Sugestão de reformulação do espaço da Alameda Afonso Henriques

Os subscritores apelam à CML que o espaço verde da Alameda Afonso Henriques seja reformulado por forma a tornar mais reduzidos o consumo de água (que se estimam ser de 100 mil euros anuais): Há que ter em conta que a água é, e será cada vez mais, um luxo e um recurso que exige uma gestão muito cuidadosa.
Sugerimos ainda que o novo piso seja mais resistente aos eventos que, frequentemente, têm aqui lugar (o que reduziria os custos de manutenção) e a reposição de árvores, passadeiras centrais para reduzir a quantidade de relva e umas quantas (muitas) árvores de copa densa (se houver sombra há mais retenção de água no solo, e menos rega) para além de canteiros e arbustos os quais seriam, ademais, um retorno ao projecto original.
Sugerimos ainda que seja avaliada a construção de cisternas e sistemas de retenção de águas pluviais bem inseridos na paisagem.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Nuno Dinis Cortiços
Filipe Guedes Ramos
Elvina Maria Reis Rosa
Luis Seguro
Ana Benavente
Anabela Nunes
Miguel Madeira
Patrícia Matos Palma
Joana Taborda Amores
Ana Costa
Rui M. Sousa
Rita Jacobetty
Mariana Bettencourt
Mariana Tavares
Pedro Pinto
Maria Cereja
Rosário Puga
Herculano Rebordao
Bruno Beja Fonseca
Porfírio Sampaio
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Paula Bárcia
Thaisa Boleta
Cristina Franco
Belicha Geraldes
Manuela Viegas
Jacinto Manuel Apostolo
Fernando Anjos
Sophia Macedo
Ricardo Araújo
Zélia Pereira
Adelia Martins Alexandre Martins
Filipe Oliveira
Susana Soares
Manuel Cipriano
Ilda Cruz
Maria Adelaide Sebastião
Helena Juliao
Yoseph Santos
Teresa Nogueira Santos
João Santos
Maria Leonor Gregório
Helena Amaral
Isabel Da Costa Correia
Amélia Maria Ribeiro
Margarida Reis
Beatriz Granja
Maria Claro Ribeiro
Manu Lange
António José Domingues Ramos
José Domingos
Mário Baptista
Sofia Araújo
Filomena Videira
André Calado Coroado
Maria Martins da Silva
Paulo Castro
Fátima Caldeira
Pedro Fortunas
Joana Furtado Carvalho Silva
David Filipe Rocha
Maria Luisa Ferreira
Susana Martins
Sofia Carvalho Coelho
Eduardo Pessoa Santos
Pedro Boléo-Tomé
Maria Margarida Catarino Baião
Mafalda Sequeira
Ana Queiroz
Simão Farias
Gonçalo Vitorino
Alexandra Amaral
João Silva
João da Bernarda
Teresa Silva
Filipe Palha
Nanci Rosa
Antonieta Soares Ribeiro
Pedro Amaral
Margarida Paiva
João Firmino
Bernardino Aranda
Antonio Sequeira
Ana Cruz
Paulo Morgado
Alexandra Batista
Miguel Pombal
Miguel Araújo
Luisa Castro Correia
Paulo Fonseca
Marta Soares
Maria Fernanda Costa
Maria Conceição Silva
Manuela Graças Graças

“A alegria de plantar uma árvore” [Revista da Imprensa]

O programa “A sua Árvore em Lisboa” é um êxito, agora foi a vez do Parque Urbano da Quinta da Montanha, ao Areeiro, juntar algumas dezenas de pessoas na plantação de mais cem espécies, apesar da chuva e do estado da terra. No total, só ao abrigo do programa já foram plantadas cerca de mil durante este ano.
  •  

A chuva incessante que durante toda a manhã caiu e o estado lamoso da terra, pesada no cavar, não demoveu algumas dezenas de pessoas inscritas em mais uma jornada do programa “A sua em Lisboa”, desta feita empenhadas em plantar cem novas árvores no Parque Urbano da Quinta da Montanha, ao Areeiro, e na Guerra Junqueiro. Foi no dia 17 de março.  

Chegámos à Quinta da Montanha pouco passava das dez e as gentes plantavam com afinco, dia chuvoso logo denunciado pelas vestes impermeáveis e longas, ainda assim apenas nalguns, os chapéus, as galochas e outras soluções improvisadas para salvar o calçado, como sacos de plástico bem amarrados. A terra pesava mas as enxadas não se faziam rogadas, ou os braços que lhes davam vida, saliente-se, que pareciam movidos pelos sorridentes rostos daqueles voluntários e padrinhos das novas espécies plantadas. 

Crianças não faltavam, são já um marco, afinal o desafio é para que as famílias se juntem em jornada tão especial. Misto de ação cívica com intervenção pedagógica, prontamente agarrada por um numeroso grupo do movimento Vizinhos do Areeiro. 

José Sá Fernandes, vereador da Estrutura Verde não estava, mas isso não significava ausência. Em tarefas de plantio na Guerra Junqueiro não demorou a juntar-se ao grupo, botas já enlameadas para além do q.b., roupa molhada mas olhar determinado, também ele denunciando essa contagiante alegria de plantar. 

No bom caminho

“O objetivo é que haja uma árvore plantada por cada lisboeta, ainda não estamos lá mas vamos a caminho”, diz, explicando que as cerca de mil árvores já plantadas neste ano ao abrigo do programa engrossam  o esforço que os serviços da autarquia têm vindo a fazer na transformação de uma Lisboa cada vez mais verde, “isto é muito bonito”. 

Rui Martins, dos Vizinhos do Areeiro, explica que “a vida verde da cidade é um ponto fundamental” na ação cívica do movimento. “Esta é uma causa consensual no nosso coletivo, a defesa das árvores”.

Desta feita foram plantados pinheiros masos (Pinus pinea), oliveiras (Olea europaea Sylvestris), freixos, (Fraxinus angustifólia), choupos (Populus alba, Populus nigra e Populus nigra Italica), ciprestes (Cupressus sempervirens), alfarrobeiras (Ceratonia síliqua) e um salgueiro (Salix alba). 

Foi mais uma edição do programa, que novamente fez esgotar as inscrições, outras virão e atempadamente serão divulgadas neste sítio. 

A chuva não dá tréguas, como que a desafiar vontades, a terra não ajuda e empapa, resistente. Intransigente.  Mas a alegria de plantar uma árvore alimenta forças e renova vontades, com gentes assim empenhadas Lisboa está, mesmo, no bom caminho”

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/a-alegria-de-plantar-uma-arvore

Proposta à CML para contentor de Compostagem Comunitária no Areeiro [Resolvido]

Os subscritores propõem à CML que no âmbito do seu novo programa para “Compostagem Comunitária” instalem – durante a fase piloto – um contentor para este tipo de resíduos orgânicos no Jardim Fernando Pessa. (A compostagem consiste na decomposição dos resíduos domésticos por acção de microrganismos que na presença de oxigénio (processo aeróbio) e que originam uma substância designada composto. O composto que se obtém no fim do processo poderá ser utilizado como adubo, uma vez que melhora substancialmente a estrutura do solo)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
José João Leiria-Ralha
Luis Seguro
Vitor Martins
Teresa Raposo
Patrícia Matos Palma
Isabel Tomas Rodrigo
Ana Costa
João J Martins
Mariana Bettencourt
Raquel Leite
Carla Caló
Zira Marcelino
Manuela Viegas
Luisa Teresa
Maria Saraiva
Antonieta Moëllon
João Almeida
Maria Do Carmo Batalha
Fernando Anjos
Isabel O. Sousa
Helena Amaral
Margarida Seguro
Gonçalo Peres
Antonio Coelho
Mafalda Sequeira
Daniel Portugal
Sofia Serrano
Nuno Fox
Pedro Barata
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1900855253560606/

Actualização de 16 de Março (Resposta da Direção Municipal da Estrutura Verde, do Ambiente e Energia):
No seguimento do contacto estabelecido por e-mail do passado dia 15 de Março, cumpre-nos informar, relativamente ao pedido de instalação de um contentor para Compostagem Comunitária, que a Câmara Municipal de Lisboa tem em curso o desenvolvimento do Projeto “Lisboa a Compostar”, um projeto de incentivo à compostagem doméstica e à redução de resíduos orgânicos, destinado a todos os residentes na cidade de Lisboa desde que tenham uma habitação em Lisboa com logradouro, quintal ou jardim. 
Mais informações em http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/temos-um-compostor-para-si/
Informamos, também, que a Câmara Municipal de Lisboa vai proceder, como experiência-piloto, à instalação de um compostor comunitário na Freguesia dos Olivais, lançando, desta forma, um desafio aos moradores desta Freguesia para que ali depositem resíduos urbanos biodegradáveis e que contribuam para a melhoria ambiental da cidade.

Quanto à colocação de um contentor para compostagem comunitária no Jardim Fernando Pessa, a proposta será alvo de apreciação por parte dos Serviços competentes da CML e, após a avaliação do projeto implementado na Freguesia dos Olivais, existe intenção de a replicar em outros locais na cidade de Lisboa. Assim, também o Jardim Fernando Pessa poderá ser um local para a instalação de um contentor para Compostagem Comunitária.”

Abates de árvores frente ao Filipa de Lencastre no Logradouro da Praça Pasteur: questões e aparentes faltas de informação [Respondido]

A 13 de fevereiro, uma empresa de jardinagem ao serviço da Junta de Freguesia do Areeiro (?) realizou várias operações de poda e abate na freguesia.
Ora não só os avisos não foram afixados com a antecedência de 10 dias (como determina o art. 24 do Regulamento do Arvoredo), nem constam no site da Câmara Municipal.
Os abates realizados (pelo menos 2: talvez 4) frente ao Filipa de Lencastre e um (figueira) no Logradouro da Praça Pasteur além de não cumprirem esse prazo também não foram sustentados por relatórios fitosanitários afixados nas árvores alvo deste abate como é regulamentar nestes casos.
Dadas estas aparentes faltas de informação verificamos que o regulamento do arvoredo poderá não estar a ser cumprido. O abate e poda de árvores é um assunto que move paixões entre os cidadãos pelo que deve ser abordado com total transparência para evitar sobressaltos e desconfiança quanto à justeza das intervenções a efectuar.
Solicitamos que os abates sejam interrompidos (nomeadamente na Pç João do Rio) até à publicação dos respectivos relatórios fitossanitários.
Questionamos ainda se estes abates foram “urgentes” por as árvores representarem “um risco para pessoas e bens, considerando o seu estado de conservação fitossanitária, devidamente avaliado por técnico da Freguesia ou do Município, de laboratório público ou de instituição de ensino superior ou de empresa habilitada para o efeito” (art. 25) ou se se verificou uma condição de “emergência” em que “a Autarquia [Junta?] pode proceder ao abate de árvores por indicação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Lisboa”.
Questionamos ainda as entidades responsáveis se já estão em condições de responder ao nosso pedido
http://vizinhosdoareeiro.org/abate-de-arvores-na-rua-marga…/
(que pede a alteração do projecto deste parque de estacionamento por forma a evitar o abate de várias árvores)

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Ana Benavente
Paulo Ferrero
Nuno Dinis Cortiços
Jorge Santos Silva
José João Leiria-Ralha
Teresa Raposo
Raquel Leite
Sofia Pinheiro
Ilda Cruz
Dulce Amaral
Ana Miguel
João Santos
José Filipe Toga Soares
Emilio Santos Pinto
Zira Marcelino
Eduardo Duarte Coelho
Nuno Domingos
Olimpio Fernandes
Ana Paula Sampedro
Eduardo Pessoa Santos
Rosa Casimiro
Cristina Franco
Teresa Sarmento
Bruno Beja Fonseca
Luís Pereira Dos Reis
Gloria Morales Delos Rios

Actualização de 20.02.2018

Quanto aos abates de plátanos realizados pela Junta de Freguesia do Areeiro:
questionámos a CML recebendo a resposta:
“Sobre o abate em causa, somos a remeter informação sobre o assunto: http://www.cm-lisboa.pt/fileadmin/Noticias/ficheiros/Ficha_17-_R._Ladislau_Picarra.pdf:
“Fundamentação:. Ramos e pernadas com grandes lesões com lenho exposto apodrecido”
O mesmo foi autorizado pela CML conforme fundamentos descritos.
A Junta de Freguesia do Areeiro deveria ter guardado o período estipulado para informação antes da execução dos abates, facto que não aconteceu.
Vamos elaborar uma circular informativa para afinar os procedimentos com as diferentes entidades que gerem o arvoredo na cidade”

Actualização de 06.03.2018
Resposta da Direção Municipal da Estrutura Verde, do Ambiente e Energia da CML aos Vizinhos do Areeiro:
No seguimento do contacto estabelecido por e-mail do passado dia 13 de Fevereiro, cumpre-nos informar, relativamente ao pedido de esclarecimento sobre o abate das árvores localizadas em ajardinados da Freguesia do Areeiro e de acordo com a avaliação efetuada pelos serviços competentes, que os exemplares em causa, da espécie Platanus sp,. apresentavam um mau estado fitossanitário, com ramos e pernadas com grandes lesões e o lenho exposto apodrecido. Esta informação pode ser consultada em http://www.cm-lisboa.pt/…/ficheiros/Ficha_17-_R._Ladislau_P…
Por estas razões e estando em causa a segurança de pessoas e bens, entendeu-se que deveriam ser removidas e substituídas pela plantação de outras da mesma espécie.
Mais informamos que todas as intervenções no arvoredo da cidade, designadamente os abates de árvores, se encontram reguladas (despachos 60/P/12-Procedimentos para a remoção de árvores, publicado no Boletim Municipal n.º 963, de 2 de agosto 2012, e 95/P/16-Procedimento para a remoção de árvores em espaço público com projeto aprovado por deliberação de Câmara, publicado no Boletim Municipal n.º 1173, de 1 de setembro 2016, em http://www.cm-lisboa.pt/municipio/boletim-municipal/), sendo previamente comunicadas às juntas de freguesia da área e divulgadas no Portal da Câmara Municipal de Lisboa””

 

Incumprimento do Protocolo que estabeleceu a recente intervenção no Logradouro da Praça Pasteur (Lisboa) [Respondido]

Os Subscritores alertam as entidades responsáveis pelo Protocolo que estabeleceu a recente intervenção no Logradouro da Praça Pasteur que estão por cumprir:
1. EMEL: em falta na execução dos arranjos exteriores orçamentados, em especial nos canteiros e arvoredo;
2. IGF-SS: não obstante o limite estabelecido de 35 autorizações, neste momento, verifica-se a existência de 37 (mais os dois lugares sinalizados como exclusivos); e a
3. JFA: omissa em intervir na manutenção do espaço, mesmo após inúmeras solicitações.

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”

(iniciativa conjunta com Comissão de Moradores da Praça Pasteur, Areeiro, Lisboa)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Nuno Miguel Cabeçadas
Luis Seguro
Ana Bravo
Patrícia Matos Palma
Carla Sofia Duarte
Cristina Azambuja
Francisco Lopes da Fonseca
Teresa Sarmento
Carla Caló
Thaisa Boleta
Maria Cristina Lacerda
Elisabete Carvalho
Maria Ana Capoula
Rui Costa
Manuel Mello e Castro
Teresa Nogueira Santos
Graciano Venâncio Morais
Ana Leite Pereira
João Ribafeita
Patricia S Bernardo
Maria Concepcion
Vitor Lopes
Inês Duarte Galvão Capicho
Pedro Ventura
Ines Pinto Da Costa
Ruy Redin
Ana Rita Vozone

 

Actualização

“No logradouro da Praça Pasteur foi criado uma concessão à EMEL e fez um conjunto de obras. Mas há um incumprimento por parte de todas as partes que assinaram o protocolo. O IGF tem 35 lugares mas neste momento já emitiu 37 reduzindo o nº de lugares aos logradouros. A EMEL incumpre no cuidado dos espaços verdes conforme o protocolo que tenho aqui e que posso ceder com arranjos exteriores que até agora não realizou. Ajunta apesar do texto não ser claro, tem a manutenção dos espaços cerdes e a manutenção pedonal, o que é estranho porque aquilo acaba por ser automóvel (…) no último pedido que fizemos a Junta esta passou à EMEL a reparação dos danos que têm entretanto ocorrido”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

1:22:12 “há uma grande preocupação com a falta de lugares na freguesia (…) os parques GIRA, as ciclovias e a não ocupação dos parques de estacionamento cobertos”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“Estamos a falar com o parque do Casal Vistoso para que a EMEL lance uma tarifa mais baixa para residentes e espero que seja exemplo para que a consigamos levar a outros parques da freguesia e não só” 1:31:58

Vereador Miguel Gaspar

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização

“Os logradouros concessionados à EMEL durante a noite não têm fiscalização (…) Na Praça Pasteur com o Bingo ao lado e os seus clientes utilizam o estacionament. Os residentes que chegam mais tarde dos seus empregos não conseguem estacionar. E não há lei. A EMEL não funciona à noite. A Polícia Municipal não faz reboques naquele espaço”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“temos informação que ainda havia um problema com as obras na Praça Pasteur e que estava a ser corrigido.Em relação aos espaços verdes não tinha essa informação mas vou confirmar. Os lugares são lugares de rotação (..) era um terreno privado do IGSS e que a EMEL fez obra e ficou disponivel para a população. Se há evidências de falta de fiscalização vou pedir um reforço” (…) “

Vereador Miguel Gaspar

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

 

 

Carta aberta à Junta de Freguesia do Areeiro (lagartas do pinheiro no jardim superior da Alameda)

Os Vizinhos do Areeiro expressam a sua preocupação pelo ressurgimento repetido de lagartas do pinheiro no jardim superior da Alameda. Este jardim é frequentado por grande número de cães que pela sua curiosidade natural são as maiores vítimas desta praga, juntamente com crianças que possam estar a brincar no chão.

Os Vizinhos do Areeiro entendem que uma praga com estas características não será fácil eliminar mas também entendem que não será normal que apesar das múltiplas intervenções da Junta de Freguesia tal volte a suceder por três vezes em menos de 2 semanas num espaço tão pequeno.

Apelam por isso a uma intervenção verdadeiramente eficaz e que se façam inspecções periódicas ao arvoredo de toda a freguesia forma a evitar novas ocorrências e que se adoptem as medidas profiláticas necessárias para reduzir a ocorrência desta praga”.

(segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Rodolfo Franco
Nuno Miguel Cabeçadas
Teresa Raposo
Zélia Brito
Mariana Bettencourt
Francisco Lopes da Fonseca
Leonilde Ferreira Viegas
Miguel Madeira
Helena Ferreira
Emilio Santos Pinto
Alexandra Maia Mendonça
Pedro Gomez
Dulce Amaral
Carla Caló
Jacinto Manuel Apostolo
Margarida Magalhães
Manuela Viegas
Miguel Felner Paula
Dora Santos Silva
Fátima Mayor
Anabela Gouveia
Zélia Pereira
Leonardo Rosa
Ilda Cruz
Patrícia Garcia
Irene Coelho
Maria Ana Neves
Isabel Catarina Ferreira
André Calado Coroado
Ana Judite Peres
José Manuel FL
Zira Marcelino
Maria Martins da Silva
Susana De Brito Dias
Sofia Reis
Sara Teixeira
Joana Morgado
Isabel Neves
Filipe Oliveira
Elsa Santos Alípio
Maria Anabela Melo Egídio
Carolina Lemos E Sousa
Rita Martinez
Alina Silva
Francisco Braz Teixeira
Cristina Lemos Machado
Rui Martinho
Rute Pereira
Pedro Amaral
Rita Dias Costa
Mau Madureira
Anna Vergeat
Francisco Frazão
Marta Belling Castro
Ana Bacalhau
Carla Cardoso
Actualização de 24.02.2018
Processionárias (lagartas do pinheiro) e cães na Alameda Afonso Henrique Ribeiroes: Combinação perigosa com efeitos potencialmente letais: “A lagarta do Pinheiro, Processionária, é um insecto que ataca a maioria dos Pinheiros bem como alguns Cedros, provocando a sua Morte. Tem efeitos nocivos quando em contacto com os humanos e animais domésticos, provocando irritações de Pele, olhos e aparelho respiratório”
A 8 de Fevereiro denunciámos esta situação à Junta de Freguesia do Areeiro que AINDA NÃO DEU QUALQUER RESPOSTA:
http://vizinhosdoareeiro.org/carta-aberta-a-junta-de-fregu…/
(o que é uma violação flagrante do Código do Procedimento Administrativo e do próprio regimento que regula o funcionamento da Assembleia de Freguesia).
Em consequência acaba de seguir um pedido de pronunciamento sobre esta situação a todas as forças políticas com assento nesta Assembleia de Freguesia.

 

Abate de árvores na Rua Margarida Abreu: Questão e Sugestão à CML [Actualização]

Embora não exista registo de intervenção no Arvoredo na CML:
http://www.cm-lisboa.pt/…/intervencoes-no-arvoredo-na-cidad…
cerca de 12 árvores (saudáveis na sua maioria) estão marcadas para “abate” na Rua Margarida Abreu.
A motivação parece ser o arranque das obras de construção de um parque de estacionamento no local.
Os subscritores questionam a CML se o projecto não pode ser alterado por forma a preservar estas árvores (construindo por exemplo um jardim) e a data para a qual está prevista esta intervenção.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Nuno Miguel Cabeçadas
Elsa Felizardo
Zélia Brito
Mariana Bettencourt
Emilio Santos Pinto
Cristina Azambuja
Dulce Amaral
Maria Estima
Beatriz Maia
Suzete Reis
Sampedro Ana Paula
Susana Soares
Jaime Amores
Anabela Gouveia
Luisa Galvão
Maria Julieta Mendes Martins
Zélia Pereira
Lurdes Farrusco
Helena Ferreira
Luis Pina Amaro
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Susana Martins
Susana Fernandes
Daniel Portugal
Rui Martinho
João Leonardo
Rita Dias Costa
Rita Luzia
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1872581499721315/

Actualização de 08.03.2018

“Abate de árvores na Rua Margarida Abreu: o futuro parque de estacionamento nesta rua pode perfeitamente incorporar as 3 figueiras maltratadas testemunhas do tempo das quintas bem como do pequeno bosque existente ao fundo desta zona com uma pequena zona de descanso com estas árvores e alguns bancos” 30:02 Vizinho do Areeiro Jorge Oliveira 28:53
 
“Em relação às árvores na Rua Margarida Abreu 35:42 vou tentar que as figueiras ainda fiquem no sítio. Em relação às outras elas estão num estado fitosanitário péssimo e portanto têm mesmo que ser abatidas e substituídas por seis árvores. Não sei vão ter mesas: o projecto é um projecto da EMEL (…) em relação a uma que estaria num dos cantos encaminharei isso para a EMEL” 36:39
Vereador José Sá Fernandes
Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

 

Desperdício de água nas regas automáticas da Junta de Freguesia do Areeiro [actualizado]

Screen Shot 11-20-17 at 05.52 PM
Video: https://www.facebook.com/RuiMartinsLx/videos/10156134635644050/

Em 11 de Novembro pedimos à Junta de Freguesia do Areeiro a revisão dos sistemas de rega automática (e reparação dos aspersores avariados) no Jardim da Praça de Londres cujos aspersores estavam (e estão) desperdiçando água sobre o passeio.
Nos dias seguintes recebemos indicações de moradores de que o mesmo estava a suceder na Afonso Costa, Guerra Junqueiro, Praça Francisco Sá Carneiro, Gago Coutinho e Fernando Pessa (pelo menos).
Reiteramos o pedido para que a frequência destas regas seja revista, os aspersores reparados e reposicionados por forma a adaptar os consumos de água ao período de seca extrema que o país atravessa.
Requeremos resposta no âmbito do Art 61 do CPA

Subscrevem:

Rui Martins
Jorge Oliveira
Filipe Guedes Ramos
Anabela Nunes
Maria Cortez Caetano
Rui M. Sousa
Luis Seguro
Mariana Bettencourt
Teresa Raposo
Leonilde Ferreira Viegas
Isabel Tomas Rodrigo
Pedro Pinto
Catarina Rebelo
Maria João Gracio
Ana Costa
Jacinto Manuel Apostolo
Dulce Amaral
Belicha Geraldes
Catarina Syder Fontinha
Patrícia Tavares Rocha
Helena Martins
Maria Helena Simões
Nuno Maldonado Tuna
Thaisa Boleta
Suzete Reis
Luís Pereira Dos Reis
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Ana Salazar
Maria Adelaide Nuncio
Maria Louro
Jaime Amores
Rosa Branca Graça
Ana Sofia Matias
Teresa Clara Durão
Bernardo Kahn
João Ribafeita
Sofia Proença
Lúcia Caetano
Rita Brito Pires
Sampedro Ana Paula
Clara Melo
Margarida Suárez
Fernando De Sousa Ferreira
Francisco Lopes da Fonseca
Bruno Beja Fonseca
Rita Amores
Filipa Magalhães Carvalho

 

Actualização de 7.3.2018

“Tínhamos até há poucos dias 77% do território nacional em Seca Extrema. Que medidas estão pensadas para reconverter os espaços verdes que existem no município. A freguesia do Areeiro tem vastas áreas relvadas que são muito bonitas mas  no entanto consomem recursos hídricos de forma irracional para os dias de hoje e para as condições que conhecemos. Existe alguma campanha aos municipes para  um consumo mais racional da ágia nomeadamente dos banhos porque as pessoas não têm noção das quantidades que as pessoas consomem” (…) “não gostava que Lisboa passasse um dia pela situação da Cidade do Cabo”

Vizinha do Areeiro Patrícia Matos Palma

“No jardim que está junto ao novo Centro de Saúde (por construir nos Serviços Sociais da CML na Afonso Costa) todas as instalações em termos de novos espaços e estamos a falar de cerca de 240 hectares (…) tem sido feito com sistemas de rega eficiente, com espécies autóctones e pouca rega” (…) “e é bom que falemos de escassez de água quando chove porque devemos estar sempre atentos à escassez da água quer quando chive demais” (…) e estamos atentos às duas realidades” (…) 2:24:29 “hoje gastamos menos água no município do que gastávamos há uns anos atrás porque tomámos medidas de rega eficiente” (…) “podemos fazer mais e estamos num processo com as juntas de freguesia para reduzir o consumo de água. Há alguns relvados que é preciso ter na cidade (…) mas como sistemas de rega mais eficiente. Estamos a avaliar com todas as freguesias para conjuntamente com a EPAL introduzirmos sistemas de rega inteligentes (…) sensores de humidade para regarem apenas quando é preciso” (…) “temos uma empresa de distribuição de água que é a terceira  melhor do mundo em perdas de água. Regamos a maior parte dos espaços com água potável (…) temos cidades como Oslo que perdem 20 a 40% e nós não temos esse desperdício” (…) “por outro lado devemos reter a água e esta chuva que cai hoje nós no vale da montanha fizemos bacias de retensão para que ela se infiltre e melhor os aquíferos da cidade” (…) “estamos a realizar um estudo muito grande para podermos reutilizar a água vinda das ETARs que já fazemos em pequena escola nalgumas freguesias para lavagens de rua” (…) “para termos uma rede de distribuição de água reciclada na cidade e isso vai permitir não só a lavagem de ruas mas também a rega” (…) “mas é muito complexo. A legislação é de dificil apreensão, mesmo a europeia, porque temos que ter cautelas com a saúde” (…) “mas estamos a montar a rede de água reutilizada” (…) ” é inadmissível, do meu ponto de vista, que hoje as construções novas que os autoclismos não sejam abastecidos pelos banhos. 20% da água que gastamos nas nossas casas são dos autoclismos”

Vereador Sá Fernandes

“na nova construção de habitação de iniciativa pública que estamos a fazer os autoclismos já são abastecidos por aquilo que é agua desperdiçada nos lavatórios (…) por exemplo na nova construção no Bairro da Boavista, no Bairro Padre Cruz e no Bairro da Cruz Vermelha este modelo se repetirá. Bem como o aproveitamento das águas pluviais para reservatório de água para se poder, p.ex, utilizar na rega dos espaços verdes associados a cada fogo” 2:29:32

Vereadora Paula Marques

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

Sabia que… no Regulamento Municipal do Arvoredo

Screen Shot 08-01-17 at 01.27 PM

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido atar objectos em árvores que danifiquem os tecidos vegetais?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido fazer despejos em canteiros ou caldeira que prejudiquem as árvores?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido efectuar rolagem (cortar rente um ramo) de uma árvore em qualquer circunstância?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido substituir exemplares removidos por espécie diferente excepto se enquadrado num plano de substituição de arvoredo?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo é proibido alterar a caldeira de uma árvore ou eliminá-la (pavimentando) excepto se tal for enquadrado num plano de intervenção aprovado pela CML?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo as intervenções nas árvores nos domínios privados dependem da prévia autorização do presidente da CML ou da Junta para:

atar ou pendurar objectos e obras que interferem com o sistema radicular?

#SabiaQue segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo durante a realização de obras deve ser colocada uma cercadura na zona de segurança da árvore, fixa e com dois metros de altura?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo, a aproximação, em escavações a árvores, deve ser feita manualmente ou com o auxílio de jacto de água com pressão adequada?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo, quando em obra, as raízes expostas das árvores devem ser cobertas por um geotêxtil regado em permanência por sistema de aspersão?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo na zona de proteção do sistema radicular das árvores não é permitido o derrame de pó de pedra ou cal nem a concentração de água provenientes de obras?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo os limites externos das caldeiras das árvores devem estar sobreelevados em relação ao pavimento por forma a garantir a sua correcta percepção como obstáculo por invisuais?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a área das caldeiras das árvores deve estar protegida por grades, grelhas ou outros elementos que garantam a penetração de água mas protegendo-o e que tenham um sistema anti-roubo?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo os avisos de intervenção em arvoredo devem ser afixados incluindo os motivos, a entidade que efectuará o abate e sempre com a antecedência de dez dias?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo, a comunicação das intervenções no arvoredo deve ser afixada nos locais de aviso da freguesia, nos sites da CML e da Junta de Freguesia?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a afixação de avisos nas árvores deve ser feita com fita adesiva por forma a não causar danos no arvoredo? Em nenhum caso é permitido o uso de pregos ou outro material com perfurações da casca ou no lenho da árvore.

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo as juntas podem proceder ao abate urgente de árvores que representem um risco para pessoas e bens mas apenas depois de uma avaliação devidamente certificada?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a fiscalização das disposições do regulamento compete à Polícia Municipal e aos serviços técnicos da CML e das Juntas?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a negligência no cuidado e tratamento das árvores são puníveis por coimas?

#SabiaQue, segundo o Regulamento Municipal do Arvoredo a entidade gestora do arvoredo deve elaborar um plano de plantações anuais sendo que os trabalhos de plantação devem ser executados em janeiro e fevereiro para a generalidade das espécies e em abril e maio para os jacarandas e tipuanas?

Regulamento Municipal do Arvoredo