Marcações ilegais (vandalismo) no piso da Avenida Guerra Junqueiro

Enviada à CML e às autoridades policiais de Lisboa:
“Alguém, entre 25 e 26 de fevereiro, durante a noite, realizou duas pinturas no betuminoso da Av. Guerra Junqueiro que indiciam existir aqui uma ciclovia em contra-mão.
Esta ciclovia, não existe neste local e a marcação pode induzir utilizadores de bicicletas a acreditar que se trata de uma marcação verdadeira, submetendo-se assim a um grave risco contra a sua saúde e integridade física já que os pode levar a subir em contra-mão esta avenida.
Apelamos assim, a uma intervenção urgente por parte da CML que reponha a situação (removendo estas marcações) e a uma adequada fiscalização por parte das autoridades no sentido de tentar identificar os autores deste acto de vandalismo gratuito.”

Actualização:
Algumas horas depois desta comunicação a PSP e a Polícia Municipal já tinham registado e verificado no local a ocorrência e pelas 12:00 já se encontrava no local uma equipa da Câmara Municipal de Lisboa removendo estas “marcações”.

Levantamento de tags (“Lixo Gráfico”) na Freguesia do Areeiro [respondido]


Durante 2 semanas percorremos a grande maioria da freguesia do Areeiro (e todos os seus bairros) registando e reportando à CML todos os prédios com “tags”. No total, foram identificados 292 edifícios nessas condições o que se traduz num total de aproximadamente 1200 “tags” produzidos por, aparentemente, cerca de 500 indivíduos (!).
Ao contrário do que esperava a maioria dos tags não produto de um grupo pequeno de indivíduos (organizados em “clãs”) mas por um grande número. Ou seja: a maioria dos tags são feitos por muitos “pequenos” produtores e os grandes produtores deste lixo gráfico, neste volume, têm uma presença relativamente modesta. E alguns dos mais activos, há alguns meses, parecem ter-se evaporado nas últimas semanas.
Registamos também, nestas últimas semanas um aparente agravamento do fenómeno (decorrente, talvez, dos problemas (públicos) com os contratos de limpeza por parte da CML).
Não publico nem as fotos, nem os tags, nem sequer as zonas e ruas, por forma a não servir de estímulo a novos taggings nem para promover o lixo gráfico produzido por estes indíviduos, mas os locais, tags e respectiva densidade estão a partir de agora ao dispor da CML e aguardo que a limpeza seja feita: de forma rápida e eficaz. Irei dando conta do fecho destas ocorrências (em blocos).
Sou de opinião que o fenómeno exige uma resposta mais dura e que esta resposta tem que passar por uma alteração da moldura penal criminalizando (de novo: já o foi) esta actividade e que a contenção no acesso às latas de tinta corresponde a um outro vector de resposta ao problema.
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ANTIGRAFITOS (já assinou?) Sou igualmente de opinião que o problema não vai desaparecer amanhã, mas que a rapidez na limpeza deste lixo gráfico (“tag”) é essencial (merecendo o grau de “urgência” que o TC negou recentemente) e que os recursos para esta limpeza devem ser internos à CML, sem dependência da limpeza de empresas terceiras nem, tão pouco, na sua fiscalização.
Igualmente, na minha opinião, os recursos de limpeza não devem ser dispersos pelas freguesias (a Junta do Areeiro tem, por exemplo, equipamento de limpeza de tags) e que os proprietários devem assumir um papel crucial na prevenção (usando tintas que facilitam a remoção), limpando eles próprios este lixo gráfico ou reportando o mesmo à CML, PSP e Polícia Municipal com a máxima rapidez.
Em finais de Março actualizaremos este levantamento.
Actualização

“muitos arruamentos da freguesia estão cobertos de tags durante meses e, às vezes, anos. Para quando uma limpeza no massacrado Bairro dos Actores. Qual é a estratégia da CML para combater esta prática? Sabemos que este tipo de actividade funciona como desafio e provocação pelo que as soluções terão que passar por projectos sociais nos locais de origem. De qualquer forma, dizem as boas práticas, que os tags devem ter limpeza nas 24 horas seguintes como forma de disuasão” 31:31
Vizinho do Areeiro Jorge Oliveira

“Tem razão no procedimento que identificou (a limpeza em 24h) que devia ser a norma e que nós queremos adoptar. Lançámos um concurso público que dividiu a cidade em oito lotes e que aumentou substancialmente que a cidade vai fazer na limpeza de grafitis. O concurso está em tribunal porque alguns lotes foram contestados por alguns dos concorrentes. Nós adjudicámos dois lotes e temos os outros 6 que estão a aguardar decisão em tribunal. Avancámos para um ajuste directo, recentemente, tivémos uma noticia de que o Tribunal de Contas recusou o visto para os ajustes directos por entender que não é uma matéria de urgência e desd então ficámos limitados por esta decisão do tribunal sobre estes lotes. No entanto achamos que é possível resolver algumas situações com pinturas de edificios com os mais fáceis de limpar. O objectivo quando estiver resolvido é estar montado na cidade um sistema muito robusto de limpeza de tags e de já está a vigorar na cidade um contrato de fiscalização desse mesmo sistema. Nós já avaliámos a possibilidade dessa fiscalização estar em contacto com as freguesias e é uma possibilidade colocar em contacto também com as associações de moradores”

Vice-Presidente Duarte Cordeiro

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Pedido de instalação de nova calçada artística na Freguesia do Areeiro

Recentemente, a Assembleia da República aprovou a “valorização da calçada portuguesa”:
https://www.noticiasaominuto.com/…/parlamento-aprova-valori…
Mas no Areeiro não temos praticamente calçada artística…
Os subscritores deste pedido à Câmara Municipal de Lisboa sugerem à autarquia que promova a instalação de calçada deste tipo na freguesia, à semelhança do que aconteceu recentemente, por exemplo, nas Avenidas Novas.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Luis Castro
Anabela Nunes
Rogério Martins
Jorge Santos Silva
Luis Seguro
José João Leiria-Ralha
Mira de Lacerda
Isabel Tomas Rodrigo
Carmosinda Veloso
Luisa Castro Correia
Cristina Azambuja
Maria Teresa Inglês Agostinho
Leonilde Ferreira Viegas
Emilio Santos Pinto
Francisco Lopes da Fonseca
André Rabaça Bernardo
Porfírio Sampaio
Gonçalo C. da Silva
Ana Sofia Matias
Ana Coelho
Ana Paula Sampedro
Maria Helena Simões
Filipe Oliveira
Ana Paula Bárcia
João Miguel Gaspar
Lourdes Paz
José Rodrigues
Zélia Pereira
Lezíria Couchinho
Margarida Seguro
Dina Correia
Maria Martins da Silva
Nuno Domingos
Maria Fernandes
Isabel Barreto
Susana Martins
Sofia Carvalho Coelho
Eduardo Pessoa Santos
Isabel Casquilho
Vitor Lopes
Isabel Lacerda Machado
Rita Dias Costa
Ana Paula Da Silva
Pedro Costa Pinto

Abates de árvores frente ao Filipa de Lencastre no Logradouro da Praça Pasteur: questões e aparentes faltas de informação [Respondido]

A 13 de fevereiro, uma empresa de jardinagem ao serviço da Junta de Freguesia do Areeiro (?) realizou várias operações de poda e abate na freguesia.
Ora não só os avisos não foram afixados com a antecedência de 10 dias (como determina o art. 24 do Regulamento do Arvoredo), nem constam no site da Câmara Municipal.
Os abates realizados (pelo menos 2: talvez 4) frente ao Filipa de Lencastre e um (figueira) no Logradouro da Praça Pasteur além de não cumprirem esse prazo também não foram sustentados por relatórios fitosanitários afixados nas árvores alvo deste abate como é regulamentar nestes casos.
Dadas estas aparentes faltas de informação verificamos que o regulamento do arvoredo poderá não estar a ser cumprido. O abate e poda de árvores é um assunto que move paixões entre os cidadãos pelo que deve ser abordado com total transparência para evitar sobressaltos e desconfiança quanto à justeza das intervenções a efectuar.
Solicitamos que os abates sejam interrompidos (nomeadamente na Pç João do Rio) até à publicação dos respectivos relatórios fitossanitários.
Questionamos ainda se estes abates foram “urgentes” por as árvores representarem “um risco para pessoas e bens, considerando o seu estado de conservação fitossanitária, devidamente avaliado por técnico da Freguesia ou do Município, de laboratório público ou de instituição de ensino superior ou de empresa habilitada para o efeito” (art. 25) ou se se verificou uma condição de “emergência” em que “a Autarquia [Junta?] pode proceder ao abate de árvores por indicação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Lisboa”.
Questionamos ainda as entidades responsáveis se já estão em condições de responder ao nosso pedido
http://vizinhosdoareeiro.org/abate-de-arvores-na-rua-marga…/
(que pede a alteração do projecto deste parque de estacionamento por forma a evitar o abate de várias árvores)

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Ana Benavente
Paulo Ferrero
Nuno Dinis Cortiços
Jorge Santos Silva
José João Leiria-Ralha
Teresa Raposo
Raquel Leite
Sofia Pinheiro
Ilda Cruz
Dulce Amaral
Ana Miguel
João Santos
José Filipe Toga Soares
Emilio Santos Pinto
Zira Marcelino
Eduardo Duarte Coelho
Nuno Domingos
Olimpio Fernandes
Ana Paula Sampedro
Eduardo Pessoa Santos
Rosa Casimiro
Cristina Franco
Teresa Sarmento
Bruno Beja Fonseca
Luís Pereira Dos Reis
Gloria Morales Delos Rios

Actualização de 20.02.2018

Quanto aos abates de plátanos realizados pela Junta de Freguesia do Areeiro:
questionámos a CML recebendo a resposta:
“Sobre o abate em causa, somos a remeter informação sobre o assunto: http://www.cm-lisboa.pt/fileadmin/Noticias/ficheiros/Ficha_17-_R._Ladislau_Picarra.pdf:
“Fundamentação:. Ramos e pernadas com grandes lesões com lenho exposto apodrecido”
O mesmo foi autorizado pela CML conforme fundamentos descritos.
A Junta de Freguesia do Areeiro deveria ter guardado o período estipulado para informação antes da execução dos abates, facto que não aconteceu.
Vamos elaborar uma circular informativa para afinar os procedimentos com as diferentes entidades que gerem o arvoredo na cidade”

Actualização de 06.03.2018
Resposta da Direção Municipal da Estrutura Verde, do Ambiente e Energia da CML aos Vizinhos do Areeiro:
No seguimento do contacto estabelecido por e-mail do passado dia 13 de Fevereiro, cumpre-nos informar, relativamente ao pedido de esclarecimento sobre o abate das árvores localizadas em ajardinados da Freguesia do Areeiro e de acordo com a avaliação efetuada pelos serviços competentes, que os exemplares em causa, da espécie Platanus sp,. apresentavam um mau estado fitossanitário, com ramos e pernadas com grandes lesões e o lenho exposto apodrecido. Esta informação pode ser consultada em http://www.cm-lisboa.pt/…/ficheiros/Ficha_17-_R._Ladislau_P…
Por estas razões e estando em causa a segurança de pessoas e bens, entendeu-se que deveriam ser removidas e substituídas pela plantação de outras da mesma espécie.
Mais informamos que todas as intervenções no arvoredo da cidade, designadamente os abates de árvores, se encontram reguladas (despachos 60/P/12-Procedimentos para a remoção de árvores, publicado no Boletim Municipal n.º 963, de 2 de agosto 2012, e 95/P/16-Procedimento para a remoção de árvores em espaço público com projeto aprovado por deliberação de Câmara, publicado no Boletim Municipal n.º 1173, de 1 de setembro 2016, em http://www.cm-lisboa.pt/municipio/boletim-municipal/), sendo previamente comunicadas às juntas de freguesia da área e divulgadas no Portal da Câmara Municipal de Lisboa””

 

Consulta Pública organizada pelos Vizinhos do Areeiro sobre a eventual criação de uma Ciclovia na Av Guerra Junqueiro

Os moradores, consultados nos últimos dias, e depois de informações (não confirmadas ainda oficialmente pela CML) sobre a criação de uma ciclovia nesta avenida informam a CML sobre os resultados desta consulta:
(com escolha única por morador)

Não alterar nada e as bicicletas partilham a mesma via: 52 moradores
Ciclovia ascendente do lado esq. sobre passeio e uma ciclovia descendente do lado dir. Ambas com 1 m (esteticamente + agradável): 32 moradores
Ciclovia ascendente (1 m) e uma via partilhada (sentido único) descendente (é uma opção mais económica): 10 moradores
Reduzir lancil em 50 cm de cada lado, mantendo estacionamento e ciclovia ascendente segregada: 7 moradores
Passar o estacionamento de um dos lados para longitudinal, perdendo-se alguns lugares, mas ganhando-se espaço para a ciclovia: 6 moradores
A solução mais simples, mais económica, mais segura e menos inestética é reduzir estacionamento para ciclovia ascendente segregada: 6 moradores
Ciclovia: via partilhada no sentido do trânsito: 4 moradores
Passar a ciclovia para a Av. Manuel da Maia. É mais exequível pois não afecta o trânsito nem o estacionamento: 2 moradores

Pedimos ainda à CML que organize uma Sessão de Esclarecimento sobre a construção eventual de novas ciclovias na freguesia do Areeiro, nomeadamente:
• Avenida Manuel da Maia (bidireccional)
• Avenida de Paris (via contrafluxo e 30+bici)
• Avenida Guerra Junqueiro (via contrafluxo e 30+bici)
• Rua Presidente Wilson (via contrafluxo e 30+bici)
• Avenida Padre Manuel da Nóbrega (30+bici)
• Avenida São João de Deus (30+bici)
• Avenida Afonso Costa (pista ciclável bidireccional)
• Avenida Gago Coutinho (pistas cicláveis unidireccionais)
• Avenida Almirante Reis (em estudo)
• Avenida de Roma (pista ciclável bidireccional)
• Avenida de Madrid (via contrafluxo e 30+bici)

 

 

A Proposta à CML para a criação de uma “Assembleia Deliberativa” na Antena 1

A proposta para a criação de uma Assembleia Deliberativa (cidadão escolhidos aleatoriamente que lançam propostas semelhantes às que são votadas no Orçamento Participativo) está na na Antena 1 (32:38):
 
Proposta enviada à CML
(ainda sem resposta)

Protesto perante alterações na Av Guerra Junqueiro

Segundo informação obtida pelos Vizinhos do Areeiro a repavimentação desta avenida irá reorganizar o estacionamento num dos lados o qual passa a longitudinal com sacrifício de 20 lugares de estacionamento. Nesse sentido será colocada uma ciclovia (conforme previsto no plano de expansão das ciclovias).
Contudo, a informação dada aos moradores, por mensagem e colocada nos folhetos (ver foto) refere apenas “renovação do pavimento” e não faz qualquer menção à redução do número de lugares de estacionamento nem à alteração da utilização da via pública.
Dado o impacto destas alterações nas vidas dos moradores e comerciantes da Avenida Guerra Junqueiro, os subscritores desta mensagem à CML questionam a autarquia sobre esta contradição e protestam perante omissão de informação e, sobretudo, perante mais esta perda de lugares de estacionamento, a qual apelamos a que não tenha lugar.
Apelamos ainda a uma adequada e correcta divulgação de informação em casos semelhantes a ocorrer no futuro.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Filipe Guedes Ramos
Rogério Martins
António Aguiar Costa
Maria Cortez Caetano
Nuno Miguel Cabeçadas
Saniviti Ferreira
Filipa Ramalho Rickens
Joana Taborda Amores
Ana Benavente
Rui M. Sousa
Ana Bravo
Maria Susel Marques
Carlos Moura-Carvalho
Teresa Raposo
Isabel Tomas Rodrigo
Ivo Gama
João J Martins
Carmosinda Veloso
Luisa Castro Correia
Jorge Martins
Pedro Stichini Vilela
Paulo Fonseca
Patrícia Matos Palma
Marta Soares
Carla Sofia Duarte
Pedro Pinto
Gabriel Osório de Barros
Maria Cereja
Rosário Puga
Maria Teresa Inglês Agostinho
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Leonilde Ferreira Viegas
Mariana Granate Fernandes
Teresa Sarmento
Mary Millicent
Alexandra Maia Mendonça
Rita Costa
Ana Miguel
Maria Jose Diegues
Dulce Amaral
Carla Caló
Porfírio Sampaio
João P Martins
Thaisa Boleta
Tiago Leitão
Cristina Leitao
Henrique Ribeiro
Helena Martins
Jacinto Manuel Apostolo
Ines Viegas
Maria Cristina Lacerda
Manuela Viegas
Duarte Amado
Rui Martins
José de Castilho
Nuno Maldonado Tuna
José Curado Gaspar Matias
Maria Estima
Belicha Geraldes
Marta Fonseca
Luis Barata
Maria Graça
António Augusto Ventura
Eugenia Maria Sobreiro
Dora Santos Silva
Luiza Cadaval de Sousa
Ana Paula Bárcia
José Vieira Mesquita
Jorge Rodrigues
Beatriz Maia
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Isabel Freitas
José Bação Leal
Diogo Martins de Carvalho
Sampedro Ana Paula
Elisabete Carvalho
Ilda Cruz
Manuel Mello e Castro
Patrícia Garcia
Celestina Costa
Carla Fonseca
Jaime Amores
Teresa Nogueira Santos
Isabel Da Costa Correia
Irene Coelho
Victor Costa
João Ribafeita
Maria Martins da Silva
Pedro Nóbrega da Costa
Dulce Marques Ferreira
Helder Guimarães
Patrício Miguel
Jose Marques
Eduardo Pessoa Santos
Maria Pissarra
Rita Freitas
Sofia Vale
Carlos S Silva
Fernando Barroso de Moura
Rui Pedro Henriques
Ana Sofia Rosa
Francisco Braz Teixeira
Cristina Franco
Rui Alexandre Silva J
Miriam Ribeiro
Vanessa Correia Marques
Antonio Sequeira
Cláudia Almeida
Francisca Villas
Inês Gomes Beirão
Lúcia Carreira Sousa
Marta Belling Castro
Luís Pereira Dos Reis
Ruy Redin
Ines Domingos

(e mais: ver: https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1881263028853162/)

Actualização

“ciclovia e estacionamento é uma dicotomia que se está a acentuar na população. Quais são as propostas da CML para conciliar ambas as realidades? O debate interno nos Vizinhos do Areeiro sobre as obras na Av Guerra Junqueiro é um bom exemplo do interesse da população. Qualquer decisão da CML será sempre polémica mas entendemos que quando chegar a hora de actuar deverá ser sempre comunicada à população independentemente de qualquer polémica. Ficamos todos a ganhar”

Vizinho do Areeiro Jorge Oliveira

“Agradeço a questão que coloca sobre a Guerra Junqueiro porque é uma oportunidade de corrigir uma falha de comunicação por parte da CML. Como sabem foram distribuídos folhetos aos munícipes relativamente a uma obra de pavimentação e isso gerou alguma falta de informação (…) está previsto no plano de ciclovias da cidade de Lisboa 47:30 (que está online) uma ciclovia para a Guerra Junqueiro. Há um orçamento participativo que ganhou para se fazer uma ciclovia na Guerra Junqueiro no sentido ascendente e, de facto, ela está prevista e vai ser realizada quando for pintada a Guerr Junqueiro (…) o estacionamento, num dos lados, deixa de ser longitudinal e a cliclovia é criada. Ao mesmo, a obra do final da Avenida do México 48:00 que vai ser realizada ao mesmo tempo que esta intervenção na Guerra Junqueiro (…) no caso da Avenida do México o estacionamento longitudinal passa a estacionamento em espinha e há um aumento de lugares na Avenida do México (…) vamos disponibilizar o projecto (CML e JFA) (…) contacto com associação de comerciantes onde conseguimos perceber melhor os problemas do comércio o que nos permitiu despoletar um conjunto de medidas de estacionamento no ponto de vista dos comerciantes 49:02. Utilização do parque da Alameda de descontos para os comerciantes darem aos seus clientes e uma limitação que não conhecia que era a dos comerciantes terem o fundo de caixa para pagarem essas horas de estacionamento e combinei com o sr. Presidente de Junta que um de nós vai fazer esse pagamento. A Junta, CML ou EMEL vai comprar esses cartões em adiantado (…) e só serão pagos quando forem usados. Foi uma oportunidade para melhorar este aspecto (…) assim que o tempo estiver favorável arrancam as duas obras” 50:06

Vereador Miguel Gaspar

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018
https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

Varandas e Beirais em risco de queda no Areeiro: Desenvolvimentos

Recebemos da CML (e depois de vários contactos da Protecção Civil da CML e do Regimento de Sapadores Bombeiros) um relatório da nossa iniciativa (sob ideia do morador Nuno Dinis Cortiços): http://vizinhosdoareeiro.org/varandas-e-beirais-em-risco-de-queda-no-areeiro

Recordamos que esta iniciativa surgiu depois da queda de um beiral na Praça João do Rio (que provocou danos materiais em várias viaturas) e da queda de partes de uma varanda que feriu – felizmente sem gravidade – um morador da Av João XXI.

Este levantamento feito semanas pelo varrimento visual dos bairros da freguesia e pelo recebimento de inúmeros relatos de moradores por mail deverá ser repetido, agora, noutras freguesias da cidade (e onde a Junta de Freguesia poderia ter tido um papel activo) produziu efeitos:

Relatório “final” da CML:

“Caros Vizinhos do Areeiro,

 Na sequência dos anteriores e-mails e concluídas as visitas aos 79 edifícios por vós referenciados, cumpre informar.

 Assim,

 – 4 edifícios estão em obra e 1 edifício tem Ocupação de Via Pública emitida no mês de Janeiro, pelo que deverá entrar em obras em breve;

– 7 edifícios têm processo de intimação para obras de conservação em curso; todos eles foram analisados e decorrem nos tramites normais;

– 8 edifícios, foram determinadas vistorias nos termos do art.º 90º DL 555/99 de 16/12, com vista à instrução de processo de intimação, 2 das quais já realizadas no corrente mês de Janeiro;

– 51 edifícios foram sinalizados para notificar os proprietários para o dever de conservar, procedimento prévio a uma vistoria e intimação, aplicável quando as patologias verificadas ainda não justificam uma intimação;

– 8 edifícios foram considerados pelos técnicos em estado de conservação regular.

Ainda, das visitas aos locais, identificámos mais 4 edifícios para notificação aos proprietários para o dever de conservar.

Mais uma vez, obrigada pela vossa iniciativa e partilha”

Muito Bem CML!
E esperamos ter assim, evitado acidentes como os acima descritos e, melhor ainda, outros ainda mais graves.

(Obrigado Nuno pela ideia e a todos pelos contributos que foram dando!)

(Em breve o grupo irmão dos “Vizinhos das Avenidas Novas” vai arrancar com uma iniciativa semelhante)

Actualização

“O Bairro do Areeiro tem maioritariamente mais de 70 anos. Muitos dos edifícios não tinham obras de manutenção até hoje e já temos vítimas. Já temos vítimas. Existe um senhor, o senhor Francisco que ao caminhar na João XXI no início do mês de Outubro foi atingido por destroços, por argamassas que se soltaram de um edificio e o foi hospitalizado (…) fizemos na Vizinhos do Areeiro um apanhado e todos aqueles edifícios que poderiam ter originado estas situações e enviámos à CML e sei que a Câmara já tomou acção. Mas gostava de dar também o episódio que ocorreu na João do Rio numa platibanda de um edifício e que, por acaso, não feriu ninguém porque foi às seus 6 da manhã. Na Padre Manuel da Nóbrega existe outra platibanda que visivel da rua tem pelo menos dois dedos de abertura”  (…) “o levantamento que nós fizemos foi de edifícios em que existem materiais em falta, em que j+a aconteceu a queda e foram identificados”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“O Movimento Vizinhos do Areeiro enviou para a CML em novembro do ano passado uma lista de edifícios que tinham problemas de manutenção: varandas, beirais e outras situações. Os serviços promoveram vistorias a todos os 79 edifícios que foram identificados e o resultado foi que 4 dos edifícios estão em obra e um tem ocupação de via pública emitida no mês de janeiro pelo que deverá iniciar a obra a curto prazo. 7 edificios têm processo de intimiação para obras de conservação (…) têm um prazo de resposta para iniciar a obra. 8 edificios foram determinadas vistorias nos termos da lei com vista à instrução do processo de intimação. Dois dos quais já foram realizadas no mês de janeiro. 51 edifícios foram sinalizados para notificar os proprietários para o dever de conservar” 1:29:14 “Oito foram considerados em estado de conservação regular” (…) “Agradeço o envio da vossa lista foi importante porque os serviços fizeram o seu trabalho que foi, de facto, vistoriar, e já há resultados efectivos” (…) “penso que foi muito útil o trabalho que fizeram”
Vereador Manuel Salgado

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM