Comunidade nómada na zona entre a Rua Manuel Gouveia e a Margarida de Abreu (por detrás da Gago Coutinho) – Areeiro

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Os subscritores pedem a intervenção da CML, RSB e da Junta de Freguesia na zona entre a Rua Manuel Gouveia e a Margarida de Abreu (por detrás da Gago Coutinho). Esta zona, onde deveria ser construído um parque de estacionamento (cujas obras, entretanto, pararam), é local de permanência de um grupo de migrantes dos Balcãs.
No concreto, os moradores pedem que se:
1. limpe o local dos numerosos detritos entre a mata e os passeios públicos
2. removam os contentores com rodas que (únicos na freguesia) que aqui estão e que servem de ponto de “abastecimento” a esta comunidade
3. instalem novos candeeiros na Rua Manuel Gouveia
4. garanta que os candeeiros da Margarida Abreu estão sempre ligados (há dias em que não estão)
5. remova todo o matagal e ervas altas que existem neste local dando apoio a esta colónia e cobertura a inúmeras concentrações de detritos e dejectos humanos.
6. removam os tags nas paredes destes arruamentos.
7. resolva o facto de todos os dias se fazerem aqui fogueiras com risco de propagação aos matos, propriedades e veículos estacionados aqui perto.
8. verifique uma intervenção de técnicos de serviço social da CML e da JFA junto da comunidade referida
9. seja instalado nesta zona um abrigo para animais (gatídeos) que está aprovado pela CML há mais de um ano

Subscrevem 52 moradores
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1838075116505287/

Actualização
“Registamos um aumento do nº de Sem Abrigo nas ruas, aqui, no Areeiro. Há uma duplicação e, por vezes, uma triplicação. Algo se está a passar. Dizem-me que poderá ter sido o facto de terem sido expulsos da Gare do Oriente. Será isso? Será também uma consequência do aumento dos preços das rendas? Queremos saber o que pensa a CML deste assunto e se é verdade se está a acontecer alguma coisa no número de Sem Abrigo na cidade”

“Os nómadas da rua Margarida de Abreu: junto ao parque de estacionamento que será construído perto da Gago Coutinho vive um grupo nómada que faz ali fogueiras junto às casas e no meio do descampado, a CML e a Junta fazem o que podem em limpeza mas  há ali um problema (…) há algum plano para lidar com esta situação?”

Vizinho do Areeiro Rui Martins

“Há uma grande mobilidade desta população nómada dentro da cidade. E alguns dos fenómenos relacionam-se com deslocações do Parque das Nações (…) está relativamente estabilizado nos úlitmos meses: de maio para janeiro 2018 temos cerca de 250 pessoas. Houve uma redução nos últimos dois anos mas é um número que nos continua a preocupar bastante. Temos um plano municipal para responder às pessoas de situação sem abrigo e que tem uma resposa de curto prazo, de emergência ao nível dos centros de acolhimento. Primeiro ao nível de equipas de rua que são de várias organizações e da própria CML que tem uma destas equipas (…) temos que intervir para mejprar as condições e capacidade dos centros de acolhimento (…) temos um programa que é o “Casas Primeiro” que está a trabalhar já com 80 casas e vamos acrescentar mais 50 nos próximos 2 meses” (…) “depois temos de partir para as outras questões, de saúde mental, de dependências, de emprego. O núcleo de apoio a pessoas Sem Abrigo da CML tem referenciadas os locais que referiu, sobretudo, na zona da Bomba da BP. Na noite de ontem estiveram no local e identificaram 4 cidadãos romenos.” 1:07:50

Vereador Ricardo Robles

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Apelo à intervenção da CML, PSP e Polícia Municipal no Jardim da CGD (Rua do Arco do Cego) – Oh Pereira e Bomba Galp [Actualização]

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Multiplicam-se os fenómenos de baixo civismo na Rua do Arco do Cego, perto do Jardim da CGD: Todas as noites e, especialmente ao fim-de-semana, centenas de clientes da “Casa de Pasto” Oh Pereira” e da Bomba da Galp deixam copos de plástico, garrafas de cerveja e latas de alumínio às centenas nos espaços verdes em frente (já na Freguesia do Areeiro). Assim sendo e porque a situação se arrasta há meses sem qualquer sinal de melhoria apesar de repetidos contactos com a CML, Polícia Municipal e proprietários os Subscritores desta mensagem à CML pedem a esta que:
1. Instale no Jardim da CGD duas das novas papeleiras de 120 L no lugar das de menor capacidade
2. Que os proprietários da Bomba da Galp e do Oh Pereira sejam convidados pela CML a participarem, de manhã e ao abrirem as portas na remoção do lixo proveniente da sua actividade no jardim em frente
3. Que a CML avalie a instalação, neste jardim, de protecções aos muros, como aquelas que foram instaladas no Jardim do Arco do Cego
4. Que a CML reveja a capacidade para venda de álcool da Bomba da Galp
5. Que a Polícia Municipal reforce a sua actividade de fiscalização neste local [alterado]
6. Que a PSP e Polícia Municipal estejam atentas às situações de excesso de ruído e de manobras anómalas (especialmente com motas e motociclos) nas ruas perto deste local) [novo]
Que a autarquia avalie uma alteração (em último recurso) dos horários de fecho da Oh Pereira (24:00) e do sector de retalho da Bomba da Galp (23:45)

Subscrevem:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1832238590422273/

Actualização de 13.10.2017
Primeira resposta da CGD:
Quanto à sujidade no Jardim da CGD (onde estão os 12 Cavaleiros): “A Caixa Geral de Depósitos e a Culturgest neste caso somos também lesados. Já notificámos o nosso Gabinete de Segurança para avaliar a situação.”

Actualização de 05.01.2017
Quanto à possibilidade da instalação de contentores especializados de recolha de plástico responde a CML:
“As pessoas usavam as tampas das papeleiras como mesas e quando retiramos as tampas, passaram a mandar os copos para o chão na mesma, ficando as papeleiras vazias ou com outro tipo de resíduos”

Actualização de 16.01.2018

Enviada à CML:
“Rua do Arco do Cego, frente ao jardim dos cavaleiros na sede da CGD: todas as noites de sextas, sábado e domingo, centenas de jovens estão aqui com copos de cerveja comprados no Oh Pereira e garrafas compradas na bomba da Galp fazendo barulho, acrobacias de moto, consumindo álcool no jardim, deixando centenas de copos e garrafas no chão e no jardim e urinando no monumento (o cheiro a urina podre é aqui constante).”

Resposta da CML:
“Com referência ao assunto no ponto 10, cumpre informar que para o estabelecimento comercial denominado “Oh Pereira”, sita na Rua do Arco do Cego, n.º 59, corre termos nesta divisão um processo de restrição definitiva de horário de funcionamento.
O processo encontra-se na fase de elaboração de relatório final e respetiva proposta de decisão,  encontrando-se a ser ponderada a seguinte restrição de horário de funcionamento: De domingo a quinta-feira – encerramento às 23:00h;  Sextas-feiras, Sábados e vésperas de feriados às 24:00h.
Prevê-se a elaboração do relatório final ainda durante a 1ª quinzena de janeiro.”

Actualização 07.03.2018

“Fizemos também um Abaixo Assinado contra a situação decorrente da actividade da casa de pasto Oh Pereira, até mais sobre a Bomba da Galp. Tinha a ver com o consumo de álcool na via pública e que é um problema que não é só do Areeiro mas de toda a cidade. É algo que provoca ruído nocturno, dejectos, resíduos urbanos, copos de plástico. A CML não tem poderes para intervir a 100% nesta área mas algo tem que ser feito. As queixas sobre o que passa ali são numerosas e é algo chocante ver que aquele estabelecimento se orientou para a rua: tudo o que eles têm é para a rua, para os clientes que consomem na rua. Neste momento há uma colonização privada do espaço público”

Vizinho do Areeiro Rui Martins

“Em relação ao Oh Pereira: nós estivemos atentos, reduzimos o horário. A única coisa que temos eventualmente a possibilidade de fazer é a limitação da venda para fora (…) não podemos limitar o consumo do alcool na via pública e há ali uma mistura de factores (…) podemos ir mais além. Há um conjunto de medidas de restrição que podemos agravar foi um pouco o que aconteceu no Arco do Cego (…) devemos defender a limitação e eliminação dos copos descartáveis. É uma matéria que nós, CML, devemos avançar para o Legislador. Só aí teríamos um enorme contributo para aquilo que é a sujidade criada por este tipo de estabelecimentos” 1:00:50

Vice-Presidente Duarte Cordeiro
Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização 20.03.2018
"Agendada: 20 de Março de 2018
Debatida e votada:
Resultado da Votação:
Passou a Deliberação:
Publicação em BM:
Esta Recomendação tem origem no Relatório da 8ª Comissão Permanente sobre a Petição 18/2017 - Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD)

Recomendação

O Relatório aprovado pela 8ª Comissão Permanente sobre a Petição 18/2017 - Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da Caixa Geral de Depósitos) apurou as seguintes conclusões:

São manifestos os problemas de insalubridade, ruído e conflitualidade na apropriação do espaço público, causados pela enorme presença de pessoas a consumir álcool na zona em questão, Rua do Arco do Cego, “Jardim dos Cavaleiros” e Anfiteatro adjacente;
Estes problemas parecem ter-se agravado na sequência das obras realizadas no espaço público na Rua do Arco do Cego que aumentaram a zona pedonal adjacente aos estabelecimentos em causa e das medidas implementadas de limitação de horário relativamente aos estabelecimentos adjacentes ao Jardim do Arco do Cego, onde o problema era semelhante;
O Programa de Governo da Cidade 2017-2021, estabelece como objectivos tornar a cidade de Lisboa cada vez mais atractiva para viver, melhorando a qualidade de vida e o ambiente urbano, pelo que deverão ser encontradas soluções que permitam mitigar os focos de conflitualidade, assegurando a compatibilização do direito ao descanso dos residentes e a qualidade do ambiente urbano, com as actividades económicas e de lazer.
Assim, a 8ª Comissão propõe ao plenário da Assembleia Municipal que aprove recomendar à Câmara que:

1 – Analise a possibilidade de introduzir limitações horárias aos estabelecimentos em causa, compatibilizando as necessárias actividades económicas com o direito ao descanso dos residentes em área residencial, tendo em conta medidas semelhantes já implementadas em estabelecimentos próximos;

2 – Interceda junto da CGD de forma a garantir a limpeza adequada, regular e suficiente do espaço privado de utilização pública, anfiteatro e jardim, por forma a manter o mesmo em condições de ser fruído pela população em geral e com reconhecimento pela sua importância histórica;

3 – Em conjunto com a CGD, estude e implemente medidas de mitigação da insalubridade registada ao nível das escadas de ligação entre o anfiteatro e o estacionamento superior, decorrentes da acumulação de urina e outros dejectos, medidas que poderão passar por melhorar a iluminação pública do local ou pela implementação de medidas físicas de encerramento das escadas no período nocturno;

4 – Através da Polícia Municipal e no âmbito das suas competências, promova a adequada fiscalização e controle de horário dos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas na área em questão;

6 – Interceda junto da PSP para que de uma forma regular e visível promova o reforço das acções de fiscalização e vigilância no âmbito das suas competências na manutenção da ordem pública, actuando também no que se refere ao consumo de álcool por menores;

7 – Procure sensibilizar os proprietários dos estabelecimentos em causa para que tomem medidas, no âmbito da sua actividade, para diminuírem os respectivos impactos negativos referidos nesta petição.

8 - Informe periodicamente esta Assembleia sobre a evolução da implementação das soluções encontradas de modo a realizar um conveniente acompanhamento.

A 8ª Comissão propõe ainda ao plenário da Assembleia que promova diligências junto das Juntas de Freguesia das Avenidas Novas e do Areeiro, no respeito pela sua autonomia, no sentido de ser providenciado um especial cuidado ao nível da higiene urbana dos espaços em questão, Rua do Arco do Cego e zonas adjacentes, bem como na manutenção dos diversos equipamentos de mobiliário urbano, existentes no espaço público.

Lisboa, 15 de março de 2018

O Presidente da 8ª Comissão

António Proa

O Deputado Municipal Relator

João Valente Pires"

http://www.am-lisboa.pt/302000/1/009300,000424/index.htm


Atualização de 10.04.2014:
Representante da Petição 18/2017 – Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD)
Encarrega-me a Srª Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Arqª Helena Roseta de informar V. Exas. que a apreciação da Recomendação 015/03 (8ª CP), resultante do Parecer da 8.ª Comissão Permanente sobre a petição 18/2017 – Jardim dos Cavaleiros (Anfiteatro Exterior da sede da CGD), está agendada para a sessão de  3ª feira, dia 20 de Março, que se iniciará pelas 15h e terá lugar no Fórum Lisboa, na Av. de Roma 14P.
Junto enviamos o relatório da Comissão Permanente e Recomendação que será apresentada e debatida na referida sessão.
 Anexo1_OficioCGD Anexo1_OficioGALP Anexo1_OficioPSP Anexo1_Oh Pereira Folha de Rosto relatório da 8ª CP relativo à petição 18-2017 Anexo1_Oficio CML”

Sugestão para Rua do Arco do Cego (Areeiro) – novas papeleiras e criação de novo tipo de contentor de reciclagem para plásticos [Respondido]

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Os subscritores sugerem à Câmara Municipal de Lisboa que instale na zona da Rua do Arco do Cego um novo ecoponto enterrado e, simultaneamente, uma das novas papeleiras de grande capacidade no Jardim da sede da CGD (frente à Casa de Pasto Oh Pereira).
Sugerimos igualmente que a CML conceba e instale um novo tipo de contentores de reciclagem para copos de plástico nas zonas onde o consumo de álcool na via pública é mais intenso (no Areeiro: Jardim Fernando Pessa, Praça Pasteur, Jardim CGD, João do Rio, etc) e assim se possa contribuir para o fim do decorrente espectáculo diário de jardins com copos de plástico em bancos, no solo e sobre o relvado.

Subscrevem:

Rui Martins
Eduardo Natividade
Isabel Tomas Rodrigo
Mira de Lacerda
Luz Cano
Paula Borges
Isabel Simões
Maria J. Ferrão
Patrícia Tavares Rocha
Luisa Pico Costa
Luisa Castro Correia
Ana Mónica
Maria Saraiva
Belicha Geraldes
Margarida Braz Pinto Coimbra
Ana Paula Araujo
Elisabete Carvalho
Sónia Silva
João Silva
Maria Cortez Caetano
Luis Seguro
João J Martins
Laura Villaverde
Maria João Gracio
Pedro Gomez
Rodolfo Franco
Maria João Morgado
Rui Pedro Barbosa
Jorge Oliveira
Margarida Leal
Emilio Santos Pinto
Thaisa Boleta
Vitor Manuel Teixeira
Rodrigo Brito
Elvina Maria Reis Rosa
Gabriel Osório de Barros
Anabela Nunes
Leonilde Ferreira Viegas
José Filipe Toga Soares
Elsa Felizardo
Ana Costa
Ana Coelho
Joana Duarte
Isabel Correia
Lezíria Couchinho
Ana Conceição
Cristina Milagre
Jose Miguel Rocha
Teresa Silva
Vanessa Correia Marques
Teresa Paula Lomelino
Ilda Cruz
Maria Anabela Melo Egídio
Isabel Primoroso
Luisa Teresa
Cláudia Almeida
Carlos Matias
Ines Pintado Maury

https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1798677293778403/

Resposta da CML (Departamento de Higiene Urbana) de 12.12.2017:
“Na sequência de contacto efectuado em 06-12-2017  para a Câmara Municipal de Lisboa, referente à R Arco do Cego, informamos que está prevista a instalação de uma ecoilha subterrânea nesse arruamento, embora ainda não tenha sido estabelecida uma data para esse efeito.”

Elogio aos trabalhadores e trabalhadoras da equipa de Higiene Urbana da Junta de Freguesia do Areeiro

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Os subscritores gostariam de fazer um elogio e agradecimentos públicos aos homens e mulheres da equipa de Higiene Urbana da Junta de Freguesia do Areeiro:

É graças ao vosso trabalho, tantas vezes ignorado, nem sempre devidamente valorizado e nunca fácil que esta Comunidade mantêm um elevado padrão de higiene urbana.
Os subscritores agradecem a dedicação e empenho destes servidores do Bem Público para garantir uma freguesia cada vez melhor para todos.
Obrigado!
(será entregue aos referidos trabalhadores da Higiene Urbana do Areeiro)

 

Subscrevem:

Rui Martins

Fernanda Cunha

Cristina Azambuja

Ines Domingos

Pedro Silva

Nuno Domingos

Anabela Nunes

Manuela Viegas

Ana Paula Várzea

Luis Seguro

Filipe Guedes Ramos

Pedro Tito de Morais

Fábio V Costa

Cristina Leitao

Elisabete Rodrigues

Luisa Pico Costa

Nuno Dinis Cortiços

Rui Daniel

Isabel Simões

Carolina Veloso

Teresa Sotto Mayor Carvalho

Luís Pereira Dos Reis

Fernando Barroso de Moura

Maria Vilar de Almeida

Olinda Vieira

Jorge Martins

Leonilde Ferreira Viegas

João J Martins

Maria Martins da Silva

José Manuel Costa

Luisa Castro Correia

Isabel Tomas Rodrigo

Maria Julieta Mendes Martins

José Vieira Mesquita

Isabel Casquilho

Pedro Pinto

Vasco Ribeiro

Mariana Bettencourt

Belicha Geraldes

Catarina Coelho

Elvina Maria Reis Rosa

Rui Pedro Barbosa

Cátia Mendes

Luz Cano

Gonçalo Francisco

Ana Paula Araújo

Lita Fernandes

Jorge Oliveira

Duarte Amado

Cláudia Casquilho

Rosa Branca Graça

Teresa Silva

Maria helena Caveiro

Maria Pissarra

Joana Fernandes

Rui Simão

Suzete Reis

Pedro Correia

Marta Ferreira de Abreu

Fernando Mora de Oliveira

Luis Cavaleiro Madeira

Alexandra Barreto

Clarinda Sousa

Rita Martinez

Carlos Sequeira

Maria Lopes

Sílvia Baptista

Walter Linares

Manuel Cipriano

Maria Nicolau de Almeida

John Burney

Ruy Redin

João Pinheiro

Fatima Aparicio

Ana Oliveira

Filipe Trigueiros Aguiar

Manuel João Bóia

Luís Leal Miranda

Julio Cesar Dias

Rogério Martins

Grafitti Artístico ou Jardim Vertical nas Escadinhas da Escola EB Luís de Camões

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Tendo em conta que as escadinhas que ligam a Escola EB Luis de Camões à Avenida de Madrid são alvo constante de taggers e grafiteiros (com as subsequentes limpezas pagas por todos nós) os subscritores vêm pedir à Câmara Municipal de Lisboa (Galeria de Arte Urbana | GAU) que patrocine neste local a instalação de arte urbana de qualidade com referências educativas ou ao bairro que possam ser apreciadas e respeitadas pelos frequentadores do local e que sirva de dissuasão a taggers.
Poderia tratar-se de um projecto realizado e executado, após concurso, pelos alunos da própria escola e devia implicar, também, um reforço da iluminação pública e, eventualmente, seguir um modelo de um Jardim Vertical com o mesmo grau de eficiência na resolução deste problema

Exemplo de Jardim Vertical:
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Subscrevem:
Rui Martins
Maria João Morgado
Mira de Lacerda
Dreia Bonito
Luis Seguro
Filipa Vilela Matos
Anabela Nunes
Mónica Janelas
Qju Nunes
Cecília Gonçalves Bastos
Maria Graça
Maria Martins da Silva
Antonieta Moëllon
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Saraiva
Mariana Bettencourt
José João Leiria-Ralha
Elvina Maria Reis Rosa
Virginia Pato
Jp Martins
Manuela Melo
Gabriel Osório de Barros
Filipe Guedes Ramos
Elisabete Carvalho
Catarina Syder Fontinha
Jorge Oliveira
Leonilde Ferreira Viegas
Jorge Martins
Teresa Raposo
Laura Villaverde
João J Martins
Teresa Sarmento
Rui Manuel Burguete
John Burney
Susana Maria
Helena Passaporte
Rita Dias Costa
Pedro Hebil

Resposta à Junta sobre plantação cidadã de árvores no Logradouro da EB Luís de Camões

A 10 de Março um grupo de voluntários dos “Vizinhos do Areeiro” disponibilizou-se para plantar algumas árvores no Logradouro que mais árvores mortas tem na freguesia: o Logradouro da EB Luís de Camões. A 31 de Março a Junta respondeu que “em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que essa zona não possui agua pelo que não parece viável esse tipo de actividades”. Foi assim, com alguma consternação que, a 28 de Março encontrámos na Página da Junta de Freguesia fotografias de uma plantação de árvores no mesmo local feita por escuteiros e com a presença e participação do próprio Presidente da autarquia (ver fotografias).
Começámos (antes de 28 de Março) por responder à recusa da autarquia com a contra-proposta: https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/03/10/oferta-de-trabalho-voluntario-e-sugestao-para-logradouro-da-luis-de-camoes/ e, após terem sido publicadas as fotografias da plantação de árvores pelo Presidente de Junta neste mesmo local pedimos esclarecimentos sobre esta aparente contradição. A 31 de Março recebemos a seguinte resposta (que agradecemos):
“Em resposta ao seu email que mereceu a nossa devida atenção, por incumbência do Sr. Presidente da Junta Freguesia informamos que em principio damos o nosso acordo considerando o seguinte:
1º que no último ponto não existe rede publica no logradouro.
2º Que os interessados devem localizar em pormenor o espaço pretendido.”
Assim sendo, agradecemos a alteração em relação à primeira resposta inicial da Autarquia (uma flexibilidade que louvamos) e indicamos como “espaço pretendido” uma zona em triângulo, contígua à zona onde a Junta e os escuteiros realizaram as suas plantações e que constam das fotografias em anexo (já que aqui, aparentemente, existe água).
Subscrevem o pedido original:
Rui Martins
Belicha Geraldes
Clara Ribeiro
Isabel Simões
João J Martins
Jacinto Manuel Apostolo
Luis Seguro
Teresa Raposo
Anabela Nunes
Filipa Ramalho Rickens
Maria Georgina Carreira Reis
Cátia Mendes
Raquel Leite
Catarina Rebelo
Bea Maia
Luz Cano
Isabel Tomas Rodrigo
Pedro Pinto
Pedro Silva
Teresa Sarmento
José João Leiria-Ralha
Laura Villaverde
Filipe Palha
Clara Melo
John Burney
Elvina Maria Reis Rosa
Antonio Marta
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Maria Anabela Melo Egídio
João Amores Trindade
Alexandre Montenegro

 

Propostas à Junta de Freguesia para aumento da Segurança no Jardim Fernando Pessa [Actualização]

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Nas últimas semanas têm-se multiplicado os casos de vandalismo, ruído e perturbação à ordem pública no Jardim Fernando Pessa: copos de cerveja, embalagens de plástico, garrafas de vidro no chão e relvado, destruição do tapete verde, derrube de candeeiros de iluminação (!), jogos muito depois da hora de fecho do parque, consumo de haxixe em público, ruído, álcool e embriaguez pública, assim como tags e destruição, pelo fogo, de papeleiras e vandalismos sobre estátuas (roubo de peças do conjunto estatuário do escultor Melicio).
Assim sendo, os subscritores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro para que:
1) Apele a que o agente da Polícia Municipal adstrito à segurança do Forum Lisboa passe a fazer, também, rondas no Fernando Pessa (no qual se situa o Forum)
2) Se instale sistemas de câmaras de vigilância nos locais onde estes incidentes são mais comuns
3) Pressione a PSP no sentido em que esta passe a fazer policiamento a pé, neste jardim (que está longe da visão dos carros patrulha), durante a noite

Subscrevem:
Rui Martins
Elisabete Carvalho
Marta Fonseca
Maria João Morgado
Mira de Lacerda
Mónica Janelas
Isabel Tomas Rodrigo
Jorge Pedroso
Clara Ribeiro
Joao Miranda
Luisa Pico Costa
Cátia Mendes
Cristina Leal
Jacinto Manuel Apostolo
Carlos Costa Ramalho
Fernanda Maria Gouveia
Teresa Raposo
Filipa Ramalho Rickens
Vasco Ribeiro
Jorge Oliveira
Erika Bayan
Maria Cortez Caetano
Luis Seguro
Maria Palma
Teresa Sarmento
Manuela Melo
António Costa
Olinda Vieira
Maria Georgina Carreira Reis
Maria Almeida
Joao Ferreira Gomes da Silva
Cláudia Piconarte
Inês Santos
Inês Sá Nogueira Cabral
Sara Caetano Lopes Viegas
Margarida Moita Dos Santos
Isabel Primoroso
John Burney
João Silva
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Susana Santos
Anibal Santos
Elvina Maria Reis Rosa
Rodrigo Querido Miguel Lena

 

Actualização de 27.04.2017

A 6 de Março de 2017 pedimos um aumento de segurança e mais papeleiras (ou papeleiras maiores) junto à Assembleia Municipal de Lisboa (Jardim Fernando Pessa): lixo, copos e garrafas e espaços verdes degradados são aqui uma constante
Resposta da Junta: “Informamos que já foi solicitado aos serviços de higiene urbana o reforço do despejo da papeleiras, as situações ocorrem porque muitas das vezes são colocadas nas mesmas objetos de alguma dimensão e que enchem de imediato as mesmas.”
Em Assembleia de Freguesia reiterámos o pedido por mais (ou maiores) papeleiras respondendo a Junta que está a reforçar a sua limpeza inclusivamente na manhã de sábado por forma a garantir uma maior capacidade das papeleiras para o fim-de-semana.

Proposta à CML para uma maior divulgação do serviço de recolha de resíduos verdes (de jardim) [Resolvida]

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Os subscritores sugerem que a Câmara Municipal de Lisboa divulgue mais activamente o serviço de recolha de resíduos verdes (de jardim), por marcação para eventual e futura compostagem e uso nos jardins mantidos pela autarquia e pelas juntas de freguesia da cidade e, em particular, no Areeiro.
Actualmente, e por falta de divulgação, muitos destes resíduos são desperdiçados nos contentores de lixo indiferenciado sendo que a autarquia poderia alterar o folheto em que divulga o já existente nº 808 20 32 32 da “Recolha a Pedido” acrescentando este serviço (que só fala de “lixo volumoso”) aumentando assim a quantidade de resíduos reciclados pela cidade e criando poupanças no funcionamento corrente dos jardins da cidade.
Recordamos ainda que Portugal está obrigado por uma Directiva Europeia a reciclar até 2020 50% de todos os seus resíduos urbanos, mas que 2015, essa percentagem não ía além dos 28%.

Subscrevem:
Rui Martins
Teresa Raposo
Mira de Lacerda
Maria Palma
Pedro Vazão de Almeida
Luisa Pico Costa
Maria Saraiva
Pedro Pinto
Pedro Silva
Elisabete Carvalho
Miguel Peixoto
Luis Seguro
Madalena Matambo Natividade
José João Leiria-Ralha
Duarte Amado
Maria Nunes
Filipa Ramalho Rickens
Clara Ribeiro
Maria Lourdes Alves Gouveia
Cátia Mendes
Alice Torres
Isabel Athayde E Mello
Cris Milagre
Elvina Maria Reis Rosa
John Burney
Luis Manuel Mesquita Dias
Pilates Pascal

23 de Novembro de 2017:
Menos um pendente com a CML:
Em declarações à agência Lusa, o vereador responsável pela Higiene Urbana disse que a Câmara Municipal vai “distribuir quatro mil compostores para compostagem doméstica, uma vez que o lixo orgânico é a maior fatia do lixo produzido pelas famílias”.
“Se recuperarmos esse lixo, nomeadamente para fazer adubos, conseguimos ganhos imediatos, pois é menos lixo que temos de pagar para tratar ou queimar”, apontou.
Duarte Cordeiro explicou que “estão identificadas todas as moradias com jardim” no concelho e que, para além do compostor, será dada formação aos munícipes.
O objetivo do município é que estes equipamentos possam ser distribuídos “no início de 2018”, dado que a Câmara se encontra em processo de “adquirir os compostores e lançar o concurso para a formação”.”
http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/lisboa-vai-distribuir-quatro-mil-compostores-a-municipes-com-jardim-em-2018

Atualização de Março de 2018:
Lisboa a Compostar é um programa destinado a munícipes que possuam quintal, logradouro ou jardim, inclui a oferta de um compostor a quem manifeste interesse em transformar os seus resíduos domésticos em fertilizante, formação em compostagem e apoio continuado dos serviços camarários. Arranca já em maio.

Inscreva-se já para receber o seu compostor ou esclareça as suas dúvidas, a Câmara Municipal de Lisboa tem quatro mil equipamentos para oferecer e pretende levar a cabo 160 ações de formação. 

O seu lixo é valioso para o seu jardim, Lisboa agradece e o ambiente precisa.

Lisboa a Compostar é um projeto de incentivo à compostagem doméstica promovido pela Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a Valorsul, no âmbito do Plano Municipal de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa e do Projeto Europeu FORCE –Cities Cooperating For Circular Economy, HORIZON 2020.”
http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/temos-um-compostor-para-si

 

“cada vez há mais gente com vontade de por as mãos na terra e as cidades têm esse grande potencial (…) estas soluções que estão a aparecer agora ainda de forma embrionária (…) o alargamento dos parque hortícolas. Existem centenas de pessoas que estão em lista de espera para novas hortas faço um apelo para que a CML planei mais hortas do que aquelas que estão a ser planeadas e que haja um projecto ao nível das freguesias e CML de recolha de lixo orgânico porque neste momento temos o lixo indiferenciado com toneladas de nutrientes de compostoque poderiam fertiziliar a terra” (…) “em Vila Nova de Famalicão existe já uma iniciativa cidadão de recolha porta a porta deste tipo de lixo” (…) “plantação nos jardins de espécies mais comestíveis” (…) “educação ambiental porque todas estas transformações não se fazem por decreto. Qual é a disponbilidade da Junta e da CML de implenmenar educação ambiental e que envolvam várias idades. Sendo interessante que as escolas e as creches pudessem ter alguma da producao alimenta feita também na própria escola” (…) “Curitiba tem ovelhas municipais que fazem a  manutenção dos seus espaços verdes”

Vizinho do Areeiro Gustavo Briz

“O programa das hortas tem sido um sucesso: há mais procura que oferta. Aqui perto há no Vale da Montanha mais um parque hortícula. Este sábado foram entregues uma série de talhóes em Carnide” (…) “um dos próximos parque no Vale da Montanha ja perto de Marvila (…) “os pomares têm a ver com saúde publica (…) comida que pensamos que é comestível e que não é boa para a saúde” (…) “é muito dificil fazer isso (ovelhas) e tinhamos um projecto que apresentámos à União Europeia (Quinta Pedagógica) mas que foi recusado porque não era inovador”

Vereador José Sá Fernandes

“temos previsto em 2019 introduzir na cidade de Lisboa o processo de recolha porta-a-porta em 6700 fogos que já identificámos” (…) “em zonas que têm espaço em termos de contentorização e depois ir alargando” (…) “no âmbito de um programa comunitário vamos distribuir 4 mil compostores em áreas de moradias ou condomínios que tenham áreas capazes de receber esse tipo de equipamento e reduzir dessa forma a quantidade de lixos” (…) vamos ter uma reunião com as Juntas sobre a implementação deste projecto – com formação – e criar um projecto de compostagem comunitária , com um piloto nos Olivais, mas mas se o presidente da freguesia do Areeiro quiser podemos alargar ao Areeiro este projecto.”

Vice-Presidente Duarte Cordeiro

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Proposta de distribuição de milho esterilizante por cidadãos e pela CML no Areeiro [Actualizada]

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Os subscritores sugerem à Câmara Municipal de Lisboa que realize na freguesia do Areeiro algumas acções de distribuição de milho esterilizante à população de pombos existente neste perímetro tendo em conta que não são conhecidas intervenções deste tipo e que a população desta espécie de aves tem registado um incremento sensível nos últimos anos.
Os moradores disponilizam-se também para participarem nestas acções, se tal for entendido como útil.

(Enviada à CML)

Subscrevem:
Rui Martins
Rui Daniel
Mira de Lacerda
Maria Teresa Inglês Agostinho
Cátia Mendes
Teresa Raposo
Ana Monteiro
Margarida Braz Pinto Coimbra
Isabel Tomas Rodrigo
Alex Rg
Fernanda Cunha
Elisabete Carvalho
Rui M. Sousa
João P Martins
Maria João Morgado
Dina Correia
Isabel Casquilho
Filipa Ramalho Rickens
Jorge Oliveira
Anabela Nunes
João J Martins
Susana Monteiro
Rodrigo Querido Miguel Lena
Dulce Marques Ferreira
Ana Paula Leitão
John Burney
Sofia Gaspar
Antonieta Sousa
Blackie Alanis
Isabel Primoroso
Marta Campos
Nuno Domingos
Lucilia Guimaraes
Sofia Alves
Rahyara De Sousa
Ana Fidalgo Miguel
Teresa Silva
Ana Maria Mendes
Ligia Silva
Maria Luz Cano Pinto dos Santos

Actualização:
Resposta (lacónica…) da CML: “Encarrega-me o Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Duarte Cordeiro, de acusar recepção da missiva de V. Exa, assim como do seu encaminhamento para a Direcção Municipal de Higiene Urbana deste município”

Actualização de Dezembro 2017:
Segundo a CML fez recentemente distribuição deste tipo de milho na freguesia.

Areeiro sem beatas: Sugestões à Junta de Freguesia do Areeiro

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Os subscritores desta sugestão à Junta de Freguesia e aos Comerciantes da freguesia do Areeiro propõem que:
1) Na medida do possível os espaços comerciais, empresas e entidades públicas com instalações na freguesia do Areeiro coloquem cinzeiros à porta das suas instalações e que
2) sensibilizem os seus frequentadores e colaboradores para os usarem e não deitarem beatas para o chão (o que, aliás, leva a multas em algumas autarquias, como Funchal e Oeiras)
3) Que a Junta distribua cinzeiros portáteis (seguindo o exemplo de Oeiras) numa campanha de sensibilização que alerte os fumadores para a necessidade de se habituarem a deitar as suas beatas para o lixo. Que a Junta siga o exemplo de Arroios e instale cinzeiros (mobiliário urbano) de grande capacidade nos jardins (espaços de encontro e convívio) da freguesia.
4) No termo desta campanha, a autarquia procure reforçar a fiscalização junto das autoridades competentes (CML e Polícia Municipal)

As ruas, espaços verdes e jardins do Areeiro não podem continuar a ser autênticos “cinzeiros urbanos”. O material do qual são compostos os filtros – à base de fibras de acetato de celulose – é considerado tóxico e um risco para o meio ambiente quando descartado e representa um pesado encargos para os serviços de limpeza.

Os subscritores requerem também à Câmara Municipal de Lisboa que trabalhe no sentido de desenvolver um dos vários sistemas de processamento e reciclagem destes filtros: http://ionline.sapo.pt/277492