Estacionamentos Mobilidade Suave

Os subscritores sugerem à Câmara Municipal de Lisboa que desenvolva mecanismos junto das empresas de meios de mobilidade suave, nomeadamente de aluguer de Bicicletas e Trotinetes, de forma a não permitir o seu estacionamento fora de locais previamente designados para o efeito.A actual falta de ordenação permite que bicicletas e trotinetes sejam largadas em qualquer lugar, criando um embaraço notório à circulação pedonal.É possível georreferenciar os locais já existentes para parquear e de seguida marcar no mapa das aplicações as zonas onde seria permitido terminar viagens (1), sendo os actuais níveis de precisão do sistema GPS adequados a esta necessidade. Criar penalização para os utilizadores que deixassem fora das zonas autorizadas, como aliás já acontece numa parte de Lisboa num desses operadores.Este bloqueio de zonas deveria ser progressivo, acompanhando as renovações nos arruamentos que estão a acontecer, e a instalação de novos locais para estacionamento de bicicletas e trotinetes. Foi realizado um levantamento, que acompanha esta subscrição, de lugares existentes e de possíveis novas localizações, tendo tido o cuidado de evitar a supressão de estacionamento automóvel sem prejudicar o trânsito pedonal (2).Nota 1: “the government commits to broadcasting the GPS signal in space with a global average user range error (URE) of ≤7.8 m (25.6 ft.), with 95% probability. Actual performance exceeds the specification. On May 11, 2016, the global average URE was ≤0.715 m (2.3 ft.), 95% of the time.”https://www.gps.gov/systems/gps/performance/accuracy/Nota 2: https://drive.google.com/open?id=1DoM76KY4BVEFLAYg5a99vcQtzO5KQiu4&usp=sharing 

Subscrevem:
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Ilda Cruz
Ana Benavente
Anabela Nunes
Ana Costa
Maria De Lurdes Canto
Leandro Sanches
Margarida Moreira
Irene Coelho
Alexandra Maia Mendonça
José Vieira Mesquita
Fátima Mayor
Ana Sampedro
Rui Martins
Maria Jerónimo Costa Zita
Isabel O. Sousa
Lezíria Couchinho
Isabel Noya Oliva
Isabel Correia
Maria Adelaide Nogueira
Maria Jesus Pereira Gambino
Maria Claro Ribeiro
Maria Ferreira Pires
Beta Marinheiro
Paulo Assunção
Margarida Pouseiro
Jorge Fernandes
Maria De Lurdes Machado
Helena Passaporte
Andreia Leiria
Pedro André
Teresa Raposo
Carlos Cunha
Cristina Inacio
Joana Santos Patrocinio
Isabel Tomás
Pedro Reis
Alexandra Costa
Leonilde Ferreira Viegas
Belicha ViVi Geraldes
Marta Moreira
Mário Rui André
Manuela Paixão
Teresa Silva
Antonieta Soares Ribeiro
Gonçalo Pousão
Diogo Bello
Antonio Sequeira
Gustavo Hernández
Duarte Albuquerque

Pedido à CML de remoção de quiosque abandonado junto ao nº 9 da Av de Roma

Junto ao nº 9 da Av de Roma existe um quiosque que está encerrado há vários anos (desde 2009: ou seja desde há mais de 10 anos): este quiosque, abandonado, está associado à situações de insegurança, havendo relatos de assaltos a idosos que saem dos CTT com as suas reformas e indicações de assaltos frequentes à máquina de venda de selos.
Os subscritores (comerciantes e moradores) pedem assim à CML que reavalie a necessidade da existência deste quiosque fechado, neste local, e que considere a sua remoção (recordamos que, bem perto, existe outro, frente ao 10, outro junto ao 10, um novo que a Junta de Freguesia vai abrir em breve no muro do IST, e outro, ainda frente ao Supera e outro frente ao 16 além de duas livrarias, tudo num raio de 100 metros!

Subscrevem:
Jorge Oliveira
Rodolfo Franco
Cláudia Casquilho
Gabriel Osório de Barros
Nuno Dinis Cortiços
Elvina Maria Reis Rosa
Nuno Miguel Cabeçadas
Pedro Tito de Morais
Ana Benavente
Anabela Nunes
Elisabete Carvalho
Ana Costa
Ana Coelho
Antonio Viegas
Luisa Castro Correia
Sofia Carvalho Coelho
Gabriela Lago
Mariana Tavares
Zélia Pereira
Maria De Lurdes Canto
Pedro Gaurim Fernandes
Jacinto Manuel Apostolo
Luisa Teresa
Márcia Salgueiro
Bruno Beja Fonseca
Filipa Ramalho Rickens
Irene Coelho
Fernando Anjos
Carla Caló
José Vieira Mesquita
Manuel Jesus
Dulce Amaral
Maria Estima
Denise Mendes
Ana Sampedro
Rita Costa
João Silva
Fernando Barroso de Moura
Zé Pedro Leitão
José Pedro S. Carvalho
Filipe Guedes Ramos
Luís Franco
Maria Mar
Lilia Morais
Patrícia Garcia
Sílvio Bairradas Rodrigues
Maria Jerónimo Costa Zita
Fatima De Andrada Pinto
Maria Teresa Martins
Eduardo Júlio
Stela Correia
Marta Nogueira
Jaime Amores
Rute Rodrigues
Jaime Correia Rêgo
Paula Mendes
Luis Monteiro
Anabela Gouveia
Cristina Azambuja
Cristina Milagre
Conceicao Fonseca
Maria João Trindade
Cristina Dimas
Maria Luísa Lanita
Lezíria Couchinho
Isabel Noya Oliva
Rui Oliveira
Elisabete Henriques
Ana Sofia Matias
Margarida Seguro
Maria Adelaide Nogueira
Rita Santos Vieira
Maria Jesus Pereira Gambino
Francisco Dias
Zita Rosado Costa
Lurdes Farrusco
Antonio Martins
Francisco Morgado
Maria José Moura
Beta Marinheiro
Joana Isabel
Rita Moura
Nuno Vieira
Marta Ferreira
Teresa Lourenco
António Carlos Teixeira Duarte
Luis Cunha
Maria Manuela Nobre
Eugenia Maria Sobreiro
Isabel Costa
Catarina Coelho
Bruno Tendeiro
Ricardo Castro
Mafalda Oeber
José Rocha
Paula Cardoso
Paulo Silva
Isabel Mendes
Paula Ferreira
Luís Rodrigues
Pedro André
Carlos Santos
Tiago Neves
Teresa Raposo
Pedro Morgado
José Maia de Loureiro
Joana Cardoso
Ana Cardão
Cristina Casaleiro
Sara Gonçalves Caria
Hugo Bastardo
Maria Luisa Ferreira
Cristina Inacio
Paula Monteiro
Susana Martins
Maria J. Ferrão
Joana Santos Patrocinio
Salsinha Ricardo
Sandra Jacob
Maria Concepcion
Lucilia Guimaraes
Ceu Ventura
Teresa Castro Correia
Teresa Braamcamp Mancellos
Ana Cardoso Santos
Maria Feliz Amorim Silvestre
Maria Duarte Silva
Cristina Tomás
Vera Roquette
Alexandra Costa
Dinis Campos Ferreira
Leonilde Ferreira Viegas
Maria Regina Caldeira
Cláudia Piconarte
Carmen Domingues
Tiago Miranda
José Biu
Patricia Saldanha da Gama
Belicha ViVi Geraldes
Antonieta Moëllon
Maria Delfina Vasconcelos
Joao Pina Cardoso
Patrícia Matos Palma
Joana Viana Lopes
Marta Moreira
Fernando Mora de Oliveira
Manuela Paixão
Filomena Figueiredo
Manuel Barata Simões
Tiago Neves
Ana Sofia Lobato
Gonçalo Vitorino
Daniel Portugal
Rita Lemos
Inês Martinho
Zoka Saragoça
Maria Vitória Lopes
Teresa Maria Braga Abecasis
Jorge Esteves da Silva
Sofia Pereira
Isabel Teixeira
Ana Sofia Mendes
Luís Barros
Gonçalo Pousão
Francisco Lopes da Fonseca
Teresa Sarmento
Pedro Paulouro
Rita Dias Costa
Mafalda Costa Macedo
João Firmino
Vanessa Correia Marques
Nathalie Chatelain Antunes-Ferreira
Antonio Sequeira
Francisca Villas
Sofia Silva
Rita Pato
Selita Maria
Cissa Luisa Nazareth
Liliana Navarra
Marta Filipe
Catarina Casquilho Dias
Andrea Guimarães
Emanuel Genovevo Costa
Angela Veiga
Rosário Belmar da Costa
Helder Miranda
Paula Cristina Santos
Ivo Castro
Pedro Santos
Ines Pintado Maury
(assim como 7 lojas em redor devidamente identificadas e certificadas)

Intervenção da CML na Alameda, aumento de vigilância e de meios para a PSP Lisboa

1. Tendo em conta o agravamento das situações de ruído e perturbação da ordem pública que começam a ser frequentes na zona superior da Alameda Afonso Henriques, os subscritores apelam à CML que instale junto a esta ventilação do Metropolitano de Lisboa o mesmo tipo de sistema que colocou nos muros do Jardim do Arco do Cego e que dissuade a presença e consumo de álcool e substâncias neste local, com grave perturbação para os moradores que vivem nos prédios fronteiros.

2. Apelamos ainda a um reforço da vigilância policial nos períodos nocturnos, designadamente neste local e, de forma relacionada, a um aumento dos efectivos da PSP em Lisboa (pedimos que a CML pressione o MAI nesse sentido) por forma a libertar os recursos necessários para esse tipo de reforço.

Recordamos ainda que a intensificação recente deste fenómeno parece estar associada ao aumento de eventos neste local da Alameda conforme nossa petição entregue à AML:

Os subscritores defendem este reforço para que não se instale a ideia de que os jardins em áreas residenciais se vão progressivamente tornando em focos de problemas de ruído, convivência malsã, produção descontrolada de resíduos e locais de consumos regulares de substâncias e álcool.

à CML e à Assembleia da República:

3. Segundo tem vindo a público, os meios humanos da PSP têm sido severamente desfalcados ao longo dos últimos anos, quer pela passagem para a Polícia Municipal, quer por saídas por motivo de aposentação. Um estudo realizado em 2015 indicava a necessidade de renovar 800 profissionais até 2020, mas apenas 400 agentes deverão entrar ao serviço. Com o fim do sistema de reforma por quotas a partir de 2020, os agentes com mais de 55 anos terão que entrar automaticamente em pré-reforma e os com mais de 60 entrarão em regime obrigatório de reforma, deixando a PSP, em Lisboa, ainda mais desfalcada do que hoje se encontra (algumas esquadras têm menos de metade do pessoal de há dez anos).

Os subscritores apelam assim aos deputados da Assembleia da República que tomem as medidas necessárias para compelir o Governo a agir, por forma a suprir esta incompreensível falta de meios humanos no comando distrital de Lisboa da PSP.

Subscrevem:
Jorge Oliveira
Cláudia Casquilho
Nuno Dinis Cortiços
Ilda Cruz
Stela Correia
Teresa Raposo
Nuno Miguel Cabeçadas
Pedro Pinto
Anabela Nunes
Gabriela Lago
Pedro Gaurim Fernandes
Luisa Castro Correia
Ana Cardoso Santos
Cristina Azambuja
Gabriel Osório de Barros
Carlos Matias
Manuel Jesus
Bruno Beja Fonseca
Carla Caló
Fernando Anjos
José Vieira Mesquita
Mariana Bettencourt
Anabela Gouveia
Clara Ribeiro
Fernanda Maria Gouveia
Maria João Gracio
Rui Martins
Maria Mar
Filipa Macedo
Eduardo Júlio
Albertina Cruz
Maria Teixeira
Lezíria Couchinho
Isabel Noya Oliva
Rui Fragoso
Isabel Correia
Miguel André
Maria Adelaide Nogueira
Maria Jesus Pereira Gambino
Maria Claro Ribeiro
Maria Gaspar
Francisco Morgado
Ana Martins Rodrigues
Carmen Padrão
Conceicao Vasconcelos
Paulo Fonseca
Victor M Almeida
Susana Duarte Queiroz
Teresa Lourenco
Eugenia Maria Sobreiro
Margarida Coimbra
Maria Godinho
Pedro André
Rosário Martins
Pedro Morgado
José Maia de Loureiro
Joana Santos Patrocinio
Ana Canha
Lucilia Guimaraes
Teresa Castro Correia
Ana Paiva
Rita Luis
Maria Ofélia Rodrigues
José Pedro S. Carvalho
Marta Cabral Morgado
Leonilde Ferreira Viegas
Tiago Miranda
Belicha ViVi Geraldes
Patrícia Matos Palma
Jorge Almeida
Patricia Roby Gonçalves
Manuela Bastos
Fernando De Sousa Ferreira
Margarida Caldeira da Silva
Gonçalo Pousão
Francisco Lopes da Fonseca
Teresa Sarmento
Filipe Ruivo
Vanessa Correia Marques
Antonio Sequeira
Vanessa Santos
Selita Maria
Andrea Guimarães
Catarina Feijó Rodrigues
Nuno Saraiva Rego
Diogo Magalhães Santos
Lourenço Sousa Botelho
Raquel Vieira
João Paulo Marto Pereira

Proposta à CML para que avalie a criação de um sistema idêntico ao “Citypoints” de Cascais que permite que os cidadãos acumulem “pontos ao realizar acções predefinidas e trocar os pontos por vales de produtos ou serviços oferecidos pelos parceiros locais

Os Vizinhos do Areeiro propõem à CML que avalie a criação de um sistema idêntico ao “Citypoints” de Cascais que permite que os cidadãos acumulem “pontos ao realizar acções predefinidas e trocar os pontos por vales de produtos ou serviços oferecidos pelos parceiros locais que adiram à CITYPOINTS.

Como se ganham pontos? A listagem de ações a valorizar e de vales disponíveis são apresentadas na APP e são regularmente atualizadas. Neste momento pode ganhar pontos, por exemplo:

– Ao fazer dádivas de sangue

– Ao adotar um animal

– Pela utilização de transportes públicos

– Em ações de voluntariado

– Através da troca de livros escolares

– …

O que valem as ações de cidadania? Recompensam-se ações nas áreas do meio ambiente, cidadania, responsabilidade social e mobilidade sustentável. Por exemplo, podem trocar-se os pontos por:

– Produtos Biológicos à venda na Quinta do Pisão

– Aquisição do Passe de transporte Mobi

– Bilhetes para concertos e espetáculos

– Entradas em equipamentos culturais

– Atividades de natureza em diversos locais

– …

À medida que novos parceiros integrem à CITYPOINTS CASCAIS, outros produtos e serviços ficarão disponíveis.

Cascais é o 1º concelho a utilizar a aplicação, mas pretende-se que outros municípios venham a aderir ao sistema, o que permitirá potenciar sinergias e alargar a rede de oportunidades para os cidadãos.

Desenvolvida pela CMC em parceria com a empresa InnoWave Technologies, a APP está já disponível em versão Android e IOS”

Ao que somamos a obtenção de pontos através das métodos que já funcionavam na App da CML “Sharing Lisboa” que atribuia pontos a vários pontos desde questionários sobre poupança de água e energia, consumos energéticos e quantidade de metros consumidos andando a pé na cidade de Lisboa.

A aplicação CityPoints, desenvolvida pela Câmara Municipal de Cascais, foi a vencedora do World Summitt Awards (WSA), o órgão da ONU para as questões da sociedade de informação


Subscrevem:

Rodolfo Franco
Nuno Dinis Cortiços
Ilda Cruz
Elvina Maria Reis Rosa
Stela Correia
Teresa Raposo
Anabela Nunes
Teresa Aroso
Ana Costa
Gabriela Lago
Gabriel Osório de Barros
Anabela Gouveia
Rui Martins
Isabel Kullberg
Cristina Milagre
Isabel O. Sousa
Isabel Correia
Maria Jesus Pereira Gambino
Maria Manuela Nobre
Sonia Ferrer
Maria Mira
Pedro André
Rafael Pereira
Rui Dias
Maria Ofélia Rodrigues
Maria Duarte Silva
Miguel Peixoto
João Manuel Cameira
Ana Cristina Martins
Patrícia Matos Palma
Fernando Barroso de Moura
Vanessa Correia Marques

Participação dos Vizinhos do Areeiro à Consulta Pública ao “PLANO MUNICIPAL PARA A PESSOA EM SITUAÇÃO DE SEM ABRIGO 2019|2021”

Participação dos Vizinhos do Areeiro à Consulta Pública ao
“PLANO MUNICIPAL PARA A PESSOA EM SITUAÇÃO DE SEM ABRIGO 2019|2021”
“A Câmara de Lisboa informa que se encontra em discussão publica, a partir de 25 de julho de 2019, e por um período de 30 dias, o Projeto do Plano Municipal para a Pessoa em situação de Sem-Abrigo (PMPSA) – 2019/2021.
Anúncio n.º 4/2019

1 “Medir e monitorizar o fenómeno de Pessoas em Situação Sem-Abrigo (doravante designado por PSSA) nos Estados Membros e ao nível europeu.”

> Criar um mecanismo de contagem mensal de PSSA neste local, distribuídos por freguesia e, dentro dela, por Bairro, e observar (e reagir) a flutuações com rapidez. Agregar o esforço e presença das associações de moradores nesse acompanhamento e Associações de Solidariedade Social.

2 “pelo estabelecimento de centros de serviços para Sem-Abrigo”

> Aumentar, o número e a oferta de camas dos Albergues actualmente em funcionamento e implantando-os em freguesias e zonas onde estes actualmente não existem,

3 “desenvolvimento de programas de reintegração de orientação individual”

> Criar mecanismos de apoio logístico, formação e acompanhamento de PSSA; criação de programas de integração social como orientação para o auto-emprego e orientação para a ocupação social; Estes programas devem ser orientadas às PSSA que se comprometam a pernoitar nos albergues;

4 “apoio à transição de Pessoas em Situação de Sem Abrigo de albergues para habitações independentes ou apoiadas, fornecendo kits que contenham bens essenciais à dotação de uma casa”

> Desenvolver programas de co-housing como os propostos em http://vizinhosdoareeiro.org/proposta-para-cohousing-senio…/

5 “A perceção de um fluxo sazonal, provavelmente potenciado pelo turismo, com a afluência de jovens adultos, durante os fins-de-semana e no período de verão”

> Actualmente as embaixadas (mesmo as dos países que compõem a UE) recusam acompanhar e seguir os seus cidadãos que estão na condição de Sem Abrigo. Realizar um levantamento destes cidadãos (como os citados em https://www.noticiasaominuto.com/…/turistas-agridem-casal-e…) e realizar reuniões de acompanhamento com as embaixadas destes países por forma a que existam conhecimento destas situações assim como da sua evolução.

6 “a equipa Técnica de Acompanhamento e Gestão dos Cacifos”

> Multiplicar a instalação deste tipo de equipamentos pelos locais da cidade mais frequentados e procurados por PSSA; A sua utilização poderá ser estendida a outros cidadãos nomeadamente através de uma aplicação para telemóvel ou do envio (gratuito) de um SMS.

7 “reorganização da distribuição alimentar”

> A CML deve promover, em parceria com a Refood, o lançamento de núcleos em todas as freguesias de Lisboa acautelando a existência ou disponibilização de locais onde possam funcionar os seus centros logísticos.

8 “Quiosque de Saúde – Resposta que funciona como um pequeno “consultório” com profissionais e voluntários nas áreas da medicina, enfermagem e outros.”

> Nas freguesias onde estes não operam aproveitar as “clínicas da Junta” (como a que funciona no Areeiro e utilizá-las nesse contexto tirando assim mais rentabilidade dessas estruturas de Saúde que já existem, funcionam e são suportadas por fundos públicos.

9 Identificar e encaminhar PSSA com problemas de saúde mental relevante para programas de apoio social e mental específicos;

10 Todos os programas visam como objectivo último a integração social da PSSA.

http://www.cm-lisboa.pt/…/fiche…/Projeto_PMPSA_2019_2021.pdf

11 A CML deve, gradualmente, começar a internalizar os serviços de apoio a Sem Abrigo que hoje operam em entidades externas e manter, no portal de dados abertos, todas as métricas relevantes (cidadãos apoiados, instituições apoiadas, apoios por pessoa e organização, etc)

12 A este propósito recordamos: 

“Os Subscritores da presente mensagem sugerem à Junta de Freguesia do Areeiro que, em parceria com a CML:

1. Avalie a criação de um projecto de “Cohousing senior”. Note-se que, hoje em dia, 8% da população da Dinamarca vive em cohousing. No Reino Unido existem atualmente 21 cohousing estabelecidos, na Suécia 47 e 127 apenas na cidade de Berlim. Em Espanha, o primeiro projecto de habitação colaborativa surgiu em 2007. Hoje em dia, existem à volta de 40 projetos em desenvolvimento. Recordamos que a freguesia do Areeiro é uma das freguesias de Lisboa com mais população senior (para saber mais: http://www.hacora.org)

2. Que neste projecto de CoHousing incorpore uma “República de Sem Abrigo” (como a que existe em Arroios desde 2016) e que em parceria com associações especializadas crie aqui um espaço de integração para cidadãos Sem Abrigo em que os utentes terão de fazer face às despesas fixas inerentes (água, luz, telefone, TV e limpeza), ficando a renda a cargo da Junta e a alimentação a cargo das entidades parceiras assim como todo o trabalho de acompanhamento do projecto.”
http://vizinhosdoareeiro.org/proposta-para-cohousing-senior-e-para-uma-republica-sem-abrigo/

Propostas à CML e JFA: “Não devia ser um problema, mas se temos um cão, ele come, ele defeca e urina e temos que limpar”

Não devia ser um problema, mas se temos um cão, ele come, ele defeca e urina e temos que limpar.

Não o fazer é ser anti-social, aumenta o trabalho e custo dos serviços de limpeza e espalha doenças (como a toxicaríase).

Nem todos os tutores têm este comportamento e, em Lisboa, tal como no resto do mundo, esta é uma das maiores fontes de protesto a respeito da higiene urbana.

Assim sendo os Subscritores propõe à CML e JFA:

1. Mais dispensadores com mais sacos (ou obrigatoriedade de andar sempre com 2 sacos, quando se circule com um animal)

2. Mais sinalética e reforço da actual

3. marcar cada dejecto canino com uma seta indicando (“Aqui esteve um dono irresponsável”): a ser feito pelos serviços de limpeza da Junta, assinar com um spray cor-de-rosa biodegradável (como está a ser feito em algumas cidades do Reino Unido como West Dunbartonshire e Boston Lincolnshire) e com uma tinta que se dissolve com a água.

4. Em New Taipei City (Taiwan) existe uma lotaria em que por cada saco com dejectos caninos entregue a funcionário da limpeza urbana é entregue um bilhete de lotaria (num ano foram entregues 14500 sacos de 4000 pessoas com uma redução de 50% no total deste tipo de lixo urbano).

5. Realizar acções de vigilância e sensibilização com a Polícia Municipal depois da hora de jantar e pela manhã para sensibilizar a população e, numa fase inicial e posteriormente, aplicar multas.

6. Aumentar as multas contra este tipo de comportamentos menos cívicos

7. Publicar regularmente a quantidade e o valor de multas (e os respectivos níveis de reincidência)

8. A Junta de Freguesia – através dos seus serviços de limpeza urbana e contando os marcadores em 3 – deve manter um mapa das ruas, logradouros e jardins, por intensidade de cor, onde a situação é mais grave e recorrente.

Subscrevem:


Rui Pedro Martins

Luis Castro

Jorge Oliveira

Cláudia Casquilho

Pedro Tito de Morais

Elvina Maria Reis Rosa

Stela Correia

Ana Benavente

Ana Costa

Zélia Pereira

Gabriela Lago

Ana Coelho

Jorge Santos Silva

Francisco Tellechea

Emilio Santos Pinto

Cristina Azambuja

Irene Coelho

Maria Teresa Rodrigues

Carla Caló

Fernando Anjos

Luis Pina Amaro

Mariana Tavares

Clara Ribeiro

Sofia Pinheiro

Carlos Augusto

Anabela Lages

Maria Mar

Maria Ana Neves

Zita Rosado Costa

Carmen Padrão

Lidia Monteiro

Joana Isabel

Tiago Medroa

Maria Manuela Nobre

Nuno Henriques

Pedro Dias

Pedro André

Joana Ribeiro

Diogo Mendonça

Pedro Morgado

José Maia de Loureiro

Susana Maria

Ana Paiva

Luís Lopes

João A. R. Sovelas

Maria Feliz Amorim Silvestre

Bruna Correa

Ana Cristina Martins

Nuno Ferreira

Belicha Geraldes

Leonor Santa Bárbara

Maria Delfina Vasconcelos

Patrícia Matos Palma

Fernando Barroso de Moura

Maria Da Conceiçao Batista

Eva Falcão

Teresa Cunha E Silva

Francisco Lopes da Fonseca

Porfírio Sampaio

Pedro Paulo Louro

Mafalda Costa Macedo

Vanessa Correia Marques

Carolina Costa

Tânia Matos

Nuno Carvalho

João Santiago

Nathalie Dos Santos Antunes

Emanuel Genovevo Costa

Patricia Ramalho

Lourenço Sousa Botelho

Raquel Vieira

Frederico Batista


Resposta da CML de 16.02.2020
“O Gabinete do Vereador Miguel Gaspar está, conjuntamente, com o Gabinete do Vereador Carlos Castro a preparar ações de sensibilização conjunta com a freguesia, Casa dos Animais e Polícia Municipal.”

“Caravelas vão voltar às torres do areeiro” [Sol]

Desapareceram no topo das torres da praça que tem hoje o nome de Sá Carneiro ainda nos idos anos 70 do século passado. E nunca mais ninguém soube do seu paradeiro. Passados 50 anos, as naus vão voltar a pontificar nos telhados das torres do Areeiro, como na sua origem. 

Beatriz Dias Coelho

Quem passe na Praça Francisco Sá Carneiro, em Lisboa, de carro, transportes ou em passo apressado, dificilmente repara que as simbólicas torres localizadas nos números 247 e 260 da Avenida Almirante Reis não têm as caravelas que originalmente as adornavam no topo. Mas quem mora na freguesia não as esquece e, agora, graças à ação de um grupo de moradores, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) prepara-se para devolvê-las àquela praça, também conhecida como Areeiro.

Foi em 2016 que o grupo Vizinhos do Areeiro procurou, pela primeira vez, esclarecimentos junto da CML. Sem resposta, insistiram. 

Só este ano, contudo, é que a autarquia pareceu dedicar-se a sério ao assunto. No dia 28 de março, o gabinete de Urbanismo da autarquia, presidido pelo arquiteto Manuel Salgado, encaminhou ao grupo de moradores uma resposta, remetendo uma carta dirigida pela autarquia à administração do condomínio da torre do número 247 dez dias antes, em 18 de março. «Tendo constatado há já algum tempo o desaparecimento da Caravela (Nau) anteriormente colocada no topo da torre do vosso imóvel, e sendo que nas peças desenhadas dos processos anteriormente licenciados ele figurava, pretendemos saber qual o motivo da sua retirada e quando será possível a sua reposição», lia-se na carta. 

Entretanto, em 30 de abril, o Centro de Atendimento ao Munícipe remeteu aos interessados uma carta na qual o vereador Manuel Salgado determinava «a realização dos trabalhos necessários para a reposição dos elementos removidos da fachada dos prédios da Praça Francisco Sá Carneiro, conjunto arquitetónico classificado» e impondo que a construção das ditas caravelas seja feita em ferro forjado.

Carta aberta à procura das caravelas

Mas quando é que os moradores da freguesia deram pela falta das caravelas? Ao SOL, Rui Martins, fundador do núcleo Vizinhos do Areeiro – que pertence à associação Vizinhos de Lisboa -, recorda que «foi em 2016, quando um morador chamou a atenção para a ausência das caravelas». Rui Martins nunca se tinha apercebido, mas consultou algumas fotografias que confirmaram o alerta do morador. 

Foi então que, na altura, decidiram colocar «nas portas dos condomínios onde estariam as caravelas uma carta aberta, questionando sobre a localização das mesmas e o porquê de não serem repostas», conta.

Sem feedback, decidiram então recorrer à autarquia, que agora «intimou os proprietários  a recolocarem as caravelas de acordo com o projeto», explica Rui Martins. Inicialmente, continua, «a autarquia não encontrou o projeto no seu arquivo, mas no arquivo do arquiteto na Fundação Calouste Gulbenkian conseguiram encontraram uma cópia, na qual são visíveis as caravelas, e enviaram para os proprietários, perguntando porque é que o projeto não estava a ser cumprido», como mostra a primeira comunicação enviada pela CML aos Vizinhos do Areeiro. «É um conjunto arquitetónico classificado e é obrigatório manter o projeto», defende o morador.

Em resposta, recorda Rui Martins, «um dos proprietários justificou que parte da caravela tinha caído, estava danificada e tinha guardado a outra parte. O proprietário do outro prédio não respondeu. Suspeitamos que, ao ver a outra torre sem caravela, o proprietário optou por removê-la».

Um desaparecimento  por explicar

Prometida a recolocação das caravelas, um dos maiores mistérios desta história continua por explicar: quando terá tudo acontecido? «Há fotografias que se encontram no Arquivo Municipal de Lisboa que mostram as caravelas no topo – são da década de 40 e 50, quando a praça ainda tinha o escudo de Portugal com as quinas ao centro. Depois, há uma fotografia a cores que parece da década de 70, antes da Revolução, em que os edifícios ainda têm as caravelas», elucida Rui Martins. «Os moradores daqui, aliás, lembram-se de ver as caravelas na década de 70, mas depois desapareceram: há fotografias da década de 80 em que já não se veem caravelas. Algures nessa década terão desaparecido», suspeita.

Apesar da dúvida, o morador aplaude o desfecho, defendendo  valor da praça: «A praça do Areeiro representa o apogeu do plano de construção de Alvalade e do Areeiro. Insere-se numa zona de construção de excelência – é uma das melhores zonas de construção urbanística integrada de Lisboa, além da Expo, que é muitíssimo mais recente».

Um história de décadas

A Praça Francisco Sá Carneiro não se chamou sempre assim. 

Foi inicialmente batizada de Praça do Areeiro e a sua construção foi aprovada a 30 de dezembro de 1943. À data, Duarte Pacheco era ministro das Obras Públicas e Comunicações, cargo que acumulava também com a presidência da CML. Entre outras, o Bairro do Areeiro foi uma das zonas da cidade que foi planeada durante a tutela de Duarte Pacheco, empenhado na missão de expandir a cidade, que o eternizou além da sua morte.

O bairro foi planeado pelo arquiteto e urbanista João Faria Costa, mas as torres da Praça do Areeiro – cujo conjunto é, hoje, apontado como uma das construções exemplificativas do Português Suave, estilo arquitetónico que marcou o Estado Novo –  ficaram a cargo do arquiteto Luís Cristino da Silva, «por se quererem particularmente emblemáticas», recorda a exposição da CML na carta enviada em 30 de abril aos Vizinhos do Areeiro .

O arquiteto desenvolveu um anteprojeto entre 1941 e 1943, mas «o projeto de execução foi finalizado em 1949», tendo a construção do conjunto ficado concluída apenas «em 1955, depois de definido o desenho final da torre central entre 1951 e 1952».

No topo dos torreões, que tinham inspiração medieval, o autor colocou então um dos símbolos da cidade – a nau -, não apenas como elemento decorativo mas com um objetivo prático: servir de cata-vento, indicando a direção do vento, no alto, à vista de todos.

Caravelas desaparecidas, mas não só…

No geral, o património arquitetónico da freguesia «tem sido bem tratado», mas a praça nem por isso, o que tem levado os moradores a reclamar de diversas situações. O que é lamentável, na visão de Rui Martins, porque «a praça é tão simbólica que é o logótipo da Junta de Freguesia do Areeiro: um círculo com cinco vias», referentes às cinco estradas que partem da praça, explica ao SOL. «É uma praça que tem sido abandonada», continua. Um dos problemas é «o estado do piso, que não está adequado», começa por dizer Rui Martins. Mas não só: «Temos dois cais do Metro que estão fechados desde 2008, as obras vão a meio. Onze anos depois, garantem-nos que a obra vai recomeçar em agosto deste ano», revela. Outra queixa é o monumento no centro da praça, que «começa a expor fissuras e já são visíveis ervas. Não só é feio, como com o tempo as fissuras correm o risco de ficar mais graves», alerta Rui Martins. O morador destaca ainda o facto de a praça ter sido invadida por cartazes de propaganda política. «Quantos votos trazem estes cartazes?», questiona. B.D.C.”

https://sol.sapo.pt/artigo/664311/caravelas-vao-voltar-as-torres-do-areeiro

Pedido de reavaliação de cedência de 10 lugares de estacionamento na Av Marconi ao Ministério do Trabalho

Os subscritores apelam ao Ministério do Trabalho e à CML que reavaliem a cedência de 10 lugares de estacionamento na Av Marconi aos funcionários do dito ministério que se irão, assim, somar aos 2 já aqui existentes ou que, pelo menos, consagrem a um limite horário toda ou parte desta reserva de estacionamento.
Recordamos que nos últimos meses foram perdidas várias dezenas de lugares de estacionamento em locais para ecoilhas enterradas, estacionamentos para motas e bicicletas e ciclovias sem as correspondentes criações de lugares de estacionamento de compensação agravando uma situação que já era bastante difícil para os moradores de uma das freguesias com o rácio de dístico-estacionamento mais baixos de Lisboa.
Recentemente (julho de 2018) tivemos a polémica da cedência de um número de lugares semelhantes à cantora Madonna por cerca de 720 euros. Ignoramos qual será o pagamento feito pelo Ministério à CML, mas a ser semelhante questionamos porque é que este Ministério não estaciona os seus veículos no Parque Empark a alguns metros de distância que está muito longe da ocupação total da sua capacidade.

Subscrevem:
Rui Pedro Martins
Rodolfo Franco
Jorge Oliveira
Nuno Dinis Cortiços
Cláudia Casquilho
Pedro Pinto
Luis Seguro
Teresa Aroso
Anabela Nunes
Pedro Gaurim Fernandes
Elvina Maria Reis Rosa
Ana Costa
Rui M. Sousa
Luisa Castro Correia
Cristina Azambuja
Fernando Anjos
Maria De Lurdes Canto
Manuela Melo
Clara Ribeiro
Ilda Cruz
Stela Correia
Francisco Pedroso
Luisa Galvão
Marco Neves
Lidia Monteiro
Ana Teresa Santos
Teresa Capela
Margarida Granjo Dos Reis
Pedro Stichini Vilela
Pedro Dias
Madalena Matambo Natividade
Amália Parente
Maria Concepcion
Tuti Andrade Rocha
Jorge Garcia
Andreia Cunha Dias
Elisabete Carvalho
Leonor Braz Teixeira
Margarida Suárez
Belicha Geraldes
Leonor Santa Bárbara
Maria Da Conceiçao Batista
Margarida Egea
Gonçalo Pousão
Teresa Sarmento
Antonio Sequeira
Sofia Silva
Emanuel Genovevo Costa
Ines Pintado Maury

Petição “Por mais segurança nas passadeiras”


“Os peticionários apelam à Assembleia Municipal de Lisboa que interceda junto da CML no sentido de melhorar a segurança geral dos atravessamentos pedonais na freguesia do Areeiro especificamente através da:

1. colocação de semáforos na Av Manuel da Maia: local de atropelamentos e onde a circulação automóvel se faz, geralmente, a alta velocidade.

2. colocação de semáforos na Av João XXI (no alinhamento da farmácia): onde existem diversos registos de atropelamentos e outros incidentes naquele atravessamento. A Av. João XXI apresenta duas faixas em cada sentido, amplas e niveladas, que se revelam ‘convidativas’ ao desrespeito pelo limite máximo de velocidade considerado para as áreas urbanas, abaixo dos 50 km/h. Perante aquela passadeira, muitos peões conscientes detêm a sua marcha e pacientemente aguardam por uma travessia segura, outros, pelas suas características (impaciência, idade, …) ou circunstâncias (como a utilização de telemóveis) colocam inadvertidamente as suas vidas em risco, ao não acautelarem as condições ideais para a travessia.

Para ilustrar a gravidade destas situações apresentamos alguns dados esclarecedores: 80% dos atropelamentos acontecem dentro das localidades, sendo 20% dos quais em passagens assinaladas;

no período 2010/2016 ocorreram
29 atropelamentos na Av. João XXI,
39 na Av de Roma e
160 (!!!) na Av. Almirante Reis (o registo mais negro de todo o país!).

No intuito de melhorar a segurança de todos, decidimos solicitar-lhe o apoio para apresentar uma Petição à Assembleia Municipal de Lisboa, para que sejam consideradas as recomendações do Observatório ACP, nomeadamente, e nestes casos específicos, a instalação de radares associados a semáforos.

Uma vez que mais artérias da Freguesia poderão apresentar situações semelhantes às descritas, deve enviá-las para geral@vizinhosdoareeiro.org para que possam ser acrescentados, posteriormente, à petição.

De forma correlacionada recordamos as propostas dos Vizinhos para que:

1.
“Os subscritores propõem que a CML avalie a passagem do Bairro dos Actores a uma “Zona 30” dado que se trata de um bairro fortemente residencial, grande e sem avenidas a atravessá-lo.
Paralelamente, apelamos à autarquia que – independentemente da avaliação acima citada – aumente o número de passadeiras elevadas (como a que já existe na Abade Faria) assim como o reforço da sinalização vertical de sentido de trânsito e espelhos em alguns cruzamentos deste Bairro de pior visibilidade.”

2.
“As velocidades dos automóveis nas vias estruturantes do Areeiro (João XXI, Roma, Almirante Gago Coutinho e Afonso Costa) ultrapassam, frequentemente, os 50 Km/h.
Esta falta de respeito para com os limites de velocidade leva a um aumento da poluição sonora e ambiental e a um risco de sinistralidade que pode ser combatida por várias vias:
a) aumento da fiscalização por parte da Polícia Municipal (agora com competências neste sector)
b) instalação de radares fixos de controlo de velocidade
c) instalação de lombas nas rectas de maior extensão, junto a passadeiras de peões”

3.
“Tendo em conta que o ponto 1.6.4.2 do Anexo ao Decreto-Lei nº 163/2006 prescreve que, em todos os semáforos, o sinal verde para peões deve estar aberto o tempo suficiente para permitir o atravessamento a uma velocidade de 0,4 metros por segundo e que várias vias da freguesia do Areeiro não respeitam esta regra os moradores apelam à Junta de Freguesia do Areeiro que identifique junto da Câmara Municipal de Lisboa todos os semáforos que estão ilegais e que proceda por forma a garantir uma resposta eficaz e em tempo útil por parte desta autarquia.

(numa faixa de rodagem com 10 metros de largura a luz verde para peões tem que estar aberta pelo menos durante 25 segundos. Ora, em muitos locais de atravessamento (e sem contar com as ilhas nos separadores centrais!) no Areeiro o peão tem apenas 15 segundos, ou seja 10 segundos que podem fazer a diferença entre a vida e a morte!” “

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=segurancapedonal

Resposta da CML


Na sequência do seu e-mail de 1/05/2019, que mereceu a nossa melhor atenção, apesar da demora na resposta que lamentamos cumpre-nos informar o seguinte:

  1. No âmbito da intervenção realizada na Avenida Manuel da Maia, a passagem em questão já foi requalificada;

  1. A Direção Municipal de Mobilidade considerou que não se justifica a colocação de semáforos na Avenida João XXI, tendo substituído a sinalização vertical, conforme informação do nosso e-mail de 10/04/2019;

  1. Quanto aos restantes pontos, informamos que a Direção Municipal de Mobilidade está a desenvolver o Plano Municipal de Segurança Rodoviária que pretende avaliar as diferentes problemáticas e soluções ligada à segurança rodoviária no concelho de Lisboa, por forma a promover práticas que promovam a sua efetiva melhoria.”

 

Participação dos Vizinhos do Areeiro na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa – 03/04/2019

“a violência a que se obrigam os moradores a subirem e a descerem 61 degraus na estação do Areeiro (…) aliás, a insólita decisão de não tinstalar escadas rolantes e elevadores (…) foi-nos dito que as acessibilidades seriam entretanto construídas (…) a estação continua fechada e transformada em depósito de lixo ao ar livro (…) muitos utentes do metro das Olaias queixam-se que falha constantemente a sua manutenção”
Moradora Aurora Correia

 

“As obras do metro são competência do Metro mas a CML acompanha, em proximidade estas obras” (…) o Metro da Olaias – falei esta semana com o Sr. Presidente do Metro – havia um problema de infiltrações que provocava a paragem das escadas rolantes. As obras do Metro do Areeiro estão paradas à tempo demais. O Metro está a relançar os procedimentos que as obras vão ter início este ano. (…) esperamos que seja, realmente, desta vez. Tentamos facilitar ao Metro que os processos sejam ágeis do lado da CML. Estamos a acompanhar a situação com o Metropolitano”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

“A iniciativa de edificar 221 casas levadas a cabo por um conjunto de pessoas generosas e empreendedoras que se assocoaram na extinta cooperativa de habitação Portugal Novo corresponderam à necessidade de se altera a situação degradante da habitação em Portugal” (…) “a sua extinção em 1987” (…) “houve esforços dos cooperantes logo que a situação da cooperativa se tornou instável” (…) “esquecimento cumplice das autoridades camarárias (…) “o silêncio que se abate sobre o bairro” (…) “a sua resolução não depende apenas dos recursos financeiros. É um problema bem mais complexo nomeadamente quanto ao direito de posse dos respectivos fogos (…) Que acções prevê a CML desenvolver no curto e médio prazo em ligação com os mecanismos do Estado e com a JFA particularmente no que respeita ao estado degradado do Bairro. Segunda questão: tem a CML conhecimento das moções aprovadas na Assembleia de Freguesia do Areeiro nas quais se propuseram um conjunto de intervenções no sentido de melhorar, no imediato, a qualidade de vida dos moradores em áreas como espaços verdes, salubridade, arruamentos, mobiliário urbano, equipamentos de lazer, segurança de pessoas e bens?”

Rui Oliveira

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

“Antes do mais queria agradecer

Queria agradecer por esta oportunidade de contactar com os meus eleitos (Junta e na Câmara)
Queria agradecer pelo Serviço que prestam à cidade: e estendo este agradecimento também aos Vogais da Junta e ao seu Presidente

Queria agradecer a todos os funcionários da autarquia que encaminham e resolvem as situações que diariamente lhes remeto. Falo, entre outros, da equipa de fiscalização de trânsito da PM e da UITC e designadamente das pessoas que, aqui, mais contacto: Ana Paula Cadete e Margarida Martins: Obrigado.”

Rui Martins

 

“queria deixar aqui, a nota de que temos, hoje no Areeiro, 301 ofertas de Alojamento Local, contra 83 de arrendamento e que o número de casas por arrendar e vender duplicou em apenas 3 meses e que temos mais casas em AL e alojamento para estudantes no Areeiro do que para arrendar e vender (500 vs 400)”

Rui Martins

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Quanto à questão dos alojamentos locais: já fizemos uma campanha bilingue portanto já não há justificações de desconhecimento (…) informámos em duas línguas. Vamos fazer novamente esta campanha para que a situação não se agrave e não só nesta freguesia”

Vereador Carlos Castro

 

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

“Reitero aqui o pedido de criação de métricas online e em tempo real do índice de satisfação dos moradores sobre o sistema de recolha de resíduos ”
Rui Martins

 

“Quanto à criação de métricas online: estamos a trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que vai melhorar esta ligação entre a Câmara e os cidadãos” (…) “salto qualitativo que demos nessa relação e queremos aprofundar mais essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

“Cabos de comunicação nas fachadas dos prédios: qual é o ponto de situação?
Há 4 anos levei, pela primeira vez, este tema a uma Descentralizada.
O ano passado voltei à carga.

Sei que – como as varandas fechadas e as antenas de TV abandonadas – é um problema de solução complexa (muitos agentes, muitos cabos, muitos prédios) mas os cabos estão à vista de todos… Os prédios onde o problema se resolveu (com calhas), também (Manuel da Maia, Cervantes, Campo Pequeno, Arco do Cego, etc)

Os operadores de comunicações têm que ser responsabilizados.”
Rui Martins

 

“desde 2016 quando a CML aprovou o regulamento de infraestruturas em espaço público que não são autorizadas as instalações de qualquer infraestrutura de comunicações electrónicas nas fachadas ou a colocação de postes para esse efeito. Há um conjunto de trabalhos que estão a ser feitos neste momento pela CML não só ao nível do reforço das infraestruturas de subsolo mas também nas fachadas dos bairros municipais onde estamos a retirar as cablagens que estão nessas fachadas e a colocá-las onde deviam estar que é no subsolo. Foram muitos anos a colocar estas infraestruturas nas fachadas e nas paredes e demorará também, certamente, algum tempo a tirá-los. O que é importante dizer é que não serão colocados novos cabos nas fachadas e há um trabalho sistemático da CML para que eles sejam retirados.”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Municipalização do Bairro Portugal Novo: É também um tema recorrente

Confesso: não conhecia o Bairro nem os seus problemas até ser desafiado por moradores a lançar uma petição que apela à sua municipalização em Novembro de 2017.

Sei que a Câmara está a trabalhar: há alguma evolução que possam partilhar?
Os moradores dizem-me que, desde março de 2018 (data em que a insegurança no Bairro se agravou) “tudo está igual”
que existem consumos e tráficos ilicitos no Bairro,

que o ruído até madrugada é constante,
que se fazem assados nos corredores, que se vedam passagens e que começam a multiplicar-se os relatos de fissuras que aparecem dentros dos prédios (desde a década de setenta que não se fizeram, aqui, obras de manutenção mas , pelo contrário, houve muitas obras clandestinas, algumas interferindo com a estrutura dos prédios)”
Rui Martins

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

“Começam a ser vistos polícias municipais que arrumam e recolhem Trotinetes mal estacionadas.

Eu próprio o faço todos os dias.

A imagem que fica na cidade, os obstáculos que criam à circulação pedonal, arriscam-se a destruir a possibilidade aberta por uma boa ideia.

É preciso trabalhar com os operadores na questão do estacionamento, designadamente na criação de spots virtuais (com bloqueio e registo de local em fim da viagem); multar casos exagerados e comunicar abertamente as quantidades dessas multas

É preciso convidar os operadores a passarem a remunerar também os seus parceiros (Juicers) para arrumarem trotinetes (além de as carregarem)”

Rui Martins

 

“Sobre se os Juicers, os “funcionários” das empresas podem ou devem reposicionar as trotinetas: temos reuniões quinzenais com estas empresas. E isto faz parte do esforço que estas empresas dizem que estão a fazer. Há três dimensões: a da sensibilização das pessoas (campanha “Lisboa na Boa”: que será reforçada), há a dimensão da fiscalização, da Polícia Municipal que remove sistematicamente trotinetes. Recebi o relatório de que ainda nesta semana foram removidas 50 num dia. Há uma revisão das regras em que nas zonas mais sensíveis (e estamos a aumentar essas zonas sensíveis: p.ex. Jardim da Estrela) não se pode parar (Bairro Alto e Castelo) e depois há o esforço junto das empresas e elas declaram que já o estão a fazer e esse esforço vai ser mais visível. Há necessidade de aumentar o número de lugares de estacionamento para este tipo de veículos e se necessário estamos a pensar aumentar as regras de estacionamento para que parem apenas nos lugares assinalados”

Vereador Miguel Gaspar

 

“Reitero aqui o pedido para análise da lista que entregámos de “falsas garagens” (com perda de cerca de 30 lugares de estacionamento) no Areeiro: estamos a perder lugares para estacionamentos para motas, ciclovias e ecoilhas e esta seria uma forma de mitigar essas perdas.

E recordo que continua a haver parques de estacionamento com pisos vazios no Areeiro…”

Rui Martins

1546

 

“Recebemos a vossa lista com as cerca de 30 garagens. Destes 30 houve pelo menos 21 situações que nos parecem que devem ser verificadas pelos serviços. Ou seja, são “artigos 50″ que não foram devidamente fiscalizados pela CML e neste momento estamos em contacto com os proprietários para regularizar a situação ou retirar e devolver à cidade os lugares de estacionamento”

Vereador Miguel Gaspar

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

“Recentemente, em reunião com a Polícia Municipal pedimos o reforço da fiscalização e mais multas aos sacos de lixo na via (publicitando os números das multas por freguesia)”

Rui Martins

 

“O modelo de recolha na freguesia do Areeiro é o porta a porta. Mas não temos na Higiene Urbana uma visão estanque nem um modelo intocável (…) como sinalizou há aqui duas áreas em que temos que afinar com os comerciantes, nomeadamente na zona da Guerra Junqueiro e da Av de Roma.”

22:17

Vereador Carlos Castro

 

“O Bairro Portugal Novo é de longe o maior empreendimento do ex-SAAL e também o que sobra com um passivo maior (…) a dívida da cooperativa é para com o Estado Central (IHRU) não tendo competência directa mas quero que fique claro que o município nestes últimos mandatos tem feito um esforço muito relevante para resolver e apoiar estes vários processos pendentes (…) este é o processo que de longe o mais complexo (…) em 2014 o IHRU identificava uma dívida superior a 10 milhões de euros pelos antigos moradores que, por processos complicados, nem só hoje a maioria dos moradores (…) estamos a fazer duas coisas em dois planos diferentes (…) apoiar, promover a organização dos ocupantes para que eles possam ser um instrumento concreto o que foi essencial na resolução de todos os bairros onde intervimos. Por outro lado, é público que o munícipio no âmbito do processo de descentralização de competências do Estado central está em negociação. O municipio não tem hoje recursos nem competências mas começou já, nos últimos anos e com processos Bipzip a promover a organização dos moradores – o que não existia até no Bairro Portugal Novo, o que é fundamental para se começar a resolver o problema do Bairro Portugal Novo” (…) é prematuro dizer mais mas aprendemos com os processos anteriores”

Vereador Rui Franco
25:01

 

“A propriedade da cooperativa desapareceu maus subsiste uma dívida para com o IHRU que é o depositário da dívida. E hoje teremos cooperantes que terão pago já a totalidade da dívida, há quem tenha pago metade daquilo que devia e outros que desapareceram. Só oIHRU pode restabelecer a situação patrimonial que é herdeiro do crédito sobre a cooperativa. A CML gere mais de 60 bairros, gere perto de 25 mil casas, cerca de 70 mil pessoas” (…) “muito gostava de a integrar na gestão municipal da cidade porque acho que a fazemos melhor que qualquer outra entidade e fazêmo-lo muito que o IHRU que ao longo dos anos tem revelado muita incompetência e desleixo na relação com a cidade nos vários bairros que ainda tem” (…) “caso do Bairros dos Loios em Marvila” (…) ” A CML não é proprietária do edificado e não pode tomar posse, nem tem nenhuma relação jurídica, nem somos credores de nada e a única entidade que tem esse poder é o IHRU e é o Estado pelo IHRU” (…) “quem tem o registo de quanto é que os antigos cooperantes pagaram  é o IHRU” (…) “não é fácil se fosse fácil já teria sido resolvido antes” (…) “assumimos no programa eleitoral a CML assumir a gestão dos vários bairros”

32:14
Presidente Fernando Medina

 

38:59: “A Associação de Radioamadores de Lisboa é a única associação de radioamadores de Lisboa, com sede na freguesia do Areeiro e tem apoiado algumas juntas de freguesia de Lisboa ao nível das comunicações de emergência. Durante 5 anos tivemos com a CML o projecto “Radio Lx Jovem” que pretendia ser um meio de os jovens em idade escolar terem duas novas vias: a radiodifusão e o radioamadorismo (…) assim como a criação de clubes de radio e de protecção civil nas escolas de Lisboa (…) durante 2017 a ARLx concorreu ao Programa Bairro com Vida com vista a termos um espaço condigno com vista a instalar a sede da nossa associação que neste momento sem a sede numa arrecadação onde guardamos os nossos haveres.”

António Viegas

 

48:26: “A protecção civil municipal reconhece e continuará a valorizar o vosso trabalho e os planos locais de emergência (…) 16 já estão encaminhados e só nos faltam mais 8 freguesias (…) há pedidos da vossa parte de começarmos a estar preparados para casos de calamidade” (…) “vocês são uma das mais valias em termos locais (…) iremos marcar uma reunião mais técnica e especializada para continuarmos a aprofundar essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

39:02: “Desde a nossa fundação tivemos as boas graças da Junta de Freguesia  do Areeiro que até setembro passado nos cedeu um espaço, mais exactamente, a Casa da Juventude e Cultura. Espaço que sendo o COI da freguesia que melhorámos e criámos condições para todas as sextas-feiras termos um espaço de encontro e onde uma vez por mês faziámos um workshop dedicado ao tema protecção civil, radioamadorismo e apresentação da associação e o seu trabalho. Ao fim de 4 anos fomos informados que o espaço ia para obras o que nos deixou – literalmente – na rua” (…) “aquando da leitura do regulamento deparámo-nos com a realidade de nos estamos a candidatar em pé de igualdade com as IPSSs (…) ficámos em 2º para o espaço que nos interessava no Bairro das Olaias numa situação de cota elevada e central na cidade de Lisboa (…) o regulamento está dirigido para apoiar IPSSs ou associações de carácter social nunca uma associação ou clube (…) se não tivermos um espaço onde possamos colocar as antenas não poderemos continuar a desenvolver o trabalho que há 5 anos estamos a desenvolver na cidade de Lisboa”

António Viegas

 

46:47: “não partilho da sua conclusão (…) de que não há programa aberto que possa prestar ao serviço que a associação faz apoio e designadamente espaço. É verdade que aquele programa em concreto do Bairro com Vida não tem nenhuma versão aberta mas existem outras. Declaro todo o interesse do pelouro que gere os espaços nos edificios municipais. Tentei contactá-los hoje de manhã no sentido de perceber melhor o espaço de que precisa e terei ainda esta noite esta conversa consigo. No âmbito do programa Bipzip houve associações semelhantes que tiveram o seu espaço e fazem hoje o seu trabalho na cidade e fazem trabalhos comparáveis ao vosso.”

Vereador Rui Franco

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

42:20: “Temos um papel no Plano de Protecção Civil, no suporte e apoio às comunicações redundantes numa situação de catástrofe. As associações e clubes da cidade de Lisboa estão a passar por um tempo difícil. Aqueles que tinham a sua existência em casas alugadas estão com a corda na garganta (…) um problema devido ao turismo e à lei do arrendamento (…) a ARlx tem no seu quadro elementos que estão ligados ao Plano Local de Emergência (…) apoiamos 5 freguesias de Lisboa, 3 com protocolo, 2 sem protocolo, criando condições e apoiando tecnicamente os seus sistemas locais de comunicações. (…) temos meios, temos o conhecimento e temos a noção de que a cidade de Lisboa precisa de nós. Temos cursos de radioamadorismo mas precisamos de espaços para organizar esses cursos e as “sextas-feiras técnicas”

António Viegas

 

48:26: “A protecção civil municipal reconhece e continuará a valorizar o vosso trabalho e os planos locais de emergência (…) 16 já estão encaminhados e só nos faltam mais 8 freguesias (…) há pedidos da vossa parte de começarmos a estar preparados para casos de calamidade” (…) “vocês são uma das mais valias em termos locais (…) iremos marcar uma reunião mais técnica e especializada para continuarmos a aprofundar essa relação”

Vereador Carlos Castro

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

50:29: “Oferta do pré-escolar na freguesia do Areeiro continua aparentemente no mesmo ponto em que o deixámos o ano passado. A Luís de Camões continua a ter as crianças do pré-escolar em espaço temporário. Tivemos a alegre notícia o ano passado de que havia um espaço novo para uma nova creche que seria o espaço do Arquivo Municipal mas aparentemente continuamos sem evolução. (…) as Repúblicas Universitárias: existe algum plano para a implementação das mesmas na freguesia”

Patricia Matos Palma

 

52:11: “Há duas salas de apoio no Filipa de Lencastre. Está prevista a construção de um jardim de infância no edifício hoje ocupado pelo Arquivo Municipal. Este equipamento terá capacidade para absorver não só aqueles que hoje estão mas mais crianças nesta área. Em relação às Repúblicas, visitámos uma aqui bem perto, demos todo o nosso apoio e está com problemas gravíssimos relativamente ao arrendamento e tem uma ordem de despejo. Tem toda a nossa solidariedade (…) é hoje extremamente dificil o arrendamento (…) da parte da CML tem havido disponibilidade a esta forma de constituição de Repúblicas como forma de também estimular a auto-organização dos estudantes. O que há é hoje a intenção, aliás partilhada com a Universidade de Lisboa no sentido de construir residências universitárias de grande qualidade”

Vereador Manuel Grilo

 

54:27: “Foi anunciado a 19 de março de 2019 a expansão ao Areeiro da rede ciclável à freguesia do Areeiro (…) acrescentando ciclovias ou zonas partilhadas às suas mais importantes artérias. Exemplos disso são a Av de Madrid, A Afonso Costa e a Praça de Londres. O troço da Av de Paris encontra-se agora concluído assim como o da Rua Edison. Por outro lado, a rede de bicicletas GIRA já se encontra presente na freguesia do Areeiro há mais de um ano tendo no seu espaço geográfico cinco estações em funcionamento (…) foi anunciado que a freguesia teria 8 estações em funcionamento. Durante o dia, as referidas estações estão, ou com um número muito reduzido ou sem bicicletas elétricas assim como um nº significativo de docas avariadas (…)”

João Manso Pinheiro

 

“(pergunto:) a 55:55: “A Av de Paris será a única via que terá uma via ciclável? Alguma intervenção na freguesia do Areeiro implicará a redução do nº de lugares de estacionamento? Para quando estão previstas as próximas intervenções? Serão criadas ciclovias ou vias partilhadas? Conhecendo a situação complicada que a EMEL enfrente com a Órbita, pergunto: quando se concretizará a instalação das 3 estações da GIRA que a primeira fase do programa previa para a freguesia do Areeiro e onde se prevê instalá-las? A estação GIRA da Pç de Londres que se encontra num espaço bastante descontextualizado atendendo à sua proximidade da casa mortuária (tendo em conta a moção aprovada na Assembleia de Freguesia do Areeiro) foi considerada esta alteração? A Estação GIRA da Av de Paris continua desligada continuando a ocupar 2 espaços de estacionamento. Quando será posta em funcionamento e se está prevista uma alteração de espaço atendendo a que agora a saída se faz para a estrada? Se está prevista a expansão da rede GIRA para a zona da freguesia do Alto do Pina sendo que as que existem apenas servem as da zona da antiga São João de Deus”

João Manso Pinheiro

 

57:46: “A expansão da rede ciclável nestas duas freguesias, Alvalade e Areeiro, está a continuar. Introduzimos a ciclovia na Av de Paris não por causa da ciclovia mas como uma intervenção de acalmia de tráfego com o objetivo de diminuir o ruido e o atravessamento de um bairro criando maiores condições de fruição do Bairro. Está lançado o concurso que vai permitir fazer a Manuel da Maia, Pç de Londres (com melhoria dos passeios introduzindo pavimento confortável) e Av de Paris. Até 2021 a rede ciclável do Areeiro vai ser expandida 6,2 Km e 19 Km na freguesia de Alvalade. Em que um pouco de tudo, contra mais bici, 30 mais bici, 30 mais bici com contrasentido e outras dedicadas. Relativamente à remoção de estacionamento (…) tipicamente evitamos fazê-lo (…) em alguns arruamentos temos que mudar o estacionamento e foi discutido aqui o ano passado na Guerra Junqueiro, mas normalmente essa não é a primeira prioridade: tentamos encaixar a ciclovia naquilo que já existe. Quanto ao sistema GIRA (…) a CML /EMEL teve um problema com o fornecedor que tem vindo a falhar na sua capacidade de concluir o sistema e é isso que tem atrasado a solução de situações como a Av de Paris em que lá está instalada uma estação mas não colocámos lá bicicicletas porque consideramos não as ter em nº suficiente para não desiquilibrar o sistema. A solução definitiva está encontrada este mês em que a EMEL lançará o concurso para o sistema estar a funcionar com 3 mil bicicletas, hoje, para ter uma ideia, o sistema varia entre as 500 e as 700 (mais perto das 500) (…) isso vai permitir chegar a todas as freguesias de Lisboa e concluir o sistema onde ele já existe (…) estamos a definir os locais com os presidentes de Junta onde serão os locais das novas estações e implentá-lo”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:04:29: “venho da freguesia do Areeiro (…) temos problemas com caldeiras que são subdimensionadas com árvores de grande porte em que as raízes se espalharam e criarem verdadeiras rasteiras em especial para os mais frágeis, crianças e idosos. Não é incomum conhecer alguém que caiu e, pouco depois, morreu: tive uma vizinha do sexto piso que caiu numa dessas ratoeiras e morreu em casa sozinha porque não tinha ninguém que dela cuidasse (…) o meu filho e o meu enteado ambos já caíram, um deles caiu e partiu um dente de leite e sangrou bastante da boca (…) muito disto acontece não só pelas raízes das árvores mas também porque a zona tem grandes problemas de escoamento das águas que são lançadas actualmente para a calçada (estilicídio) numa clara ilegalidade (…) as calçadas são sobrehidratadas e têm tendência a abater (…) recentemente na João XXI criando ratoeiras onde cabe uma criança (…) as calçadas não têm que ser mal amadas pelos saltos altos (…) em Benfica tem-se levantado a calçada e colocado areão e a calçada fica novamente plana. Não sei o que se passa (bem) na freguesia de Benfica que não se consegue passar na do Areeiro”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:11:07 “temos vindo a identificar várias situações dessas e com calçadas na zona centro de Lisboa. Já procedemos a 57 intervenções ao nível da calçada e irão continuar este trabalho (…) há vários problemas de má implantação ou de drenagem que a Junta de Freguesia juntamente com a UIT Centro estão a abordar”

Vereador José Sá Fernandes

 

1:07:57: “há uma série de monumentos na freguesia que parecem mal amados (…) o monumento da Afonso Costa que foi oferecido pela Secil e que está completamente ao abandono, grafitado, desfigurado. Precisamos de alguém que dê uma chamada telefonica à Secil e a alerte para a situação e lhes pergunte se não querem recuperar este monumento. Temos também o topo da Fonte Luminosa que da parte de baixo está muito interessante mas do lado de cima é melhor não chegarem lá porque é uma desgraça: os pavimentos estão levantados, pisos desnivelados”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:12:12: “A Fonte Luminosa é um projecto prioritário que foi alvo agora de uma delegação de competências para ser recuperado. O lago está neste momento em recuperação. Falta reestabelecer a parte eléctrica e fazer os testes (…) já foi enchimento do lago e testes nas ligações da energia mas ainda vai demorar algum tempo” (…) “Em relação ao monumento da Afonso Costa vou ver isto com a minha colega Catarina Vaz Pinto (…) é também uma quesão de limpeza (…) vou ver também com o vereador Carlos Castro não me parece que seja algo de complicado de vermos o que vamos fazer”

Vereador José Sá Fernandes

 

1:09:07: “continuamos com muitos tags e grafitos nas paredes da freguesia e gostaríamos de saber em que ponto está esse malfadado concurso que parece parou no Tribunal de Contas. Chamo a atenção que este tipo de poluição cria insegurança nos mais idosos que quando vêm o espaço publico grafitado e com trotinetes caídas por todo o lado cria um sentimento de insegurança”

Nuno Dinis Cortiços

 

1:09:52 “estamos com necessidade de recuperar esta situação e de facto tivemos as questões jurídicas que referiu e bem mas a partir de 16 de outubro começámos com as intervenções que neste momento estão a decorrer na Alameda Afonso Henriques (…) a paragem permitiu o alastramento e estamos neste momento a recuperar o tempo perdido. Esperamos a médio prazo ter a situação devidamente sanado”

Vereador Carlos Castro

 

1:14:22 “na Rua de Entrecampos, do lado do Campo Pequeno (Areeiro): estacionamento ao fim-de-semana, fora do período de funcionamento da EMEL uma situação que está a piorar grandemente nos últimos anos com o aumento de actividades lúdicas e nocturnas (…) e porque tem aumentado o número de restaurantes no local (…) os moradores demoram uma a duas horas a poder estacionar (…) isto causa muito estacionamento em segunda via (…) e ilegalidades porque as pessoas entram em contra-mão para poderem estacionar”

Carolina Bruno

 

1:16:27: “toda a zona do Campo Pequeno e a Culturgest, nos dias dos eventos (que apanha o Bairro do Arco do Cego) são locais de queixas recorrentes. O Campo Pequeno tem um parque de estacionamento de grandes dimensões que raramente fica cheio. Neste momento tem 800 lugares livres. Mas as pessoas entre pararem na rua ou em segunda fila ou num pagarem num parque preferem não pagar. É uma questão, infelizmente, cultural. Podemos reforçar a fiscalização do Código da Estrada, em geral, mas provavelmente vou falar também com o presidente de Junta e pergunto se não se justificará o alargamento do horário de funcionamento da EMEL nesta rua e também para o fim-de-semana” (…) “o ano passado essa melhoria de fiscalização à noite foi referida nesta reunião e temos vindo a melhorar nesse aspecto”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:15:33 “o ruído de noite, as pessoas saiem dos restaurantes e dos bares e ficam até 3 horas a fazer barulho, a andarem de trotinete, a falarem muito alto e a gritarem. Este problema também se tem agravado muito ultimamente (…) já abri algumas participações e telefono à PSP para irem ao local”

Carolina Bruno

 

1:18:33: “já começámos a ter sinalização de algumas destas situações à sexta e ao sábado e as equipas de fiscalização em articulação com a PSP e a Polícia Municipal vão colocar esta área no seu radar”

Vereador Carlos Castro

 

“programa de delegação de competência com as Juntas de Freguesia num valor total de 50 milhões de euros (…) programa Escola 100% Segura (…) reconstrução dos passeios, substituição de calçada por pavimentos confortáveis, a reparação de caldeiras de árvore dentro do equilibrio que é preciso manter com a manutenção do arvoredo (…) investimento em sobrelevação de passadeiras e na colocação de novos pisos pitonados de sinalização e eliminação de desníveis das passadeiras com os passeios, aqueles pequenos milímetros que fazem toda a diferença para quem tem dificuldades de mobilidade” (…) cada Junta de Freguesia terá uma verba, com significado, com um valor de 50 milhões de euros que é distribuído em função da população. Caberá às Juntas a escolha das ruas e dos passeios, de quais são as prioridades” (…) “poderá haver reforços destas verbas caso a execução seja muito boa” (…) “as Juntas terão um instrumento que não tinham até hoje” (…) “entendemos passar para as Juntas porque estão muito mais próximas do problema e dos municipes possam determinar qual o melhor sentido da prioridade” (…) “não será por não termos recursos financeiros que não teremos execução. Dependerá da capacidade de execução que cada freguesia tiver” (…) “primeiras intervenções ainda este ano”

Fernando Medina

 

1:37:17: “O Pavilhão desportivo municipal do Casal Vistoso é um equipamento com óptimas condições. Durante a semana permite que muita miudagem e população em geral possam usufruir da piscina do pavilhão multiusos e de outros equipamentos desportivos. Realizam-se competições regulares (…) e as Olissipiadas da cidade (…) situa-se no centro de uma urbanização cercada de edifícios de grande altura onde o acesso se faz por uma rua estreita e sem saída. Em dias de eventos, os autocarros e veículos ligeiros que levam os atletas, visitantes e os dos próprios moradores tentama aceder e circular nesta rua provocando um autêntico caos. Os carros ficam bloqueados, os autocarros sem espaço de manobra. O ruído entra pelas habitações. Os moradores não conseguem aceder à entrada das suas garagens. Apesar dos dois estacionamentos públicos junto ao pavilhão (da EMEL) de alguma forma o estacionamento é feito frequentemente na via pública prejudicando o estacionamento de quem vive nesta rua. Gostaria de sensibilizar os senhores vereadores para a resolução deste problema” (1:39:03) (…) “em caso de acidente muito dificilmente uma ambulância ou um carro de bombeiros conseguirá entrar neste arruamento. É necessário que, em todos os eventos, exista fiscalização que condicione a entrada de veículos no arruamento e os oriente para os dois parques de estacionamento. Não existe fiscalização e os automóveis preferem estacionar na via pública do que utilizarem os dois parques de estacionamento” (…) sugiro que se complete a Rua João da Silva, em torno do pavilhão, de forma a torná-la numa rua de sentido único e aberta nas duas extremidades, facilitando assim a vida aos moradores e utentes porque a rua de que estamos a falar é estreita e sem saída”

Jorge Oliveira

 

1:42:28: “relativamente à questão do estacionamento foi pedido o reforço da fiscalização da envolvente do Pavilhão para minimizar um pouco esse impacto. A sua sugestão de completar a rua merece ser avaliada e peço aos serviços da direcção municipal de mobilidade que olhem para essa possibilidade e a avaliem e peço também para avaliar a necessidade de os autocarros chegarem hoje onde chegam e poderão ficar um pouco mais atrás, na entrada do Bairro peço também à direção municipal de mobilidade que avalie essa possibilidade”

Vereador Miguel Gaspar

 

1:40:39: “passeio do lado nascente do Campo Pequeno tem menos de 1 m de largura e havendo zonas em que os candeeiros fixos na calçada mal deixam passar uma pessoa quanto mais um carro de bebé. A estrada em frente deste passeio tem umas incriveis 4 faixas de rodagem com pouca utilização e mais uma faixa de estacionamento: cinco faixas de automóvel (…) este lado do Campo Pequeno merece uma reestruturação na largura do passeio e na largura da faixa de rodagem por forma a torná-lo mais amigo do morador e do peão e do comerciante. Estas questões (Pavilhão Casal Vistoso) foram alvo de recomendações aprovadas em Assembleia Municipal (…) entendo que a função executiva cabe ao Sr. Presidente e aos Srs. Vereadores. Entendo também que a AML é um órgão democraticamente eleito e que através das suas recomendações, algumas mais pertinentes que outras (é certo) expressa preocupações reais para com a cidade. Enquanto municipe gostaria que essas recomendações fossem alvo de análise e resposta por parte da CML porque não acho aceitável que estes dois casos em concreto fossem encarados como novidade pelos serviços que entraram em contacto comigo para a preparação desta reunião”

Jorge Oliveira

 

1:43:36: “relativamente à questão do Campo Pequeno vou encaminhar para os serviços da Câmara que tomam conta dessas situações quanto ao alargamento dos passeios e de todo o perfil (…) e com mais uma passadeira na Sacadura Cabral. Toda aquela zona merece ser requalificada na parte dos passeios e que se crie mais árvores e um pavimento confortável em que se consiga caminhar com mais facilidade. Tem havido intervenções nas calçadas da freguesia, uma das áreas da Junta outras da área da UIT: 57 intervenções muito recentemente”

Vereador Miguel Gaspar

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=T5GcF7QQnJs

 

1:52:42 “não distingo o que é uma mota em cima do passeio, o que é uma trotinete em cima do passeio, o que é que é um carro em cima do passeio. Nenhum deles lá deve estar. É uma falta de educação e de civismo usar os passeios para este fim. Para isso temos que ter educação para as pessoas. Para isso temos as campanhas Lisboa na Boa, uma ação de fiscalização da Polícia Municipal e da EMEL que removem os veículos de cima dos passeios. As trotinetas são mais um novo meio de transporte que existem na cidade de Lisboa e que na sua parte positiva servem muita gente (…) temos que criar espaços para que possam ser estacionadas em segurança (…) docas para trotinetes (sugestão, também, dos Vizinhos do Areeiro na forma de “docas virtuais” (GPS)) onde as pessoas, voluntariamente, já deviam estar a estacionar. Nos mais de 3 mil lugares que temos para este tipo de veículos (e bicicletas) na cidade de Lisboa” (…) “às vezes nem é quem usou, é alguém que passa e mete no passeio. Isto não tem justificação.” (…) “quanto a criarmos um sistema em que não seja possível desligar uma trotinete numa doca. Essas conversas estão a ser tidas com os operadores de trotinetes na cidade de Lisboa mas hoje essa tecnologianão existe e portanto há um diálogo e esforço de desenvolvimento”

Vereador Miguel Gaspar