muralhas”, critica o morador.

No mural, que terá a assinatura dos artistas Júlio Pomar, Graça Morais, Eduardo Batarda, Sofia Areal, entre outros, estarão representadas artisticamente algumas das palavras-chave do documento em azulejos doados pela Galeria Ratton. A Carta de Lisboa foi elaborada pelos próprios habitantes da cidade, no quarto Fórum da Cidadania, tendo sido aprovada em Julho de 2017, e aguarda aprovação oficial pela Assembleia Municipal de Lisboa (AML). A iniciativa, do pelouro dos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, realiza-se, anualmente, desde 2014, sendo criados e aprovados novos documentos todos os anos. Segundo a declaração, a cidade de Lisboa “garante o direito de participação através de mecanismos apropriados e acessíveis de consulta e deliberação”, “o direito a audição e participação na definição das políticas autárquicas”. O documento estipula ainda que “as cidadãs e os cidadãos devem ter acesso a informação atempada da tramitação dos processos e dos resultados da sua participação”.

Algo que não estará a acontecer. “Isto até é irónico. Um dos princípios estipulados na carta é precisamente o dever da câmara em divulgar, de forma clara, os seus planos e, não só não fomos avisados, como o projecto nem sequer esteve em consulta pública”, critica Rui Martins, que contribui para a elaboração da carta e mora na freguesia. A informação acabaria por ser disponibilizada pelos trabalhadores no local da obra e, só depois de várias tentativas de contacto da associação de moradores Vizinhos do Areeiro, com a Junta de Freguesia do Areeiro e a Câmara de Lisboa, é que houve uma resposta oficial. “Depois de enviarmos vários emails é que nos responderam. O mural já estava planeado há um ano, havia tempo para reflexão e discussão, podíamos ter sugerido outros locais”, diz Rui Martins.

 

Apesar de já terem recebido uma explicação da Junta de Freguesia do Areeiro, continua a faltar uma placa identificativa, exigida por lei, com a informação da natureza, custo e o prazo da obra. “Após um pedido de informação à Junta, sem resposta, surgiu uma placa incompleta, apenas com indicação da natureza da obra. Continua sem se saber a empresa de construção civil responsável, a data de início e conclusão da empreitada”, conta Rui Martins. A associação de moradores Vizinhos do Areeiro, assim que teve conhecimento da obra, prontificou-se a contestar a construção do mural revestido a azulejos. Num abaixo-assinado redigido por um grupo de moradores liderado pelo Vizinhos do Areeiro, visível no site da associação, criticam a localização da obra e o facto do projecto não ter sido divulgado por qualquer meio oficial. “Uma vez que o espaço tem vida funcional e espontânea, a freguesia poderia ter optado por requalificar outros, sem função ou abandonados”, lê-se no texto que conta, para já, com o apoio de 57 habitantes de Lisboa.

Os moradores do Areeiro temem que a fruição do espaço público, com uma densa área relvada, seja afectada. Dizem que as dimensões do muro “são excessivas” num espaço dedicado ao lazer em pequenos canteiros relvados, e que a baixa altura daquele “poderá provocar acidentes a crianças de tenra idade ao cruzarem o pórtico de betão”. Os materiais utilizados – betão armado e painel em mosaico de azulejo – também não são do agrado da maioria. “A experiência que temos na zona é que os monumentos em azulejo, quando sujeitos a exposição solar prolongada, acabam por desagregar-se rapidamente. Requerem mais manutenção e conhecimentos técnicos, fica mais caro”, diz o também fundador da associação de moradores Vizinhos do Areeiro.

Além disso, o vandalismo tem aumentado naquela zona verde. “De noite, o jardim é muito mal frequentado, há miúdos a consumirem álcool e drogas todos os dias, e deixam muito lixo. Poderemos passar a conviver com uma obra em permanente estado de ruína”, alerta Rui Martins.  Os moradores dizem que o mural deveria ter sido construído numa das paredes exteriores do Fórum de Lisboa, uma forma de evitar a danificação da estrutura. “Há muitas paredes a serem grafitadas, recorrentemente, e a colocação dos azulejos nas paredes da Assembleia Municipal de Lisboa até era uma forma de dissuadir a pintura e o graffiti. É uma sugestão que podia ter sido feita em consulta pública, mas não houve”, lembra ainda Rui Martins.

Entretanto, no passado dia 11 de Novembro, a Junta de Freguesia do Areeiro informou os moradores de que deu “parecer favorável” ao local escolhido pela CML e de que o prazo para a conclusão do mural será entre os dias 21 e 22 de Novembro.  Miguel Correia, que todos os dias fala com os trabalhadores da obra, avança outra data – 22 de Dezembro. Rui Martins também tem dúvidas quanto à data de conclusão. “Disseram-nos que o betão demora um mês a secar, portanto isto deverá estar concluído mais perto do início de Dezembro”, prevê.

De acordo com a Junta de Freguesia do Areeiro, este projecto foi aprovado em Julho de 2017, no Fórum Cidadania, tendo sido apresentado na íntegra na Galeria Ratton, a 22 de Outubro de 2017, sendo já conhecido há um ano. A Junta de Freguesia terá sugerido que o mural fosse colocado no relvado do lado esquerdo do edifício da Assembleia Municipal de Lisboa (AML). No entanto, a Câmara Municipal de Lisboa e a AML terão discordado. “Consideraram que o mural devia estar num local com maior visibilidade e escolheram o espaço onde está a ser construído neste momento”, explica o gabinete de comunicação da Junta de Freguesia do Areeiro, em depoimento escrito a O Corvo. Quando questionada sobre o motivo porque o projecto não foi alvo de discussão pública, a Junta de Freguesia diz que a responsabilidade da obra é da Câmara de Lisboa.

O Corvo confrontou a Câmara de Lisboa com as acusações dos moradores, mas, até ao momento da publicação deste artigo, não obteve resposta. Tentou, ainda, entrar em contacto com a Assembleia Municipal de Lisboa, mas esta não mostrou disponibilidade em responder em tempo útil.”

Fonte:

Moradores contestam construção de muro com azulejos em jardim junto à Assembleia Municipal de Lisboa

Sugestão de reformulação do espaço da Alameda Afonso Henriques

Os subscritores apelam à CML que o espaço verde da Alameda Afonso Henriques seja reformulado por forma a tornar mais reduzidos o consumo de água (que se estimam ser de 100 mil euros anuais): Há que ter em conta que a água é, e será cada vez mais, um luxo e um recurso que exige uma gestão muito cuidadosa.
Sugerimos ainda que o novo piso seja mais resistente aos eventos que, frequentemente, têm aqui lugar (o que reduziria os custos de manutenção) e a reposição de árvores, passadeiras centrais para reduzir a quantidade de relva e umas quantas (muitas) árvores de copa densa (se houver sombra há mais retenção de água no solo, e menos rega) para além de canteiros e arbustos os quais seriam, ademais, um retorno ao projecto original.
Sugerimos ainda que seja avaliada a construção de cisternas e sistemas de retenção de águas pluviais bem inseridos na paisagem.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Nuno Dinis Cortiços
Filipe Guedes Ramos
Elvina Maria Reis Rosa
Luis Seguro
Ana Benavente
Anabela Nunes
Miguel Madeira
Patrícia Matos Palma
Joana Taborda Amores
Ana Costa
Rui M. Sousa
Rita Jacobetty
Mariana Bettencourt
Mariana Tavares
Pedro Pinto
Maria Cereja
Rosário Puga
Herculano Rebordao
Bruno Beja Fonseca
Porfírio Sampaio
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Paula Bárcia
Thaisa Boleta
Cristina Franco
Belicha Geraldes
Manuela Viegas
Jacinto Manuel Apostolo
Fernando Anjos
Sophia Macedo
Ricardo Araújo
Zélia Pereira
Adelia Martins Alexandre Martins
Filipe Oliveira
Susana Soares
Manuel Cipriano
Ilda Cruz
Maria Adelaide Sebastião
Helena Juliao
Yoseph Santos
Teresa Nogueira Santos
João Santos
Maria Leonor Gregório
Helena Amaral
Isabel Da Costa Correia
Amélia Maria Ribeiro
Margarida Reis
Beatriz Granja
Maria Claro Ribeiro
Manu Lange
António José Domingues Ramos
José Domingos
Mário Baptista
Sofia Araújo
Filomena Videira
André Calado Coroado
Maria Martins da Silva
Paulo Castro
Fátima Caldeira
Pedro Fortunas
Joana Furtado Carvalho Silva
David Filipe Rocha
Maria Luisa Ferreira
Susana Martins
Sofia Carvalho Coelho
Eduardo Pessoa Santos
Pedro Boléo-Tomé
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Pedro Amaral
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Manuela Graças Graças

“A alegria de plantar uma árvore” [Revista da Imprensa]

O programa “A sua Árvore em Lisboa” é um êxito, agora foi a vez do Parque Urbano da Quinta da Montanha, ao Areeiro, juntar algumas dezenas de pessoas na plantação de mais cem espécies, apesar da chuva e do estado da terra. No total, só ao abrigo do programa já foram plantadas cerca de mil durante este ano.
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A chuva incessante que durante toda a manhã caiu e o estado lamoso da terra, pesada no cavar, não demoveu algumas dezenas de pessoas inscritas em mais uma jornada do programa “A sua em Lisboa”, desta feita empenhadas em plantar cem novas árvores no Parque Urbano da Quinta da Montanha, ao Areeiro, e na Guerra Junqueiro. Foi no dia 17 de março.  

Chegámos à Quinta da Montanha pouco passava das dez e as gentes plantavam com afinco, dia chuvoso logo denunciado pelas vestes impermeáveis e longas, ainda assim apenas nalguns, os chapéus, as galochas e outras soluções improvisadas para salvar o calçado, como sacos de plástico bem amarrados. A terra pesava mas as enxadas não se faziam rogadas, ou os braços que lhes davam vida, saliente-se, que pareciam movidos pelos sorridentes rostos daqueles voluntários e padrinhos das novas espécies plantadas. 

Crianças não faltavam, são já um marco, afinal o desafio é para que as famílias se juntem em jornada tão especial. Misto de ação cívica com intervenção pedagógica, prontamente agarrada por um numeroso grupo do movimento Vizinhos do Areeiro. 

José Sá Fernandes, vereador da Estrutura Verde não estava, mas isso não significava ausência. Em tarefas de plantio na Guerra Junqueiro não demorou a juntar-se ao grupo, botas já enlameadas para além do q.b., roupa molhada mas olhar determinado, também ele denunciando essa contagiante alegria de plantar. 

No bom caminho

“O objetivo é que haja uma árvore plantada por cada lisboeta, ainda não estamos lá mas vamos a caminho”, diz, explicando que as cerca de mil árvores já plantadas neste ano ao abrigo do programa engrossam  o esforço que os serviços da autarquia têm vindo a fazer na transformação de uma Lisboa cada vez mais verde, “isto é muito bonito”. 

Rui Martins, dos Vizinhos do Areeiro, explica que “a vida verde da cidade é um ponto fundamental” na ação cívica do movimento. “Esta é uma causa consensual no nosso coletivo, a defesa das árvores”.

Desta feita foram plantados pinheiros masos (Pinus pinea), oliveiras (Olea europaea Sylvestris), freixos, (Fraxinus angustifólia), choupos (Populus alba, Populus nigra e Populus nigra Italica), ciprestes (Cupressus sempervirens), alfarrobeiras (Ceratonia síliqua) e um salgueiro (Salix alba). 

Foi mais uma edição do programa, que novamente fez esgotar as inscrições, outras virão e atempadamente serão divulgadas neste sítio. 

A chuva não dá tréguas, como que a desafiar vontades, a terra não ajuda e empapa, resistente. Intransigente.  Mas a alegria de plantar uma árvore alimenta forças e renova vontades, com gentes assim empenhadas Lisboa está, mesmo, no bom caminho”

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/a-alegria-de-plantar-uma-arvore