“MP não consegue identificar Geco, o graffiter que invadiu Lisboa. “Ultrajante”” [ZAP]

@CamaraLisboa / Twitter

Funcionário da Câmara de Lisboa limpa grafiti de Geco.

O Ministério Público (MP) arquivou uma queixa de uma associação de moradores de Lisboa contra o graffiter Geco, cujas pinturas e autocolantes se podem ver por toda a cidade. Não se consegue identificar o artista e os moradores falam num “sentimento de impunidade”.

A Associação Vizinhos em Lisboa apresentou uma acção judicial contra Geco em Outubro de 2018, após uma entrevista do graffiter a um jornal onde se apresentava como um italiano de 27 anos que tinha como “objectivo” ser “visto e conhecido por toda a gente”.

“Quero atrair a atenção de todos e provocar um sentimento de amor ou ódio. Só não quero passar despercebido”, dizia Geco, como cita o Público, salientando que em Lisboa pode “pintar durante o dia”, algo impensável em Roma, de onde será natural, porque os polícias portugueses “são mais permissivos”.

A identidade real de Geco não é conhecida, mas os seus grafites encontram-se em vários locais de Lisboa, em pinturas murais e em autocolantes, tanto em edifícios como em sinais de trânsito e viadutos.

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Shifter@SHIFTERpt

Geco está por toda a parte e ninguém sabe quem ele é. O Corvo foi conhecer este ‘bomber‘ que nos últimos anos invadiu a cidade de Lisboa. https://shifter.sapo.pt/2018/08/geco-tags-graffitis-lisboa/ …

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622:25 – 29 de ago de 2018Informações e privacidade no Twitter AdsVeja outros Tweets de Shifter

A Associação de moradores queixa-se de que há “um sentimento de impunidade”, considerando que é preciso “começar a agir, de forma sistemática e consequente contra estes indivíduos que infestam a nossa cidade de lixo gráfico”, como cita o Público.

Apesar desta posição, a queixa apresentada foi arquivada pelo MP na semana passada, com o argumento de que “das diligências realizadas”, “não foi possível obter indícios suficientes de quem foram os agentes do crime denunciado, uma vez que ninguém presenciou a sua prática”.

O arquivamento decretado pelo Tribunal da Relação obriga também a Associação a pagar custas judiciais de 408 euros, algo que a Associação considera “ultrajante”, como refere ao Público um dos seus dirigentes, Rui Martins.

“Com esta discutível decisão da Relação, o Estado (o poder judicial é um dos três pilares do Estado de direito) decidiu punir um grupo de cidadãos que fizeram o papel que competia ao Estado (através do sistema de Justiça e dos seus órgãos de polícia e investigação) e que este deveria ter já assumido, de forma decidida e efectiva”, lamenta a Associação numa nota citada pelo referido diário.

A Associação vai recorrer do pagamento das custas judiciais e promete continuar a lutar contra os grafites na capital, lembrando que a autarquia gasta milhares de euros em limpezas para os remover.

Lisboa@CamaraLisboa

👋

Bye bye Geco
Hoje, na Costa do Castelo.#Lisboa #LisboamaisLimpa

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4018:40 – 7 de fev de 2019Informações e privacidade no Twitter AdsVeja outros Tweets de Lisboa

ZAP //

https://zap.aeiou.pt/mp-nao-consegue-identificar-graffiter-invadiu-lisboa-ultrajante-queixam-moradores-289995

Proposta à CML para que avalie a criação de um sistema idêntico ao “Citypoints” de Cascais que permite que os cidadãos acumulem “pontos ao realizar acções predefinidas e trocar os pontos por vales de produtos ou serviços oferecidos pelos parceiros locais

Os Vizinhos do Areeiro propõem à CML que avalie a criação de um sistema idêntico ao “Citypoints” de Cascais que permite que os cidadãos acumulem “pontos ao realizar acções predefinidas e trocar os pontos por vales de produtos ou serviços oferecidos pelos parceiros locais que adiram à CITYPOINTS.

Como se ganham pontos? A listagem de ações a valorizar e de vales disponíveis são apresentadas na APP e são regularmente atualizadas. Neste momento pode ganhar pontos, por exemplo:

– Ao fazer dádivas de sangue

– Ao adotar um animal

– Pela utilização de transportes públicos

– Em ações de voluntariado

– Através da troca de livros escolares

– …

O que valem as ações de cidadania? Recompensam-se ações nas áreas do meio ambiente, cidadania, responsabilidade social e mobilidade sustentável. Por exemplo, podem trocar-se os pontos por:

– Produtos Biológicos à venda na Quinta do Pisão

– Aquisição do Passe de transporte Mobi

– Bilhetes para concertos e espetáculos

– Entradas em equipamentos culturais

– Atividades de natureza em diversos locais

– …

À medida que novos parceiros integrem à CITYPOINTS CASCAIS, outros produtos e serviços ficarão disponíveis.

Cascais é o 1º concelho a utilizar a aplicação, mas pretende-se que outros municípios venham a aderir ao sistema, o que permitirá potenciar sinergias e alargar a rede de oportunidades para os cidadãos.

Desenvolvida pela CMC em parceria com a empresa InnoWave Technologies, a APP está já disponível em versão Android e IOS”

Ao que somamos a obtenção de pontos através das métodos que já funcionavam na App da CML “Sharing Lisboa” que atribuia pontos a vários pontos desde questionários sobre poupança de água e energia, consumos energéticos e quantidade de metros consumidos andando a pé na cidade de Lisboa.

A aplicação CityPoints, desenvolvida pela Câmara Municipal de Cascais, foi a vencedora do World Summitt Awards (WSA), o órgão da ONU para as questões da sociedade de informação


Subscrevem:

Rodolfo Franco
Nuno Dinis Cortiços
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Stela Correia
Teresa Raposo
Anabela Nunes
Teresa Aroso
Ana Costa
Gabriela Lago
Gabriel Osório de Barros
Anabela Gouveia
Rui Martins
Isabel Kullberg
Cristina Milagre
Isabel O. Sousa
Isabel Correia
Maria Jesus Pereira Gambino
Maria Manuela Nobre
Sonia Ferrer
Maria Mira
Pedro André
Rafael Pereira
Rui Dias
Maria Ofélia Rodrigues
Maria Duarte Silva
Miguel Peixoto
João Manuel Cameira
Ana Cristina Martins
Patrícia Matos Palma
Fernando Barroso de Moura
Vanessa Correia Marques

Propostas à CML e JFA: “Não devia ser um problema, mas se temos um cão, ele come, ele defeca e urina e temos que limpar”

Não devia ser um problema, mas se temos um cão, ele come, ele defeca e urina e temos que limpar.

Não o fazer é ser anti-social, aumenta o trabalho e custo dos serviços de limpeza e espalha doenças (como a toxicaríase).

Nem todos os tutores têm este comportamento e, em Lisboa, tal como no resto do mundo, esta é uma das maiores fontes de protesto a respeito da higiene urbana.

Assim sendo os Subscritores propõe à CML e JFA:

1. Mais dispensadores com mais sacos (ou obrigatoriedade de andar sempre com 2 sacos, quando se circule com um animal)

2. Mais sinalética e reforço da actual

3. marcar cada dejecto canino com uma seta indicando (“Aqui esteve um dono irresponsável”): a ser feito pelos serviços de limpeza da Junta, assinar com um spray cor-de-rosa biodegradável (como está a ser feito em algumas cidades do Reino Unido como West Dunbartonshire e Boston Lincolnshire) e com uma tinta que se dissolve com a água.

4. Em New Taipei City (Taiwan) existe uma lotaria em que por cada saco com dejectos caninos entregue a funcionário da limpeza urbana é entregue um bilhete de lotaria (num ano foram entregues 14500 sacos de 4000 pessoas com uma redução de 50% no total deste tipo de lixo urbano).

5. Realizar acções de vigilância e sensibilização com a Polícia Municipal depois da hora de jantar e pela manhã para sensibilizar a população e, numa fase inicial e posteriormente, aplicar multas.

6. Aumentar as multas contra este tipo de comportamentos menos cívicos

7. Publicar regularmente a quantidade e o valor de multas (e os respectivos níveis de reincidência)

8. A Junta de Freguesia – através dos seus serviços de limpeza urbana e contando os marcadores em 3 – deve manter um mapa das ruas, logradouros e jardins, por intensidade de cor, onde a situação é mais grave e recorrente.

Subscrevem:


Rui Pedro Martins

Luis Castro

Jorge Oliveira

Cláudia Casquilho

Pedro Tito de Morais

Elvina Maria Reis Rosa

Stela Correia

Ana Benavente

Ana Costa

Zélia Pereira

Gabriela Lago

Ana Coelho

Jorge Santos Silva

Francisco Tellechea

Emilio Santos Pinto

Cristina Azambuja

Irene Coelho

Maria Teresa Rodrigues

Carla Caló

Fernando Anjos

Luis Pina Amaro

Mariana Tavares

Clara Ribeiro

Sofia Pinheiro

Carlos Augusto

Anabela Lages

Maria Mar

Maria Ana Neves

Zita Rosado Costa

Carmen Padrão

Lidia Monteiro

Joana Isabel

Tiago Medroa

Maria Manuela Nobre

Nuno Henriques

Pedro Dias

Pedro André

Joana Ribeiro

Diogo Mendonça

Pedro Morgado

José Maia de Loureiro

Susana Maria

Ana Paiva

Luís Lopes

João A. R. Sovelas

Maria Feliz Amorim Silvestre

Bruna Correa

Ana Cristina Martins

Nuno Ferreira

Belicha Geraldes

Leonor Santa Bárbara

Maria Delfina Vasconcelos

Patrícia Matos Palma

Fernando Barroso de Moura

Maria Da Conceiçao Batista

Eva Falcão

Teresa Cunha E Silva

Francisco Lopes da Fonseca

Porfírio Sampaio

Pedro Paulo Louro

Mafalda Costa Macedo

Vanessa Correia Marques

Carolina Costa

Tânia Matos

Nuno Carvalho

João Santiago

Nathalie Dos Santos Antunes

Emanuel Genovevo Costa

Patricia Ramalho

Lourenço Sousa Botelho

Raquel Vieira

Frederico Batista


Resposta da CML de 16.02.2020
“O Gabinete do Vereador Miguel Gaspar está, conjuntamente, com o Gabinete do Vereador Carlos Castro a preparar ações de sensibilização conjunta com a freguesia, Casa dos Animais e Polícia Municipal.”

Situação de abrigos para gatos no Areeiro (Projectos da CML (OP) e da Junta de Freguesia)

Após vários contactos com a CML e a Junta de Freguesia do Areeiro sobre a situação (algo confusa) da construção para abrigos para gatos em colónias selvagens no Areeiro foi possível apurar junto destas entidades que:
 
1. Existem dois projectos em execução para a construção de Abrigos para Gatos no Areeiro: um da CML (2 unidades: não sendo claro o local) e entre 4 a 6 (?) unidades construídas ou em construção pela Junta de Freguesia.
2. Existem cerca de 10 colónias de gatos selvagens na freguesia todas com algum tipo de apoio por voluntários.
3. O projecto do Orçamento Participativo de Lisboa: https://op.lisboaparticipa.pt/edicoes-anteriores/570fa437f41ec1c4356c007d/projetos/570fa473f41ec1c4356c62a4 (CML) está em execução e foi vencedor do OP em 2015 estando “em curso” desde 2016. No total são 26 abrigos para a cidade de Lisboa.
4. O projecto da Junta teve previsão orçamental em 2017, começou a ser executado em 2018 e terminará em 2019.
5. A comunicação entre os dois projectos parece estar a correr em níveis sub-óptimos.
6. Ambas as entidades usam 3 projectos de abrigo diferentes (dois diferentes na Junta um na CML: já em uso na Casa dos Animais)
7. O projecto do OP a partir de Abril de 2018, recebeu autorização para o procedimento concursal e em 3 de Setembro de 2018 foi publicitado em DRE o anúncio do procedimento pré-contratual por recurso a concurso público. A fase de execução inscrita no contrato é de 30 meses (2021? Sem contar com eventuais reclamações ou atrasos). A CML confirma que o projecto se encontra hoje em fase de adjudicação.
8. A Junta vai gastar neste projecto um montante dentro dos 20 mil euros da rubrica do orçamento dedicada a equipamentos e mobiliário urbano pelo que este montante não será unicamente gasto em abrigos para gatos errantes.
9. Segundo afirma a Junta nenhuma força política representada na Assembleia de Freguesia questionou “o tema em concreto dos bens do domínio público ou nominalmente dos abrigos para gatos, apesar das reuniões preparatórias em sede de orçamento e finanças” (ou seja: a existência de dois projectos paralelos).
10. O primeiro abrigo da JFA foi “inaugurado em Junho de 2018, ou seja, ainda antes do lançamento do procedimento concursal por parte da CML, não tendo a Junta de Freguesia de Areeiro sido informada dos termos do projecto do OP, nem dos locais e prazos da sua implementação” (que continua por identificar). A Junta afirma que “a demora na implementação e execução do projecto pode perfeitamente ocasionar uma situação em que a construção dos abrigos para gatos nem seja realizada no actual mandato, até ao final de 2021, não podendo tal realidade ser olvidada pela Junta de Freguesia de Areeiro, motivando a decisão de avançar com o seu projecto local de abrigos para gatos.” A CML estima instalar todos os seus abrigos (2 no Areeiro) até finais deste ano de 2019. Depois da instalação estes abrigos entram em fase de manutenção.
11. “A projeção e execução dos abrigos para gatos da Junta de Freguesia de Areeiro tiveram início antes da aprovação do projecto da CML” (JFA)
12. Os 4 abrigos da Junta custaram 1763 euros e os da CML 2890 euros cada (sem custos da concepção do projecto: que são 3 e onde, pelo menos aqui, poderia ter havido uma poupança caso fosse um projecto único).

“Junta do Areeiro paga a astróloga para dar aulas na Universidade Sénior. Moradores indignados” [Diário de Notícias]

“Há oito anos que a Universidade Sénior da Junta de Freguesia do Areeiro tem uma disciplina de Astrologia que é frequentada por 26 alunos. A psicóloga foi contratada por ajuste direto, recebe 300 euros por semestre. Oposição do Executivo do PSD e moradores da freguesia criticam a inclusão da disciplina no currículo da universidade e a contratação por ajuste direto.

A notícia é avançada pelo jornal O Corvo e confirmada ao Diário de Notícias por Rui Martins, da associação Vizinhos do Areeiro, o núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa, que não contesta apenas este como outros ajustes diretos da junta de freguesia – muitos deles estão descritos numa carta enviada ao executivo e que compreende 49 questões sobre o Orçamento de 2018.

Uma delas (a quinta pergunta) é: “As medicinas” alternativas (4 mil euros anuais) são práticas clínicas não científicas e comprovadamente perigosas no que concerne à Saúde Pública: como justificam, nestas condições, que a Junta realize despesa em atividades de saúde sem validação científica e, potencialmente, perigosas para a Saúde Pública?”

Ao DN, Rui Martins diz que a junta gasta anualmente 4000 euros em consultas que não estão “cientificamente validadas”, como consultas de homeopatia, entre outras. “Aliás, este orçamento é um chorrilho de outros”, disse o morador, salientando que há muitas verbas no Orçamento de 2018 que não estão justificadas, principalmente em relação aos ajustes diretos, como é o caso das aulas ministradas pela astróloga.

“São sobretudo senhoras idosas que frequentam essas aulas. O problema é que são pessoas mais vulneráveis e que podem depois ficar influenciadas para recorrer e pagar por serviços de astrologia a essa astróloga ou a outras”, alerta o morador.

Ao DN, o presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, Fernando Braamcamp, confirma que as aulas de astrologia já existem “há oito ou nove anos” e que a disciplina “tem uma elevada taxa de aceitação”.

“Eu tenho a minha opinião [acerca da Astrologia], mas as pessoas gostam. Se eu frequentasse a Universidade Sénior essa não seria uma disciplina que eu escolheria, mas estamos a falar de pessoas reformadas para quem essas aulas são um passatempo”, disse Braancamp.

Ao Corvo, o presidente da Junta de Freguesia do Areeiro disse que os critérios para a contratação “são claros”. “Os contratos têm um termo e, quando terminam, podem ser renovados, e foi isso que aconteceu com as aulas de astrologia. É feito por ajuste direto, porque está dentro dos valores que a lei determina. Já temos essa cadeira há vários anos, há pessoas que gostam de astrologia e querem estudar, não vejo problema nenhum”, afirma.”

https://www.dn.pt/pais/interior/-areeiro-paga-a-astrologa-para-dar-aulas-na-universidade-senior-moradores-indignados-10378509.html

Reunião dos Vizinhos do Areeiro (com temas dos Vizinhos das Avenidas Novas) com a equipa do Vereador Manuel Grilo

Teve lugar a 9 de Novembro de 2018 uma reunião entre membros dos Vizinhos do Areeiro e da República universitária Santo Condestável e a equipa do Vereador Manuel Grilo.

Levámos três temas:

1. A proposta para a criação de um regulamento e plano de apoio a Repúblicas de estudantes
http://vizinhosdoareeiro.org/proposta-de-criacao-de-um-plano-de-apoio-a-republicas-estudantis/

2. O pedido para criação de mais creches e jardins de infância no Areeiro
http://vizinhosdoareeiro.org/pedido-a-cml-de-criacao-de-creches-e-jardins-de-infancia/
http://vizinhosdoareeiro.org/encerramento-de-jardins-de-infancia-e-creches-no-areeiro-e-como-espera-a-cml-compensar-estas-perdas

3. O estado do andamento da revisão da Carta Educativa de Lisboa
http://vizinhosdoareeiro.org/os-vizinhos-do-areeiro-e-a-revisao-da-carta-educativa-de-lisboa/

A conversa decorreu em torno da grave situação com a habitação e os preços do imobiliário em Lisboa, da necessária mudança da Lei do arrendamento urbano, do impacto do Alojamento Local no mercado imobiliário e na recente contenção que está a ser promovida pela CML em alguns bairros de Lisboa (com zonamento diferenciado). Quanto à proposta dos Vizinhos do Areeiro para a criação de um regulamento que possa servir para agilizar situações de crise como as vividas pela maioria das repúblicas lisboetas e permita, até, promover o surgimento de mais, num modelo auto-organizado mas apoiado pelo munícipio, a equipa do vereador mostrou-se disponível para explorar este desafio. Este modelo de República como alojamento de estudantes tem provas dadas, com repúblicas que contam com mais de 60 anos de existência e que ajudaram a formar milhares de profissionais. As Repúblicas devem ser vistas como uma iniciativa complementar ao alojamento proporcionando pelas universidades que, neste momento e mesmo com as construções já anunciadas para 2021, não permitem acomudar mais de 6% da população estudantil.

Sobre a carência de creches e jardins de infância no Areeiro e a evaporação de mais de 300 lugares nos últimos 5 anos a equipa da vereação listou os obstáculo criados pela alteração legislativa de 2011/5 e que levou a que deixasse de haver oferta pública directa e que, actualmente, é mais dispendioso manter uma criança numa creche do que um jovem numa universidade. Foi referida a existência de um plano (que resulta do compromisso PS-BE para o actual mandato) para a construção de de mil vagas em creche até 2021 através de creches de projecto pré-aprovado (por forma a agilizar a construção) e a reabilitação de fogos camarários para contribuirem para esse objectivo tendo sido já lançados 9 concursos.

Quanto ao Areeiro, em particular, foi reportado que se encontra em estado avançado a identificação de um local para acolher o Arquivo Municipal de Lisboa sito, hoje, no Bº do Arco do Cego e que este espaço (que terá em torno de 40 vagas) deverá estar operacional em menos de 2 anos. Foi-nos também comunicado que em breve seria submetido a Consulta Pública um plano de distribuição das mil vagas a criar nos próximos anos.

Por fim, quanto à revisão da Carta Educativa foi comunicado pela equipa do vereador Manuel Grilo que este estudo decorria em duas vertentes: o plano estratégico e a revisão da carta educativa e que ambos exigiam mais elementos numéricos do que os estavam disponíveis os quais estão actualmente a serem recolhidos e analisados. Todo o processo é prioritário e, apesar de muito complexo e de elevado impacto na população, estará concluído até ao fim do actual mandato autárquico.

Plástico: Proposta para redução de uso nos equipamentos da Junta de Freguesia do Areeiro

“Os Subscritores propõem à Junta de Freguesia do Areeiro que, à semelhança do que anunciou o Governo da República ao proibir garrafas, sacos e louça de plástico na Administração Pública, faça o mesmo nos espaços que opera na freguesia (Centro Intergeracional, Sede e outras instalações, Areeiro por Ti, etc) e que, no decurso da nossa proposta:
http://vizinhosdoareeiro.org/iniciativa-papel-quase-zero
(sem resposta) e, como o Governo, reduza também, num ano, os consumo de papel e consumíveis em pelo menos 25%”

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Madalena Matambo Natividade
Luis Seguro
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Benavente
Isabel Tomas Rodrigo
Cristina Azambuja
Fernanda Levy
Fátima Mayor
Francisco Lopes da Fonseca
Mariana Bettencourt
Jacinto Manuel Apostolo
Maria João Morgado
Belicha Geraldes
Maria Mar
Ilda Cruz
Eduardo Júlio
Stela Correia
Jaime Amores
Teresa Sotto Mayor Carvalho
Cristina Milagre
Zélia Pereira
João Santos
Lezíria Couchinho
Lidia Cardoso
Teresa Aroso
Maria João Oliveira
Lidia Monteiro
Manuela Melo
Alê Camacho
Teresa Alves
Isabel Tomás
Carmen Domingues
Mafalda Sequeira
Sara Costa Fernandes
Gerson Antunes Costa
Rita Martins
Mariana Sousa Roque MA

Propostas de melhoria ao Sistema de Recolha de Resíduos Urbanos (calendário, Alojamento Local, Sacos de Lixo, Lavagem de Ruas e Métricas)

Tendo em que conta que é preciso reforçar a recolha de lixos os subscritores propõem à CML e à Junta de Freguesia do Areeiro:
1. CML: Ponderar a alteração do actual sistema de recolha de lixo selectiva:
2as. 4as. 6as. e sábados: Lixo indiferenciado
3as. Plásticos (sob ponderação: um dia pode ser insuficiente)
5as. Papel
Sábado. Plástico
Domingo. Recolha nas zonas históricas
Em zonas muito comerciais (Guerra Junqueiro e parte da Av de Roma): combinar com os comerciantes um dia extra de recolha selectiva de embalagens.
2. CML: Avaliar um sistema de recolha de lixos em estabelecimentos de Alojamento Local (que funcionam fora da escala de recolha selectiva) por forma a acabar com uma das fontes do triste espectáculo de sacos de lixo na rua
3. CML/PM: Reforçar, muito, a fiscalização e multas a infracções que passem pela deposição de sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia) criando, na Polícia Municipal uma unidade especializada no combate e prevenção a este tipo de infracções.
4. Junta: Reforçar e tornar regular a lavagem e limpeza de ruas, paredes e edifícios como sucede na maioria das cidades europeias, especialmente nos locais de maior afluência de pessoas e na época das estações de calor.
5. Criar métricas online e em tempo real do índice de satisfação dos moradores sobre o sistema de recolha de resíduos nas suas freguesias a partir dos pedidos abertos na aplicação na Minha Rua da CML e de inquéritos online regulares aos moradores

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Anabela Nunes
Luis Seguro
Ana Bravo
Elvina Maria Reis Rosa
Jorge Santos Silva
Zélia Brito
Elsa Felizardo
Ana Costa
Teresa Raposo
Cristina Azambuja
Pedro Pinto
Sofia Carvalho Coelho
Dulce Amaral
Leonilde Ferreira Viegas
Carlos Matias
Erika Bayan
Carla Caló
Francisco Lopes da Fonseca
Ana Paula Bárcia
Ana Sampedro
Rosarinho Quina
Margarida Seguro
Maria Saraiva
Manuela Viegas
Irene Coelho
Belicha Geraldes
Ana Sofia Matias
Anabela Gouveia
Adelia Martins Alexandre Martins
Raquel Marques
Ilda Cruz
Susana Soares
Jaime Amores
Patricia Silva
Albertina Cruz
Felicidade Alberto Muzime
Fátima Apolinario Monteiro
Renato Calado Rosa
Sara Anjos
Isabel Da Costa Correia
Teresa Aroso
Márcia Salgueiro
Ana Leite Pereira
Lidia Monteiro
Alexandre Ferreira Lima Bastos
António Carlos Teixeira Duarte
António Pires Sargento
Maria Martins da Silva
Filomena João
Filipe Seguro
Maria De Lurdes Canto
Lúcia Caetano
Rita Brito Pires
Rui Dias
Joana Santos Patrocinio
Isabel Neves
Isabel Tomás
Suzete Reis
Nuno Soromenho Ramos
Afonso Pereira de Almeida
Paulo Baptista
Eduarda Figanier de Castro
Ana Branco
Fernando Mora de Oliveira
Gonçalo Vitorino
Luis Padinha
Fernando De Sousa Ferreira
Sandra Gaspar
Luís Barros
Paulo Barbosa
Catarina Lopes
Pedro Costa Pinto
Ruy Redin
Frederico Batista

 

Descentralizada de 2019

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

“Quanto à questão dos alojamentos locais: já fizemos uma campanha bilingue portanto já não há justificações de desconhecimento (…) informámos em duas línguas. Vamos fazer novamente esta campanha para que a situação não se agrave e não só nesta freguesia”

Vereador Carlos Castro

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

“Reitero aqui o pedido de criação de métricas online e em tempo real do índice de satisfação dos moradores sobre o sistema de recolha de resíduos ”
Rui Martins

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro