Posição Coletiva dos VA quanto à Ciclovia na Almirante Reis (Areeiro)

Elaborado a partir de 171 respostas de moradores este inquérito permitiu definir qual é a posição colectiva dos Vizinhos do Areeiro quanto à nova ciclovia que a CML planeia instalar em breve na Avenida Almirante Reis. Esta votação esteve disponível para todos os membros dos Vizinhos do Areeiro pelo prazo de 10 dias através do seu email registado.

Vias partilhadas ascendentes e descendentes da Almirante Reis com velocidade máxima 30 em faixa partilhada

Sim 77

Não 94

Vias partilhadas nas laterais do Bairro dos Actores (Carlos Mardel descendente e ascendente na Isidoro)

Sim 85

Não 86


Faixa ascendente ou descendente na faixa central (ciclovia dedicada)

Sim 52

Não 119


Faixa ascendente ou descendente lateral (ciclovia dedicada)

Sim 47

Não 124


Sobre o separador central (ciclovia dedicada)

Sim 43

Não 128


Rua lateral à Almirante Reis (I)

Sim 44

Não 127


Rua lateral à Almirante Reis (II) (via Alameda e virar à esq. na Actor Isidoro) e regresso à Almirante Reis

Sim 47

Não 124

Este inquérito define assim a posição colectiva em que os Vizinhos do Areeiro, núcleo local da Associação Vizinhos em Lisboa:

  1. Discordam da instalação de ciclovias partilhadas na Av Almirante Reis
  2. São neutros (diferença marginal de um voto) quanto à criação de ciclovias partilhadas nas laterais do Bairro dos Actores
  3. Discordam da instalação de ciclovias dedicadas, em qualquer modelo, na Av Almirante Reis

Relacionado:

“Lisboa quer criar 16 ciclovias até setembro” [JN]

Lisboa quer criar 16 ciclovias até setembro
Moradores dizem que número de bicicletas é “residual” e inseguro em avenidas centrais

A Câmara de Lisboa quer criar 16 ciclovias em avenidas estruturantes da cidade até setembro. A Almirante Reis foi a primeira avenida da capital a receber uma ciclovia e seguem-se outras, como a 24 de Julho, a da Liberdade e da Índia, de Roma e de Berna, Marechal Gomes da Costa, Lusíada, José Malhoa, das Descobertas e de Ceuta. O alargamento da rede ciclável tem gerado polémica, principalmente junto de quem acredita que o número de bicicletas a circular “ainda é residual” e não justifica alterações em avenidas centrais.

CICLOVIAS “POP-UP”
A maior parte das ciclovias serão “pop-up”, ou seja, instantâneas e de menor custo e construídas segundo o mesmo método: suprimindo-se uma de duas faixas de rodagem automóvel existentes e substituindo-a, através de linhas brancas
pintadas no chão e pilaretes de plástico, por uma via destinada a bicicletas.

Rui Martins, da associação de moradores Vizinhos do Areeiro, andou durante um mês a contar carros, bicicletas e outros veículos a “horas diferentes do dia” para avaliar o impacto da nova ciclovia na Avenida de Roma.

O morador concluiu que a redução de vias de trânsito terá “um forte impacto no fluxo de trânsito, criando uma situação de acumulação com repercussões para os moradores”. “Contei 2665 veículos (carros particulares, táxis, autocarros, camionetas, entre outros), 120 bicicletas, 246 motorizadas e motocicletas e 18 trotinetes. O tráfego automóvel ainda representa a esmagadora maioria de veículos naquela que é uma das principais vias estruturantes da cidade e um eixo fundamental para o acesso a outros pontos de Lisboa e ao seu exterior”, explica.

Segundo Rui Martins, a percentagem de bicicletas registada “foi surpreendentemente baixa tendo em conta que ali mesmo, junto à Assembleia Municipal de
Lisboa, está uma estação da rede municipal de bicicletas partilhadas Gira e que, não muito longe, na Praça de Londres e Avenida de Paris, existem outras duas”. Para o representante da associação Vizinhos do Areeiro “ainda é inseguro circular de bicicleta na Avenida de Roma, tal é a intensidade da circulação automóvel e a atitude agressiva de alguns condutores”. Considera, porém, que uma ciclovia “bem instalada e devidamente ponderada poderá fazer migrar para a bicicleta alguns destes utilizadores de automóveis”.

SOFIA CRISTINO

Nova Ciclovia na Avenida de Roma

Pela primeira vez, nos Vizinhos do Areeiro, usámos uma ferramenta de votações externa (Lime Survey) em substituição das muito limitadas mas de alto alcance sondagens do Facebook. Durante oito dias foi possível participar nesta votação e, graças a três mecanismos diferentes de segurança, procurando garantir que a visão dos que participaram correspondia – tanto quando era possível – a um quadro representativo da opinião dos moradores e trabalhadores (os “Vizinhos do Areeiro”) sobre a questão da nova ciclovia na Avenida de Roma. A anterior sondagem (usando o Google Forms) foi anulada porque começou a ser partilhada em grupos de activistas e absorveu uma grande quantidade de votos inválidos (de fora de Lisboa), pois baseava-se apenas na boa fé dos participantes (onde se dizia que apenas deveriam participar moradores e trabalhadores de empresas com instalações no Areeiro). Infelizmente, isso não bastou e houve necessidade de encontrar e desenvolver outra forma de construir uma posição colectiva sobre a nova ciclovia na Av. de Roma.

Os votos foram recolhidos entre 6 e 14 de Julho visando auxiliar a Câmara Municipal a implementar um ponto do seu programa de governo (que a previa) no devido cumprimento do mandato representativo que assumiu em 2017.

A nossa posição colectiva não visa (nunca visou) ditar se haverá ou não obra: 

Mas introduzimos uma questão que mede o quanto ela é ou não favorável para os Vizinhos.

A votação visou, sempre e assim como todas as nossas petições e subscrições, construir o que é a nossa visão da questão.

Todos os membros deste grupo tiveram oportunidade de participar e para tal tinham (os que ainda não o haviam feito) que se inscreveram por mail, tendo sido feita uma publicação que o anunciava (aqui: https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2490948944551231/).

Eis assim a nossa posição colectiva sobre a Nova Ciclovia na Avenida de Roma:

Concorda com a instalação de uma ciclovia na Av. de Roma?
Não 56 37,09%
Sim 95 62,91%

Optando-se por instalar ciclovia: A ciclovia deve ser uma ciclovia dedicada – transformando uma das vias de circulação numa ciclovia bidireccional – ou uma ciclovia partilhada (com redução de velocidade), como já sucede, p.ex., na Av Sacadura Cabral?

Dedicada 64 43,24%
Partilhada 84 56,76%

A ciclovia – se for dedicada – deve ser no sentido Pç Londres-Alvalade ou no inverso?

Pç Londres>Alvalade 87 59,59%
Alvalade>Pç Londres 59 40,41%

Devido à ciclovia, considera ser aceitável a redução de lugares de estacionamento na Av de Roma?

Sim: mas com compensação via redução de preços/novas avenças no Parque do Pessa e da Pç de Londres
63 42,00%

Sim: sem compensações
18 12,00%

Não: não é aceitável a redução de lugares
69 46,00%

Para aumentar a largura da ciclovia, considera que a CML deve suprimir a faixa central (separador) da Av de Roma?

Sim 75 50,68%
Não 73 49,32%

Se a nova ciclovia suprimir uma via de trânsito, devem ser reforçados os espaços para cargas e descargas, sacrificando outros estacionamentos?

Sim 81 54,73%
Não 67 45,27%

A ciclovia – sendo dedicada – deve ter pilaretes ou ter uma faixa de segurança (“buffer lane”) para permitir a circulação de veículos de emergência?

Pilaretes 37 25,00%
Faixa de Segurança 111 75,00%

Porta-a-Porta: sugestões


A propósito do serviço de transporte gratuito Porta-a-Porta que pode ser chamado através de um telefonema para o 916 128 329
https://www.jf-areeiro.pt/pt/areeiro-porta-a-porta

Os subscritores propõem:

1.
fazer uma acção de divulgação postal da existência do Porta-a-Porta (aparece apenas na revista da Junta e nos mupis)

2.
que o motorista seja acompanhado por um funcionário que possa assistir os moradores com problemas de mobilidade a acederem ao veículo

Proposta 1:
Rui Pedro Martins
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Teresa Raposo
Cristina Azambuja
Rui M. Sousa
Stela Correia
Maria Teresa Inglês Agostinho
Teresa Aroso
Francisco Pedroso
Maria João Morgado
Antonio Viegas
Ricardo Castro
Fernando Anjos
Belicha Geraldes
Margarida Moreira
Pedro Barbosa de Barros
Maria Seabra
Maria DM
Joana Silva
Ana Castro
Rui Janeiro
Cristina Milagre
Antunes Maria Helena
Isabel O. Sousa
Amélia Maria Ribeiro
Soledade Veronica
Filipa Ramos
Maria Helena Sacadura Simoes
António Carlos Teixeira Duarte
Duane Kaercher
Carls Correia
João Paulo Figueiredo
Manuela Melo
Maria De Lurdes Canto
Pedro Morgado
Ana Sampedro
Cristina Inacio
Alexsandra Almeida
Ana Lourenco
Carolina Rebelo
Cristina Salvador
Bruno Epifânio
Ana Paiva
Ana Azevedo
Patricia Serra Alegra
Sérgio Manuel Cónim
Tiago Miranda
Antónia Peças
Carla Caló
Lili Barreira
Isabel Cordeiro
Lino Gonçalves
Mariana Bettencourt
Manuel Barata Simões
Rita Costa
Bárbara Gameiro Monteiro
Cristina Manuela Silva
João Silva
Joana Ramalho
Carmo Fonseca Ribeiro
Bruno Paradela De Oliveira
Catarina Vilela Reinhardt
Sofia Pereira
Margarida Caldeira da Silva
Raquel Ferreira de Melo
Antonieta Soares Ribeiro
Teresa Lume
João Firmino
Dia Leiria-Ralha
Frederico Gomes
Nadia Herji
Carlos De Sá Aparício
Rita Martins
João Vences
Selita Maria
Carolina Cardoso
Miguel B. Ferreira
Maria Castello Branco

Proposta 2:
Rui Pedro Martins
Stela Correia
Ana Costa
Francisco Pedroso
Joana Santos Patrocinio
Fernando Anjos
Nanda Ruaz
Filipa Macedo
Joana Silva
Ana Castro
Cristina Milagre
Soledade Veronica
Teresa LC
Maria Helena Sacadura Simoes
Kikas Kias
Maria De Lurdes Canto
Ana Paiva
Ana Azevedo
Ema Paula
Isa Fernandes
Paulo Godinho
Isabel Cordeiro
Lino Gonçalves
Raquel Soares
Beatriz Afonso
Rita Costa
Bárbara Gameiro Monteiro
Cristina Manuela Silva
João Silva
Antonio Luis da Bernarda
Raquel Ferreira de Melo
Catarina Candeias
Rita Mathias
Carlos De Sá Aparício
Rita Martins
Selita Maria
Liliana Navarra

Segundo o artigo 13.º, número 1 do Código do Procedimento Administrativo (CPA), existe a obrigação da Administração Pública de decidir sobre todos os assuntos que lhe sejam apresentados. A Administração encontra-se vinculada a cumprir este dever e seja qual for a decisão, tem obrigatoriamente de se pronunciar nesse âmbito.

Resposta (incompleta) da JFA

gap@jf-areeiro.pt7 Feb 2020, 13:29

GAP/ 5992 /2020

Exmos. Senhores,

Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de acusar e agradecer as sugestões de V. Exas. que nos mereceram a melhor atenção.

Quanto às propostas colocadas por V. Exas sugerimos o seguinte:

– Fazer um vídeo promocional de 30 segundos nas redes sociais para divulgar a existência do Porta-a-Porta.

– Quanto ao motorista ser acompanhado por um funcionário que possa assistir os moradores com problemas de mobilidade a acederem ao veículo, iria retirar um lugar disponível na carrinha sendo a sua lotação já reduzida na zona posterior, devido à instalação de um sistema para cadeira de rodas. O motorista já faz o apoio necessário à entrada no veículo, na via pública, sendo que o veiculo tem um degrau retrátil que facilita o acesso.”

Onde está o Regulamento para Arrumadores no Areeiro?

Recentemente, por email e presencialmente, na Assembleia de Freguesia do Areeiro questionámos o Executivo da Junta e os demais eleitos, de todos os partidos, na Assembleia de Freguesia. Em resposta o presidente da Junta respondeu que o regulamento não deveria ser elaborado a nível da autarquia mas a nível da Câmara Municipal tendo a Junta esperado pelo mesmo, sem sucesso, e consequentemente não haveria nenhum regulamento para a actividade de arrumadores no Areeiro (como existe, por exemplo, nos Olivais).

Ora, segundo foi possível apurar, não existe, nunca existiu nem existirá um regulamento municipal para o Licenciamento da atividade arrumador de automóveis. Sendo que o diploma que regula o regime jurídico do licenciamento da atividade de arrumador de automóveis encontra-se previsto no Decreto Lei n.º 310/2002, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 105/2015 de 25 de agosto.

O licenciamento da atividade arrumadores de automóveis é uma competência própria, pelo que ao abrigo do disposto na alínea h) do n.º 1 e alínea b) do n.º 3, do artigo 16.º do Regime Jurídico das Autarquias Locais, aprovado e publicado como Anexo I à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, na sua redação atual, as Juntas de Freguesia, tem competência para elaborar e submeter à aprovação da assembleia de freguesia projetos de regulamentos.

Assim sendo, parece que existe uma lacuna no Areeiro.
Os subscritores propõe, assim, que esta lacuna seja resolvida através da redação e aprovação de um regulamento semelhante ao que já existe nos Olivais

Subscrevem:

Rui Martins
Cláudia Casquilho
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Stela Correia
Ana Costa
Zélia Brito
Margarida Moreira
Francisco Lopes da Fonseca
Graça Leal
Clotilde Lima
Lidia Monteiro
Pedro André
Nanda Ruaz
Maria Da Conceiçao Batista
Antonieta Soares Ribeiro

Resposta de 11.12.2019:
“Exmos. Senhores,

Em face do exposto por V. Exas. cumpre informar que, a legislação aplicada aos arrumadores de automóveis não se encontra restringida pelo regulamento de estacionamento de lisboa, nem é obrigatória a sua adopção. Uma vez que, a legislação tem âmbito nacional, cabe a cada autarquia local, caso se justifique a adopção de um regulamento e aprovação das zonas delimitadas nas quais podem ser licenciados arrumadores, passando estes a exercer a actividade de forma identificável e regular.

Na cidade de Lisboa, o estacionamento na via pública está entregue à empresa municipal EMEL, a quem cabe regulamentar os locais de estacionamento. No caso concreto da freguesia do Areeiro, com excepção de parte da Rua Aquiles Machado, toda a área da Freguesia já se encontra regulamentada e tarifada pela EMEL e a que está em falta deverá passar a estar também brevemente.

Assim, não parecer existir fundamento nem justificação plausível para regulamentar a actividade de arrumador de automóvel na Freguesia, visto que as áreas já se encontram devidamente delimitadas, não sendo necessário arrumador para “passe o pleonasmo” auxiliar a arrumar os veículos nos lugares de estacionamento em zonas delimitadas. Tal só se justificaria em zonas onde houvesse parques ou zonas amplas de estacionamento sem lugares definidos.

Com os melhores cumprimentos,

Fernando Braamcamp

Presidente da Junta de Freguesia de Areeiro


Estacionamentos Mobilidade Suave

Os subscritores sugerem à Câmara Municipal de Lisboa que desenvolva mecanismos junto das empresas de meios de mobilidade suave, nomeadamente de aluguer de Bicicletas e Trotinetes, de forma a não permitir o seu estacionamento fora de locais previamente designados para o efeito.A actual falta de ordenação permite que bicicletas e trotinetes sejam largadas em qualquer lugar, criando um embaraço notório à circulação pedonal.É possível georreferenciar os locais já existentes para parquear e de seguida marcar no mapa das aplicações as zonas onde seria permitido terminar viagens (1), sendo os actuais níveis de precisão do sistema GPS adequados a esta necessidade. Criar penalização para os utilizadores que deixassem fora das zonas autorizadas, como aliás já acontece numa parte de Lisboa num desses operadores.Este bloqueio de zonas deveria ser progressivo, acompanhando as renovações nos arruamentos que estão a acontecer, e a instalação de novos locais para estacionamento de bicicletas e trotinetes. Foi realizado um levantamento, que acompanha esta subscrição, de lugares existentes e de possíveis novas localizações, tendo tido o cuidado de evitar a supressão de estacionamento automóvel sem prejudicar o trânsito pedonal (2).Nota 1: “the government commits to broadcasting the GPS signal in space with a global average user range error (URE) of ≤7.8 m (25.6 ft.), with 95% probability. Actual performance exceeds the specification. On May 11, 2016, the global average URE was ≤0.715 m (2.3 ft.), 95% of the time.”https://www.gps.gov/systems/gps/performance/accuracy/Nota 2: https://drive.google.com/open?id=1DoM76KY4BVEFLAYg5a99vcQtzO5KQiu4&usp=sharing 

Subscrevem:
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Ilda Cruz
Ana Benavente
Anabela Nunes
Ana Costa
Maria De Lurdes Canto
Leandro Sanches
Margarida Moreira
Irene Coelho
Alexandra Maia Mendonça
José Vieira Mesquita
Fátima Mayor
Ana Sampedro
Rui Martins
Maria Jerónimo Costa Zita
Isabel O. Sousa
Lezíria Couchinho
Isabel Noya Oliva
Isabel Correia
Maria Adelaide Nogueira
Maria Jesus Pereira Gambino
Maria Claro Ribeiro
Maria Ferreira Pires
Beta Marinheiro
Paulo Assunção
Margarida Pouseiro
Jorge Fernandes
Maria De Lurdes Machado
Helena Passaporte
Andreia Leiria
Pedro André
Teresa Raposo
Carlos Cunha
Cristina Inacio
Joana Santos Patrocinio
Isabel Tomás
Pedro Reis
Alexandra Costa
Leonilde Ferreira Viegas
Belicha ViVi Geraldes
Marta Moreira
Mário Rui André
Manuela Paixão
Teresa Silva
Antonieta Soares Ribeiro
Gonçalo Pousão
Diogo Bello
Antonio Sequeira
Gustavo Hernández
Duarte Albuquerque

Os Vizinhos em Lisboa (que integra vários núcleos de Vizinhos de Lisboa como os do Areeiro, Arroios e Avenidas Novas: entre outros) estiveram presentes na reunião do Conselho Consultivo do Plano Municipal de Segurança Rodoviária de 2 de Julho nos Paços do Concelho

Os Vizinhos em Lisboa (que integra vários núcleos de Vizinhos de Lisboa como os do Areeiro, Arroios e Avenidas Novas: entre outros) estiveram presentes na reunião do Conselho Consultivo do Plano Municipal de Segurança Rodoviária de 2 de Julho nos Paços do Concelho.

Presentes estiveram Rui Martins e Luis Castro da direcção da Associação. Foram recolhidos elementos para a boa implementação do Plano de Segurança e elementos (p.ex. A informação de que entre 2010 e 2018 houve 168 mortos e 734 feridos graves (com internamento superior a 24H) sobre o diagnóstico da actual situação tendo sido partilhado o ambicioso objectivo de reduzir a zero (“Missão Zero”) a mortalidade rodoviária e reduzir a 36 os feridos graves até 2030. Foram mencionados ainda os programas “Escola 100% Segura” (com intervenções junto a escolas como a EB Luís de Camões), e o “Bairro 100% Seguro” em parceria e com CDCs com as Juntas de Freguesia.

Alguns dados:

Como as três maiores tipos de atropelamentos foram indicados, por ordem:

1º sobre zebras sem semáforo (mais em verde que em vermelho)
2º rua fora da zebra
3º Quando seguiam pela rua

Grupos etários:

1º adultos (contabilizar quem trabalha mas não vive na cidade)
2º idosos (mais de 65 anos) com 1/3 a 28% do total (o que não conta com os adultos que entram na cidade para trabalhar)
3º crianças

Acidentes:

Mais acidentes com motas (grande aumento)

Mais acidentes com bicicletas (subida ligeira)

Peões atropelados: estável 60% dos sinistros ocorreram em zonas residenciais: Mas são números (demasiado) elevados

60 a 80% são utilizadores vulneráveis

60% sobre zebras ou a menos de 50 m 1 em 10 lisboetas já foram atropelados (1/2 foram hospitalizados) 1 a 3 foram “quase atropelados”

Estacionamentos Cobertos para Bicicletas

Os subscritores apelam à Junta de Freguesia a instalação de parques de estacionamento cobertos para bicicletas particulares, à semelhança das que existem em outras partes de Lisboa. As mudanças na cidade de Lisboa como a construção de ciclovias têm motivado ao uso deste meio de transporte, mas é necessário complementar com este tipo de infraestrutura , no sentido de promover o uso da bicicleta a quem não tem local onde a guardar. Apesar da boa iniciativa ao fazer uma parceria com a empark para estacionar no parque do Jardim Fernando Pessa, é necessária a existência de estacionamento mais distribuído pela freguesia (acessível a todos) e em maior quantidade para que a bicicleta se torne plenamente viável como o meio de transporte que pode ser.
Apelamos igualmente a que o acordo para lugares para bicicletas nos parques da Empark e EMEL seja estendido aos restantes parques da freguesia (não só no parque do Fernando Pessa) e que seja aberto a todos os moradores e não apenas aos que estão actualmente recenseados.
fotografia:

https://www.facebook.com/Vizinhos.do.Areeiro/photos/gm.2158917497754379/2098207226974287/?type=3&permPage=1&ifg=1

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Luis Seguro
Patrícia Matos Palma
Ana Costa
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Coelho
Zélia Pereira
Gisela Stricker
Carla Caló
Herculano Rebordao
Ana Sampedro
José João Leiria-Ralha
Manuela Melo
Clara Ribeiro
Maria Mar
Ilda Cruz
Stela Correia
Henrique Ferro
Nuno Cruz Garcia
Lezíria Couchinho
Maria Adelaide Nogueira
Marco Neves
Hugo Freire
Ana Teresa Santos
Miguel Pires
Joana Isabel
Teresa Clode
António Santos
Rosa Rebelo
Jose Cruz
Margarida Agostinho
Pedro Nóbrega da Costa
Jose Alves
Nuno Domingos
Paula Cardoso
Rui Dias
António Puppe
Maria Concepcion
Gonçalo Peres
Tuti Andrade Rocha
Rita Luis
Leonor Braz Teixeira
Ana Cristina Martins
Maria Helena Ferro
Gonçalo Pousão
Filipe Chapman Garrido
Carlos Tito Mendes
David Vale
Joao Bernardino
Nuno Carvalho
Ruy Redin
Ana Ribeiro
Ines Pintado Maury

Actualização de 07.05.2019
GAP/ 4108 /2019
Exmos. Senhores,
Em referência ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, de acusar e agradecer a sugestão de V. Exa que nos mereceu a melhor atenção e informar que quanto aos outros parques, dado não terem acesso (porta de homem) não é possível a recolha após o fecho do parque ao público, nem zona para o efeito.
Grata pela atenção.
Com os melhores cumprimentos,
Carla Marques
Gabinete de Apoio à Presidencia”

Adenda:
Este sistema já funcionou no Oceanário de Lisboa. No entanto, após obras de ampliação, eles optaram por não o voltar a colocar à disposição dos utilizadores de bicicletas. Também pode ser encontrada a mesma estrutura de parqueamento na freguesia de Moscavide, na Rua João Pinto Ribeiro, junto à estação de metro. Ambas são fabricadas e fornecidas pela Biciway.

Actualização de 10 de maio de 2019:

“GAP/ 4156 /2019

Exmo. Senhor,

Quanto à sugestão da infraestrutura para guardar bicicletas particulares iremos analisar a sua implementação.

Em relação aos outros parques de estacionamento Emel e Empark que mencionam, não é possível parceria à semelhança do parque do Jardim Fernando Pessa, visto estes não terem uma porta lateral (porta de homem), que facilitaria a entrada e saída das bicicletas após o fecho do estacionamento.

Sem outro assunto apresentamos os nossos melhores cumprimentos,”

Petição “Por mais segurança nas passadeiras”


“Os peticionários apelam à Assembleia Municipal de Lisboa que interceda junto da CML no sentido de melhorar a segurança geral dos atravessamentos pedonais na freguesia do Areeiro especificamente através da:

1. colocação de semáforos na Av Manuel da Maia: local de atropelamentos e onde a circulação automóvel se faz, geralmente, a alta velocidade.

2. colocação de semáforos na Av João XXI (no alinhamento da farmácia): onde existem diversos registos de atropelamentos e outros incidentes naquele atravessamento. A Av. João XXI apresenta duas faixas em cada sentido, amplas e niveladas, que se revelam ‘convidativas’ ao desrespeito pelo limite máximo de velocidade considerado para as áreas urbanas, abaixo dos 50 km/h. Perante aquela passadeira, muitos peões conscientes detêm a sua marcha e pacientemente aguardam por uma travessia segura, outros, pelas suas características (impaciência, idade, …) ou circunstâncias (como a utilização de telemóveis) colocam inadvertidamente as suas vidas em risco, ao não acautelarem as condições ideais para a travessia.

Para ilustrar a gravidade destas situações apresentamos alguns dados esclarecedores: 80% dos atropelamentos acontecem dentro das localidades, sendo 20% dos quais em passagens assinaladas;

no período 2010/2016 ocorreram
29 atropelamentos na Av. João XXI,
39 na Av de Roma e
160 (!!!) na Av. Almirante Reis (o registo mais negro de todo o país!).

No intuito de melhorar a segurança de todos, decidimos solicitar-lhe o apoio para apresentar uma Petição à Assembleia Municipal de Lisboa, para que sejam consideradas as recomendações do Observatório ACP, nomeadamente, e nestes casos específicos, a instalação de radares associados a semáforos.

Uma vez que mais artérias da Freguesia poderão apresentar situações semelhantes às descritas, deve enviá-las para geral@vizinhosdoareeiro.org para que possam ser acrescentados, posteriormente, à petição.

De forma correlacionada recordamos as propostas dos Vizinhos para que:

1.
“Os subscritores propõem que a CML avalie a passagem do Bairro dos Actores a uma “Zona 30” dado que se trata de um bairro fortemente residencial, grande e sem avenidas a atravessá-lo.
Paralelamente, apelamos à autarquia que – independentemente da avaliação acima citada – aumente o número de passadeiras elevadas (como a que já existe na Abade Faria) assim como o reforço da sinalização vertical de sentido de trânsito e espelhos em alguns cruzamentos deste Bairro de pior visibilidade.”

2.
“As velocidades dos automóveis nas vias estruturantes do Areeiro (João XXI, Roma, Almirante Gago Coutinho e Afonso Costa) ultrapassam, frequentemente, os 50 Km/h.
Esta falta de respeito para com os limites de velocidade leva a um aumento da poluição sonora e ambiental e a um risco de sinistralidade que pode ser combatida por várias vias:
a) aumento da fiscalização por parte da Polícia Municipal (agora com competências neste sector)
b) instalação de radares fixos de controlo de velocidade
c) instalação de lombas nas rectas de maior extensão, junto a passadeiras de peões”

3.
“Tendo em conta que o ponto 1.6.4.2 do Anexo ao Decreto-Lei nº 163/2006 prescreve que, em todos os semáforos, o sinal verde para peões deve estar aberto o tempo suficiente para permitir o atravessamento a uma velocidade de 0,4 metros por segundo e que várias vias da freguesia do Areeiro não respeitam esta regra os moradores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que identifique junto da Câmara Municipal de Lisboa todos os semáforos que estão ilegais e que proceda por forma a garantir uma resposta eficaz e em tempo útil por parte desta autarquia.

(numa faixa de rodagem com 10 metros de largura a luz verde para peões tem que estar aberta pelo menos durante 25 segundos. Ora, em muitos locais de atravessamento (e sem contar com as ilhas nos separadores centrais!) no Areeiro o peão tem apenas 15 segundos, ou seja 10 segundos que podem fazer a diferença entre a vida e a morte!” “

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=segurancapedonal

Resposta da CML


Na sequência do seu e-mail de 1/05/2019, que mereceu a nossa melhor atenção, apesar da demora na resposta que lamentamos cumpre-nos informar o seguinte:

  1. No âmbito da intervenção realizada na Avenida Manuel da Maia, a passagem em questão já foi requalificada;

  1. A Direção Municipal de Mobilidade considerou que não se justifica a colocação de semáforos na Avenida João XXI, tendo substituído a sinalização vertical, conforme informação do nosso e-mail de 10/04/2019;

  1. Quanto aos restantes pontos, informamos que a Direção Municipal de Mobilidade está a desenvolver o Plano Municipal de Segurança Rodoviária que pretende avaliar as diferentes problemáticas e soluções ligada à segurança rodoviária no concelho de Lisboa, por forma a promover práticas que promovam a sua efetiva melhoria.”

 

Participação dos Vizinhos do Areeiro na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa – 03/04/2019

“a violência a que se obrigam os moradores a subirem e a descerem 61 degraus na estação do Areeiro (…) aliás, a insólita decisão de não tinstalar escadas rolantes e elevadores (…) foi-nos dito que as acessibilidades seriam entretanto construídas (…) a estação continua fechada e transformada em depósito de lixo ao ar livro (…) muitos utentes do metro das Olaias queixam-se que falha constantemente a sua manutenção”
Moradora Aurora Correia

 

“As obras do metro são competência do Metro mas a CML acompanha, em proximidade estas obras” (…) o Metro da Olaias – falei esta semana com o Sr. Presidente do Metro – havia um problema de infiltrações que provocava a paragem das escadas rolantes. As obras do Metro do Areeiro estão paradas à tempo demais. O Metro está a relançar os procedimentos que as obras vão ter início este ano. (…) esperamos que seja, realmente, desta vez. Tentamos facilitar ao Metro que os processos sejam ágeis do lado da CML. Estamos a acompanhar a situação com o Metropolitano”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

“A iniciativa de edificar 221 casas levadas a cabo por um conjunto de pessoas generosas e empreendedoras que se assocoaram na extinta cooperativa de habitação Portugal Novo corresponderam à necessidade de se altera a situação degradante da habitação em Portugal” (…) “a sua extinção em 1987” (…) “houve esforços dos cooperantes logo que a situação da cooperativa se tornou instável” (…) “esquecimento cumplice das autoridades camarárias (…) “o silêncio que se abate sobre o bairro” (…) “a sua resolução não depende apenas dos recursos financeiros. É um problema bem mais complexo nomeadamente quanto ao direito de posse dos respectivos fogos (…) Que acções prevê a CML desenvolver no curto e médio prazo em ligação com os mecanismos do Estado e com a JFA particularmente no que respeita ao estado degradado do Bairro. Segunda questão: tem a CML conhecimento das moções aprovadas na Assembleia de Freguesia do Areeiro nas quais se propuseram um conjunto de intervenções no sentido de melhorar, no imediato, a qualidade de vida dos moradores em áreas como espaços verdes, salubridade, arruamentos, mobiliário urbano, equipamentos de lazer, segurança de pessoas e bens?”

Rui Oliveira

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

“Antes do mais queria agradecer

Queria agradecer por esta oportunidade de contactar com os meus eleitos (Junta e na Câmara)
Queria agradecer pelo Serviço que prestam à cidade: e estendo este agradecimento também aos Vogais da Junta e ao seu Presidente

Queria agradecer a todos os funcionários da autarquia que encaminham e resolvem as situações que diariamente lhes remeto. Falo, entre outros, da equipa de fiscalização de trânsito da PM e da UITC e designadamente das pessoas que, aqui, mais contacto: Ana Paula Cadete e Margarida Martins: Obrigado.”

Rui Martins

 

“queria deixar aqui, a nota de que temos, hoje no Areeiro, 301 ofertas de Alojamento Local, contra 83 de arrendamento e que o número de casas por arrendar e vender duplicou em apenas 3 meses e que temos mais casas em AL e alojamento para estudantes no Areeiro do que para arrendar e vender (500 vs 400)”

Rui Martins

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Quanto à questão dos alojamentos locais: já fizemos uma campanha bilingue portanto já não há justificações de desconhecimento (…) informámos em duas línguas. Vamos fazer novamente esta campanha para que a situação não se agrave e não só nesta freguesia”

Vereador Carlos Castro

 

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

“Reitero aqui o pedido de criação de métricas online e em tempo real do índice de satisfação dos moradores sobre o sistema de recolha de resíduos ”
Rui Martins

 

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

“Cabos de comunicação nas fachadas dos prédios: qual é o ponto de situação?
Há 4 anos levei, pela primeira vez, este tema a uma Descentralizada.
O ano passado voltei à carga.

Sei que – como as varandas fechadas e as antenas de TV abandonadas – é um problema de solução complexa (muitos agentes, muitos cabos, muitos prédios) mas os cabos estão à vista de todos… Os prédios onde o problema se resolveu (com calhas), também (Manuel da Maia, Cervantes, Campo Pequeno, Arco do Cego, etc)

Os operadores de comunicações têm que ser responsabilizados.”
Rui Martins

 

“desde 2016 quando a CML aprovou o regulamento de infraestruturas em espaço público que não são autorizadas as instalações de qualquer infraestrutura de comunicações electrónicas nas fachadas ou a colocação de postes para esse efeito. Há um conjunto de trabalhos que estão a ser feitos neste momento pela CML não só ao nível do reforço das infraestruturas de subsolo mas também nas fachadas dos bairros municipais onde estamos a retirar as cablagens que estão nessas fachadas e a colocá-las onde deviam estar que é no subsolo. Foram muitos anos a colocar estas infraestruturas nas fachadas e nas paredes e demorará também, certamente, algum tempo a tirá-los. O que é importante dizer é que não serão colocados novos cabos nas fachadas e há um trabalho sistemático da CML para que eles sejam retirados.”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Municipalização do Bairro Portugal Novo: É também um tema recorrente

Confesso: não conhecia o Bairro nem os seus problemas até ser desafiado por moradores a lançar uma petição que apela à sua municipalização em Novembro de 2017.

Sei que a Câmara está a trabalhar: há alguma evolução que possam partilhar?
Os moradores dizem-me que, desde março de 2018 (data em que a insegurança no Bairro se agravou) “tudo está igual”
que existem consumos e tráficos ilicitos no Bairro,

que o ruído até madrugada é constante,
que se fazem assados nos corredores, que se vedam passagens e que começam a multiplicar-se os relatos de fissuras que aparecem dentros dos prédios (desde a década de setenta que não se fizeram, aqui, obras de manutenção mas , pelo contrário, houve muitas obras clandestinas, algumas interferindo com a estrutura dos prédios)”
Rui Martins

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

“Começam a ser vistos polícias municipais que arrumam e recolhem Trotinetes mal estacionadas.

Eu próprio o faço todos os dias.

A imagem que fica na cidade, os obstáculos que criam à circulação pedonal, arriscam-se a destruir a possibilidade aberta por uma boa ideia.

É preciso trabalhar com os operadores na questão do estacionamento, designadamente na criação de spots virtuais (com bloqueio e registo de local em fim da viagem); multar casos exagerados e comunicar abertamente as quantidades dessas multas

É preciso convidar os operadores a passarem a remunerar também os seus parceiros (Juicers) para arrumarem trotinetes (além de as carregarem)”

Rui Martins

 

“Sobre se os Juicers, os “funcionários” das empresas podem ou devem reposicionar as trotinetas: temos reuniões quinzenais com estas empresas. E isto faz parte do esforço que estas empresas dizem que estão a fazer. Há três dimensões: a da sensibilização das pessoas (campanha “Lisboa na Boa”: que será reforçada), há a dimensão da fiscalização, da Polícia Municipal que remove sistematicamente trotinetes. Recebi o relatório de que ainda nesta semana foram removidas 50 num dia. Há uma revisão das regras em que nas zonas mais sensíveis (e estamos a aumentar essas zonas sensíveis: p.ex. Jardim da Estrela) não se pode parar (Bairro Alto e Castelo) e depois há o esforço junto das empresas e elas declaram que já o estão a fazer e esse esforço vai ser mais visível. Há necessidade de aumentar o número de lugares de estacionamento para este tipo de veículos e se necessário estamos a pensar aumentar as regras de estacionamento para que parem apenas nos lugares assinalados”

Vereador Miguel Gaspar

 

“Reitero aqui o pedido para análise da lista que entregámos de “falsas garagens” (com perda de cerca de 30 lugares de estacionamento) no Areeiro: estamos a perder lugares para estacionamentos para motas, ciclovias e ecoilhas e esta seria uma forma de mitigar essas perdas.

E recordo que continua a haver parques de estacionamento com pisos vazios no Areeiro…”

Rui Martins

1546

 

“Recebemos a vossa lista com as cerca de 30 garagens. Destes 30 houve pelo menos 21 situações que nos parecem que devem ser verificadas pelos serviços. Ou seja, são “artigos 50″ que não foram devidamente fiscalizados pela CML e neste momento estamos em contacto com os proprietários para regularizar a situação ou retirar e devolver à cidade os lugares de estacionamento”

Vereador Miguel Gaspar

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

 

“O modelo de recolha na freguesia do Areeiro é o porta a porta. Mas não temos na Higiene Urbana uma visão estanque nem um modelo intocável (…) como sinalizou há aqui duas áreas em que temos que afinar com os comerciantes, nomeadamente na zona da Guerra Junqueiro e da Av de Roma.”

22:17

Vereador Carlos Castro

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

38:59: “A Associação de Radioamadores de Lisboa é a única associação de radioamadores de Lisboa, com sede na freguesia do Areeiro e tem apoiado algumas juntas de freguesia de Lisboa ao nível das comunicações de emergência. Durante 5 anos tivemos com a CML o projecto “Radio Lx Jovem” que pretendia ser um meio de os jovens em idade escolar terem duas novas vias: a radiodifusão e o radioamadorismo (…) assim como a criação de clubes de radio e de protecção civil nas escolas de Lisboa (…) durante 2017 a ARLx concorreu ao Programa Bairro com Vida com vista a termos um espaço condigno com vista a instalar a sede da nossa associação que neste momento sem a sede numa arrecadação onde guardamos os nossos haveres.”

António Viegas

 

48:26: “A protecção civil municipal reconhece e continuará a valorizar o vosso trabalho e os planos locais de emergência (…) 16 já estão encaminhados e só nos faltam mais 8 freguesias (…) há pedidos da vossa parte de começarmos a estar preparados para casos de calamidade” (…) “vocês são uma das mais valias em termos locais (…) iremos marcar uma reunião mais técnica e especializada para continuarmos a aprofundar essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

39:02: “Desde a nossa fundação tivemos as boas graças da Junta de Freguesia  do Areeiro que até setembro passado nos cedeu um espaço, mais exactamente, a Casa da Juventude e Cultura. Espaço que sendo o COI da freguesia que melhorámos e criámos condições para todas as sextas-feiras termos um espaço de encontro e onde uma vez por mês faziámos um workshop dedicado ao tema protecção civil, radioamadorismo e apresentação da associação e o seu trabalho. Ao fim de 4 anos fomos informados que o espaço ia para obras o que nos deixou – literalmente – na rua” (…) “aquando da leitura do regulamento deparámo-nos com a realidade de nos estamos a candidatar em pé de igualdade com as IPSSs (…) ficámos em 2º para o espaço que nos interessava no Bairro das Olaias numa situação de cota elevada e central na cidade de Lisboa (…) o regulamento está dirigido para apoiar IPSSs ou associações de carácter social nunca uma associação ou clube (…) se não tivermos um espaço onde possamos colocar as antenas não poderemos continuar a desenvolver o trabalho que há 5 anos estamos a desenvolver na cidade de Lisboa”

António Viegas

 

46:47: “não partilho da sua conclusão (…) de que não há programa aberto que possa prestar ao serviço que a associação faz apoio e designadamente espaço. É verdade que aquele programa em concreto do Bairro com Vida não tem nenhuma versão aberta mas existem outras. Declaro todo o interesse do pelouro que gere os espaços nos edificios municipais. Tentei contactá-los hoje de manhã no sentido de perceber melhor o espaço de que precisa e terei ainda esta noite esta conversa consigo. No âmbito do programa Bipzip houve associações semelhantes que tiveram o seu espaço e fazem hoje o seu trabalho na cidade e fazem trabalhos comparáveis ao vosso.”

Vereador Rui Franco

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

42:20: “Temos um papel no Plano de Protecção Civil, no suporte e apoio às comunicações redundantes numa situação de catástrofe. As associações e clubes da cidade de Lisboa estão a passar por um tempo difícil. Aqueles que tinham a sua existência em casas alugadas estão com a corda na garganta (…) um problema devido ao turismo e à lei do arrendamento (…) a ARlx tem no seu quadro elementos que estão ligados ao Plano Local de Emergência (…) apoiamos 5 freguesias de Lisboa, 3 com protocolo, 2 sem protocolo, criando condições e apoiando tecnicamente os seus sistemas locais de comunicações. (…) temos meios, temos o conhecimento e temos a noção de que a cidade de Lisboa precisa de nós. Temos cursos de radioamadorismo mas precisamos de espaços para organizar esses cursos e as “sextas-feiras técnicas”

António Viegas

 

48:26: “A protecção civil municipal reconhece e continuará a valorizar o vosso trabalho e os planos locais de emergência (…) 16 já estão encaminhados e só nos faltam mais 8 freguesias (…) há pedidos da vossa parte de começarmos a estar preparados para casos de calamidade” (…) “vocês são uma das mais valias em termos locais (…) iremos marcar uma reunião mais técnica e especializada para continuarmos a aprofundar essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

50:29: “Oferta do pré-escolar na freguesia do Areeiro continua aparentemente no mesmo ponto em que o deixámos o ano passado. A Luís de Camões continua a ter as crianças do pré-escolar em espaço temporário. Tivemos a alegre notícia o ano passado de que havia um espaço novo para uma nova creche que seria o espaço do Arquivo Municipal mas aparentemente continuamos sem evolução. (…) as Repúblicas Universitárias: existe algum plano para a implementação das mesmas na freguesia”

Patricia Matos Palma

 

52:11: “Há duas salas de apoio no Filipa de Lencastre. Está prevista a construção de um jardim de infância no edifício hoje ocupado pelo Arquivo Municipal. Este equipamento terá capacidade para absorver não só aqueles que hoje estão mas mais crianças nesta área. Em relação às Repúblicas, visitámos uma aqui bem perto, demos todo o nosso apoio e está com problemas gravíssimos relativamente ao arrendamento e tem uma ordem de despejo. Tem toda a nossa solidariedade (…) é hoje extremamente dificil o arrendamento (…) da parte da CML tem havido disponibilidade a esta forma de constituição de Repúblicas como forma de também estimular a auto-organização dos estudantes. O que há é hoje a intenção, aliás partilhada com a Universidade de Lisboa no sentido de construir residências universitárias de grande qualidade”

Vereador Manuel Grilo

 

54:27: “Foi anunciado a 19 de março de 2019 a expansão ao Areeiro da rede ciclável à freguesia do Areeiro (…) acrescentando ciclovias ou zonas partilhadas às suas mais importantes artérias. Exemplos disso são a Av de Madrid, A Afonso Costa e a Praça de Londres. O troço da Av de Paris encontra-se agora concluído assim como o da Rua Edison. Por outro lado, a rede de bicicletas GIRA já se encontra presente na freguesia do Areeiro há mais de um ano tendo no seu espaço geográfico cinco estações em funcionamento (…) foi anunciado que a freguesia teria 8 estações em funcionamento. Durante o dia, as referidas estações estão, ou com um número muito reduzido ou sem bicicletas elétricas assim como um nº significativo de docas avariadas (…)”

João Manso Pinheiro

 

“(pergunto:) a 55:55: “A Av de Paris será a única via que terá uma via ciclável? Alguma intervenção na freguesia do Areeiro implicará a redução do nº de lugares de estacionamento? Para quando estão previstas as próximas intervenções? Serão criadas ciclovias ou vias partilhadas? Conhecendo a situação complicada que a EMEL enfrente com a Órbita, pergunto: quando se concretizará a instalação das 3 estações da GIRA que a primeira fase do programa previa para a freguesia do Areeiro e onde se prevê instalá-las? A estação GIRA da Pç de Londres que se encontra num espaço bastante descontextualizado atendendo à sua proximidade da casa mortuária (tendo em conta a moção aprovada na Assembleia de Freguesia do Areeiro) foi considerada esta alteração? A Estação GIRA da Av de Paris continua desligada continuando a ocupar 2 espaços de estacionamento. Quando será posta em funcionamento e se está prevista uma alteração de espaço atendendo a que agora a saída se faz para a estrada? Se está prevista a expansão da rede GIRA para a zona da freguesia do Alto do Pina sendo que as que existem apenas servem as da zona da antiga São João de Deus”

João Manso Pinheiro

 

57:46: “A expansão da rede ciclável nestas duas freguesias, Alvalade e Areeiro, está a continuar. Introduzimos a ciclovia na Av de Paris não por causa da ciclovia mas como uma intervenção de acalmia de tráfego com o objetivo de diminuir o ruido e o atravessamento de um bairro criando maiores condições de fruição do Bairro. Está lançado o concurso que vai permitir fazer a Manuel da Maia, Pç de Londres (com melhoria dos passeios introduzindo pavimento confortável) e Av de Paris. Até 2021 a rede ciclável do Areeiro vai ser expandida 6,2 Km e 19 Km na freguesia de Alvalade. Em que um pouco de tudo, contra mais bici, 30 mais bici, 30 mais bici com contrasentido e outras dedicadas. Relativamente à remoção de estacionamento (…) tipicamente evitamos fazê-lo (…) em alguns arruamentos temos que mudar o estacionamento e foi discutido aqui o ano passado na Guerra Junqueiro, mas normalmente essa não é a primeira prioridade: tentamos encaixar a ciclovia naquilo que já existe. Quanto ao sistema GIRA (…) a CML /EMEL teve um problema com o fornecedor que tem vindo a falhar na sua capacidade de concluir o sistema e é isso que tem atrasado a solução de situações como a Av de Paris em que lá está instalada uma estação mas não colocámos lá bicicicletas porque consideramos não as ter em nº suficiente para não desiquilibrar o sistema. A solução definitiva está encontrada este mês em que a EMEL lançará o concurso para o sistema estar a funcionar com 3 mil bicicletas, hoje, para ter uma ideia, o sistema varia entre as 500 e as 700 (mais perto das 500) (…) isso vai permitir chegar a todas as freguesias de Lisboa e concluir o sistema onde ele já existe (…) estamos a definir os locais com os presidentes de Junta onde serão os locais das novas estações e implentá-lo”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:04:29: “venho da freguesia do Areeiro (…) temos problemas com caldeiras que são subdimensionadas com árvores de grande porte em que as raízes se espalharam e criarem verdadeiras rasteiras em especial para os mais frágeis, crianças e idosos. Não é incomum conhecer alguém que caiu e, pouco depois, morreu: tive uma vizinha do sexto piso que caiu numa dessas ratoeiras e morreu em casa sozinha porque não tinha ninguém que dela cuidasse (…) o meu filho e o meu enteado ambos já caíram, um deles caiu e partiu um dente de leite e sangrou bastante da boca (…) muito disto acontece não só pelas raízes das árvores mas também porque a zona tem grandes problemas de escoamento das águas que são lançadas actualmente para a calçada (estilicídio) numa clara ilegalidade (…) as calçadas são sobrehidratadas e têm tendência a abater (…) recentemente na João XXI criando ratoeiras onde cabe uma criança (…) as calçadas não têm que ser mal amadas pelos saltos altos (…) em Benfica tem-se levantado a calçada e colocado areão e a calçada fica novamente plana. Não sei o que se passa (bem) na freguesia de Benfica que não se consegue passar na do Areeiro”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:11:07 “temos vindo a identificar várias situações dessas e com calçadas na zona centro de Lisboa. Já procedemos a 57 intervenções ao nível da calçada e irão continuar este trabalho (…) há vários problemas de má implantação ou de drenagem que a Junta de Freguesia juntamente com a UIT Centro estão a abordar”

Vereador José Sá Fernandes

 

1:07:57: “há uma série de monumentos na freguesia que parecem mal amados (…) o monumento da Afonso Costa que foi oferecido pela Secil e que está completamente ao abandono, grafitado, desfigurado. Precisamos de alguém que dê uma chamada telefonica à Secil e a alerte para a situação e lhes pergunte se não querem recuperar este monumento. Temos também o topo da Fonte Luminosa que da parte de baixo está muito interessante mas do lado de cima é melhor não chegarem lá porque é uma desgraça: os pavimentos estão levantados, pisos desnivelados”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:12:12: “A Fonte Luminosa é um projecto prioritário que foi alvo agora de uma delegação de competências para ser recuperado. O lago está neste momento em recuperação. Falta reestabelecer a parte eléctrica e fazer os testes (…) já foi enchimento do lago e testes nas ligações da energia mas ainda vai demorar algum tempo” (…) “Em relação ao monumento da Afonso Costa vou ver isto com a minha colega Catarina Vaz Pinto (…) é também uma quesão de limpeza (…) vou ver também com o vereador Carlos Castro não me parece que seja algo de complicado de vermos o que vamos fazer”

Vereador José Sá Fernandes

 

1:09:07: “continuamos com muitos tags e grafitos nas paredes da freguesia e gostaríamos de saber em que ponto está esse malfadado concurso que parece parou no Tribunal de Contas. Chamo a atenção que este tipo de poluição cria insegurança nos mais idosos que quando vêm o espaço publico grafitado e com trotinetes caídas por todo o lado cria um sentimento de insegurança”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:09:52 “estamos com necessidade de recuperar esta situação e de facto tivemos as questões jurídicas que referiu e bem mas a partir de 16 de outubro começámos com as intervenções que neste momento estão a decorrer na Alameda Afonso Henriques (…) a paragem permitiu o alastramento e estamos neste momento a recuperar o tempo perdido. Esperamos a médio prazo ter a situação devidamente sanado”

Vereador Carlos Castro

 

1:14:22 “na Rua de Entrecampos, do lado do Campo Pequeno (Areeiro): estacionamento ao fim-de-semana, fora do período de funcionamento da EMEL uma situação que está a piorar grandemente nos últimos anos com o aumento de actividades lúdicas e nocturnas (…) e porque tem aumentado o número de restaurantes no local (…) os moradores demoram uma a duas horas a poder estacionar (…) isto causa muito estacionamento em segunda via (…) e ilegalidades porque as pessoas entram em contra-mão para poderem estacionar”

Carolina Bruno

 

1:16:27: “toda a zona do Campo Pequeno e a Culturgest, nos dias dos eventos (que apanha o Bairro do Arco do Cego) são locais de queixas recorrentes. O Campo Pequeno tem um parque de estacionamento de grandes dimensões que raramente fica cheio. Neste momento tem 800 lugares livres. Mas as pessoas entre pararem na rua ou em segunda fila ou num pagarem num parque preferem não pagar. É uma questão, infelizmente, cultural. Podemos reforçar a fiscalização do Código da Estrada, em geral, mas provavelmente vou falar também com o presidente de Junta e pergunto se não se justificará o alargamento do horário de funcionamento da EMEL nesta rua e também para o fim-de-semana” (…) “o ano passado essa melhoria de fiscalização à noite foi referida nesta reunião e temos vindo a melhorar nesse aspecto”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:15:33 “o ruído de noite, as pessoas saiem dos restaurantes e dos bares e ficam até 3 horas a fazer barulho, a andarem de trotinete, a falarem muito alto e a gritarem. Este problema também se tem agravado muito ultimamente (…) já abri algumas participações e telefono à PSP para irem ao local”

Carolina Bruno

 

1:18:33: “já começámos a ter sinalização de algumas destas situações à sexta e ao sábado e as equipas de fiscalização em articulação com a PSP e a Polícia Municipal vão colocar esta área no seu radar”

Vereador Carlos Castro

 

“programa de delegação de competência com as Juntas de Freguesia num valor total de 50 milhões de euros (…) programa Escola 100% Segura (…) reconstrução dos passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis, a reparação de caldeiras de árvore dentro do equilibrio que é preciso manter com a manutenção do arvoredo (…) investimento em sobrelevação de passadeiras e na colocação de novos pisos pitonados de sinalização e eliminação de desníveis das passadeiras com os passeios, aqueles pequenos milímetros que fazem toda a diferença para quem tem dificuldades de mobilidade” (…) cada Junta de Freguesia terá uma verba, com significado, com um valor de 50 milhões de euros que é distribuído em função da população. Caberá às Juntas a escolha das ruas e dos passeios, de quais são as prioridades” (…) “poderá haver reforços destas verbas caso a execução seja muito boa” (…) “as Juntas terão um instrumento que não tinham até hoje” (…) “entendemos passar para as Juntas porque estão muito mais próximas do problema e dos municipes possam determinar qual o melhor sentido da prioridade” (…) “não será por não termos recursos financeiros que não teremos execução. Dependerá da capacidade de execução que cada freguesia tiver” (…) “primeiras intervenções ainda este ano”

Fernando Medina

 

1:37:17: “O Pavilhão desportivo municipal do Casal Vistoso é um equipamento com óptimas condições. Durante a semana permite que muita miudagem e população em geral possam usufruir da piscina do pavilhão multiusos e de outros equipamentos desportivos. Realizam-se competições regulares (…) e as Olissipiadas da cidade (…) situa-se no centro de uma urbanização cercada de edifícios de grande altura onde o acesso se faz por uma rua estreita e sem saída. Em dias de eventos, os autocarros e veículos ligeiros que levam os atletas, visitantes e os dos próprios moradores tentama aceder e circular nesta rua provocando um autêntico caos. Os carros ficam bloqueados, os autocarros sem espaço de manobra. O ruído entra pelas habitações. Os moradores não conseguem aceder à entrada das suas garagens. Apesar dos dois estacionamentos públicos junto ao pavilhão (da EMEL) de alguma forma o estacionamento é feito frequentemente na via pública prejudicando o estacionamento de quem vive nesta rua. Gostaria de sensibilizar os senhores vereadores para a resolução deste problema” (1:39:03) (…) “em caso de acidente muito dificilmente uma ambulância ou um carro de bombeiros conseguirá entrar neste arruamento. É necessário que, em todos os eventos, exista fiscalização que condicione a entrada de veículos no arruamento e os oriente para os dois parques de estacionamento. Não existe fiscalização e os automóveis preferem estacionar na via pública do que utilizarem os dois parques de estacionamento” (…) sugiro que se complete a Rua João da Silva, em torno do pavilhão, de forma a torná-la numa rua de sentido único e aberta nas duas extremidades, facilitando assim a vida aos moradores e utentes porque a rua de que estamos a falar é estreita e sem saída”

Jorge Oliveira

 

1:42:28: “relativamente à questão do estacionamento foi pedido o reforço da fiscalização da envolvente do Pavilhão para minimizar um pouco esse impacto. A sua sugestão de completar a rua merece ser avaliada e peço aos serviços da direcção municipal de mobilidade que olhem para essa possibilidade e a avaliem e peço também para avaliar a necessidade de os autocarros chegarem hoje onde chegam e poderão ficar um pouco mais atrás, na entrada do Bairro peço também à direção municipal de mobilidade que avalie essa possibilidade”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:40:39: “passeio do lado nascente do Campo Pequeno tem menos de 1 m de largura e havendo zonas em que os candeeiros fixos na calçada mal deixam passar uma pessoa quanto mais um carro de bebé. A estrada em frente deste passeio tem umas incriveis 4 faixas de rodagem com pouca utilização e mais uma faixa de estacionamento: cinco faixas de automóvel (…) este lado do Campo Pequeno merece uma reestruturação na largura do passeio e na largura da faixa de rodagem por forma a torná-lo mais amigo do morador e do peão e do comerciante. Estas questões (Pavilhão Casal Vistoso) foram alvo de recomendações aprovadas em Assembleia Municipal (…) entendo que a função executiva cabe ao Sr. Presidente e aos Srs. Vereadores. Entendo também que a AML é um órgão democraticamente eleito e que através das suas recomendações, algumas mais pertinentes que outras (é certo) expressa preocupações reais para com a cidade. Enquanto municipe gostaria que essas recomendações fossem alvo de análise e resposta por parte da CML porque não acho aceitável que estes dois casos em concreto fossem encarados como novidade pelos serviços que entraram em contacto comigo para a preparação desta reunião”

Jorge Oliveira

 

1:43:36: “relativamente à questão do Campo Pequeno vou encaminhar para os serviços da Câmara que tomam conta dessas situações quanto ao alargamento dos passeios e de todo o perfil (…) e com mais uma passadeira na Sacadura Cabral. Toda aquela zona merece ser requalificada na parte dos passeios e que se crie mais árvores e um pavimento confortável em que se consiga caminhar com mais facilidade. Tem havido intervenções nas calçadas da freguesia, uma das áreas da Junta outras da área da UIT: 57 intervenções muito recentemente”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

1:52:42 “não distingo o que é uma mota em cima do passeio, o que é uma trotinete em cima do passeio, o que é que é um carro em cima do passeio. Nenhum deles lá deve estar. É uma falta de educação e de civismo usar os passeios para este fim. Para isso temos que ter educação para as pessoas. Para isso temos as campanhas Lisboa na Boa, uma ação de fiscalização da Polícia Municipal e da EMEL que removem os veículos de cima dos passeios. As trotinetas são mais um novo meio de transporte que existem na cidade de Lisboa e que na sua parte positiva servem muita gente (…) temos que criar espaços para que possam ser estacionadas em segurança (…) docas para trotinetes (sugestão, também, dos Vizinhos do Areeiro na forma de “docas virtuais” (GPS)) onde as pessoas, voluntariamente, já deviam estar a estacionar. Nos mais de 3 mil lugares que temos para este tipo de veículos (e bicicletas) na cidade de Lisboa” (…) “às vezes nem é quem usou, é alguém que passa e mete no passeio. Isto não tem justificação.” (…) “quanto a criarmos um sistema em que não seja possível desligar uma trotinete numa doca. Essas conversas estão a ser tidas com os operadores de trotinetes na cidade de Lisboa mas hoje essa tecnologianão existe e portanto há um diálogo e esforço de desenvolvimento”

Vereador Miguel Gaspar