“Assembleia Municipal quer resolver consumo de álcool no Jardim dos Cavaleiros” [Público]

O jardim, no anfiteatro exterior da sede da CGD em Lisboa, é muito frequentado por jovens, tal como o vizinho Arco do Cego.
 

PBC PEDRO CUNHA

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PBC PEDRO CUNHA

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou nesta terça-feira por unanimidade uma recomendação à Câmara Municipal para que desenvolva medidas para reduzir os problemas causados na zona do Jardim dos Cavaleiros por pessoas que se juntam na zona para consumir álcool.

As recomendações surgem na sequência de uma petição dos grupos de moradores Vizinhos do Areeiro e Vizinhos das Avenidas Novas, levando a comissão competente a enviar questões ao executivo e a outras entidades. No entanto, as perguntas ficaram sem resposta.

Entre as medidas recomendadas constam a possibilidade de a autarquia introduzir limitações horárias nos estabelecimentos comerciais da zona e de interceder junto da Caixa Geral de Depósitos (CGD) – uma vez que o jardim se situa no anfiteatro exterior da sua sede em Lisboa -, de forma a garantir a limpeza adequada.

Os deputados municipais recomendam ainda à Câmara de Lisboa (liderada pelo PS) que, em conjunto com a CGD, “estude e implemente medidas de mitigação da insularidade entre o anfiteatro e o piso superior, onde se verificam urina e outros dejectos”, afirmou o eleito relator João Valente Pires, do PS.

A autarquia deve ainda promover uma adequada fiscalização e controlo de horário dos estabelecimentos comerciais, é referido.

Frisando que “são vários os problemas de insularidade e ruído na apropriação do espaço público causado por pessoas a consumir álcool no Arco do Cego e no Jardim dos Cavaleiros”, os deputados lamentaram a ausência de respostas por parte da Câmara de Lisboa, da PSP, da CGD e dos estabelecimentos em causa (uma loja de conveniência de um posto de combustível e um restaurante) quando interpelados pela Assembleia Municipal.

“É uma falta de respeito para com a Assembleia Municipal”, sublinhou João Valente Pires.

Ao tomar a palavra, o deputado do CDS-PP Diogo Moura lamentou que este não seja um “caso único” em Lisboa, porque estas situações “não são de fácil resolução”.

Pelo PSD, António Prôa afirmou que este é um “problema de civismo, de respeito na convivência em sociedade, mas é também um problema de fiscalização e vigilância”.

“Neste caso é claro que, além das questões de cumprimentos de horário, da necessidade de particular atenção para a limpeza ser garantida, há um problema de vigilância que tem de ser reforçada”, disse o deputado, acrescentando que censura o “comportamento da Câmara de Lisboa, que ignorou o apelo que a Assembleia Municipal fez” anteriormente.

Cláudia Madeira, do PEV, considerou que este problema foi “agravado porque os estabelecimentos do Arco do Cego começaram a fechar mais cedo e a situação foi deslocalizada para o Jardim dos Cavaleiros”.

“Quero ainda lamentar o facto de a comissão ter endereçado pedidos de esclarecimento e ninguém ter respondido”, afirmou.

Isabel Pires, do BE, também lamentou a ausência de respostas, afirmando que poderiam ajudar a “chegar a equilíbrios saudáveis de vivência entre lazer e descanso”.

Pelo PAN, Miguel Santos considerou que é possível compatibilizar lazer com descanso e criticou também a “falta de comparência das entidades que não permitiram um trabalho mais afinado” ao não responderem à Assembleia Municipal.

Por seu lado, a presidente da Junta de Freguesia das Avenidas Novas, Ana Gaspar (independente), disse que está a ser desenvolvido trabalho para reduzir os impactos causados naquele espaço público, nomeadamente na questão da limpeza.

“Temos de compatibilizar o direito de se beber um copo ao final do dia e de as pessoas descansarem. É difícil, mas acho que vamos conseguir”, afirmou.

Pela Câmara de Lisboa, o vereador das Finanças, João Paulo Saraiva – o único vereador da lista do PS presente na sessão -, pediu desculpas à Assembleia Municipal pela falta de resposta da autarquia, explicando que se tratou de um “erro administrativo”.

“Não houve nenhuma intenção de não responder, foi apenas um erro administrativo. Num conjunto de respostas houve uma que não foi enviada. A qualquer momento será enviada. Temos pena que não vá a tempo”, afirmou.”

https://www.publico.pt/2018/04/10/local/noticia/assembleia-municipal-quer-resolver-consumo-de-alcool-no-jardim-dos-cavaleiros-1809849

Carta aberta à Junta de Freguesia do Areeiro (lagartas do pinheiro no jardim superior da Alameda)

Os Vizinhos do Areeiro expressam a sua preocupação pelo ressurgimento repetido de lagartas do pinheiro no jardim superior da Alameda. Este jardim é frequentado por grande número de cães que pela sua curiosidade natural são as maiores vítimas desta praga, juntamente com crianças que possam estar a brincar no chão.

Os Vizinhos do Areeiro entendem que uma praga com estas características não será fácil eliminar mas também entendem que não será normal que apesar das múltiplas intervenções da Junta de Freguesia tal volte a suceder por três vezes em menos de 2 semanas num espaço tão pequeno.

Apelam por isso a uma intervenção verdadeiramente eficaz e que se façam inspecções periódicas ao arvoredo de toda a freguesia forma a evitar novas ocorrências e que se adoptem as medidas profiláticas necessárias para reduzir a ocorrência desta praga”.

(segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Rodolfo Franco
Nuno Miguel Cabeçadas
Teresa Raposo
Zélia Brito
Mariana Bettencourt
Francisco Lopes da Fonseca
Leonilde Ferreira Viegas
Miguel Madeira
Helena Ferreira
Emilio Santos Pinto
Alexandra Maia Mendonça
Pedro Gomez
Dulce Amaral
Carla Caló
Jacinto Manuel Apostolo
Margarida Magalhães
Manuela Viegas
Miguel Felner Paula
Dora Santos Silva
Fátima Mayor
Anabela Gouveia
Zélia Pereira
Leonardo Rosa
Ilda Cruz
Patrícia Garcia
Irene Coelho
Maria Ana Neves
Isabel Catarina Ferreira
André Calado Coroado
Ana Judite Peres
José Manuel FL
Zira Marcelino
Maria Martins da Silva
Susana De Brito Dias
Sofia Reis
Sara Teixeira
Joana Morgado
Isabel Neves
Filipe Oliveira
Elsa Santos Alípio
Maria Anabela Melo Egídio
Carolina Lemos E Sousa
Rita Martinez
Alina Silva
Francisco Braz Teixeira
Cristina Lemos Machado
Rui Martinho
Rute Pereira
Pedro Amaral
Rita Dias Costa
Mau Madureira
Anna Vergeat
Francisco Frazão
Marta Belling Castro
Ana Bacalhau
Carla Cardoso
Actualização de 24.02.2018
Processionárias (lagartas do pinheiro) e cães na Alameda Afonso Henrique Ribeiroes: Combinação perigosa com efeitos potencialmente letais: “A lagarta do Pinheiro, Processionária, é um insecto que ataca a maioria dos Pinheiros bem como alguns Cedros, provocando a sua Morte. Tem efeitos nocivos quando em contacto com os humanos e animais domésticos, provocando irritações de Pele, olhos e aparelho respiratório”
A 8 de Fevereiro denunciámos esta situação à Junta de Freguesia do Areeiro que AINDA NÃO DEU QUALQUER RESPOSTA:
http://vizinhosdoareeiro.org/carta-aberta-a-junta-de-fregu…/
(o que é uma violação flagrante do Código do Procedimento Administrativo e do próprio regimento que regula o funcionamento da Assembleia de Freguesia).
Em consequência acaba de seguir um pedido de pronunciamento sobre esta situação a todas as forças políticas com assento nesta Assembleia de Freguesia.

 

Sugestões de melhoria à requalificação do Largo do Casal Vistoso [Respondido]

A requalificação do Largo do Casal Vistoso foi efectuada pela Junta de Freguesia através de do protocolo de transferência de competências pela Câmara n°396/2016 mas existem, pelo menos, três pontos que parecem merecer, ainda, revisão e eventual correcção:
1. O atravessamento da passadeira não é feito, geralmente, pelo local determinado. Ou se colocam barreiras de impedimento de peões ou se muda o local da passadeira.
2. O separador central do estacionamento devia ser calcetado dado que os automóveis praticamente cobrem o espaço ajardinado além de ser zona de atravessamento de peões que saem dos veículos e é de dificílima manutenção.
3. Os tutores das árvores não cumprem o regulamento do arvoredo de Lisboa.
4. Reavaliar o plano de arvoredo: O largo é muito escuro e foram plantadas 7 (sete!) jacarandás – que são árvores que tem grande crescimento em altura e largura – na parte mais interior e escura do largo. Estas árvores vão causar problemas no futuro. O plano devia ser revisto e entre aquelas 7 (sete) no interior do lago deviam manter-se apenas duas ou três e transplantar as restantes”
(segundo sugestão de moradores)

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Madalena Matambo Natividade
Elvina Maria Reis Rosa
Gustavo Ambrósio
Nuno Miguel Cabeçadas
Maria Cortez Caetano
Elsa Felizardo
Luis Seguro
Mira de Lacerda
Francisco Lopes da Fonseca
Dulce Amaral
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Saraiva
Beatriz Maia
Maria Lourdes Alves Gouveia
Fátima Mayor
Margarida Braz Pinto Coimbra
Paula Saragoça
Ana Paula Sampedro
2 amigos em comum
Ilda Cruz
Zélia Pereira
Ana Martins da Cruz
Luis Pina Amaro
Pedro Correia
Susana Castanheira
Clara Melo
Pedro Barata
Ruy Redin

 

Actualização de 18 de Janeiro de 2018:
“GAP/ 158 /2018
Exmos. Senhores
Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que reencaminhamos a proposta ao arquiteto autor do projeto para apreciar.”

Actualização de 12 de Março de 2018
17 de janeiro
“Sugestões De Melhoria À Requalificação Do Largo Do Casal Vistoso
A requalificação do Largo do Casal Vistoso foi efectuada pela Junta de Freguesia através de do protocolo de transferência de competências pela Câmara n°396/2016 mas existem, pelo menos, três pontos que parecem merecer, ainda, revisão e eventual correcção:

1. O atravessamento da passadeira não é feito, geralmente, pelo local determinado. Ou se colocam barreiras de impedimento de peões ou se muda o local da passadeira.
2. O separador central do estacionamento devia ser calcetado dado que os automóveis praticamente cobrem o espaço ajardinado além de ser zona de atravessamento de peões que saem dos veículos e é de dificílima manutenção.
«O separador Central do Largo do Casal Vistoso foi um erro de projeto, tal como me indicou. A Junta de Freguesia do Areeiro irá realizar o calcetamento deste separador assim que a EMEL inicie a exploração do local.» – Departamento de Espaços Verdes”

  1. Os tutores das árvores não cumprem o regulamento do arvoredo de Lisboa.

«Os tutores das árvores existentes no Largo do casal Vistoso , realmente não se encontram de acordo com o regulamento do arvoredo de Lisboa, que indica:

A tutoragem deverá ser feita com 3 ou 4 varas de madeira com tratamento antifúngico, com altura de 2,5 m e diâmetro de 6 a 8 cm. As varas devem ser enterradas 1 m no solo, ficando 1,5 m desde o colo da árvore ao ponto de amarração e devem estar ligadas entre si com traves de 40 a 60 cm de comprimento ou com outra estrutura, nomeadamente metálica que permita o travamento das varas entre si, sem danificar a árvore. A amarração da árvore às varas de madeira far-se-á em três pontos (um para cada vara), com cinta elástica de 8 a 10 cm de largura. As cintas são presas com agrafos.

As árvores em questão só possuem 1 tutor, com diâmetro inferior ao pedido e as cintas também não são as apropriadas para o efeito e têm dimensões inferiores. Podemos retificar esta situação.» – Departamento de Espaços Verdes

  1. Reavaliar o plano de arvoredo: O largo é muito escuro e foram plantadas 7 (sete!) jacarandás – que são árvores que tem grande crescimento em altura e largura – na parte mais interior e escura do largo. Estas árvores vão causar problemas no futuro. O plano devia ser revisto e entre aquelas 7 (sete) no interior do lago deviam manter-se apenas duas ou três e transplantar as restantes”

«Os jacarandás são árvores de crescimento rápido, muito utilizadas na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. Adaptam-se a uma ampla variedade de locais e  são resistente à poluição urbana e à maioria das enfermidades. A opção deste tipo de árvore para o local é adequada, no entanto foram plantadas em demasia. Em pelo menos 2 talhões existem 2 árvores muito próximas. Penso que podíamos transplantar 3 árvores, diminuindo assim problemas no futuro.» – Departamento de Espaços Verdes”

“Consumo de álcool na rua e ajuntamentos estão a irritar vizinhança no Arco do Cego” [O Corvo]

Atraídos pelo preço baixo da cerveja da casa de pasto “Oh Pereira”, os aglomerados de jovens são cada vez maiores, na Rua do Arco do Cego e no jardim contíguo à sede da Caixa Geral de Depósitos. Há gente a beber na rua de copo na mão, mas também de garrafas de litro em punho, compradas na loja do posto de combustível mesmo ao lado. Chegam a ser centenas a conviver naquela zona. Lixo, barulho, corridas e acrobacias de motos tornaram-se uma realidade corriqueira, a perturbar o até há pouco tempo recatado Bairro do Arco do Cego. Um abaixo assinado dos moradores pede medidas às autoridades, entre as quais a imposição de uma restrição horária. Os gerentes dos dois estabelecimentos alijam-se de responsabilidades e sugerem que se vigie melhor a actividade do vizinho do lado. A casa de pasto, entretanto, terá já acordado com a Câmara de Lisboa passar a fechar às 23h.

Texto: Samuel Alemão

Barulho até horas tardias, mau ambiente, corridas de motos, copos de plástico espalhados pelo chão e urina em todo os recantos. O cenário, que se vai repetindo – se bem que com variantes – um pouco por todos os sítios da cidade de Lisboa onde ocorra diversão nocturna ou convívio de jovens, está longe de ser apelativo e quem tem de o suportar quase diariamente pede medidas urgentes às autoridades. No caso, os residentes do Bairro do Arco do Cego sentem-se acossados pelas consequências dos frequentes ajuntamentos de convivas no Jardim dos Cavaleiros, no anfiteatro exterior do edifício-sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

Os preços apelativos da cerveja vendidas por dois estabelecimentos situados do outro lado da rua, uma casa de pasto e uma gasolineira, serão o chamariz. Associação de Moradores das Avenidas Novas e o presidente da Junta de Freguesia do Areeiro dizem que o problema só se resolve com a proibição da venda de álcool na rua. Mas os responsáveis por ambos os espaços comerciais, ouvidos por O Corvo, recusam a assunção de culpas pelo cenário criado, garantindo cumprir todas as regras. “Não podemos ir atrás das pessoas ou ensinar-lhes regras de civismo. Isso é um problema da sociedade”, afirma um deles.

“Aquilo funciona como um pólo que atrai malta que, de copo na mão, anda por ali e vai para dentro do bairro do Arco do Cego. Há corridas de motas, alguns a fazerem cavalinhos. É natural que as pessoas fiquem chateadas”, diz a O Corvo o presidente da associação de moradores, José Toga Soares, lembrando que os protestos dos residentes já haviam levado ao encerramento do estabelecimento comercial em questão – a casa de pasto “Oh Pereira” –, há cerca de dois anos. As queixas eram as mesmas de agora. A loja reabriu, entretanto, com nova gerência.

E embora José Soares até admita que os seus donos da casa de pasto “até têm um pouco de consciência dos níveis de ruído permitidos”, o incómodo voltou a ser de tal dimensão que levou os moradores – liderados por elementos dos grupos cívicos Vizinhos do Areeiro e Vizinhos das Avenidas Novas – a entregarem uma petição à Assembleia Municipal de Lisboa (AML), solicitando a tomada de providências. Mas também o pedem medidas à Polícia Municipal, à Caixa Geral de Depósitos, aos dois estabelecimentos em causa e ainda aos conselhos directivos do Instituto Superior Técnico e da Escola Filipa de Lencastre. Afinal, serão alunos seus os que mais contribuirão para as aglomerações.

“Já recebemos diversas queixas e até já expusemos o caso na Assembleia Municipal de Lisboa. É uma situação que resulta do facto de as pessoas poderem beber na rua. Todos, enquanto jovens, gostávamos de nos divertir e beber uns copos, mas estas situações, cada vez mais recorrentes, são inadmissíveis”, diz a O Corvo o presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, Fernando Braancamp Freire (PSD), descrevendo um cenário de frequente perturbação do sossego de quem ali vive.

“É extremamente desagradável. As pessoas que para ali vão, além do ruído que causam, sujam o espaço público. Vão urinar para os cantos, devido ao consumo da cerveja. E não imaginam a quantidade de copos de plástico que temos que apanhar do chão naquela zona, são às centenas”, queixa-se o autarca, que tem de lidar com um problema gerado na freguesia vizinha, a das Avenidas Novas, uma vez que é lá, do outro lado da Rua do Arco do Cego, que se vende a cerveja.

O autarca reconhece que o problema se põe de forma inversa junto ao Jardim do Arco do Cego, uma vez que, nesse caso, existe na Rua Dona Filipa de Vilhena um outro estabelecimento com preços de cerveja muito baixos – resultando na venda de bebidas em copos de plástico na freguesia do Areeiro que vão sujar o espaço público da freguesia das Avenidas Novas.

Por causa desta situações, Fernando Braancamp Freire propôs à Câmara Municipal de Lisboa uma redução de ambos os comércios, “para que não aconteça aquilo que tem vindo suceder, que é fazer-se do espaço público o prolongamento dos estabelecimentos”. Mas a situação apenas mudará a sério, defende o presidente da junta, quando se proceder a uma alteração legislativa. “Isto nasce do facto de a lei permitir que as pessoas bebam na rua. Enquanto cidadão, acho que a única forma de resolver o problema será a mudança da lei para o proibir. Não faz sentido continuarmos como estamos”, diz.

Uma opinião partilhada por José Toga Soares, presidente da Associação de Moradores das Avenidas Novas. “Não podemos permitir que as pessoas andem com um copo ou uma garrafa na mão, a consumir álcool, a importunar os outros, como se fosse uma coisa natural. De facto, podemos reconhecer que nem toda a gente se comporta assim, e ninguém quer pôr em causa o direito à diversão. Mas, no limite, está em causa ao bem-estar, devido a um punhado de pessoas que põe em causa o bem estar dos outros”, afirma o dirigente associativo.

José Soares apela ainda a que se olhe para a forma como em Espanha se lidou com o consumo de bebidas alcoólicas na rua por grandes grupos, conhecido por “botellón”. Fenómeno que as autoridades conseguiram erradicar quase por completo. “Não é preciso inventar muito. Basta ver como outros países lidam com isto”, preconiza, embora reconheça o “esforço que a Câmara de Lisboa tem feito para suster o problema”. “Mas não chega, é preciso fazer mais”, diz.

No abaixo-assinado entregue à AML, os residentes do Bairro do Arco do Cego pedem aos estabelecimentos Oh Pereira e ao posto de combustíveis da Galp, situados quase paredes-meias, que adoptem um conjunto de práticas tendentes a melhorar a vivência na zona: colocação de contentores; preocupação com limpeza do espaço exterior; colaboração na recolha de copos e garrafas depositados no jardim; colocação de avisos apelando ao comportamento cívicos dos clientes; ou ainda a oferta de uma bebida por cada dez copos de plástico entregues ao balcão.

Mas também solicitam à CML que “avalie a venda de álcool para o exterior a partir de determinada hora nesses dois estabelecimentos” e que avalie a instalação de videovigilância no local. Às autoridades policiais é solicitado o reforço das rondas “por forma a dissuadir e impedir as concentrações/corridas e exibições de acrobacias de moto” que ali se realizarão com regularidade.

O reforço da vigilância por parte das autoridades é, aliás, a principal exigência de Tiago Pereira, o gerente do “Oh Pereira”. “Uma coisa que acabava com isto de vez era o reforço do policiamento. Se eles passassem aqui mais vezes, estes problemas não se colocavam. Também não gosto de ver essas corridas e acrobacias de motas nesta zona”, diz o empresário a O Corvo, lamentando estar a ser responsabilizado por uma situação em relação à qual, garante, não tem controlo. “Temos sido visitados pela Polícia Municipal e temos sempre tudo em ordem, cumprimos com todos os requisitos. Fazemos questão de apanhar os copos de plástico que ficam no chão e de limpar o espaço público em redor da nossa casa”, garante.

O responsável por estabelecimento, que reabriu, há cerca de ano e meio, com um conceito algo diferente – mas que mantém no baixo preço da cerveja (a imperial custa 60 cêntimos até às 21h, depois disso sobre para um euro) um atractivo maior -, queixa-se da existência de dualidade de critérios em relação à vizinha loja de conveniência da Galp. “Estamos proibidos de vender garrafas de vidro, mas aqui ao lado isso não acontece. A Câmara de Lisboa tem sido forte com os fracos, como nós, e fraca com os fortes”, diz, referindo-se ao posto da Galp. Mas tal duplicidade de avaliação estender-se-á também à forma como o grupo de cidadãos que apresentou a petição olha para a realidade: “Acho que exageram manifestamente. Se virem uma saco do McDonald’s no chão, acham que a culpa é do cliente, mas se virem copos de plástico aqui na zona a culpa já é nossa”.

Tiago Pereira reconhece que muita da sua clientela é constituída por jovens, mas desmente que os mesmos sejam, na sua maioria, alunos do Instituto Superior Técnico ou da Escola Dona Filipa de Lencastre. “São jovens, sim, mas a maior parte, se calhar, até são consultores das empresas que fazem outsourcing aqui na Caixa Geral de Depósitos. E muitos outros vêm aqui porque estão apenas à espera que o Jardim do Arco do Cego, que esteve em obras, reabra”, justifica, depois de assegurar que, além de comprarem no seu estabelecimento e na gasolineira ao lado, muitos clientes abastecer-se-ão de bebidas alcoólicas “nas lojas dos indianos”. Em todo o caso, muitas das razões de queixa dos moradores a propósito do desassossego nocturno serão, em breve, mitigadas, pois o Oh Pereira passará a encerrar uma hora mais cedo, às 23h.

Será apenas 45 minutos antes do horário de fecho do posto da Galp. Loja cujo o gerente se diz de consciência tranquila em relação às queixas dos moradores das redondezas – das quais disse a O Corvo ser desconhecedor. “Atendemos todo o tipo de gente. Vendemos, sobretudo, garrafas de cerveja de um litro, às quais se costuma chamar ‘litrosa’, como também tabaco e servimos de sanitários para muita gente. Não temos é aqui 500 pessoas à porta, como acontece aqui ao lado”, afirma Adão Graça, responsável pela administração do posto de vende e combustíveis e loja de conveniência associada.“Não podemos ir atrás das pessoas ou ensinar-lhes regras de civismo. Isso é um problema da sociedade”, diz, ainda. Assegurando que zela pela limpeza do espaço exterior junto ao estabelecimento, não deixa, porém, de fazer um reparo: “Garrafas no chão vêem-se muito poucas, agora copos de plástico é que há sempre muitos”.

* Nota de redacção: texto actualizado às 16h51, de 28 de dezembro, clarificando papel desempenhado pelos grupos Vizinhos do Areeiro e Vizinhos das Avenidas Novas.”

http://ocorvo.pt/consumo-de-alcool-na-rua-e-ajuntamentos-estao-a-irritar-vizinhanca-no-arco-do-cego/

Lixo (garrafas e copos de plástico) no Jardim dos Cavaleiros (CGD: Bairro do Arco do Cego): Desenvolvimentos

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Alguns comentários e correcções ao Artigo “Consumo de álcool na rua e ajuntamentos estão a irritar vizinhança no Arco do Cego” de Samuel Alemão, no “O Corvo”
1. É de saudar a reportagem que vem chamar a atenção para um problema que, devido à insalubridade e ruído que provoca quase todos os dias nos prédios contíguos das freguesias das Avenidas Novas, merece maior destaque do que aquele que tem recebido da comunicação social.
2. O texto do Abaixo-Assinado (que pode ser lido em https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/11/18/abaixo-assinado-de-moradores-sobre-jardim-dos-cavaleiros-anfiteatro-exterior-da-sede-da-cgd/ foi redigido por moradores dos colectivos Vizinhos das Avenidas Novas e Vizinhos do Areeiro.
3. Na recolha de assinaturas, realizada porta-a-porta, participaram elementos destes dois colectivos de moradores e apenas destes.
4. Um destes moradores entregou, na Sessão da AML sobre Segurança e Ruído, no passado dia 5 de Dezembro, em mãos à Presidente da AML Helena Roseta este abaixo-assinado.
5. Em consequência ao Abaixo-Assinado a CGD já reforçou muito a limpeza regular do Jardim dos Cavaleiros.
6. O fecho do Oh Pereira às 23:00 (por confirmar) resulta, também, da iniciativa destes dois colectivos de Vizinhos não da iniciativa do proprietário.
7. Ao contrário do que se diz não foram “os protestos de moradores” que levaram há 2 anos ao encerramento, mas problemas de outro foro com o anterior proprietário.
8. Ao contrário do que é citado não vislumbramos “consciência com os níveis de ruído” por parte do proprietário, muito pelo contrário, conforme comprovámos falando com vários moradores dos prédios em redor durante a recolha de assinaturas para o Abaixo-Assinado.
9. Discordamos da afirmação do Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro “Todos, enquanto jovens, gostávamos de nos divertir e beber uns copos”: nem todos os fizemos nem fazemos, nem essa é, aliás, a raíz do problema mas os comportamentos pouco civícos que decorrem dessa actividade na via púbica.
10. Saudamos o pedido feito pela Junta à CML: “Fernando Braancamp Freire propôs à Câmara Municipal de Lisboa uma redução de ambos os comércios, “para que não aconteça aquilo que tem vindo suceder, que é fazer-se do espaço público o prolongamento dos estabelecimentos”.
11. Quando o gerente do Oh Pereira garante que “Fazemos questão de apanhar os copos de plástico que ficam no chão e de limpar o espaço público em redor da nossa casa” garante mal… Basta passar pelo Jardim dos Cavaleios (CGD) para ver, pela quantidade de copos de plástico (que nos arredores apenas este estabelecimento disponibiliza), que não é isso que acontece.

12. Diz ainda o gerente, sem direito de resposta, que os colectivos de moradores das Avenidas Novas e Areeiro tiveram “duplicidade de avaliação estender-se-á também à forma como o grupo de cidadãos que apresentou a petição olha para a realidade: “Acho que exageram manifestamente. Se virem uma saco do McDonald’s no chão, acham que a culpa é do cliente, mas se virem copos de plástico aqui na zona a culpa já é nossa”. Os copos de plástico não são da GALP. As garrafas de vidro, são. O Abaixo-Assinado (que o gerente leu) menciona as duas entidades, par a par, sem excluir nenhuma. Mas deixa claro quem fornece os copos de plástico que, todas as noites são abandonados no chão e no jardim às centenas: o Oh Pereira. Este mesmo gerente não responde nem comenta nenhuma das propostas construtivas que os moradores deixaram. O que é de destacar.

Nota:
Esta foi uma iniciativa conjunta dos
https://www.facebook.com/groups/vizinhos.das.avenidas.novas/
e dos
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/

Em suma e para já:
1. A CGD está a limpar com maior frequência o jardim
2. O Oh Pereira vai fechar às 23:00
3. O abaixo-assinado baixou a uma comissão da Assembleia Municipal de Lisboa:
http://www.am-lisboa.pt/401500/1/008489,000383/index.htm

Actualização de 04.01.2018
Informação deixada pelo Oh Pereira na Página dos “Vizinhos do Areeiro”:
“Tiago Pereira Como gerente do Oh Pereira tenho a responder o seguinte.

Sobre o ponto 6.
Vamos encerrar as 23h de segunda a quinta.
Sexta, sábado e vésperas de feriado vamos continuar a encerrar as 24h.
Esta situação foi acordada entre nós e a CML através do assessor do senhor Duarte Cordeiro. Até agora, a única pessoa que veio até nós.”

Actualização de 15.01.2018
PARTICIPAÇÃO DO CIDADÃO

Petição 18/2017 – “Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD”
06-12-2017

Entrada: 6 de Dezembro de 2017
Subscritores: 65 peticionários
Promotor: Moradores do Areeiro e Avenida Novas
Encaminhamento: baixou à 8ªCP com prazo de parecer até ao final de Janeiro”

 

Parque Canino do Jardim Fernando Pessa: Questões à Junta de Freguesia do Areeiro

Parque Canino do Jardim Fernando Pessa - o relvado está em péssimas soluções

Questões colocadas por moradores:

1. Quanto custou (exactamente) toda a obra? (“10.000 euros” é algo impreciso)
2. Além da empresa que construiu o Parque quem mais concorreu ao “ajuste directo”?Qual a entidade com credencias sobre a matéria foi consultada??? Quantos cães estimam que pode o parque abranger ao mesmo tempo?
3. Quanto mais se estima gastar para terminar esta obra? (assumindo que está inacabada)
4. Quando acaba a obra (e a sua garantia?)?
5. Quando serão colocados os avisos e o placard com regras de acesso?
6. Há planos para corrigir o piso? A iluminação no Parque Canino será reforçada?

Enviadas a 18.12.2017 ao Executivo com CC de todas as forças políticas com representação na Assembleia de Freguesia do Areeiro

“Zé Pedro homenageado por unanimidade na Assembleia Municipal de Lisboa com minuto de palmas” [Revista de Imprensa]

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“Existe também a proposta de dar o nome de Zé Pedro a uma parte do jardim da Praça de Londres, no Areeiro, zona da cidade onde vivia”
Sendo que a notícia da Lusa se refere à proposta dos Vizinhos do Areeiro (com ideia do Nuno Cortiços):
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/…/proposta-a-cml-j…/

Desperdício de água nas regas automáticas da Junta de Freguesia do Areeiro [actualizado]

Screen Shot 11-20-17 at 05.52 PM
Video: https://www.facebook.com/RuiMartinsLx/videos/10156134635644050/

Em 11 de Novembro pedimos à Junta de Freguesia do Areeiro a revisão dos sistemas de rega automática (e reparação dos aspersores avariados) no Jardim da Praça de Londres cujos aspersores estavam (e estão) desperdiçando água sobre o passeio.
Nos dias seguintes recebemos indicações de moradores de que o mesmo estava a suceder na Afonso Costa, Guerra Junqueiro, Praça Francisco Sá Carneiro, Gago Coutinho e Fernando Pessa (pelo menos).
Reiteramos o pedido para que a frequência destas regas seja revista, os aspersores reparados e reposicionados por forma a adaptar os consumos de água ao período de seca extrema que o país atravessa.
Requeremos resposta no âmbito do Art 61 do CPA

Subscrevem:

Rui Martins
Jorge Oliveira
Filipe Guedes Ramos
Anabela Nunes
Maria Cortez Caetano
Rui M. Sousa
Luis Seguro
Mariana Bettencourt
Teresa Raposo
Leonilde Ferreira Viegas
Isabel Tomas Rodrigo
Pedro Pinto
Catarina Rebelo
Maria João Gracio
Ana Costa
Jacinto Manuel Apostolo
Dulce Amaral
Belicha Geraldes
Catarina Syder Fontinha
Patrícia Tavares Rocha
Helena Martins
Maria Helena Simões
Nuno Maldonado Tuna
Thaisa Boleta
Suzete Reis
Luís Pereira Dos Reis
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Ana Salazar
Maria Adelaide Nuncio
Maria Louro
Jaime Amores
Rosa Branca Graça
Ana Sofia Matias
Teresa Clara Durão
Bernardo Kahn
João Ribafeita
Sofia Proença
Lúcia Caetano
Rita Brito Pires
Sampedro Ana Paula
Clara Melo
Margarida Suárez
Fernando De Sousa Ferreira
Francisco Lopes da Fonseca
Bruno Beja Fonseca
Rita Amores
Filipa Magalhães Carvalho

 

Actualização de 7.3.2018

“Tínhamos até há poucos dias 77% do território nacional em Seca Extrema. Que medidas estão pensadas para reconverter os espaços verdes que existem no município. A freguesia do Areeiro tem vastas áreas relvadas que são muito bonitas mas  no entanto consomem recursos hídricos de forma irracional para os dias de hoje e para as condições que conhecemos. Existe alguma campanha aos municipes para  um consumo mais racional da ágia nomeadamente dos banhos porque as pessoas não têm noção das quantidades que as pessoas consomem” (…) “não gostava que Lisboa passasse um dia pela situação da Cidade do Cabo”

Vizinha do Areeiro Patrícia Matos Palma

“No jardim que está junto ao novo Centro de Saúde (por construir nos Serviços Sociais da CML na Afonso Costa) todas as instalações em termos de novos espaços e estamos a falar de cerca de 240 hectares (…) tem sido feito com sistemas de rega eficiente, com espécies autóctones e pouca rega” (…) “e é bom que falemos de escassez de água quando chove porque devemos estar sempre atentos à escassez da água quer quando chive demais” (…) e estamos atentos às duas realidades” (…) 2:24:29 “hoje gastamos menos água no município do que gastávamos há uns anos atrás porque tomámos medidas de rega eficiente” (…) “podemos fazer mais e estamos num processo com as juntas de freguesia para reduzir o consumo de água. Há alguns relvados que é preciso ter na cidade (…) mas como sistemas de rega mais eficiente. Estamos a avaliar com todas as freguesias para conjuntamente com a EPAL introduzirmos sistemas de rega inteligentes (…) sensores de humidade para regarem apenas quando é preciso” (…) “temos uma empresa de distribuição de água que é a terceira  melhor do mundo em perdas de água. Regamos a maior parte dos espaços com água potável (…) temos cidades como Oslo que perdem 20 a 40% e nós não temos esse desperdício” (…) “por outro lado devemos reter a água e esta chuva que cai hoje nós no vale da montanha fizemos bacias de retensão para que ela se infiltre e melhor os aquíferos da cidade” (…) “estamos a realizar um estudo muito grande para podermos reutilizar a água vinda das ETARs que já fazemos em pequena escola nalgumas freguesias para lavagens de rua” (…) “para termos uma rede de distribuição de água reciclada na cidade e isso vai permitir não só a lavagem de ruas mas também a rega” (…) “mas é muito complexo. A legislação é de dificil apreensão, mesmo a europeia, porque temos que ter cautelas com a saúde” (…) “mas estamos a montar a rede de água reutilizada” (…) ” é inadmissível, do meu ponto de vista, que hoje as construções novas que os autoclismos não sejam abastecidos pelos banhos. 20% da água que gastamos nas nossas casas são dos autoclismos”

Vereador Sá Fernandes

“na nova construção de habitação de iniciativa pública que estamos a fazer os autoclismos já são abastecidos por aquilo que é agua desperdiçada nos lavatórios (…) por exemplo na nova construção no Bairro da Boavista, no Bairro Padre Cruz e no Bairro da Cruz Vermelha este modelo se repetirá. Bem como o aproveitamento das águas pluviais para reservatório de água para se poder, p.ex, utilizar na rega dos espaços verdes associados a cada fogo” 2:29:32

Vereadora Paula Marques

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

Pedido de remoção de decorações em lã das árvores da Praça de Londres [Resolvido]

Enviada à Junta de Freguesia:
“Esta iniciativa da Junta de Freguesia do Areeiro (Centro Intergeracional) teve os seus méritos mas agora com a chegada das primeiras chuvas representa um risco para estas árvores. 
Estando as decorações em lã muito cintadas às árvores isto vai aumentar a humidade nos troncos e criar condições favoráveis à aparição e desenvolvimento de fungos e outras doenças que podem ameaçar, a prazo, a viabilidade e sobrevivência destas árvores.”
Por favor: queiram remover estas instalações.

Atualização de 17.12.2017:
As referidas decorações em lã foi retiradas por uma equipa da Junta de Freguesia do Areeiro

 

Resposta à Junta sobre a responsabilidade da manutenção do espaço verde do separador central da Praça Francisco Sá Carneiro [Resolvido]

Resposta a um comunicado que apareceu nas “redes sociais” da Junta de Freguesia do Areeiro (sem nomear este colectivo de cidadãos e moradores) sobre o estado de degradação do espaço verde do separador central da Praça Francisco Sá Carneiro:

Independentemente dos formalismos burocráticos é seguro afirmar:
1. Que o separador central da Praça Francisco Sá Carneiro foi alvo de uma obra de qualificação da CML
2. Que não sendo uma via estruturante a responsabilidade pela sua manutenção compete à Junta de Freguesia
3. Que cabe à Junta de Freguesia estar em contacto permanente com a CML por forma a garantir que a comunicação entre ambas corre fluída e eficientemente
4. Que os moradores não se podem nem devem substituir à Junta na diligência e apuramento de responsabilidades quanto à manutenção deste (e de outros) espaços verdes da freguesia
5. Que os moradores esperam que a Junta seja pro-activa na manutenção dos espaços verdes da freguesia e, em especial, daquele que deu nome e logótipo à Freguesia do Areeiro.
6. Que a situação se resolva rapidamente.

Sem mais,
Rui Martins (fundador do colectivo Vizinhos do Areeiro)

Actualização de 24.10.2017:
Hoje a Junta de Freguesia limpou os matos e cortou a relva do separador central