Alguns dados sobre a actual vaga de crime e vandalismo no Areeiro

Fonte original:
https://www.facebook.com/notes/vizinhos-do-areeiro/registo-de-inseguran%C3%A7a-no-areeiro/1840020362977429/

Agregados em
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1XkFIBCTGcxT1B8tZMbIPqvdBvG4kT8peoOjSSJwjOHQ/edit#gid=0

Dados (apenas) desde Novembro de 2017 a 5 de Janeiro de 2020:

tipototais
furto em zona de condominio2
assaltos na rua16
furto a habitação17
vandalismo em eq públicos10
furtos a carro via vidro partido ou via eletrónica ou furto de rodas40
furtos nocturnos a lojas26
furtos de scooters e bicicletas7
assaltos diurnos a lojas6
burla a idosos (edp)1

Não ao fecho nocturno da Esquadra das Olaias e pela Construção de um Edifício Multiusos para Polícia, Bombeiros e INEM

Os subscritores apelam às autoridades no sentido de manter a esquadra Esquadra das Olaias sempre aberta no período nocturno (ao contrário do que acontece actualmente), e travarem o encerramento definitivo da 31ª Esquadra do Rêgo (que também serve o Areeiro) com o argumento da libertação de meios humanos. O argumento da libertação de meios humanos, que tem sido invocado nos últimos anos, não se tem materializado de forma perceptível para a população nem com disponibilidade para acudir a pedidos de ajuda, nem em patrulhamento de visibilidade.

Propomos igualmente a construção no Areeiro de uma infraestrutura piloto a nível nacional que reúna no mesmo espaço Polícia, Bombeiros e INEM, num edifício multiusos partilhado (com gabinetes, ginásio, salas de conferências, refeitório, biblioteca, camaratas, etc) que além de garantir um melhor e mais próximo serviço às populações crie também condições para a presença a longo prazo desses serviços na freguesia.

Também a este propósito:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2313177425661718/
http://vizinhosdoareeiro.org/proposta-de-avaliacao-da-mudanca-da-esquadra-das-olaias-para-a-afonso-costa/

Subscrevem:
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Ana Cardoso Santos
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Cristina Azambuja
Stela Correia
Teresa Raposo
Anabela Nunes
Pedro Pinto
Ana Costa
Luisa Teresa
Maria Teresa Inglês Agostinho
Bruno Silva
Irene Coelho
Teresa Aroso
José Maia de Loureiro
Leonilde Ferreira Viegas
Ruy Redin
Teresa Lourenco
Susana Maria
Gonçalo Pousão
Antonio Sequeira
Luisa Castro Correia
Manuela Bastos
Nico Lion
Ana Martins da Cruz
Fernando Anjos
Fatima Aparicio
Maria Manuela Nobre
Eugenia Maria Sobreiro
Eduardo Pessoa Santos
Laurinda Hormigo
Ana Sampedro
Dulce Amaral
Maria Lurdes Domingos
Nilza Caeiro
Fatima Lammar
Marta Filipe
Lezíria Couchinho
Rui Martins
Manuel Amaral
Celestina Costa
Ana Castro
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Joao Carlos
Maria Teixeira
Antonio De Carvalho
Isabel O. Sousa
Clara Ribeiro
Dalila Soares
Helena Amaral
Maria João Carmona
Aurora Pires
Isabel Correia
Paula M Martins Almeida
Soledade Veronica
Maria Claro Ribeiro
Maria Helena Simões
Lina Duran Neves
Margarida Granjo Dos Reis
Victor M Almeida
Marta Ferreira
Lígia Graça
Alexandra Marques
Lourdes Walk
Maria De Lurdes Machado
Manuela Melo
Nuno Silva
José Vieira Mesquita
Flavia Cunha Lima
Andreia Leiria
Pedro André
Nuno Domingos
Cláudia Maria
Amália Parente
Julieta Martins
Cristina Casaleiro
Isabel Martins
César Ramalho
Sandra Jacob
Maria Concepcion
Gonçalo Peres
Maria Ofélia Rodrigues
Múri Kraft
Olga Amorim
Maria Yañez
Fátima Silva
Fernanda Maria Gouveia
Angelica Guarda
Ana Paula Magalhaes
Manuel Barata Simões
Nanda Ruaz
Gonçalo Vitorino
Cristina Manuela Silva
Teresa Maria Braga Abecasis
Ines Guimaraes
Teresa Silva
Sílvia Regina DiMarzio
Fernando Nabais
Rui Pedro da Ponte
Mafalda Toscano Rico
Luis Manso
Muriel Pato
Pedro Costa Pinto
Ricardo Santos Nogueira
Paula Veiga
Cristina Matos
Inês Costa
Liliana Costa
Ivo Castro
Ines Pintado Maury


Proposta de avaliação da mudança da Esquadra das Olaias para a Afonso Costa

” Aproveitando a mudança das instalações do Centro de Saúde da Alameda para o edifício onde funcionam os Serviços Sociais da CML os subscritores da presente mensagem sugerem ao executivo camarário que avalie igualmente – em consonância com todas as autoridades competentes – a transferência da Esquadra das PSP das Olaias (12ª Esquadra) a partir das instalações de reduzidas dimensões e em más condições onde actualmente funciona na Rua Américo Durão. “

Subscrevem:

Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Patrícia Matos Palma
Gabriel Osório de Barros
Teresa Sarmento
Stela Correia
Teresa Raposo
Emilio Santos Pinto
Anabela Nunes
Pedro Pinto
Ana Costa
Irene Coelho
Elisabete Carvalho
Tito Ferreira de Carvalho
Maria João Morgado
Mariana Tavares
Antonio Viegas
Anabela Gouveia
Carlos Matias
Bruno Beja Fonseca
Fatima Aparicio
Manel Rico
Eduardo Pessoa Santos
Ana Sampedro
Dulce Amaral
Belicha Geraldes
Isabel Casquilho
Catarina Rebelo
José Vieira Mesquita
Rita Costa
Rui Martins
Maria Mar
Manuela Manon
Maria São
Heitor Pereira
Maria Jerónimo Costa Zita
Maria Lurdes Domingos
Ana Castro
Manuel Reinhardt
Carlos Alberto Vieira
Rute Rodrigues
Paula Mendes
Nitucha Jacques
Ana Paula Dias
Cristina Milagre
Estela Gaspar
Laurinda Hormigo
Lezíria Couchinho
Helena Amaral
Rui Fragoso
Bruno Silva
Maria Adelaide Nogueira
Amélia Maria Ribeiro
Alda Duarte Frias
Sara Piloto
Conceicao Vasconcelos
Lidia Monteiro
Teresa Capela
Candida Pinto
Margarida Granjo Dos Reis
Eugenia Maria Sobreiro
Maria Cristina Lacerda
Maria De Lurdes Machado
Paulo Silva
Pedro Dias
Nuno Henriques
Margarida Agostinho
Pedro André
Isabel Freitas
José Maia de Loureiro
Cláudia Maria
Celia Silva
Joana Santos Patrocinio
Celina Gil
Paula Saragoça
Ana Amaro Fernandes
David Gaivoto
Maria Duarte Silva
Sofia Correia
Alexandra Costa
Leonilde Ferreira Viegas
Cristina Gomes da Cunha
Carmen Domingues
José Biu
Jorge Almeida
Rita Correia
Gonçalo Vitorino
Luis Padinha
Antonieta Soares Ribeiro
Gonçalo Pousão
Miguel Peixoto
Rui Pedro da Ponte
Antonio Sequeira
Joana Simões Henriques
Rita Martins
Sofia Silva
Tiago Machado
Nathalie Dos Santos Antunes
Nuno Maldonado Tuna
Emanuel Genovevo Costa
Vítor Frade
Helder Miranda
Pedro de Sebastião
Marta Onofre
Ruy Redin
Diogo Santos
Sofia Pinheiro
Ana Martins

Os Vizinhos do Areeiro foram a 6 de Novembro recebidos na Assembleia da República por PSD, PCP e PS

A convite do próprio movimento cívico, acompanhámos a audição que três deputados de três partidos representados na Assembleia da República concederam aos Vizinhos do Areeiro.

A comitiva, composta por cinco elementos (se descontarmos este jornalista), esteve sempre em superioridade numérica dentro das salas de reunião em que os deputados ouviram a sua voz. Rui Martins, Jorge Oliveira, Ana Paula Araújo e Rodolfo Franco são membros empenhados do Movimento Cívico Vizinhos do Areeiro; José Rodrigues representava a Livraria Barata, dando eco a um dos temas que o grupo tinha como missão apresentar aos partidos. Juntos, representaram na “casa da democracia” cerca de 5000 membros do grupo.

E que temas eram esses? Encontrando um equilíbrio difícil entre dois

extremos igualmente contraproducentes – não perder a oportunidade de chamar a atenção para várias causas e não apresentar muitos temas de uma só vez –, os Vizinhos do Areeiro apresentaram a sua preocupação com os problemas de insegurança na sua freguesia, dadas as condições e os recursos insuficientes da esquadra que a serve; manifestaram preocupação com o desaparecimento das livrarias independentes e a falta de apoio de que padecem; apresentaram uma proposta de autorização do voto postal para doentes acamados no domicílio (só os internados podem usufruir deste direito); e entregaram uma petição em defesa da imprensa regional e local, com várias propostas e exemplos de outros países ou regiões para suscitar debate dentro dos próprios grupos parlamentares.

Rui Martins, membro fundador do grupo, não é um estranho nos corredores do Parlamento, e não é porque tenha alguma vez exercido algum cargo de assessor ou funcionário. É que já levou a cabo esta missão de apresentar problemas e preocupações aos deputados em várias ocasiões, com sucesso variado. Não se julgue que é fácil!

Ao EXPRESSO do Oriente, Rui começa por explicar que “É complicado chegar aos deputados e ainda mais complicado chegar ao Governo. A eficácia é necessariamente reduzida por causa disso mesmo. O máximo que os partidos de oposição podem fazer é uma pergunta em plenário, ou uma recomendação por escrito, como aconteceu no ano passado em relação à esquadra que serve a Freguesia do Areeiro”, um tema de novo trazido à atenção dos eleitos este ano.

Quanto à parte prática, e depois de conseguida a marcação na agenda dos grupos parlamentares, os cidadãos são recebidos por um deputado que é especialista nos temas abordados, acompanhado de um ou dois assessores. No dia da nossa visita, o deputado do PSD Carlos Peixoto fez-se acompanhar por uma assessora; a deputada do PCP Alma Rivera e o deputado do PS Diogo Leão apresentaram-se sozinhos.

Apresentar propostas, suscitar debate

Perguntamos a Rui Martins o que ganham os Vizinhos do Areeiro com este esforço. O responsável identifica duas vantagens principais: a da intermediação – “os partidos podem confrontar o governo com os nossos assuntos” e o da definição da agenda – “colocar na agenda do Parlamento os nossos temas já é, em si, uma vitória, porque falar do tema é o primeiro passo para a sua solução”.

No entanto, não há ilusões: “Não temos qualquer tipo de expectativas em relação ao cumprimento integral das nossas propostas. O que nos move é procurar contribuir para a solução dos problemas que identificamos. Não estamos à espera que todas as propostas que fazemos para o policiamento e as condições das esquadras sejam implementadas, mas é um dever de cidadania”.

Rui Martins vai mais longe e alvitra: “No fundo acho que os deputados apreciam. Eles próprios mencionam na sua agenda pública estes encontros com cidadãos, valorizam esse dever da sua função, muitas vezes publicam fotografias desses contactos. No entanto, não considero que sejam eficazes. Não existe em Portugal ainda essa abertura. A nossa democracia é muito mais de representação do que de participação efectiva. Não é algo que difira muito de partido para partido, é mais ou menos sistémica. Há muitas ferramentas de participação, mas acaba por produzir poucos resultados, mesmo nas consultas públicas. Esta é uma lacuna de parte a parte, que também radica nos cidadãos.

Foi assim que três deputados de três partidos ficaram a conhecer um pouco melhor os problemas de insegurança na Freguesia do Areeiro, marcada por manifesta desadequação dos meios da Esquadra da PSP das Olaias, cuja abrangência territorial se estende do Campo Grande a Xabregas, contando apenas com quatro agentes por turno, segundo informações dos Vizinhos do Areeiro.

Foi assim que ouviram os cidadãos lamentar o abandono das livrarias independentes e a concentração do mercado em grandes grupos que asfixiam os pequenos empresários, perdendo-se elos de comunidade e difusão cultural dinâmicos e úteis.

Foi assim que receberam o pedido especial de alterar a lei do voto postal para incluir os doentes acamados em casa, na plena posse das suas faculdades, actualmente impedidos de votar se não puderem abandonar o domicílio.

E foi assim que se inteiraram de mais de uma dúzia de propostas em defesa da imprensa local e regional, que desempenha um papel importante de reforço da democracia, particularmente ao nível do poder local.

Na data em que finalizámos esta reportagem, os Vizinhos do Areeiro estavam em vias de confirmar um encontro com o Bloco de Esquerda, o CDS-PP e o PAN.


Ponto de Situação com PCP (falta responderem ao pedido de ponto de situação PS e PSD):
“Gostaríamos de agradecer o seu contacto e saudar, por seu intermédio, toda a Associação.

Questionámos o Governo sobre a situação da Esquadra. Assim que esteja disponível no sistema enviamos-lhe a ligação. A partir daí o Governo terá 30 dias para responder. Entretanto deixo a ligação às propostas já apresentadas nesta legislatura sobre melhoria das condições de trabalho das forças de segurança e aprovação de um estatuto da condição policial. Pode consultar aqui http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c324679595842774f6a63334e7a637664326c756157357059326c6864476c3259584d7657456c574c33526c6548527663793977616d77344c56684a5669356b62324d3d&fich=pjl8-XIV.doc&Inline=true e aqui http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c324679595842774f6a63334e7a637664326c756157357059326c6864476c3259584d7657456c574c33526c6548527663793977616d77784e533159535659755a47396a&fich=pjl15-XIV.doc&Inline=true.

Relativamente à questão do reembolso às livrarias dos vouchers dos manuais escolares iremos ainda esta semana dar entrada de uma pergunta no sentido de apressar a resolução deste problema das outras das questões levantadas no nosso encontro teremos certamente em conta na nossa atividade e iniciativa. Sobre o que conversámos a propósito de justiça fiscal, anexo o nosso Programa Eleitoral para que possa consular o ponto 1.5.2. “uma política de justiça fiscal” (pags. 26, 27 e 28), pela qual nos continuaremos a bater.

Voltamos ao contacto em breve.

Os melhores cumprimentos,

Alma Rivera

Deputada do Grupo Parlamentar do PCP”

Carta Aberta à Iberdrola Portugal


Na sequência de várias campanhas de promoção dos vossos produtos que, através do método de venda directa, têm sido levadas a cabo com deslocações não-solicitadas “porta-a-porta”, vimos por este meio expor o seguinte:

  1. Os vossos colaboradores não utilizam identificação visível e imediatamente reconhecível como associada à vossa empresa
  2. É habitual introduzirem-se dentro dos prédios e patamares, gritando ambiguidades como “Electricidade!”, o que não clarifica desde o início o intuito promocional do apelo
  3. Pedem frequentemente informações de forma encapotada, utilizando tácticas que parecem visar em especial os cidadãos mais crédulos, entre as quais julgamos serem dignas de atenção da vossa parte:
    1. Sugerir que pretendem efectuar uma “redução” ou “verificação da factura”
    2. Solicitar dados pessoais sobre o agregado familiar e hipotéticos consumos energéticos
    3. Requisitar a visualização de facturas anteriores respeitantes ao serviço de electricidade
    4. Não clarificar que a aceitação de qualquer uma das alterações sugeridas pressupõe a mudança de contrato e de empresa de comercialização de energia
  4. Ao contrário de outras empresas e entidades que também levam a cabo acções “porta-a-porta”, nenhum dos vossos colaboradores se identifica imediatamente como representando a vossa empresa – prática que só encontra paralelo em acções com propósitos fraudulentos/criminais.

Assim, e considerando que

  • esta circunstância se arrasta há anos
  • os vossos colaboradores não se têm mostrado cooperantes para alterar este tipo de prática
  • o comércio “porta-a-porta” implica grande responsabilidade, pelos riscos e considerações que lhe são inerentes

Vêm os abaixo-assinados solicitar que a vossa empresa dê resposta a esta situação, visto que esta circunstância em nada contribui para o bom-nome da mesma, dá uma imagem de irresponsabilidade social, emula o comportamento habitualmente ligado a associações de pendor questionável e representa riscos vários, nomeadamente para os cidadãos mais vulneráveis.Propomos que seja criado um número de telefone e um endereço de e-mail para onde se possa prontamente denunciar esta actuação e que seja feito um esforço, na vossa empresa, para que os vossos colaboradores compreendam que este tipo de prática não é socialmente, eticamente nem comercialmente aceitável; ou que sejam alteradas as orientações superiores existentes – caso seja daí que derivam estas práticas – que os vossos colabores têm sido incentivados a seguir, porventura por não se poderem dar ao luxo de pôr em causa o seu posto de trabalho.Subscrevem esta carta-aberta os abaixo-assinados, da qual será entregue cópia à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e ao Ministério do Ambiente e Transição Energética.”

(fotografia: https://lojaluz.com/fornecedores/iberdrola/opinioes)

Resultados do Barómetro de Segurança Areeiro 2019

A freguesia do Areeiro tem (Censos 2011) 20131 habitantes mas o valor actual deverá ser inferior aos 19 dada a erosão demográfica dos últimos anos devido ao aumento dos preços na habitação, a despejos, à conversão de habitação em Alojamento Local e ao falecimento de moradores. Já em 2011, com efeito, 5101 moradores tinham mais de 65 anos (em 40,6% estavam em situação de dependência de serviços ou familiares) e este padrão demográfico tem um forte impacto no tipo de criminalidade e percepção de segurança dos moradores.

Em termos de leitura dos gráficos preferimos que cada qual tire as suas próprias conclusões mas gostaríamos de destacar que perto de 5% dos moradores que responderam ao inquérito tiveram o seu veículo furtado e que, muitos mais (19,4%) o tiveram vandalizado (o que é consiste com uma vaga recentes deste tipo de ocorrências) assim como de assaltos na rua, em percentagem idêntica e que, também, confere com casos semelhantes na zona das Olaias e da Padre Manuel da Nóbrega e Praça Francisco Sá Carneiro. Os relatos de casas assaltadas (que ocorrem em vagas em Lisboa) são ainda mais significativos o que reforça a necessidade de repetição da campanha dos Vizinhos com os autocolantes “feche a sua porta”. Em termos de quantidade de crimes, regista-se a percepção de que o Areeiro ainda é uma zona segura (a maioria dos crimes foram de baixo valor) mas registamos que perto de 10% dos respondentes já foram assaltados mais que uma vez e isso merece reflexão e parece traduzir-se num agravamento recente que decorre das alterações produzidas a partir de 2018 na actividade de consumo e venda de estupefacientes no Bairro Portugal Novo. Destacamos ainda que muitos moradores ainda não têm portas blindadas e que 41,1% não apresentou participação na PSP (o que é essencial para que se possa reclamar mais meios policiais) mas que, espantosamente, em 83,7% não houve qualquer retorno da queixa apresentada (o que pode explicar a baixa taxa de participação de crimes).

Apelo à PSP: aceitação do veículo eléctrico disponibilizado pela Junta de Freguesia do Areeiro



“Há mais de dois anos que a Esquadra da PSP das Olaias aguarda a entrega de uma viatura eléctrica (que está. Inclusivamente orçamentada pela Junta de Freguesia do Areeiro) e cuja cedência seria semelhante à do veículo que já funciona desde 2017 em Alvalade.Segundo consta em actas da Assembleia de Freguesia a aceitação desta viatura estará pendente da aprovação por parte do Comando Distrital da PSP e da 5ª Divisão desta polícia.Os Subscritores apelam assim a estas autoridades que acedam ao pedido da Junta de Freguesia e a esta autarquia que redobre os seus esforços neste sentido”

Na fotografia:
“Cedência de Viatura à PSP para patrulhamento A Junta de Freguesia de Alvalade entregou à 18.ª Esq.ª da PSP um veículo elétrico destinado ao policiamento de proximidade. O protocolo foi assinado pelo Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade, Dr. André Caldas, e pelo Exm.º Comandante Metropolitano da PSP de Lisboa, Superintendente Jorge Maurício. Durante a cerimónia, os responsáveis sublinharam a importância deste contributo para a qualidade de vida e segurança dos cidadãos e destacaram a relevância da colaboração entre a Junta de Freguesia de Alvalade e a PSP, que têm vindo a trabalhar juntas em prol da segurança dos cidadãos”
http://www.jf-alvercasobralinho.pt/uploads/newsletterPSP/2017/NEWSLETTER_COMETLIS_JULHO_SETEMBRO_2017.pdf

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Luis Seguro
Teresa Aroso
Gabriela Lago
Patrícia Matos Palma
Duarte Amado
Elvina Maria Reis Rosa
Carmosinda Veloso
Ana Costa
Luisa Castro Correia
Ana Coelho
Margarida Moreira
Zélia Pereira
Sofia Carvalho Coelho
Cristina Azambuja
Bruno Beja Fonseca
Fernando Anjos
Rui Martinho
Irene Coelho
Jacinto Manuel Apostolo
Isabel Gameiro
Gabriel Osório de Barros
Hugo Gregório
Gabriel Osório de Barros
Maria João Morgado
Diogo Mendonça
Manuela Melo
Maria João Gracio
Fatima Aparício
Maria Mar
Madalena Ferreira
Maria Bárbara
Ilda Cruz
Margarida Lopes
Stela Correia
Henrique Ferro
Lezíria Coucinho
Cristina Milagre
Helena Amaral
Rui Fragoso
Naide Azevedo
Maria Jesus Pereira Gambino
Alda Duarte Frias
Maria Cortez Caetano
Maria Claro Ribeiro
Daniel Fernandes