Os Vizinhos do Areeiro estiveram na “CONFERÊNCIA ANUAL DA PASC – CASA DA CIDADANIA 2019”

Institucional

Intervenção de Rodolfo Franco pelos “Vizinhos do Areeiro”:

“Os Vizinhos do Areeiro é um Movimento Cívico inorgânico, de causas locais e cidadania activa, não-partidária, representando o Núcleo do Areeiro na Associação Vizinhos em Lisboa, que incluí também núcleos assentes no mesmo modelo nas Avenidas Novas, Alvalade, Arroios e agora o muito activo e mais recente de Alcântara.

O movimento Vizinhos do Areeiro começou por ser uma página no Facebook e isso permitiu responder de imediato às questões que surgiram, sendo que essa presença seria muito difícil de alcançar de outra forma, algo que as autarquias estão hoje também a aprender a gerir.

Hoje em dia crescemos para além da presença nessa plataforma e realizamos vários eventos, como por exemplo, hoje mesmo, irá decorrer uma conversa informal, aberta a todos, com uma representante da Embaixada da Finlândia sobre o modelo de ensino desse país.

Realizamos também passeios pela freguesia, registo de problemas de segurança, levantamento de devolutos e outras situações.

Os Vizinhos do Areeiro funcionam num modelo de subscrição pública, onde um texto com uma proposta é publicada no Grupo e sujeito a votação durante um período fixo, tipicamente uma semana, e que resulta quase sempre de sugestões ou reclamações dos moradores.

Quem concorda com o tema coloca o seu “Gosto”, que conta como um voto, sendo que se discordar pode também colocar o seu voto contra.

A proposta ou reclamação não é enviada em nome dos Vizinhos do Areeiro mas sim dos seus subscritores que fazem parte daquele colectivo e que mostraram a sua adesão, pelo que para diferentes propostas existe sempre diferentes pessoas, sendo por isso um modelo muito flexível.

O nosso objectivo é de fazer as coisas numa base muito local, de freguesia e de cidade, com os autarcas e eleitos que felizmente lêem e dão atenção ao que expomos – mesmo que por vezes não concordem.

Para isso é importante o marcar presença em todas as oportunidades que são dadas para o cidadão intervir, que não são muitas: as assembleias de freguesia, as assembleias municipais, em especial as descentralizadas, onde podemos e levamos os temas que os nossos Vizinhos nos fazem chegar.

É muito importante essa presença e sentir que existe uma colaboração entre os eleitos e nós os cidadãos, especialmente quando também nos dão a oportunidade de reunir e expôr os nossos temas em pessoa.

Fazemos também as comunicações às entidades competentes quando há por exemplo uma degradação do espaço público, como no Jardim Fernando Pessa ou no parque infantil da Alameda. (Realizámos também o levantamento de varandas e beirais em mau estado após parte ter caído sobre um dos nossos Vizinhos.)

Para além das propostas, fazemos chegar aos eleitos pedidos de informação e vamos insistindo especialmente quando os prazos legais de resposta não são cumpridos.

Também estamos atentos à gestão dos orçamentos e à falta de transparência de algumas rúbricas que muitas vezes não são discutidas antes de ser aprovadas, ou que simplesmente estão inscritas como “outros”.”

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