Encontro dos Vizinhos do Areeiro com a EMEL sobre a Rede de Bicicletas Partilhadas GIRA

No passado dia 16 de Fevereiro os Vizinhos do Areeiro e Vizinhos das Avenidas Novas foram recebidos na sede da EMEL, sobre o tema da Expansão da Rede de Bicicletas Gira.

Foram abordadas as questões referentes ao actual atraso na expansão da rede, bem como as razões para o número de bicicletas GIRA disponíveis serem inferiores ao previsto, com o mínimo registado no final do verão de apenas cerca de 300 bicicletas disponíveis.

Os objectivos para a Rede Gira irão passar no futuro por uma rede de 300 estações e um número de bicicletas disponíveis a rondar as 3000, mantendo o rácio de maioritariamente eléctricas, de forma a acompanhar a crescente procura que se pode constatar.

Foram pedidas sugestões de melhoramento para esta nova fase e a opinião dos presentes para as novas ideias que estão a ser estudadas pela EMEL. Nesse contexto foram apresentadas as sugestões recolhidas pelos Vizinhos, como a necessidade de extensão da Rede a outros pontos da cidade, a melhor identificação do número individual das bicicletas de forma a poder reportar abusos e acidentes, bem como o estudo da viabilidade de publicidade nas mesmas de forma a cofinanciar o projecto.

Foi referido por parte da EMEL que se encontra em estudo a possibilidade das novas bicicletas possuiram um tipo de cadeado que permita paragens momentâneas e a ideia da criação de docas virtuais, locais designados onde as bicicletas possam ser deixadas na ausência de docas ou no caso das mesmas se encontrarem sem lugar disponível.

Foram discutidas as novas ciclovias que estão a ser planeadas e realizadas, bem como alguns erros e problemas na sua construção.

Lime e CML: Questões sobre segurança, acidentes, avarias, pagamentos a Juicers e e-scooters mal estacionadas (proposta) [Respondido]

“Uma reportagem (audio) de 28.12.2018 do Washington Post (“The story behind a global e-scooter recall”: https://www.stitcher.com/podcast/the-washington-post/post-reports/e/57900565) levanta algumas questões sobre as e-scooters que agora se encontram, às centenas, por Lisboa. Sem dúvida que estes veículos podem representar uma grande mudança no paradigma de mobilidade em Lisboa sendo uma forma de mobilidade urbana muito rápida, flexível e económica, contudo, o artigo chama a atenção para questões de segurança que gostaríamos de saber se também se colocam em Lisboa:

1. algumas empresas, como a Skip (São Francisco) alteraram esta semana os termos de uso da aplicação por forma a protegerem-se contra acções por danos. A Lime vai fazer uma alteração semelhante em Lisboa?

2. a reportagem do Post contactou vários hospitais nos EUA (Miami, San Diego, Nashville, San Francisco, DC, Austin) e encontrou uma grande quantidade de ferimentos graves de utentes destes equipamentos. Segundo os médicos contactados os ferimentos eram muito mais graves do que os registados aquando da aparição das primeiras redes de bicicletas partilhadas e comparáveis a acidentes de motocicletas quando os capacetes não eram obrigatórios e aos acidentes de automóvel quando não existiam as medidas de segurança actuais (cintos de segurança, airbags, etc). Que informações tem a Lime sobre o que se está a passar em Lisboa?

3. onde e como estão a ser reparadas as avarias reportadas pelos Juicers?

4. a reportagem menciona que – em Outubro – muitas baterias de iões de lítio das e-scooters da Lime não eram devidamente instaladas e incendiavam-se facilmente: esta informação, não terá sido divulgada (confirmam?) aos “juicers” (que são quem recolhe, carrega e repara as e-scooters). Em consequência a empresa terá organizado um recall massivo e responsabilizado o fabricante das baterias pelos problemas e não nas práticas de manutenção. Mais recentemente, houve outro recall por causa de um modelo que tendia a partir-se em depois tendo havido um recall massivo em Paris (onde este modelo era muito comum). Confirmam que estes recalls á foram feitos em Lisboa e/ou que estes modelos são apenas recarregados pela Lime? (onde?)

5. o preço mínimo por carregamento das e-scooters (e que é aplicado na grande maioria das vezes) por carregamento desceu para apenas 3 euros por unidade: a Lime entende que este valor é adequado para compensar os custos logísticos e em eletricidade por parte dos Juicers? Os carregamentos continuam a ser feitos ao mesmo ritmo de anteriormente e como explica a empresa o desfasamento de valores comparado com outras cidades europeias? (sendo que o preço de utilização é idêntico)?

6. A Lime já considerou fazer pagamentos aos Juicers que coloquem e-scooters mal estacionadas nos lugares designados para as ditas?

Note-se que apesar destas questões as e-scooters preenchem um nicho importante da mobilidade urbana e podem mudar, de facto, a forma como os cidadãos se poderão deslocar dentro de Lisboa e, por isso mesmo, é importante garantir a segurança destes veículos e que os operadores têm procedimentos de segurança adequados.”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Isabel Tomas Rodrigo
Elsa Felizardo
João J Martins
Ana Sampedro
Francisco Lopes da Fonseca
Essi Silva Ribeiros
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Rui Martinho
Maria Mar
Ilda Cruz
Stela Correia
Amelia Sousa Nunes
João Lourenço
Gabriela Lago
Paulo Barbosa
Antonio Sequeira
Liliana Azevedo
Ines Pintado Maury

Primeira resposta de 10 de Janeiro de 2019
“agradecemos o contacto. Vamos ler as questões que nos enviam e responder assim que possível.
Qualquer questão, disponham.”

 

Descentralizada de 2019:

“Começam a ser vistos polícias municipais que arrumam e recolhem Trotinetes mal estacionadas.

Eu próprio o faço todos os dias.

A imagem que fica na cidade, os obstáculos que criam à circulação pedonal, arriscam-se a destruir a possibilidade aberta por uma boa ideia.

É preciso trabalhar com os operadores na questão do estacionamento, designadamente na criação de spots virtuais (com bloqueio e registo de local em fim da viagem); multar casos exagerados e comunicar abertamente as quantidades dessas multas

É preciso convidar os operadores a passarem a remunerar também os seus parceiros (Juicers) para arrumarem trotinetes (além de as carregarem)”

Rui Martins

“Sobre se os Juicers, os “funcionários” das empresas podem ou devem reposicionar as trotinetas: temos reuniões quinzenais com estas empresas. E isto faz parte do esforço que estas empresas dizem que estão a fazer. Há três dimensões: a da sensibilização das pessoas (campanha “Lisboa na Boa”: que será reforçada), há a dimensão da fiscalização, da Polícia Municipal que remove sistematicamente trotinetes. Recebi o relatório de que ainda nesta semana foram removidas 50 num dia. Há uma revisão das regras em que nas zonas mais sensíveis (e estamos a aumentar essas zonas sensíveis: p.ex. Jardim da Estrela) não se pode parar (Bairro Alto e Castelo) e depois há o esforço junto das empresas e elas declaram que já o estão a fazer e esse esforço vai ser mais visível. Há necessidade de aumentar o número de lugares de estacionamento para este tipo de veículos e se necessário estamos a pensar aumentar as regras de estacionamento para que parem apenas nos lugares assinalados”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

Aquisição de blocos de cartões Empark pré-comprados pela Junta de Freguesia para apoio ao comércio na freguesia [Respondida]

Os Subscritores propõem que a Junta de Freguesia do Areeiro contacte a Empark por forma a adquirir blocos de cartões pré-comprados (100 unidades cada) que garantem um acesso a um preço muito baixo ao estacionamento (perto da Guerra Junqueiro temos o Parque Londres e o da Alameda) e agilize a sua distribuição aos comerciantes do Areeiro por forma a que estes os possam redistribuir- em troca de compras – aos seus clientes.
Esta medida permitiria – por um custo baixo – atrair mais actividade comercial e aumentar a quantidade de carros nos parques subterrâneos (subocupados!) reduzindo, consequentemente, os veículos em estacionamento de superfície para moradores.

Relacionado com
http://vizinhosdoareeiro.org/pedido-de-negociacao-de-descontos-nas-avencas-empark-no-areeiro/

Subscritores:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Benavente
Isabel Tomas Rodrigo
Zélia Brito
Maria Cortez Caetano
Pedro Tito de Morais
Leonilde Ferreira Viegas
Ana Sampedro
Bruno Beja Fonseca
Ana Coelho
Francisco Lopes da Fonseca
Dulce Amaral
Rosarinho Quina
Isabel Gameiro
Mariana Bettencourt
José Nini Oliveira
Irene Coelho
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Carla Caló
Fernando Anjos
Maria João Morgado
Daniel Portugal
Belicha Geraldes
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Stela Correia
Eduardo Natividade
Lezíria Couchinho
Renato Calado Rosa
Teresa Aroso
Margarida Reis
Maria João Oliveira
Margarida Botelho
Lidia Monteiro
Luisa Cunha
João Ribafeita
Eugenia Maria Sobreiro
Maria Martins da Silva
Maria Dulce Sousa
Manuela Melo
Ana Baptista
Neuza Carmo
Elsa Santos Alípio
Elisabete Carvalho
Patricia Saldanha da Gama
Filipe Aguilar
Mafalda Sequeira
Joao Pina Cardoso
António Gonçalves da Silva
Gonçalo Mil-Homens Pedreira
Ana Paula Magalhaes
Margarida Egea
Paulo Barbosa
Catarina Pereira
Cristina Leitao
Vítor Junqueira
Antonio Sequeira
Liliana Costa
Pedro Santos
Frederico Batista

Actualização de 27.11.2018:
“GAP/ 2747 /2018
Exmos. Senhores,
Em referência ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de acusar a receção do email de V. Exas. que nos mereceu a melhor atenção e informar que este assunto está a ser conduzido pela EMEL e tanto quanto nos foi informado, esta, irá reunir com a representante da Associação de Comerciantes.”

Reunião com Vereador Miguel Gaspar

A 14 de Novembro teve lugar uma reunião com o Vereador Miguel Gaspar (Mobilidade e Segurança ) e a Diretora Municipal Francisca Ramalhosa (Direção Municipal da Mobilidade).

Na reunião foi apresentada também a associação dos Vizinhos em Lisboa que integra vários núcleos de vizinhos em Lisboa, o modo de funcionamento do coletivo e passou-se a abordar as várias propostas e sugestões que os Vizinhos têm feito à autarquia nos últimos meses.

Proposta À CML: Tornar O Bairro Dos Actores Numa Zona 30

2018-10-30

Os subscritores propõem que a CML avalie a passagem do Bairro dos Actores a uma “Zona 30” dado que se trata de um bairro fortemente residencial, grande e sem avenidas a atravessá-lo.

Paralelamente, apelamos à autarquia que – independentemente da avaliação acima citada – aumente o número de passadeiras elevadas (como a que já existe na Abade Faria) assim como o reforço da sinalização vertical de sentido de trânsito e espelhos em alguns cruzamentos deste Bairro de pior visibilidade.”

http://vizinhosdoareeiro.org/proposta-a-cml-tornar-o-bairro-dos-actores-numa-zona-30/

> A proposta fui muito bem acolhida e será alvo de estudo. De ressalvar que no começo da Rua Abade Faria já existe uma passadeira elevada (como as que são instaladas nos bairros tornados em Zona 30) e que a proposta surgiu de moradores.

“Arrumadores” na Av Guerra Junqueiro: Dupla Tributação e Apelo à sua integração social

2018-07-02

https://vizinhosdoareeiro.org/arrumadores-na-av-guerra-junqueiro-dupla-tributacao-e-apelo-a-sua-integracao-social/

“Os Subscritores desta mensagem apelam à CML e, em particular, à Polícia Municipal que adoptem medidas nas zonas de estacionamento reguladas pela EMEL por forma impedir a “dupla tributação” que decorre da actividade dos arrumadores de carros que operam nestas zonas (p.ex. Na Av. Guerra Junqueiro).

Apelam ainda à CML que identifique eventuais carências sócio-económicas destas pessoas e actue em conformidade à sua integração social.”

> O Vereador indicou que seria feito um reforço do policiamento local mas concordou que era um problema de natureza social e que os serviços sociais iriam ser informados no sentido de se sinalizar o problema. O problema não ocorre apenas neste local (p.ex.ocorre também junto à capela da Igreja S. João de Deus e noutras zonas da cidade).

“Dia Verde” para a Carris: Sugestão à CML                

2018-03-05 14:47

http://vizinhosdoareeiro.org/dia-verde-para-a-carris-sugestao-a-cml/

“Os subscritores sugerem à CML (enquanto gestora da Carris) que esta avalie os modelos inovadores em ensaio, por exemplo, em Londres pela Citymapper e que, através de uma app de telemóvel permitirão reservar antecipadamente lugares nos miniautocarros de oito lugares para percursos urbanos e o modelo que a Uber está a experimentar nos EUA e que permite que veículos reservados numa app aguardem num dado local até à chegada de quem fizer a reserva e que se aplicaria, igualmente, a este tipo de miniautocarros.

Sugerimos ainda à Carris que esta empresa teste durante algum tempo um “Dia Verde”, por exemplo, a primeira segunda-feira de cada mês em que o transporte fosse gratuito por forma a aferir o impacto na cidade, poluição e circulação urbana de uma eventual gratuidade do transporte público em Lisboa”

> A primeira parte da proposta já é, em certa medida, cumprida pelo Areeiro Porta a Porta (embora a divulgação do serviço esteja longe de ser perfeita: mas este é um serviço da Junta não da CML)

> A proposta do “dia verde” foi já, ensaiada, na Semana da Mobilidade e não terá tido uma adesão significativa. A CML vai estudar a proposta na direcção do projecto, em estudo, de um “dia sem carros” mensal, estando a Avenida da Liberdade e Saldanha na lista de locais onde esse projecto poderá ser implementado. Está também a ser avaliada a hipótese de criar um dia “play on the street”, tendo o vereador desafiado a Associação para propor um local, que poderia ser no Bairro dos Actores com a reserva para trânsito pedonal e de meios ligeiros de mobilidade num dia (ao modelo ao que fazia a EGEAC junto ao Maria Matos). Outra opção seria uma rua perto de um estabelecimento de ensino na freguesia. Ambas as opções (e outras: ainda por identificar) estão em avaliação. A medida deverá ser ainda articulada com a junta, existindo interesse da população.

> O “Cartão Navegante Escola” pode ser pedido pelos colégios privados (alguns já aderiram) e procurou saber se o colectivo de moradores poderia divulgar a existência desta facilidade junto da rede de moradores.        

Estacionamento Selvagem Em Torno Do Pavilhão Do Casal Vistoso                

2018-07-23

https://vizinhosdoareeiro.org/estacionamento-selvagem-em-torno-do-pavilhao-do-casal-vistoso/

“É frequente – em eventos patrocinados pelo município – assistir ao estacionamento caótico na rua de acesso ao Pavilhão Municipal Casal Vistoso: os autocarros e carrinhas que transportam utentes a estes eventos estacionam em segunda fila, com motores ligados e usando e abusando da sinalização sonora

Porque é que estes veículos não utilizam o parque da Sarmento Beires para estacionar depois de largar as crianças?

Porque é que não desligam os motores, cujo ruído se propaga para dentro dos apartamentos?

De considerar, também, o desvio de tráfego não local para o descampado acima do pavilhão, sem entrar na João da Silva, que devia ter um só sentido, abrindo-se uma rua para permitir a circulação à volta do pavilhão com o sentido único e uma outra saída”

> A autarquia irá contactar a gestão do parque por forma a que esta reforce as instruções dadas aos motoristas para que não deixem os motores ligados enquanto esperam os seus passageiros evitando assim a criação de ruído e poluição desnecessária. As restantes partes da proposta serão analisadas

> Vai analisar a recomendação da AML também referente ao estacionamento e circulação nestes arruamentos.

Happy Hour EMEL Para Clientes De Zonas Comerciais (proposta)                

2018-09-06

http://vizinhosdoareeiro.org/happy-hour-emel-para-clientes-de-zonas-comerciais/

“Propomos que a EMEL entre as 1230 e as 1430 reserve uma certa quantidade de lugares de estacionamento gratuitos (claramente identificados) para estacionamentos junto a zonas comerciais ou de restauração por forma a incentivar a vida comercial local.

Estas zonas em “happy hour” seriam gratuitas para veículos com dístico da EMEL (de outras zonas): para não promover uma maior entrada de veículos na cidade.

Esta iniciativa poderia ter uma zona piloto na Av Guerra Junqueiro”

> A Empark tem uma opção que consiste na existência de cartões pré-comprados (em blocos de 100 unidades cada) que garantem um acesso gratuito na primeira hora e a um preço muito baixo nas seguintes ao estacionamento (perto da Guerra Junqueiro temos o Parque Londres e o da Alameda). A CML está a estudar formas de que essa distribuição e divulgação junto aos comerciantes possa ocorrer.

Pedido de recuperação de lugares de estacionamento no Areeiro        

2018-07-12

https://vizinhosdoareeiro.org/pedido-de-recuperacao-de-lugares-de-estacionamento-no-areeiro/

“Existem na freguesia do Areeiro vários lugares de estacionamento que carecem de revisão por parte da CML por forma a recuperar para moradores alguns lugares de estacionamento. Em particular:

a. Rua Augusto Gil: O novo bar “victor horta” tem reservado estacionamento nocturno pela colocação de pinos com corrente no que era uma antiga garagem. Esta reserva é legal?

b. Av Óscar Monteiro Torres: uma igreja tem aqui uma reserva de estacionamento permamente, mesmo nos horários em que não em funcionamento (pede-se limitação horária)

c. Loja de Móveis Universal da Sacadura Cabral (Nº27): Antiga garagem transformada em loja e com alerta (falso?) de reboque em caso de estacionamento

d. Av Marconi: Junto ao stand da Opel com lugares reservados com pinos por proprietário. É legal?

e. Antigo Colégio Paula Frassinetti na Av México, 7: Esta escola já fechou mas as reservas de estacionamento continuam no local

f. Antigos CTT das Olaias na Rua Sarmento de Beires

g. Lugares da AML reservados em frente ao fórum Lisboa. Já que a CML quer estimular políticas de mobilidade, pode começar por dar o exemplo e acabar com as reservas de estacionamento para si própria (há um parque de estacionamento no subsolo do Fernando Pessa)

Os Subscritores pedem à CML que reveja estas reservas e corrija qualquer situação menos regular.”

> Lista foi bem acolhida e será alvo de análise por parte da Direção Municipal da Mobilidade já que se poderá traduzir numa recuperação significativa de lugares de estacionamento para moradores.

> De igual modo o autarquia mostrou disponibilidade para avaliar a passagem a estacionamento reservado a moradores de mais arruamentos do Bairro dos Actores se entendido necessário. Foi apresentada uma proposta para introdução de uma ciclovia na Rua Atriz Virgínia com vista a ligação da Praça de Londres a Marvila, ciclovia essa que pode ter um percurso alternativo pela Av. Afonso Costa. A Associação sugeriu que caso a opção fosse a Atriz Virginia, onde a ciclovia ficaria melhor integrada, instalar-se uma nova zona de estacionamento na Rua João Castilho para compensar, igualmente, essa perda de lugares (tal opção daria, em tese, inclusivamente um crescimento dos lugares de estacionamento disponíveis no Bairro dos Actores o Bairro na freguesia do Areeiro onde mais falta de lugares de estacionamento – especialmente de noite – se faz sentir junto dos moradores). De sublinhar que esta decisão ainda não está tomada sendo a Avenida Afonso Costa a outra opção.

Propostas De Melhoria Ao Sistema De Bicicletas GIRA                

2018-09-13

http://vizinhosdoareeiro.org/propostas-de-melhoria-ao-sistema-de-bicicletas-gira/

“Tendo em conta que se têm multiplicado os relatos de problemas com o reconhecimento do termo da viagem pelas docas, que se aproxima a entrada plena em funcionamento da rede e os impactos que estes erros poderão ter na confiança e, logo, na adesão ao sistema propomos que:

1. O fim da viagem seja realizado através da App, após a bicicleta ter sido colocada na doca apropriada, obtendo assim uma confirmação na aplicação de que foi concluída com sucesso. Caso a bicicleta não tenha sido colocada devidamente no local ou exista algum problema com a doca a aplicação não deixará realizar o fim de viagem, tendo assim o utilizador conhecimento imediato da existência de um problema (este procedimento será à semelhança de aplicações como a DriveNow que exige esse passo ao utilizador de forma a garantir o fim de viagem)

opcionalmente o sistema poderia enviar um SMS informando o utilizador de que a viagem foi concluída com sucesso.

2. A verificação da rotina que na App dá por concluído o percurso. Há relatos de que, por vezes, quando o percurso termina a App continua a contar o tempo. E há que desligar a app, voltar a ligar, clicar em mapa, para só aí terminar a viagem e pede a pontuação.

3. Propomos também a adição de um alerta ao utilizador que após uma utilização anormalmente longa (superior a, por exemplo, uma hora) envie um SMS de alerta.

4. A instalação de sensores de peso que alertem para a possível presença de dois utilizadores no equipamento

Bloquear o uso simultâneo, a partir da mesma conta e em telemóveis diferentes de uma bicicleta GIRA por forma a dificultar os abusos de utilização do sistema.”

> A proposta foi apresentada e será analisada.

> Foi abordada a actual carência de bicicletas GIRA e os problemas de disponibilidade de bicicletas e de manutenção junto do operador. A situação melhorou, nos últimos dias, tendo passado de menos de 290 para mais de 400 esperando-se um reforço significativo do parque em breve, até às 700 unidades e a satisfação do plano inicial de 1400 até fevereiro de 2019. Estes problemas têm ditado a suspensão de abertura de novas estações (como a da Av de Paris), que deverão alcançar as 140 apenas quanto as 1400 GIRA estiverem operacionais.

> Foram apresentadas sugestões como a inserção de um questionário avaliativo do regras e boas práticas de uso de bicicletas na app móvel e a afixação das mesmas nas estações, assim como a da colocação de um nº único identificativo das bicicletas nas mesmas por forma a facilitar utilizadores que não respeitem as regras e a trazer mais responsabilidade ao uso do sistema.

> A questões das trotinetes eléctricas foram abordadas, especialmente no que concerne à sua presença, em estacionamento, sobre o passeio. A CML confirmou que os hotspots sobre o passeio são da sua responsabilidade e que serão criados novos em breve para acolher os novos operadores que devem estar prestes a entrar no mercado sujeitando às mesmas regras já acordadas com a Lime.

> A CML vai reforçar o número de estacionamentos para bicicletas e motas e instalar barras de segurança em 800 dos já existentes (um pedido insistente dos moradores)

        

Sugestão sobre eventual alteração à circulação na Av de Paris                

2018-03-27

http://vizinhosdoareeiro.org/sugestao-sobre-eventual-alteracao-a-circulacao-na-av-de-paris/

“Caso se confirmem as alterações à circulação automóvel na Av. de Paris, nomeadamente a inversão do sentido entre Praças (Londres/Pasteur), os subscritores sugerem à CML que sejam eliminados os dois lugares de estacionamento na entrada, após o túnel, da Rua Presidente Wilson, um na sequência da Padaria Portuguesa (dir.) e o da Pastelaria Zurique (esq.), por forma a não impedir o trânsito automóvel, em especial de veículos pesados, afectos à recolha de “lixo”, Pingo Doce, colégios, bombeiros, ambulâncias, mudanças (etc).

A entrada deve apresentar-se desobstruída para garantir a fluidez de trânsito e o livre acesso dos veículos em socorro e marcha de urgência.

Relembramos, a estrutura dos edifícios da “Wilson”, “Paris” e “Pasteur”, possui pavimentos em vigamento de madeira, propagadores rápidos de fogo aos pisos superiores, com o perigo de um pequeno incêndio tomar por completo um edifício com dezenas de frações.

Sugerimos que a perda de lugares, pelo descrito e pelas ciclovias a instituir, seja compensada por um Protocolo, de baixa renda para residentes, com os operadores dos parques de estacionamento próximos, na garantia que a cidade é todos e para todos.”

> A sugestão foi bem acolhida, especialmente no ponto da Presidente Wilson. O ponto que refere os preços de estacionamento vai merecer uma abordagem numa escala maior já que todos reconhecem que há um problema de fraca optimização dos lugares em parque em Lisboa estando, nomeadamente, um piso inteiro do parque da Alameda encerrado, como é, aliás, do conhecimento público.

Túnel no Jardim Fernando Pessoa (sugestão de aumento de segurança pedonal)        

2018-06-15

https://vizinhosdoareeiro.org/tunel-no-jardim-fernando-pessa-sugestao-de-aumento-de-seguranca-pedonal

“Os Subscritores solicitam à CML a alteração do pavimento do acesso ao Jardim Fernando Pessa pela Rua Cervantes, por ‘calçada do tipo passeio’ — valorizando a circulação pedonal num percurso em túnel sem passeio, com reduzida iluminação e pavimento irregular — por forma a minimizar os riscos de circulação. Em conformidade, requerem que seja considerada a sinalização de “via partilhada (Artigo 78.º do Código da Estrada — A Zonas de Coexistência)”

> A proposta foi bem acolhida pela CML que desencadeará agora um estudo no sentido de estudar a sua viabilidade.


No termo da reunião, o Vereador e a Directora Municipal fizeram questão de valorizar o papel da Associação pelo seu papel ativo de cidadania.

“Criar mais estacionamento em Lisboa pode “convidar” ao uso do carro e desincentivar mobilidade sustentável” [O Corvo]

“Apesar dos constantes anúncios de mais lugares de estacionamento em Lisboa, eles parecem sempre ser insuficientes para a procura. Provam-no os protestos frequentes de quem mora ou trabalha na capital. Que acontecem agora com mais intensidade, quando a EMEL expande as zonas tarifadas para os bairros onde ainda não operava. Até 2022, deverá controlar mais 60 mil lugares na via pública. A empresa municipal e a câmara vão respondendo às queixas, prometendo “mais bolsas de estacionamento”. Prevêem-se 5.600 novos lugares em parques fechados, no mesmo período. Dinâmica que parece contraditória com o objectivo da autarquia de reduzir a dependência face ao automóvel, privilegiando os transportes públicos. Criar mais estacionamento não será, afinal,  o oposto da mobilidade sustentável? Há quem considere existir “falta de coragem política para mostrar os números”. Mas também quem enfatize o que de bom tem sido feito. Certo é que a nível internacional há cada vez mais cidades a suprimir o espaço dado aos carros.

Os próximos anos serão de crescimento para da EMEL (Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa), que passará a explorar mais 60 mil lugares na via pública, até 2022. Só no próximo ano, surgirão 20 mil. Valores a somar aos 78 mil lugares tarifados e de residentes que se estima estarem disponíveis até ao final de 2018. Ou seja, prevê-se que, daqui a quatro anos, a empresa controlará 138 mil lugares de estacionamento na via pública. Dinâmica que tem muito que ver com o alargar da malha de influência para as zonas da cidade onde ainda não operava, as quais deixarão progressivamente de existir – desde Agosto de 2016, aliás, todo o território da capital está sob sua jurisdição. Em paralelo, a empresa garante no último plano de actividades – em que prevê também o próximo quadriénio -, 5.600 novos lugares, disponíveis até ao final desse período, distribuídos por parques dissuasores e para residentes da cidade.

Parecem números relevantes, sem dúvida. Mas não será este crescimento da oferta de parqueamento regulado contraditório com a propalada menor dependência do automóvel, em favor da mobilidade sustentável? Há quem ache que sim. “Há uma grande falta de coragem política para mostrar os números e dizer às pessoas que não há possibilidade de oferecer mais lugares e para todos. Não está escrito em lado nenhum, na Constituição da República Portuguesa, que os poderes públicos têm de garantir lugares de estacionamento para os donos de automóveis particulares”, diz Mário Alves, consultor na área da mobilidade e dos transportes e, em simultâneo, dirigente da MUBI (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta) – estando também vinculado à Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACAM). E se tem uma visão crítica em relação ao papel central desempenhado pelo automóvel na nossa sociedade, Mário acaba por ter uma apreciação bem menos negativa da entidade que regula o estacionamento na capital portuguesa – e que tão odiada parece ser por muita gente.

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Até 2022, serão criados 5.600 lugares em parque dissuasores e vocacionados para residentes

“Apesar de tudo, há quem perceba que a intervenção da EMEL é, provavelmente, a única forma de proteger o bairro. Mas a generalidade das pessoas vai estar sempre insatisfeita, vai sempre protestar. Até porque se criou a ideia de quem protesta consegue sempre uma cedência dos decisores políticos”, afirma o investigador e activista por um padrão de mobilidade mais ecológico, lamentando “os maus hábitos”  decorrentes da dependência generalizada em relação ao automóvel. Afinal, até os 12 euros anuais de emolumentos relativos à renovação o “selo da EMEL” – “quase o valor de uma bica por mês” – são contestados por muitos.

“É sempre impossível garantir a satisfação do desejo de estacionar à porta de casa, em zonas urbanas, e será sempre impossível garantir estacionamento no próprio bairro, no caso das zonas históricas”, diz Mário Alves, lembrando que, no caso da cidade holandesa de Amesterdão, as zonas históricas têm limite de emissão de cartões de residente e filas de espera de vários anos para a obtenção desses comprovativos. “Quem está à espera tem que estacionar na periferia da cidade e apanhar transporte público para casa”, explica.

Por isso, o especialista em mobilidade reconhece ser necessário distinguir entre áreas da cidade. Deve-se começar em zonas mais centrais e, “depois, gradualmente, entrar nas restantes”. No entanto, é sabido que tal tem consequências: “Faz sentido entrar numa freguesia por fases. É um dominó. Logo que uma zona seja controlada pela EMEL, não só os resultados positivos para os moradores serão óbvios, como a situação ficará pior nas zonas adjacentes não controladas”. Mário Alves salienta, contudo, que uma fragmentação muito grande de certas áreas, como em breve acontecerá nos Olivais, “pode causar problemas”. Embora tal partição possa funcionar como forma de penalizar o desejo de se usar o carro para ir a zonas próximas da habitação. Um “hábito que, por vezes, poderia ser substituído pelo andar mais a pé ou pela criação de sistemas de transporte público de bairro para idosos”, defende.

Da mesma forma, considera fazer sentido “estudar formas rigorosas de distribuir cartões de visitas de apoio para idosos”, os quais, muitas vezes, não têm carro e são dependentes da ajuda dos filhos. Tal como vê como positiva a criação de zonas exclusivas para residentes em ruas sem comércio, para assim se evitar a circulação de procura de lugares para arrumar o carro em arruamentos “que deveriam ter pouco tráfego”. A isso acrescenta a necessidade de se garantir a rotação dos veículos que vão estacionando nas zonas tarifadas, limitando o seu tempo de paragem num lugar. “Quando queremos transportar 20 litros num garrafão de 5 litros, temos que o encher e esvaziar várias vezes”, diz. Mas essa abordagem não pode servir para contornar o óbvio, avisa: a cidade não tem lugares para tantos carros. “Mesmo nas zonas mais periféricas, como Telheiras, não é possível fornecer lugares para todos”, afirma.

O mesmo acha Paulo Muacho, deputado independente na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), que, em Setembro passado, no debate sobre a apresentação, por Fernando Medina (PS), do relatório trimestral das actividades da Câmara Municipal de Lisboa (CML), refreou o entusiasmo do presidente da autarquia pela anunciada criação de mais bolsas de estacionamento. “É contraciclo querer reduzir o número de carros que circulam dentro da cidade de Lisboa, aumentar a utilização do transporte público e de soluções de mobilidade partilhada e suave e, simultaneamente, aumentar o número de lugares de estacionamento em zonas como Entrecampos, Beato, Penha de França e Alto dos Moinhos”, disse eleito, naquele momento.

E fundamentou tal argumento: “A lógica de que cada família tem direito a um, dois ou três carros e que esses carros devem ter lugares de estacionamento garantidos é insustentável e não é acessível a todos. O espaço público, cada vez mais um bem escasso, deve ser usufruído pelas pessoas e não servir para o estacionamento de veículos, que estão 95% do seu tempo parados e sem utilização”. Apesar de apontar os esforços feitos pela câmara municipal, nos últimos anos, na criação de “incentivos positivos” à utilização dos transportes públicos, de bicicletas e de outras formas de mobilidade menos poluente e partilhada, o deputado municipal salientava também a dificuldade de mudança de comportamentos “sem a existência de incentivos negativos”.

Ouvido agora por O Corvo, Paulo Muacho reafirma que considera como “muito positivo” o trabalho desenvolvido pela autarquia da capital na área da mobilidade. Mas reforça, porém, a sua discordância com os planos de criação de novos parqueamentos com dinheiros públicos. “O investimento de recursos da Câmara de Lisboa para esta área deveria concentrar-se, sobretudo, na coordenação dos transportes públicos e não em parques de estacionamento. Não faz sentido estar, agora, a construí-los em zonas tão centrais como Entrecampos ou Penha de França. Acabam por funcionar como incentivos para que as pessoas mantenham o seu carro e circulem com ele dentro da cidade”, afirma o eleito independente.

Uma perspectiva que, nessa reunião de há dois meses na assembleia municipal, até acabou, afinal, por ser, em parte, partilhada pelo presidente da câmara municipal. Respondendo à crítica feita pelo deputado municipal à criação de mais estacionamento em Lisboa, Fernando Medina admitiu que, “a partir de determinado momento, pode haver a ideia de existir incoerência relativamente aos objectivos de política”. Mas, logo de seguida, afirmou a sua descrença em tal percepção, tal “o nível em que estamos e nas zonas de que estamos a falar”. Apesar de considerar que o “modelo actual de utilização do veículo individual – em que, por dia, entram 375 mil veículos em Lisboa – é completamente insustentável”, Medina admitiu que a pressão sentida pela câmara para responder à escassez de parqueamento não vem só de fora da capital. “Em muitas zonas da cidade, não temos estacionamento para a primeira viatura. Não existe e temos que o criar”, disse, resignado.

Isto apesar de, como alguns notam, em nada a legislação nacional obrigar a administração pública a assegurar a criação de parqueamento para privados. Na verdade, se se olhar para as dinâmicas mais recentes a nível global, pelo menos nas sociedades mais afluentes, poder-se-á perceber que grande parte da opinião pública portuguesa – manifestamente arreigada ao uso do automóvel, muitas vezes encarado como direito inalianável – está em contracorrente com o correr dos tempos. O mesmo sucedendo também com parte do poder público, dela dependente eleitoralmente. “Na própria assembleia municipal, há forças que se dizem ecologistas e defendem, com unhas e dentes, o direito a usar o carro e a estacionar em qualquer lado”, nota Paulo Muacho, ao salientar o quão implantado na sociedade portuguesa continua a estar o uso do veículo individual.

Em diversos países, está-se já a trabalhar no sentido não apenas de suster o crescimento das áreas de circulação e de parqueamento de veículos particulares, mas também de as reduzir. É o caso de Oslo, capital norueguesa, onde a zona central está quase toda vedada ao automóvel, num exemplo dado, recentemente, pelo jornal The Guardian, no âmbito de uma reportagem sobre os problemas associados ao estacionamento em contexto urbano. Nele apontava-se a cidade inglesa de Nottingham como “uma das primeiras do mundo a aumentar o preço do estacionamento tarifado e a reinvestir as receitas daí provenientes em transportes públicos”. Operação que, notava-se, gerou enorme contestação, mas acabou por ser aceite pela maior parte da comunidade. Embora tenha havido grande resistência de quem sugeria que a cidade estava a tornar-se “inimiga dos condutores”, admitia Jane Urquhart, vereadora local, o maior desafio terá sido explicar às pessoas que, na verdade, o espaço público não é de quem estaciona. “Todos acham a rua um activo muito valioso, mas ninguém quer pagar por a ocupar”, assinala a responsável.

Nessa mesma investigação do diário britânico, referia-se que a cidade suíça de Zurique impôs uma quota máxima de parques de estacionamento. Isto significa que, se uma empresa quiser construir um novo, terá de pagar para que um dos existentes seja desactivado. Em igual sentido, na Cidade do México, até há pouco tempo, os novos empreendimentos imobiliários obrigavam os promotores a construir um número mínimo de lugares para estacionar carros. Mas o paradigma foi invertido. Agora, impôs-se um tecto para tais infra-estruturas, com penalizações financeiras agravadas a quanto mais espaço for dedicado a tal funcionalidade. Receitas essas que os responsáveis pela gestão da capital mexicana decidiram reinvestir na infra-estrutura de transportes públicos. Também Madrid se prepara para, a partir de 30 de Novembro, apenas permitir o acesso ao centro de veículos considerados “não poluentes”. O objectivo é reduzir a poluição em 40%, mas também o tráfego em 37%, permitindo dar mais espaço a peões, a bicicletas e a meios de transportes sustentáveis. Tudo em nome do ambiente.

Políticas que, no fundo, até se encontram em linha com o discurso oficial de Lisboa, cuja autarquia tem enfatizado a necessidade imperiosa de se apostar na mobilidade sustentável. Como parte dessa estratégia, a câmara municipal da capital portuguesa assumiu a gestão da Carris, a 1 de Fevereiro de 2017, cumprindo assim um objectivo há muito preconizado pela liderança socialista da autarquia. Dessa mesma estratégia fazem parte a EMEL, a nível concelhio, mas também os diversos operadores de transportes públicos, numa escala mais vasta, abarcando toda a Área Metropolitana de Lisboa. Após negociações com o Governo, foi recentemente anunciada criação da marca Carris Metropolitana, sob a qual passarão circular, a partir de Abril de 2019, todos os autocarros da Grande Lisboa, assistindo-se em simultâneo a uma redução significativa do preço dos passes. Medidas elogiadas pela generalidade dos observadores.

 

Então, porquê continuar a apostar no aumento da oferta de lugares de estacionamento? Não será essa uma medida contraproducente, tendo em conta o objectivo de retirar automóveis das zonas centrais de Lisboa? “Em todos os inquéritos à utilização do veículo individual, é assumido que, se houver estacionamento, as pessoas vão aproveitar”, refere a O Corvo Luís Picado dos Santos, professor catedrático da área dos transportes no Instituto Superior Técnico (IST), não deixando de notar que, sem surpresa, “cobrar pelo estacionamento pode cortar esse impulso”. A existência de estacionamento público pago e controlado disponível, como é o caso do gerido pela EMEL, pode ser o mal menor para muita gente, nota o académico. “Não podemos diabolizar o transporte individual. Para muita gente que tem filhos ter de usar, em exclusivo, o sistema de transportes públicos actual seria um pesadelo. Se, na mesma casa, duas pessoas vão mais ou menos para a mesma zona, e tendo em conta o que existe, naturalmente vão escolher o carro”, analisa.

O professor defende, contudo, que tal opção terá de deixar de ser vista como natural, através de uma clara aposta política na “mobilidade como serviço de qualidade” e, ao mesmo tempo, valorizando “uma vida ambiental mais limpa”. Apesar de reconhecer que há ainda muito a fazer na melhoria dos transportes públicos, Luís Picado dos Santos entende que, ao contrário do que é muitas vezes referido, “Lisboa até é servida com uma densidade razoável de transporte de massas”. “Aquilo em que se tem de apostar, sobretudo, é na mudança de paradigma, em que as pessoas percebam claramente a diferença entre ser dono de um veículo e o ser dono da possibilidade de se mover”, diz. Essa alteração do padrão da mobilidade pressupõe resistências, leva tempo. “Isto tem uma evolução. A minha geração tinha como objectivo ter um carro ou dois. As novas gerações têm outra visão”, assinala o investigador, que tem 58 anos.

Se se passar a verificar – e só quando isso suceder – uma percepção generalizada da melhoria dos sistemas de transportes públicos, poder-se-á então começar a pensar em eliminar lugares de estacionamento. “Se tivermos um sistema de transportes públicos que funcione, os poderes públicos ganham legitimidade para suprimir o estacionamento ou, pelo menos, não serem tão permissivos com o mesmo”, diz o deputado municipal Paulo Muacho, admitindo, todavia, não estarem ainda reunidas as condições para se dar tal passo em Lisboa. Mas, sugere, poderia suspender-se, a partir de agora, a construção de novos parques. “Para já, dever-se-ia canalizar esses recursos para soluções partilhadas de mobilidade, não investindo em mais estacionamento. A médio e longo prazo, pode-se pensar em começar a penalizar o uso do carro. Neste momento, não é exequível”, considera. “Estas mudanças têm de ser feitas com as pessoas”.

Algo que outros observadores consideram não estar, todavia, a acontecer. Suprimir lugares de estacionamento? “Isso já tem estado a ser feito, de uma forma gradual. Veja-se o que aconteceu nas obras de requalificação do Eixo Central ou da Avenida Guerra Junqueiro. Cortou-se no espaço disponível para arrumar o carro”, comenta Rui Martins, porta-voz do movimento de residentes Vizinhos do Areeiro, criticando o que avalia ser a forma pouco criteriosa como a EMEL e o município têm gerido a ocupação do espaço público por um parque automóvel com uma dimensão superior ao número de lugares existentes. “Esses lugares que a EMEL agora diz criar são, no fundo, os que já existiam, mas estavam desregulados. Não estavam sob a sua alçada. Isso muda e eles anunciam-nos como sendo novos”, critica, sugerindo que, na verdade, o que se está a verificar é apenas o alargamento do universo das zonas tarifadas, sem que se aumente a oferta de parqueamento.

Mas o activista urbano não se fica por aqui nos reparos. “Existem vários parques que estão concessionados e se encontram vazios. Só na zona de Alvalade e Areeiro, durante a noite, devem existir cerca de dois mil lugares sem utilização, os quais poderiam bem ser ocupados por residentes. O Bairro dos Actores, por exemplo, é dos mais mal servidos de estacionamento. Durante a noite, vêem-se ali muitos carros mal estacionados, uns em cima do passeio, outros em cima de passadeiras, e não existe qualquer fiscalização”, descreve, salientando que os parques concessionados poderiam ajudar a resolver o problema. Mas tal não acontece, diz, porque “são caros”.

Outra das situações que os Vizinhos do Areeiro consideram contribuir para a escassez de soluções para arrumar o carro tem que ver com o fenómeno das “falsas garagens”. Naquela freguesia, e um pouco por toda a cidade, existem estabelecimentos comerciais e escritórios que funcionam em antigos acessos de garagem e continuam a ostentar a placa relativa ao “artigo 50” – segundo o qual não se pode estacionar nessas zonas, devido à suposta serventia de acesso a um parque automóvel. “Perdem-se assim lugares que poderiam existir e estar ao serviço de todos”, comenta. Numa recente contabilização, Rui Martins encontrou 23 casos destes na freguesia do Areeiro. Uma questão relevante, é certo, mas que terá dificuldade em entrar no topo da lista das prioridades dos responsáveis pela gestão da mobilidade de uma cidade onde, por dia, circulam cerca de 750 mil veículos.”

(O Corvo)

Criar mais estacionamento em Lisboa pode “convidar” ao uso do carro e desincentivar mobilidade sustentável

Falsas Garagens e Estacionamento no Areeiro [Respondido]

Num primeiro levantamento, só no Areeiro, existem, pelo menos, 23 lugares de estacionamento perdidos por “falsas garagens”: antigos acessos a garagens que funcionam hoje como lojas ou empresas (algumas há mais de 20 anos). Como o passeio em frente a estas antigas garagens é rebaixado, a Policia Municipal e a EMEL não fiscalizam estas ocupações de estacionamento e os seus utilizadores (inquilinos ou proprietários) afixam sinais “Art. 50” por forma a reservarem, para si, o estacionamento frente a estes passeios rebaixados (a PM e a EMEL apenas multam veículos aqui estacionados a pedido dos proprietários ou inquilinos destas antigas garagens).
Estimamos que, em toda a cidade de Lisboa, existam mais de 600 lugares de estacionamento nas mesmas condições o que equivale a um parque de estacionamento de grandes dimensões que, assim, está perdido para os residentes.
Sendo que a autorização e fiscalização dos acessos a garagens compete à divisão DCMIVP/DPCIVP da CML os subscritores pedem a este serviço da CML que faça uma revisão da condição destes lugares de estacionamento realizando, se caso disso for, a sua devolução aos moradores.
Requeremos igualmente, por forma a poupar o erário público que em vez de se remover o passeio rebaixado sejam colocados sinais verticais (mais baratos) regulando este estacionamento e que a autarquia pondere a possibilidade de aplicar coimas a todas as afixações, por particulares, de sinais “Art. 14” ou “Art. 50” neste tipo de lugares de estacionamento.

Alguns exemplos (alguns com mais de um lugar):
Av Marconi, 16
Rua Augusto Gil, 11
Rua Capitão Ramires, 14
Rua João Villaret, 33
Rua Agostinho Lourenço (Loja Triumph)
Rua Vítor Hugo, 12
Rua Vítor Hugo, 14
Rua Vítor Hugo, 16
Av Padre Manuel da Nóbrega, 14
Av Padre Manuel da Nóbrega, 16
Av Óscar Monteiro Torres, 21
Av Óscar Monteiro Torres, 45
Av Óscar Monteiro Torres, 67
Rua Egas Moniz, 11
Rua Casimiro Freire, 9
Rua Actor Isidoro (ao lado dos CTTs)
Rua Actor Isidoro, 3
Rua do Garrido, 54
Rua Carlos Mardel, 107
Rua Carlos Mardel, 111
Rua Augusto Machado, 14

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Madalena Matambo Natividade
Carmosinda Veloso
Luis Seguro
Elvina Maria Reis Rosa
Jorge Santos Silva
Leonardo Rosa
Zélia Brito
Henrique Ribeiro
Nuno Miguel Cabeçadas
Isabel Tomas Rodrigo
Rogério Martins
Elsa Felizardo
Rui M. Sousa
Teresa Raposo
Pedro Tito de Morais
Pedro Pinto
Ana Costa
Diogo Mendonça
Sofia Carvalho Coelho
Francisco Lopes da Fonseca
Sandra Leite
Rita Jacobetty
Ana Sampedro
Emilio Santos Pinto
Teresa Ferreira
Anabela Gouveia
Maria João Gracio
Inês Santos
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Luis Gomes
Irene Coelho
Maria Graça
Belicha Geraldes
Marta Campos
Elisabete Carvalho
Teresa Maria Braga Abecasis
Maria Mar
Ilda Cruz
Lilia Morais
Celestina Costa
Jaime Amores
Fernanda Cruz
Cristina Milagre
Isabel O. Sousa
Lezíria Couchinho
Renato Calado Rosa
Helena Amaral
Alexandra Cordeiro
Helena Russo
Teresa Aroso
Vera Salles
Pedro Soares
Rosario Falcao
Helena Ferreira
João Ribafeita
Eugenia Maria Sobreiro
Teresa Lavin Jácome
Pedro Diogo Vaz
Ana Margarida Araujo Pereira
Marta Cunha Coelho
Margarida Amores Trindade
Andreia Leiria
Pedro Morgado
Joana Monteiro
Ulisses Santos
Maria J. Ferrão
João Manuel Alves
Pedro Cruz
Eduardo Pessoa Santos
Antónia Peças
Alexandra Barreto
Margarida Suárez
Afonso Pereira de Almeida
Julio Malaquias
Fernanda Bueno
Álvaro Jorge Oliveira Queirós
Nuno Matela
Gonçalo Vitorino
Rita Costa
Isabel Primoroso
Margarida Egea
Paulo Barbosa
Gerson Antunes Costa
Antonieta Soares Ribeiro
Tânia Silva
Vítor Junqueira
Maria Manuel
Luiza Cadaval de Sousa
Antonio Sequeira
Ana Paula Da Silva
Pedro Costa Pinto
José-António Rodrigues
Pedro Sa da Bandeira
Catarina Casquilho Dias
Emanuel Genovevo Costa
Adam Standring
Rosário Belmar da Costa
Ruy Redin
Nuno Saraiva Rego
Pedro Santos
Ines Domingos
Paulo Oliveira

Actualização de 10 de Abril de 2019:

“S-SV- Remoção Sinalização de Proibição Estacionamento – Rua Sarmento de Beires/Avª do México – ENT/3740/dmmt/cml/18_BF

Na sequência do seu e-mail de 12 de novembro, que mereceu a nossa melhor atenção, informamos que a Direção Municipal de Mobilidade autorizou a remoção da sinalização de proibição de estacionamento, junto à Rua Sarmento de Beires e à Avª do México, tendo os trabalhos sido executados no dia 29 de março.”

Descentralizada de 2019

“Reitero aqui o pedido para análise da lista que entregámos de “falsas garagens” (com perda de cerca de 30 lugares de estacionamento) no Areeiro: estamos a perder lugares para estacionamentos para motas, ciclovias e ecoilhas e esta seria uma forma de mitigar essas perdas.

E recordo que continua a haver parques de estacionamento com pisos vazios no Areeiro…”

Rui Martins

1546

“Recebemos a vossa lista com as cerca de 30 garagens. Destes 30 houve pelo menos 21 situações que nos parecem que devem ser verificadas pelos serviços. Ou seja, são “artigos 50″ que não foram devidamente fiscalizados pela CML e neste momento estamos em contacto com os proprietários para regularizar a situação ou retirar e devolver à cidade os lugares de estacionamento”

Vereador Miguel Gaspar

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs


Desenvolvimentos de Abril de 2020
Os Vizinhos do Areeiro receberam há o Despacho (datado de 17.02.2020) em resposta ao nosso levantamento de “falsas garagens” e respectivas reservas de estacionamento junto ao passeio público:
http://vizinhosdoareeiro.org/falsas-garagens-e-estacionamento-no-areeiro/
onde os moradores tinham identificado 23 possíveis lugares de estacionamento a recuperar para a cidade em locais onde funcionaram, em tempos, garagens, hoje abandonadas ou convertidas a outros usos.
Os serviços da CML (Departamento de Gestão de Mobilidade) fizeram uma análise muito exaustiva, visitando todos os locais. e identificaram 17 (dos 23 identificados) que poderão ser alvo de recuperação através da criação de lugares EMEL e do envio de notificação para remoção dos sinais “Artigo 50” idenvidamente colocados.

Propostas de melhoria ao Sistema de Bicicletas GIRA

Tendo em conta que se têm multiplicado os relatos de problemas com o reconhecimento do termo da viagem pelas docas, que se aproxima a entrada plena em funcionamento da rede e os impactos que estes erros poderão ter na confiança e, logo, na adesão ao sistema propomos que:
1. O fim da viagem seja realizado através da App, após a bicicleta ter sido colocada na doca apropriada, obtendo assim uma confirmação na aplicação de que foi concluída com sucesso. Caso a bicicleta não tenha sido colocada devidamente no local ou exista algum problema com a doca a aplicação não deixará realizar o fim de viagem, tendo assim o utilizador conhecimento imediato da existência de um problema (este procedimento será à semelhança de aplicações como a DriveNow que exige esse passo ao utilizador de forma a garantir o fim de viagem)
opcionalmente o sistema poderia enviar um SMS informando o utilizador de que a viagem foi concluída com sucesso.
2. A verificação da rotina que na App dá por concluído o percurso. Há relatos de que, por vezes, quando o percurso termina a App continua a contar o tempo. E há que desligar a app, voltar a ligar, clicar em mapa, para só aí terminar a viagem e pede a pontuação.
3. Propomos também a adição de um alerta ao utilizador que após uma utilização anormalmente longa (superior a, por exemplo, uma hora) envie um SMS de alerta.
4. A instalação de sensores de peso que alertem para a possível presença de dois utilizadores no equipamento
Bloquear o uso simultâneo, a partir da mesma conta e em telemóveis diferentes de uma bicicleta GIRA por forma a dificultar os abusos de utilização do sistema.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Carmosinda Veloso
Luis Seguro
Vitor Manuel Teixeira
Zélia Brito
Francisco Tellechea
Elsa Felizardo
Sofia Carvalho Coelho
José Luz
Bruno Beja Fonseca
Francisco Lopes da Fonseca
Maria Mar
Ilda Cruz
Carlos Lopes
Antonio Moura Correia
Albertina Cruz
Helena Russo
Miguel André
Graciano Venâncio Morais
Sandra João Borges
Daniel Fernandes
Filomena Neves
Alexandre Ferreira Lima Bastos
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Ana Sampedro
Francisco Ramos Pai
Rui Dias
Isabel Tomás
André Diogo
Belicha Geraldes
Manuel Barata Simões
Maria Jose Diegues
Rui Moura
Paulo Barbosa
Margarida Rocha de Oliveira
Filipe Chapman Garrido
Ana Paula Araujo
Frederico Gomes
Nuno Saraiva Rego
Jorge Pedroso
Pedro Santos
Paulo Oliveira

Happy Hour EMEL para clientes de zonas comerciais

Propomos que a EMEL entre as 1230 e as 1430 reserve uma certa quantidade de lugares de estacionamento gratuitos (claramente identificados) para estacionamentos junto a zonas comerciais ou de restauração por forma a incentivar a vida comercial local.
Estas zonas em “happy hour” seriam gratuitas para veículos com dístico da EMEL (de outras zonas): para não promover uma maior entrada de veículos na cidade.
Esta iniciativa poderia ter uma zona piloto na Av Guerra Junqueiro

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Nuno Dinis Cortiços
Sandra Ferreira
Carmosinda Veloso
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Bravo
Ana Benavente
Zélia Brito
Francisco Tellechea
Patrícia Matos Palma
Maria Cortez Caetano
Mariana Tavares
Teresa Raposo
Ana Costa
Cristina Azambuja
Maria Teresa Inglês Agostinho
Bruno Beja Fonseca
Fátima Mayor
Mariana Bettencourt
Ana Assunção
Maria Jose Diegues
Sofia Carvalho Coelho
Carla Caló
Francisco Lopes da Fonseca
Maria Estima
Luisa Teresa
Ana Sampedro
Margarida Magalhães
João P. Martins
Tiago Leitão
Ellie Zephyra
Maria Fernanda Costa
Ilda Cruz
Maria São
Susana Soares
Nitucha Jacques
Fernanda Cruz
Albertina Cruz
Cristina Milagre
Rosa Branca Graça
Maria Luísa Lanita
Fátima Apolinario Monteiro
André Tomé
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Laurinda Hormigo
Isabel O. Sousa
Renato Calado Rosa
Helena Russo
Miguel André
Teresa Aroso
Maria Jesus Cunha
Isabel Tomas Rodrigo
Vera Salles
Lidia Monteiro
Patrícia Sá
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Margarida Granjo Dos Reis
Pedro Gaurim Fernandes
Maria Manuela Nobre
Maria Dulce Sousa
Pedro Diogo Vaz
Tereza Taveira
Iolanda Lima
Nuno Correia
Filipe Seguro
Dulce Marques Ferreira
Marcela Alves
Ana Cardoso
Joana Isaac
Joana Santos Patrocinio
Maria Concepcion
Antonio Correia
Suzete Reis
Rui Oliveira
Maria Margarida Catarino Baião
Ana Sousa
Ana Alexandre
Sofia Pimentel
Eduarda Figanier de Castro
Fernanda Bueno
Fatima Aparicio
Álvaro Jorge Oliveira Queirós
Helena Pena da Costa
Ana Sofia Rosa
Margarida Egea
Pedro Gonçalves
Cristina Leitao
Antonieta Soares Ribeiro
Filipe Chapman Garrido
Luis Rebordao Sampaio
Cristina Matos
Ruy Redin

Estacionamento Selvagem em torno do Pavilhão do Casal Vistoso

É frequente – em eventos patrocinados pelo municipio – assistir ao estacionamento caótico na rua de acesso ao
Pavilhão Municipal Casal Vistoso: os autocarros e carrinhas que transportam utentes a estes eventos estacionam em segunda fila, com motores ligares e usando e abusando da sinalização sonora
Porque é que estes veículos não utilizam o parque da Sarmento Beires para estacionar depois de largar as crianças? Porque é que não desligam os motores, cujo ruído se propaga para dentro dos apartamentos?
De considerar, também, o desvio de tráfego não local para o descampado acima do pavilhão, sem entrar na João da Silva, que devia ter um só sentido, abrindo-se uma rua para permitir a circulação à volta do pavilhão com o sentido único e uma outra saída.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Fernando Faria
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Madalena Matambo Natividade
Luis Seguro
Ana Miguel
Nuno Miguel Cabeçadas
Ana Costa
Rogério Martins
Patrícia Matos Palma
Cristina Azambuja
Victor Serra
Francisco Tellechea
Leonilde Ferreira Viegas
Mira de Lacerda
Pedro Pinto
Fátima Mayor
Francisco Lopes da Fonseca
Antonio Viegas
Emilio Santos Pinto
Essi Silva Ribeiros
Teresa Sarmento
Ana Sampedro
Margarida Seguro
Maria Jose Diegues
Belicha Geraldes
Pedro Correia
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Isabel Silva Nunes
Fernando Anjos
Elisabete Carvalho
Ilda Cruz
Isabel Belo Brito
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Rui Janeiro
Lezíria Couchinho
Teresa Aroso
Paula Barroso
Beatriz Granja
Isabel Tomas Rodrigo
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Costa Antonio
João Ribafeita
Manuela Melo
José Vieira Mesquita
Isabel Petronilho Almeida
Cristina Neves
Maria Luisa Ferreira
Joana Rocha
Filipe Oliveira
Andreia Cunha Dias
Suzete Reis
Miguel Andretta Moraes
Mafalda Sequeira
Fernando Barroso de Moura
Isabel Primoroso
Gerson Antunes Costa
Antonieta Soares Ribeiro
Célia Simões Soares
Rita Martins
Nuno Saraiva Rego
Ana Martins
Sara Portugal

 

Descentralizada de 2019

1:37:17: “O Pavilhão desportivo municipal do Casal Vistoso é um equipamento com óptimas condições. Durante a semana permite que muita miudagem e população em geral possam usufruir da piscina do pavilhão multiusos e de outros equipamentos desportivos. Realizam-se competições regulares (…) e as Olissipiadas da cidade (…) situa-se no centro de uma urbanização cercada de edifícios de grande altura onde o acesso se faz por uma rua estreita e sem saída. Em dias de eventos, os autocarros e veículos ligeiros que levam os atletas, visitantes e os dos próprios moradores tentama aceder e circular nesta rua provocando um autêntico caos. Os carros ficam bloqueados, os autocarros sem espaço de manobra. O ruído entra pelas habitações. Os moradores não conseguem aceder à entrada das suas garagens. Apesar dos dois estacionamentos públicos junto ao pavilhão (da EMEL) de alguma forma o estacionamento é feito frequentemente na via pública prejudicando o estacionamento de quem vive nesta rua. Gostaria de sensibilizar os senhores vereadores para a resolução deste problema” (1:39:03) (…) “em caso de acidente muito dificilmente uma ambulância ou um carro de bombeiros conseguirá entrar neste arruamento. É necessário que, em todos os eventos, exista fiscalização que condicione a entrada de veículos no arruamento e os oriente para os dois parques de estacionamento. Não existe fiscalização e os automóveis preferem estacionar na via pública do que utilizarem os dois parques de estacionamento” (…) sugiro que se complete a Rua João da Silva, em torno do pavilhão, de forma a torná-la numa rua de sentido único e aberta nas duas extremidades, facilitando assim a vida aos moradores e utentes porque a rua de que estamos a falar é estreita e sem saída”

Jorge Oliveira

1:42:28: “relativamente à questão do estacionamento foi pedido o reforço da fiscalização da envolvente do Pavilhão para minimizar um pouco esse impacto. A sua sugestão de completar a rua merece ser avaliada e peço aos serviços da direcção municipal de mobilidade que olhem para essa possibilidade e a avaliem e peço também para avaliar a necessidade de os autocarros chegarem hoje onde chegam e poderão ficar um pouco mais atrás, na entrada do Bairro peço também à direção municipal de mobilidade que avalie essa possibilidade”

Vereador Miguel Gaspar

 

Pedido de recuperação de lugares de estacionamento no Areeiro

 

Existem na freguesia do Areeiro vários lugares de estacionamento que carecem de revisão por parte da CML por forma a recuperar para moradores alguns lugares de estacionamento. Em particular:
a. Rua Augusto Gil: O novo bar “victor horta” tem reservado estacionamento nocturno pela colocação de pinos com corrente no que era uma antiga garagem. Esta reserva é legal?
b. Av Óscar Monteiro Torres: uma igreja tem aqui uma reserva de estacionamento permamente, mesmo nos horários em que não em funcionamento (pede-se limitação horária)
c. Loja de Móveis Universal da Sacadura Cabral (Nº27): Antiga garagem transformada em loja e com alerta (falso?) de reboque em caso de estacionamento
d. Av Marconi: Junto ao stand da Opel com lugares reservados com pinos por proprietário. É legal?
e. Antigo Colégio Paula Frassinetti na Av México, 7: Esta escola já fechou mas as reservas de estacionamento continuam no local
f. Antigos CTT das Olaias na Rua Sarmento de Beires
g. Lugares da AML reservados em frente ao fórum Lisboa. Já que a CML quer estimular políticas de mobilidade, pode começar por dar o exemplo e acabar com as reservas de estacionamento para si própria (há um parque de estacionamento no subsolo do Fernando Pessa)

Os Subscritores pedem à CML que reveja estas reservas e corrija qualquer situação menos regular.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Madalena Matambo Natividade
Luis Seguro
Carmosinda Veloso
Jorge Santos Silva
Vitor Martins
Ana Costa
Ana Bravo
Patrícia Matos Palma
Diogo Mendonça
Cristina Azambuja
Maria Teresa Inglês Agostinho
Erika Bayan
Francisco Tellechea
Leonilde Ferreira Viegas
Mariana Bettencourt
Elsa Felizardo
Sofia Carvalho Coelho
Fátima Mayor
Zé Pedro Leitão
Emilio Santos Pinto
Teresa Sarmento
Ana Sampedro
Margarida Seguro
Maria Jose Diegues
Inês Santos
Daniel Portugal
Rui Martinho
Maria Isabel Silva Nunes
Maria Cristina Lacerda
Fernando Anjos
Carlos Augusto
Luis Gomes
Helena Ferreira
Denise Mendes
Leonardo Rosa
Susana Soares
Jaime Amores
Nitucha Jacques
Albertina Cruz
Amelia Sousa Nunes
Cristina Milagre
Maria Luísa Lanita
Alexandre Manuel Prata da Silva
Isabel O. Sousa
Lezíria Couchinho
Teresa Aroso
Irene Coelho
Margarida Reis
Fernando Magalhaes
Isabel Tomas Rodrigo
Ana Brito
Alexandre Ferreira Lima Bastos
João Ribafeita
Irene Vieira
Eugenia Maria Sobreiro
Margarida Coimbra
Maria Martins da Silva
Maria Fernanda Moura
Pedro Diogo Vaz
Tereza Taveira
Manuela Melo
Nuno Correia
Andreia Leiria
Isabel Petronilho Almeida
Cristina Casaleiro
Maria Luisa Ferreira
Cristiana Coelho
Joana Santos Patrocinio
Lucilia Guimaraes
André Diogo
Joaquim Fonseca
Paula Saragoça
Suzete Reis
Margarida Tamissa
Leonor Braz Teixeira
Mafalda Teixeira
Joao Pina Cardoso
Fernando Barroso de Moura
Gonçalo Vitorino
Helena Pena da Costa
Gerson Antunes Costa
Antonieta Soares Ribeiro
Vera Rodrigues Dos Santos
Célia Simões Soares
Antonio Sequeira
Pedro Costa Pinto
Marta Belling Castro
Paula Cristina Santos
Raquel Vieira
Pedro Santos
Ines Domingos