Obras na Livraria Bertrand da Av de Roma

Os subscritores estão preocupados com a escala da intervenção das obras que agora decorrem na Livraria Bertrand da Avenida de Roma.
O seu interior datava na sua esmagadora maioria do projecto original anos 50, da construção do Plano de Alvalade sendo que as fotografias em anexo testemunham uma total remoção do interior, em madeira, uma intervenção profunda a nível do tecto e do piso e a total obliteração do mural da imprensa de Guttenberg.
Questionamos se
toda esta intervenção está a ser acompanhada pela CML,
qual é o projecto apresentado pelo proprietário e
se tudo está conforme ao estatuto de Loja com História e respectivos benefícios.
P.S.: A 19.02.2021 via ENT/266/GVRV/CML/2021 já havíamos pedido este projecto tendo sido o mesmo encaminhado para a DMU: mas ainda não obtivemos resposta.

Subscrevem 35 moradores

Calçada Artística desaparecida nas obras da Praça Francisco Sá Carneiro

Tendo em conta que:

  1. A Praça Francisco Sá Carneiro, também conhecida como Praça do Areeiro, é uma das mais nobres da Cidade;
  2. a Praça Francisco Sá Carneiro estava rodeada de calçada artística de 1940s e que esta continua a existir nos quarteirões nascente e poente;
  3. o arranjo de superfície feito pelo Metropolitano de Lisboa, em lajes de cimento é árido, visualmente desinteressante e que contribuiu para o aquecimento e impermeabilização do solo;
  4. a zona pedonal da praça é plana e não tem árvores que possam deformar o chão;
  5. uma calçada bem aplicada pode durar anos com pouca manutenção;
  6. se trata de uma valorização artística, histórica e turística da zona.
    Os subscritores apelam a que a CML avalie uma opção mista com calçada acessível nas zonas de passagem das pessoas e artística onde ela existia em 1940.

Subscrevem 256 moradores em
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2544876472491811/


Resposta da CML de 05.11.2020

“Relativamente à reclamação apresentada por V. Exas., sobre o assunte em epígrafe, cumpre informar o seguinte:

 1. A Praça Dr. Francisco Sá Carneiro tem um carácter de interface rodoviário, o que provoca uma intensa circulação pedonal diária, pelo que, na execução do projeto, foi considerado prioritário o conforto e a segurança dos peões. Efetivamente, esta Praça é muito relevante no tecido urbano da cidade de Lisboa, argumento referido no email, com o qual concordamos totalmente, razão pela qual o projeto contemplou a utilização de um material nobre no pavimento, ou seja, lajes de pedra Azulino de Cascais, não lajes de betão, como é sugerido na reclamação. Este pavimento, apesar de não ser contínuo, promove a circulação pedonal mais confortável pelas grandes dimensões das lajes e o seu acabamento, semi bujardado, diminui os riscos de escorregar.

2. Outro factor que pesou na utilização do Azulino de Cascais, foi o facto de ser uma pedra calcária, natural da zona de Lisboa, resistente e por ser cinzento azulada, proporciona um maior conforto à circulação pedonal, tanto em termos térmicos como de índice de reflexão do que a calçada de vidraço, e sendo uma praça muito exposta e por não ser possível introduzir mais árvores, devido à ocupação do subsolo.

3. Mais se informa que o subsolo da praça está quase todo ocupado por infraestruturas, razão pela qual a base do pavimento tem de ser reforçada, situação que também ocorreria, caso se optasse por calçada, pelo que a infiltração de águas no solo não é possível, a não ser nas áreas de canteiros adjacentes e mesmo assim apenas em alguns pontos.

4. Apesar de pertinente a reclamação em causa e a Calçada Portuguesa ser sem dúvida um fator patrimonial a preservar, foi considerado que nesta Praça, pelas razões anteriormente referidas e por não se localizar no Centro Histórico, se deveria privilegiar a segurança e o conforto da circulação pedonal, adotando-se um material que, não sendo a calçada, pudesse dignificar este espaço de referência da cidade e ao mesmo tempo conjugar um elemento nobre como a pedra com a formalidade conceptual expressa em toda a praça, tanto em termos de edificado como da escultura do Dr. Francisco Sá Carneiro.

Acrescenta-se ainda que este projeto, desde que foi executado em 2004, foi objeto de várias apreciações públicas e aprovado tanto pelo Dr. Santana Lopes como pelo Dr. António Costa, na qualidade de presidentes da Câmara Municipal de Lisboa. “

Recuperação e relocalização das “Três Graças” na Praça de Londres

Os Subscritores requerem à CML que proceda à reparação da estátua das “Três Graças” (faltam as mãos sendo que estas já haviam desaparecido uma vez) e a sua transferência para o jardim central da Praça de Londres, na ponta oposta à estátua de Guerra Junqueiro no mesmo local onde estava a magnólia que morreu há uns anos.
Ficaria virada para a Av de Roma e permitiria enriquecer, sem grande custo nem projecto uma parte nobre na freguesia que está desfeada pelo grande painel luminoso da ATL.
De recordar que no Jardim onde está actualmente esta estátua já existe o conjunto escultórico do antigo cinema Monumental.

Subscrevem:
133 cidadãos em
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2522717888041003/

Vamos ajudar a Livraria Barata !

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Remoção de cartazes PCP, BE, CDS e PDR depois das eleições

Agora que terminaram as campanhas eleitorais das Europeias e Legislativas os abaixo subscritos moradores da freguesia do Areeiro apelam aos partidos que instalaram cartazes e outdoors, na Praça Francisco Sá Carneiro e na Alameda Afonso Henriques que procedam – eles próprios – à sua retirada destes locais que, ademais, são monumentos nacionais e porque agora, além de inúteis, interferem com o “sistema de vistas” desses locais o que viola a Lei 97/88 que prescreve que a propaganda eleitoral não deve “prejudicar a beleza ou enquadramento de monumentos nacionais”.
Saudamos os partidos Aliança, Iniciativa Liberal e Livre por terem removido os seus cartazes na Alameda Afonso Henriques e Praça Francisco Sá Carneiro decorridas menos de 48H sobre as Eleições Legislativas: Bem Hajam por isso. Aguardamos agora que o seu exemplo seja seguido por CDS, PDR, BE e PCP.

Subscrevem:
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Ilda Cruz
Teresa Sarmento
Elvina Maria Reis Rosa
Teresa Raposo
Cristina Azambuja
Pedro Pinto
Stela Correia
Anabela Nunes
Pedro Gaurim Fernandes
Ana Benavente
Gabriela Lago
Zélia Pereira
Nuno Miguel Cabeçadas
Ana Costa
Irene Coelho
Zélia Brito
Maria Teresa Inglês Agostinho
Teresa Aroso
Carlos Matias
Duarte Amado
Joao Santos Silva
Maria João Morgado
Jacinto Manuel Apostolo
Leonor Duarte
Fátima Apolinario Monteiro
Pedro Gomez
Anabela Gouveia
Alexandra Maia Mendonça
Fatima Lammar
Bruno Beja Fonseca
José Vieira Mesquita
Isabel Gameiro
Luiza Cadaval de Sousa
Fernando Barroso de Moura
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Dulce Amaral
Belicha Geraldes
Carla Caló
Mariana Bettencourt
Francisco Lopes da Fonseca
Rui Martins
Jean Ricardo
Jaime Amores
Carlos Alberto Vieira
Rute Rodrigues
Miguel Ângelo Santarém
Eduardo Santos Ferreira
Marco Jesus
Maria Luísa Lanita
Beca Guedes Da Silva
Clara Ribeiro
Margarida Sousa E Silva
Eulalia Justino
Maria Adelaide Nogueira
Margarida Ferreira da Silva
Margarida Reis
Paula Oliveira
Maria Cortez Caetano
Maria Claro Ribeiro
Daniel Fernandes
1 amigo em comum
Walter Perdigão
Lidia Monteiro
Ana Teresa Santos
João Maria Vilar
Paula Alvim
Ana Cerqueira
João Pedro Araújo
Maria Manuela Nobre
Eugenia Maria Sobreiro
Maria Cristina Lacerda
Maria Teresa Castro
Ricardo Castro
Lourdes Walk
Jorge Fernandes
Manuela Melo
Paulo Silva
Margarida Agostinho
Susana Castanheira
Daniel Varela
Gonçalo Azevedo
Pedro André
Joana Ribeiro
Diogo Baptista
José Maia de Loureiro
Cláudia Maria
Amália Parente
Julieta Martins
Cristina Casaleiro
Isabel Martins
Rui Dias
Maria Lemos
Isabel Tomás
Amélia Marcos
Ana Vicente
Joaquim Fonseca
Ana Paula Bárcia
João A. R. Sovelas
Tiago Miranda
José Cabrita
Patricia Saldanha da Gama
Maria Yañez
Ana Cristina Martins
Paula Chilão
Leonor Santa Bárbara
Marta Moreira
Manuela Paixão
Sofia Rita Fernandes
Cristina Manuela Silva
Fernando De Sousa Ferreira
Maria Da Conceiçao Batista
Antonieta Soares Ribeiro
Miguel Cambão
Gonçalo Pousão
Rui Pedro da Ponte
Antonio Sequeira
Catarina Teixeira
Carolina Costa
Marta Filipe
Emanuel Genovevo Costa
Vítor Frade
Helder Miranda
Ruy Redin
Nuno Saraiva Rego
Pedro Santos
João Paulo Marto Pereira
Ines Pintado Maury

“O Rossio na Betesga #24: as placas da Avenida de Madrid” [TimeOut]

O Rossio na Betesga #24: as placas da Avenida de Madrid
“@ Duarte Drago

Chamava-se Rua C, mas o Edital de 29 de Julho de 1948 veio acabar com esta cinzentice e deu-lhe o nome de Avenida de Madrid. Outras colegas cheias de sorte foram a Rua D2, que passou a Rua Cervantes, a F, que ganhou o nome de Edison e a B, baptizada como Vítor Hugo.

Terão estas últimas ganho nomes de homens de grande prestígio internacional, mas foi a Avenida de Madrid que ganhou umas das placas de rua mais bonitas de Lisboa. São únicas na cidade e replicam o estilo das que, a partir dos anos 30, começaram a ser instaladas no centro histórico de Madrid, com pinturas alusivas à história de cada rua. As de Lisboa retratam monumentos madrilenos como a Puerta de Alcalá, o Monumento a Cervantes na Plaza de España, a Plaza Mayor e a Fonte de Cibeles.

Conta-se no grupo de Facebook Vizinhos do Areeiro que as placas terão sido uma doação do Ayuntamento de Madrid e que terão sido inauguradas em meados dos anos 80, na presença do presidente da CML à época, Krus Abecasis, e de um representante espanhol.

Duarte Drago

E, de facto, o nº 18 da Lisboa, revista municipal, de 1986, dá notícia de ter sido “descerrada uma nova placa toponímica” na Avenida de Madrid, na presença do presidente da CML e do alcaide de Madrid. Ficamos sem saber quando terão sido colocadas as restantes placas, mas todos os painéis de azulejo têm a mesma assinatura, “R. Del Olmo”, o que parece confirmar que terão sido uma oferta do Ayuntamento madrileno. A memória dos lisboetas está de parabéns.”

https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/o-rossio-na-betesga-24-as-placas-da-avenida-de-madrid-042719

Recuperação do Monumento a Afonso Costa (e envolvente) na Avenida de mesmo nome

A Junta de Freguesia chegou a ter no seu orçamento uma verba para a reparação do Monumento a Afonso Costa. Aparentemente, terá perdido o interesse nessa reparação e removido o pedido de transferência de competências da CML permanecendo assim nesta autarquia a responsabilidade pelo monumento a um dos maiores políticos da 1ª República Portuguesa.

Os subscritores apelam assim à Câmara Municipal que recupere este monumento na Av Afonso Costa:
1. Repondo as placas evocativas furtadas e o lago com o sistema de circulação de água (resolvendo o problema de transbordo da mesma para o passeio público)
2. Valorizando o espaço envolvente pela adição, nomeadamente, de bancos
3. Removendo os tags do monumento
4. E à Junta de Freguesia: que providencie a limpeza regular do monumento.

De notar que este monumento recebeu um prémio Secil há mais de 25 anos (1991).

Com contributos de Jorge Oliveira, Luis Cavaleiro Madeira, Sara Piloto e Essi Silva Ribeiros

Para saber mais:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1759963454316454/
http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/lago-do-monumento-a-afonso-costa
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/04/12/monumento-a-afonso-costa-ha-planos-para-renovar/

Descentralizada de 2019

1:07:57: “há uma série de monumentos na freguesia que parecem mal amados (…) o monumento da Afonso Costa que foi oferecido pela Secil e que está completamente ao abandono, grafitado, desfigurado. Precisamos de alguém que dê uma chamada telefonica à Secil e a alerte para a situação e lhes pergunte se não querem recuperar este monumento. Temos também o topo da Fonte Luminosa que da parte de baixo está muito interessante mas do lado de cima é melhor não chegarem lá porque é uma desgraça: os pavimentos estão levantados, pisos desnivelados”

Nuno Dinis Cortiços

1:12:12: “A Fonte Luminosa é um projecto prioritário que foi alvo agora de uma delegação de competências para ser recuperado. O lago está neste momento em recuperação. Falta reestabelecer a parte eléctrica e fazer os testes (…) já foi enchimento do lago e testes nas ligações da energia mas ainda vai demorar algum tempo” (…) “Em relação ao monumento da Afonso Costa vou ver isto com a minha colega Catarina Vaz Pinto (…) é também uma quesão de limpeza (…) vou ver também com o vereador Carlos Castro não me parece que seja algo de complicado de vermos o que vamos fazer”

Vereador José Sá Fernandes

1:09:07: “continuamos com muitos tags e grafitos nas paredes da freguesia e gostaríamos de saber em que ponto está esse malfadado concurso que parece parou no Tribunal de Contas. Chamo a atenção que este tipo de poluição cria insegurança nos mais idosos que quando vêm o espaço publico grafitado e com trotinetes caídas por todo o lado cria um sentimento de insegurança”

Nuno Dinis Cortiços

1:09:52 “estamos com necessidade de recuperar esta situação e de facto tivemos as questões jurídicas que referiu e bem mas a partir de 16 de outubro começámos com as intervenções que neste momento estão a decorrer na Alameda Afonso Henriques (…) a paragem permitiu o alastramento e estamos neste momento a recuperar o tempo perdido. Esperamos a médio prazo ter a situação devidamente sanado”

Vereador Carlos Castro

 

Alguns testemunhos sobre a Quinta das Ameias (Av Afonso Costa)

1

“Quando era pequena visitava essa casa porque era colega dos filhos (e netos) da quinta. Era lindissima com jardins e aves raras, azulejos, fonte, capela, pérgolas. Andava no Liceu Francês com eles (lembro-me que era a

família Dinis) e mais tarde perdemo-nos de vista.”

2
“Tinham uma alameda ladeada de amoreiras, onde nós miudos íamos ás folhas para os bichos da seda.”

3

“A casa da família era habitada e com capela e ameias, bancos de jardim em azulejo e tudo o resto era antigaoe talvez brasonada (..) era uma casa fidalga. Os pais dos miúdos penso que estariam em África e haveria talvez negócios de família. Os avós e eles e família e empregados eram uns seres doces, amigáveis, simpáticos e aparentemente muito boas pessoas e bastante endinheirados”

4

“na década de 1980 já estava em ruínas e com acampamentos de ciganos”

5
“D
e acordo com a minha mãe, que tem 79 anos e veio viver para esta zona com 3 anos, em 1941, toda a zona da João do Rio para cima eram quintas com hortas onde ia passear com o avo”

6

“A casa habitada por caseiros na década de 1960 (anexo) junto à capela”11

Praça Francisco Sá Carneiro: Várias situações (Actualização)

Os subscritores apelam à CML que quanto à Praça Francisco Sá Carneiro atente às seguintes situações:
1. A instalação luminosa na Rosa dos Ventos com cesto de gávea da torre do Arqt Luís Cristino da Silva (1938) foi devidamente licenciada pela CML? (aparentemente: sim dado que respeita a instalação original)
2. A manutenção do espaço verde do separador central
3. A estrutura em cimento do monumento que está com fungos que, a prazo, podem comprometer a sua solidez
4. O piso em cimento (lado Alm Reis) está quebrado em vários (estacionamento recorrente de veículos e inadequação do piso aos mesmos)
5. As obras dos cais do Metro tardam em começar e as escadas estão a acumular lixo
6. O piso está muito degradado (calçada e betuminoso)
7. As guias para cegos nas passadeiras junto à Gago Coutinho continuam mal direccionadas
8. As caravelas das torres junto à Almirante Reis continuam desaparecidas
9. As arcadas junto à Gago Coutinho estão plenas de dejectos de pombos e pastilhas elásticas
10. A lanterna da década de 1940 da torre na Padre Manuel da Nóbrega continua sem a porta de acesso (desde as obras)
11. Junto à praça de táxis encontra-se uma rampa de cimento feita por desconhecidos
12. Junto ao hotel da João XXI encontramos um segmento de piso a cimento
13. Algumas árvores mortas não foram, ainda, substituídas e outras têm tutores mal cuidados

Assim sendo, recomendamos à Câmara Municipal de Lisboa que adicione esta central Praça do Areeiro (e importante símbolo da Arquitectura Modernista dos anos 40-50) ao Programa “Uma Praça em Cada Bairro”, com urgência, e resolvendo as situações acima listadas por forma a devolver a esta Praça a dignidade que ela merece.

Subscrevem:
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Luis Seguro
Anabela Nunes
Patrícia Matos Palma
António Aguiar Costa
Elsa Felizardo
João J Martins
Alexandra Rodrigues
Ana Costa
Fernando Faria
Cristina Azambuja
Mira de Lacerda
Mariana Bettencourt
Carla Caló
José Pedro Leitão
Elsa Felizardo
Emilio Santos Pinto
Porfírio Sampaio
Bruno Beja Fonseca
Alexandra Maia Mendonça
Tiago Leitão
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Paula Sampedro
Jacinto Manuel Apostolo
Nuno Franco Caiado
Gonçalo C. da Silva
Catarina Coelho
João Girbal
Maria Claro Ribeiro
Celestina Costa
Cristina Milagre
Alexandre Manuel Prata da Silva
Rui Fragoso
Isabel Da Costa Correia
Graciano Venâncio Morais
Margarida Reis
Walter Perdigão
Isabel Athayde E Mello
Catarina Coelho
José Albano Figueiredo
Humberto Gaspar
Maria Fernanda Moura
Pedro Morgado
Cristina Casaleiro
Sofia Carvalho Coelho
Eduardo Pessoa Santos
Pedro Correia
Sónia Maia
Leonor Braz Teixeira
Paulo Silva
Fernando Mora de Oliveira
Simão Farias
Pedro Melro e Silva
Bruno Peres
Miguel Jorge
Gonçalo Vitorino
Rui Pedro Henriques
Alexandra Galha
Luis Rego Carneiro
Alexandra Amaral
Miguel Varela
João Leonardo
Filipe Ruivo
Antonio Sequeira
Margarida Soares
Paula Cristina Santos
Luis Miranda

 

Questões repetidas em AF:

“5.       Praça Francisco Sá Carneiro:
A manutenção do espaço verde do separador central já está na Junta?
As obras dos cais do Metro tardam em começar e as escadas estão a acumular lixo: Podem limpar?
As guias para cegos nas passadeiras junto à Gago Coutinho continuam mal direccionadas: Podem corrigir?
Junto à praça de táxis encontra-se uma rampa de cimento feita por desconhecidos: Podem corrigir?”

1ª resposta da Junta: “5-A) O espaço ainda não foi entregue à JFA.

B) Desconhecemos. A última informação era o início em junho corrente. As escadas pedimos autorização ao Metro para limpar e aguardamos.

C) Vamos comunicar à CML sobre as guias dado ter sido esta a responsável pela obra.”

> Ainda está com a CML: Compreendo. Então é ela que tem limpo o espaço verde e assegura a rega: registado.  Quando espera a Junta receber essa delegação de competências e o que tem feito para este processo seja, finalmente, concluído?

> O lixo acumula-se: Se as equipas da Junta descerem a escada e recolherem lixo certamente que ninguém lhes dará ordem de prisão… Sugiro que o façam já que a própria imagem da freguesia (e da Junta) que está assim em causa. Nota: os vossos serviços de limpeza têm uma boa imagem! Importa não a erodir…

Ao que sei são as Juntas que têm corrigido algumas guias (Alvalade, p.ex.). Noutros casos a CML (as que estão em garantia de obra?…) de qualquer forma é algo a que a Junta pode certamente adicionar pressão
Quanto à rampa de cimento: algo a comentar?

2ª resposta da Junta: “A) A Praça Francisco Sá Carneiro não será alvo de delegação de competências, permanecendo na esfera da CML. B) Não iremos colocar os trabalhadores numa situação de risco. O espaço não é da competência da JFA. Continuaremos a insistir numa resposta do Metropolitano de Lisboa. C) As guias para cegos serão corrigidas em breve pela JFA. D) A JFA não fará obras de requalificação de um espaço público para o qual não tem competência. Esta permanecerá da CML, que assim decidiu recentemente, pelo que caberá a esta esse encargo.”

Enviada a 3.Jan.2019 (CML):

Em relação à alteração de fachada das torres da Praça Francisco Carneiro:
http://vizinhosdoareeiro.org/praca-francisco-sa-carneiro-varias-situacoes/
(ponto 8)
já estão em condições de responder?

Actualização da CML de 28 de Março:
“Encarrega-me o Senhor Vereador Manuel Salgado de acusar a receção do e-mail acima mencionado, o qual mereceu a nossa melhor atenção, e enviar em anexo o OF/229/GVMS/CML/19 em resposta ao mesmo”