Sugestão sobre eventual alteração à circulação na Av de Paris [Respondida]

Caso se confirmem as alterações à circulação automóvel na Av. de Paris, nomeadamente a inversão do sentido entre Praças (Londres/Pasteur), os subscritores sugerem à CML que sejam eliminados os dois lugares de estacionamento na entrada, após o túnel, da Rua Presidente Wilson, um na sequência da Padaria Portuguesa (dir.) e o da Pastelaria Zurique (esq.), por forma a não impedir o trânsito automóvel, em especial de veículos pesados, afectos à recolha de “lixo”, Pingo Doce, colégios, bombeiros, ambulâncias, mudanças (etc).

A entrada deve apresentar-se desobstruída para garantir a fluidez de trânsito e o livre acesso dos veículos em socorro e marcha de urgência.

Relembramos, a estrutura dos edifícios da “Wilson”, “Paris” e “Pasteur”, possui pavimentos em vigamento de madeira, propagadores rápidos de fogo aos pisos superiores, com o perigo de um pequeno incêndio tomar por completo um edifício com dezenas de frações.

Sugerimos que a perda de lugares, pelo descrito e pelas ciclovias a instituir, seja compensada por um Protocolo, de baixa renda para residentes, com os operadores dos parques de estacionamento próximos, na garantia que a cidade é todos e para todos.

Subscritores:
Ana Reis Pereira
Nuno Dinis Cortiços

Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Luis Seguro
José João Leiria-Ralha
Patrícia Matos Palma
Teresa Raposo
Ana Costa
Ana Paula Sampedro
Belicha Geraldes
Maria Augusta Monteiro
Graciano Venâncio Morais
Ana Leite Pereira
Maria Isabel Silva Nunes
Isabel Athayde E Mello
Zira Marcelino
João Ribafeita
Eduardo Pessoa Santos
Vasco Ribeiro
Inês Carriço
Andreia Enes Godinho
Marina N. Brito
Tiago Machado
Ines Domingos
Actualização de 27 de Março de 2018: Resposta da CML (Gabinete do Vereador Miguel Gaspar)

“Acusamos e agradecemos o envio do vosso e-mail e das sugestões nele contidas.
Os  vossos contributos foram prontamente encaminhados para os nossos Serviços por forma a avaliar e confirmar a sua viabilidade técnica.
Contamos em breve poder dar uma resposta satisfatória às vossas pretensões.”

Uma iniciativa dos “Vizinhos das Avenidas Novas” que os Vizinhos do Areeiro Subcrevem: “descontrolo absoluto em que a cidade de Lisboa se encontrava em matéria de cabos de telecomunicações fixados nas fachadas dos edifícios” [respondida]

“A 29 de Março de 2013, na sequência de várias reclamações e solicitações de movimentos cívicos e cidadãos, viria a Provedoria de Justiça a transmitir à Câmara Municipal de Lisboa (CML) uma recomendação acerca do descontrolo absoluto em que a cidade de Lisboa se encontrava em matéria de cabos de telecomunicações fixados nas fachadas dos edifícios (recomendação em anexo).
A 24 de Setembro de 2014, o jornal Público noticiava: “A Câmara de Lisboa quer que todos os cabos de electricidade e de telecomunicações que hoje em dia estão espalhados pelas fachadas dos edifícios sejam removidos ou enterrados, até ao fim de maio de 2017. Esta é uma das medidas previstas no Regulamento de Obras na Via Pública, que o vereador do Urbanismo e da Reabilitação Urbana não tem dúvidas de que irá merecer “uma fortíssima oposição” das empresas do sector. Referindo-se à obrigatoriedade de os cabos passarem a estar no subsolo, Manuel Salgado afirmou que “o município tem de impor esta regra com força” e defendeu a aplicação de “sanções pesadas para quem não cumprir”.” 
Até ao momento, nem uma nem outra tiveram qualquer efeito prático, não tendo havido qualquer desenvolvimento que seja do conhecimento público, mantendo-se e agudizando-se, inclusive, o desrespeito habitual daquelas operadoras pelo edificado, pela regulamentação em vigor e, pior, pela estética da cidade de Lisboa, que se pretende aprumada e motivo de orgulho para todos nós, que a habitamos e nela trabalhamos e para aqueles que a visitam.
Ora, considerando que o artigo 49.º do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa no seu nº 1 impõe que “É interdita a instalação à vista de ductos, cablagens, caixas, equipamentos e maquinarias no exterior das fachadas e nas coberturas dos edifícios.”, consideramos lamentável e inexplicável que esta situação se mantenha, que a CML assim o permita, e que todas as recomendações e os prazos por vós estabelecidos não tenham sido cumpridos.

Requeremos, assim, a Vossa Excelência, que:
1. Informe a população acerca da efectiva implementação das medidas por si anunciadas em 2014 e supostamente concretizáveis até Maio de 2017.
2. Se comprometa publicamente com metas e prazos realistas para a remoção (ou enterramento) de facto dos cabos que desfeiam os edifícios da nossa cidade.
3. Que as medidas a implementar pela CML contemplem não apenas os cabos pendurados nas fachadas dos edifícios mas também as caixas exteriores instaladas nos passeios, obstáculos à boa mobilidade dos peões, não poucas vezes factor de insegurança pelo perigo que representam.
4. Que estas medidas sejam acompanhadas por uma fiscalização eficaz e permanente, colocando-nos à disposição da CML, enquanto abaixo assinados deste requerimento, para vos ajudarmos a esse desiderato.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos,

Vizinhos das Avenidas Novas – membro fundador da “Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores”
Comissão de Moradores do Bairro Azul
Forum Cidadania Lx
Associação de Moradores do Bairro do Alto do Parque
Vizinhos do Areeiro – membro fundador da “Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores”

A enviar a
Exmo Sr. Vereador Arquiteto Manuel Salgado,
CC. Presidente da CML, Presidente da AML, Presidente da ANACOM, Directora-Geral do Património Cultural

Os Vizinhos do Areeiro que subscrevem esta iniciativa dos Vizinhos das Avenidas Novas:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Filipe Guedes Ramos
Rogério Martins
Rodolfo Franco
Ana Benavente
Luis Seguro
Ana Costa
Mira de Lacerda
Marta Soares
Mariana Bettencourt
Pedro Pinto
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Francisco Lopes da Fonseca
Dulce Amaral
Tiago Leitão
Sofia Pinheiro
Cristina Azambuja
Alexandra Maia Mendonça
Ana Miguel
Zira Marcelino
Luis Pina Amaro
Rita Jacobetty
Belicha Geraldes
Rosarinho Quina
Elisabete Carvalho
Maria Lourdes Alves Gouveia
José Luz
Teresa Sarmento
Nitucha Jacques
João Santos
Maria Salomé
Walter Perdigão
João Ribafeita
Teresa Lavin Jácome
Helena Passaporte
Rita Brito Pires
Ana Oliveira
Eduardo Pessoa Santos
Sónia Maia
Simão Farias
Daniel Portugal
Rui Pedro Henriques
Fernando De Sousa Ferreira
Nuno Raimundo
Bernardino Aranda
Antonio Sequeira
Bruno Beja Fonseca
Ines Domingos

 

Actualização

“Foram feitas obras neste bairro do Arco do Cego e não se aproveitou para fazer a implantação subterrânea dos cabos de comunicação (…) temos os fios e os cabos todos à vista”

Eduardo da Neves, Vizinho do Bairro do Arco do Cego

“relativamente ao cabos das operadoras estamos a tentar resolver ou pelo menos minorar a situação” (26:14)

Fernando Medina respondendo a Eduardo das Neves  (cabos de comunicações no Bairro do Arco do Cego)

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

“em relação aos cabos de comunicações temos um regulamento que foi aprovado por unanimidade e que prevê que sejam retirados todos os cabos de telecomunicações e de electricidade das fachadas. Infelizmente, são muitas as operadoras (…) e muitos subempreiteiros que o fazem ao fim-de-semana e fora-de-horas e é particularmente difícil controlar esta situação. O que a CML tem feito é nas intervenções de espaço público, nomeadamente das praças temos instalado tubagens no subsolo para que as operadoras transfiram os cabos das fachadas para o subsolo. Isso já foi conseguido em [vários locais fora do Areeiro]. (…) não ao ritmo de que nós gostaríamos. No caso concreto do Bairro do Arco do Cego houve uma reunião recente porque existem aqui 2 postes de madeira que suspendem cabos de telecomunicações e já foi acordado para se retirarem estes cabos e os passar para o subsolo. E está  agendada uma reunião com todos os outros operadores para fazer o mesmo (subsolo), de uma forma sistemática em tubagens que serão instaladas nos passeios” 28:47

Vereador Manuel Salgado respondendo a Eduardo das Neves (cabos de comunicações no Bairro do Arco do Cego)

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018
https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM
 

Abates de árvores frente ao Filipa de Lencastre no Logradouro da Praça Pasteur: questões e aparentes faltas de informação [Respondido]

A 13 de fevereiro, uma empresa de jardinagem ao serviço da Junta de Freguesia do Areeiro (?) realizou várias operações de poda e abate na freguesia.
Ora não só os avisos não foram afixados com a antecedência de 10 dias (como determina o art. 24 do Regulamento do Arvoredo), nem constam no site da Câmara Municipal.
Os abates realizados (pelo menos 2: talvez 4) frente ao Filipa de Lencastre e um (figueira) no Logradouro da Praça Pasteur além de não cumprirem esse prazo também não foram sustentados por relatórios fitosanitários afixados nas árvores alvo deste abate como é regulamentar nestes casos.
Dadas estas aparentes faltas de informação verificamos que o regulamento do arvoredo poderá não estar a ser cumprido. O abate e poda de árvores é um assunto que move paixões entre os cidadãos pelo que deve ser abordado com total transparência para evitar sobressaltos e desconfiança quanto à justeza das intervenções a efectuar.
Solicitamos que os abates sejam interrompidos (nomeadamente na Pç João do Rio) até à publicação dos respectivos relatórios fitossanitários.
Questionamos ainda se estes abates foram “urgentes” por as árvores representarem “um risco para pessoas e bens, considerando o seu estado de conservação fitossanitária, devidamente avaliado por técnico da Freguesia ou do Município, de laboratório público ou de instituição de ensino superior ou de empresa habilitada para o efeito” (art. 25) ou se se verificou uma condição de “emergência” em que “a Autarquia [Junta?] pode proceder ao abate de árvores por indicação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Lisboa”.
Questionamos ainda as entidades responsáveis se já estão em condições de responder ao nosso pedido
http://vizinhosdoareeiro.org/abate-de-arvores-na-rua-marga…/
(que pede a alteração do projecto deste parque de estacionamento por forma a evitar o abate de várias árvores)

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Ana Benavente
Paulo Ferrero
Nuno Dinis Cortiços
Jorge Santos Silva
José João Leiria-Ralha
Teresa Raposo
Raquel Leite
Sofia Pinheiro
Ilda Cruz
Dulce Amaral
Ana Miguel
João Santos
José Filipe Toga Soares
Emilio Santos Pinto
Zira Marcelino
Eduardo Duarte Coelho
Nuno Domingos
Olimpio Fernandes
Ana Paula Sampedro
Eduardo Pessoa Santos
Rosa Casimiro
Cristina Franco
Teresa Sarmento
Bruno Beja Fonseca
Luís Pereira Dos Reis
Gloria Morales Delos Rios

Actualização de 20.02.2018

Quanto aos abates de plátanos realizados pela Junta de Freguesia do Areeiro:
questionámos a CML recebendo a resposta:
“Sobre o abate em causa, somos a remeter informação sobre o assunto: http://www.cm-lisboa.pt/fileadmin/Noticias/ficheiros/Ficha_17-_R._Ladislau_Picarra.pdf:
“Fundamentação:. Ramos e pernadas com grandes lesões com lenho exposto apodrecido”
O mesmo foi autorizado pela CML conforme fundamentos descritos.
A Junta de Freguesia do Areeiro deveria ter guardado o período estipulado para informação antes da execução dos abates, facto que não aconteceu.
Vamos elaborar uma circular informativa para afinar os procedimentos com as diferentes entidades que gerem o arvoredo na cidade”

Actualização de 06.03.2018
Resposta da Direção Municipal da Estrutura Verde, do Ambiente e Energia da CML aos Vizinhos do Areeiro:
No seguimento do contacto estabelecido por e-mail do passado dia 13 de Fevereiro, cumpre-nos informar, relativamente ao pedido de esclarecimento sobre o abate das árvores localizadas em ajardinados da Freguesia do Areeiro e de acordo com a avaliação efetuada pelos serviços competentes, que os exemplares em causa, da espécie Platanus sp,. apresentavam um mau estado fitossanitário, com ramos e pernadas com grandes lesões e o lenho exposto apodrecido. Esta informação pode ser consultada em http://www.cm-lisboa.pt/…/ficheiros/Ficha_17-_R._Ladislau_P…
Por estas razões e estando em causa a segurança de pessoas e bens, entendeu-se que deveriam ser removidas e substituídas pela plantação de outras da mesma espécie.
Mais informamos que todas as intervenções no arvoredo da cidade, designadamente os abates de árvores, se encontram reguladas (despachos 60/P/12-Procedimentos para a remoção de árvores, publicado no Boletim Municipal n.º 963, de 2 de agosto 2012, e 95/P/16-Procedimento para a remoção de árvores em espaço público com projeto aprovado por deliberação de Câmara, publicado no Boletim Municipal n.º 1173, de 1 de setembro 2016, em http://www.cm-lisboa.pt/municipio/boletim-municipal/), sendo previamente comunicadas às juntas de freguesia da área e divulgadas no Portal da Câmara Municipal de Lisboa””

 

Incumprimento do Protocolo que estabeleceu a recente intervenção no Logradouro da Praça Pasteur (Lisboa) [Respondido]

Os Subscritores alertam as entidades responsáveis pelo Protocolo que estabeleceu a recente intervenção no Logradouro da Praça Pasteur que estão por cumprir:
1. EMEL: em falta na execução dos arranjos exteriores orçamentados, em especial nos canteiros e arvoredo;
2. IGF-SS: não obstante o limite estabelecido de 35 autorizações, neste momento, verifica-se a existência de 37 (mais os dois lugares sinalizados como exclusivos); e a
3. JFA: omissa em intervir na manutenção do espaço, mesmo após inúmeras solicitações.

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”

(iniciativa conjunta com Comissão de Moradores da Praça Pasteur, Areeiro, Lisboa)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Nuno Miguel Cabeçadas
Luis Seguro
Ana Bravo
Patrícia Matos Palma
Carla Sofia Duarte
Cristina Azambuja
Francisco Lopes da Fonseca
Teresa Sarmento
Carla Caló
Thaisa Boleta
Maria Cristina Lacerda
Elisabete Carvalho
Maria Ana Capoula
Rui Costa
Manuel Mello e Castro
Teresa Nogueira Santos
Graciano Venâncio Morais
Ana Leite Pereira
João Ribafeita
Patricia S Bernardo
Maria Concepcion
Vitor Lopes
Inês Duarte Galvão Capicho
Pedro Ventura
Ines Pinto Da Costa
Ruy Redin
Ana Rita Vozone

 

Actualização

“No logradouro da Praça Pasteur foi criado uma concessão à EMEL e fez um conjunto de obras. Mas há um incumprimento por parte de todas as partes que assinaram o protocolo. O IGF tem 35 lugares mas neste momento já emitiu 37 reduzindo o nº de lugares aos logradouros. A EMEL incumpre no cuidado dos espaços verdes conforme o protocolo que tenho aqui e que posso ceder com arranjos exteriores que até agora não realizou. Ajunta apesar do texto não ser claro, tem a manutenção dos espaços cerdes e a manutenção pedonal, o que é estranho porque aquilo acaba por ser automóvel (…) no último pedido que fizemos a Junta esta passou à EMEL a reparação dos danos que têm entretanto ocorrido”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

1:22:12 “há uma grande preocupação com a falta de lugares na freguesia (…) os parques GIRA, as ciclovias e a não ocupação dos parques de estacionamento cobertos”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“Estamos a falar com o parque do Casal Vistoso para que a EMEL lance uma tarifa mais baixa para residentes e espero que seja exemplo para que a consigamos levar a outros parques da freguesia e não só” 1:31:58

Vereador Miguel Gaspar

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização

“Os logradouros concessionados à EMEL durante a noite não têm fiscalização (…) Na Praça Pasteur com o Bingo ao lado e os seus clientes utilizam o estacionament. Os residentes que chegam mais tarde dos seus empregos não conseguem estacionar. E não há lei. A EMEL não funciona à noite. A Polícia Municipal não faz reboques naquele espaço”

Vizinho do Areeiro Nuno Dinis Cortiços

“temos informação que ainda havia um problema com as obras na Praça Pasteur e que estava a ser corrigido.Em relação aos espaços verdes não tinha essa informação mas vou confirmar. Os lugares são lugares de rotação (..) era um terreno privado do IGSS e que a EMEL fez obra e ficou disponivel para a população. Se há evidências de falta de fiscalização vou pedir um reforço” (…) “

Vereador Miguel Gaspar

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

 

 

 

Quantos trabalhadores em regime precário laboram na Junta de Freguesia do Areeiro? [respondida]

“Os Subscritores deste pedido à Junta de Freguesia do Areeiro gostariam de saber quantos trabalhadores em regime precário (avenças ou outro tipo de precariedade) estão actualmente ao serviço da autarquia, se existem planos para reduzir e internalizar estes recursos e quais são as motivações para a permanência deste tipo de relações laborais nesta autarquia local.”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Elsa Felizardo
Luis Seguro
Vitor Martins
Rodolfo Franco
Teresa Raposo
Raquel Leite
Mariana Bettencourt
Pedro Pinto
Cristina Azambuja
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Patricia Alves
Ana Miguel
Leonilde Ferreira Viegas
João Manso Pinheiro
Maria Saraiva
Fernando Pires
Maria Lourdes Alves Gouveia
Ana Paula Sampedro
Paulo Silva
Cristina Milagre
Zélia Pereira
Ana Martins da Cruz
Irene Coelho
Margarida Reis
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Susana Martins
Maria Lurdes Oliveira
Daniel Portugal
João Silva
Rui Martinho
Nadili de León

Actualização de 12.03.2018

30 de janeiro
“Quantos Trabalhadores Em Regime Precário Laboram Na Junta De Freguesia Do Areeiro?
Os Subscritores deste pedido à Junta de Freguesia do Areeiro gostariam de saber quantos trabalhadores em regime precário (avenças ou outro tipo de precariedade) estão actualmente ao serviço da autarquia, se existem planos para reduzir e internalizar estes recursos e quais são as motivações para a permanência deste tipo de relações laborais nesta autarquia local.”

  • «A Junta de Freguesia de Areeiro, tem a perspetiva de reconhecer e regularizar as situações identificadas como vínculos precários, à luz da Lei 112/2017, de 29 de dezembro, que estabelece quais as situações abrangidas pela regularização extraordinária de vínculos precários,.
  • De momento, o processo para a esta integração está em curso, devendo os respetivos procedimentos concursais de regularização iniciar-se assim que toda a informação necessária seja recolhida. Todas as informações relativamente aos mesmos serão disponibilizadas assim que tal esteja concluído.
  • Os planos de integração supracitados têm como intuito a regularização da totalidade das situações identificadas como vínculos precários pela legislação referida.» – Núcleo de Recursos Humanos

 

Faltam salas de atendimento a vítimas de violência domésticas nas esquadras que servem o Areeiro (Lisboa) [Respondido]

Segundo notícias recentes todas as esquadras da PSP terão atendimento a vítimas de violência doméstica em 2018 mas sabemos que as situações de emergência das vítimas de violência doméstica e de Pessoas Sem Abrigo não são atendidas na Esquadra da PSP das Olaias num gabinete especialmente preparado para esse efeito, mas ao balcão, ao alcance visual e auditivo de outros utentes e isto apesar de já existirem “salas de atendimento a vítimas em cerca de 63% das esquadras” (TSF) que “incluem uma equipa especializada para responder a estes casos e asseguram privacidade a quem denuncia”. Contudo, nem uma nem a outra situação estão implementadas na Esquadra das Olaias (que serve toda a freguesia do Areeiro).
Quando prevê o Ministério da Administração Interna que estas lacunas sejam resolvidas?
(a fotografia ilustra o Gabinete de Apoio e Informação à Vítima (GAIV) da PSP/Porto na esquadra do Bom Pastor)

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Madalena Matambo Natividade
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Bernardo Lopes
Mira de Lacerda
Ana Mónica
Teresa Raposo
Jorge Martins
Isabel Tomas Rodrigo
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Miguel
Dulce Amaral
Maria Helena Simões
Alexandra Maia Mendonça
Belicha Geraldes
Maria Saraiva
Marta Fonseca
Mafalda Toscano Rico
Ana Paula Sampedro
Ilda Cruz
Jonhy Ferreira
Anabela Gouveia
Zélia Pereira
Eduardo Santos Ferreira
Ana Martins da Cruz
Margarida Seguro
Cristina Pinto
Dina Correia
Paulo Silva
Ana Teresa Freitas
Eduarda Gois
Joana Duarte
Maria Luisa Ferreira
Bruno Martins
Maria João Serra
Maria Lurdes Oliveira
Sílvia Ramos
Carla Caló
Maria Juncal
Rui Martinho
Fatima Lammar
Antonieta Soares Ribeiro
Rui Pedro da Ponte
Filipe Ruivo
Antonio Sequeira
Ruy Redin

 

Resposta do Ministério da Administração Interna de 22.01.2018

Sugestões de melhoria à requalificação do Largo do Casal Vistoso [Respondido]

A requalificação do Largo do Casal Vistoso foi efectuada pela Junta de Freguesia através de do protocolo de transferência de competências pela Câmara n°396/2016 mas existem, pelo menos, três pontos que parecem merecer, ainda, revisão e eventual correcção:
1. O atravessamento da passadeira não é feito, geralmente, pelo local determinado. Ou se colocam barreiras de impedimento de peões ou se muda o local da passadeira.
2. O separador central do estacionamento devia ser calcetado dado que os automóveis praticamente cobrem o espaço ajardinado além de ser zona de atravessamento de peões que saem dos veículos e é de dificílima manutenção.
3. Os tutores das árvores não cumprem o regulamento do arvoredo de Lisboa.
4. Reavaliar o plano de arvoredo: O largo é muito escuro e foram plantadas 7 (sete!) jacarandás – que são árvores que tem grande crescimento em altura e largura – na parte mais interior e escura do largo. Estas árvores vão causar problemas no futuro. O plano devia ser revisto e entre aquelas 7 (sete) no interior do lago deviam manter-se apenas duas ou três e transplantar as restantes”
(segundo sugestão de moradores)

Segundo o Regimento da Assembleia Freguesia do Areeiro “o prazo máximo para fornecimento de informação aos cidadãos recenseados na freguesia é de 10 dias, se outro prazo mais curto não for possível cumprir”.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Madalena Matambo Natividade
Elvina Maria Reis Rosa
Gustavo Ambrósio
Nuno Miguel Cabeçadas
Maria Cortez Caetano
Elsa Felizardo
Luis Seguro
Mira de Lacerda
Francisco Lopes da Fonseca
Dulce Amaral
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Saraiva
Beatriz Maia
Maria Lourdes Alves Gouveia
Fátima Mayor
Margarida Braz Pinto Coimbra
Paula Saragoça
Ana Paula Sampedro
2 amigos em comum
Ilda Cruz
Zélia Pereira
Ana Martins da Cruz
Luis Pina Amaro
Pedro Correia
Susana Castanheira
Clara Melo
Pedro Barata
Ruy Redin

 

Actualização de 18 de Janeiro de 2018:
“GAP/ 158 /2018
Exmos. Senhores
Em relação ao assunto em epigrafe, encarrega-me o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro de informar que reencaminhamos a proposta ao arquiteto autor do projeto para apreciar.”

Actualização de 12 de Março de 2018
17 de janeiro
“Sugestões De Melhoria À Requalificação Do Largo Do Casal Vistoso
A requalificação do Largo do Casal Vistoso foi efectuada pela Junta de Freguesia através de do protocolo de transferência de competências pela Câmara n°396/2016 mas existem, pelo menos, três pontos que parecem merecer, ainda, revisão e eventual correcção:

1. O atravessamento da passadeira não é feito, geralmente, pelo local determinado. Ou se colocam barreiras de impedimento de peões ou se muda o local da passadeira.
2. O separador central do estacionamento devia ser calcetado dado que os automóveis praticamente cobrem o espaço ajardinado além de ser zona de atravessamento de peões que saem dos veículos e é de dificílima manutenção.
«O separador Central do Largo do Casal Vistoso foi um erro de projeto, tal como me indicou. A Junta de Freguesia do Areeiro irá realizar o calcetamento deste separador assim que a EMEL inicie a exploração do local.» – Departamento de Espaços Verdes”

  1. Os tutores das árvores não cumprem o regulamento do arvoredo de Lisboa.

«Os tutores das árvores existentes no Largo do casal Vistoso , realmente não se encontram de acordo com o regulamento do arvoredo de Lisboa, que indica:

A tutoragem deverá ser feita com 3 ou 4 varas de madeira com tratamento antifúngico, com altura de 2,5 m e diâmetro de 6 a 8 cm. As varas devem ser enterradas 1 m no solo, ficando 1,5 m desde o colo da árvore ao ponto de amarração e devem estar ligadas entre si com traves de 40 a 60 cm de comprimento ou com outra estrutura, nomeadamente metálica que permita o travamento das varas entre si, sem danificar a árvore. A amarração da árvore às varas de madeira far-se-á em três pontos (um para cada vara), com cinta elástica de 8 a 10 cm de largura. As cintas são presas com agrafos.

As árvores em questão só possuem 1 tutor, com diâmetro inferior ao pedido e as cintas também não são as apropriadas para o efeito e têm dimensões inferiores. Podemos retificar esta situação.» – Departamento de Espaços Verdes

  1. Reavaliar o plano de arvoredo: O largo é muito escuro e foram plantadas 7 (sete!) jacarandás – que são árvores que tem grande crescimento em altura e largura – na parte mais interior e escura do largo. Estas árvores vão causar problemas no futuro. O plano devia ser revisto e entre aquelas 7 (sete) no interior do lago deviam manter-se apenas duas ou três e transplantar as restantes”

«Os jacarandás são árvores de crescimento rápido, muito utilizadas na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. Adaptam-se a uma ampla variedade de locais e  são resistente à poluição urbana e à maioria das enfermidades. A opção deste tipo de árvore para o local é adequada, no entanto foram plantadas em demasia. Em pelo menos 2 talhões existem 2 árvores muito próximas. Penso que podíamos transplantar 3 árvores, diminuindo assim problemas no futuro.» – Departamento de Espaços Verdes”

Abate de árvores na Rua Margarida Abreu: Questão e Sugestão à CML [Actualização]

Embora não exista registo de intervenção no Arvoredo na CML:
http://www.cm-lisboa.pt/…/intervencoes-no-arvoredo-na-cidad…
cerca de 12 árvores (saudáveis na sua maioria) estão marcadas para “abate” na Rua Margarida Abreu.
A motivação parece ser o arranque das obras de construção de um parque de estacionamento no local.
Os subscritores questionam a CML se o projecto não pode ser alterado por forma a preservar estas árvores (construindo por exemplo um jardim) e a data para a qual está prevista esta intervenção.

Subscrevem
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Nuno Miguel Cabeçadas
Elsa Felizardo
Zélia Brito
Mariana Bettencourt
Emilio Santos Pinto
Cristina Azambuja
Dulce Amaral
Maria Estima
Beatriz Maia
Suzete Reis
Sampedro Ana Paula
Susana Soares
Jaime Amores
Anabela Gouveia
Luisa Galvão
Maria Julieta Mendes Martins
Zélia Pereira
Lurdes Farrusco
Helena Ferreira
Luis Pina Amaro
João Ribafeita
Eduardo Duarte Coelho
Susana Martins
Susana Fernandes
Daniel Portugal
Rui Martinho
João Leonardo
Rita Dias Costa
Rita Luzia
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1872581499721315/

Actualização de 08.03.2018

“Abate de árvores na Rua Margarida Abreu: o futuro parque de estacionamento nesta rua pode perfeitamente incorporar as 3 figueiras maltratadas testemunhas do tempo das quintas bem como do pequeno bosque existente ao fundo desta zona com uma pequena zona de descanso com estas árvores e alguns bancos” 30:02 Vizinho do Areeiro Jorge Oliveira 28:53
 
“Em relação às árvores na Rua Margarida Abreu 35:42 vou tentar que as figueiras ainda fiquem no sítio. Em relação às outras elas estão num estado fitosanitário péssimo e portanto têm mesmo que ser abatidas e substituídas por seis árvores. Não sei vão ter mesas: o projecto é um projecto da EMEL (…) em relação a uma que estaria num dos cantos encaminharei isso para a EMEL” 36:39
Vereador José Sá Fernandes
Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

 

Quinta das Ameias: Pedido de preservação de muro, ameias e restos de capela [Respondido]


Os subscritores requerem aos serviços competentes da CML que quando quando analisarem a urbanização da “Quinta das Ameias” (fronteira à Av Afonso Costa) recentemente vendida a particular pelo BCP tenham presente a necessidade de preservação das ameias e respectivo muro, assim como o que resta da capela (com torre sineira) que pode ser visto a partir da Av Gago Coutinho.
Trata-se de um “lote com uma área total de 4.384 m2, na zona do Areeiro” (…) “localizado no início da avenida Afonso Costa, junto à praça do Areeiro, e que confronta ainda com a rua Sarmento de Beires e a Quinta Casal Vistoso, o lote permite uma área de construção máxima na ordem dos 40.000 m2 e uma cércea que poderá contemplar um máximo de 18 a 20 pisos.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Rui Pedro Barbosa
Paulo Ferrero
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Luisa Castro Correia
Gabriel Osório de Barros
Ana Costa
Francisco Lopes da Fonseca
Anibal Santos
Zélia Pereira
Ana Paula Araújo
Lezíria Couchinho
Ana Martins da Cruz
Irene Coelho
Rui Santos
Cristina Aleixo
Jacinto Manuel Apostolo
Maria Godinho
Antonio Sequeira
Helena Espvall
Filipe Madureira

Actualização de 26.02.2018

Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa [respondida]

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“Os subscritores desta mensagem propõem à CML que, a partir de uma base de eleitores do concelho de Lisboa, seja seleccionado aleatoriamente um grupo de cidadãos que forme uma Assembleia Deliberativa a qual, durante alguns dias e com acompanhamento de Facilitadores e Peritos sobre o tema a abordar possa apresentar propostas concretas de melhoria para o tema à autarquia.

O tema será previamente votado na Internet por todos os lisboetas que queiram participar nessa fase do processo deliberativo.
Propomos ainda que exista um orçamento plurianual para a implementação destas propostas e que esta assembleia seja constituída e se reúna nas mesmas instalações onde hoje se reúne a Assembleia Municipal de Lisboa”

uma implementação (entre várias) deste modelo:
https://www.citizensassembly.ie/en/

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Madalena Matambo Natividade
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Nuno Miguel Cabeçadas
Luis Seguro
Paulo Jorge Costa Ferreira
Mira de Lacerda
Isabel Tomas Rodrigo
Sara Bogarim Sacha
Ana Benavente
João Martins
Catarina Rebelo
Isabel Simões
Antonieta Moëllon
Cristina Azambuja
Maria Saraiva
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Maria Julieta Mendes Martins
Zélia Pereira
João Ribafeita
Jose Alves
Luz Farinha Lopes
Maria João Serra
Maria Anabela Melo Egídio
Vasco Ribeiro
Pedro Coimbra
João Pedro Cegonho
Lourenço Jardim de Oliveira
José Augusto Da Silva

Actualização de 17.01.2018
Decorre actualmente uma implementação deste modelo à escala autárquica: trata-se de Toronto (http://prp.to) o “Toronto Planning Review Panel” com 32 membros escolhidos num processo intitulado de “lotaria cívica” por forma a representar toda a diversidade populacional da cidade e trazer até ao processo de planeamento urbano da cidade novas vozes geralmente alheias ao processo político de decisão.

Actualização

“Entregámos à CML uma proposta para criar uma Assembleia Deliberativa (de base aleatória). É algo que foi notícia na Antena 1, no Público e no Corvo. É algo que está a ser implementado neste momento, p.ex., na cidade de Toronto. Poderia ser um método complementar de gerar propostas para a cidade semelhante ao Orçamento Participativo mas talvez solucionando alguns dos vícios que este mecanismo demonstrou ter nos últimos anos.”

Vizinho do Areeiro Rui Martins

“Só muito recentemente tive conhecimento do pedido para serem recebidos sobre a criação de uma Assembleia Deliberativa e em breve eu e o vereador Ricardo Robles que foi o gabinete que recebeu esse pedido, vamos recebê-los para podermos inteirarmo-nos um pouco melhor sobre a proposta e até que ponto é que ela pode ser integrada naquilo que são as nossas políticas de participação”

Vereador João Paulo Saraiva

Reunião Descentralizada da CML de 07.03.2018

https://www.youtube.com/watch?v=5sr7cjhNHZM

Actualização de 5 de Abril (Of/369/AML/18 – Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa) da AML
Encarrega me o Exmo. Sr. Presidente em exercício da Assembleia Municipal de Lisboa Dr. Rui Paulo Figueiredo de enviar a Vª Exa o OF/369/AML/18 relativo a Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa.”
78DOC077