Sugestões para os problemas de inscrição no Programa “Areeiro em Férias Sénior”

  1. Parece nítido de que existem na Freguesia do Areeiro recursos disponíveis: mais de 500 mil euros em depósitos a prazo (a juros muito inferiores à inflação) e 900 mil euros por gastar no orçamento de 2018 provam-no. Há assim espaço para reforçar – muito – estes programas de férias para crianças e idosos. Todos os relatos, neste ano e no ano passado, são o produto directo da falta de oferta e bloqueios administrativos. Não se compreendem assim os relatos que indicam “falta de pessoal” na inscrição dos seniores. O problema não está em que “as pessoas vêm todas à primeira hora do primeiro dia, daí o tempo de espera”: está na falta de capacidade de processamento rápido das inscrições (mais pessoal) e na falta de oferta: mais autocarros, locais e eventos (o que aplica também ao programa para crianças).
  2. O sistema de registo online não foi – segundo diversos relatos – capaz de suportar a carga de acessos: novamente este aparentemente subdimensionamento não é compatível com uma autarquia com tantos recursos financeiros por usar. Quantos tentaram registar-se e não o conseguiram por incapacidade do sistema? Quantos o conseguiram por terem um acesso mais rápido (e caro) à Internet do que os outros? Não é justo. Mais investimento na capacidade deste sistema de registo online precisa-se.
  3. O registo presencial parece dever, pelo menos, ter que começar mais cedo, antes das 10:00 e começar muito antes, desde Maio/Junho pelo menos e assim reduzir a pressão nos momentos de registo e alargar-se, pelo menos e em simultâneo, ao outro pólo da Junta, no Bairro dos Actores.
  4. Sabemos que por vezes as localizações escolhidas não podem ter mais de X pessoas, no entanto devido à procura parece que a solução poderia passar por vários locais. As actividades não precisam de estar concentradas todas no mesmo local, poderiam ser realizadas actividades para seniores ou para crianças por grupos, eliminando assim a necessidade de limitar as inscrições aos lugares existentes.
  5. Sabendo que existem moradores na freguesia que não são eleitores na mesma, faz sentido a obrigação de estar registado como eleitor para se poder participar/inscrever nas actividades, como foi relatado? Decerto os fregueses são importantes, mesmo os que não votam.
    Algumas citações em https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/2204873396492122/
    “Dia 10 de Junho abriram as inscrições para as férias dos praia dos seniores.
    Estas pessoas chegaram às instalações, e a maior parte delas chegaram antes das 9h.
    Algumas saíram de lá depois das 16h! Acreditam que estas pessoas nem tiveram direito a vir a casa comer?
    Caso saíssem perderiam a vez!
    Estamos a falar da 3ª idade e alguns com deficiências físicas… E problemas de saúde…
    Como isto pode acontecer?
    Nas instalações da sede da nossa junta de freguesia!?
    Isto é valorizar a 3ª idade?
    É preocupação por eles?”
    “Desculpe mas que falta de respeito pelas pessoas, idosos que não podem estar assim tanto tempo a espera. Deviam ter previsto que iam ser muitas pessoas a fazer a inscrição”
    “Isso também acontece com a praia para as crianças e em outras juntas de freguesia. A minha sugestão seria a implementação da utilização do Sistema de senhas.”
    “Sim e até havia.
    Até passou das 130 se não estou em erro…
    Não podiam abandonar o lucal, caso contrário teriam de tirar nova senha!”
    “É estranho, porque este ano, para o Campo de Férias das crianças, a inscrição podia ser realizada online.
    No ano passado era apenas presencialmente, o cenário foi semelhante e foram levantados ainda outras questões (pessoas a inscrever crianças que não eram seus educandos).
    Após várias reclamações no ano passado, este ano a JF disponibilizou esta alternativa de inscrição online (embora tenha apresentado algumas dificuldades técnicas).
    Não sei porque não se aplicou a outros programas, como o dos idosos 😕”
    “Sim realmente também se aplicou aos idosos.
    Acontece que uma grande parte não sabe nem tem quem lhe faça isso…”
    “Posso dizer que este ano a inscrição do meu filho correu muito bem. Fiz exatamente o que pediram para fazer antes da plataforma estar disponível. E depois foi muito rápido. Em menos de 10m a inscrição foi feita e logo no dia a seguir recebemos a referência para efetuar o pagamento. Este ano foi muito bom comparativamente ao ano passado. E assim deveriam de continuar.” (mas não refere ao programa para idosos)
    “Quem quisesse participar no Programa de Férias Sénior também podia fazê-lo on-line. E do que me contaram houve pessoas que tentaram passar á frente das que tinham chegado cedo ou antes delas. Nestas situações há um bocadinho de tudo! Há pessoas educadas e respeitadoras e outras nem por isso!”
    “Estou a dizer que houve quem estivesse lá antes das 8h da manhã e só saiu depois das 16h sem Comer porque não podiam sair de lá! Perdiam a vez…”
    “Mas houve distribuição de senhas. E dado a grande afluência as mesmas esgotaram rapidamente. E foi me dito, que quando as senhas esgotaram pediram às pessoas para voltarem às 14:30 e que apesar de tudo as coisas estavam bem organizadas. Dado que a faixa etária deverá ser muito semelhante entre os participantes, não sei como se puderá fazer para não ficarem tantas horas á espera. O melhor é pedirem aos filhos, netos e/ou familiares que os inscrevam on-line.”
    “Dá para fazer pela Internet. Só quem não tem é que tinha de ir à junta. Embora os mais velhos não saibam os filhos podiam ajudar. Talvez seja também falta de pessoal para as inscrições”
    “os filhos vivem longe,não teem tempo,também têem filhos….”
    “As inscrições eram a partir das 10h da manhã online e presencialmente. Foram distribuídas senhas por ordem de chegada. Pelo que percebi é um programa muito desejado, nomeadamente a 1a semana que é gratuita. Gera-se algum alarmismo e com medo de perderem lugar as pessoas vão muito cedo. O sistema online não estava a funcionar bem. Parece que também houve falhas na altura da inscrição das crianças para a praia. Também soube que a JF acolheu os idosos no anfiteatro de modo a não estarem na rua, de pé.”
    “inscrevi as minhas filhas e não tive qualquer problema. Devido ao grande fluxo de inscrições ao mesmo tempo no caso dos idosos houve alguns. Mas consegui inscrever a minha sogra online.”
    “Talvez o sistema de inscrição deva mudar mas qual seria mais justo? Seria interessante saber quantos se inscreveram e se houve gente que ficou de fora.”
    “Sim, uma questão de organização!
    Talvez começar mais cedo… Não?
    Talvez um horário mais restrito e por mais dias.
    Reunir, falar e analizar os anos anteriores.”
    “esta exposição não corresponde à verdade. As inscrições abriram no dia 10 de Julho às 10 horas, on-line e presencialmente, na hora de abertura das mesmas já se encontravam várias pessoas no local, foram distribuídas senhas por ordem de chegada e qualquer pessoa podia sair e voltar sem perder o lugar, uma vez que possuía a senha. O auditório no edifício da junta estava aberto para que quem quisesse esperar o pudesse fazer sentado e com condições de conforto, mas era totalmente opcional ficar ou sair. Temos conhecimento de um único caso de uma senhora ter perguntado se podia sair para almoçar e lhe ter sido aconselhado que não o fizesse, uma vez que faltavam apenas 3 senhas para a sua vez o que seria rápido.
    As inscrições não se realizam só num dia, abrem num dia anunciado antecipadamente e só terminam quando estão preenchidas todas as vagas, mas como é um programa muito concorrido as pessoas vêm todas à primeira hora do primeiro dia, daí o tempo de espera.”
    “As inscrições decorreram online, embora tenha tido alguma dificuldade, com o apoio via telefone de elementos da Junta acabei por fazer. As dos miúdos funcionou muito bem. Devem também compreender que quanto maior for o acesso ao programa, maior será a dificuldade de acesso.”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Ilda Cruz
Carmosinda Veloso
Ana Teresa Mota
Stela Correia
Ana Benavente
Anabela Nunes
Ana Costa
Zélia Pereira
Luisa Castro Correia
Ana Cardoso Santos
Sandra Leite
Zélia Brito
Luisa Teresa
Cristina Azambuja
Isabel Gameiro
Fernando Anjos
Maria Teresa Inglês Agostinho
Elisabete Carvalho
Mariana Tavares
Maria Mar
Paula C. Santos
Eduardo Júlio
Maria João Carmona
Rita Santos Vieira
Carmen Padrão
Margarida Botelho
Joao Manuel de Abreu
Eugenia Maria Sobreiro
Maria De Lurdes Machado
Cláudia Pereira
Gonçalo Aguiar
Iolanda Ferreira
Pedro André
Ana Lourenco
Nuno Ferreira
Cláudia Vitorino
Patrícia Matos Palma
Marta Moreira
Susana Carmona
Margarida Caldeira da Silva
Carolina Veloso
Cristina Leitao
Vanessa Correia Marques
Francisca Villas

Pedido de moradores quanto a cartazes de BE, CDS, Aliança, PDR e Livre na Praça Francisco Sá Carneiro

Sendo a Pç Francisco Sá Carneiro um “conjunto arquitectónico classificado” os subscritores apelam aos partidos políticos que aqui instalaram os seus meios de propaganda (BE, CDS, Aliança, PDR e Livre) que ponderem estas instalações nesta praça ou, pelo menos, que as mantenham aqui somente durante os períodos de campanha e pré-campanha eleitoral.

Apelamos ao bom senso por parte destas forças políticas e também ao cumprimento do “Artigo 4º

Critérios de licenciamento e de exercício

1 — Os critérios a estabelecer no licenciamento da publicidade comercial e na afixação e inscrição de mensagens publicitárias não sujeitas a licenciamento nos termos das alíneas b) e c) do n.º 3 do artigo 1.º, assim como o exercício das actividades de propaganda, devem prosseguir os seguintes objectivos:

a) Não provocar obstrução de perspectivas panorâmicas ou afectar a estética ou o ambiente dos lugares ou da paisagem;

b) Não prejudicar a beleza ou o enquadramento de monumentos nacionais, de edifícios de interesse público ou outros susceptíveis de ser classificados pelas entidades públicas”

http://www.cne.pt/sites/default/files/dl/legis_lei_97_88_versao2012_0.pdf

Em contexto a:

http://vizinhosdoareeiro.org/cartazes-da-cdu-e-be-e-suas-estruturas-na-alameda-afonso-henriques-lisboa-pedido-a-estes-partidos-e-coligacoes/


Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Luis Castro
Nuno Dinis Cortiços
Ilda Cruz
Patrícia Matos Palma
Stela Correia
Carmosinda Veloso
Elvina Maria Reis Rosa
Teresa Raposo
Gabriela Lago
Iolanda Ferreira
Leonilde Ferreira Viegas
Ana Fontes
Zélia Pereira
Maria Manuela Nobre
Anabela Nunes
Antonio Sequeira
Irene Coelho
Gonçalo Pousão
Maria Delfina Vasconcelos
Pedro Gomez
Cristina Azambuja
Sílvio Bairradas Rodrigues
Jacinto Manuel Apostolo
Ana Cardoso Santos
Sandra João Borges
Luis Pina Amaro
Mariana Bettencourt
Maria Mar
António Gonçalves da Silva
Bruno Beja Fonseca
Cristina Casaleiro
Margarida Paiva
Ana Sampedro
Manuela Melo
Leonardo Rosa
Eduardo Júlio
Isabel Oliveira
Lidia Monteiro
Catarina Coelho
Teresa Carvalho
Victor M Almeida
Clarinda Sousa
Lígia Graça
Rogério Martins
Madalena Matambo Natividade
Pedro André
Joana Ribeiro
Diogo Baptista
Gonçalo Matos
Cristina Inacio
João Manuel Alves
Carlos Augusto
Victor Vieira
Goncalo Pimentel
Belicha Geraldes
Fátima Silva
Cecilia Monteiro
Manuel Barata Simões
Jorge Almeida
Maria Helena Ferro
Zé Pedro Leitão
Gonçalo Vitorino
Luis Padinha
Margarida Caldeira da Silva
Ana Filipa Gonçalves
Antonieta Soares Ribeiro
Tiago Rodrigues
Teresa Sarmento
Maria Manuel
Pedro Costa Pinto
Maria Moura
Vítor Frade
Helder Miranda
Paula Cristina Santos
Nuno Saraiva Rego
Maggie Jacinto
Jorge Pereira
Ines Pintado Maury

Apelo à PSP: aceitação do veículo eléctrico disponibilizado pela Junta de Freguesia do Areeiro



“Há mais de dois anos que a Esquadra da PSP das Olaias aguarda a entrega de uma viatura eléctrica (que está. Inclusivamente orçamentada pela Junta de Freguesia do Areeiro) e cuja cedência seria semelhante à do veículo que já funciona desde 2017 em Alvalade.Segundo consta em actas da Assembleia de Freguesia a aceitação desta viatura estará pendente da aprovação por parte do Comando Distrital da PSP e da 5ª Divisão desta polícia.Os Subscritores apelam assim a estas autoridades que acedam ao pedido da Junta de Freguesia e a esta autarquia que redobre os seus esforços neste sentido”

Na fotografia:
“Cedência de Viatura à PSP para patrulhamento A Junta de Freguesia de Alvalade entregou à 18.ª Esq.ª da PSP um veículo elétrico destinado ao policiamento de proximidade. O protocolo foi assinado pelo Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade, Dr. André Caldas, e pelo Exm.º Comandante Metropolitano da PSP de Lisboa, Superintendente Jorge Maurício. Durante a cerimónia, os responsáveis sublinharam a importância deste contributo para a qualidade de vida e segurança dos cidadãos e destacaram a relevância da colaboração entre a Junta de Freguesia de Alvalade e a PSP, que têm vindo a trabalhar juntas em prol da segurança dos cidadãos”
http://www.jf-alvercasobralinho.pt/uploads/newsletterPSP/2017/NEWSLETTER_COMETLIS_JULHO_SETEMBRO_2017.pdf

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Luis Seguro
Teresa Aroso
Gabriela Lago
Patrícia Matos Palma
Duarte Amado
Elvina Maria Reis Rosa
Carmosinda Veloso
Ana Costa
Luisa Castro Correia
Ana Coelho
Margarida Moreira
Zélia Pereira
Sofia Carvalho Coelho
Cristina Azambuja
Bruno Beja Fonseca
Fernando Anjos
Rui Martinho
Irene Coelho
Jacinto Manuel Apostolo
Isabel Gameiro
Gabriel Osório de Barros
Hugo Gregório
Gabriel Osório de Barros
Maria João Morgado
Diogo Mendonça
Manuela Melo
Maria João Gracio
Fatima Aparício
Maria Mar
Madalena Ferreira
Maria Bárbara
Ilda Cruz
Margarida Lopes
Stela Correia
Henrique Ferro
Lezíria Coucinho
Cristina Milagre
Helena Amaral
Rui Fragoso
Naide Azevedo
Maria Jesus Pereira Gambino
Alda Duarte Frias
Maria Cortez Caetano
Maria Claro Ribeiro
Daniel Fernandes

Os Vizinhos em Lisboa (que integra vários núcleos de Vizinhos de Lisboa como os do Areeiro, Arroios e Avenidas Novas: entre outros) estiveram presentes na reunião do Conselho Consultivo do Plano Municipal de Segurança Rodoviária de 2 de Julho nos Paços do Concelho

Os Vizinhos em Lisboa (que integra vários núcleos de Vizinhos de Lisboa como os do Areeiro, Arroios e Avenidas Novas: entre outros) estiveram presentes na reunião do Conselho Consultivo do Plano Municipal de Segurança Rodoviária de 2 de Julho nos Paços do Concelho.

Presentes estiveram Rui Martins e Luis Castro da direcção da Associação. Foram recolhidos elementos para a boa implementação do Plano de Segurança e elementos (p.ex. A informação de que entre 2010 e 2018 houve 168 mortos e 734 feridos graves (com internamento superior a 24H) sobre o diagnóstico da actual situação tendo sido partilhado o ambicioso objectivo de reduzir a zero (“Missão Zero”) a mortalidade rodoviária e reduzir a 36 os feridos graves até 2030. Foram mencionados ainda os programas “Escola 100% Segura” (com intervenções junto a escolas como a EB Luís de Camões), e o “Bairro 100% Seguro” em parceria e com CDCs com as Juntas de Freguesia.

Alguns dados:

Como as três maiores tipos de atropelamentos foram indicados, por ordem:

1º sobre zebras sem semáforo (mais em verde que em vermelho)
2º rua fora da zebra
3º Quando seguiam pela rua

Grupos etários:

1º adultos (contabilizar quem trabalha mas não vive na cidade)
2º idosos (mais de 65 anos) com 1/3 a 28% do total (o que não conta com os adultos que entram na cidade para trabalhar)
3º crianças

Acidentes:

Mais acidentes com motas (grande aumento)

Mais acidentes com bicicletas (subida ligeira)

Peões atropelados: estável 60% dos sinistros ocorreram em zonas residenciais: Mas são números (demasiado) elevados

60 a 80% são utilizadores vulneráveis

60% sobre zebras ou a menos de 50 m 1 em 10 lisboetas já foram atropelados (1/2 foram hospitalizados) 1 a 3 foram “quase atropelados”

Workshop de Cidadania Local na Praça de Londres a 3 de Julho de 2019

Notas da intervenção de Rui Martins (Vizinhos do Areeiro e Vizinhos em Lisboa):

Introdução:
Como surgiu? Nov 2016
Para que surgiu? Causas Lcais
O que é? vLx e Núcleos
Onde estamos? Freguesias
O que fazemos? Encaminhamento, Sugestões, Reclamações e Pedidos de Intervenção
Diferenças de estilos e prioridades: entre os núcleos
Onde podemos vir a estar? Os novos e os que podem vir a ser novos

Dificuldades e Mitigações
.Desmobilização dos cidadãos
.Assembleias de Freguesia desertas: porquê?
.Redes Sociais: o meio dos extremos (algoritmo)
.a intolerância e o radicalismo: o Moderado é o novo Radical

Vantagens
.Acção Hiperlocal: Rua, Bairro, Freguesia e Cidade
.Criação de um espírito de comunidade estendido a toda a freguesia
.uma ferramenta eficaz de Democracia Participativa
.estamos onde as pessoas estão = redes sociais
.Alcance e dinamismo das redes sociais (chegamos a mais moradores que qualquer outro meio: incluindo os meios da Junta)

Pontos fortes
.disponibilidade para a participação hiperlocal
.maior proximidade = maior participação (Autárquicas vs Europeias)
.maior rapidez nas resoluções e pedidos
.aproximação entre “Eles” e “Nós”
.o modelo das “subscrições públicas”

Pontos fracos
.excessivo foco na rua-bairro
.bolhas de opinião e explosões emocionais
.trolls, perfis falsos e “espreitadores”
.negativismo (compensável)

Transparência e Informação
.Regulamentos autárquicos
.Informação sobre Orçamento e sua Execução
.Questionar sobre dúvidas na execução e consumo dos dinheiros públicos
.quem faz o quê?
.a que custo?
.que serviços e ofertas existem?

Fecho de Intervenção
Entrega de artigos para a cápsula do tempo do Areeiro


Uma iniciativa da http://www.estaciona-te.com/?

“Associação Vizinhos de Lisboa lança petição contra “ruído festivo” na Alameda Afonso Henriques” [Revista de Imprensa]

A Associação Vizinhos de Lisboa enviou à Mesa da Assembleia Municipal, esta quarta-feira, uma petição contra o “ruído festivo recorrente na Alameda Afonso Henriques”. Em comunicado enviado ao PÚBLICO, a associação argumenta que o espaço tem sido usado para “realizar, por vezes numa base semanal, eventos que produzem ruído” tanto em horário diurno como em horário nocturno.

Esse ruído, acrescentam, faz com que “os moradores se sintam justamente incomodados dentro das suas próprias casas”. A associação defende, nesse sentido, que é preciso dotar as autoridades de meios humanos e técnicos que permitam fiscalizar a “boa aplicação da Lei do Ruído”, através de sensores e pessoal para operar fora das horas normais de serviço.

A zona da Alameda, explicam, não está isolada nem dispõe de estruturas de insonorização ou de mitigação de propagação de som à área circundante, pelo que o ruído chega a toda a zona habitacional imediatamente contígua.

“É preciso que todos os intervenientes e responsáveis pelo licenciamento e autorização destas actividades tenham os legítimos interesses dos moradores da Alameda em consideração e que contenham, regulamentem e fiscalizem estas actividades de índole festiva”, lê-se. Os membros da associação consideram que é difícil fiscalizar de modo eficiente este tipo de eventos e que a lei que obriga a cessar o ruído depois da meia-noite não é totalmente respeitada.

Apelam à defesa dos direitos dos moradores, afirmando que estes “se vêem sistematicamente privados de sossego e da possibilidade de usufruir da sua vida doméstica normal”.

O comunicado conta com seis solicitações no sentido de resolver o problema do ruído, que passam pela limitação do número de eventos, a imposição de um limite de intensidade sonora, a redução do tempo dos eventos e a permanência de forças policiais para fiscalização.

Texto editado por Ana Fernandes

https://www.publico.pt/2019/06/26/local/noticia/associacao-vizinhos-lisboa-lanca-peticao-ruido-festivo-alameda-afonso-henriques-1877790?fbclid=IwAR0CAbrlcmuXwZykhDSiqHWjG4piCzYpUWIY10-B8-RxNI_7NQqjpmkkp7w

“Vizinhos do Areeiro questionam sobre ruído” [Revista de Imprensa]

O Movimento Cívico “Vizinhos do Areeiro” enviou uma petição à Assembleia Municipal de Lisboa onde questiona o ruído das festas na Alameda.

Já não é a primeira vez que este movimento de moradores da Freguesia do Areeiro levanta a questão do ruído no espaço público e dificilmente será a última, tendo em conta o fenómeno das festas e eventos ruidosos, com colunas potentes, muita música e outro tipo de equipamentos (como geradores, por exemplo) em toda a cidade de Lisboa.

Neste caso, os Vizinhos do Areeiro, com quem o EXPRESSO do Oriente já fez uma grande reportagem, endereçaram à Assembleia Municipal de Lisboa uma petição intitulada “Ruído Festivo Recorrente na Alameda Afonso Henriques”, na qual lamenta a regularidade “por vezes semanal” de eventos que produzem ruído quer em horário diurno, quer em horário nocturno, prejudicando o descanso dos moradores e o seu rendimento escolar e profissional.

Os Vizinhos do Areeiro lembram que “A Alameda tem – não o esqueçamos – paredes meias com vários prédios de habitação nos limites das freguesias de Arroios, Penha de França e Areeiro: não é um “coliseu” em zona isolada, não dispõe de estruturas de insonorização em torno de um palco ou de mitigação de propagação de som à área circundante; é uma zona de habitação” e aponta também o facto de os eventos promovidos pelas autarquias não carecerem da emissão de Licença Especial de Ruído e o facto de a PSP e a Polícia Municipal não disporem de equipamentos de medição de ruído, não intervindo nestes casos.

Após o diagnóstico, os Vizinhos pedem a limitação do número e da duração dos eventos em que é permitido ruído com som amplificado a um máximo de cinco por ano e a um período máximo de uma hora contínua ou quatro horas interpoladas, a imposição de limites de intensidade sonora, a aplicação de medidas para mitigação do impacto sonoro nas residências próximas, nomeadamente a fiscalização pelas forças de segurança e ainda a publicação prévia das Licenças Especiais de Ruído emitidas para todos os eventos ruidosos.