Muro em risco de colapso na EB Luís de Camões [Em Resolução]

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A 12 de Dezembro pedimos ao Regimento de Sapadores uma acção de fiscalização sobre este muro – com fissuras profundas – na Escola EB Luís de Camões.

Resposta dos RSB:

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“em virtude do risco existente é conveniente à EB Luís de Camões mandar proceder a uma avaliação estrutural do muro”

Vídeo:
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1854375018208630/

Questões sobre funcionamento da Universidade Senior [Respondidas]

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A Junta de Freguesia lista todos os anos no orçamento uma verba (em 2017 de 65 mil euros) em “despesas” para a Universidade Sénior como se pode ler na p. 11 do http://www.jf-areeiro.pt/files/files/Opções%20do%20Plano%20e%20Orçamento%202017%281%29.pdf.
Contudo consta que não remunera os professores mas cobra 100 euros em propinas aos moradores e 180 a “não moradores”: http://www.jf-areeiro.pt/pt/universidade-senior-2
Assim sendo e tendo em conta que segundo o orçamento (p. 2) a receita anual em propinas é de 50 mil euros.
Os subscritores gostariam de saber:
1. Se se confirma que os professores não são remunerados. Se não: porque razão e se isso não colide com o art 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos?
2. Se não há despesas, ano após ano, porque são inscritas verbas, ano após ano, no orçamento?
3. Se há rendimento (propinas) mas não há despesas qual é o lucro anual que a Junta retira do funcionamento desta Universidade Senior?
4. Se não havendo lucro nesta actividade as verbas recolhidas em propinas são transferidas para outra rubrica do orçamento e, se sim, para qual?
5. Se a autarquia indica na sua revista ter 200 utentes e se todos pagam 100 euros anuais isso significa que a Junta recolhe aqui 20 mil euros e, assim sendo, quanta desta verba é canalizada (se alguma o é) para remunerações a professores?
6. Qual é o plano curricular das disciplinas e porque não estão estes acessíveis online?
 
Subscrevem:
Rui Martins
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Madalena Matambo Natividade
Anabela Nunes
Paula Borges
Rogério Martins Nuno
Miguel Cabeçadas
Isabel Potier
Elsa Felizardo
Filipa Ramalho
Rickens Luis Seguro
Ana Bravo
Mira de Lacerda
Raquel Leite
Teresa Raposo
Isabel Tomas Rodrigo
Mariana Bettencourt
Fernando M Couto
Francisco Lopes da Fonseca
Mary Millicent
Ana Paula Araujo Teresa Ferreira
Luisa Teresa Maria
Helena Simões Belicha Geraldes
Ana Benavente
Maria Saraiva
Maria Lurdes Oliveira
Ilda Cruz
Abel Seixas
Amelia Sousa Nunes
Zélia Pereira
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Ana Martins da Cruz
Lurdes Farrusco
Walter Perdigão
Ricardo Silva
Jorge Azevedo Correia
Filipa Ramos
João Ribafeita
Susana Castanheira
Maria Luisa Ferreira
Francisco Ramos
Luis Fonseca
Eduardo Pessoa Santos
Carla Caló
Bárbara d’Azevedo
Miguel Felner
Paula Gonçalo Mil-Homens
Pedreira Sofia Pimentel
Nuno Matela
Isabel Primoroso
João Silva
Teresa Silva
Actualização de 20.04.2018: Resposta da JFA
A Junta de Freguesia lista todos os anos no orçamento uma verba (em 2017 de 65 mil euros) em “despesas” para a Universidade Sénior como se pode ler na p. 11 do http://www.jf-areeiro.pt/files/files/Opções%20do%20Plano%20e%20Orçamento%202017%281%29.pdf

Contudo consta que não remunera os professores mas cobra 100 euros em propinas aos moradores e 180 a “não moradores”: http://www.jf-areeiro.pt/pt/universidade-senior-2 
Assim sendo e tendo em conta que segundo o orçamento (p. 2) a receita anual em propinas é de 50 mil euros.
Os subscritores gostariam de saber:

  1. Se se confirma que os professores não são remunerados. Se não: porque razão e se isso não colide com o art 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos?
    – Não se confirma que os professores da Universidade Sénior não são remunerados. Na totalidade dos atuais 25 professores da Universidade Sénior do Areeiro existem no presente ano lectivo 10 professores remunerados e 15 professores voluntários. Os professores voluntários exercem a sua função neste regime por vontade própria, porque entenderam contactar a Junta de Freguesia a propor os seus serviços em regime de voluntariado.

O exercício do voluntariado não colide com o art. 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, uma vez que é exercido de livre vontade e que tem enquadramento legal, na Lei 71/98 de 3 de Novembro – Lei Bases de enquadramento jurídico do voluntariado, que no seu Artigo 5º refere como princípio geral que “O Estado reconhece o valor social do voluntariado como expressão do exercício livre de uma cidadania activa e solidária e promove e garante a sua autonomia e pluralismo.” O Decreto-Lei n.º 389/99 de 30 de Setembro reafirma ainda mais a tónica da cidadania e liberdade afirmando que “O voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando, de forma livre e organizada, na solução dos problemas que afectam a sociedade em geral.”

  1. Se não há despesas, ano após ano, porque são inscritas verbas, ano após ano, no orçamento?
    – Tal como explicado na resposta anterior, existem despesas, tanto com a remuneração de professores, como com materiais consumíveis e aluguer do auditório onde se realizam as aulas da Universidade Sénior.
  2. Se há rendimento (propinas) mas não há despesas qual é o lucro anual que a Junta retira do funcionamento desta Universidade Sénior?
    – Tal como explicado anteriormente, há despesa tanto com a remuneração de professores, como com materiais consumíveis e aluguer do auditório onde se realizam as aulas da Universidade Sénior. A Junta de Freguesia não retira lucro do funcionamento da Universidade Sénior.
  3. Se não havendo lucro nesta actividade as verbas recolhidas em propinas são transferidas para outra rubrica do orçamento e, se sim, para qual?
    – As verbas recebidas em propinas não transitam para nenhuma rubrica, são executadas nas despesas já referidas para o funcionamento da Universidade Sénior.
  4. Se a autarquia indica na sua revista ter 200 utentes e se todos pagam 100 euros anuais isso significa que a Junta recolhe aqui 20 mil euros e, assim sendo, quanta desta verba é canalizada (se alguma o é) para remunerações a professores?
    – A totalidade da verba das propinas recebidas é canalizada para as despesas de funcionamento da Universidade Sénior.
  5. Qual é o plano curricular das disciplinas e porque não estão estes acessíveis online?
    – O plano curricular das disciplinas é apresentado aos interessados em efectuar inscrição na Universidade. O mesmo já se encontra disponível online para consulta.”

Abaixo-assinado de moradores sobre “Jardim dos Cavaleiros” (Anfiteatro Exterior da sede da CGD) [Em Resolução]

A entregar a:

Assembleia Municipal de Lisboa
Polícia Municipal de Lisboa
Oh Pereira e Bomba da Galp
IST e Filipa de Lencastre (Conselhos Directivos)
Administração da CGD

Os abaixo-assinados pedem:

  1. aos estabelecimentos “Oh Pereira” e “Bomba da Galp” da Rua do Arco do Cego que:
    1. mantenham no seu exterior, durante o horário de funcionamento, contentores que ao fecho, recolhem novamente, devendo zelar pela limpeza exterior também durante o período normal de laboração
    2. colaborem na recolha de copos de plástico (Oh Pereira) e de garrafas de cerveja (Galp) no Jardim em frente
    3. coloquem junto ao balcão e à saída/entrada apelos a comportamentos cívicos por parte dos seus clientes
    4. que, por cada 10 copos de plástico devolvidos ao balcão, com um cartão de cliente (ou similar) emitam um carimbo que, ao fim de dez carimbos, valha por uma cerveja gratuita
  2. à Câmara Municipal / Assembleia Municipal que avalie a proibição da venda de álcool para o exterior a partir de determinada hora nestes dois estabelecimentos (à semelhança do que se fez junto ao Jardim do Arco do Cego) e que avalie a instalação, neste local, de videovigilância. Assim como que reavalie o espaço frente ao Oh Pereira por forma a não convidar à concentração de pessoas em consumo de álcool neste local (instalando, eventualmente, um espaço verde)
  3. à Polícia Municipal e à PSP que realize rondas frequentes nesta zona por forma a dissuadir e impedir as concentrações/corridas e exibições de acrobacias de moto que se realizam aqui regularmente.
  4. à Administração da CGD que limpe, frequentemente, a urina putrefacta que se acumula nas escadarias do Anfiteatro, que realize com a sua segurança rondas neste local que impeçam estes comportamentos e atitudes e eventualmente avaliando outras medidas mais estruturais de impedimento de acesso a determinadas zonas do Jardim e/ou anfiteatro e escadas
  5. à Junta de Freguesia do Areeiro que coloque apelos ao respeito pelo ambiente e pela comunidade na zona que circunda o “Jardim dos Cavaleiros” e que proceda à limpeza regular na zona do jardim e no Bairro do Arco do Cego da acumulação de urina e outros dejectos humanos.

 

Nome Completo BI ou CC Assinatura

 Uma petição dos Vizinhos das Avenidas Novas e dos Vizinhos do Areeiro
 vizinhos.das.avenidas.novas@gmail.com https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.das.Avenidas.Novas/
 vizinhos.do.areeiro@movv.org https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/
Resposta da CGD de 22.12.2017:
“No seguimento do seu contacto, sobre o tema em assunto, ao qual dedicámos a nossa melhor atenção, somos a prestar os esclarecimentos que se seguem.
Começamos por apresentar as nossas desculpas pela demora verificada; a situação reportada impôs a consulta de outras áreas da Caixa, no sentido de ser clarificado o exposto.
É nosso propósito que o espaço em causa mantenha o princípio da sua génese, tal como inscrição ali colocada, em 1995: “Este jardim com auditório de ar livre, construído em terreno propriedade da Caixa Geral de Depósitos e inicialmente destinado a uma ala do seu Edifício – Sede, é colocado ao serviço da cidade para aqui se abrir mais um espaço de cultura e lazer”.
Damos nota de que, não obstante as circunstâncias de que nos dá nota, a Caixa está atenta à situação e a zelar pela manutenção daquele espaço, intervindo nas instalações eletromecânicas, na limpeza e na manutenção do jardim.
Lamentando o sucedido quando ali deslocou, informamos que a Caixa continuará a desencadear as iniciativas que lhe cabem e estejam ao seu alcance, com vista a assegurar a qualificação do espaço em apreço.
Apresentamos os nossos melhores cumprimentos,
Direção de Organização e Qualidade
 Ana Águas
(Diretora Adjunta)

Actualização de 28.12.2017
1. A CGD está a limpar com maior frequência o jardim
2. o Oh Pereira vai fechar às 23:00
3. o abaixo-assinado baixou a uma comissão da Assembleia Municipal de Lisboa:
http://www.am-lisboa.pt/401500/1/008489,000383/index.htm

Nota:
Esta foi uma iniciativa conjunta dos
https://www.facebook.com/groups/vizinhos.das.avenidas.novas/
e dos
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/

Os Vizinhos do Areeiro e a Revisão da Carta Educativa de Lisboa

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Os Vizinhos do Areeiro, juntamente com os Vizinhos das Avenidas Novas, os Vizinhos do Bairro de São Miguel e os Vizinhos de Arroios estiveram numa reunião com académicos do ISCTE e técnicos da CML sobre a revisão da Carta Educativa de Lisboa.
Está a mexer… e isto acontece, muito, por causa da pressão dos moradores e da petição que, há meses, aqui lançámos:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=FilipaParaTODOS
(de novo, se comprova a teoria: quando insistimos e persistimos, com tino e medida: conseguimos)
(a Carta não era revista há mais de 10 anos!)

Resumo da Joana Taborda Amores (primeira peticionária)

Boa noite, vizinhos! Dando continuidade ao post do Rui, venho então dar-vos a conhecer alguns dos tópicos abordados hoje pelos Vizinhos do Areeiro, em conjunto com os Vizinhos das Avenidas Novas, os Vizinhos do Bairro de São Miguel e os Vizinhos de Arroios, numa reunião com académicos do ISCTE e técnicos da CML no âmbito da revisão da Carta Educativa de Lisboa. Foi-nos perguntado quais eram os problemas com que nos deparávamos e quais eram as nossas propostas de solução. Tendo em conta as questões por nós expostas e tendo como objectivo final devolver as escolas da nossa zona à população residente, a revisão da carta vai estudar novo critério para cálculo da proximidade à escola (foram ouvidas várias sugestões) e ainda sugerir que os encarregados de educação sejam verificados pelas moradas fiscais dos alunos (para combater a fraude). Isto para que ajudemos a minorar os problemas que nos afectam: acesso equitativo à educação; equipamentos desadequados à população; constrangimentos na mobilidade e uma consequente desagregação do sentido comunitário, que tão bem tentamos preservar neste bairro.

A petição O Filipa é de Todos, que nasceu aqui, nos Vizinhos do Areeiro, e da qual sou a primeira peticionária, bateu-se, desde o primeiro instante, pela revisão da Carta Educativa, que tinha roubado equipamentos à nossa freguesia, não nos dando alternativas que não o ensino privado.

Por uma cidade melhor, por uma cidade com mais futuro, para podermos formar lisboetas conscientes, que aqui queiram criar raízes, vamos continuar a lutar, à nossa maneira, com cidadania, participação cívica e com correcção. Obrigada pelo apoio dado até agora. Vamos ter mais reuniões e, portanto, teremos mais notícias.”

Pedido de Disponibilização do Plano de Emergência para o Areeiro [Resposta Incompleta]

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Enviada ao Executivo da Junta de Freguesia do Areeiro:
“Venho por este meio requerer a publicação do Plano de Emergência do Areeiro (com excepção dos Contactos que são, por essência, confidenciais) que não pode ser encontrado em nenhum lugar do site da Junta.
Questiono também se o Plano já foi actualizado por forma a incorporar o território da antiga freguesia de São João e se
a Junta tenciona realizar acções de formação a voluntários (agentes locais) durante o mês de Novembro.
Requiro esta informação no prazo legal de 10 dias no âmbito do art. 61 do CPA”
Resposta (incompleta) de 06.11.2017:
“Em referência ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Areeiro, de informar que estamos em fase de reuniões com a Protecção civil para o novo Plano de Emergência.”
(pedimos a conclusão da resposta)

Sugestões para o Plano de Emergência do Areeiro

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Os subscritores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que reforce a preparação do território na área da Protecção Civil e, em particular, desenvolvendo e divulgando o Plano de Emergência Local (idêntico aos que existem em freguesias vizinhas) agilizando a resposta a catástrofes e que incorpore um forte componente de voluntariado e educação cívica e colocando os membros da comunidade local como os primeiros agentes de socorro.
Sugerimos que:
1. Este colectivo de voluntários seja dividido em grupos especializados de Operações, Logística e Comunicações e incorporar moradores e trabalhadores no Areeiro enquadrando-os consoante as suas competências e características pessoais.
2. Estes grupos poderão ser responsáveis pela distribuição de alimentos e apoio logístico de primeira necessidade, prestação de informações de emergência à comunidade e promoverão a segurança de pessoas e bens, sempre sob a coordenação de um responsável indicado pela autarquia.
3. O grupo de Logística pode ser também responsável pela reunião de apoios e transporte dos mesmos até locais onde ocorram situações de emergência (p.ex. incêndios florestais)
4. Que se reforce (muito) a amplitude deste plano (a existir) e, sobretudo, a sua divulgação.
Os subscritores apelam a que esta proposta seja acolhida, completa ou adaptada, com a maior brevidade possível”

Subscrevem:
70 moradores
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1835014773477988

Apelo de intervenção da Junta de Freguesia junto da direcção da EB Luís de Camões quanto ao estado da Bandeira Nacional [Resolvida]

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Vídeo
Este é o estado (deplorável) do símbolo nacional na EB Luís de Camões.
A responsabilidade por esta situação não é da Junta de Freguesia do Areeiro mas dada as suas competências pedimos à autarquia que interceda junto da direcção desta escola por forma a que esta situação seja rapidamente resolvida.

Actualização de 10.10.2017
A bandeira foi removida (sem resposta formal de nenhuma instituição, nem escola nem Junta.

Actualização de 18.10.2017
A bandeira foi substituída e está hoje a meia haste (alusão aos incêndios florestais de Outubro de 2017)

Supera Areeiro: Pedido de Disponibilização do Contrato e Situação com Ruído [Respondido]

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A 7 de Abril os subscritores do pedido https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/…/o-supera-antigia-… dos Vizinhos do Areeiro requereram a intervenção da CML quanto à várias situações reportadas sobre o acesso ao “Supera Areeiro” (antiga “Piscina do Areeiro”) não se tendo registado alterações significativas nas condições deste acesso os moradores que subscrevem este pedido vêem assim pedir à CML que disponibilize o contrato de concessão em parceria-público-privada (PPP) com 35 anos (!) de duração que regula esta parceria entre esta empresa espanhola e a autarquia lisboeta.
Este contrato terá sido celebrado em 12 de maio de 2012 http://www.am-lisboa.pt/docu…/1406565468P6bEN9av4Lf14HA6.pdf e devia “garantir a manutenção dos serviços de natureza pública que a CML presta à população em matéria desportiva” mas não consta em nenhum local onde possa ser consultado pelos cidadãos.
Aproveitamos a oportunidade para reclamar, ao Supera e à CML (concessionária) em relação ao ruído intenso e permanente criado pelo transformador de energia do complexo Supera que pode ser ouvido, toda a noite, nas habitações em redor.

 
Subscrevem
Rui Martins
Marta Fonseca
Paulo Godinho
José João Leiria-Ralha
Luisa Castro Correia
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Mira de Lacerda
Luis Seguro
Maria Cortez Caetano
Eduardo Natividade
Isabel Tomas Rodrigo
Carla Caló
Elvina Maria Reis Rosa
Maria Bárbara
Madalena Matambo Natividade
Jacinto Manuel Apostolo
Ana Bravo
Belicha Geraldes
Maria João Morgado
Ana Monteiro
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
André Carvalho
Beatriz Maia
Andreia Graça
Leonilde Ferreira Viegas
Teresa Sarmento
Erika Bayan
Maria Martins da Silva
Jorge Azevedo Correia
Emilio Santos Pinto
Henrique Ribeiro
Catarina Rebelo
Miguel Reis
Patrícia Matos Palma
Isabel Athayde E Mello
Ilda Cruz
Tina Cordeiro
Hélder Alves
Luz Cano
Rosa Branca Graça
Julia Aguiar
Alfredo Gonçalves
Alice Torres
Lezíria Couchinho
Eduardo Ferreira
Joao Pereira De Faria
Eva Falcão
Joana Duarte
Clara Melo
Cláudia Almeida
Margarida Martins
Ines Pintado Maury
Pedro Hebil
Isabel O. Sousa
João Ribafeita
Alexandra Cordeiro
Rodrigo Querido Miguel Lena
https://www.facebook.com/groups/Vizinhos.do.Areeiro/permalink/1800620263584106/

Actualização de 06.03.2018:
Ofício recebido da CML:

Comentários dos “Vizinhos do Areeiro” à Resposta do Provedor de Justiça sobre o Agrupamento Filipa de Lencastre

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Os “Vizinhos do Areeiro” questionaram o Provedor de Justiça quanto à utilização de “moradas falsas” e da “utilização alargada da delegação de responsabilidades parentais” como forma de obtenção da matrícula no Agrupamento Filipa de Lencastre por parte de pais e crianças sem residência na freguesia e que, assim, ocupam lugares que, de outra forma seriam preenchidos por moradores.

Em resposta o Provedor enviou-nos o Ofício S-PdJ/2017/11695 IL/604/2017:

  1. O Provedor começa por dizer que é “sensível, e em especial nos últimos anos, a utilização alargada da delegação de responsabilidades parentais, enquanto encarregado de educação, como forma plausível de aproveitamento do critério assente na residência de quem exerça estas funções”: Desta forma reconhece a existência do problema ao contrário da direcção do Agrupamento que  a nega, e até acrescenta que “de há muito vem o Provedor de Justiça alertando o Ministério da Educação para a necessidade de um entendimento finalisticamente relevante do critério de residência, apenas o aplicando quando a criança efectivamente resida com o encarregado de educação”
  2. Questionámos igualmente o Provedor de Justiça quanto à recusa, aparente, da direcção da escola responder às questões sobre quantidades e contagens estatísticas que poderiam aferir a grandeza do fenómeno relativo às “moradas falsas” e que a Câmara Municipal tinha respondido da seguinte forma: “Quanto às restantes questões colocadas, informamos que, dada a natureza dos dados solicitados, a Câmara Municipal de Lisboa não está habilitada a responder, pela simples razão de não ter acesso a este tipo de dados, pois trata-se de informação confidencial, relativa à vida de alunos e famílias, cujo acesso é reservado e constitui matéria da exclusiva responsabilidade da direção do agrupamento de escolas. Informamos ainda, que numa deliberação recente (2016), a Comissão Nacional de Proteção de Dados veio condenar, veementemente a partilha/acesso generalizado a dados pessoais dos alunos e atribui às escolas um papel determinante na proteção ativa dos alunos e respeito pelos seus direitos fundamentais”. Ora, sobre a dita”confidencialidade” o Provedor nada diz, deixando assim clara a inexistência de “dados pessoais” nas contagens agregadas que este colectivo de cidadãos requereu ao Agrupamento de Escolas e não dando, assim, razão à interpretação da autarquia.
  3. Quanto ao prazo de resposta de 10 dias (Código do Procedimento Administrativo) o Provedor entende que “as questões colocadas exigirão um trabalho de averiguação e concretização, o que não é de execução vinculada”. O que compreendemos, mas não deixando de fora deste sentimento de compreensão,  o caso é que não temos comprovativo de recepção do nosso pedido  do Agrupamento  que daria início ao processo administrativo. É nosso entendimento (e de acordo com vários especialistas consultados) que a recepção de um pedido de informações dá início ao procedimento administrativo e que, consequentemente, é um acto que deveria levar a uma informação ao cidadão dessa mudança de estado.

Questões dos Vizinhos do Areeiro (Maio de 2017 e ainda sem – qualquer – resposta por parte do Agrupamento)
https://vizinhosdoareeiro.wordpress.com/2017/05/17/questoes-sobre-agrupamento-filipa-de-lencastre/

Petição “O FILIPA É DE TODOS: Os nossos filhos também têm direito a estudar no Filipa de Lencastre”
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=FilipaParaTODOS

Posteriormente e, na falta de resposta por parte do Agrupamento e de uma (simples) confirmação de recepção do nosso pedido, os Vizinhos do Areeiro deslocaram-se à Secretaria do Agrupamento e quiseram entregar em mão as nossas questões. A secretaria recusou aceitar. Questionámos o Provedor sobre esta recusa, tendo este respondido no  S-PdJ/2017/12333 IL/604/2017 que perante esta recusa poderíamos usar o “livro de reclamações obrigatoriamente existente no local de atendimento ao público ou apresentada queixa à Direcção do Agrupamento, por qualquer outra via, designadamente postal”. É uma resposta que nos concede razão (não refere a validade da recusa da recepção do requerimento, logo, assume-a como válida) e que nos recorda de formas alternativas, o que agradecemos e iremos cumprir.

 

Joana Taborda Amores
Ana Paula Araújo
Rui Martins

Proposta para Espaço Permanente de Bookcrossing

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Os subscritores sugerem à Junta de Freguesia do Areeiro que adopte um programa semelhante ao
“Levar, Ler e Devolver” de Santiago do Cacém ou o “Tem Tudo a Ler” de Matosinhos, reforçando assim, a “Cabine de Leitura” da Praça de Londres (p.ex. no Jardim Fernando Pessa) através da reutilização de um frigorífico desactivado como um espaço permanente de “#bookcrossing” ou de partilha livre de livros usados no Areeiro.

Subscrevem:
Rui Martins
Cristina Azambuja
Raquel Leite
Filipa Ramalho Rickens
Sónia Silva
José-António Rodrigues
Ana Piedade
Patrícia Matos Palma
Ana Paula Araujo
Paulo Godinho
Luis Seguro
Patricia Curto de Sousa
Ana Teresa Mota
Luz Cano
Ana Cristina Dos Santos-Mkaouar
Ana Saraiva
Luisa Pico Costa
Maria helena Caveiro
Ana Costa
Maria Georgina Carreira Reis
Maria Lourdes Alves Gouveia
Isabel Castelo Branco
Olinda Vieira
Maria Martins da Silva
Leonilde Ferreira Viegas
Beatriz Maia
Cristina Leitao
Patrícia Tavares Rocha
Teresa Sarmento
Elvina Maria Reis Rosa
Rute Coelho
Ana Oliveira
Ana Assunção
Maria Anabela Melo Egídio
Carla Caló
Inês Gomes Beirão
John Burney
Nuno Matela
Luisa Galvão

João Baptista