Pedido de remoção de decorações em lã das árvores da Praça de Londres [Resolvido]

Enviada à Junta de Freguesia:
“Esta iniciativa da Junta de Freguesia do Areeiro (Centro Intergeracional) teve os seus méritos mas agora com a chegada das primeiras chuvas representa um risco para estas árvores. 
Estando as decorações em lã muito cintadas às árvores isto vai aumentar a humidade nos troncos e criar condições favoráveis à aparição e desenvolvimento de fungos e outras doenças que podem ameaçar, a prazo, a viabilidade e sobrevivência destas árvores.”
Por favor: queiram remover estas instalações.

Atualização de 17.12.2017:
As referidas decorações em lã foi retiradas por uma equipa da Junta de Freguesia do Areeiro

 

Decorações de Natal na Praça de Londres: pedido de remoção das que estão instaladas nos ramos dos freixos [Respondido]

Enviada à Junta de Freguesia do Areeiro e a 06.11.2017 à CML (Espaços Verdes):
No vosso site encontramos o Projecto do Regulamento Municipal do Arvoredo: http://www.jf-areeiro.pt/…/Projeto-de-Regulamento-Municipal…
onde se pode ler “é proibido danificar raízes, troncos, ramos, folhas, ou flores, nomeadamente trepar e varejar, atar, prender, pregar objetos, riscar e inscrever gravações e outras ações que destruam ou danifiquem os tecidos vegetais” 
Apesar disso DE NOVO apareceram hoje decorações de natal penduradas nos frágeis ramos dos freixos (doentes) da Praça de Londres.
Se a responsabilidade disto é da Junta (parece ser) é uma contradição com a competência que esta autarquia tem de manutenção do arvoredo.
Se cair algum ramo em consequência destas instalações recordamos as palavras da presidente da Assembleia Municipal de Lisboa: “excepção para os casos em que a junta tenha conhecimento da falta de manutenção e for responsável por ela. Aí o “incumprimento é considerado culposo”.
https://www.publico.pt/…/quando-cai-uma-arvore-a-responsabi…
Por favor queiram proceder (se a instalação foi vossa) à remoção destas decorações”

Actualização de 06.11.2017
A Junta de Freguesia do Areeiro ainda não respondeu mas já foi possível apurar que estas decorações nos frágeis freixos da Praça de Londres não foram nem da responsabilidade da Associação de Comerciantes (como nunca pareceu provável) nem da Junta de Freguesia (como indicava uma resposta do Vereador Sá Fernandes de 2016).
Esta iniciativa foi da CML.
Assim sendo vamos enviar um protesto formal e um reencaminhar o pedido de remoção destas danosas (para as árvores) instalações.

Actualização de 10.11.2017
Ainda não há resposta da CML sobre esta situação (que, recordo: ameaça pessoas e bens) na Praça de Londres.
Mas a Junta já respondeu (o que agradecemos).
Contudo, não compreendo a frase final:
“Assim sendo, se as referidas iluminações foram analisadas por técnico dentro da área de competência (para se saber se de fato as instalações não causam problemas ou defeitos nas árvores) e aprovadas pela Junta de freguesia, deverá esta autarquia responsabilizar-se sobre qualquer dano às árvores ou a terceiros que daí possam advir”
Não é claro que estas iluminações foram ou não “analisadas”.
Aguardamos clarificação
Alguém pode ajudar?…
(e a resposta da CML: que ainda não surgiu)

Actualização de 15.12.2017
Segundo os técnicos da CML (que analisaram as árvores) as decorações não apresentam riscos para os freixos.

Actualização de 13.01.2018
Segundo informa a CML em OCO/128877/2017 a “iluminação de Natal é da responsabilidade da União de Associações de Comércio e Serviços”
Consequentemente reenviamos este pedido a esta entidade.

Manutenção da zona relvada da Praça Francisco Sá Carneiro: Pedido que a Junta de Freguesia assuma essa competência [Resolvido]

Praça Francisco Sá Carneiro - o tapete verde (ainda a cargo da obra) merece melhor cuidado

Enviada à Junta de Freguesia do Areeiro a 04.10.2017:
“Embora houvesse a informação de que o tapete verde do separador central da Praça Francisco Sá Carneiro estive a cargo do empreiteiro da obra a informação recebida da CML foi de que “a zona relvada da Praça Francisco Sá Carneiro não está classificada como espaço verde estruturante, a competência para sua manutenção é da JF Areeiro. É verdade que, aquando da recente reabilitação da Praça, a CML assumiu a responsabilidade de reabilitar também a zona verde, uma vez que a mesma não necessitava de manutenção mas sim de completa requalificação.
A partir desse momento, a zona verde precisa apenas de manutenção, e essa deve ser assegurada pela JF”
Quando conta, assim, a Junta de Freguesia assumir esta manutenção?”

Actualização de 22.10.2017:
Segundo informação do Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro nos Vizinhos do Areeiro “se até 4f não resolverem, uma empresa de manutenção da junta irá dar uma varridela (leia-se corte) naquela horta mal amanhada. Despeço-me com estima. Boa noite”

Actualização de 24.10.2017:
A Junta de Freguesia do Areeiro removeu os matos e cortou a relva no separador central da Praça Francisco Sá Carneiro.

Apelo a uma (boa) manutenção das Árvores na Freguesia do Areeiro

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Nas últimas semanas temos registado uma multiplicação de casos de queda de ramos e pernadas de árvores no Areeiro: Praça de Londres, Avenida de Roma, Afrânio Peixoto, Fernando Pessa e Praça Pasteur (conhece mais casos? Indique-os nos Comentários)
Os subscritores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que execute a manutenção das árvores que estão à sua responsabilidade desde a transferência desta competência da CML para as Juntas de Freguesia.
Apelamos igualmente a um reforço da rega a estas árvores e que estas intervenções sejam moderadas sem as podas excessivas que, por vezes, ocorrem na nossa freguesia
Subscrevem:
Rui Martins
Pedro Tito de Morais
Pedro Mendonça
Leonilde Ferreira Viegas
Luís Pereira Dos Reis
Elisabete Carvalho
Carla Sofia Duarte
Ana Bravo
Maria Teresa Rodrigues
Elvina Maria Reis Rosa
Maria Cortez Caetano
Isabel Simões
Jacinto Manuel Apostolo
Mariana Bettencourt
Mira de Lacerda
Cláudia Casquilho
Laura Villaverde
Pedro Ventura
Luis Seguro
José-António Rodrigues
Ana Costa
Patrícia Matos Palma
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Maria Estima
Maria João Granate
Tomaz Alves Oliveira
Mafalda Toscano Rico
Helena Sá Leonardo
Maria C. Morais Sarmento
Fátima N. Lopes
Rita Dias Costa
Pedro Costa Pinto
Noémia Ferrer Fernandes
Sara Martins Correia
Cristina Milagre
João Ribafeita
Ilda Cruz

Intervenção EMEL e abate de árvores (?) na Praça Pasteur [Em Resolução?]

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Considerando a monofolha distribuída, hoje, com o intuito de informar os residentes e transeuntes das obras previstas para o “Logradouro da Praça Pasteur”, e atendendo à informação não oficial partilhada pelos técnicos da EMEL presentes no local, o colectivo de moradores “Vizinhos do Areeiro”, segundo o Despacho 60/P/2012 que prescreve que “o abate de árvores SÓ pode resultar de necessidade fitossanitária ou risco grave para a segurança por falta de resistência mecânica, determinadas por técnico competente”, vem indagar:
1) se algum técnico competente ou, excepcionalmente, o Presidente da Câmara autorizou o abate de árvores naquele local;
2) se existe relatório fitossanitário que sustente o referido abate (recordamos que estes relatórios são públicos);
3) porque é que não existe, no local, nenhum aviso prévio (que obriga a duas semanas de antecedência)
Assim, os subscritores apresentam uma reclamação por estas eventuais (?) inconformidades à Junta de Freguesia do Areeiro e ao gabinete do Vereador dos Espaços Verdes.

Subscrevem

Rui Martins
João J Martins
Fernando Anjos
António Oliveira Costa
Vitor Manuel Teixeira
Beleza Barreiros
Anabela Nunes
Manuela Viegas
Luisa Pico Costa
José João Leiria-Ralha
Maria Martins da Silva
Maria Concepcion
Emilio Santos Pinto
Renata Chaleira
Vasco Ribeiro
Mariana Fernandes
Irene Vieira
Leonilde Ferreira Viegas
Luís Pereira Dos Reis
Susana Beirão
Jorge Azevedo Correia
Maria João Morgado
Carlos Augusto
Jacinto Manuel Apostolo
Victor Ribeiro
Luis Seguro
Maria Julieta Mendes Martins
Carla Sofia Duarte
Ana Teresa Mota
Patrícia Matos Palma
Nuno Domingos
Pedro Gomez
Nuno Dinis Cortiços
Teresa Sarmento
Cristina Leal
Elvina Maria Reis Rosa
Ines Pintado Maury
Cristina Milagre
Rogério Martins
Rui Moura
Irene Coelho
Eva Falcão
Suzete Reis
Rita Dias Costa
Pedro Paulouro
Pedro Costa Pinto
Sandra Carvalho
Inês Gomes Beirão
Manuel Jesus
Maria Deus Carrilho Lousa
John Burney
Ana Marta Carreira
Pedro Ventura
João Ribafeita
Gloria Morales Delos Rios
Ana Luisa Respício
Mensagem enviada a 22.05.2017

“Uma adenda: o abate de árvores resulta de uma interpretação do folheto distribuído aos moradores (onde se desenha estacionamento existem, hoje, árvores e canteiros)
Queiram, p.f, confirmar que se trata de uma interpretação correcta ou se, pelo contrário, se trata de um erro do projecto impresso no folheto.”

Actualização de 23.05.2017:
Segundo informações não oficiais as situações aqui descritas estariam resolvidas ou em vias de resolução: o abate de árvores já não vai ter lugar (como se presumia do folheto) havendo apenas a remoção de dois troncos de árvores mortes no plano de intervenção neste logradouro.

Adopte uma Árvore no Areeiro !


Cuidar das árvores da freguesia é Cuidar da Freguesia, da Comunidade Local e do Ambiente.
As ruas com árvores são mais bonitas, oferecem abrigo em dias de chuva ou de mais calor, aumentam a qualidade do ar e combatem as emissões de carbono.
Embora a CML plante e a Junta as reguem, se adoptar uma árvore recentemente plantada que esteja mais perto da sua casa pode contribuir para o aumento da qualidade do espaço que o rodeia.

Dê-lhe um nome e partilhe fotos com a hastag #AdopteUmaÁrvore no #Areeiro no grupo dos Vizinhos do Areeiro!

Tenha em conta que:
– as árvores recentemente plantadas devem ser regadas numa base semanal entre Maio e Outubro com cerca de 3x por semana com 5L de água de cada vez e o dobro em Julho e Agosto. Mas se não puder apenas 2 ou 3 litros semanauis já podem fazer a diferença! (as árvores continuam a serem mantidas pela Junta ou CML ! Nós só propomos aqui um reforço de cuidados)
– Tente regar de uma só vez durante a semana
– Coloque uma protecção (folhas caídas) sobre a área regada por forma a minimizar a evaporação
– Limpe as caldeiras de lixo diverso e de dejectos animais (a urina canina é especialmente má para as árvores uma vez que desiquilibra a química dos solos)
– Verifique se os primeiros centímetros de terra estão soltos (não aprofunde para não danificar as raízes!)
– Pondere a colocação de uma barreira artesanal em torno da árvore
– Pondere colocar algumas plantas rasteiras no canteiro como forma natural de perfurar o solo e ajudar a água a infiltra-se melhor. Por exemplo, plantas aromáticas, suculentas e cactos. Ajudam também a criar sombra e humidade no solo, para além de trazerem mais beleza às ruas.

Ruas com árvores em caldeira adoptadas até ao momento:
Rua Edison (Rui Martins)
Rua Vítor Hugo (Pedro Silva)
Rua Bacelar e Silva (Elvina Maria Reis Rosa)
Rua Cardoso de Oliveira (Sofia Pinheiro) – aguarda plantação
Avenida de Madrid (Raquel Leite) – aguarda plantação
Praça Pasteur (John Burney)

(e qual será a sua? (idealmente uma por rua)

https://drive.google.com/open…

(uma ideia original de Pedro Silva, Rui Martins, Cecília Gonçalves Bastos e Elsa Felizardo)

Recuperação da Quinta das Ameias (Areeiro) e sua transformação num jardim público (Proposta à CML) [Resolvido]

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Tendo em conta a riqueza histórica do espaço, o seu abandono desde meados da década de 1970 e a sua transformação e espaço de abarracamento ilegal, casa de banho pública e depósito de lixos, propomos que:
1. Todo o espaço da Quinta das Ameias (Avenida Afonso Costa) seja adquirido pelo município (ou recuperado e devolvido à cidade dado o seu estado de abandono):
2. As ruínas dos edifícios devem ser reconstruídas tornando o espaço num ninho de associações locais, pequenas empresas (startups), com espaços de restauração e comercio
3. O espaço anexo à quinta e propriedade da CML deve ser integrado nesta solução urbanística
4. Deve acontecer uma plantação massiva de novas árvores, mas aquelas que já lá existem (algumas quase centenárias) devem ser preservadas.
5. Deve ser construído um passeio em espiral, a partir da Avenida Afonso Costa e até ao topo do monte, rodeado de bancos, árvores e com um curso de água corrente reciclada alimentado por painéis solares.

Subscrevem
Rui Martins
Cátia Mendes
José Manuel Costa
Pedro Silva
Ana Monteiro
Luisa Pico Costa
Jorge Oliveira
Francisco Alexandre Ferreira
Paulo Santos Costa
Ana Teresa Mota
Mira de Lacerda
Ângela Pirralho
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Cortez Caetano
Isabel Tomas Rodrigo
Anibal Santos
Miguel Peixoto
Maria João Morgado
Maria Georgina Carreira Reis
Carlos Costa Ramalho
Maria Martins da Silva
Mariana Bettencourt
Nuno Domingos
Luis Seguro
João J Martins
Victor Ribeiro
Lucia Carvalho
Laura Villaverde
Qju Nunes
Mariana Tavares
Rosa Branca Graça
Dulce Marques Ferreira
Suzete Reis
Antonieta Sousa
Ana Rodrigues
Manuela Paixão
Margarida Amores Trindade
Sílvia Baptista
João Maria Camilo Alves
Filipa Leitão de Aguiar
Carlos Sequeira
Mariana Horta Salgueiro
Mena Lopes
Clarinda Sousa
Cristina Milagre
Fátima Mayor
Alexandra Barreto
Pedro Morgado
Anabela Lança
Joana Duarte
José Pedro S. Carvalho
Luisa Galvão
Susana Fernandes
Filipa Macedo
Helena Passaporte
Isabel Castelo Branco
António Silva
Isabel Primoroso
Fernando Mora de Oliveira
Maria J. Ferrão
Rogério Martins
Lita Fernandes
Jorge Basto

Actualização de Dezembro 2017:
O espaço terá sido vendido a um promotor imobiliário logo a proposta fica desactualizada.
(a confirmar)

“Portugal em Directo” (Antena 1): Segmento de reportagem sobre o Abate dos Freixos no Areeiro

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Audio em
https://www.facebook.com/RuiMartinsLx/videos/10155451009779050/

Programa “Portugal em Directo” (Antena 1 19.04.2017 14:00):
Sobre os Vizinhos do Areeiro e o abate dos Freixos da Guerra Junqueiro e Praça de Londres

com referências ao Movimento de Comerciantes Av. Guerra Junqueiro, Praça de Londres & Av. de Roma, ao Fórum Cidadania Lx e à Plataforma em Defesa das Árvores (entidades que participaram nesta petição)
e uma referência à petição (que decorre):
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=regulamentoarvoredo

 

“Corte de árvores na Praça de Londres e na Guerra Junqueiro adiado por seis meses ” [O Corvo]

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“A reunião entre o vereador da Estrutura Verde, José Sá Fernandes, e os activistas que vinham contestando o planeado corte de freixos na Praça de Londres e na Avenida Guerra Junqueiro, realizada na manhã desta terça-feira (11 de abril), resultou na suspensão do processo. De acordo com elementos que estiveram presentes no encontro, ficou assente que o abate das 16 árvores não avançará, por agora, mas poderá acontecer dentro de seis meses. Isto se a avaliação que for realizada nessa altura assim o indicar. “O processo foi adiado, suspenso, e será agora sujeito a uma reavaliação, com a certeza de que ocorrerá um acompanhamento semestral”, diz a O Corvo Rui Martins, dirigente do Movimento Vizinhos do Areeiro, que havia lançado uma petição contestado o corte, juntamente com a Associação de Comerciantes “Bairro em Movimento”, o Fórum Cidadania Lx e a Plataforma em Defesa das Árvores.

Agora, o activista, que reconhece a “existência de problemas em algumas árvores”, tem esperança na inversão da decisão de proceder ao corte, senão de todas elas, pelo menos de algumas. É que, nota, “nem todas as árvores estão em mau estado”, logo não se justificará a sua eliminação. Em outubro, será feita uma avaliação final, para se saber que medidas tomar. “Com isto, ganha-se tempo e, depois, veremos o que dizem os relatórios mais actuais, pois os últimos conhecidos são já de 2014”, afirma Rui Martins, fazendo notar, porém, que “diversos procedimentos legais” não terão sido cumpridos neste caso. Na reunião, ficou a saber-se que, além da Praça de Londres e da Avenida Guerra Junqueiro, “também a Avenida de Paris tem previstos cortes de árvores”. Um outro activista, presente na reunião com Sá Fernandes, salientou a O Corvo a inexistência de “fundamentação técnica precisa, para além de se dizer que as árvores estão doentes”. E fez notar que, com o adiamento, “atira-se a questão para depois das eleições autárquicas”.

O Corvo tentou confirmar a decisão da suspensão da operação com o assessor de comunicação do vereador, mas ainda não o conseguiu até ao momento.”

Texto: Samuel AlemãoScreen Shot 04-14-17 at 01.21 PM

“Cancelado abate de 26 árvores no Areeiro, em Lisboa” (Jornal Público)

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“A Câmara de Lisboa cancelou o abate de 26 árvores na Avenida Guerra Junqueiro e na Praça de Londres que estava previsto para os próximos dias. O vereador da Estrutura Verde reuniu-se esta terça-feira de manhã com os promotores de uma petição contra esses abates e garantiu que os mesmos não avançarão.
“Os serviços competentes da câmara vão fazer uma avaliação de risco e uma monitorização constante durante os próximos meses”, explica Rui Martins, dirigente do movimento “Vizinhos do Areeiro”, que lançou a petição on-line que reuniu perto de 1.200 assinaturas. “No Inverno vai fazer-se uma intervenção no arvoredo. É provável que muitas destas árvores sejam abatidas, mas isso depende da avaliação que será feita durante os próximos meses”, acrescenta.
Na segunda-feira, em declarações ao PÚBLICO, o vereador José Sá Fernandes já tinha dado a entender que o destino destas árvores poderia ser diferente do esperado. “Vai haver alguns abates, mas provavelmente não tantos como foram anunciados”, disse o responsável pela Estrutura Verde da capital.

As palavras de Sá Fernandes não passaram despercebidas a Cláudia Madeira, deputada de “Os Verdes” na Assembleia Municipal de Lisboa. “Esta história de marcar árvores para abate e depois o executivo decidir que afinal já não são todas para abater dá ideia de que a câmara não sabe o que anda a fazer”, disse.
Na resposta, o presidente da câmara assegurou que “não vai haver abates de árvores na Guerra Junqueiro” e pediu aos deputados que aprovem finalmente o Regulamento do Arvoredo, paralisado há quase ano e meio na assembleia municipal. Os presidentes de algumas juntas de freguesias estão contra este regulamento, uma vez que a gestão e manutenção dos espaços verdes é, desde 2013, competência de cada freguesia.
“Não será altura de devolver de vez a competência do arvoredo à câmara e acabar com estas questões e constantes atropelos ao arvoredo da cidade?”, questiona Rui Martins. O dirigente associativo diz que fez esta pergunta a Sá Fernandes. Recebeu como resposta o que o vereador já dissera ao PÚBLICO: “Espero que em breve haja notícias sobre isso”.”