“Há uma onda de crime no Areeiro, em Lisboa. Agora, foi a Padaria Portuguesa que foi assaltada” [MAAG]

A zona do Areeiro pode estar a ser alvo de uma onda de crimes e de atos de vandalismo. Começou com os furtos nos carros em abril. Agora são as montras dos estabelecimentos de comércio local.

Quem faz parte da comunidade de Facebook Os Vizinhos do Areeiro já deve ter dado conta dos contínuos assaltos e atos de vandalismo que nos últimos meses têm vindo a acontecer nesta freguesia de Lisboa. Além dos vidros partidos em viaturas, são várias as lojas que têm sofrido com esta onda de crime. Só na noite de terça-feira, 27 de maio, houve duas vítimas: a famosa Padaria Portuguesa na Avenida João XXI e ainda um Laboratório de Análises Clínicas, na Avenida Sacadura Cabral, junto da Avenida de Roma. Dias antes, foi a vez de estabelecimento de estética na mesma rua.

Uma notícia do “Público” em janeiro já dava conta de um pico de criminalidade acima do normal nesta zona residencial. Apesar do crescimento face ao período homólogo, naquela altura do ano é costume haver mais ocorrências. É que, tal como nos meses de verão, em que também se registam mais crimes, há menos pessoas na cidade, como reflexo das viagens que os cidadãos fazem, ora para celebrar o fim do ano, ora para passar férias.

Por outro lado, nos meses de primavera não é costume estar a acontecer aquilo que se tem vindo a verificar. De acordo com os dados recolhidos por esta associação, referentes à criminalidade e insegurança nesta freguesia (ocorrências relatadas pelos vários vizinhos), em abril houve 17 furtos (ou atos de vandalismo) em viaturas, 14 furtos ou atos de vandalismo noturnos em lojas.

Em maio, a tendência é muito semelhante: apesar de terem decrescido as acções contra os carros, registam-se já 11 assaltos ou atos de vandalismo às lojas da freguesia. Aos lesados anteriores, somam-se também a Pastelaria Rosa Doce ou a Clínica Veterinária, ambas na Avenida João XXI, o mesmo local em que na noite passada houve um assalto à Padaria Portuguesa. Um dia antes, houve uma tentativa de assalto à loja Ópticas Gaspar na Avenida de Paris, junto à Praça de Londres.

“Isto não está a acontecer em Arroios ou nas Avenidas Novas. Isto está acontecer apenas aqui, numa média de 1 a 2 casos por noite”, diz à MAGG Rui Martins, presidente e membro do concelho dos Vizinhos em Lisboa e administrador do núcleo Vizinhos do Areeiro. “A época e duração desta vaga é atípica em relação às anteriores, assim como o tipo de crime, que tem uma tipologia muito característica [utilização de uma pedra da calçada], quase como se fosse um grupo específico a praticá-lo. O tipo de crime é o mesmo, a zona e sempre a mesma.”

Contrariamente àquilo que tem sido a interpretação de alguns residentes do bairro, Rui Martins não vê relação entre o aumento da criminalidade neste bairro e o aumento no número de pessoas sem-abrigo, na origem do alojamento temporário que foi criado no Pavilhão Casal Vistoso, para dar resposta a pessoas em situações de vulnerabilidade social e, em simultâneo, para dar resposta a problemas sociais desencadeados pela pandemia COVID-19.Cuidado se usa MB Way. Esquema de burlas já roubou mais de três milhões de euros em PortugalVer artigo

O presidente dos Vizinhos em Lisboa conhece bem a realidade deste centro de acolhimento, porque é um dos voluntários que trabalha no espaço. Sustenta em vários factos a crença de que o aumento dos sem-abrigo e o aumento da criminalidade são dois acontecimentos diferentes: primeiro, “esta vaga do crime começou duas semanas antes de o Casal Vistoso ter começado a receber os sem-abrigo”; depois, “nas detenções que já foram feitas, nenhum deles era do Casal Vistoso”; e, por último, a população deste centro de abrigo estar sempre a rodar, o que significa que tem sempre pessoas diferentes — enquanto que os assaltos e atos de vandalismo parecem ser sempre protagonizados pelos mesmos autores.

A isto soma-se o facto de os números de pessoas ali alojadas serem muito variáveis. “A população do casal vistoso, as pessoas que estavam em março, não está lá hoje”, diz. “Começou por haver 101 sem-abrigo e agora são 70. Já o crime a mantém-se na mesma intensidade.”

Fernando Braancamp, presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, já tinha falado sobre os problemas associados à vinda dos sem-abrigo para esta zona da cidade. “Eu tinha advertido para o facto de terem trazido os sem-abrigo para ali e que confiná-los naquele espaço [Pavilhão do Casal Vistoso] iria trazer-nos problemas. Garantiram que não, porque iriam ficar sob vigilância da Polícia Municipal e da PSP”, disse, em declarações à Agência Lusa, acrescentando que “a concentração dos sem-abrigo no Pavilhão do Casal Vistoso – onde foi instalado um centro de acolhido provisório devido à pandemia de COVID-19 – também fez aumentar o consumo de droga e a violência”.

À MAGG, Fernando Braancamp reitera aquilo que disse nesta altura. “Ao virem quase 100 pessoas em situação de sem-abrigo espalhados pela cidade [para o Casal Vistoso] arrastaram-se também os outros, à procura dessas mesmas condições, à procura de uma cama para dormir, de banhos, de comida. É natural”, diz o Presidente da Junta de Freguesia “A Câmara Municipal de Lisboa arranjou uma solução para parte do problema. Ficou a faltar o resto: os sem-abrigo que não entraram no pavilhão. Agora há barracas espalhadas à volta dos pavilhão, há pessoas a dormir à porta de prédios e nos vãos de escada da freguesia.”

Sobre a onda de criminalidade, o Fernando Braancamp avança que, com base em conversas que tem tido com outros autarcas e com as forças de segurança pública, esta não está circunscrita ao Areeiro, estando a afetar outras zonas da cidade. “Na cidade toda, têm vindo a aparecer casos de violência maior.  Os reclusos que foram colocados cá fora, os sem-abrigo aumentaram, há os desempregados que estão numa situação desesperada, há várias hipóteses”, diz. “Eu tenho de me preocupar com o Areeiro. E é preocupante.”

Rui Martins considera que o aumento no tráfico e consumo de droga são causas mais plausíveis e lógicas para o aumento da insegurança no bairro, até pelo agravamento da situação do Bairro de Portugal, desde março de 2018. “Na Afonso Costa há pessoas a injetarem-se às 19 horas. Junto ao Parque do Rock in Rio [Parque da Bela Vista] há uma sala de chuto improvisada”, conta. “O consumo e tráfico de droga podem explicar parte do surto de criminalidade que está a acontecer aqui.”

Por outro lado, Rui Martins identifica um problema no fraco policiamento, que torna a zona mais susceptível à criminalidade. “Pode haver uma percepção do fraco policiamento”, diz, realçando que, apesar de ainda estar aquém do necessário, houve agora um reforço no número de agentes, quer visíveis, quer invisíveis. Mesmo assim, não deixa de referir que a freguesia é servida pela Esquadra das Olaias, que tem também de servir a zona do Beato. Rui Martins fala num número de agentes muito reduzidos e disponíveis em cada turno, que torna impossível a concretização de um trabalho que seja eficaz e rápido.

Para ajudar as forças policiais e as freguesias que delas dependem, a Junta de Freguesia do Areeiro orçamentou um carro elétrico para a esquadra das Olaias. A PSP ainda não o foi buscar. “Porquê? É um mistério”, considera Rui Martins, que destaca o facto de que a esquadra fica no limite da freguesia, no lado oposto às zonas onde estão a ocorrer os crimes, o que dificulta operações de segurança eficazes.

Reconhecendo as fragilidades no policiamento, Fernando Brancaamp chama também a atenção para a importância de os crimes serem reportados à polícia. “Se não houver participação, não conseguem resolver os problemas”, diz. “Já uma vez os alertei [PSP] para a vaga de assaltos a carro que houve na freguesia e eles só tinham tido uma ocorrência.”

A MAGG entrou em contacto com a Polícia de Segurança Pública e não obteve resposta a tempo à data da publicação do artigo.

https://magg.sapo.pt/atualidade/atualidade-nacional/artigos/ha-uma-onda-de-crime-no-areeiro-em-lisboa-agora-foi-a-padaria-portuguesa-que-foi-assaltada

“Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa” [Notícias ao Minuto]

Um aumento da atividade criminosa tem vindo a ser registado na freguesia do Areeiro, em Lisboa, durante o período de pandemia da covid-19, verificando-se vandalismo e assaltos a carros e a lojas, através da quebra de vidros.

Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa

© Getty Images

18:09 – 07/05/20 POR LUSA

De acordo com o presidente da Associação Vizinhos de Lisboa, Rui Martins, o pico de criminalidade naquela freguesia é o mais alto desde 2017.

O que está a acontecer aqui é o mesmo tipo de crime repetido várias vezes: vidros partidos. Partem vidros de carros para terem acesso ao interior e, outras vezes, partem os vidros apenas por vandalismo gratuito“, realçou o também fundador do núcleo Vizinhos do Areeiro, que pertence à Associação Vizinhos de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, Rui Martins disse que todos os dias há lojas com vidros partidos e roubos. Acontecem sobretudo de madrugada, quando a freguesia “se torna numa selva”.

Há furtos de lojas, desde caixas roubadas até produtos com exposição, como tabaco. Noutros casos, parece haver apenas o intuito de destruir – como vidros partidos – e não furto aparente“, referiu o dirigente.

“De dia paz, à noite guerra. Não há memória de uma coisa tão intensa aqui”, acrescentou, adiantando que também “há casos de pedintes agressivos”, tendo sido já chamada a polícia para os conter.

A associação acredita que o bairro Portugal Novo é um foco de insegurança na freguesia, já que em torno dele “há uma presença de tráfico de droga que é evidente para toda a gente”.

Consciente da situação encontra-se o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Braamcamp (PSD), que tem feito “todos os esforços” para resolvê-la.

Eu tinha advertido para o facto de terem trazido os sem-abrigo para ali e que confiná-los naquele espaço [Pavilhão do Casal Vistoso] iria trazer-nos problemas. Garantiram que não, porque iriam ficar sob vigilância da Polícia Municipal e da PSP, mas nada disso aconteceu“, referiu.

Para Fernando Braamcamp, a concentração dos sem-abrigo no Pavilhão do Casal Vistoso — onde foi instalado um centro de acolhido provisório devido à pandemia de covid-19 – também fez aumentar o consumo de droga e a violência.

“Houve um surto de assaltos a carros, inclusive a pessoas, e um consumo de droga à descarada. Em qualquer sítio se drogam, sem pudor nenhum. E há alguns atos violentos contra os cidadãos”, realçou.

Em resposta enviada à agência Lusa, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP informou que “tem conhecimento das situações relatadas”, mas referiu que “são desconhecidas as causas para o aumento das ocorrências”.

“O aumento da circulação da população sem-abrigo na freguesia do Areeiro tem levado à existência de algumas queixas relacionadas com situações de ameaças para obtenção de dinheiro”, indicou, defendendo, contudo, que não existe “necessariamente uma relação direta entre estes dois fatores”.

De acordo com o Cometlis, o aumento da criminalidade pode estar “a servir como meio de financiamento ao consumo de produtos estupefacientes e bebidas alcoólicas, dependências amplamente conectadas com a população sem-abrigo”.

O comando acrescentou que foram adotadas medidas preventivas, tendo sido direcionado policiamento, através da esquadra responsável pela área da freguesia do Areeiro (a das Olaias) e de outras “valências mais específicas da Polícia de Segurança Pública”.

“O policiamento levado a cabo, o qual tem por objetivo ser o mais integral possível, absorve um conjunto de diversas valências da Polícia de Segurança Pública, para as quais concorrem todos os recursos humanos e logísticos necessários e considerados adequados”, concluiu.

Em abril, o vereador dos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, Manuel Grilo (BE), propôs que as pessoas em situação de sem-abrigo acolhidas em centros de emergência, devido à pandemia da covid-19, continuem a ter respostas e não regressem à rua.

O propôs também um reforço das respostas nas áreas do consumo de álcool e drogas e da saúde mental, e a manutenção dos projetos de animação e intervenção nestes espaços de acolhimento e nos que possam vir a ser criados.

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1473994/assaltos-e-vandalismo-aumentam-na-freguesia-do-areeiro-em-lisboa

“Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa” [Sapo 24]

“Um aumento da atividade criminosa tem vindo a ser registado na freguesia do Areeiro, em Lisboa, durante o período de pandemia da covid-19, verificando-se vandalismo e assaltos a carros e a lojas, através da quebra de vidros.

Assaltos e vandalismo aumentam na freguesia do Areeiro em Lisboa
24

De acordo com o presidente da Associação Vizinhos de Lisboa, Rui Martins, o pico de criminalidade naquela freguesia é o mais alto desde 2017.

“O que está a acontecer aqui é o mesmo tipo de crime repetido várias vezes: vidros partidos. Partem vidros de carros para terem acesso ao interior e, outras vezes, partem os vidros apenas por vandalismo gratuito”, realçou o também fundador do núcleo Vizinhos do Areeiro, que pertence à Associação Vizinhos de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, Rui Martins disse que todos os dias há lojas com vidros partidos e roubos. Acontecem sobretudo de madrugada, quando a freguesia “se torna numa selva”.

“Há furtos de lojas, desde caixas roubadas até produtos com exposição, como tabaco. Noutros casos, parece haver apenas o intuito de destruir – como vidros partidos – e não furto aparente”, referiu o dirigente.

“De dia paz, à noite guerra. Não há memória de uma coisa tão intensa aqui”, acrescentou, adiantando que também “há casos de pedintes agressivos”, tendo sido já chamada a polícia para os conter.

A associação acredita que o bairro Portugal Novo é um foco de insegurança na freguesia, já que em torno dele “há uma presença de tráfico de droga que é evidente para toda a gente”.

Consciente da situação encontra-se o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Braamcamp (PSD), que tem feito “todos os esforços” para resolvê-la.

“Eu tinha advertido para o facto de terem trazido os sem-abrigo para ali e que confiná-los naquele espaço [Pavilhão do Casal Vistoso] iria trazer-nos problemas. Garantiram que não, porque iriam ficar sob vigilância da Polícia Municipal e da PSP, mas nada disso aconteceu”, referiu.

Para Fernando Braamcamp, a concentração dos sem-abrigo no Pavilhão do Casal Vistoso – onde foi instalado um centro de acolhido provisório devido à pandemia de covid-19 – também fez aumentar o consumo de droga e a violência.

“Houve um surto de assaltos a carros, inclusive a pessoas, e um consumo de droga à descarada. Em qualquer sítio se drogam, sem pudor nenhum. E há alguns atos violentos contra os cidadãos”, realçou.

Em resposta enviada à agência Lusa, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP informou que “tem conhecimento das situações relatadas”, mas referiu que “são desconhecidas as causas para o aumento das ocorrências”.

“O aumento da circulação da população sem-abrigo na freguesia do Areeiro tem levado à existência de algumas queixas relacionadas com situações de ameaças para obtenção de dinheiro”, indicou, defendendo, contudo, que não existe “necessariamente uma relação direta entre estes dois fatores”.

De acordo com o Cometlis, o aumento da criminalidade pode estar “a servir como meio de financiamento ao consumo de produtos estupefacientes e bebidas alcoólicas, dependências amplamente conectadas com a população sem-abrigo”.

O comando acrescentou que foram adotadas medidas preventivas, tendo sido direcionado policiamento, através da esquadra responsável pela área da freguesia do Areeiro (a das Olaias) e de outras “valências mais específicas da Polícia de Segurança Pública”.

“O policiamento levado a cabo, o qual tem por objetivo ser o mais integral possível, absorve um conjunto de diversas valências da Polícia de Segurança Pública, para as quais concorrem todos os recursos humanos e logísticos necessários e considerados adequados”, concluiu.

Em abril, o vereador dos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, Manuel Grilo (BE), propôs que as pessoas em situação de sem-abrigo acolhidas em centros de emergência, devido à pandemia da covid-19, continuem a ter respostas e não regressem à rua.

O propôs também um reforço das respostas nas áreas do consumo de álcool e drogas e da saúde mental, e a manutenção dos projetos de animação e intervenção nestes espaços de acolhimento e nos que possam vir a ser criados.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/assaltos-e-vandalismo-aumentam-na-freguesia-do-areeiro-em-lisboa

Propostas sobre a vaga de criminalidade e vandalismo no Areeiro (Março/Abril de 2020)

Tendo em conta que vivemos hoje um pico de criminalidade inédito desde que, em Novembro de 2017, os Vizinhos do Areeiro começaram a registar a criminalidade nesta freguesia, e que na actual circunstância de Estado de Emergência as ruas estão mais desertas do que nunca, e ainda que o fecho dos estabelecimentos comerciais os tornou mais vulneráveis e diminuiu também a circulação pedonal, os subscritores:

1
pedem – à semelhança do que fizemos em http://vizinhosdoareeiro.org/intervencao-da-cml-na-alameda-aumento-de-vigilancia-e-de-meios-para-a-psp-lisboa/ – que sejam reforçados os meios da PSP e que, desta forma, se contribua para reduzir o sentimento de insegurança que atualmente se vive na freguesia.

2
Os subscritores pedem igualmente ao Executivo da Junta de Freguesia do Areeiro que execute o compromisso eleitoral de dotar a freguesia de guarda nocturno (financiado pela autarquia) que complete ou antecipe este reforço de meios da PSP.

3
Aguardamos ainda a resposta da PSP à oferta, por parte da Junta de Freguesia, de um carro eléctrico para patrulhar a área da freguesia do Areeiro.

Subscrevem:
Rui Martins
Bruno Caetano
Joao Silva
Joana Melo
Flávio Tavares
Elsa Pinto
Lailai Sales
Dulce Pinto Barriga
José Carlos Jorge
Margarida Sampaio
Zulmira Varela
Maria Odete Morais
Ana Fontes
Antonio Paulo
Pedro Barbosa de Barros
Beatriz Pacheco
Maria Bárbara
Ilda Cruz
Joao Girbal Girbal
Luís Caria
Elsa Venâncio G Gomes
Alexandra Pjn
Angelina Costa Pinto
Ana Ferreira
Cristina Valadas
Floriberto Lima
Eduardo Júlio
Luis Reis
Stela Correia
São Peixoto
Maria Helena Rino Moraes
Rosa Maria Troufa Real
Rui Ferreira Lopes
Rui Bras
Mafalda Veiga Alves
Ana Castro
Vice Nabais
Nitucha Jacques
Pedro Alves
Francisco Pedroso
Dina Gomes
Duarte Simões
Carlos Pinheiro
Claudina Diego
Fernando Anjos
Maria Teresa Inglês Agostinho
Luís Correia
Anibal Santos
Cristina Azambuja
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Anabela Nunes
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Patrícia Matos Palma
Madalena Matambo Natividade
Ana Costa
Teresa Raposo
Teresa Aroso
Eduardo Pessoa Santos
Zélia Pereira
Pedro Pinto
Maria Yañez
Filipa Ramalho Rickens
Manuel Jesus
Tito Ferreira de Carvalho
Maria Helena Palhano
Bruno Beja Fonseca
Paula Veiga
Manuela Bastos
Sofia Carvalho Coelho
Pedro Gaurim Fernandes
Teresa Sarmento
Ana Figueiras
Inês Santos
Maria Cortez Caetano
Francisco Tellechea
Carlos Mat
Maria De Lurdes Canto
Luis Cavaleiro Madeira
Jacinto Manuel Apostolo
Ana Filipa Gonçalves
Ruy Redin
Maria João Morgado
Manel Barroca
Maria Lourdes Alves Gouveia
Lidia Monteiro
Dulce Amaral
Francisco Lopes da Fonseca
Margarida Reis
Teresa LC
Elisabete Carvalho
Leonor Santa Bárbara
Gonçalo Pousão
Susana Carmona
Olinda Gonçalves
Mendes Garcia
Madalena Saias
Victor M Almeida
Maria Luísa Lanita
Filomena Valente
Ana Nóbrega
Carlos Gaspar
Manuela Carvalho
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Gabriela Candeias de Matos
Clara Ribeiro
Martins Vieira
Inês Cotrim
Lena Batista
Duarte Silva Manuel
Grata Sombreireiro MC
Dina Santos
Margarida Seguro
Ana Veiga
Ana E Filipe Torres
Maria Adelaide Nogueira
Naide Azevedo
Elisabete Ferreira
Silvana Salvi
Alexandra Cardoso
Luis Filipe Ferreira
Anabela Marçal
Pedro Moreira
Carlos Barreira Dias
Bruno Godinho
Lôpo Afonso Albuquerque
Nazare Miranda
Joaquim Barata
Mariana Costa
Fernando Magalhaes
Carlos Castelo Branco
Teresa Correia
Paulo Puga
João F. Cacais
Virginio António Briote
Ana Martins Rodrigues
Tony Morais
Maria Ferreira Pires
Ricardo Silva
Rita Apolinário
Paula Trindade
Catarina Caetano
Patrícia Alves Caetano
Maria Saramago
Teresa Capela
Luisa Cunha
Filipa Ramos
Ana Judite Peres
Rita Ribeiro
Cláudia Almeida
Fernando Lemos
Maria Helena Morais
Ricardo Quintão
Andreia Trindade
Ana Dammann
Marta Ferreira
António Carlos Teixeira Duarte
Isabel Moraes
Olinda Vieira
João Pedro Araújo
Eugenia Maria Sobreiro
Marina Vicente Cruz
Joao Figueiredo
Maria De Lurdes Machado
Anabela Matos
Maria João Coragem
António Madeira Santos
Jorge Fernandes
Paulo Silva
Valter Martins
João Miguel Gaspar
Diogo Mimoso
Sonia Adonis
Cristina Mota Capitão
Rafael Pereira
Lúcia Caetano
Vânia Sousa
Eduardo Outeiro
Cristina Neves
Nivea de Sá
Cristina Casaleiro
Isabel Martins
Ana Sampedro
Maria Luisa Ferreira
André Gomes Pereira
Catarina Borralho
Teresa Alves
Sandra Jacob
Nocas F. Costa
Ana Maria Borlido
Paulo CaféMarques
Azevedo Ana Cristina
Cristina Salvador
Daniela Aires
Maria Concepcion
Isabel Tomás
Teresa Peixoto
Francine Côrte-Real
Elena Verdasca
Ana Castilho
Maria Lemos E Sousa
Ana Fonseca Marques
Ana Macedo Azeredo
Sofia Correia
Margarida Nunes
R Alex Jesus
Francisco Martins
Carla Camara
Bruno Pardal Correia
Pedro Martins
Sérgio Manuel Cónim
Dora Nobre
Ana Marta Carreira
Tita Almeida
Carmen Domingues
Margarida Ferreira
Joana Carmo
Margarida Fernandes
Isabel Castelo Branco
Antónia Peças
Leonor Braz Teixeira
Patricia Saldanha da Gama
Belicha Geraldes
Carla Caló
Pedro Alexandre Carvalho
Fernanda Maria Gouveia
Elsa Santos
Carolina Lemos E Sousa
Paulo Baptista
Fernanda Cunha
Mariana Bettencourt
Sousa Ilda
Fernanda Ferreira
Manuel Barata Simões
Fatima Aparicio
Zé Pedro Leitão
Isabel Real
Maria Vitória Lopes
Patricia Roby Gonçalves
Maria Otilia Casquilho
Pedro Silva
Paula Emanuele Caram Poslednik
Augusto Falcão Souto
Andreia Graça
Joao Luis Canais
Pedro Gomez
Carmo Fonseca Ribeiro
João Rito
Fatima Lammar
Marta Soares
Joana Cunha
Sofia Pereira
Filipa Cabral Sacadura
Eva Falcão
Luisa Castro Correia
Rita Mathias
Fernando Nabais
Maria Graça
Rui Alexandre Silva J
Rui Pedro da Ponte
Rita Saias
Celia Botelho
Porfírio Sampaio
Rita Dias Costa
João Firmino
Cristian Sava
Vanessa Correia Marques
Luis Franco
Joao Oliveira Santos
Silvia Guedes Soares
Maria João Picoto Rodrigues
Luis Manso
Joao Rodrigues
Joana Costa
Maria Santos Pereira
Antonio Sequeira
Isabela Correia e Brito
Pedro Costa Pinto
Joana Barradas
Cuca Carvalho
Bernardo Vidal
Beatriz Maia
Ines Nascimento
Joey Guerreiro
Ricardo Santos Nogueira
Luis Miguel Gonçalves
Nathalie Dos Santos Antunes
Cristina Leal
Pedro Lagareiro
Ines Cunha Jorge
Parimal Ratilal
Emanuel Genovevo Costa
Gisela Goncalves
Lucia De Abreu
Anette Paulette
Jota Assis
Sergio Pêgo
Helder Miranda
Maggie Jacinto
Rita Torroaes Valente
Sofia Pinheiro
Raquel Vieira
Miguel Santos
João Martins
Jaime Amores
Luís Andrade

Insegurança no Areeiro

Dada a actual onda de criminalidade que assola o Areeiro, com dezenas de carros vandalizados e de lojas assaltadas entre 24 e 3 de Janeiro e de ontem um assalto a uma farmácia na João XXI os Subscritores apelam:
à PSP que responda:
1. Ao pedido de aumento de meios humanos na PSP Lisboa:
https://vizinhosdoareeiro.org/intervencao-da-cml-na-alameda-aumento-de-vigilancia-e-de-meios-para-a-psp-lisboa/
2. à aceitação do veículo eléctrico:
https://vizinhosdoareeiro.org/apelo-a-psp-aceitacao-do-veiculo-electrico-disponibilizado-pela-junta-de-freguesia-do-areeiro/
3. que mantenham a Esquadra das Olaias com os meios humanos suficientes por forma a garantir que não fecha de noite:
https://vizinhosdoareeiro.org/nao-ao-fecho-nocturno-da-esquadra-das-olaias-e-pela-construcao-de-um-edificio-multiusos-para-policia-bombeiros-e-inem/
recordamos que a PSP não está isenta do cumprimento dos prazos de resposta aos cidadãos prescritos no Código do Procedimento Administrativo
à CML que responda:
1. à sugestão de construção de um novo edifício multiusos para a PSP e outras entidades:
https://vizinhosdoareeiro.org/nao-ao-fecho-nocturno-da-esquadra-das-olaias-e-pela-construcao-de-um-edificio-multiusos-para-policia-bombeiros-e-inem/
2. Que permita que a PSP Olaias possa mudar para algumas salas nos Serviços Sociais da CML:
https://vizinhosdoareeiro.org/proposta-de-avaliacao-da-mudanca-da-esquadra-das-olaias-para-a-afonso-costa/
à Junta de Freguesia do Areeiro:
1. Que responda à sugestão feita em Assembleia de Freguesia de 5 de Dezembro:
Conhecendo a existência de um excedente financeiro nas contas da Junta de Freguesia e a grande carestia de meios na Esquadra da PSP das Olaias esta autarquia poderia entrar em diálogo com esta força de segurança no sentido de identificar doações de equipamento (tais como coletes, tasers ou de outro tipo)?

2. Tendo em que esta autarquia todos os anos substitui equipamento informático será que este (estando em boas condições e se útil) poderia ser doado a esta esquadra da PSP?

Subscrevem
Paula Borges
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Ilda Cruz
Patrícia Matos Palma
Elvina Maria Reis Rosa
Cristina Azambuja
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Maria Teresa Rodrigues
Ana Benavente
Stela Correia
Rui M. Sousa
Zélia Pereira
Sofia Carvalho Coelho
Pedro Gaurim Fernandes
Anabela Nunes
Ana Costa
Gabriela Lago
Maria Cortez Caetano
Luisa Teresa
Ana Coelho
Maria Teresa Inglês Agostinho
Irene Coelho
Teresa Aroso
José Maia de Loureiro
Pedro Correia
Margarida Magalhães
Maria João Morgado
Leonilde Ferreira Viegas
Sandra João Borges
Ruy Redin
Teresa Lourenco
Susana Maria
Duarte Amado
Gonçalo Pousão
Antonio Sequeira
Luisa Castro Correia
Luis Barata
Mafalda Mendonca
Jorge Santos Silva
Manuela Bastos
Emanuel Genovevo Costa
Eduardo Duarte Coelho
Maria Helena Palhano
Fátima Apolinario Monteiro
Antonio Viegas
Rosário Puga
Joana Santos Patrocinio
Luiza Cadaval de Sousa
Diogo Santos
Márcia Salgueiro
Zélia Brito
Vanessa Correia Marques
Margarida Moreira
Bruno Beja Fonseca
Paula Mendes
Fernando Anjos
Fatima Aparicio
Maria Manuela Nobre
Rui Bras
Vítor Frade
Eugenia Maria Sobreiro
Isabel Tomás
Sofia Silva
Dulce Amaral
Rita Santos Vieira
Maria Jerónimo Costa Zita
Maria Luísa Lanita
Pedro Santos
Teresa Capela
Fatima Lammar
Valentina Crisostomo Teixeira
Marta Filipe
João Maria Vilar
Lezíria Couchinho
João Silva
Rui Martins
André Brandão de Almeida
João Pina
Maria Odete Morais
Ana Cortes
Rui Costa
Maria Bárbara
Manuel Amaral
Carolina Ferreira
Paola Guanca
Joao Girbal Girbal
Filipa Macedo
João Ferreira
Patrícia Garcia
Adélia Gaspar
Maria Helena Rino Moraes
Sílvia Caçador
Ticiana Labate Calcagniti
Rui Ferreira Lopes
Rita Agostinho de Sousa
Ana Castro
Rute Rodrigues
Jaime Correia Rêgo
Dhiana Paciência
Nitucha Jacques
Cristina Cardoso
Pedro Almeida
Anibal Santos
Luis Balão
Maria Teixeira
Rosa Branca Graça
Antonio De Carvalho
Luisa Valente
Rita Costa
Manuela Carvalho
Carlos Gonçalves
Maria Do Rosário Araújo
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Bia Cabral
Margarida Sousa E Silva
Helena Amaral
Sara Anjos
Manuel Góis
Isabel Correia
Paula M Martins Almeida
Elisabete Henriques
Pedro Alves
Ana Veiga
Maria João
Conceição Costa Coelho
Tomaz Alves Oliveira
Maria Jesus Pereira Gambino
Maria Joao Gouveia
Francisco Dias
Zita Rosado Costa
Soledade Veronica
Joana Durão
Ana Paula Pimenta
Leandro Monteiro
Maria Claro Ribeiro
Margarida Maria
Bruno Costa
Maria Gaspar
Isabel Tomas Rodrigo
Carlos Vida
Paulo Puga
Virginio António Briote
Nuno Duarte
Marina Daniela
Teresa Clara Durão
Fran Marques Cuiça
Ana Teresa Santos
Nuno Vicente
Andreia Sousa
Claudia Mendes
Carlos Correia
Telma Moreira
Catarina Coelho
Ana Freitas
Candida Pinto
Joana Ju
Graça Margarido Mick Greer
Tiago Medroa
Marta Ferreira
Susana Duarte Queiroz
António Carlos Teixeira Duarte
Filomena Melro
Ceu Maria Vieira
João Pedro Araújo
Tavi Meister
Catarina Coelho
Maria Dulce Sousa
Suzana Duarte
Teresa Martins
José Rocha
Paula Cardoso
Regina Vaz de Carvalho
Patricia Matos
Valter Martins
Ruben F. Cardoso
Margarida Agostinho
Catarina Marcelino
Ricardo Lima
Mariana Sá Couto
Flavia Cunha Lima
Marta Durão
Andreia Leiria
Pedro André
Francisco Beja da Costa
Sílvia Baptista
Alexandra André
Hugo Gregório
Sonia Adonis
Diogo Mendonça
Isabel Freitas
Susana De Brito Dias
Patricia Mamede
Vânia Sousa
Pedro Morgado
Joana Monteiro
Erika Bayan
Catarina Girão
Sandra Simas
Alexandra Lança de Morais
Miguel Guerreiro
Cristina Casaleiro
Isabel Martins
Cristiana Coelho
Cristina Inacio
Alexsandra Almeida
Tomás d’Almeida Lima
Ana Miguel Choupana
Rui Dias
Marisa Fortes
César Ramalho
Cláudia Cardoso
Carolina Rebelo
Teresa Alves
Diana Fernandes
Joana Rocha
Sandra Jacob
Francisco Barreto Caldeira
Manuela Carvalho
Cristina Salvador
Francisco Lerias
Rui Agostinho
Maria Concepcion
Carolina Mesquita
Amélia Marcos
Rui Martins
Lucilia Guimaraes
Ana Vicente
Elsa Portugal
Teresa Carrilho
Tuti Andrade Rocha
Paula Saragoça
Andreia Cunha Dias
Ana Azevedo
Tiago Durão
Susana Reis
Elsa Santos Alípio
Ana Paula Bárcia
Rita Luis
Gonçalo Leitão
Maria Ofélia Rodrigues
Maria Anabela Melo Egídio
Sofia Correia
Patrícia Lopes
Francisco Martins
Alexandra Costa
Vitória Pinheiro
Margarida Serra
Carla Camara
Filipa Duarte
Rita Costa
Cristina Gomes da Cunha
Mickael Gonçalves
Filipa Ramalho Rickens
Dora Santos Silva
Tiago Miranda
Soledade Maria Rodrigues
Eduardo Pires
Teresa Fonseca Sobral
Graça Aníbal
Joana Fernandes
Maria João Gouveia
Belicha Geraldes
Fátima Paiva
Carla Caló
Bárbara d’Azevedo
Mafalda Teixeira
Fernanda Maria Gouveia
Leonor Santa Bárbara
Mafalda Sequeira
Sofia Pimentel
Teresa Menezes
Ana Filipe
Rita Martinez
Rui Castelo
Cátia Pedro
Fernanda Cunha
Mariana Bettencourt
Cláudia Borges
Fernando Mora de Oliveira
Raquel Soares
Beatriz Afonso
Mafalda Alegria
Hélder Cotrim
Maria Helena Ferro
Diogo Campos Lopes
Célia Lopes
Andreia Andrés Forte
Nanda Ruaz
Ana Sofia Lobato
Gonçalo Vitorino
Luis Chastre
Paulo Almeida Fernandes
Luis Padinha
Rui Pedro Henriques
Inês Martinho
Inês Teixeira
Pedro Mendes Pinto
Susanna Pinto
Cristina Manuela Silva
Teresa Maria Braga Abecasis
Didi Ramos
Ines Guimaraes
João Colucas
Gil Salema da Costa
Tania M Cunha
Susana Carmona
Rui Martinho
Carla Carvalhal
Sofia Pereira
Ana Assunção
Ana Paula Costa
Goncalo Ramalho
Cristina Alexandre
Ana Filipa Gonçalves
Gerson Antunes Costa
Magda Bragança Rubio
Antonieta Soares Ribeiro
Rita Mathias
Maria Graça
Rui Pedro da Ponte
Porfírio Sampaio
Filipe Ruivo
Teresa Lume
Rita Dias Costa
João Firmino
Daniela Bonança
Nathalie Chatelain Antunes-Ferreira
Maria João Rico
Tania Silva Pinto
Andreia Gouveia
Carolina Nascimento
Catarina Caldas
Dinashvari Lacmane
Isabela Correia e Brito
Marisa Costa
Pedro Costa Pinto
Carlos De Sá Aparício
Rita Martins
Carla Marcedo
Sérgio Pereira
Beatriz Maia
Ines Nascimento
Vanessa Santos
Bernardo Horta E Costa
Nathalie Dos Santos Antunes
Andrea Guimarães
Marta Fonseca
Nuno Maldonado Tuna
Manel Barroca
Paula Veiga
Luis Rebordao Sampaio
Cristina Matos
Rita Martins Pereira
Ricardo Costa
Ricardo Chambel Esteves
Helder Miranda
Inês Costa
Bruno Silva
Maria Moura Fonseca
Maria Boavida
Liliana Costa
Marta Onofre
Filipe Brandão
Maria Conceição Pereira Figueiredo
Hugo Pereira
Miguel Bettencourt
Ivo Castro
Isabel Martins
João Machado
Andreia Vicente
Gonçalo Magalhães Carvalho
Maggie Jacinto
Sofia Pinheiro
Raquel Vieira
Pedro Chaves Ferreira
João Carvalho
Elisa Cluny Summavielle
Rogério Costa
Paulo Oliveira

Alertas: Falso peditório “homens do lixo” e Burlão do “vidro na sandes”

1.
Há um burlão na freguesia que já usou o mesmo esquema em pelo menos 5 cafés diferentes: pede uma sandes ou uma bifana e alega depois ter encontrando vidro no pão. Pede entre 100 a 200 euros para “pagar o dentista” e se esta verba não lhe for dada ameaça “regressar com a família”.
Se acontecer consigo: faça Participação na PSP (muito importante)
Este burlão está a usar este esquema no Areeiro (sobretudo) mas também em Telheiras e terá começado a exercer esta “actividade” em meados do ano passado e, há duas semanas na zona do Bairro dos Actores.

2.
Após alguns meses eis que regressou à actividade um indivíduo que aborda os moradores nas suas residências pedindo para os trabalhadores da Câmara que recolhem o lixo durante a noite.
Este peditório não tem qualquer legitimidade ou base real pelo que recomendamos que não ceda qualquer verba e que, claro, conserve a porta fechada e não a abra a desconhecidos.

Vaga de Insegurança no Areeiro

https://sicnoticias.pt/pais/2020-01-16-Assaltos-e-episodios-de-vandalismo-cada-vez-mais-frequentes-no-Areeiro-Lisboa

https://www.rtp.pt/play/p5286/e439787/portugal-em-direto/784299

https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/psp-de-lisboa-nao-responde-ha-dois-anos-a-oferta-de-veiculo-da-junta-do-areeiro-11713133.html?fbclid=IwAR1SuUIu6XZ8jvY2K3uSK9KWULYirP7uEAFpLrNtVZC3URDZEkMBuGrb50U

Reunião dos Vizinhos do Areeiro com a 5ª Divisão da PSP Lisboa

A 15 de Janeiro, os Vizinhos do Areeiro tiveram uma reunião com a 5ª Divisão do Comando Territorial de Lisboa em que os temas foram aqueles que estão em subscrição pública no
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2343008822678578/
Mais em particular, fizemos uma descrição da actual onda de vandalismo e crime no Areeiro e reforçámos a necessidade de melhorar os meios da Esquadra para que para além de um Policiamento Reactivo exista também no Areeiro um verdadeiro policiamento preventivo e de proximidade.
Ficou patente, na reunião, de que existe no Areeiro um fenómeno massivo de subparticipação de crime constando que boa parte dos crimes e situações que nos chegam, todos os dias, ao conhecimento não produzem uma participação na PSP o que explica porque é que as estatísticas oficiais apontam para uma estabilização na actividade criminosa no Areeiro (nas estatísticas oficiais do número de crimes contra propriedade existe uma manutenção com ligeira diminuição) enquanto que os números e factos que nos chegam apontam noutra direcção, especialmente neste surto anómalo que começou em novembro de 2019 e que se estendeu em janeiro e que começa, agora, a dar sinais de algum abrandamento.
Ficaram abertos canais de comunicações e haverá seguimento desta reunião.

Envio de resposta à Pergunta ao Governo do Senhor Deputado Duarte Alves (PCP) sobre Falta de meios 12ª Esquadra das Olaias (Lisboa)

Resposta do XXII Governo à “Pergunta ao Governo” feita pelo PCP no decurso da reunião que os Vizinhos do Areeiro tiveram com os grupos parlamentares do PSD, PCP e PS em Novembro:

Gabinete do MINISTRO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
PROC. Nº: 868.00 20-12-2019
ASSUNTO: Pergunta n.º 259/XIV/1.ª de 26 de novembro de 2019

“O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, no âmbito das suas competências e atribuições nos domínios da ordem, segurança e tranquilidade públicas e da prevenção e combate ao crime, e no quadro da prevenção e do policiamento de proximidade/visibilidade, tem gerido os recursos policiais de forma integrada e global, incluindo, naturalmente, as necessidades da área geográfica abrangida pela 12.ª Esquadra, no seguimento da análise sistemática da criminalidade. Nestes termos,
verifica-se que em 2018 a criminalidade geral registou uma tendência de estabilização na ordem dos 0.7%, a que correspondem apenas mais 8 ocorrências, sendo que no caso da criminalidade violenta e grave, a que maior impacto tem no sentimento de segurança dos cidadãos, registou-se um decréscimo de 8.6%. Assim, e compreendendo-se que todo e qualquer ilícito criminal pode afetar o sentimento de segurança dos cidadãos, na verdade, os dados oficiais conhecidos apontam para uma estabilização da
criminalidade geral e para uma diminuição da criminalidade violenta e grave na área geográfica correspondente à 12.ª Esquadra.

A 12ª Esquadra dispõe de 42 elementos policiais, sendo pontualmente reforçada com outras valências, designadamente a investigação criminal e as Equipas de Intervenção Rápida. Sempre que considerado necessário, de acordo com a análise sistemática da criminalidade e no âmbito da realização de operações de segurança, a área geográfica correspondente à 12.ª Esquadra é ainda reforçada com outros meios policiais. O eventual aumento do efetivo existente no Comando Metropolitano de Lisboa e a
consequente afetação do dispositivo pelas várias subunidades policiais, incluindo a 12.ª Esquadra, está dependente da conclusão do Curso de Formação de Agentes que se encontra a decorrer na Escola Prática de Polícia.

O parque de veículos do Comando Metropolitano de Lisboa tem sido
valorizado/incrementado, tendo em conta o restante dispositivo da PSP e as
necessidades análogas, sendo que a atividade nuclear da PSP tem sido desenvolvida e assegurada neste Comando mediante a gestão criteriosa dos meios/recursos entre as várias subunidades policiais. A disponibilização de mais viaturas policiais para o Comando Metropolitano de Lisboa e a sua possível afetação à 12.ª Esquadra, no quadro da sempre exigente e criteriosa gestão global de viaturas por todo o dispositivo da PSP, está dependente da continuidade dos procedimentos que decorrem ao abrigo da Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança. No âmbito da referida Lei, têm sido distribuídos, pelas forças e serviços de segurança, diferentes tipologias de meios materiais e equipamentos, tendo já, designadamente, ultrapassado as 1000 viaturas desde o início da vigência da Lei.”

Com os melhores cumprimentos,
A Chefe do Gabinete Joana Figueiredo”

Comentários de Rui Martins (que apenas a mim vinculam):

1. A tendência de estabilização em 2018 que a PSP refere não inclui, o pico anormal de meados de novembro e começos de janeiro de 2020. Ademais existe uma subparticipação de crimes, por tradição lusa e, por vezes e infelizmente por tentativa de dissuasão dos agentes que registam a queixa. Outros fenómenos, como a proliferação do tag selvagem, do consumo de droga e mendicidade decorrente e a presença de comunidades nómadas contribuem, também, para essa sensação de insegurança, assim como os furtos a casas que tiveram um pico em meados de 2019.

2. Se estes 42 agentes estão divididos em 3 turnos (8-16, 16-24 e 24-8) falamos de 14 agentes por turno. Questão: quantos estão de baixa e em serviço sindical, em média? É que patrulhamento a pé na freguesia não há. E ao telefone já foi dito a alguns moradores que, de noite havia apenas um agente e mais dois no carro a circular (mais do que uma a mais do que a uma pessoa). Esta diferença de números de efectivos explica-se então por estas faltas?

3. Quantos agentes virão de Torres Novas para o Areeiro (dizem que dos 600, 500 virão para Lisboa: destes quais para a 12ª?). E, mais importante, quantos se estima que saiam para a pré-reforma (55 anos) e reforma (60 anos)? Estes 500 vão compensar as 800 saídas dos últimos anos?

4. Quanto às viaturas: porque não aceitaram ainda o carro eléctrico que a Junta orçamentou e lhes ofereceu em 2018? E confirmam que esta esquadra tem viaturas imobilizadas por avaria, neste momento?