“Moradores e Junta do Areeiro pedem reforço da segurança nas passadeiras mais perigosas da freguesia” [O Corvo]

 

“Moradores e Junta do Areeiro pedem reforço da segurança nas passadeiras mais perigosas da freguesia

Samuel Alemão

19 Abril, 2019

O atravessamento pedonal de algumas das principais artérias daquela zona da cidade é considerado pouco seguro. Seja nas avenidas de Roma, João XXI ou Almirante Reis, a sensação de perigo é elevada, muito por culpa das velocidades atingidas pelos automóveis, mas também falta de cuidado dos peões. As estatísticas dos atropelamentos provam-no. Mas é a Avenida Manuel da Maia que suscita preocupações maiores. Tanto que a colocação de semáforos numa passadeira existente a meio daquele arruamento encabeça a lista de reivindicações de uma petição agora lançada pelo movimento Vizinhos do Areeiro. O presidente da Junta de Freguesia do Areeiro confessa também estar apreensivo, tanto que já pediu à Câmara de Lisboa (CML) que desnivele a passadeira, para obrigar ao abrandamentos dos carros. O autarca diz que a CML lhe garantiu que avançará com a obra em breve, quando ali se fizer uma ciclovia.

Um autêntico sufoco. Atravessar a passadeira instalada no troço da Avenida Manuel da Maia situado entre a Praça de Londres e o topo da Alameda Dom Afonso Henriques não é actividade que se realize de ânimo leve. A sensação de perigo está sempre presente para quem ousa fazê-lo, tal a velocidade a que se deslocam ali os automóveis, sobretudo no sentido ascendente, em direcção ao Instituto Superior Técnico (IST). Por isso, há quem ache que a melhor solução para garantir um módico de tranquilidade na circulação pedonal entre ambos os lados do arruamento passa pela colocação de semáforos naquele local. Essa é, aliás, a primeira da reivindicações de uma petição por mais segurança nas passadeiras da freguesia do Areeiro, lançada nos últimos dias, pelo agrupamento cívico Vizinhos do Areeiro. Mas a solução até poderá passar pelo alteamento dessa passagem, quando avançarem as obras de construção da ciclovia, previstas para breve, explica o presidente da junta a O Corvo.
“Aquele atravessamento é uma dor de cabeça, é perigosíssimo, recebemos imensas queixas das pessoas. Já há muito tempo que pedimos à Câmara de Lisboa uma solução para aquilo”, afirma Fernando Braancamp (PSD), presidente da Junta de Freguesia do Areeiro. E, no entender do autarca, a melhor forma de resolver de forma eficaz o problema passa pela sobrelevação da perigosa passadeira, obrigando os automóveis a abrandarem. Solução que a junta já terá indicado ao vereador da Mobilidade, Miguel Gaspar (PS), ser da sua preferência – algo que também tem defendido para as passadeiras da Avenida João XXI. “Eles disseram-nos que não valia a pena estar a fazer a obra já, quando dentro em breve, em Maio ou Junho, deverão arrancar os trabalhos de construção da ciclovia da Manuel da Maia. Comprometeram-se que com isso. Se chegar a essa altura, e não tiverem feito o que prometeram, vou ter de voltar a falar-lhes disto”, promete Braancamp, que se diz preparado para, em último caso, ser a própria junta a realizar a obra de elevação da passadeira. O perigo de um “acidente grave” é grande, considera.
Um diagnóstico coincidente com o que é feito por Rui Martins, responsável pelo movimento Vizinhos do Areeiro. Ao ponto de a situação da Avenida Manuel da Maia encabeçar a lista de prioridades da petição dirigida à Assembleia Municipal de Lisboa (AML) para que inste a Câmara de Lisboa a tomar medidas. Pede-se, por isso, a colocação de semáforos naquela artéria, identificada como local de atropelamentos e onde a circulação automóvel se faz, geralmente, a alta velocidade”. Solução, aliás, reivindicada também para a Avenida João XXI, especificamente para a passadeira identificada como estando no alinhamento da farmácia, “onde existem diversos registos de atropelamentos e outros incidentes naquele atravessamento”. No texto da recolha de assinaturas, explica-se que esta avenida, por ser larga e bem nivelada, se revela convidativa ao desrespeito dos automobilistas pelo limite máximo de velocidade de circulação. Situação a que se associará a falta de cautela de muitos peões no momento de atravessar.

Citando estatísticas oficiais referentes ao período compreendido entre 2010 e 2016, a petição do Vizinhos do Areeiro refere a ocorrência de 39 atropelamentos na Avenida de Roma e 29 na Avenida João XXI. Dados que ficam ainda mais ensombrados pelo impressionante número de 160 acidentes deste género, nesses seis anos, na Avenida Almirante Reis – embora Rui Martins saliente a O Corvo que, “muito possivelmente, a grande maioria desses atropelamentos terá ocorrido na parte pertencente à freguesia de Arroios”, que é onde a avenida tem a maior extensão. Estes alertas, salienta o dirigente do movimento cívico, juntam-se a outros já lançados pelo colectivo para que se garantam melhores condições de segurança pedonal. “Nos últimos tempos, em Lisboa, tem-se falado muito de mobilidade, apostando-se numa sobrevalorização das bicicletas e trotinetas. Mas, com isto, não se tem falado daquilo que é o mais importante, que é as pessoas andarem a pé”, diz.”

https://ocorvo.pt/moradores-e-junta-do-areeiro-pedem-reforco-da-seguranca-nas-passadeiras-mais-perigosas-da-freguesia/?unapproved=17924&moderation-hash=6b563902e54fad6de5e4ab26facec8b2#comment-17924

Consulta aos Vizinhos do Areeiro sobre a intervenção (e ciclovia) na Av de Paris e Rua Edison

Comentários aos votos registados até 15 de Março de 2019:

  1. a opção mais votada (135+13) refere a transferência de circulação automóvel para a João XXI e cruzamento entre e Av de Roma e a João XXI e ligação desta com a Praça Sá Carneiro.
  2. há críticas ao custo total da intervenção na Av de Paris (29 mil euros) assim como ao seu prazo de execução (18 dias): considerados por 54 moradores como excessivos.
  3. 34 moradores entendem que as críticas às duas ciclovias são normais e decorrem de uma alteração de hábitos que irá inevitavelmente ocorrer (note-se que são cerca de 15% destas 3 primeiras respostas): isto pode indicar que a penetração da bicicleta como principal forma de mobilidade urbana no Areeiro é ainda muito fraca (será que esperar que aumente com o aumento de ciclovias).
  4. A largura da faixa na Av de Paris merece a crítica a 26 moradores: ela é patente mas encontra-se dentro dos limites legais. Poderá aumentar o número de colisões mas isso é algo a que apenas o tempo pode responder esperando que CML mantenha um registo deste tipo de ocorrências por forma a poder tomar medidas correctivas (se estas se justificarem)
  5. Todos os comerciantes contactados na Av de Paris e na Rua Cervantes concordam em dizerem que as alterações vão reduzir a atividade comercial: é certo que as ciclovias poderão atrair novo público (não há dados que isso aconteceu em resultado da intervenção na Guerra Junqueiro de 2018)
  6. Na Av de Paris não se perderam lugares de estacionamento, na Cervantes dois: o impacto nas perdas totais de lugares parecem displicientes.
  7. A intervenção na Av de Paris acabou com o estacionamento em segunda fila, o que permite regular melhor o trânsito mas que é apontado por comerciantes como um factor que está a afastar clientes (de qualquer recorde-se que é uma prática irregular e alvo de multa)

Em geral:

  1. Toda a intervenção na Av de Paris e na Rua Edison foi feita com a participação da Junta de Freguesia
  2. Muitos moradores sentem que não houve envolvimento nem procura da sua participação (útil e não meramente formal: embora esta – em boa verdade – também não tenha ocorrido)
  3. Não foram comentadas participações inflamatórias e estéreis como “a dependência dos carros mete dó”: é um exercício de maniqueísmo que não favorece ao diálogo nem à descoberta de soluções e propostas concretas para os problemas da mobilidade urbana em Lisboa.

Perguntas de Vizinhos e respostas da CML sobre a intervenção na Av. de Paris

Quando começou a intervenção na Av de Paris (uma intervenção da CML após consultas e com a participação da Junta de Freguesia do Areeiro) reunimos algumas questões e preocupações de moradores. Estas foram as respostas da CML:

1. Redução de estacionamentos:
“Não está prevista a supressão de lugares de estacionamento.”

2. O folheto mostra duas ciclovias mas o texto fala de uma em contra-fluxo.
“A intervenção visa melhorar a segurança rodoviário nesta avenida, criando condições que promovam a acalmia e a partilha do espaço rodoviário com velocidade máxima de circulação de 30 km/h. Como a rua tem apenas um sentido, será criado um percurso em contra fluxo balizado para velocípedes.
A alteração do sentido de circulação automóvel no troço entre a Praça de Londres e a Rua Presidente Wilson visa privilegiar a circulação local e a qualidade do espaço público para moradores e comércio local, eliminando o tráfego de atravessamento entre a Praça de Londres e a Avenida Almirante Reis. Esta alteração resulta num aumento da segurança rodoviária, na diminuição dos níveis de ruído e no aumento do conforto e qualidade de vida no bairro, para todos os utilizadores em especial os mais vulneráveis.”

3. Podem partilhar o plano da obra?
“A informação está disponível no site da CML em: http://www.cm-lisboa.pt/viver/mobilidade/noticias/detalhe-da-noticia/article/intervencao-na-av-de-paris-aumento-da-seguranca-rodoviaria. Pode ser ainda consultado o plano para a freguesia do Areeiro em http://www.cm-lisboa.pt/no_cache/noticias/detalhe/article/rede-ciclavel-avanca-na-freguesia-do-areeiro”

4. Os passeios ficam com a largura atual?
“Não está prevista a alteração da largura dos passeios, no entanto as condições de acessibilidade pedonal nas passadeiras será melhorada.”

5. Durante as obras haverá circulação automóvel?
“Poderá existir a necessidade de efetuar cortes temporários da circulação automóvel, que serão geridos no local, no entanto serão sempre pontuais em função dos trabalhos e de curta duração.”

6. Como será acautelada a tomada e largada de passageiros e 112?
“Estão previstas bolsas para tomada e largada de passageiros e cargas e descargas na Avenida. Todas as questões de segurança estão acauteladas.” 

7. Junta foi consultada?
“Sim, A Junta de Freguesia do Areeiro foi envolvida no processo. Esta informação consta no site da JFA  http://www.jf-areeiro.pt/pt/informacao-intervencao-na-av-de-paris 

8. A Estação GIRA vai manter-se no local? (sacrifica também alguns lugares).
“Não está prevista a alteração da estação GIRA.”

Encontro dos Vizinhos do Areeiro com a EMEL sobre a Rede de Bicicletas Partilhadas GIRA

No passado dia 16 de Fevereiro os Vizinhos do Areeiro e Vizinhos das Avenidas Novas foram recebidos na sede da EMEL, sobre o tema da Expansão da Rede de Bicicletas Gira.

Foram abordadas as questões referentes ao actual atraso na expansão da rede, bem como as razões para o número de bicicletas GIRA disponíveis serem inferiores ao previsto, com o mínimo registado no final do verão de apenas cerca de 300 bicicletas disponíveis.

Os objectivos para a Rede Gira irão passar no futuro por uma rede de 300 estações e um número de bicicletas disponíveis a rondar as 3000, mantendo o rácio de maioritariamente eléctricas, de forma a acompanhar a crescente procura que se pode constatar.

Foram pedidas sugestões de melhoramento para esta nova fase e a opinião dos presentes para as novas ideias que estão a ser estudadas pela EMEL. Nesse contexto foram apresentadas as sugestões recolhidas pelos Vizinhos, como a necessidade de extensão da Rede a outros pontos da cidade, a melhor identificação do número individual das bicicletas de forma a poder reportar abusos e acidentes, bem como o estudo da viabilidade de publicidade nas mesmas de forma a cofinanciar o projecto.

Foi referido por parte da EMEL que se encontra em estudo a possibilidade das novas bicicletas possuiram um tipo de cadeado que permita paragens momentâneas e a ideia da criação de docas virtuais, locais designados onde as bicicletas possam ser deixadas na ausência de docas ou no caso das mesmas se encontrarem sem lugar disponível.

Foram discutidas as novas ciclovias que estão a ser planeadas e realizadas, bem como alguns erros e problemas na sua construção.

Lime e CML: Questões sobre segurança, acidentes, avarias, pagamentos a Juicers e e-scooters mal estacionadas (proposta) [Respondido]

“Uma reportagem (audio) de 28.12.2018 do Washington Post (“The story behind a global e-scooter recall”: https://www.stitcher.com/podcast/the-washington-post/post-reports/e/57900565) levanta algumas questões sobre as e-scooters que agora se encontram, às centenas, por Lisboa. Sem dúvida que estes veículos podem representar uma grande mudança no paradigma de mobilidade em Lisboa sendo uma forma de mobilidade urbana muito rápida, flexível e económica, contudo, o artigo chama a atenção para questões de segurança que gostaríamos de saber se também se colocam em Lisboa:

1. algumas empresas, como a Skip (São Francisco) alteraram esta semana os termos de uso da aplicação por forma a protegerem-se contra acções por danos. A Lime vai fazer uma alteração semelhante em Lisboa?

2. a reportagem do Post contactou vários hospitais nos EUA (Miami, San Diego, Nashville, San Francisco, DC, Austin) e encontrou uma grande quantidade de ferimentos graves de utentes destes equipamentos. Segundo os médicos contactados os ferimentos eram muito mais graves do que os registados aquando da aparição das primeiras redes de bicicletas partilhadas e comparáveis a acidentes de motocicletas quando os capacetes não eram obrigatórios e aos acidentes de automóvel quando não existiam as medidas de segurança actuais (cintos de segurança, airbags, etc). Que informações tem a Lime sobre o que se está a passar em Lisboa?

3. onde e como estão a ser reparadas as avarias reportadas pelos Juicers?

4. a reportagem menciona que – em Outubro – muitas baterias de iões de lítio das e-scooters da Lime não eram devidamente instaladas e incendiavam-se facilmente: esta informação, não terá sido divulgada (confirmam?) aos “juicers” (que são quem recolhe, carrega e repara as e-scooters). Em consequência a empresa terá organizado um recall massivo e responsabilizado o fabricante das baterias pelos problemas e não nas práticas de manutenção. Mais recentemente, houve outro recall por causa de um modelo que tendia a partir-se em depois tendo havido um recall massivo em Paris (onde este modelo era muito comum). Confirmam que estes recalls á foram feitos em Lisboa e/ou que estes modelos são apenas recarregados pela Lime? (onde?)

5. o preço mínimo por carregamento das e-scooters (e que é aplicado na grande maioria das vezes) por carregamento desceu para apenas 3 euros por unidade: a Lime entende que este valor é adequado para compensar os custos logísticos e em eletricidade por parte dos Juicers? Os carregamentos continuam a ser feitos ao mesmo ritmo de anteriormente e como explica a empresa o desfasamento de valores comparado com outras cidades europeias? (sendo que o preço de utilização é idêntico)?

6. A Lime já considerou fazer pagamentos aos Juicers que coloquem e-scooters mal estacionadas nos lugares designados para as ditas?

Note-se que apesar destas questões as e-scooters preenchem um nicho importante da mobilidade urbana e podem mudar, de facto, a forma como os cidadãos se poderão deslocar dentro de Lisboa e, por isso mesmo, é importante garantir a segurança destes veículos e que os operadores têm procedimentos de segurança adequados.”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Isabel Tomas Rodrigo
Elsa Felizardo
João J Martins
Ana Sampedro
Francisco Lopes da Fonseca
Essi Silva Ribeiros
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Rui Martinho
Maria Mar
Ilda Cruz
Stela Correia
Amelia Sousa Nunes
João Lourenço
Gabriela Lago
Paulo Barbosa
Antonio Sequeira
Liliana Azevedo
Ines Pintado Maury

Primeira resposta de 10 de Janeiro de 2019
“agradecemos o contacto. Vamos ler as questões que nos enviam e responder assim que possível.
Qualquer questão, disponham.”

 

Descentralizada de 2019:

“Começam a ser vistos polícias municipais que arrumam e recolhem Trotinetes mal estacionadas.

Eu próprio o faço todos os dias.

A imagem que fica na cidade, os obstáculos que criam à circulação pedonal, arriscam-se a destruir a possibilidade aberta por uma boa ideia.

É preciso trabalhar com os operadores na questão do estacionamento, designadamente na criação de spots virtuais (com bloqueio e registo de local em fim da viagem); multar casos exagerados e comunicar abertamente as quantidades dessas multas

É preciso convidar os operadores a passarem a remunerar também os seus parceiros (Juicers) para arrumarem trotinetes (além de as carregarem)”

Rui Martins

“Sobre se os Juicers, os “funcionários” das empresas podem ou devem reposicionar as trotinetas: temos reuniões quinzenais com estas empresas. E isto faz parte do esforço que estas empresas dizem que estão a fazer. Há três dimensões: a da sensibilização das pessoas (campanha “Lisboa na Boa”: que será reforçada), há a dimensão da fiscalização, da Polícia Municipal que remove sistematicamente trotinetes. Recebi o relatório de que ainda nesta semana foram removidas 50 num dia. Há uma revisão das regras em que nas zonas mais sensíveis (e estamos a aumentar essas zonas sensíveis: p.ex. Jardim da Estrela) não se pode parar (Bairro Alto e Castelo) e depois há o esforço junto das empresas e elas declaram que já o estão a fazer e esse esforço vai ser mais visível. Há necessidade de aumentar o número de lugares de estacionamento para este tipo de veículos e se necessário estamos a pensar aumentar as regras de estacionamento para que parem apenas nos lugares assinalados”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

Reunião com Vereador Miguel Gaspar

A 14 de Novembro teve lugar uma reunião com o Vereador Miguel Gaspar (Mobilidade e Segurança ) e a Diretora Municipal Francisca Ramalhosa (Direção Municipal da Mobilidade).

Na reunião foi apresentada também a associação dos Vizinhos em Lisboa que integra vários núcleos de vizinhos em Lisboa, o modo de funcionamento do coletivo e passou-se a abordar as várias propostas e sugestões que os Vizinhos têm feito à autarquia nos últimos meses.

Proposta À CML: Tornar O Bairro Dos Actores Numa Zona 30

2018-10-30

Os subscritores propõem que a CML avalie a passagem do Bairro dos Actores a uma “Zona 30” dado que se trata de um bairro fortemente residencial, grande e sem avenidas a atravessá-lo.

Paralelamente, apelamos à autarquia que – independentemente da avaliação acima citada – aumente o número de passadeiras elevadas (como a que já existe na Abade Faria) assim como o reforço da sinalização vertical de sentido de trânsito e espelhos em alguns cruzamentos deste Bairro de pior visibilidade.”

http://vizinhosdoareeiro.org/proposta-a-cml-tornar-o-bairro-dos-actores-numa-zona-30/

> A proposta fui muito bem acolhida e será alvo de estudo. De ressalvar que no começo da Rua Abade Faria já existe uma passadeira elevada (como as que são instaladas nos bairros tornados em Zona 30) e que a proposta surgiu de moradores.

“Arrumadores” na Av Guerra Junqueiro: Dupla Tributação e Apelo à sua integração social

2018-07-02

https://vizinhosdoareeiro.org/arrumadores-na-av-guerra-junqueiro-dupla-tributacao-e-apelo-a-sua-integracao-social/

“Os Subscritores desta mensagem apelam à CML e, em particular, à Polícia Municipal que adoptem medidas nas zonas de estacionamento reguladas pela EMEL por forma impedir a “dupla tributação” que decorre da actividade dos arrumadores de carros que operam nestas zonas (p.ex. Na Av. Guerra Junqueiro).

Apelam ainda à CML que identifique eventuais carências sócio-económicas destas pessoas e actue em conformidade à sua integração social.”

> O Vereador indicou que seria feito um reforço do policiamento local mas concordou que era um problema de natureza social e que os serviços sociais iriam ser informados no sentido de se sinalizar o problema. O problema não ocorre apenas neste local (p.ex.ocorre também junto à capela da Igreja S. João de Deus e noutras zonas da cidade).

“Dia Verde” para a Carris: Sugestão à CML                

2018-03-05 14:47

http://vizinhosdoareeiro.org/dia-verde-para-a-carris-sugestao-a-cml/

“Os subscritores sugerem à CML (enquanto gestora da Carris) que esta avalie os modelos inovadores em ensaio, por exemplo, em Londres pela Citymapper e que, através de uma app de telemóvel permitirão reservar antecipadamente lugares nos miniautocarros de oito lugares para percursos urbanos e o modelo que a Uber está a experimentar nos EUA e que permite que veículos reservados numa app aguardem num dado local até à chegada de quem fizer a reserva e que se aplicaria, igualmente, a este tipo de miniautocarros.

Sugerimos ainda à Carris que esta empresa teste durante algum tempo um “Dia Verde”, por exemplo, a primeira segunda-feira de cada mês em que o transporte fosse gratuito por forma a aferir o impacto na cidade, poluição e circulação urbana de uma eventual gratuidade do transporte público em Lisboa”

> A primeira parte da proposta já é, em certa medida, cumprida pelo Areeiro Porta a Porta (embora a divulgação do serviço esteja longe de ser perfeita: mas este é um serviço da Junta não da CML)

> A proposta do “dia verde” foi já, ensaiada, na Semana da Mobilidade e não terá tido uma adesão significativa. A CML vai estudar a proposta na direcção do projecto, em estudo, de um “dia sem carros” mensal, estando a Avenida da Liberdade e Saldanha na lista de locais onde esse projecto poderá ser implementado. Está também a ser avaliada a hipótese de criar um dia “play on the street”, tendo o vereador desafiado a Associação para propor um local, que poderia ser no Bairro dos Actores com a reserva para trânsito pedonal e de meios ligeiros de mobilidade num dia (ao modelo ao que fazia a EGEAC junto ao Maria Matos). Outra opção seria uma rua perto de um estabelecimento de ensino na freguesia. Ambas as opções (e outras: ainda por identificar) estão em avaliação. A medida deverá ser ainda articulada com a junta, existindo interesse da população.

> O “Cartão Navegante Escola” pode ser pedido pelos colégios privados (alguns já aderiram) e procurou saber se o colectivo de moradores poderia divulgar a existência desta facilidade junto da rede de moradores.        

Estacionamento Selvagem Em Torno Do Pavilhão Do Casal Vistoso                

2018-07-23

https://vizinhosdoareeiro.org/estacionamento-selvagem-em-torno-do-pavilhao-do-casal-vistoso/

“É frequente – em eventos patrocinados pelo município – assistir ao estacionamento caótico na rua de acesso ao Pavilhão Municipal Casal Vistoso: os autocarros e carrinhas que transportam utentes a estes eventos estacionam em segunda fila, com motores ligados e usando e abusando da sinalização sonora

Porque é que estes veículos não utilizam o parque da Sarmento Beires para estacionar depois de largar as crianças?

Porque é que não desligam os motores, cujo ruído se propaga para dentro dos apartamentos?

De considerar, também, o desvio de tráfego não local para o descampado acima do pavilhão, sem entrar na João da Silva, que devia ter um só sentido, abrindo-se uma rua para permitir a circulação à volta do pavilhão com o sentido único e uma outra saída”

> A autarquia irá contactar a gestão do parque por forma a que esta reforce as instruções dadas aos motoristas para que não deixem os motores ligados enquanto esperam os seus passageiros evitando assim a criação de ruído e poluição desnecessária. As restantes partes da proposta serão analisadas

> Vai analisar a recomendação da AML também referente ao estacionamento e circulação nestes arruamentos.

Happy Hour EMEL Para Clientes De Zonas Comerciais (proposta)                

2018-09-06

http://vizinhosdoareeiro.org/happy-hour-emel-para-clientes-de-zonas-comerciais/

“Propomos que a EMEL entre as 1230 e as 1430 reserve uma certa quantidade de lugares de estacionamento gratuitos (claramente identificados) para estacionamentos junto a zonas comerciais ou de restauração por forma a incentivar a vida comercial local.

Estas zonas em “happy hour” seriam gratuitas para veículos com dístico da EMEL (de outras zonas): para não promover uma maior entrada de veículos na cidade.

Esta iniciativa poderia ter uma zona piloto na Av Guerra Junqueiro”

> A Empark tem uma opção que consiste na existência de cartões pré-comprados (em blocos de 100 unidades cada) que garantem um acesso gratuito na primeira hora e a um preço muito baixo nas seguintes ao estacionamento (perto da Guerra Junqueiro temos o Parque Londres e o da Alameda). A CML está a estudar formas de que essa distribuição e divulgação junto aos comerciantes possa ocorrer.

Pedido de recuperação de lugares de estacionamento no Areeiro        

2018-07-12

https://vizinhosdoareeiro.org/pedido-de-recuperacao-de-lugares-de-estacionamento-no-areeiro/

“Existem na freguesia do Areeiro vários lugares de estacionamento que carecem de revisão por parte da CML por forma a recuperar para moradores alguns lugares de estacionamento. Em particular:

a. Rua Augusto Gil: O novo bar “victor horta” tem reservado estacionamento nocturno pela colocação de pinos com corrente no que era uma antiga garagem. Esta reserva é legal?

b. Av Óscar Monteiro Torres: uma igreja tem aqui uma reserva de estacionamento permamente, mesmo nos horários em que não em funcionamento (pede-se limitação horária)

c. Loja de Móveis Universal da Sacadura Cabral (Nº27): Antiga garagem transformada em loja e com alerta (falso?) de reboque em caso de estacionamento

d. Av Marconi: Junto ao stand da Opel com lugares reservados com pinos por proprietário. É legal?

e. Antigo Colégio Paula Frassinetti na Av México, 7: Esta escola já fechou mas as reservas de estacionamento continuam no local

f. Antigos CTT das Olaias na Rua Sarmento de Beires

g. Lugares da AML reservados em frente ao fórum Lisboa. Já que a CML quer estimular políticas de mobilidade, pode começar por dar o exemplo e acabar com as reservas de estacionamento para si própria (há um parque de estacionamento no subsolo do Fernando Pessa)

Os Subscritores pedem à CML que reveja estas reservas e corrija qualquer situação menos regular.”

> Lista foi bem acolhida e será alvo de análise por parte da Direção Municipal da Mobilidade já que se poderá traduzir numa recuperação significativa de lugares de estacionamento para moradores.

> De igual modo o autarquia mostrou disponibilidade para avaliar a passagem a estacionamento reservado a moradores de mais arruamentos do Bairro dos Actores se entendido necessário. Foi apresentada uma proposta para introdução de uma ciclovia na Rua Atriz Virgínia com vista a ligação da Praça de Londres a Marvila, ciclovia essa que pode ter um percurso alternativo pela Av. Afonso Costa. A Associação sugeriu que caso a opção fosse a Atriz Virginia, onde a ciclovia ficaria melhor integrada, instalar-se uma nova zona de estacionamento na Rua João Castilho para compensar, igualmente, essa perda de lugares (tal opção daria, em tese, inclusivamente um crescimento dos lugares de estacionamento disponíveis no Bairro dos Actores o Bairro na freguesia do Areeiro onde mais falta de lugares de estacionamento – especialmente de noite – se faz sentir junto dos moradores). De sublinhar que esta decisão ainda não está tomada sendo a Avenida Afonso Costa a outra opção.

Propostas De Melhoria Ao Sistema De Bicicletas GIRA                

2018-09-13

http://vizinhosdoareeiro.org/propostas-de-melhoria-ao-sistema-de-bicicletas-gira/

“Tendo em conta que se têm multiplicado os relatos de problemas com o reconhecimento do termo da viagem pelas docas, que se aproxima a entrada plena em funcionamento da rede e os impactos que estes erros poderão ter na confiança e, logo, na adesão ao sistema propomos que:

1. O fim da viagem seja realizado através da App, após a bicicleta ter sido colocada na doca apropriada, obtendo assim uma confirmação na aplicação de que foi concluída com sucesso. Caso a bicicleta não tenha sido colocada devidamente no local ou exista algum problema com a doca a aplicação não deixará realizar o fim de viagem, tendo assim o utilizador conhecimento imediato da existência de um problema (este procedimento será à semelhança de aplicações como a DriveNow que exige esse passo ao utilizador de forma a garantir o fim de viagem)

opcionalmente o sistema poderia enviar um SMS informando o utilizador de que a viagem foi concluída com sucesso.

2. A verificação da rotina que na App dá por concluído o percurso. Há relatos de que, por vezes, quando o percurso termina a App continua a contar o tempo. E há que desligar a app, voltar a ligar, clicar em mapa, para só aí terminar a viagem e pede a pontuação.

3. Propomos também a adição de um alerta ao utilizador que após uma utilização anormalmente longa (superior a, por exemplo, uma hora) envie um SMS de alerta.

4. A instalação de sensores de peso que alertem para a possível presença de dois utilizadores no equipamento

Bloquear o uso simultâneo, a partir da mesma conta e em telemóveis diferentes de uma bicicleta GIRA por forma a dificultar os abusos de utilização do sistema.”

> A proposta foi apresentada e será analisada.

> Foi abordada a actual carência de bicicletas GIRA e os problemas de disponibilidade de bicicletas e de manutenção junto do operador. A situação melhorou, nos últimos dias, tendo passado de menos de 290 para mais de 400 esperando-se um reforço significativo do parque em breve, até às 700 unidades e a satisfação do plano inicial de 1400 até fevereiro de 2019. Estes problemas têm ditado a suspensão de abertura de novas estações (como a da Av de Paris), que deverão alcançar as 140 apenas quanto as 1400 GIRA estiverem operacionais.

> Foram apresentadas sugestões como a inserção de um questionário avaliativo do regras e boas práticas de uso de bicicletas na app móvel e a afixação das mesmas nas estações, assim como a da colocação de um nº único identificativo das bicicletas nas mesmas por forma a facilitar utilizadores que não respeitem as regras e a trazer mais responsabilidade ao uso do sistema.

> A questões das trotinetes eléctricas foram abordadas, especialmente no que concerne à sua presença, em estacionamento, sobre o passeio. A CML confirmou que os hotspots sobre o passeio são da sua responsabilidade e que serão criados novos em breve para acolher os novos operadores que devem estar prestes a entrar no mercado sujeitando às mesmas regras já acordadas com a Lime.

> A CML vai reforçar o número de estacionamentos para bicicletas e motas e instalar barras de segurança em 800 dos já existentes (um pedido insistente dos moradores)

        

Sugestão sobre eventual alteração à circulação na Av de Paris                

2018-03-27

http://vizinhosdoareeiro.org/sugestao-sobre-eventual-alteracao-a-circulacao-na-av-de-paris/

“Caso se confirmem as alterações à circulação automóvel na Av. de Paris, nomeadamente a inversão do sentido entre Praças (Londres/Pasteur), os subscritores sugerem à CML que sejam eliminados os dois lugares de estacionamento na entrada, após o túnel, da Rua Presidente Wilson, um na sequência da Padaria Portuguesa (dir.) e o da Pastelaria Zurique (esq.), por forma a não impedir o trânsito automóvel, em especial de veículos pesados, afectos à recolha de “lixo”, Pingo Doce, colégios, bombeiros, ambulâncias, mudanças (etc).

A entrada deve apresentar-se desobstruída para garantir a fluidez de trânsito e o livre acesso dos veículos em socorro e marcha de urgência.

Relembramos, a estrutura dos edifícios da “Wilson”, “Paris” e “Pasteur”, possui pavimentos em vigamento de madeira, propagadores rápidos de fogo aos pisos superiores, com o perigo de um pequeno incêndio tomar por completo um edifício com dezenas de frações.

Sugerimos que a perda de lugares, pelo descrito e pelas ciclovias a instituir, seja compensada por um Protocolo, de baixa renda para residentes, com os operadores dos parques de estacionamento próximos, na garantia que a cidade é todos e para todos.”

> A sugestão foi bem acolhida, especialmente no ponto da Presidente Wilson. O ponto que refere os preços de estacionamento vai merecer uma abordagem numa escala maior já que todos reconhecem que há um problema de fraca optimização dos lugares em parque em Lisboa estando, nomeadamente, um piso inteiro do parque da Alameda encerrado, como é, aliás, do conhecimento público.

Túnel no Jardim Fernando Pessoa (sugestão de aumento de segurança pedonal)        

2018-06-15

https://vizinhosdoareeiro.org/tunel-no-jardim-fernando-pessa-sugestao-de-aumento-de-seguranca-pedonal

“Os Subscritores solicitam à CML a alteração do pavimento do acesso ao Jardim Fernando Pessa pela Rua Cervantes, por ‘calçada do tipo passeio’ — valorizando a circulação pedonal num percurso em túnel sem passeio, com reduzida iluminação e pavimento irregular — por forma a minimizar os riscos de circulação. Em conformidade, requerem que seja considerada a sinalização de “via partilhada (Artigo 78.º do Código da Estrada — A Zonas de Coexistência)”

> A proposta foi bem acolhida pela CML que desencadeará agora um estudo no sentido de estudar a sua viabilidade.


No termo da reunião, o Vereador e a Directora Municipal fizeram questão de valorizar o papel da Associação pelo seu papel ativo de cidadania.

Participação dos “Vizinhos do Areeiro” em Debate na Rádio Renascença

Audio da intervenção no debate na Rádio Renascença
sobre “As Bicicletas em Lisboa”:
https://amsrr.streaming.mediaservices.windows.net/3d70bc7b-9311-42e2-8de2-51bc9c0ac1d8/sab_em_nome_da_lei_3_de_novembro_118259d09.mp3

“As bicicletas em Lisboa. As virtudes e os abusos

03 nov, 2018 – 15:06 • Marina Pimentel

Moradores queixam-se que a Polícia é demasido tolerante com os ciclistas, mas a PSP desmente.

 

É uma violação do Código da Estrada, mas em Lisboa há ciclistas que circulam nos passeios. Por vezes, isso acontece a alta velocidade.

A denúncia é feita por associações de moradores das Avenidas Novas, no programa em Nome da Lei da Renascença. Rui Martins, presidente da associação dos vizinhos do Areeiro, recebe muitas queixas, sobretudo de pessoas de idade.

E defende que é pelo facto de circularem nos passeios, em vez de seguirem pela estrada, que originam tantas colisões.

Rui Martins reconhece que as bicicletas são úteis para reduzir o número de carros que circulam nas cidades, mas diz que assiste a muitas manifestações de falta de civismo.

Não é apenas circularem nos passeios, o que só é permitido até aos 10 anos de idade. Em causa estão outras infrações graves, como não respeitar semáforos ou andar em contramão.

A polícia é muito tolerante com as novas formas de mobilidade, acusa Rui Martins.

O comissário da PSP Pedro Pereira diz que não é verdade, e garante que a Polícia fiscaliza e multa, quando é caso disso. Mas assume que prefere sempre apostar na prevenção.

O comissário Pedro Pereira afirma que que há muitos condutores de bicicletas que não conhecem o Código da Estrada.

Rui Martins, da Associação dos Vizinhos do Areeiro, diz que era muito importante que as bicicletas tivessem matrícula, para que os seus condutores pudessem ser responsabilizados quando cometem infrações e causam acidentes.

E propõe também que seja obrigatório uma prova de aptidão, ou mesmo uma carta de bicicleta.

Já José Manuel Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas, argumenta que as pessoas adotam comportamentos diferentes, consoante o meio de transporte que usam, e diz que esse um fenómeno que a sociologia devia estudar.

O Secretário Geral da Associação Nacional dos Industriais de Bicicletas diz que uma das medidas que importa adotar é que o seguro escolar abranja também o percurso que o jovem faz de bicicleta até ao seu estabelecimento de ensino, como já acontece quando se desloca a pé.”

https://rr.sapo.pt/area/65/

Proposta à CML: Tornar o Bairro dos Actores numa Zona 30

Os subscritores propõem que a CML avalie a passagem do Bairro dos Actores a uma “Zona 30” dado que se trata de um bairro fortemente residencial, grande e sem avenidas a atravessá-lo.
Paralelamente, apelamos à autarquia que – independentemente da avaliação acima citada – aumente o número de passadeiras elevadas (como a que já existe na Abade Faria) assim como o reforço da sinalização vertical de sentido de trânsito e espelhos em alguns cruzamentos deste Bairro de pior visibilidade.”

Subscrevem

Rui Pedro Martins
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Madalena Matambo Natividade
Luis Seguro
Filipe Guedes Ramos
Elvina Maria Reis Rosa
Nuno Miguel Cabeçadas
Francisco Tellechea
Isabel Tomas Rodrigo
Victor Serra
Mariana Tavares
Jorge Santos Silva
Sofia Carvalho Coelho
António Aguiar Costa
Carlos Matias
Ana Sampedro
Pedro Diniz de Sousa
Raquel Leite
Francisco Lopes da Fonseca
Mariana Bettencourt
Isabel Gameiro
Maria Jose Diegues
Clara Ribeiro
Maria Teresa Rodrigues
Carla Caló
Fernando Anjos
Eduardo Duarte Coelho
Margarida Seguro
Jacinto Manuel Apostolo
Belicha Geraldes
Ana Paula Magalhaes
Maria Mar
Ilda Cruz
Ana Ferreira
Stela Correia
Paula Mendes
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Cristina Milagre
João Lourenço
Isabel O. Sousa
Helena Amaral
Helena Batista
Alexandra Cordeiro
Teresa Aroso
Graciano Venâncio Morais
Maria João Oliveira
Miguel Matos
Luis Cunha
Manuela Manon
Pedro Gaurim Fernandes
Teresa Lavin Jácome
Manuela Melo
Maria Luisa Ferreira
Ana Miguel Choupana
Amélia Marcos
Ana Azevedo
Maria Anabela Melo Egídio
Rui Oliveira
Ana Marta Carreira
Carmen Domingues
Elisabete Laranjeira Lopes
Nuno Soromenho Ramos
Mafalda Teixeira
António Gonçalves da Silva
Fernando Mora de Oliveira
Álvaro Jorge Oliveira Queirós
Luis Padinha
Fernando De Sousa Ferreira
Genoveva Rebordão de Sousa
Gerson Antunes Costa
Antonieta Soares Ribeiro
Maria Lourdes Alves Gouveia
Célia Simões Soares
Ines Pintado Maury

Propostas de melhoria ao Sistema de Bicicletas GIRA

Tendo em conta que se têm multiplicado os relatos de problemas com o reconhecimento do termo da viagem pelas docas, que se aproxima a entrada plena em funcionamento da rede e os impactos que estes erros poderão ter na confiança e, logo, na adesão ao sistema propomos que:
1. O fim da viagem seja realizado através da App, após a bicicleta ter sido colocada na doca apropriada, obtendo assim uma confirmação na aplicação de que foi concluída com sucesso. Caso a bicicleta não tenha sido colocada devidamente no local ou exista algum problema com a doca a aplicação não deixará realizar o fim de viagem, tendo assim o utilizador conhecimento imediato da existência de um problema (este procedimento será à semelhança de aplicações como a DriveNow que exige esse passo ao utilizador de forma a garantir o fim de viagem)
opcionalmente o sistema poderia enviar um SMS informando o utilizador de que a viagem foi concluída com sucesso.
2. A verificação da rotina que na App dá por concluído o percurso. Há relatos de que, por vezes, quando o percurso termina a App continua a contar o tempo. E há que desligar a app, voltar a ligar, clicar em mapa, para só aí terminar a viagem e pede a pontuação.
3. Propomos também a adição de um alerta ao utilizador que após uma utilização anormalmente longa (superior a, por exemplo, uma hora) envie um SMS de alerta.
4. A instalação de sensores de peso que alertem para a possível presença de dois utilizadores no equipamento
Bloquear o uso simultâneo, a partir da mesma conta e em telemóveis diferentes de uma bicicleta GIRA por forma a dificultar os abusos de utilização do sistema.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Carmosinda Veloso
Luis Seguro
Vitor Manuel Teixeira
Zélia Brito
Francisco Tellechea
Elsa Felizardo
Sofia Carvalho Coelho
José Luz
Bruno Beja Fonseca
Francisco Lopes da Fonseca
Maria Mar
Ilda Cruz
Carlos Lopes
Antonio Moura Correia
Albertina Cruz
Helena Russo
Miguel André
Graciano Venâncio Morais
Sandra João Borges
Daniel Fernandes
Filomena Neves
Alexandre Ferreira Lima Bastos
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Ana Sampedro
Francisco Ramos Pai
Rui Dias
Isabel Tomás
André Diogo
Belicha Geraldes
Manuel Barata Simões
Maria Jose Diegues
Rui Moura
Paulo Barbosa
Margarida Rocha de Oliveira
Filipe Chapman Garrido
Ana Paula Araujo
Frederico Gomes
Nuno Saraiva Rego
Jorge Pedroso
Pedro Santos
Paulo Oliveira

Estacionamento Selvagem em torno do Pavilhão do Casal Vistoso

É frequente – em eventos patrocinados pelo municipio – assistir ao estacionamento caótico na rua de acesso ao
Pavilhão Municipal Casal Vistoso: os autocarros e carrinhas que transportam utentes a estes eventos estacionam em segunda fila, com motores ligares e usando e abusando da sinalização sonora
Porque é que estes veículos não utilizam o parque da Sarmento Beires para estacionar depois de largar as crianças? Porque é que não desligam os motores, cujo ruído se propaga para dentro dos apartamentos?
De considerar, também, o desvio de tráfego não local para o descampado acima do pavilhão, sem entrar na João da Silva, que devia ter um só sentido, abrindo-se uma rua para permitir a circulação à volta do pavilhão com o sentido único e uma outra saída.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Fernando Faria
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Madalena Matambo Natividade
Luis Seguro
Ana Miguel
Nuno Miguel Cabeçadas
Ana Costa
Rogério Martins
Patrícia Matos Palma
Cristina Azambuja
Victor Serra
Francisco Tellechea
Leonilde Ferreira Viegas
Mira de Lacerda
Pedro Pinto
Fátima Mayor
Francisco Lopes da Fonseca
Antonio Viegas
Emilio Santos Pinto
Essi Silva Ribeiros
Teresa Sarmento
Ana Sampedro
Margarida Seguro
Maria Jose Diegues
Belicha Geraldes
Pedro Correia
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Isabel Silva Nunes
Fernando Anjos
Elisabete Carvalho
Ilda Cruz
Isabel Belo Brito
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Rui Janeiro
Lezíria Couchinho
Teresa Aroso
Paula Barroso
Beatriz Granja
Isabel Tomas Rodrigo
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Costa Antonio
João Ribafeita
Manuela Melo
José Vieira Mesquita
Isabel Petronilho Almeida
Cristina Neves
Maria Luisa Ferreira
Joana Rocha
Filipe Oliveira
Andreia Cunha Dias
Suzete Reis
Miguel Andretta Moraes
Mafalda Sequeira
Fernando Barroso de Moura
Isabel Primoroso
Gerson Antunes Costa
Antonieta Soares Ribeiro
Célia Simões Soares
Rita Martins
Nuno Saraiva Rego
Ana Martins
Sara Portugal

 

Descentralizada de 2019

1:37:17: “O Pavilhão desportivo municipal do Casal Vistoso é um equipamento com óptimas condições. Durante a semana permite que muita miudagem e população em geral possam usufruir da piscina do pavilhão multiusos e de outros equipamentos desportivos. Realizam-se competições regulares (…) e as Olissipiadas da cidade (…) situa-se no centro de uma urbanização cercada de edifícios de grande altura onde o acesso se faz por uma rua estreita e sem saída. Em dias de eventos, os autocarros e veículos ligeiros que levam os atletas, visitantes e os dos próprios moradores tentama aceder e circular nesta rua provocando um autêntico caos. Os carros ficam bloqueados, os autocarros sem espaço de manobra. O ruído entra pelas habitações. Os moradores não conseguem aceder à entrada das suas garagens. Apesar dos dois estacionamentos públicos junto ao pavilhão (da EMEL) de alguma forma o estacionamento é feito frequentemente na via pública prejudicando o estacionamento de quem vive nesta rua. Gostaria de sensibilizar os senhores vereadores para a resolução deste problema” (1:39:03) (…) “em caso de acidente muito dificilmente uma ambulância ou um carro de bombeiros conseguirá entrar neste arruamento. É necessário que, em todos os eventos, exista fiscalização que condicione a entrada de veículos no arruamento e os oriente para os dois parques de estacionamento. Não existe fiscalização e os automóveis preferem estacionar na via pública do que utilizarem os dois parques de estacionamento” (…) sugiro que se complete a Rua João da Silva, em torno do pavilhão, de forma a torná-la numa rua de sentido único e aberta nas duas extremidades, facilitando assim a vida aos moradores e utentes porque a rua de que estamos a falar é estreita e sem saída”

Jorge Oliveira

1:42:28: “relativamente à questão do estacionamento foi pedido o reforço da fiscalização da envolvente do Pavilhão para minimizar um pouco esse impacto. A sua sugestão de completar a rua merece ser avaliada e peço aos serviços da direcção municipal de mobilidade que olhem para essa possibilidade e a avaliem e peço também para avaliar a necessidade de os autocarros chegarem hoje onde chegam e poderão ficar um pouco mais atrás, na entrada do Bairro peço também à direção municipal de mobilidade que avalie essa possibilidade”

Vereador Miguel Gaspar