Sugestão de reformulação do espaço da Alameda Afonso Henriques

Os subscritores apelam à CML que o espaço verde da Alameda Afonso Henriques seja reformulado por forma a tornar mais reduzidos o consumo de água (que se estimam ser de 100 mil euros anuais): Há que ter em conta que a água é, e será cada vez mais, um luxo e um recurso que exige uma gestão muito cuidadosa.
Sugerimos ainda que o novo piso seja mais resistente aos eventos que, frequentemente, têm aqui lugar (o que reduziria os custos de manutenção) e a reposição de árvores, passadeiras centrais para reduzir a quantidade de relva e umas quantas (muitas) árvores de copa densa (se houver sombra há mais retenção de água no solo, e menos rega) para além de canteiros e arbustos os quais seriam, ademais, um retorno ao projecto original.
Sugerimos ainda que seja avaliada a construção de cisternas e sistemas de retenção de águas pluviais bem inseridos na paisagem.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Nuno Dinis Cortiços
Filipe Guedes Ramos
Elvina Maria Reis Rosa
Luis Seguro
Ana Benavente
Anabela Nunes
Miguel Madeira
Patrícia Matos Palma
Joana Taborda Amores
Ana Costa
Rui M. Sousa
Rita Jacobetty
Mariana Bettencourt
Mariana Tavares
Pedro Pinto
Maria Cereja
Rosário Puga
Herculano Rebordao
Bruno Beja Fonseca
Porfírio Sampaio
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Paula Bárcia
Thaisa Boleta
Cristina Franco
Belicha Geraldes
Manuela Viegas
Jacinto Manuel Apostolo
Fernando Anjos
Sophia Macedo
Ricardo Araújo
Zélia Pereira
Adelia Martins Alexandre Martins
Filipe Oliveira
Susana Soares
Manuel Cipriano
Ilda Cruz
Maria Adelaide Sebastião
Helena Juliao
Yoseph Santos
Teresa Nogueira Santos
João Santos
Maria Leonor Gregório
Helena Amaral
Isabel Da Costa Correia
Amélia Maria Ribeiro
Margarida Reis
Beatriz Granja
Maria Claro Ribeiro
Manu Lange
António José Domingues Ramos
José Domingos
Mário Baptista
Sofia Araújo
Filomena Videira
André Calado Coroado
Maria Martins da Silva
Paulo Castro
Fátima Caldeira
Pedro Fortunas
Joana Furtado Carvalho Silva
David Filipe Rocha
Maria Luisa Ferreira
Susana Martins
Sofia Carvalho Coelho
Eduardo Pessoa Santos
Pedro Boléo-Tomé
Maria Margarida Catarino Baião
Mafalda Sequeira
Ana Queiroz
Simão Farias
Gonçalo Vitorino
Alexandra Amaral
João Silva
João da Bernarda
Teresa Silva
Filipe Palha
Nanci Rosa
Antonieta Soares Ribeiro
Pedro Amaral
Margarida Paiva
João Firmino
Bernardino Aranda
Antonio Sequeira
Ana Cruz
Paulo Morgado
Alexandra Batista
Miguel Pombal
Miguel Araújo
Luisa Castro Correia
Paulo Fonseca
Marta Soares
Maria Fernanda Costa
Maria Conceição Silva
Manuela Graças Graças

Sugestão à Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa

Os Subscritores requerem aos serviços de Protecção Civil da CML que além das formações para Agentes de Protecção Civil que realiza durante 5 sábados seguidos, entre as 09:30 e as 17:30, organize também formações com menor carga horária, durante a semana, em horário pós-laboral (ou em fins-de-semana alternados) por forma a aumentar a abrangência destas formações e a criar uma maior e melhor preparada equipa de Agentes voluntários de Protecção Civil

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Elsa Felizardo
Joana Taborda Amores
Isabel Tomas Rodrigo
Ivo Gama
Diogo Mendonça
João J Martins
Mariana Bettencourt
Mariana Tavares
Pedro Pinto
Bruno Beja Fonseca
Manuela Rodrigues
Ana Paula Araújo
Belicha Geraldes
Jacinto Manuel Apostolo
Ilda Cruz
Helena Amaral
Isabel Mourato Marques
Sofia Araújo
Zira Marcelino
Pedro Morgado
Eduardo Pessoa Santos
Daniel Portugal
Fernando Santos Lucas
Joao Luis Canais
Manuela Rodrigues
Carmosinda Veloso
Rosarinho Quina
Maria Isabel Costa
António Vieira
Maria De Lurdes Canto
Luis Seguro
Domingos Sousa
Margarida Seguro

O Portugal Novo e a Petição “Pela MUNICIPALIZAÇÃO do Bairro Portugal Novo” na SIC [Linha Aberta com Hernâni Carvalho]

Assine! http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PortugalNovo

Para ver o vídeo: clicar AQUI (sobretudo a partir do minuto 26:00)

Sugestão para a criação de estacionamento no Logradouro da Av Manuel da Maia

Sugerimos que a CML realize uma intervenção no separador central do Logradouro da Av Guerra Junqueiro que recupere aqui alguns dos 20 lugares de estacionamento que foram perdidos aquando da criação da ciclovia.
Esta seria uma pequena intervenção (sem afectar as árvores aqui existentes) com um custo relativamente baixo e que poderia também adicionar um pequeno parque infantil a este espaço.

Subscrevem:
Luis Seguro
Rui Pedro Martins
Anabela Nunes
António Aguiar Costa
Nuno Miguel Cabeçadas
Susana Beirão
Patrícia Matos Palma
Teresa Raposo
Ana Costa
Margarida Magalhães
Carla Sofia Duarte
Dulce Amaral
Tiago Leitão
Duarte Santos
José Filipe Toga Soares
José Vieira Mesquita
Carlos S Silva
Ines Viegas
Luisa Teresa
Fernando Anjos
Rui Costa
Maria Teresa Barbosa
Ricardo Amoedo
António Maia
Renato Calado Rosa
Irene Coelho
António Dias Antunes
Armindo Miguel Matos
Pedro Boleta
Joao Cardoso Alves
João Ribafeita
Ana Sofia Sampedro
Manuel Barata Simões
Andreia Enes Godinho
Ana Sofia Rosa
Carina Arrojado
Miriam Ribeiro
Antonio Sequeira
Ana Paula Da Silva
Francisca Villas
Cristina Crespo
Ruy Redin
Paula Cristina Santos
Jaime Amores

Sugestão sobre eventual alteração à circulação na Av de Paris [Respondida]

Caso se confirmem as alterações à circulação automóvel na Av. de Paris, nomeadamente a inversão do sentido entre Praças (Londres/Pasteur), os subscritores sugerem à CML que sejam eliminados os dois lugares de estacionamento na entrada, após o túnel, da Rua Presidente Wilson, um na sequência da Padaria Portuguesa (dir.) e o da Pastelaria Zurique (esq.), por forma a não impedir o trânsito automóvel, em especial de veículos pesados, afectos à recolha de “lixo”, Pingo Doce, colégios, bombeiros, ambulâncias, mudanças (etc).

A entrada deve apresentar-se desobstruída para garantir a fluidez de trânsito e o livre acesso dos veículos em socorro e marcha de urgência.

Relembramos, a estrutura dos edifícios da “Wilson”, “Paris” e “Pasteur”, possui pavimentos em vigamento de madeira, propagadores rápidos de fogo aos pisos superiores, com o perigo de um pequeno incêndio tomar por completo um edifício com dezenas de frações.

Sugerimos que a perda de lugares, pelo descrito e pelas ciclovias a instituir, seja compensada por um Protocolo, de baixa renda para residentes, com os operadores dos parques de estacionamento próximos, na garantia que a cidade é todos e para todos.

Subscritores:
Ana Reis Pereira
Nuno Dinis Cortiços

Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Luis Seguro
José João Leiria-Ralha
Patrícia Matos Palma
Teresa Raposo
Ana Costa
Ana Paula Sampedro
Belicha Geraldes
Maria Augusta Monteiro
Graciano Venâncio Morais
Ana Leite Pereira
Maria Isabel Silva Nunes
Isabel Athayde E Mello
Zira Marcelino
João Ribafeita
Eduardo Pessoa Santos
Vasco Ribeiro
Inês Carriço
Andreia Enes Godinho
Marina N. Brito
Tiago Machado
Ines Domingos
Actualização de 27 de Março de 2018: Resposta da CML (Gabinete do Vereador Miguel Gaspar)

“Acusamos e agradecemos o envio do vosso e-mail e das sugestões nele contidas.
Os  vossos contributos foram prontamente encaminhados para os nossos Serviços por forma a avaliar e confirmar a sua viabilidade técnica.
Contamos em breve poder dar uma resposta satisfatória às vossas pretensões.”

Como são (e se são) fiscalizadas as faltas de recolha de “dejectos caninos” por cidadãos?

Os subscritores questionam a CML sobre as métricas de contraordenações (e respectiva distribuição geográfica e temporal, por freguesia) aplicadas a casos de “dejectos caninos” e, destas, quantas foram efectivamente cobradas.
Questionamos igualmente se o esforço financeiro das autarquias (CML e Juntas) para garantir esta limpeza (p.ex. Motocães) está avaliado e se tem havido um esforço especial de fiscalização por parte da Polícia Municipal num fenómeno que, em Lisboa, parece em crescendo.

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Paulo Ferrero
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Luis Seguro
Rogério Martins
Elsa Felizardo
José João Leiria-Ralha
Patrícia Matos Palma
Flávio Gonçalves
Isabel Tomas Rodrigo
Sofia Pinheiro
Leonilde Ferreira Viegas
Pedro Pinto
Maria Estima
Emilio Santos Pinto
Francisco Lopes da Fonseca
Elsa Felizardo
Ilda Cruz
Cristina Milagre
Zélia Pereira
Rosarinho Quina
Renato Calado Rosa
Margarida Seguro
Helena Esteves
Irene Vieira
Maria Martins da Silva
João Miguel Gaspar
Amália Parente
Maria Luisa Ferreira
Carlos Lopes
Maria João Carmo
Ana Vila
Inês Marques
Sofia Serrano
Luisa Teresa
Herculano Rebordao
Mafalda Toscano Rico
Antonio Sequeira
Tiago Machado
Bruno Beja Fonseca
Sofia Mira de Almeida
Inês Ribeiro Sequeira
Ines Pintado Maury

Posição Colectiva dos “Vizinhos do Areeiro” sobre a Regulação do Alojamento Local

Os imóveis com utilização habitacional não podem ser afectos a finalidades de alojamento turístico sem que exista a alteração do uso
[a favor]

Grande foco na identificação de AL ilegais: A Administração Tributária por inspecção aleatória a partir da base de dados (pública) dos Alojamentos Locais do Turismo de Portugal e por denúncia de terceiros deve determinar quais estão registados e quais estão a pagar, de facto, impostos
[a favor]

As inspecções das Câmaras Municipais aos AL devem ser anuais e obrigatórias
[a favor]

Reduzir as taxas de IMI aplicadas a arrendamentos de longa duração (mais de 1 ano)
[a favor]

Criar quotas para que aos proprietários não coloquem todas as casas que têm no mercado para turistas
[a favor: com pouca margem]

O Governo deve agilizar as prometidas parcerias com plataformas como a Airbnb por forma a acabar com os casos de Alojamento Local não registado
[a favor]

Após despejo de uma família deve existir um período de carência em que é obrigatório arrendar para habitação permanente
[a favor: com pouca margem]

Acabar com a confusão – para efeitos de PDM – entre Alojamento Local e Habitação que limita as autarquias na regulação do Alojamento Local
[a favor]

Os proprietários de Alojamentos Locais devem pagar um contributo extra para os condomínios onde se inserem as suas propriedades
[a favor: com grande margem]

As câmaras municipais devem poder, como Nova Iorque, determinar uma proibição de aluguer de alojamentos através da AIRBNB por períodos inferiores a 30 dias
[a favor: com pouca margem]

As Câmaras Municipais devem passar a realizar as vistorias que estão, por Lei, obrigada a fazer e que tem recusado (alegando falta de meios e suportadas por parecer judicial)
[a favor: com muita margem]

As Câmaras Municipais possam, como Amsterdão, determinar uma ocupação máxima de 60 dias por ano e um máximo de quatro pessoas por edifício
[a favor: com pouca margem]

Que se crie, a nível nacional, uma Taxa Turística (que substitua as actuais dos municípios) cujas verbas sejam aplicadas pelas câmaras municipais na recuperação de edifícios para arrendamento de longa duração uma vez que pretendiam, precisamente, amortecer os efeitos do turismo
[a favor]

Esta posição é o resultado de uma sondagem interna elaborada entre 15 e 20 de Março de 2018

Proposta à CML para contentor de Compostagem Comunitária no Areeiro [Resolvido]

Os subscritores propõem à CML que no âmbito do seu novo programa para “Compostagem Comunitária” instalem – durante a fase piloto – um contentor para este tipo de resíduos orgânicos no Jardim Fernando Pessa. (A compostagem consiste na decomposição dos resíduos domésticos por acção de microrganismos que na presença de oxigénio (processo aeróbio) e que originam uma substância designada composto. O composto que se obtém no fim do processo poderá ser utilizado como adubo, uma vez que melhora substancialmente a estrutura do solo)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
José João Leiria-Ralha
Luis Seguro
Vitor Martins
Teresa Raposo
Patrícia Matos Palma
Isabel Tomas Rodrigo
Ana Costa
João J Martins
Mariana Bettencourt
Raquel Leite
Carla Caló
Zira Marcelino
Manuela Viegas
Luisa Teresa
Maria Saraiva
Antonieta Moëllon
João Almeida
Maria Do Carmo Batalha
Fernando Anjos
Isabel O. Sousa
Helena Amaral
Margarida Seguro
Gonçalo Peres
Antonio Coelho
Mafalda Sequeira
Daniel Portugal
Sofia Serrano
Nuno Fox
Pedro Barata
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1900855253560606/

Actualização de 16 de Março (Resposta da Direção Municipal da Estrutura Verde, do Ambiente e Energia):
No seguimento do contacto estabelecido por e-mail do passado dia 15 de Março, cumpre-nos informar, relativamente ao pedido de instalação de um contentor para Compostagem Comunitária, que a Câmara Municipal de Lisboa tem em curso o desenvolvimento do Projeto “Lisboa a Compostar”, um projeto de incentivo à compostagem doméstica e à redução de resíduos orgânicos, destinado a todos os residentes na cidade de Lisboa desde que tenham uma habitação em Lisboa com logradouro, quintal ou jardim. 
Mais informações em http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/temos-um-compostor-para-si/
Informamos, também, que a Câmara Municipal de Lisboa vai proceder, como experiência-piloto, à instalação de um compostor comunitário na Freguesia dos Olivais, lançando, desta forma, um desafio aos moradores desta Freguesia para que ali depositem resíduos urbanos biodegradáveis e que contribuam para a melhoria ambiental da cidade.

Quanto à colocação de um contentor para compostagem comunitária no Jardim Fernando Pessa, a proposta será alvo de apreciação por parte dos Serviços competentes da CML e, após a avaliação do projeto implementado na Freguesia dos Olivais, existe intenção de a replicar em outros locais na cidade de Lisboa. Assim, também o Jardim Fernando Pessa poderá ser um local para a instalação de um contentor para Compostagem Comunitária.”

Uma iniciativa dos “Vizinhos das Avenidas Novas” que os Vizinhos do Areeiro Subcrevem: “descontrolo absoluto em que a cidade de Lisboa se encontrava em matéria de cabos de telecomunicações fixados nas fachadas dos edifícios” [respondida]

“A 29 de Março de 2013, na sequência de várias reclamações e solicitações de movimentos cívicos e cidadãos, viria a Provedoria de Justiça a transmitir à Câmara Municipal de Lisboa (CML) uma recomendação acerca do descontrolo absoluto em que a cidade de Lisboa se encontrava em matéria de cabos de telecomunicações fixados nas fachadas dos edifícios (recomendação em anexo).
A 24 de Setembro de 2014, o jornal Público noticiava: “A Câmara de Lisboa quer que todos os cabos de electricidade e de telecomunicações que hoje em dia estão espalhados pelas fachadas dos edifícios sejam removidos ou enterrados, até ao fim de maio de 2017. Esta é uma das medidas previstas no Regulamento de Obras na Via Pública, que o vereador do Urbanismo e da Reabilitação Urbana não tem dúvidas de que irá merecer “uma fortíssima oposição” das empresas do sector. Referindo-se à obrigatoriedade de os cabos passarem a estar no subsolo, Manuel Salgado afirmou que “o município tem de impor esta regra com força” e defendeu a aplicação de “sanções pesadas para quem não cumprir”.” 
Até ao momento, nem uma nem outra tiveram qualquer efeito prático, não tendo havido qualquer desenvolvimento que seja do conhecimento público, mantendo-se e agudizando-se, inclusive, o desrespeito habitual daquelas operadoras pelo edificado, pela regulamentação em vigor e, pior, pela estética da cidade de Lisboa, que se pretende aprumada e motivo de orgulho para todos nós, que a habitamos e nela trabalhamos e para aqueles que a visitam.
Ora, considerando que o artigo 49.º do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa no seu nº 1 impõe que “É interdita a instalação à vista de ductos, cablagens, caixas, equipamentos e maquinarias no exterior das fachadas e nas coberturas dos edifícios.”, consideramos lamentável e inexplicável que esta situação se mantenha, que a CML assim o permita, e que todas as recomendações e os prazos por vós estabelecidos não tenham sido cumpridos.

Requeremos, assim, a Vossa Excelência, que:
1. Informe a população acerca da efectiva implementação das medidas por si anunciadas em 2014 e supostamente concretizáveis até Maio de 2017.
2. Se comprometa publicamente com metas e prazos realistas para a remoção (ou enterramento) de facto dos cabos que desfeiam os edifícios da nossa cidade.
3. Que as medidas a implementar pela CML contemplem não apenas os cabos pendurados nas fachadas dos edifícios mas também as caixas exteriores instaladas nos passeios, obstáculos à boa mobilidade dos peões, não poucas vezes factor de insegurança pelo perigo que representam.
4. Que estas medidas sejam acompanhadas por uma fiscalização eficaz e permanente, colocando-nos à disposição da CML, enquanto abaixo assinados deste requerimento, para vos ajudarmos a esse desiderato.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos,

Vizinhos das Avenidas Novas – membro fundador da “Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores”
Comissão de Moradores do Bairro Azul
Forum Cidadania Lx
Associação de Moradores do Bairro do Alto do Parque
Vizinhos do Areeiro – membro fundador da “Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores”

A enviar a
Exmo Sr. Vereador Arquiteto Manuel Salgado,
CC. Presidente da CML, Presidente da AML, Presidente da ANACOM, Directora-Geral do Património Cultural

Os Vizinhos do Areeiro que subscrevem esta iniciativa dos Vizinhos das Avenidas Novas:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Filipe Guedes Ramos
Rogério Martins
Rodolfo Franco
Ana Benavente
Luis Seguro
Ana Costa
Mira de Lacerda
Marta Soares
Mariana Bettencourt
Pedro Pinto
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Francisco Lopes da Fonseca
Dulce Amaral
Tiago Leitão
Sofia Pinheiro
Cristina Azambuja
Alexandra Maia Mendonça
Ana Miguel
Zira Marcelino
Luis Pina Amaro
Rita Jacobetty
Belicha Geraldes
Rosarinho Quina
Elisabete Carvalho
Maria Lourdes Alves Gouveia
José Luz
Teresa Sarmento
Nitucha Jacques
João Santos
Maria Salomé
Walter Perdigão
João Ribafeita
Teresa Lavin Jácome
Helena Passaporte
Rita Brito Pires
Ana Oliveira
Eduardo Pessoa Santos
Sónia Maia
Simão Farias
Daniel Portugal
Rui Pedro Henriques
Fernando De Sousa Ferreira
Nuno Raimundo
Bernardino Aranda
Antonio Sequeira
Bruno Beja Fonseca
Ines Domingos

 

Actualização

“Foram feitas obras neste bairro do Arco do Cego e não se aproveitou para fazer a implantação subterrânea dos cabos de comunicação (…) temos os fios e os cabos todos à vista”

Eduardo da Neves, Vizinho do Bairro do Arco do Cego

“relativamente ao cabos das operadoras estamos a tentar resolver ou pelo menos minorar a situação” (26:14)

Fernando Medina respondendo a Eduardo das Neves  (cabos de comunicações no Bairro do Arco do Cego)

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

“em relação aos cabos de comunicações temos um regulamento que foi aprovado por unanimidade e que prevê que sejam retirados todos os cabos de telecomunicações e de electricidade das fachadas. Infelizmente, são muitas as operadoras (…) e muitos subempreiteiros que o fazem ao fim-de-semana e fora-de-horas e é particularmente difícil controlar esta situação. O que a CML tem feito é nas intervenções de espaço público, nomeadamente das praças temos instalado tubagens no subsolo para que as operadoras transfiram os cabos das fachadas para o subsolo. Isso já foi conseguido em [vários locais fora do Areeiro]. (…) não ao ritmo de que nós gostaríamos. No caso concreto do Bairro do Arco do Cego houve uma reunião recente porque existem aqui 2 postes de madeira que suspendem cabos de telecomunicações e já foi acordado para se retirarem estes cabos e os passar para o subsolo. E está  agendada uma reunião com todos os outros operadores para fazer o mesmo (subsolo), de uma forma sistemática em tubagens que serão instaladas nos passeios” 28:47

Vereador Manuel Salgado respondendo a Eduardo das Neves (cabos de comunicações no Bairro do Arco do Cego)

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018
https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM
 

“Dia Verde” para a Carris: Sugestão à CML

Os subscritores sugerem à CML (enquanto gestora da Carris) que esta avalie os modelos inovadores em ensaio, por exemplo, em Londres pela Citymapper e que, através de uma app de telemóvel permitirão reservar antecipadamente lugares nos miniautocarros de oito lugares para percursos urbanos e o modelo que a Uber está a experimentar nos EUA e que permite que veículos reservados numa app aguardem num dado local até à chegada de quem fizer a reserva e que se aplicaria, igualmente, a este tipo de miniautocarros.
Sugerimos ainda à Carris que esta empresa teste durante algum tempo um “Dia Verde”, por exemplo, a primeira segunda-feira de cada mês em que o transporte fosse gratuito por forma a aferir o impacto na cidade, poluição e circulação urbana de uma eventual gratuitidade do transporte público em Lisboa”

para saber mais:
https://www.newscientist.com/article/2161961-why-do-firms-like-uber-and-citymapper-keep-reinventing-buses/

Subscrevem:`
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
José João Leiria-Ralha
Luis Seguro
Teresa Raposo
Ana Costa
Mira de Lacerda
João J Martins
Mariana Bettencourt
Pedro Pinto
Francisco Lopes da Fonseca
Carla Caló
Sampedro Ana Paula
Duarte Amado
Rui Coimbra
Herculano Rebordao
Mafalda Toscano Rico
Elsa Felizardo
Ilda Cruz
Zélia Pereira
Margarida Seguro
Victor Costa
Maria Claro Ribeiro
Adelia Martins Alexandre Martins
Maria Conceição Silva
Eduardo Pessoa Santos
Carolina Lemos E Sousa
Daniel Portugal
Antonio Sequeira
Rita Tojal Quintela
Bruno Beja Fonseca
Luis Miguel Ferreira