Lojas sem uso (abandonadas, devolutas ou à venda ou por arrendar) no Areeiro

Lojas sem uso (abandonadas, devolutas ou à venda ou por arrendar) no Areeiro
(incorporando uma certa margem de erro)
Esta grande quantidade (203 em 17.04.2018) é muito superior ao registado em Setembro de 2017 (74) e pode significar uma quantidade apreciável de encerramentos (com a consequente perda de actividade económica na freguesia, Emprego e vida comunitária)
Pode também significar (pelo stock acumulado) que os preços praticados pelos proprietários nesta freguesia não são compatíveis com a realidade económica nacional.

A Proposta à CML para a criação de uma “Assembleia Deliberativa” na Antena 1

A proposta para a criação de uma Assembleia Deliberativa (cidadão escolhidos aleatoriamente que lançam propostas semelhantes às que são votadas no Orçamento Participativo) está na na Antena 1 (32:38):
 
Proposta enviada à CML
(ainda sem resposta)

Conclusões (possíveis) ao inquérito “Se a sua casa (em Lisboa) for ou foi arrendada entre 2015 e 2017”

Recentemente, os Vizinhos do Areeiro conduziram (com o apoio da Plataforma Morar em Lisboa) um inquérito ao arrendamento em Lisboa: “Se a sua casa (em Lisboa) for ou foi arrendada entre 2015 e 2017” que visava compreender melhor a problemática do arrendamento urbano em Lisboa.
O questionário, aberto durante um mês, recolheu 68 respostas de cidadãos abrangidos por este universo e período de tempo.

Algumas (possíveis) conclusões:

1. Cerca de 10% dos agregados familiares tinham familiares com graus de deficiência igual ou superior a 60%. Esta situação está devidamente contemplada (protegida) na Lei do Arrendamento? Dir-se-ía que não.

2. A esmagadora maioria (79.%) não conhecia o “Rendimento Nacional Bruto Corrigido” do seu agregado familiar: Há aqui um grande trabalho de divulgação por fazer sendo que o RNBC poderia, por exemplo, ser inserido no Portal das Finanças de cada contribuinte para maior divulgação e conhecimento do mesmo e da forma de como ele é calculado.

3. Curiosamente (e sinal da crise demográfica actual) a maior percentagem de inquiridos reside em casas com agregados familiares com 1 ou 2 elementos (mais de 50%!). Apenas 25% tem 3 elementos (casal e filha/o: presume-se) e apenas 5.9% tem 4 elementos no seu agregado. Isto significa que estamos perante familias em início de vida ou cidadãos que vivem sozinhos como sendo as maiores vítimas deste fenómeno da explosão dos preços do arrendamento urbano.

4. A esmagadora maioria dos inquiridos (mais de 92%!) apesar de terem tido que mudar de casa, continuam a preferir a opção “arrendamento” para a sua habitação. A intenção para alimentar este mercado continua, assim como as condições que levaram a esta opção (rendimento, flexibilidade e inacessibilidade ao crédito).

5. Estranhamente apenas 25% dos senhorios propuseram alterações ao contrato de arrendamento. Provavelmente o novo valor “ajustado ao Mercado” seria tão absurdamente mais alto (há relatos de aumentos de mais de 100%) que sabendo da inacessibilidade da nova renda nem a propuseram ao inquilino. Haverá também aqui muitos que não pretendiam manter a casa no regime de arrendamento mas que a colocaram para venda, a tencionavam arrendar a cidadãos estrangeiros (um fenómeno em crescendo em Lisboa) ou a queriam transferir para Alojamento Local.

6. Em termos idades do elemento mais velho do agregado familiar observa-se, entre os inquiridos, uma grande distribuição de resultados: há cidadãos com mais de 70 anos (cerca de 5%) e 30% com menos de 30 anos, havendo uma maior concentração entre os 33 e os 45 anos (cerca de 35%). Isto significa que a maior parte destes cidadãos são relativamente jovens. Contudo, mais de 23% são cidadãos com mais de 55 anos o que é um número interessante e que expõe a falta de protecção por parte deste tipo de cidadãos em casas arrendadas. A este propósito observe-se também que nos últimos meses terão duplicado o número de Sem Abrigo em Lisboa num desvio a um padrão recente que não está ainda bem compreendido mas que pode ter a ver com a actual bolha imobiliária.

7. Quase sempre, perante uma contraposta do inquilino, o senhoria rejeita-a (88.2%). Sinal da inflação dos preços e da falta de disponibilidade para o ajustamento dos mesmos no termo do contrato.

8. A mudança de casa ocorre no termo do contrato em 41.2% dos casos, o que é um valor interessante e que representa que a maior condição para esta mudança de casa é, precisamente, o termo do mesmo e não acontecimentos durante a vigência do mesmo (apesar de 58.8% terem saído durante a sua vigência).

9. A maior razão para mudar de casa é a intenção por parte do Senhorio para a vender (22.1%) logo seguida de uma renda “alta” (22.1%) presume-se que referindo-se à renda actual. As restantes respostas estão demasiado dispersas para permitir conclusões.

10. As casas deixadas para trás pelos inquilinos foram em 41.2% arrendadas a outros inquilinos (a preços mais altos), nuns expressivos 17.6% convertidas para Alojamento Local (um movimento que parece estar em declínio nos últimos meses) e 16.2% vendidas ou colocadas em venda (um movimento que parece estar a absorver as casas que há alguns meses iam para Alojamento Local).

11. Curiosamente, 69.1% dos inquilinos não fizeram contrapostas aos seus senhorios. Ou por desconhecerem essa opção ou porque (mais provável) acreditavam que os valores que poderiam suportar não estavam no alcance daqueles que o Senhorio estaria disposto a aceitar.

12. A maioria dos inquiridos (78.9%) continua a viver no Concelho de Lisboa havendo um valor relativamente reduzido de cidadãos que saíram para a periferia do concelho e distrito (menos de 20%). Os cidadãos continuam a querer viver na cidade e estão disponíveis para suportar esse “prémio” financeiro que isso implica.

13. No gráfico que é, provavelmente, o mais importante deste questionário, observamos que a maioria dos agregados dedica ao arrendamento (mais de 60%) entre 40% a 70% do seu rendimento total: um valor muito além do recomendado em estudos internacionais e, recentemente, pelo Banco de Portugal (50%). Uma percentagem muito significativa de agregados dedica mais de 60% (13.4%) e e mais de 70% (mais de 16%!) dos rendimentos ao pagamento da renda. São sinais da espiral dos preços do arrendamento urbano e da fragilidade destes lares que ao menor sinal de desventura financeira, doença ou desemprego, deixam de poder viver na casa que arrendaram.

Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa [respondida]

Screen Shot 01-08-18 at 12.45 PM

“Os subscritores desta mensagem propõem à CML que, a partir de uma base de eleitores do concelho de Lisboa, seja seleccionado aleatoriamente um grupo de cidadãos que forme uma Assembleia Deliberativa a qual, durante alguns dias e com acompanhamento de Facilitadores e Peritos sobre o tema a abordar possa apresentar propostas concretas de melhoria para o tema à autarquia.

O tema será previamente votado na Internet por todos os lisboetas que queiram participar nessa fase do processo deliberativo.
Propomos ainda que exista um orçamento plurianual para a implementação destas propostas e que esta assembleia seja constituída e se reúna nas mesmas instalações onde hoje se reúne a Assembleia Municipal de Lisboa”

uma implementação (entre várias) deste modelo:
https://www.citizensassembly.ie/en/

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Madalena Matambo Natividade
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Nuno Miguel Cabeçadas
Luis Seguro
Paulo Jorge Costa Ferreira
Mira de Lacerda
Isabel Tomas Rodrigo
Sara Bogarim Sacha
Ana Benavente
João Martins
Catarina Rebelo
Isabel Simões
Antonieta Moëllon
Cristina Azambuja
Maria Saraiva
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Maria Julieta Mendes Martins
Zélia Pereira
João Ribafeita
Jose Alves
Luz Farinha Lopes
Maria João Serra
Maria Anabela Melo Egídio
Vasco Ribeiro
Pedro Coimbra
João Pedro Cegonho
Lourenço Jardim de Oliveira
José Augusto Da Silva

Actualização de 17.01.2018
Decorre actualmente uma implementação deste modelo à escala autárquica: trata-se de Toronto (http://prp.to) o “Toronto Planning Review Panel” com 32 membros escolhidos num processo intitulado de “lotaria cívica” por forma a representar toda a diversidade populacional da cidade e trazer até ao processo de planeamento urbano da cidade novas vozes geralmente alheias ao processo político de decisão.

Actualização

“Entregámos à CML uma proposta para criar uma Assembleia Deliberativa (de base aleatória). É algo que foi notícia na Antena 1, no Público e no Corvo. É algo que está a ser implementado neste momento, p.ex., na cidade de Toronto. Poderia ser um método complementar de gerar propostas para a cidade semelhante ao Orçamento Participativo mas talvez solucionando alguns dos vícios que este mecanismo demonstrou ter nos últimos anos.”

Vizinho do Areeiro Rui Martins

“Só muito recentemente tive conhecimento do pedido para serem recebidos sobre a criação de uma Assembleia Deliberativa e em breve eu e o vereador Ricardo Robles que foi o gabinete que recebeu esse pedido, vamos recebê-los para podermos inteirarmo-nos um pouco melhor sobre a proposta e até que ponto é que ela pode ser integrada naquilo que são as nossas políticas de participação”

Vereador João Paulo Saraiva

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização de 5 de Abril (Of/369/AML/18 – Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa) da AML
Encarrega me o Exmo. Sr. Presidente em exercício da Assembleia Municipal de Lisboa Dr. Rui Paulo Figueiredo de enviar a Vª Exa o OF/369/AML/18 relativo a Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa.”
78DOC077

Sugestões enviadas às Juntas Vizinhas da Penha de França, Alvalade e Avenidas Novas (na falta de resposta da Junta de Freguesia do Areeiro)

Screen Shot 10-23-17 at 12.33 PM

Desde meados de 2016 que o colectivo de cidadãos “Vizinhos do Areeiro” tem recebido de vários moradores ideias que leva a subscrição entre os seus membros e, posteriormente, envia na forma de sugestões e propostas ao executivo da Junta de Freguesia do Areeiro.

Estas propostas que agora vos enviados não foram respondidas nem implementadas.

Assim sendo, partilhámos com as juntas vizinhas de Arroios, Penha de França, Avenidas Novas e Alvalade estas ideias, adaptadas, para que estas as implementem se as acharem úteis ou relevantes para a sua realidade local:

Ambiente:

Implementar nos serviços e instalações da autarquia um projecto que reduza o consumo de papel a um mínimo absoluto desmaterializando processos e serviços e reduzindo consumos intermédios:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/02/16/iniciativa-papel-quase-zero/

Espaços Verdes:

Identificar pequenas áreas dentro dos jardins e espaços verdes da freguesia e entregar ao moradores das imediações uma manutenção partilhada e assistida (por especialistas da autarquia) dessa região. Organizar posteriormente concursos da “área verde partilhada” mais bem mantida de freguesia. Objectivo de ligar as pessoas à gestão dos seus espaços verdes e criar um clima são de corresponsabilização e participação de todos na gestão da “coisa pública”:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/03/10/oferta-de-trabalho-voluntario-e-sugestao-para-logradouro-da-luis-de-camoes/

Instalar em vários locais da freguesia, sob concurso, e em zonas especialmente martirizadas pelo tags ou grafito selvagem, zonas de Arte Urbana ou Jardins Verticais:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/04/24/grafitri-artistico-ou-jardim-vertical-nas-escadinhas-da-escola-eb-luis-de-camoes/

Lançar um projecto, junto dos moradores de cada arruamento, para que façam a “adopção” de uma árvore, devidamente identificada, e acompanhada por técnicos especializados da autarquia:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/05/01/adopte-uma-arvore-no-areeiro/

Cultura:

Instalar em vários parques e zonas de intensa passagem pedonal estruturas de bookcrossing (p.ex. Usando frigoríficos desactivados)

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/05/26/proposta-para-espaco-permanente-de-bookcrossing/

Higiene Urbana:

A partir do exemplo de Alvalade, expandir a instalação de cinzeiros móveis à porta de espaços comerciais e começar a reduzir significativamente este fenómeno:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/01/04/lisboa-livre-de-beatas-sugestoes/

Em colaboração com a CML instalar nas zonas públicas onde mais aparecem copos de plástico contentores especializados de recolha de plásticos para reciclagem:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/07/24/sugestao-para-rua-do-arco-do-cego-areeiro-novas-papeleiras-e-criacao-de-novo-tipo-de-contentor-de-reciclagem-para-plasticos/

Com a colaboração da Polícia Municipal e técnicos de Assistência Social da autarquia e frente aos números de portas à porta dos quais mais surgem, todas as noites, sacos de plástico com lixo ou outros resíduos, fazer uma campanha de informação, porta a porta, que antecipe uma campanha activa de autuação com informação e com a participação desta equipa nas reuniões de condomínios:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/11/21/sugestao-de-campanha-de-sensibilizacao-sacos-do-lixo-para-a-junta-de-freguesia-do-areeiro/

Estacionamento:

À semelhança do que se fez em alguns juntas históricas de Lisboa a Junta deve construir ou expandir parques de estacionamento para moradores e encetar negociações com os operadores de parques no território (EMEL ou Empark) no sentido de conseguir preços especialmente reduzidos para os estacionamentos “nocturno” (depois das 1800) de veículos com dístico de moradores:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/12/08/proposta-a-cml-de-revisao-dos-contratos-com-a-empark/

Em parceria com a CML identificar locais onde o estacionamento selvagem de motociclos e bicicletas seja mais intenso e instalar nestas imediações novos parques especializados (em passeio largo) para este tipo de veículos:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/10/08/pedido-de-criacao-de-mais-lugares-de-estacionamento-para-bicicletas/

Economia Local:

Criação de uma Moeda Local (sim, é legal, como prova o exemplo de Campolide) como forma de desenvolver e estimular a economia e o comércio na comunidade:

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/09/19/proposta-uma-moeda-local-para-o-areeiro/

Participação:

Embora este exista em praticamente todas as Juntas que rodeiam o Areeiro não existe aqui. Desenvolver o OP, aumentando o orçamento, e criando sistemas semelhante ao BoaIdeia da CML

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/10/20/proposta-para-um-orcamento-participativo-de-freguesia-para-o-areeiro/

Serviços:

Usando um projecto da Autarquia ou desenvolvendo, em parceria com a Cemusa (que já o oferece em alguns Mupis) uma rede pública e aberta de WiFI nas zonas de maior frequência e passagem (grandes avenidas e parques)

https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2016/11/24/sugestao-para-rede-wifi-aberta-nos-espaco-publico-da-freguesia-do-areeiro/

Mapa dos Devolutos (possíveis) no Areeiro – Lisboa

 

Screen Shot 09-23-17 at 09.03 PMMapa dos Devolutos (possíveis) no Areeiro
(actualizado)
(246 possíveis devolutos dos quais:
74 lojas (a castanho) e
13 PRÉDIOS (a vermelho) completamente devolutos (!))

“Considera-se devoluto o prédio urbano ou a fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada, sendo indícios de desocupação a inexistência de contratos em vigor com empresas de telecomunicações, de fornecimento de água, gás e electricidade e a inexistência de facturação relativa a consumos
de água, gás, electricidade, e telecomunicações”
http://www.oa.pt/upl/%7B9c3c9052-4120-4200-8aac-048b582e00b2%7D.pdf
sobre a Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro

O proprietário de uma habitação nestas condições está sujeito à triplicação do IMI e a um possível crime de “açambarcamento” (Lei 28/84, de 20 de Janeiro)
além de estar a contribuir, acumulando stock imobiliário, para o agravamento especulativo dos preços da habitação em Lisboa.

As habitações aqui listadas poderão ser enviadas à CML para que ela execute as devidas vistorias apurando se se tratam (ou não) de Devolutos.

Faltam possíveis Devolutos nesta lista?
Encontra erros?
(em desenvolvimento)

Contacte-nos via
vizinhos.do.areeiro@movv.org

(o acesso a este mapa é concedido a pedido)

 

Enviada a 05.10.2017
A partir de observação visual exterior e de diversas informações de agências imobiliárias e moradores na freguesia do Areeiro os moradores elaboraram este mapa: <link>
Convidamos a autarquia a cruzar estes dados (ver link)

E a identificar, com os elementos que possui (contratos de água, electricidade e comunicações) habitações devolutos que possam ser alvo de um processo de vistoria e, eventual, aumento de IMI; por forma a criar mais condições a que os seus proprietários parem de fazer “stock” imobiliário e coloquem estas habitações no mercado imobiliário pressionando assim, para baixo, os preços da habitação numa freguesia muito martirizada pelos mesmos (com aumentos de perto de 100% em apenas 2 anos).
Este mapa continua a ser atualizado (é dinâmico).”

Propostas para CML e JFA: Ponto da Situação em Agosto de 2017

vizinhosareeiro

Para a CML:
1. Cabos de comunicações em fachadas de prédios em Lisboa: remoção, enterramento ou calhas técnicas:
(em curso)
2. Cabines telefónicas da PT quase sem uso e que servem apenas como suportes gratuitos para publicidade da empresa:
(Sucesso: Todas as cabines PT desactivadas foram removidas)
3. Existem vários Mupis da Cemusa/JC Decaux sobre passadeiras que bloqueiam a vista dos peões:
(Sucesso Parcial: o MUPI junto ao Forum Lisboa foi deslocado. O da António José de Almeida continua no mesmo local)
4. Curvas demasiado estreitas e estacionamentos demasiado curtos para a maioria dos carros após as obras do Bairro do Arco do Cego:
(em aberto)
5. Pedido de substituição do monumento na Praça Francisco Sá Carneiro:
(em aberto)
6. Pedido de substituição das dezenas de colunas de iluminação com corrosão na base na Avenida de Roma:
(Sucesso Parcial: metade destas colunas foram substituídas pela CML no 1º trimestre de 2017 falta a outra metade)
7. Pedido por um plano de replantação de árvores (caldeiras vazias) para o Areeiro:
(Sucesso quase total: praticamente todas foram replantadas no primeiro trimestre de 2017 pela CMl. Faltam algumas em algumas ruas e avenidas do Areeiro)
8. Pedido de inclusão da Avenida Padre Manuel da Nóbrega no “Pavimentar Lisboa”:
(em aberto)
9.  Pedido de recuperação de estacionamentos no Bairro do Arco do Cego
(em aberto)
(em aberto)
11. Sugestão à CML para Sistema de Recolha de Resíduos Urbanos
(em aberto)
12. Proposta à CML de alteração no cruzamento entre a Praça de Londres e a Avenida de Paris
(em aberto)
13. Sugestão de campanha de divulgação do “Recolha a Pedido” de resíduos “volumosos” em locais específicos onde ocorrem situações recorrentes
(em aberto)
14. Transferência do terminal de veículos pesados de transporte de passageiros situado na Avenida Padre Manuel da Nóbrega
(em aberto)
15. EMEL: aumento da validade do dístico para 3 anos
(recusada pela AML mas as outras propostas da petição surtiram efeito e foram aprovadas por unanimidade)
(em aberto)
17. TowIt: Apelo ao uso desta mobile app pela EMEL e Polícia Municipal de Lisboa
(em aberto)
18. Alteração dos dois sentidos na Rua Xavier Cordeiro:
(Sucesso parcial com a preservação de circulação em dois sentidos na Rua)
(em aberto)
20. Velocidades excessivas nas vias da freguesia do Areeiro: Propostas à CML
(em aberto)
21. Libertação de estacionamentos junto a sede da CGD
(em aberto)
Para a Junta de Freguesia do Areeiro:
1. Proposta para a criação de uma Moeda Local no Areeiro:
(Recusada pela JFA após parecer do BdP e da Anafre)
2. Proposta para a criação de um Orçamento Participativo de Freguesia no Areeiro:
(em aberto: este OP fazia parte do Orçamento e Plano da JFA para 2017)
3. Sugestão de campanha de Sensibilização “Sacos do Lixo” para a Junta de Freguesia do Areeiro
(sem resposta por parte da JFA)
4. Sugestão para rede WiFi aberta no espaço público da freguesia do Areeiro
(sem resposta por parte da JFA)
5. Proposta à JFA: Areeiro: Freguesia Livre de Lixo
(sem resposta por parte da JFA)
6. Areeiro sem beatas: Sugestões à Junta de Freguesia do Areeiro
(sem resposta por parte da JFA)
7. Iniciativa “Papel (Quase) Zero”
(sem resposta por parte da JFA)
Para a Junta de Freguesia do Areeiro e CML (simultâneo):
1. Responder – sempre – aos cidadãos dentro do prazo legal de 10 dias (CPA):
(sem resposta por parte da JFA)

Adopte uma Árvore no Areeiro !


Cuidar das árvores da freguesia é Cuidar da Freguesia, da Comunidade Local e do Ambiente.
As ruas com árvores são mais bonitas, oferecem abrigo em dias de chuva ou de mais calor, aumentam a qualidade do ar e combatem as emissões de carbono.
Embora a CML plante e a Junta as reguem, se adoptar uma árvore recentemente plantada que esteja mais perto da sua casa pode contribuir para o aumento da qualidade do espaço que o rodeia.

Dê-lhe um nome e partilhe fotos com a hastag #AdopteUmaÁrvore no #Areeiro no grupo dos Vizinhos do Areeiro!

Tenha em conta que:
– as árvores recentemente plantadas devem ser regadas numa base semanal entre Maio e Outubro com cerca de 3x por semana com 5L de água de cada vez e o dobro em Julho e Agosto. Mas se não puder apenas 2 ou 3 litros semanauis já podem fazer a diferença! (as árvores continuam a serem mantidas pela Junta ou CML ! Nós só propomos aqui um reforço de cuidados)
– Tente regar de uma só vez durante a semana
– Coloque uma protecção (folhas caídas) sobre a área regada por forma a minimizar a evaporação
– Limpe as caldeiras de lixo diverso e de dejectos animais (a urina canina é especialmente má para as árvores uma vez que desiquilibra a química dos solos)
– Verifique se os primeiros centímetros de terra estão soltos (não aprofunde para não danificar as raízes!)
– Pondere a colocação de uma barreira artesanal em torno da árvore
– Pondere colocar algumas plantas rasteiras no canteiro como forma natural de perfurar o solo e ajudar a água a infiltra-se melhor. Por exemplo, plantas aromáticas, suculentas e cactos. Ajudam também a criar sombra e humidade no solo, para além de trazerem mais beleza às ruas.

Ruas com árvores em caldeira adoptadas até ao momento:
Rua Edison (Rui Martins)
Rua Vítor Hugo (Pedro Silva)
Rua Bacelar e Silva (Elvina Maria Reis Rosa)
Rua Cardoso de Oliveira (Sofia Pinheiro) – aguarda plantação
Avenida de Madrid (Raquel Leite) – aguarda plantação
Praça Pasteur (John Burney)

(e qual será a sua? (idealmente uma por rua)

https://drive.google.com/open…

(uma ideia original de Pedro Silva, Rui Martins, Cecília Gonçalves Bastos e Elsa Felizardo)