Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa

Perguntas à CML Por Resolver Projectos Transparência

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“Os subscritores desta mensagem propõem à CML que, a partir de uma base de eleitores do concelho de Lisboa, seja seleccionado aleatoriamente um grupo de cidadãos que forme uma Assembleia Deliberativa a qual, durante alguns dias e com acompanhamento de Facilitadores e Peritos sobre o tema a abordar possa apresentar propostas concretas de melhoria para o tema à autarquia.

O tema será previamente votado na Internet por todos os lisboetas que queiram participar nessa fase do processo deliberativo.
Propomos ainda que exista um orçamento plurianual para a implementação destas propostas e que esta assembleia seja constituída e se reúna nas mesmas instalações onde hoje se reúne a Assembleia Municipal de Lisboa”

uma implementação (entre várias) deste modelo:
https://www.citizensassembly.ie/en/

Subscrevem:
Rui Martins
Jorge Oliveira
Madalena Matambo Natividade
Cláudia Casquilho
Elvina Maria Reis Rosa
Anabela Nunes
Nuno Miguel Cabeçadas
Luis Seguro
Paulo Jorge Costa Ferreira
Mira de Lacerda
Isabel Tomas Rodrigo
Sara Bogarim Sacha
Ana Benavente
João Martins
Catarina Rebelo
Isabel Simões
Antonieta Moëllon
Cristina Azambuja
Maria Saraiva
Mafalda Toscano Rico
Ilda Cruz
Maria Julieta Mendes Martins
Zélia Pereira
João Ribafeita
Jose Alves
Luz Farinha Lopes
Maria João Serra
Maria Anabela Melo Egídio
Vasco Ribeiro
Pedro Coimbra
João Pedro Cegonho
Lourenço Jardim de Oliveira
José Augusto Da Silva

Actualização de 17.01.2018
Decorre actualmente uma implementação deste modelo à escala autárquica: trata-se de Toronto (http://prp.to) o “Toronto Planning Review Panel” com 32 membros escolhidos num processo intitulado de “lotaria cívica” por forma a representar toda a diversidade populacional da cidade e trazer até ao processo de planeamento urbano da cidade novas vozes geralmente alheias ao processo político de decisão.

0 thoughts on “Proposta para uma Assembleia Deliberativa em Lisboa

  1. Temos a cidade sem condições para muitos Lisboetas Sem Abrigo e idosos são despejados por interesses imobiliários pouco transparentes. Os autarcas e demais assessoria com isenções e benefícios que não se compreende e grande parte dos imóveis camarários degradados e que poderiam ser recuperados com rendas acessíveis. Tem de existir uma comissão independente e interdisciplinar para identificar questões que não só afetam os Lisboetas como a imagem da cidade. Os albergues que são mais um negócio deplorável e que a Santa Casa da Misericórdia e a Câmara Municipal de Lisboa subsidiam sem uma fiscalização eficaz , tanto ao nível habitacional como dos funcionários que estão em funções.
    Creio que uma comissão de habitantes independente de qualquer partido e com pessoas capazes e íntegras pode fazer a diferença.

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