Propostas em defesa da Saúde Pública e Segurança no Areeiro (Lisboa)

Os vizinhos têm registado um aumento de cidadãos, aparentemente sem-abrigo, a mendigar ou a consumir droga – condições não cumulativas ou associadas -, conforme documentado pelas publicações e comentários no grupo “Vizinhos do Areeiro”, com maior incidência nas Olaias e as proximidades do Pavilhão do Casal Vistoso. No seguimento das iniciativas anteriores, os subscritores solicitam ao:

– Comando da PSP de Lisboa;

– Presidente da CML; e

– Presidente da JFA.

Atenção para os seguintes pontos:

PSP

1. Aumentar o patrulhamento de proximidade.

JFA:

1. Reforçar a Higiene Urbana em meios e frequência das limpezas nas áreas circundantes ao Pavilhão; e,

2. Contratar um Serviço de Guarda Noturno, com base nos excedentes orçamentais, até que haja efetivo reforço dos meios de policiamento conforme recomendação votada em Assembleia de Freguesia.

CML:

1. Destacar um posto móvel de consumos assistidos, atenuando o consumo livre (conforme registado no grupo);

2. Avaliar a vedação dos locais de consumo frequente, ex. Parque do Vale da Montanha (sob os viadutos do metropolitano), Av. Carlos Pinhão e escadas junto aos Serviços Sociais da Av. Afonso Costa;

3. Destacar elementos da Polícia Municipal (PM) para as Olaias e, sobretudo, imediações do Jardim Tristão da Silva;

4. Gerir o corpo da PM adstrito ao “policiamento turístico”, redirecionando-o para áreas residenciais com aumento de crime e/ou vandalismo;

5. Apostar numa rede de infraestrutura para o acolhimento de cidadãos sem-abrigo;

6. Instituir uma rede com locais e profissionais especializados para apoio aos cidadãos toxicodependentes e/ou com distúrbios mentais, junto das áreas de maior incidência.

Subscrevem:

Rui Martins
Elsa Pinto
Wheelie Miyagi
Eduardo Sousa
Felipe Ferreira
Maria Epifanio
Sofia Rodrigues
Manuela Manon
Ilda Cruz
Alexandra Pjn
Ricardo de Almeida
Maria Jerónimo Costa Zita
Stela Correia
Patricia Alves
Fernando Anjos
Cristina Azambuja
Mendes Garcia
Zélia Pereira
Maria Helena Veiga
Maria Luísa Lanita
Beca Guedes Da Silva
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Helena Amaral
Ana Martins da Cruz
Duarte Silva Manuel
Teresa Aroso
Naide Azevedo
Luis Filipe Ferreira
Maria Jesus Pereira Gambino
Ana Paula Pimenta
Maria Cortez Caetano
Teresa LC
Isabel Tomas Rodrigo
Teresa Correia
Virginio António Briote
Carmen Padrão
Catarina Caetano
Jorge Oliveira
Maria Palma
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Ana Freitas
Susana Xana
Jacinto Manuel Apostolo
João Pedro Araújo
Eugenia Maria Sobreiro
Madalena Morais Martins
Joao Figueiredo
Maria Helena Palhano
Maria Fernanda
Lourdes Walk
Anabela Nunes
Cláudia Casquilho
Patrícia Matos Palma
Nuno Dinis Cortiços
Ana Cardoso Santos
Elvina Maria Reis Rosa
Teresa Raposo
Nuno Miguel Cabeçadas
Fátima Mayor
Elisabete Carvalho
Francisco Tellechea
Maria João Morgado
Inês Santos
Manuela Melo
Carla Caló
Fatima Aparicio
Isabel Casquilho
Ana Sampedro
António Madeira Santos
Ana Margarida Carvalho
Paulo Silva
Marta Gaspar
Ricardo Lima
Madalena Matambo Natividade
Cristina Mota Capitão
Rafael Pereira
José Maia de Loureiro
Isabel Martins
Sara Gonçalves Caria
Maria Luisa Ferreira
Fátima Cònim
Jorge Zúniga Almeida Santo
Maria Concepcion
Zelinda Marouço
Teresa Peixoto
Rúben Pereira
Maria Lemos E Sousa
Ana Amaro Fernandes
Rita Luis
Alexandra Costa
Carla Camara
Marta Cabral Morgado
Tita Almeida
Sofia Vale
Margarida Fernandes
Isabel Castelo Branco
Belicha Geraldes
Palmira Reis Rocha
Raquel Soares
Mário Jorge Ramos
Lina Fernandes
Joana Maria
Paula Morais
Susana Carmona
Fatima Lammar
Gonçalo Pousão
Maria Gabriel
Mónica Pimentel Santos
Pedro Paulouro
Joana Alves de Sousa
João Firmino
Vanessa Correia Marques
Teresa Basto
Carolina Cardoso
Rosário Belmar da Costa
Isabel Costa Cabral
Maria João Duarte
Ana Martins


“Lixo espalhado nas ruas de Lisboa incomoda moradores” [JN]

O lixo começou a acumular-se nas ruas da capital desde que a Câmara Municipal de Lisboa (CML), há uma semana, reduziu os horários de recolha de resíduos indiferenciados e suspendeu temporariamente a recolha seletiva porta-a-porta devido à pandemia Covid-19.

“Os caixotes estão cheios e as pessoas acabam por pôr os sacos fora dos contentores. Temos visto luvas e lixo espalhado pelo chão”, denuncia Alexandra Nunes, moradora em Marvila.

Há uma semana, a Câmara de Lisboa passou a recolher o lixo três vezes por semana para “garantir a proteção da saúde pública e dos trabalhadores” e controlar a expansão do Covid-19, avança no site da CML. A decisão tem sido, porém, muito contestada pelos moradores e classificada de “irresponsável e perigosa”. “Enquanto outros municípios reforçaram as equipas de limpeza, a Câmara de Lisboa dá um passo atrás. Como é que uma cidade Capital Verde tem estas ações anti-ecológicas e anti-higiénicas?”, critica Alexandra Nunes.

“Metem tudo no mesmo”

As críticas e denúncias multiplicam-se nas redes sociais e provêm de quase todas as freguesias da capital. A aglomeração de sacos de lixo dispersos pela via pública e a suspensão da recolha seletiva são as principais críticas. José Pereira, morador no Lumiar, queixa-se de as embalagens não serem recolhidas há duas semanas. “Reciclagem é para fazer ou esquecer?”, questiona indignado.

Alexandra Nunes alerta para o mesmo problema. “Agora, as pessoas metem todo o tipo de resíduos no mesmo contentor, já a abarrotar com o lixo comum. Suspeito que esteja a ser tudo encaminhado para aterro, porque, depois de misturado, o cartão fica contaminado, e já não se pode reciclar”, repara.

Isabell Culen, moradora em São Domingos de Benfica, confirma-o. “Vi os contentores do papel e dos orgânicos serem despejados no mesmo camião. Agora vai tudo misturado, isto é um retrocesso. Eu ainda separo, mas muitos vão deixar de separar o lixo”, lamenta.

Recolha seletiva mantém-se nas eco-ilhas

A recolha seletiva ainda é feita em ecopontos de superfície subterrâneos, onde o volume de lixo também tem aumentado consideravelmente. Esta semana, na eco-ilha em frente à Assembleia Municipal de Lisboa, por exemplo, acumularam-se muitos sacos.

“Tenho recebido várias queixas relacionadas com as recolhas nas eco-ilhas não estarem a ser realizadas e estar, por isso, a acumular-se algum lixo, principalmente agora que não há recolha seletiva porta-a-porta”, diz Rodolfo Franco, dinamizador do movimento cívico Vizinhos do Areeiro.

Medidas continuam “enquanto pandemia durar”

A Câmara de Lisboa, em resposta escrita ao JN, diz que não haverá reciclagem porta-a-porta “enquanto durar a pandemia”. “Atravessamos a maior crise de saúde pública em 100 anos e a prioridade da CML é proteger a saúde pública dos lisboetas e dos trabalhadores da higiene urbana”, frisa. A CML não clarificou, porém, se tem ou não enviado os resíduos orgânicos e seletivos para aterro. “O material nos ecopontos continua a ser reciclado”, disse apenas.

https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/lisboa/lixo-espalhado-nas-ruas-de-lisboa-incomoda-moradores-11997728.html?fbclid=IwAR3jVB5C2RJQSYICzNPuYFDpZn0i4Jvpnnl4M0ToHAoly0X0cqHJIC90u4Q

“Búsqueda internacional del grafitero más perezoso y persistente Italia y Portugal persiguen a ‘Geco’, que se dedica a colocar por todas partes pegatinas con su nombre” [El Pais]

” Qué mayor tortura escolar que escribir diez, cien veces la misma frase. Sin embargo, hay a quien le gusta, no ya cien sino miles de veces escribir su propio nombre o, al menos, el artístico, Geco, un personaje misterioso que se dedica a adornar o ensuciar las paredes y las señales de tráfico de ciudades de medio mundo, preferentemente de Roma y Lisboa.

Geco, a juzgar por su pintura sin ancestros familiares con el genio griego del siglo XVI, ha alcanzado la fama policial y urbana manchando mobiliario público y patrimonio artístico. Es un incordio internacional, que empezó en Italia (Roma, Florencia, Génova…) y ahora parece que mora en Portugal.

Así se entiende, ya que la policía de Roma se ha dirigido a Vecinos en Lisboa para que le proporcione información sobre el artista. La policía italiana solicita a esta asociación detalles de los daños que haya podido realizar en el patrimonio portugués y qué están haciendo las autoridades para detenerlo.

El tal grafitero anónimo lleva años en las calles, pero su mensaje no cambia, simplemente escribe Geco. A veces lo caligrafía hasta en colores, pero ya hace un tiempo que se ha vuelto más perezoso —o práctico— y se ha confeccionado pegatinas con su nombre que va colocando en señales de tráfico, anuncios, callejeros, paradas de transporte… En fin, un incordio internacional, nacional y vecinal.

La policía italiana no anda descaminada en sus pesquisas, pues hace dos años que la asociación Vecinos de Lisboa presentó en los tribunales una denuncia contra el grafitero por los perjuicios económicos que causa a los servicios de limpieza de la ciudad. Adjuntó documentación de un centenar de gecos en un solo barrio de Lisboa, Areeiro, de donde se deduce que vive o vivía allí. Incluso aporta un par de fotografías en el que se le ve in fraganti, escribiendo con un rotulador su nombre a la luz del día.

Las pruebas parece que no eran suficientes y, un año después, el ministerio fiscal archivó la causa, pues no pudo “obtener indicios suficientes de quienes fueron los agentes del delito denunciado, ya que nadie presenció su ejecución”. Para la seguridad del país, esperemos que todos los ladrones y asesinos actúen ante los focos de algún reality show. La asociación de vecinos fue sancionada con 714 euros por realizar labores del Estado.

El genovés Geco va camino de cumplir los 30 años. Hace dos años llegó a Lisboa y dio una entrevista al semanal digital O Corvo, feliz de lo tranquilo que trabajaba en esta ciudad. “Vengo de Roma y allí es más difícil pintar, solo salgo a la calle de noche o de madrugada. Siento más presión y voy con más cuidado en las calles. Aquí los policías son más permisivos, no tienen tanto odio a los grafiteros”.

Geco reconoce que su caso “llega a ser una verdadera megalomanía. Quiero atraer la atención de todos y provocar un sentimiento de amor u odio. Lo único que no quiero es pasar inadvertido”. Hombre, objetivo cumplido, ya.”

https://elpais.com/internacional/2020/04/13/mundo_global/1586796370_739175.html

Campanha “Um saco de lixo na rua é um saco a mais”

Campanha “Um saco de lixo na rua é um saco a mais”:

Nos locais onde aparecem, numa base diária, sacos de lixo (caldeiras ou junto a portas) vamos afixar cartazes com a fotografia de sacos de lixo na rua e as frases:

“a Cidade é a sua Casa: faria isto na sua Casa?”

“uma vez são mesmo vezes demais”…

“a cidade é a sua casa, gostaria que outros deixassem lixo na sua sala?“

Apelamos aos Vizinhos que:

1. indiquem locais onde isto acontece

2. convide os vizinhos a afixarem, eles próprios, estes cartazes

3. indicar à CML os locais onde este fenómeno mais recorre por forma a que esta realize uma campanha informativa porta-a-porta nos prédios em redor.

“Em exibição nas montras do Areeiro: “Por favor, apanhe o cocó do seu cão” [Sol]

“Uma criança de sete anos, que vive em Lisboa, decidiu lançar um alerta, na sua área de residência, no combate à sujidade das ruas. Carolina desenhou um cocó, um cão e uma mulher com um saco na mão numa simples folha de papel, de forma a exemplificar que esta iria apanhar as necessidades do animal. No desenho, pode ler-se o alerta: “Por favor, apanhe o cocó do seu cão”.

De forma a consciencializar os donos dos animais que vivem na sua área de residência, a criança e os pais dirigiram-se à Junta de Freguesia do Areeiro para deixar o primeiro desenho.

No Facebook, o pai explicou como tudo o ‘projeto’ ganhou vida pelas ruas da zona. “Lançou o desafio aos pais, tirámos fotocópias e, com a ajuda da irmã de 5 anos e a preciosa colaboração dos donos de muitas lojas, temos afixado o ‘cartaz’ em algumas montras da freguesia do Areeiro”, escreveu.

Paulo Farinha explicou ainda que, apesar de não saber se os ‘cartazes’ terão efeito nas ruas, espera que a ideia inspire as pessoas. “Se quiserem desenhar outros ou sugerir aos vossos filhos e netos que o façam, fica a ideia”, explicou na página Vizinhos do Areeiro.”

https://sol.sapo.pt/artigo/682172/em-exibicao-nas-montras-do-areeiro-por-favor-apanhe-o-coco-do-seu-cao

“MP não consegue identificar Geco, o graffiter que invadiu Lisboa. “Ultrajante”” [ZAP]

@CamaraLisboa / Twitter

Funcionário da Câmara de Lisboa limpa grafiti de Geco.

O Ministério Público (MP) arquivou uma queixa de uma associação de moradores de Lisboa contra o graffiter Geco, cujas pinturas e autocolantes se podem ver por toda a cidade. Não se consegue identificar o artista e os moradores falam num “sentimento de impunidade”.

A Associação Vizinhos em Lisboa apresentou uma acção judicial contra Geco em Outubro de 2018, após uma entrevista do graffiter a um jornal onde se apresentava como um italiano de 27 anos que tinha como “objectivo” ser “visto e conhecido por toda a gente”.

“Quero atrair a atenção de todos e provocar um sentimento de amor ou ódio. Só não quero passar despercebido”, dizia Geco, como cita o Público, salientando que em Lisboa pode “pintar durante o dia”, algo impensável em Roma, de onde será natural, porque os polícias portugueses “são mais permissivos”.

A identidade real de Geco não é conhecida, mas os seus grafites encontram-se em vários locais de Lisboa, em pinturas murais e em autocolantes, tanto em edifícios como em sinais de trânsito e viadutos.

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Shifter@SHIFTERpt

Geco está por toda a parte e ninguém sabe quem ele é. O Corvo foi conhecer este ‘bomber‘ que nos últimos anos invadiu a cidade de Lisboa. https://shifter.sapo.pt/2018/08/geco-tags-graffitis-lisboa/ …

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622:25 – 29 de ago de 2018Informações e privacidade no Twitter AdsVeja outros Tweets de Shifter

A Associação de moradores queixa-se de que há “um sentimento de impunidade”, considerando que é preciso “começar a agir, de forma sistemática e consequente contra estes indivíduos que infestam a nossa cidade de lixo gráfico”, como cita o Público.

Apesar desta posição, a queixa apresentada foi arquivada pelo MP na semana passada, com o argumento de que “das diligências realizadas”, “não foi possível obter indícios suficientes de quem foram os agentes do crime denunciado, uma vez que ninguém presenciou a sua prática”.

O arquivamento decretado pelo Tribunal da Relação obriga também a Associação a pagar custas judiciais de 408 euros, algo que a Associação considera “ultrajante”, como refere ao Público um dos seus dirigentes, Rui Martins.

“Com esta discutível decisão da Relação, o Estado (o poder judicial é um dos três pilares do Estado de direito) decidiu punir um grupo de cidadãos que fizeram o papel que competia ao Estado (através do sistema de Justiça e dos seus órgãos de polícia e investigação) e que este deveria ter já assumido, de forma decidida e efectiva”, lamenta a Associação numa nota citada pelo referido diário.

A Associação vai recorrer do pagamento das custas judiciais e promete continuar a lutar contra os grafites na capital, lembrando que a autarquia gasta milhares de euros em limpezas para os remover.

Lisboa@CamaraLisboa

👋

Bye bye Geco
Hoje, na Costa do Castelo.#Lisboa #LisboamaisLimpa

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4018:40 – 7 de fev de 2019Informações e privacidade no Twitter AdsVeja outros Tweets de Lisboa

ZAP //

https://zap.aeiou.pt/mp-nao-consegue-identificar-graffiter-invadiu-lisboa-ultrajante-queixam-moradores-289995

Beatas frente à PT Altice da Av Afonso Costa

Quando vão parar de aparecer beatas, copos de café, manchas negras (pastilhas e açúcar) no piso frente às instalações da Altice na Avenida Afonso Costa?
(enviada a 15.07.2019)

(este cinzeiro foi dado – como exemplo – pelos Vizinhos do Areeiro)

Enviada a 13 de Outubro de 2019:
“Carta Aberta à Altice,

Os Vizinhos do Areeiro preocupados com excessiva presença de “beatas”, cigarros, copos de café e pastilhas no passeio público frente às vossas instalações, na Av. Afonso Costa, nº 4, propõem as seguintes medidas para a proteção do ambiente e o desejável asseio do passeio contíguo. 

À consideração da gestão do edifício, medidas aferidas em consulta pública:

– consignação de um espaço dedicado ao fumo no interior daquele edifício;

– distribuição de cinzeiros portáteis aos colaboradores que se desloquem ao exterior para fumar (medida imediata); ou,

– em alternativa, a instalação de cinzeiros e papeleiras fixas  junto da entrada do edifício com recolha assegurada por V. (similares aos instalados pela Junta de Freguesia de Alvalade ou aqueles que, por exemplo, a CGD, colocou no exterior das suas instalações onde disponibilizou cinzeiros para os seus funcionários na zona das arcadas)

Antecipadamente gratos pela atenção dispensada, aguardamos a vossa posição sobre o problema.”

Actualização:
A 27 de Novembro de 2019 a Altice colocou dois cinzeiros verticais neste local

“WC para arrumadores de carros no Areeiro” [Expresso do Oriente]

“A Junta de Freguesia do Areeiro instalou uma casa-de-banho móvel, de acesso público e gratuito, destinada a arrumadores de automóveis.

A informação surgiu na página de Facebook da autarquia local no dia 2 de Agosto, sexta-feira, pelas 17h30, e 72 horas depois tinha sido comentada 92 vezes e contava 13 partilhas.

Nas opções de reacção sem texto, também pelas 17h30 desta segunda-feira, 5 de Agosto, 141 pessoas manifestavam-se entre o “gosto” (em maioria), a manifestação de “surpresa”, “riso” ou “ira”.

Certo é que no logradouro da Av. Guerra Junqueiro há um novo WC móvel, como os que costumam ser instalados nos arraiais dos santos populares, por exemplo, que se destina aos arrumadores de automóveis da zona, segundo informa a publicação. De resto, há uma folha informativa afixada na porta do equipamento, com o logotipo da Junta de Freguesia, onde pode ler-se “Este WC destina-se aos arrumadores de automóveis”.

Nos comentários, muitos utilizadores questionam a legalidade da solução encontrada; outros manifestam-se incrédulos com a opção e lamentam ter de pagar o parquímetro e a actividade dos arrumadores, afirmando temer pela segurança das viaturas se não o fizerem; outros ainda referem que a localização do WC é desadequada por facilitar o acesso às habitações no local. Por outro lado, há utilizadores a referir a necessidade de intervenção, para evitar a presença de urina e fezes nos passeios e paredes.

Na página do Movimento Cívico Vizinhos do Areeiro, questiona-se se a Junta de Freguesia do Areeiro dispõe de algum regulamento específico para esta actividade – a de arrumador de automóveis – e que taxa é cobrada pela autarquia, se o regulamento existir; se faz sentido emitir licenças para arrumadores em zonas de estacionamento tarifado; se o acesso ao WC se pode reservar a arrumadores de automóveis (entre outras questões). No grupo, também é veiculado o receio de o WC se poder tornar um espaço de consumo de estupefacientes, apontando-se o caso de um outro equipamento colocado na Rua Al Berto.”

https://expressodooriente.com/wc-para-arrumadores-de-carros-no-areeiro/

Reunião dos Vizinhos do Areeiro com a Direcção Municipal de Higiene Urbana

Hoje, dia 19.09.2019, os Vizinhos do Areeiro, assim como representantes de outros coletivos de vizinhos que integram a Vizinhos em Lisboa estiveram em reunião com a Direcção Municipal de Higiene Urbana


A reunião foi muito profícua e informativa tendo os Vizinhos do Areeiro levado as propostas que enviámos à CML e que dizem directamente a esta direcção municipal:

1

Sobre canídeos e seus dejectos:

“Realizar acções de vigilância e sensibilização com a Polícia Municipal depois da hora de jantar e pela manhã para sensibilizar a população e, numa fase inicial e posteriormente, aplicar multas.

Aumentar as multas contra este tipo de comportamentos menos cívicos

Publicar regularmente a quantidade e o valor de multas (e os respectivos níveis de reincidência)”
http://vizinhosdoareeiro.org/propostas-a-cml-e-jfa-nao-devia-ser-um-problema-mas-se-temos-um-cao-ele-come-ele-defeca-e-urina-e-temos-que-limpar/
 

2

Os subscritores propõem:

“a. Estabelecer prioridades e organizar acções periódicas de remoção dos grafitos ilegais, com prioridade para os que se localizem perto escolas/liceus, monumentos/edifícios públicos/espaços públicos, zonas pedonais e zonas turísticas.

b. Assegurar uma “resposta em 24 horas” nas zonas consideradas prioritárias, o que desincentivará novos grafitos ilegais a médio-prazo e possibilitará aos cidadãos avaliarem de forma eficaz a acção da CML/JF.

c. Remover todos os grafitos ilegais inventariados num prazo nunca superior a 10 dias úteis.

d. Responsabilizar criminalmente os autores dos grafitos considerados ilegais, conforme previsto na Lei nº 61/2013, de 23 de Agosto, para o que deveria ser estabelecido com as polícias e o Ministério Público um protocolo apropriado.

f. Apoiar grupos de cidadãos que queiram executar acções pontuais de limpeza na sua zona de residência, disponibilizando-lhes apoio técnico e logístico.”
http://vizinhosdoareeiro.org/propostas-para-grafitos-ilegais-a-cml/
 

4

“CML: Avaliar um sistema de recolha de lixos em estabelecimentos de Alojamento Local (que funcionam fora da escala de recolha selectiva) por forma a acabar com uma das fontes do triste espectáculo de sacos de lixo na rua

CML/PM: Reforçar, muito, a fiscalização e multas a infracções que passem pela deposição de sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia) criando, na Polícia Municipal uma unidade especializada no combate e prevenção a este tipo de infracções.

Criar métricas online e em tempo real do índice de satisfação dos moradores sobre o sistema de recolha de resíduos nas suas freguesias a partir dos pedidos abertos na aplicação na Minha Rua da CML e de inquéritos online regulares aos moradores
http://vizinhosdoareeiro.org/propostas-de-melhoria-ao-sistema-de-recolha-de-residuos-urbanos-calendario-alojamento-local-sacos-de-lixo-lavagem-de-ruas-e-metricas/
 

5

“Os subscritores pedem a intervenção da CML, RSB e da Junta de Freguesia na zona entre a Rua Manuel Gouveia e a Margarida de Abreu (por detrás da Gago Coutinho). Esta zona, onde foi construído um parque de estacionamento (cujas obras, entretanto, pararam), é local de permanência de um grupo de migrantes dos Balcãs.

No concreto, os moradores pedem que se:

limpe o local dos numerosos detritos entre a mata e os passeios públicos

removam os contentores com rodas que (únicos na freguesia) que aqui estão e que servem de ponto de “abastecimento” a esta comunidade

resolva o facto de todos os dias se fazerem aqui fogueiras com risco de propagação aos matos, propriedades e veículos estacionados aqui perto.

6

“Os subscritores sugerem à Câmara Municipal de Lisboa que instale na uma das novas papeleiras de grande capacidade no Jardim da sede da CGD (frente à Casa de Pasto Oh Pereira).

Sugerimos igualmente que a CML conceba e instale um novo tipo de contentores de reciclagem para copos de plástico nas zonas onde o consumo de álcool na via pública é mais intenso (no Areeiro: Jardim Fernando Pessa, Praça Pasteur, Jardim CGD, João do Rio, etc) e assim se possa contribuir para o fim do decorrente espectáculo diário de jardins com copos de plástico em bancos, no solo e sobre o relvado.”
http://vizinhosdoareeiro.org/sugestao-para-rua-do-arco-do-cego-areeiro-novas-papeleiras-e-criacao-de-novo-tipo-de-contentor-de-reciclagem-para-plasticos/

7

“Tendo em conta que as escadinhas que ligam a Escola EB Luis de Camões à Avenida de Madrid são alvo constante de taggers e grafiteiros (com as subsequentes limpezas pagas por todos nós) os subscritores vêm pedir à Câmara Municipal de Lisboa (Galeria de Arte Urbana | GAU) que patrocine neste local a instalação de arte urbana de qualidade com referências educativas ou ao bairro que possam ser apreciadas e respeitadas pelos frequentadores do local e que sirva de dissuasão a taggers.

Poderia tratar-se de um projecto realizado e executado, após concurso, pelos alunos da própria escola e devia implicar, também, um reforço da iluminação pública e, eventualmente, seguir um modelo de um Jardim Vertical com o mesmo grau de eficiência na resolução deste problema”
http://vizinhosdoareeiro.org/grafitri-artistico-ou-jardim-vertical-nas-escadinhas-da-escola-eb-luis-de-camoes/