Onde estão os azulejos do edifício da Rua Abade Faria?

Recentemente registámos que nas intervenção reconstrutiva ocorrida no prédio sito no número 16 da Rua Abade Faria (Bairro dos Actores) e aprovado em junho de 2017 os azulejos de começos do século XX que existiam no nível térreo do dito edifício e que eram únicos no Bairro e raros em toda a freguesia do Areeiro foram removidos e substituídos por azulejos brancos.
Ora se o projecto foi aprovado depois da lei de 2012 isso obrigava o construtor a repor os azulejos originais e a reparar as falhas que – antes da obra – estes já apresentavam.
Apelamos assim ao Exmo. Sr. Vereador Ricardo Veludo com conhecimento da Assembleia Municipal de Lisboa que intervenham no sentido de repor os azulejos originais.

Obrigado

Enviado a Vereador Ricardo Veludo com CC da AML

Resposta da CML a 28.05.2020:
“ENT/353/GVRV/CML/2020
Encarrega-me o Senhor Vereador Ricardo Veludo de acusar a receção do e-mail abaixo, que desde já agradecemos e que mereceu a nossa melhor atenção.
Atendendo ao assunto em causa, foi a mesma encaminhada para o Departamento de Apoio à Gestão Urbanística (Tel. 21798 8403 /9112 /8983; e-mail: dmu.dagu@cm-lisboa.pt), para verificação/fiscalização, e resposta”

Propostas à CML para o Parque Urbano do Vale da Montanha: Cuidadores, Cobertura Verde e Rede de Parcerias

Enviada a 18 de Maio de 2020:

Propostas à Direcção de Espaços Verdes da CML: Cuidadores, Cobertura Verde e Rede de Parcerias

Gostaríamos de solicitar o apoio da Direção de Espaços Verdes (DEV) da CML para as seguintes áreas de atuação:

  • apoio na dinamização de um grupo de moradores do Areeiro que se interesse por cuidar dos Espaços Verdes da Freguesia nomeadamente das diversas árvores recém-plantadas no novo Parque Urbano do Vale da Montanha,
  • agilização do processo de replantação de árvores em caldeiras que se encontram desocupadas nas nossas ruas, existindo para tal um meio próprio para contacto de forma a evitar a demora que se tem verificado
  • definição conjunta (com a DEV) de manuais de “boas práticas” para cuidar dos Espaços Verdes e que poderá ser utilizado pelos moradores, mas também pelos funcionários da CML e das Juntas de Freguesia e pelas empresas contratadas pela CML
  • alguns exemplos de boas práticas poderão ser a utilização de “cobertura verde” (“mulching”) junto às árvores recém-plantadas, a rega de algumas árvores e o ser seletivo em relação ao corte das ervas do parque (por exemplo, procurar deixar ficar as plantas com bastantes flores)
  • vigilância de alguns aspectos de tutoragem a precisar de manutenção e pedindo a respectiva intervenção;
  • poder-se-á também pedir o apoio de algumas Universidades e empresas de consultadoria (em agricultura biológica, permacultura, etc) para dar algum apoio na elaboração dos manuais de “boas práticas” e, também, para realizar alguns ensaios científicos, por forma a compreender melhor quais as práticas mais eficazes (ou seja, que produzem melhores resultados).

Proposta elaborada a partir de sugestão de um residente do Areeiro e frequentador regular do Parque do Vale da Montanha

Subscrevem este pedido de reunião:
Rui Martins
Ilda Cruz
Stela Correia
Nico Lion
Aruna Nathoo
Maria Helena Rino Moraes
Cristina Azambuja
Zélia Pereira
Marilia Pedro
Duarte Silva Manuel
Amélia Maria Ribeiro
Sandra Henriques
Isabel Gameiro
Teresa Correia
Carmen Padrão
Maria Saraiva
Adelina Bibe
Jorge Oliveira
Maria Saramago
David Greer
Manuela Melo
Ana Costa
Madalena Matambo Natividade
Pedro André
Isabel Petronilho Almeida
Teresa Raposo
Lina Nathoo
Jorge Zúniga Almeida Santo
Gonçalo Peres
Sofia Carvalho Coelho
Elvina Maria Reis Rosa
Carla Camara
Anabela Nunes
Patricia Saldanha da Gama
Teresa De Almeida Pires
Sousa Ilda
Margarida Boto
Teresa Sarmento
João Firmino

Propostas em defesa da Saúde Pública e Segurança no Areeiro (Lisboa)

Os vizinhos têm registado um aumento de cidadãos, aparentemente sem-abrigo, a mendigar ou a consumir droga – condições não cumulativas ou associadas -, conforme documentado pelas publicações e comentários no grupo “Vizinhos do Areeiro”, com maior incidência nas Olaias e as proximidades do Pavilhão do Casal Vistoso. No seguimento das iniciativas anteriores, os subscritores solicitam ao:

– Comando da PSP de Lisboa;

– Presidente da CML; e

– Presidente da JFA.

Atenção para os seguintes pontos:

PSP

1. Aumentar o patrulhamento de proximidade.

JFA:

1. Reforçar a Higiene Urbana em meios e frequência das limpezas nas áreas circundantes ao Pavilhão; e,

2. Contratar um Serviço de Guarda Noturno, com base nos excedentes orçamentais, até que haja efetivo reforço dos meios de policiamento conforme recomendação votada em Assembleia de Freguesia.

CML:

1. Destacar um posto móvel de consumos assistidos, atenuando o consumo livre (conforme registado no grupo);

2. Avaliar a vedação dos locais de consumo frequente, ex. Parque do Vale da Montanha (sob os viadutos do metropolitano), Av. Carlos Pinhão e escadas junto aos Serviços Sociais da Av. Afonso Costa;

3. Destacar elementos da Polícia Municipal (PM) para as Olaias e, sobretudo, imediações do Jardim Tristão da Silva;

4. Gerir o corpo da PM adstrito ao “policiamento turístico”, redirecionando-o para áreas residenciais com aumento de crime e/ou vandalismo;

5. Apostar numa rede de infraestrutura para o acolhimento de cidadãos sem-abrigo;

6. Instituir uma rede com locais e profissionais especializados para apoio aos cidadãos toxicodependentes e/ou com distúrbios mentais, junto das áreas de maior incidência.

Subscrevem:

Rui Martins
Elsa Pinto
Wheelie Miyagi
Eduardo Sousa
Felipe Ferreira
Maria Epifanio
Sofia Rodrigues
Manuela Manon
Ilda Cruz
Alexandra Pjn
Ricardo de Almeida
Maria Jerónimo Costa Zita
Stela Correia
Patricia Alves
Fernando Anjos
Cristina Azambuja
Mendes Garcia
Zélia Pereira
Maria Helena Veiga
Maria Luísa Lanita
Beca Guedes Da Silva
Maria Fernanda Ribeiro Lopes
Helena Amaral
Ana Martins da Cruz
Duarte Silva Manuel
Teresa Aroso
Naide Azevedo
Luis Filipe Ferreira
Maria Jesus Pereira Gambino
Ana Paula Pimenta
Maria Cortez Caetano
Teresa LC
Isabel Tomas Rodrigo
Teresa Correia
Virginio António Briote
Carmen Padrão
Catarina Caetano
Jorge Oliveira
Maria Palma
Alexandre Ferreira Lima Bastos
Ana Freitas
Susana Xana
Jacinto Manuel Apostolo
João Pedro Araújo
Eugenia Maria Sobreiro
Madalena Morais Martins
Joao Figueiredo
Maria Helena Palhano
Maria Fernanda
Lourdes Walk
Anabela Nunes
Cláudia Casquilho
Patrícia Matos Palma
Nuno Dinis Cortiços
Ana Cardoso Santos
Elvina Maria Reis Rosa
Teresa Raposo
Nuno Miguel Cabeçadas
Fátima Mayor
Elisabete Carvalho
Francisco Tellechea
Maria João Morgado
Inês Santos
Manuela Melo
Carla Caló
Fatima Aparicio
Isabel Casquilho
Ana Sampedro
António Madeira Santos
Ana Margarida Carvalho
Paulo Silva
Marta Gaspar
Ricardo Lima
Madalena Matambo Natividade
Cristina Mota Capitão
Rafael Pereira
José Maia de Loureiro
Isabel Martins
Sara Gonçalves Caria
Maria Luisa Ferreira
Fátima Cònim
Jorge Zúniga Almeida Santo
Maria Concepcion
Zelinda Marouço
Teresa Peixoto
Rúben Pereira
Maria Lemos E Sousa
Ana Amaro Fernandes
Rita Luis
Alexandra Costa
Carla Camara
Marta Cabral Morgado
Tita Almeida
Sofia Vale
Margarida Fernandes
Isabel Castelo Branco
Belicha Geraldes
Palmira Reis Rocha
Raquel Soares
Mário Jorge Ramos
Lina Fernandes
Joana Maria
Paula Morais
Susana Carmona
Fatima Lammar
Gonçalo Pousão
Maria Gabriel
Mónica Pimentel Santos
Pedro Paulouro
Joana Alves de Sousa
João Firmino
Vanessa Correia Marques
Teresa Basto
Carolina Cardoso
Rosário Belmar da Costa
Isabel Costa Cabral
Maria João Duarte
Ana Martins


“Búsqueda internacional del grafitero más perezoso y persistente Italia y Portugal persiguen a ‘Geco’, que se dedica a colocar por todas partes pegatinas con su nombre” [El Pais]

” Qué mayor tortura escolar que escribir diez, cien veces la misma frase. Sin embargo, hay a quien le gusta, no ya cien sino miles de veces escribir su propio nombre o, al menos, el artístico, Geco, un personaje misterioso que se dedica a adornar o ensuciar las paredes y las señales de tráfico de ciudades de medio mundo, preferentemente de Roma y Lisboa.

Geco, a juzgar por su pintura sin ancestros familiares con el genio griego del siglo XVI, ha alcanzado la fama policial y urbana manchando mobiliario público y patrimonio artístico. Es un incordio internacional, que empezó en Italia (Roma, Florencia, Génova…) y ahora parece que mora en Portugal.

Así se entiende, ya que la policía de Roma se ha dirigido a Vecinos en Lisboa para que le proporcione información sobre el artista. La policía italiana solicita a esta asociación detalles de los daños que haya podido realizar en el patrimonio portugués y qué están haciendo las autoridades para detenerlo.

El tal grafitero anónimo lleva años en las calles, pero su mensaje no cambia, simplemente escribe Geco. A veces lo caligrafía hasta en colores, pero ya hace un tiempo que se ha vuelto más perezoso —o práctico— y se ha confeccionado pegatinas con su nombre que va colocando en señales de tráfico, anuncios, callejeros, paradas de transporte… En fin, un incordio internacional, nacional y vecinal.

La policía italiana no anda descaminada en sus pesquisas, pues hace dos años que la asociación Vecinos de Lisboa presentó en los tribunales una denuncia contra el grafitero por los perjuicios económicos que causa a los servicios de limpieza de la ciudad. Adjuntó documentación de un centenar de gecos en un solo barrio de Lisboa, Areeiro, de donde se deduce que vive o vivía allí. Incluso aporta un par de fotografías en el que se le ve in fraganti, escribiendo con un rotulador su nombre a la luz del día.

Las pruebas parece que no eran suficientes y, un año después, el ministerio fiscal archivó la causa, pues no pudo “obtener indicios suficientes de quienes fueron los agentes del delito denunciado, ya que nadie presenció su ejecución”. Para la seguridad del país, esperemos que todos los ladrones y asesinos actúen ante los focos de algún reality show. La asociación de vecinos fue sancionada con 714 euros por realizar labores del Estado.

El genovés Geco va camino de cumplir los 30 años. Hace dos años llegó a Lisboa y dio una entrevista al semanal digital O Corvo, feliz de lo tranquilo que trabajaba en esta ciudad. “Vengo de Roma y allí es más difícil pintar, solo salgo a la calle de noche o de madrugada. Siento más presión y voy con más cuidado en las calles. Aquí los policías son más permisivos, no tienen tanto odio a los grafiteros”.

Geco reconoce que su caso “llega a ser una verdadera megalomanía. Quiero atraer la atención de todos y provocar un sentimiento de amor u odio. Lo único que no quiero es pasar inadvertido”. Hombre, objetivo cumplido, ya.”

https://elpais.com/internacional/2020/04/13/mundo_global/1586796370_739175.html

“Polícia de Roma pede ajuda a lisboetas para encontrar Geco” [Público]

“A pessoa (ou o grupo) que encheu Lisboa com autocolantes, tags e pinturas murais está sob investigação das autoridades italianas.
João Pedro Pincha 4 de Abril de 2020, 9:11

Pouco passava das duas da tarde de uma sexta-feira recente quando Rui Martins sentiu um plim na caixa de e-mail e constatou que tinha uma mensagem vinda de Itália. Ao ler, apercebeu-se que a vida por lá continuava apesar do pandemónio do coronavírus. O que acabava de receber nada tinha que ver com covid-19, mas antes com um assunto que lhe era bem mais próximo: os grafitos de Geco.

Depois de encontrar na net os seus vários comunicados sobre o assunto, a Polícia Local de Roma decidiu contactar a Associação Vizinhos em Lisboa, de que Rui Martins é dirigente, para obter mais informações sobre a misteriosa pessoa (ou grupo) que cobriu Lisboa de murais, tags e autocolantes apenas com esse nome enigmático, “Geco”. No e-mail, o núcleo de ambiente daquela polícia informa que está a decorrer uma investigação na capital italiana para descobrir a sua real identidade. “Precisamos de conhecer os ‘danos ao património’ que o tal Geco causou no território de Lisboa e de eventuais medidas tomadas pelas vossas autoridades”, lê-se.

O contacto romano com a Vizinhos em Lisboa deve-se ao facto de esta associação – composta pelos fundadores de grupos informais de vizinhos – ter apresentado uma queixa-crime contra o graffiter em Outubro de 2018, que viria a ser arquivada pelo Ministério Público português um ano mais tarde. O PÚBLICO procurou obter mais esclarecimentos sobre as diligências em curso junto da Polícia Local de Roma, mas não obteve respostas.

Na volta do correio, a associação enviou uma extensa lista de ocorrências abertas entre meados de 2018 e o fim de 2019 no portal Na Minha Ruacriado pela Câmara de Lisboa para alertar para problemas na via pública. Juntou ainda meia centena de fotografias com tags, pinturas e autocolantes encontrados só na freguesia do Areeiro, outras tantas em cidades como Florença, Roma e Bolonha.

“Lisboa gastou 3,6 milhões de euros nos últimos três anos só em limpeza de grafitos”, refere a associação, retomando o argumento que já invocara na apresentação da queixa-crime: “É missão da associação a defesa do interesse dos munícipes contribuintes (moradores da cidade) que assim deixam de poder ver aplicadas verbas em benefício do seu habitat e da sua qualidade de vida em virtude dos custos com limpezas, constituindo isso um dano significativo”.

Em 2016, a Câmara de Lisboa lançou um concurso público para a contratação de empresas que limpassem grafitos por 4,2 milhões de euros. O concurso acabou por ser impugnado por uma das concorrentes e a autarquia fez contratos com outras três empresas, por ajuste directo, para contornar o problema. Mais tarde, porém, o Tribunal de Contas recusou o visto prévio aos contratos e rejeitou um recurso do município.

O imbróglio jurídico resolveu-se em meados do ano passado e desde então que há limpeza regular de fachadas um pouco por toda a cidade, mas em certos bairros a presença de rabiscos e pichagens é tão avassaladora que dir-se-ia que algumas paredes não vêem água há muitos anos.

A queixa dos Vizinhos em Lisboa acabaria por ser arquivada pelo Ministério Público em Outubro de 2019, com o argumento de que não tinha sido possível “obter indícios suficientes de quem foram os agentes do crime denunciado, uma vez que ninguém presenciou a sua prática.”

Agora, na resposta à polícia italiana, a associação inclui uma fotografia de um homem a escrever a palavra “Geco” numa parede lisboeta, que alegadamente será o autor ou o líder do grupo responsável pelas pinturas. Essa fotografia também já está na posse da Polícia Municipal lisboeta.

De acordo com uma entrevista publicada em 2018 pelo jornal O Corvo, Geco será um italiano que tinha 27 anos à época e que chegara a Lisboa em meados de 2016. “Eu venho de Roma, e lá, pintar é uma tarefa mais difícil. Quando saio à rua é só mesmo de noite ou de madrugada. Sinto mais pressão e ando com mais cuidado pelas ruas”, dizia. “Cá, os polícias são mais permissivos, não têm tanto ódio às pessoas que fazem graffiti.”

https://www.publico.pt/2020/04/04/local/noticia/policia-roma-pede-ajuda-lisboetas-encontrar-geco-1910916?fbclid=IwAR0S3tEHqnWOBFaFeYbEVefdFeV4KWEKxkiChHXDgEqO_U7WR0TFoteZY2Y

Repintura de passadeiras

Depois de um acidente mortal na Av João XXI e constando que existe actualmente no Areeiro uma quantidade anormal de passadeiras por repintar os Vizinhos pedem à Junta de Freguesia que exerça essa sua competência e repinte as 39 passadeiras em:

Avenida Afonso Costa: 2
Avenida Gago Coutinho: 1
Avenida de Madrid: 2
Avenida Óscar Monteiro Torres: 6
Avenida Padre Manuel da Nóbrega: 1
Avenida de Roma: 1
Avenida Sacadura Cabral: 1
Avenida São João de Deus: 2
Campo Pequeno: 1
Largo do Casal Vistoso: 1
Rua Abade Faria: 2
Rua Alves Redol: 2
Rua Alves Torgo: 1
Rua Augusto Gil: 1
Rua Augusto Machado: 1
Rua Barão de Sabrosa: 1
Rua Caetano Alberto: 2
Rua Casimiro Freire: 1
Rua Cervantes: 1
Rua Egas Moniz: 2
Rua José Acúrcio das Neves: 2
Rua José de Meneses: 1
Rua Presidente Wilson: 1
Rua Sarmento de Beires: 1
Rua Vítor Hugo: 2

Fotografias:
https://drive.google.com/open?id=1nRG3m1ILDriYlQBboknuSoRraq1w3VH9

Aguarda-se resposta dentro dos prazos prescritos pelo Código do Procedimento Administrativo

Propostas para a CML sobre respostas às “Ondas de Calor”

Porque as “ondas de calor” constituem perigo para a vida, subscreva.
Resultado directo das alterações climáticas e consideradas na carta de “Lisboa Verde 2020”, iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, solicita-se apoio para as medidas abaixo descritas com vista à instituição de um “sistemas de sombras”.
Em 2003, apenas dois fenómenos contribuíram com mais de 34.802 mortes prematuras, França (14.802) e Itália (+20.000).
À consideração da CML e Ministério do Ambiente:

  1. Instalação de reservatórios subterrâneos de águas pluviais: para lavagem urbana, rega, repuxos e aspersores. Sistemas que contribuem para a atenuação das temperaturas elevadas em espaço público através da humidificação do ar – recurso há muito presente em cidades do sul da Europa – Sevilha (Expo), Valeta, Atenas, e até no Campo Pequeno, “jogo de água”, entretanto abandonado por razão desconhecida.
  2. Introdução de espécies de árvores resilientes aos períodos de seca, incentivar o plantio através de convite à participação dos mais próximos usufrutuários, na garantia da defesa das daquelas e suas caldeiras, onde tantas vezes servem para depositar lixo, nomeadamente, nas artérias de maior actividade comercial. Estabelecer a continuidade arbórea/“corredores verdes”.
  3. Promover pérgolas com trepadeiras de baixo consumo de água e folha caduca, localizadas em arruamentos e jardins (ex. Avenidas, Jardim F. Pessa, Irmã Lúcia, laterais da Alameda): articulados com ilhas de bancos para estadia e descanso, estrategicamente, colocados à sombra nas horas de maior calor durante o verão.
  4. Instalação de estruturas com recurso a perfilados de alumínio ou outros materiais de baixa degradação e manutenção com lâminas posicionadas para deflectir a radiação solar por forma permitir sombras e reduzir o efeito provocado pelas “ilhas de calor”.
  5. Termómetros de rua em candeeiros com partilha das leituras para instituírem um sistema de alerta do calor em espaço urbano, em tempo real; aos quais se poderiam adicionar medidores da qualidade do ar (humidade, partículas leves, etc).
  6. Gestão de arvoredo em regime de cuidados partilhados, por residentes (regime de voluntariado ou contrato social): de momento, em curso na Xavier Cordeiro, Nunes Claro e Vítor Hugo. Os moradores das ruas são contactados porta-a-porta pela divisão de espaços verdes da CML e subscrevem um “contrato” em que assumem a manutenção de uma caldeira de árvore perto de sua residência, onde poderão plantar espécies de pequeno porte e dimensão, com formação e apoio da CML. Avaliar a possibilidade de apoio/patrocínio de entidades privadas, tipo, “Hortos do Campo Grande” ou outros fora do ramo, em troca de publicidade, “esta sombra tem o patrocínio da X”.
  7. Substituição dos limitadores e pilaretes por floreiras com espécies de baixo consumo de água, p.ex. tradicionais chorões, importantes para a atenuação térmica local, promovida sob o efeito evotranspiração (transporte de água das raízes para a folhagem), p.ex. Bº do Arco do Cego, onde a “floresta” de pilaretes deu lugar a floreiras, também na Almirante Reis ou Manuel da Maia.
  8. Transformar todas as zonas expectantes (p.ex. na Sarmento de Beires) em “plantação de transição” com plantio de baixo consumo (lúdico ou agrícola) com a possibilidade de transferências para outros locais em iguais condições, p.ex. floreiras “Arco do Cego”.
  9. Promoção de coberturas verdes para retenção das águas pluviais (humidificação do ar), oxigenação, atenuação térmica e ruído, absorção da radiação solar, redução do consumo energético, contribuição para a diversidade de vistas, tão características de Lisboa e valorização da propriedade, p.ex., em equipamentos inicialmente em edifícios camarários (começando p.ex. no Pavilhão do Casal Vistoso) ou como “muros verdes” favorecidos pelo declives da cidade. Considerar a aplicação da medida a edifícios existentes com recurso a fórmula de cálculo para avaliação dos custos/benefícios, casa a caso.
  10. Planear o plantio arbóreo para reduzir o efeito de massa térmica/libertação de calor em períodos nocturno, bermas das grandes vias, p.ex., Av. Gago Coutinho. Considerar um sistema de intensidade variável, através de sensor de movimento, para ajustar a iluminação de rua.
  11. Estudar a introdução de vegetação sobre as coberturas de pequenos equipamentos, p.ex., paragens de autocarro, introduzido pela Holanda, com espécies ajustada à pluviosidade.
    Algumas destas propostas tem por base a “Cool Neighborhoods, New York”,
    https://www1.nyc.gov/assets/orr/pdf/Cool_Neighborhoods_NYC_Report_FINAL.pdf

Subscrevem:

Nuno Dinis Cortiços
Paula Borges
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Manuel Jesus
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Maria Teresa Rodrigues
Stela Correia
Madalena Matambo Natividade
Zélia Pereira
Anabela Nunes
Ana Costa
Luisa Teresa
Maria Teresa Inglês Agostinho
Irene Coelho
Teresa Aroso
Duarte Amado
Alexandra Rg
José João Leiria-Ralha
Anabela Gouveia
Márcia Salgueiro
Fatima Lammar
Ana Judite Peres
Belicha Geraldes
Rui Martins
Manuel Amaral
Catarina Syder Fontinha
Maria Jerónimo Costa Zita
Maria Silva
Alberta Lopes
Francisco Pedroso
Anibal Santos
Maria Luísa Lanita
Lezíria Couchinho
Helena Amaral
Maria Adelaide Nogueira
Maria Joao Gouveia
Virginio António Briote
Maria Helena Sacadura Simoes
Maria Manuela Nobre
António Pires Sargento
Maria Cristina Lacerda
Eduardo Duarte Coelho
Pedro André
Rafael Pereira
Sandra Simas
Joana Santos Patrocinio
Jorge Zúniga Almeida Santo
Gonçalo Peres
Ana Azevedo
Rita Luis
Maria Duarte Silva
Sofia Correia
Leonilde Ferreira Viegas
Patricia Saldanha da Gama
Maria Yañez
Fátima Silva
Maria Da Conceição Abreu
Anita Patrício
Cristina Manuela Silva
Teresa Maria Braga Abecasis
Maria Da Conceiçao Batista
Margarida Caldeira da Silva
Ana Filipa Gonçalves
João Firmino
Antonio Sequeira
Selita Maria
Cristina Leal
Eva Monteiro
Paula Veiga
Rui Coimbra
Filipe Brandão
Sofia Pinheiro

“RUÍDO DOS AVIÕES DÁ CABO DOS NERVOS DOS RESIDENTES NO AREEIRO” [Olhares de Lisboa]

Repórter de serviço  29 Novembro, 2019  Área Metropolitana de LisboaAreeiroCidadania

O nível do ruído dos aviões sobre Lisboa «é quase quatro vezes mais do que o previsto na lei». Esta afirmação de Francisco Ferreira, da associação ambientalista Zero foi proferida durante um encontro promovido pela Associação de Vizinhos do Areeiro.Rui Martins, da Associação dos Vizinhos do Areeiro, que se encontra integrada na Associação de Vizinhos de Lisboa, afirmou ontem, durante um debate sobre o «ruído causado pelos aviões, na livraria Barata, que o «aumento do turismo causou um excesso do número de voos noturnos para o aeroporto da Portela», o que está a ter «um impacto direto na poluição sonora em Lisboa».

Apesar de considerar que o «turismo trouxe uma nova dinâmica económica à cidade», Rui Martins considera que se deveria apostar «num turismo mais sofisticado e não no low coast, que traz turistas que não trazem grandes receitas para a cidade».

Lamentando o facto de as pessoas já se terem «habituado ao ruído provocado pelos aviões», Rui Martins considera que «a lei que limitava os horários dos voos noturnos deveria voltar a ser aplicada, acabando-se o regime de exceção que foi criado aquando do Europeu de Futebol».

Recorde-se, conforme referiu Francisco Ferreira, que a Associação ambientalista Zero detetou durante a noite que o ruído causado pelos aviões ultrapassou o valor permitido em 11 decibéis, e o número de voos registados foi, durante este período, superior ao valor diário previsto.

A campanha “DECIBÉIS A MAIS, O INFERNO NOS CÉUS”, lembra, permitiu obter informação sobre o período noturno. O equipamento “devidamente homologado e certificado «detetou que o ruído previsto na lei foi ultrapassado em 11 decibéis (dB), “tendo sido registado um valor de 66,5 dB».

O ruído que chega dos céus estende-se às zonas próximas do Aeroporto de Lisboa, onde muitos se queixam de não conseguem dormir nem trabalhar. Alguns moradores chegam mesmo a tomar medicamentos para poderem descansar, revelou Rui Martins.

Os residentes queixam-se do ruído constante dos aviões que aterram e descolam do aeroporto Humberto Delgado.

Entre as 23h00 e as 7h00 da manhã, «o nível de poluição sonora provocado pelo movimento dos aviões que aterram e descolam do aeroporto da Portela revelou estar quatro vezes acima do previsto na lei», indica o dirigente da Zero, Francisco Ferreira.

As medições feitas pela associação ambientalista no Campo Grande, em Lisboa, indicam que, em vez dos 55 decibéis (dB) de ruído máximo permitido legalmente durante o período noturno, foi registado um valor médio de 66,5 dB, ou seja, mais 11dB. «Em escala logarítmica isto significa quatro vezes mais do que o permitido legalmente», reforça o engenheiro ambiental. Francisco Ferreira lembra também que o limite máximo de 26 movimentos no período entre as 24h00 e as 06h00 (incluído num regime de exceção criado desde 2004) também foi ultrapassado, já que se registaram 28 aterragens ou descolagens durante essas seis horas.

Francisco Ferreira faz questão de explicar que se tem de «alertar e sensibilizar» os cidadãos e as autoridades para o ruído dos aviões e o seu impacto na cidade de Lisboa, «numa altura em que o Governo português pretende ampliar de forma muito significativa a capacidade do Aeroporto Humberto Delgado».

Entretanto, continua por aprovar o “Plano de Ações de Redução de Ruído 2018-2023”, entregue pela ANA Aeroportos no ano passado e que aguarda a avaliação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Com base nos dados disponibilizados sobre a poluição sonora provocada pelas aterragens e descolagens do Aeroporto Humberto Delgado em 2016, a APA estimava que o ruído dos aviões acima da lei afetava mais de 57 mil residentes em Lisboa, durante a noite, o que representava mais do triplo face ao registado em 2011.

A autoridade ambiental chegou a esta conclusão com base nos mapas de ruído e no Plano de Ação 2013-2018 disponibilizados pela ANA Aeroportos. Estes indicavam que «o número de voos duplicou no período noturno com consequente acréscimo da área afetada», que passou “de cinco quilómetros quadrados para 13 quilómetros quadrados” em cinco anos. «Regra geral», explicaram então os técnicos da APA, este aumento «resulta da extensão em comprimento do campo sonoro gerado pelo sobrevoo das aeronaves ao longo das rotas de descolagem e aterragem e com menor expressão da extensão em largura desse campo sonoro». Estas rotas tinham alargado 1,7 quilómetros para Sul, abrangendo parte de Campo de Ourique até ao cemitério dos Prazeres; e 2,6 quilómetros para Norte, até ao Bairro das Maroitas, em Loures.

Entre 2016 e 2018 os movimentos totais no aeroporto de Lisboa cresceram perto de 17% (de 182.148 para 213.712 aterragens e descolagens). Sem revelar dados atualizados, a APA e a ANA admitiam, então, que o número de residentes afetados teria aumentado. Em 2018, a ANA registou uma média de 38 movimentos por hora e espera chegar aos 48 a partir de 2020. Ou seja, com a ampliação do aeroporto haverá um aumento de 26% de aviões a aterrar ou descolar na capital a cada 60 minutos.

A Zero exige que esta expansão seja submetida a avaliação de impacto ambiental e avançou com uma ação judicial para que isso seja feito no âmbito de uma avaliação ambiental estratégica que abranja o projeto de aeroporto no Montijo.”

https://olharesdelisboa.pt/ruido-dos-avioes-da-cabo-dos-nervos-dos-residentes-no-areeiro/

“E continua o velho problema do Portugal Novo” [Público]

“A municipalização do Bairro Portugal Novo arrasta-se já há muito tempo naquilo que, juridicamente é, basicamente, um pântano.16 de Novembro de 2019, 2:38Partilhar notícia

O Bairro Portugal Novo, situado na freguesia do Areeiro, não muito longe da Rotunda das Olaias é, provavelmente, único em todo o país. Com efeito, não deve haver mais exemplos de um bairro inteiro em que as casas, simplesmente, não têm dono e ninguém pode, quarenta anos depois da construção, exibir um único título de propriedade uma escritura e onde as ditas “puxadas” de água, luz e até gás e Internet são frequentes.

Construído na década de 1970 por uma cooperativa de habitação, falida na década seguinte, o bairro está sobre terrenos municipais mas com edificado que não pertence, de facto, a ninguém e que é habitado por mais de 1400 pessoas (ninguém conhece o número exacto) em 300 fogos, havendo ainda algumas dezenas habitados pelos cooperantes originais ou pelos seus herdeiros directos e tendo sido os restantes (a maioria) ocupados (mas nem todos habitados) de forma mais ou menos violenta desde meados da década de 1980 num processo que continua até aos dias de hoje e que esteva na origem do grande pico de violência, com tiroteio de casa a casa e de esquina a esquina de 2009. Recentemente e, desde Março de 2018, registou-se um grande agravamento da venda e consumo de drogas pesadas dentro do Bairro, havendo inúmeros relatos de consumidores injectando-se nos vãos de escadas, em carros abandonados, nos espaços verdes do novo Parque Urbano do Vale da Montanha, sob o viaduto do Metro das Olaias e, por vezes, mesmo em frente às crianças que vivem no bairro. Este aumento de venda e consumo alterou a ecologia humana das freguesias em redor através de um aumento nítido da população sem abrigo e toxicodependente que pernoita nos bairros em redor onde se praticam (Areeiro) alguns dos preços mais caros por metro quadrado de Lisboa com um aumento da mendicidade e dos chamados “furtos de ocasião” associados a este tipo de dependências: assaltos por quebra de montras, furtos de bicicletas e partes das mesmas e invasões de residências através de janelas e sótãos.

A agravar e a impedir a resolução deste imenso imbróglio existe uma dívida de mais de 10 milhões de euros por parte da antiga cooperativa que construiu o bairro ao Ministério das Finanças e que contribui para que a sua eventual municipalização (a única solução viável no curto prazo) se arraste já há muito tempo naquilo que, juridicamente é, basicamente, um pântano. Em meados de 2017, o núcleo Vizinhos do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa lançou uma petição apelando a essa municipalização que foi entregue na Assembleia Municipal e que está, ainda, a recolher assinaturas para o seu futuro envio à Assembleia da República que foi desencadeada por notícias recentes de ocupações de casas e onde, em Março de 2018, um idoso de 89 anos foi assassinado à faca num decurso de um processo obscuro mas que pode estar ligado a uma tentativa de ocupação da sua habitação. Urge assim resolver o problema da dívida da antiga cooperativa ao Tesouro (Ministério das Finanças) aproveitando o cruzamento de estar, hoje, na Câmara de Lisboa e no Governo, o mesmo partido político e de estar ter, em ambos os círculos de governação um apoio directo ou tácito dos mesmos partidos e começar, finalmente, este bloqueio. Recorde-se que os habitantes do bairro vivem em más condições, com um edificado que não cessa de se degradar e que não teve obras de manutenção desde meados da década de 1980 havendo, consequentemente, o perigo de um colapso estrutural a qualquer momento o qual tem sido agravado pelas muitas obras ilegais que, nas últimas décadas, foram realizadas e que, nos últimos meses, se parece ter intensificado o ritmo das ocupações de fracções, antigas lojas e “vendas de chaves”ou alugueres clandestinos a 300 euros mensais: tudo à margem da lei.

Urge resolver o problema da dívida a uma entidade que não existe desde a década de 1980 e será do interesse de todos que isto se resolva rapidamente. Os habitantes também ficaram desiludidos com o facto de o levantamento dos moradores e os arranjos urgentes aos edificado que se prometeram em campanha, em 2005, não ter sido posto em prática. O tema está na agenda da Câmara Municipal de Lisboa e faz parte do programa de Governo para a cidade. É importante que se resolva, finalmente, um problema com já tantos e tantos anos e que afecta tantas das famílias – moradores sem ligação ao tráfico e moradores dos bairros em redor – que aqui, praticamente no centro de Lisboa, habitam.”

Rui Martins (texto de opinião)

https://www.publico.pt/2019/11/16/local/opiniao/continua-velho-problema-portugal-novo-1893983

“MP não consegue identificar Geco, o graffiter que invadiu Lisboa. “Ultrajante”” [ZAP]

@CamaraLisboa / Twitter

Funcionário da Câmara de Lisboa limpa grafiti de Geco.

O Ministério Público (MP) arquivou uma queixa de uma associação de moradores de Lisboa contra o graffiter Geco, cujas pinturas e autocolantes se podem ver por toda a cidade. Não se consegue identificar o artista e os moradores falam num “sentimento de impunidade”.

A Associação Vizinhos em Lisboa apresentou uma acção judicial contra Geco em Outubro de 2018, após uma entrevista do graffiter a um jornal onde se apresentava como um italiano de 27 anos que tinha como “objectivo” ser “visto e conhecido por toda a gente”.

“Quero atrair a atenção de todos e provocar um sentimento de amor ou ódio. Só não quero passar despercebido”, dizia Geco, como cita o Público, salientando que em Lisboa pode “pintar durante o dia”, algo impensável em Roma, de onde será natural, porque os polícias portugueses “são mais permissivos”.

A identidade real de Geco não é conhecida, mas os seus grafites encontram-se em vários locais de Lisboa, em pinturas murais e em autocolantes, tanto em edifícios como em sinais de trânsito e viadutos.

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Shifter@SHIFTERpt

Geco está por toda a parte e ninguém sabe quem ele é. O Corvo foi conhecer este ‘bomber‘ que nos últimos anos invadiu a cidade de Lisboa. https://shifter.sapo.pt/2018/08/geco-tags-graffitis-lisboa/ …

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622:25 – 29 de ago de 2018Informações e privacidade no Twitter AdsVeja outros Tweets de Shifter

A Associação de moradores queixa-se de que há “um sentimento de impunidade”, considerando que é preciso “começar a agir, de forma sistemática e consequente contra estes indivíduos que infestam a nossa cidade de lixo gráfico”, como cita o Público.

Apesar desta posição, a queixa apresentada foi arquivada pelo MP na semana passada, com o argumento de que “das diligências realizadas”, “não foi possível obter indícios suficientes de quem foram os agentes do crime denunciado, uma vez que ninguém presenciou a sua prática”.

O arquivamento decretado pelo Tribunal da Relação obriga também a Associação a pagar custas judiciais de 408 euros, algo que a Associação considera “ultrajante”, como refere ao Público um dos seus dirigentes, Rui Martins.

“Com esta discutível decisão da Relação, o Estado (o poder judicial é um dos três pilares do Estado de direito) decidiu punir um grupo de cidadãos que fizeram o papel que competia ao Estado (através do sistema de Justiça e dos seus órgãos de polícia e investigação) e que este deveria ter já assumido, de forma decidida e efectiva”, lamenta a Associação numa nota citada pelo referido diário.

A Associação vai recorrer do pagamento das custas judiciais e promete continuar a lutar contra os grafites na capital, lembrando que a autarquia gasta milhares de euros em limpezas para os remover.

Lisboa@CamaraLisboa

👋

Bye bye Geco
Hoje, na Costa do Castelo.#Lisboa #LisboamaisLimpa

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4018:40 – 7 de fev de 2019Informações e privacidade no Twitter AdsVeja outros Tweets de Lisboa

ZAP //

https://zap.aeiou.pt/mp-nao-consegue-identificar-graffiter-invadiu-lisboa-ultrajante-queixam-moradores-289995